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sábado, 7 de abril de 2012

LIVRO ONLINE "CABRAL CONTRA BOMBEIROS" - NOVO CAPÍTULO.

Prezados leitores, reiniciamos a publicação dos capítulos do livro online "Cabral contra Bombeiros - O Fracassso de Beltrame". Hoje publicamos o 22o capítulo, onde narro os minutos que antecederam a minha primeira "prisão política", ocorrida no dia 03 JUN 2011, dia no qual os Bombeiros Militares "invadiram" o Quartel General da corporação (Leiam). Eu pretendo publicar os capítulos que faltam até o mês de maio do corrente ano.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - O MANDANTE.

Prezados leitores, ao longo da minha carreira na Polícia Militar mantive um bom relacionamento com Mário Sérgio, isso antes dele assumir o Comando Geral da Instituição. Atualmente, após todos os problemas que vivenciei, a relação interpessoal é muito diferente. Entretanto, essa nova realidade não significa que desejo vê-lo com todas as culpas do mundo.
Mário Sérgio pediu prá sair e fez isso em razão de assumir toda a responsabilidade por ter nomeado o Comandante do 7o BPM e, após o cruel assassinato da juíza, tê-lo exonerado e nomeado, ato contínuo, como Comandante do 22o BPM.
Eu sempre critiquei essa dança das cadeiras.
A culpa ganhou relevos de proporções gigantescas pelo fato do Oficial ter sido apontado como sendo o mandante do crime, acusação que teve repercussão internacional e que serviu para elevar ainda mais a qualidade da investigação, pois não só os executores tinham sido descobertos, mas também o mandante, algo pouco comum.
Só conheço da investigação o que foi revelado pela mídia, certamente, pouquíssimo. Logo não posso fazer qualquer juízo de valor sobre os indícios que levaram os investigadores a concluirem que o ex-Comandante do 7o BPM foi o mandante, mas devem ser muito mais robustos que os replicados pela mídia, que me parecem frágeis.
Diante dessa ressalva, deixo uma reflexão:
Se no final do processo não restar comprovado que o investigado foi efetivamente o mandante e que não teve participação nos fatos, como recuperar as perdas que Mário Sérgio sofreu?
Isso sem falar nas perdas do investigado que se encontra preso.
Ratifico, nada conheço sobre a investigação além do que foi divulgado, em razão desse pouco conhecer tenho dúvida a respeito da afirmação sobre o mandante.
O tempo poderá (ou não) esclarecer tudo, mas seja qual for o resultado, Mário Sérgio terá perdido muito.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 4 de outubro de 2011

CRISE NA PM: MÁRIO SÉRGIO ACUSADO POR PROMOTOR.

O GLOBO:
Onze PMs indiciados
Promotor que trabalhava com juíza diz em depoimento à polícia que Mário Sérgio transferiu seguranças dela
Antônio Werneck (werneck@oglobo.com.br) e Vera Araújo (varaujo@oglobo.com.br)
RIO - Um promotor afirmou, num dos últimos depoimentos prestados à Divisão de Homicídios (DH), que a juíza Patrícia Acioli morreu porque ficou "entregue à própria sorte" quando o ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, determinou a transferência dos dois PMs do 7º BPM que faziam a segurança informal da juíza. O promotor trabalhava desde 2001 na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde a magistrada era titular. Na segunda-feira, a DH concluiu o inquérito sobre o assassinato da juíza, indiciando, por homicídio, 11 PMs . Patrícia foi executada com 21 tiros no dia 11 de agosto.
Ainda segundo o promotor contou em seu depoimento, Mário Sérgio fez constar no Boletim Interno da PM com o registro da transferência dos policiais que uma nova remoção só poderia ser feita com a sua ordem. Diante da determinação do então comandante-geral e de informações dando conta que o tenente-coronel planejava a morte da juíza, o promotor teve um encontro com Mário Sérgio (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 25 de setembro de 2011

E SEGUE A DESTRUIÇÃO DA POLÍCIA MILITAR...

