Em todas as instituições públicas e privadas existe um sistema de papéis, que estabelece as atribuições de cada nível hierárquico, o que permite que ela pode funcionar de modo harmônico, todos contribuindo para o sucesso da instituição. Isso não significa que o funcionário deva ficar restrito, tolhido no exército burocrático de suas funções, muito pelo contrário, ele deve ser dinâmico, atualmente se busca o funcionário multidisciplinar, o colaborador capaz de desenvolver várias atividades.
Diante dessas verdades, não podemos esquecer que por maior que seja o dinamismo pretendido, o funcionário tem um conjunto de atividades que a instituição espera que ele desenvolva corretamente, funções essenciais para o sucesso da empresa, as quais ele não pode deixar de cumprir.
Caso o setor de embalagens pare de funcionar ou passe a funcionar mal, toda a empresa sofrerá, apesar da aparente simplicidade que a tarefa exige.
As instituições atuais investem na qualificação e na valorizam dos seus profissionais e procuram treiná-los continuamente para habilitá-los ao exercício de outros papéis na empresa, ascendendo hierarquicamente.
Isso é fato.
Convém destacar que as instituições organizadas militarmente já atuam nesta qualificação há muito tempo através dos concursos internos, que habilitam para cursos de especialização e de aperfeiçoamento.
O militarismo é meritocrático de origem.
Infelizmente, a PMERJ está se afastando destes parâmetros.
Os concursos foram colocados em plano secundário, o que prejudica a ascensão por mérito. O próprio concurso para o ingresso no Curso de Formação de Soldados foi muito facilitado no corrente ano, para atender interesses políticos. Escancararam as portas da Polícia Militar.
A PMERJ está destruindo o sistema de papéis, quando coloca um Coronel para comandar sete PMs, não é isso que a instituição quer que um Coronel faça. Igual mal faz quando coloca um Sargento com mais de 20 anos de serviço para tirar um serviço de POG, o serviço que deve ser realizado por um Soldado.
A gestão atual age na direção do caos, a subversão dos papéis.
Em tese, toda instituição gostaria que os funcionários da base fossem capazes de desempenhar os papéis dos diretores, todavia, assim mesmo, eles teriam que continuar realizando os seus papéis na base até que alcançassem a ascensão funcional, pois o trabalho precisa ser feito.
É ótimo que Soldados possam fazer o trabalho dos Sargentos, mas isso não pode determinar que Sargentos façam o trabalho dos Soldados.
No momento que um Coronel pega um fuzil e sobe o morro, alguém tem que fazer o trabalho que se espera desse Coronel fora do morro, pois o papel de um Coronel não é ser o GUERREIRO, mas sim o ADMINISTRADOR.
Na PMERJ, muitos Coronéis estão no setor de embalagens, não é esse o trabalho que se espera de um Coronel de Polícia.
Na Guerra do Rio, enquanto Coronéis de Polícia exibiam seus fuzis e posavam ao lado de detidos para a imprensa, um delegado da Polícia Civil (polícia investigativa) deu a PRIMEIRA ENTREVISTA afirmando que a Vila Cruzeiro era do ESTADO. Ele falou pelo governo, exerceu o papel que a instituição esperava dele.
Algo precisa ser feito, a hierarquia e a disciplina precisam que o sistema de papéis funcione adequadamente, sob pena de logo percebermos que alguns batalhões estão sendo comandados por Capitães.
Ninguém é mais ou menos importante, cada um tem o seu papel e todos os papéis são vitais para o sucesso da instituição.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Caso o setor de embalagens pare de funcionar ou passe a funcionar mal, toda a empresa sofrerá, apesar da aparente simplicidade que a tarefa exige.
As instituições atuais investem na qualificação e na valorizam dos seus profissionais e procuram treiná-los continuamente para habilitá-los ao exercício de outros papéis na empresa, ascendendo hierarquicamente.
Isso é fato.
Convém destacar que as instituições organizadas militarmente já atuam nesta qualificação há muito tempo através dos concursos internos, que habilitam para cursos de especialização e de aperfeiçoamento.
O militarismo é meritocrático de origem.
Infelizmente, a PMERJ está se afastando destes parâmetros.
Os concursos foram colocados em plano secundário, o que prejudica a ascensão por mérito. O próprio concurso para o ingresso no Curso de Formação de Soldados foi muito facilitado no corrente ano, para atender interesses políticos. Escancararam as portas da Polícia Militar.
A PMERJ está destruindo o sistema de papéis, quando coloca um Coronel para comandar sete PMs, não é isso que a instituição quer que um Coronel faça. Igual mal faz quando coloca um Sargento com mais de 20 anos de serviço para tirar um serviço de POG, o serviço que deve ser realizado por um Soldado.
A gestão atual age na direção do caos, a subversão dos papéis.
Em tese, toda instituição gostaria que os funcionários da base fossem capazes de desempenhar os papéis dos diretores, todavia, assim mesmo, eles teriam que continuar realizando os seus papéis na base até que alcançassem a ascensão funcional, pois o trabalho precisa ser feito.