JORNAL O DIA:
Área de UPP era território comandado pelo tráfico
Escuta mostra que bando mudava até escala de PMs na Coroa, Fallet e Fogueteiro
JOÃO ANTÔNIO BARROS
Rio - A zona franca das drogas. Investigações da Polícia Militar que flagraram o mensalão do tráfico pago a policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Coroa, Fallet e Fogueteiro revelam que o crime organizado comandava o patrulhamento nos morros de Santa Teresa, como O DIA publicou com exclusividade no dia 11. Por quatro meses, traficantes delimitaram locais por onde policiais deveriam circular, alteraram escala de trabalho dos agentes e exigiram a transferência de quem desobedecia suas regras.
Os criminosos criaram até áreas de exclusões de PMs, onde não haveria patrulhas de quinta-feira até domingo, e o dia certo para o pagamento das propinas: segunda-feira, no começo da noite. As quantias variavam entre R$ 100 e R$ 500 — por mês, o tráfico desembolsava R$ 53 mil para as propinas.
As ordens do tráfico de drogas eram repassadas por um homem identificado no Inquérito Policial Militar apenas como Alan. É ele quem aparece falando com o sargento Rinaldo do Desterro Santos nas conversas telefônicas interceptadas pela PM e entregues à Auditoria de Justiça Militar.
Em alguns trechos, o suposto traficante reclama ao militar da presença de dois policiais que atrapalham a venda de drogas. Rinaldo liga para o tenente Rafael Medeiros, subcomandante da UPP, e avisa sobre o inconveniente. Os dois soldados são transferidos de escala.
Em outra gravação, o suposto traficante liga para o sargento e cobra explicações: mesmo acertados com o comando, há invasão de PMs nas áreas do crime e atirando contra bandidos. E avisa: vai revidar se não trocar os policiais. A dupla não aborreceu mais.
Quem também é transferido por interferência do traficante é um sargento, responsável pelo policiamento no Morro da Coroa. Suas ações, reclama o bandido, estão ‘atrapalhando o movimento’. Na hora o tenente Medeiros transferiu o militar das ruas para o serviço interno da UPP.
Caixinha a mais para sargento dispensar soldados
Além de faturar com a caixinha do tráfico, o IPM mostra que o sargento Rinaldo Santos faturava mais para liberar os soldados do trabalho. Foram 17 conversas gravadas em que o militar cobra R$ 100 para livrar o policial da escala de serviço.
Ele também usou de suas amizades com o tráfico para livrar dois policiais, que de folga foram à boca de fumo tentar ‘a sorte grande’. Dominados, viraram reféns dos traficantes. Foi então que um deles ligou para o militar e relatou a ação dos PMs. O sargento negociou e conseguiu a liberação dos colegas.
Pelo que os investigadores detectaram nas gravações, o esquema de corrupção funcionaria muito bem em dois dos quatro plantões. Detectaram, também, que alguns PMs se recusaram a receber as propinas do tráfico.
Após a denúncia de O DIA, 30 PMs suspeitos foram afastados e três estão presos. O comando da UPP local foi substituído.
Policiais registraram movimentação suspeita de soldado em seu dia de folga
A arrecadação e distribuição das propinas do tráfico foram acompanhadas de perto por quem investigou a corrupção na UPP da Coroa, Fallet e Fogueteiro. Com filmadoras e máquinas fotográficas, os policiais conseguiram registrar o soldado Alexandre Pinela dos Santos, de folga, entrando e saindo da comunidade. Na sequência, ele se encontra com o sargento Rinaldo Santos e, logo depois, os dois são presos com R$ 13,4 mil.
Segundo o relatório do IPM, sempre que saíam do morro, os PMs se reuniam perto do Batalhão de Choque, no Centro, onde supostamente era distribuída a propina. Um a um os agentes envolvidos no esquema apareciam e pegavam a ‘mesada’ com os dois policiais. No dia 6 de setembro, eles foram presos justamente neste ponto.
Os agentes também filmaram o sargento entrando no apartamento do tenente Medeiros, em Copacabana. Os dois, por telefone, combinam o encontro e falam sobre a entrega do ‘convite’. Para os investigadores, este seria o código para dinheiro (junto com ‘ingresso’).
Em outra conversa do sargento interceptada, ele fala com o capitão Elton Costa Gomes, então comandante da UPP. O oficial combina e fala que vai passar no bingo para pegar o ‘negócio’. Os agentes que cuidaram do IPM não conseguiram identificar o que seria o bingo.
COMENTO:
Os que estão desenvolvendo o processo de destruição da PMERJ têm demonstrado uma competência extraordinária.
"Parabéns!"
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A POLÍCIA MILITAR NÃO CONSEGUE FORNECER FARDAS PARA NOVOS SOLDADOS, COMO FORNECERÁ UNIFORMES PARA PMs CUSTODIADOS?

Nossos leitores habituais conhecem o descaso com que são tratados os novos Soldados da Polícia Militar, situação que denunciamos em um protesto realizado em frente ao Centro de Formação de Praças - 31 de Voluntários, no dia 06 SET 2011.
Naquele dia, a Polícia Militar retirou três viaturas do policiamento da Zona Oeste para colocá-las em frente às faixas, como o vídeo comprova:


O fato será comunicado ao Ministério Público na segunda-feira.
Prezado leitor, o comandante geral deu ordem para que os PMs custodiados na UP-PMERJ usem uniforme, como consta na seguinte reportagem:
O GLOBO:
BEP
Após fugas, Beltrame manda transferir cadeia de PMs

Sérgio Ramalho (sergio.ramalho@oglobo.com.br)
(...) O coronel Mário Sérgio classificou como "absolutamente inconcebível" o fato de os presos, nas fotos, exibirem uma "estética de poder", ostentando "joias, cordões, pulseiras e anéis".
- Eu inclusive recomendei que os presos usem uniforme. São ordens que eu estou dando, para que sejam cumpridas imediatamente - disse ele (leiam a íntegra)
Pergunto:
Como um comando que não consegue fornecer fardamento para os alunos do Curso de Formação de Soldados, os quais permaneceram os sete meses de curso sem receberem qualquer uniforme, pode dar uma ordem para que os PMs custodiados usem uniformes?
Não conseguem comprar fardas, como comprarão uniformes para custodiados?
Será que ele não deu ordem para que os novos Soldados de Polícia recebessem os uniformes?
Se deu, ninguém cumpriu, isso ao longo de meses.
Sinceramente, a matéria é um simples factóide, um desvio de foco.
Beltrame diz que vai mudar a UP-PMERJ de lugar, pura conversa fiada, pois o problema não é o lugar.
O problema tem nome é sobrenome: banda podre.
Aliás, no atual governo estadual, em quase cinco anos de gestão, esse foi o único "setor" da PMERJ que evoluiu: a banda podre.
Parabéns, governador!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A POLÍCIA MILITAR VIVE SEUS ÚLTIMOS DIAS NO RIO DE JANEIRO.

A PMERJ, infelizmente, está sendo completamente destruída.
Quem pode confiar em uma polícia que não consegue evitar furtos de motos do interior de um quartel?
Quem pode confiar em policiais que furtam motos do interior de um quartel?
Quem pode confiar em uma polícia que enfraquece a própria Corregedoria Interna, diante de uma banda podre que só aumenta?
Lembro que o BPChoque é uma das unidades para as quais o governo estadual paga uma gratificação mensal aos seus integrantes, no valor de R$ 1.000,00 mensais.
JORNAL O DIA:
Inquérito investiga sumiço de motos em quartel da PM
Veículos desapareceram do Batalhão de Choque, no Centro
POR ROBERTA TRINDADE
Rio - Duas motos da Polícia Militar sumiram de dentro do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), na Rua Salvador de Sá, no Centro do Rio. Os veículos, descaracterizados, pertencem à frota do Projeto Garupa, implantado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, em maio de 2010, com dinheiro repassado pelo Departamento de Transportes Rodoviários (Detro). Na ocasião, a secretaria recebeu R$ 11 milhões para investimentos, sendo que R$ 9,5 milhões foram usados na compra de 187 motos de 600 cilindradas.
O sumiço foi percebido dois dias após a chegada dos veículos, há menos de um mês. Um inquérito policial militar (IPM) está prestes a ser concluído. Segundo a corporação, três linhas de investigação são analisadas: furto, roubo e erro na conferência dos veículos na hora da entrega. A PM não informou modelo e preço das motos que desapareceram.
A implantação do Projeto Garupa, de patrulhamento de vias, foi antecipada pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, em entrevista a O DIA ano passado. “É muito difícil patrulhar adequadamente as vias expressas e outras de grande movimento. Então, vamos colocar o Projeto Garupa, que são equipes de quatro motoqueiros”, explicou ele, na ocasião.
No mesmo Batalhão de Choque estão guardadas as 60 motos doadas pela empresa OGX, do empresário Eike Batista, que serão usadas a partir de outubro no patrulhamento das áreas onde existem Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A compra de uniformes específicos, acessórios e itens obrigatórios de segurança, como capacetes, está em licitação.
Ainda segundo a PM, foi feito levantamento entre PMs lotados no Comando de Polícia Pacificadora para determinar quais possuíam carteira de habilitação A, para condução de motocicletas. Atualmente, 300 PMs foram treinados no Grupamento Tático de Motociclistas (GTM).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