É ótimo que Soldados possam fazer o trabalho dos Sargentos, mas isso não pode determinar que Sargentos façam o trabalho dos Soldados.
No momento que um Coronel pega um fuzil e sobe o morro, alguém tem que fazer o trabalho que se espera desse Coronel fora do morro, pois o papel de um Coronel não é ser o GUERREIRO, mas sim o ADMINISTRADOR.
Na PMERJ, muitos Coronéis estão no setor de embalagens, não é esse o trabalho que se espera de um Coronel de Polícia.
Na Guerra do Rio, enquanto Coronéis de Polícia exibiam seus fuzis e posavam ao lado de detidos para a imprensa, um delegado da Polícia Civil (polícia investigativa) deu a PRIMEIRA ENTREVISTA afirmando que a Vila Cruzeiro era do ESTADO. Ele falou pelo governo, exerceu o papel que a instituição esperava dele.
Algo precisa ser feito, a hierarquia e a disciplina precisam que o sistema de papéis funcione adequadamente, sob pena de logo percebermos que alguns batalhões estão sendo comandados por Capitães.
Ninguém é mais ou menos importante, cada um tem o seu papel e todos os papéis são vitais para o sucesso da instituição.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

6 comentários:
SARGENTO DO CBMERJ TENTA SUICÍDIO EM BRASÍLIA
Ao participar de manifestação em prol da aprovação da PEC 300, e buscar apoio para liberação de verba para construção do estande de tiro para a policia, os gestores da Caixa Beneficente dos Servidores Militares do Estado de Sergipe (ABSMSE), Coronel Péricles e sargento Edgard Menezes, foram testemunhos de uma fato, que irá chamar a atenção de toda a imprensa do País.
Assustados, Péricles e Edgard presenciaram, durante a estada em que estiveram em Brasília, na semana que passou, uma tentativa de suicídio, praticada por um colega do Rio de Janeiro, descrente com a atual gestão política.
Péricles e Edgard foram a Brasilia em busca de apoio à liberação de emenda do deputado Mendonça Prado para a construção do estande de tiros da segurança pública de Sergipe e acabaram se assustando com o ato de coragem e bravura do colega.
Tentativa de suicidio e protestos acontecidos na última semana
Um sargento do corpo de bombeiros, inconformado com o salário e com as condições de trabalho, tentou se matar na ultima terça-feira (24), em frente ao congresso nacional.
O sargento Nunes, do corpo de bombeiros do Rio de Janeiro, indignado com a situação em que se encontra a policia militar e corpo de bombeiros, no Rio de Janeiro, ao participar de mais um protesto em frente ao congresso nacional, em Brasília, ao ver que de nada ia ser resolvido, resolveu no ímpeto, se suicidar. Nunes subiu na antena que há em frente ao congresso e ameaçou pular de lá para a morte.
Essa situação foi abafada pelo governo para não criar mais constrangimento à presidente eleita, Dilma Rousseff, que à época da campanha se colocou ao lado da policia para votar a PEC 300 e que agora, se diz contrária.
Nunes disse que não agüentava mais a situação em que estava vivendo, reclamando do salário e das condições de trabalho. O sargento disse, enquanto estava no alto da torre que ia morrer por uma causa nobre e que talvez, com sua morte, chamaria a atenção das autoridades, porem o ato da tentativa de suicídio foi contida por um helicóptero da policia de Brasília, que o resgatou do alto da antena. O salário de um soldado da PM no Rio de Janeiro é de apenas R$ 950,00.retirado do blog militar legal
A própria argumentação do texto responde a questão título: todos são importantes, cada um exercendo o seu PAPEL tem, nesse mister, a sua importância.
A subversão dos papéis é que ocasiona o CAOS e a DESORDEM, incompatíveis com uma organização militarizada.
Isso não é nada tem CelBM que voltou para exercer vagas no tempo certo fazendo as vezes de SD/Sgt/ten/Cap é mole ou quer mais, a coisa esta virada.
Acredito que presença dos Of. na Rua extra Quartel é de suma importância na verdade uma das grande falhas da PM era a falta de comando nas ruas. todos graduados que comandava sendo graduado se rendia a maioria portanto assim não havia, comando chefia. Isso acontece até nas unidades. de súbito veio a enxurrada Graduados despreparado e aquele, o "SGT" e o "Sub" perdeu a chefia, agora só com a presença dos oficiais de frente de CEL a TEN.Sou praça e observo o que aconteceu era eu e mais um SGT depois perdi a mão e isso na unidade fora já estava morto ou aleijado a maioria venceu e os CMT não queria ver a política do vc esta certo mais não me traz se não vou te transferir para seu bem e proteção. Isso é a verdade! OBS sou a favor das promoções por tempo, é reconhecimento, mais não daquela forma agora esta melhorando.
Grato pelos comentários.
Bem... Quem não se dá ao respeito, não pode ser respeitado.
Os Oficiais da PM já estão nas ruas há muitos anos. O que não pode acontecer é formar um COMBOIO maluco como o que a PM criou, isso não resolve nada.
Juntos Somos Fortes!
Talvez assim os oficiais dêem valor aos praças. Sentir na pele, poucos são homens para isso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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