AS FAMÍLIAS DOS POLICIAIS MILITARES NÃO RECEBERÃO NENHUMA DAS MALDITAS GRATIFICAÇÕES PAGAS PELO GOVERNO ESTADUAL.

JORNAL EXTRA:
Mulher de soldado ferido no Morro do Fogueteiro está ‘morando’ no CTI para cuidar do marido.
Herculano Barreto Filho
Há duas semanas, o CTI do Hospital Central da Polícia Militar (HCPM) virou a segunda casa da família do soldado Alexsandro Fávaro Rocha Coutinho, de 31 anos. Baleado no pescoço na tarde de 10 de setembro, no Morro do Fogueteiro, Rio Comprido, o policial da UPP pode ficar tetraplégico. Ele conta com o apoio da mulher e dos pais, que passam os dias no hospital.
Fávaro também foi atingido no peito, mas usava colete. O ferimento na traqueia ainda o impede de falar, mas o policial consegue se expressar pelo movimento dos lábios.
— Ele está lúcido e fica impaciente quando alguém não entende. Não está revoltado, porque estava fazendo o que gosta de fazer. Acredito na recuperação dele — comenta a mulher, uma técnica em enfermagem de 29 anos, que "mora" no hospital desde o acidente (leiam mais).
JORNAL EXTRA:
Um policial é morto e outro ferido por disparos em Santa Cruz

Fabíola Gerbase (fabiola.gerbase@oglobo.com.br)
RIO - Dois policiais que faziam patrulhamento na Estrada Reta do Rio Grande, em Santa Cruz, foram alvo de disparos de homens que passaram de carro pelo local. Segundo informações do 27º BPM (Santa Cruz), um dos policiais morreu e o outro, ferido, foi levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande.
Ainda de acordo com o batalhão, não chegou a haver troca de tiros e os autores dos disparos fugiram do local, que é próximo à Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA).
SITE R7:
PM atacado no morro da Coroa teve uma das pernas amputada.
Outros dois policiais lotados na UPP ficaram feridos durante confronto com bandidos.
Marcelo Bastos, do R7 | 25/06/2011.
Um dos três PMs atacados por bandidos no morro da Coroa, no Catumbi, região central do Rio de Janeiro, na noite deste sábado (25), teve uma das pernas amputadas pela explosão de uma granada. A outra sofreu algumas lesões, segundo a assessoria da polícia.
Os outros dois policiais, que também são lotados na UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) dos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro, também estão internados no HCPM (Hospital Central da Polícia Militar), no Estácio. O estado de saúde deles também inspira cuidados. Eles foram feridos por estilhaços (leiam mais).
COMENTO:
O governo estadual usa as malditas gratificações para não conceder os reajustes salariais para todos, deixando de fora a maioria dos ativos e todos os inativos, assim como, as pensionistas.
As gratificações são cruéis, pois quem tem maiores despesas em face da idade avançada (inativos) e as que ficaram com a missão de sustentar a família (viúvas), nada recebem.
Os PMs inválidos em virtude de ferimentos em serviços também nada recebem.
O principal culpado dessa tragédia não é o governo estadual, mas sim o comando geral da PMERJ, que nunca poderia ter permitido o estabelecimento dessa covardia.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

CORRUPÇÃO NAS UPPs - "ACORDO" EM CIMA, "ACORDO" EM BAIXO.

"Acordo" em cima, "acordo" em baixo.
Os chefes dão o tom para todos.
O governador Sérgio Cabral (PMBD) ao avisar publicamente aos traficantes previamente para que deixem as comunidades onde as UPPs serão implantadas, permitindo a saída tranquila deles para outras comunidades, ele sinaliza que existe um "acordo" entre o governo e os traficantes.
O secretário de segurança Beltrame ao avisar publicamente que o objetivo das UPPs não é acabar com o tráfico de drogas nas comunidades, mas sim evitar apenas a exposição de armas, ele sinaliza que existe um "acordo" entre o governo e os traficantes.
O Policial Militar que atua diretamente nas comunidades, diante da possibilidade da existência desses "acordos", acaba também fazendo os seus "acordos".
"Acordo" em cima, "acordo" em baixo.
O GLOBO
Intervenção em UPP
Batalhão de Choque e Bope vão ficar por tempo indeterminado em três favelas de Santa Teresa; comandante e PMs de unidade são afastados
Pablo Rebello (pablo.rebello.personale@oglobo.com.br)
RIO - Pela primeira vez, a polícia intervém em favelas já pacificadas com suas tropas de elite, os batalhões de Operações Especiais (Bope) e de Choque - que deverão ficar nas comunidades por tempo indeterminado - e afasta comandante, subcomandante e PMs de uma Unidade de Polícia Pacificadora. O alvo dessas medidas é a UPP inaugurada há apenas seis meses nos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa. O anúncio das mudanças foi feito no domingo pelo comandante-geral da Polícia Militar, Mário Sérgio Duarte, e pelo chefe do Comando de Polícia Pacificadora, coronel Robson Rodrigues. A PM evitou usar a palavra "intervenção" e, por meio de sua assessoria, afirmou que as ações são "ajustes" e não representam um retrocesso no projeto de pacificação. O comandante e o subcomandante da UPP sob investigação são, respectivamente, o capitão Elton Costa e o tenente Rafael Medeiros.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 11 de setembro de 2011

OS RECRUTAS E OS CANDIDATOS DA POLÍCIA MILITAR CONTINUAM SOLTANDO A VOZ ! ( 9 ).

1) Boa tarde Cel
Sou aluno da 4ª Cia Bravo
E minha denúncia é: Na sexta feira dia 09 de set, o pão do café da manhã acabou muito rápido como sempre. Se não chegarmos as 05:30 pra ficar na fila... muito difícil irá conseguir comer um pão.
Um pão quase sempre requentado ou minúsculo. Daí ou espera o pão sair e se atrasa e pode ficar punido. Ou desce no horário pra não se atrasar, porém com fome.
E nessa sexta feira era dia da Avaliação física o TAF. Conclusão: Depois do abdominal, barra, corrida de 100m, e corrida de 12min. Alguns alunos passaram mal, pois o sol estava muito forte somando a falta de alimentação. E o pior disso tudo é que não tinha uma ambulância para o pronto atendimento. Um aluno que saiu carregado de lá, foi pra enfermaria e chegando lá recebeu apenas duas balas pra chupar.
Pode uma coisas dessas Coronel?
Um Abraço.
Parabéns pelo Blog.
Anônimo.
2) Prometeram ao Jornal Extra que os atrasados sairiam semana passa e até hoje 11/09/2011 não saiu nada.
Prometeram entregar o fardamento e até agora nada, agora estão marcando as blusas que compramos com nosso suado dinheirinho com um carimbo com o nome/número da CIA.
Não sei por ordem de quem, agora estamos tirando serviço sem armamentos apenas com bastão, ate mesmo o serviço de guarda do quartel está ficando comprometido, os soldados antigos deixam todo o serviço para os recrutas e vão dormir.
A comida do rancho que está cada vez pior, os alunos estão trazendo quentinhas de casa, pois a administração proibiu a compra de quentinhas pelos alunos.
Se você fica doente e precisa ir ao HCPM no horário de expediente pedagógico ou no serviço vai responder um DRD (documento de razão de defesa).
Anônimo
3) Bem, eu também estou sendo "lesada" como essas candidatas,depois de ter gasto muito dinheiro com exames médicos passagens e realizar todas as etapas fui informada que não existem mais vagas,porém,em nenhum momento nenhuma das candidatas foram informadas deste fato,pois para realizar as etapas do concurso faltei meu emprego por 5 vezes e fui despedida por justa causa e tenho como comprovar,nos distribuíram lista de enxoval, estamos sendo feitas de "palhaças", fui a CFAP e fui atendida pelo Capitão André responsável pelo recrutamento, perguntei a ele o porque dessa demora e o porque de então não ter informado as candidatas que já não existiam mais vagas e que as mesmas estavam preenchendo um cadastro reserva, ele disse que era para eu buscar meus direitos na justiça ou realizar o concurso do ano seguinte, ou seja, sem nenhum respeito com o ser humanos, e sem preocupação se poderei realizar outro concurso por conta da idade, mas fica a pergunta que não quer calar: E agora quem se responsabilizará por tantos gastos e nossos empregos perdidos? Queremos uma resposta, quero meu emprego de volta e ser ressarcida por todos esses danos que foram muito mais que morais e físicos, uma verdadeira vergonha. Existem muitas pessoas despreparadas dentro da Policia Militar, manchando a imagem da corporação. E esse Capitão é um. Fora os tubarões entrando sem nem ter feito concurso. Erros e desorganização. É bom que tudo seja resolvido o mais rápido possível, ou jogaremos no ventilador e não vamos poupar nomes. E agora?
Anônimo.
4) Bom, é uma falta de respeito o que estão fazendo com as candidatas, fiz um empréstimo de 2 mil reais para fazer a cirurgia refrativa pois eles disseram que a vaga era minha e não estava competindo com ninguém, agora kd a minha vaga? É lamentável chegar ao CEFAP e escutar que candidatas só têm um direito, o de não ter direito a nada! Que a justiça seja feita!
Anônimo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

AS UPPs SÃO AS CABINES DO SÉCULO XXI.

Cidadão fluminense, você lembra do aparecimento das Cabines da Polícia Militar?
Sim, as cabines nasceram no século passado, você acertou.
Elas existem até os nossos dias em diferentes modelos, como as torres da Perimetral.

As UPPs - os Super GPAEs - podem ser consideradas como as super cabines do século XXI.

Você deve lembrar como eram implantadas no século XX: a comunidade doava a parte material, como a própria cabine, por sua vez a Polícia Militar cedia os homens.
Um acordo que parecia maravilhoso, aparentemente simbiótico, pois todos ganhavam.
Logo a Zona Sul ficou recheada de cabines, algumas estão abandonadas até hoje, símbolos da falta de planejamento e da dominação política da PMERJ.
Cabines de serviços policiais existem em incontáveis países civilizados, mas sempre inseridas em um planejamento macro, sendo a cabine uma parte da estratégia do policiamento.
No Rio quase nunca se obedeceu esses critérios. Nos nobres bairros do Leblon e Ipanema, por exemplo, poucos metros separavam uma cabine da outra, algumas delas colocadas em frente de prédios habitados pelos bilionários da época, os quais compravam a parte material sem qualquer sacrifício.
O tempo foi passando e a verdade foi aparecendo.
As vantagens e as desvantagens das cabines começaram a ser discutidas e a maioria das novas implantações começou a ser descartada.
As cabines possuem inúmeras vantagens, principalmente as modernas, que protegem o PM (blindadas) e que oferecem um mínimo de conforto para os PMs usuários (sanitários), características que as do século passado não possuíam. Servem como referência para a população que sabe que ali poderá encontrar pelo menos um PM para comunicar uma ocorrência e podem servir de base para o policiamento motorizado, sua principal finalidade, quando integram um planejamento bem feito.
Apesar das vantagens, as cabines possuem uma contra-indicação poderosa, considerando engessam parte do policiamento (um ou mais PMs precisam permanecer na cabine unicamente para proteger o patrimônio), além de existir a possibilidade de se transformarem em um policiamento privilegiado, que atende a um grupo em detrimento da população como um todo, como ocorreu na Zona Sul, isso no século passado.
Obviamente, a população que mora em volta das cabines fica muito feliz com a sua existência, transmitindo uma sensação de segurança, tal como ocorre nas UPPs, as comunidades assistidas festejam a implantação e com toda razão, pelo mesmo motivo.
Tente retirar uma cabine de um local e você verá surgir uma tsunami de reclamações da comunidade local em sua direção, nada mais natural.
Em contrapartida a essa felicidade local, a concentração do policiamento nas cabines, acaba afastando o policiamento das outras regiões, exatamente como ocorre com as UPPs, onde uma grande parte do efetivo da Polícia Militar está engessado, enquanto o restante do Rio de Janeiro padece com a falta de policiamento.
Em apertada síntese, as cabines e as UPPs produzem o mesmo efeito colateral danoso, concentram o policiamento em áreas restritas e abandonam o restante do território.
O problema maior é que as UPPs - os Super GPAEs - são "cabines gigantescas" que engessam centenas de PMs em cada uma delas, portanto, o mal cresceu geometricamente.
Hoje mais de 2.000 PMs estão engessados nas UPPs, efetivo equivalente a cerca de cinco batalhões.
Lembro que um batalhão policia vários bairros.
As UPPs são maravilhosas para as comunidades assistidas, mas são trágicas para a população como um todo, principalmente para os bairros que recebem os traficantes que não são presos por ocasião da implantação de cada UPP.
Quem direciona o policiamento para parte da população é burro, isso tirando por menos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O MENSALÃO DA UPP: O ACORDO GOVERNO-TRÁFICO DE DROGAS COMEÇA A EXPLODIR.

A manchete do jornal O Dia não surpreendeu nenhum policial do Rio de Janeiro, todos esperavam por ela há muito tempo, demorou.
Eu fui surpreendido apenas com relação à UPP acusada, pois a maioria das denúncias anônimas que tenho recebido no blog sobre corrupção nas UPPs, apontava a UPP do Morro da Providência como a mais envolvida.
População fluminense, infelizmente, a PMERJ agoniza, estrangulada pelas péssimos gestores públicos e ferida de morte pela banda podre em contínua expansão.
JORNAL O DIA:
Mensalão da UPP: PMs recebem até R$ 53 mil por mês
Trinta policiais da unidade da Coroa, Fallet e Fogueteiro são investigados por envolvimento na ‘caixinha do tráfico’ local
POR JOÃO ANTÔNIO BARROS.
Rio - Uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no caderno do tráfico. Criada para colocar um ponto final no domínio do crime organizado nos morros do Catumbi, a UPP da Coroa, Fallet e Fogueteiro se rendeu ao dinheiro das drogas. Um grande esquema de corrupção foi descoberto na unidade, onde propinas fixas são pagas regularmente pelos traficantes a policiais. O mensalão da UPP abastece os agentes com quantias que variam de R$ 400 a R$ 2 mil e no mês totalizam mais de R$ 53 mil.
Trinta homens da unidade são investigados por envolvimento na caixinha do tráfico. Eles foram monitorados durante um mês por policiais da Coordenadoria de Inteligência da PM. Terça-feira, três agentes foram presos pela Corregedoria — um sargento e dois soldados. Com eles, no carro, havia R$ 13,4 mil. O dinheiro estava em envelopes, que continham valores entre R$ 100 e R$ 500 e o nome dos policiais.
VALORES DIFERENCIADOS
O valor das propinas era fixado de acordo com a patente e a importância do agente na estrutura do policiamento. Durante a apuração, os policiais do Setor de Inteligência descobriram que no dia de plantão dos investigados não havia repressão ao tráfico. Os bandidos agiam livremente e vendiam drogas nos principais becos das favelas da Coroa, Fallet e Fogueteiro. Mas sem ostentar armas.
A unidade pacificadora do Catumbi tem 206 policiais e a possível ligação com as propinas do tráfico atinge 14,5% do efetivo. O comandante e o subcomandante da UPP — capitão Elton Costa e tenente Medeiros — também são investigados sobre o ‘mensalão’, que teria o sargento detido terça-feira como operador do esquema.
Seria ele a pessoa que aparece nas investigações negociando com traficantes a retirada dos PMs das áreas onde há venda de drogas nos morros e os valores da propinas. Inquérito Policial Militar, aberto no Comando da Polícia Pacificadora, será analisado esta semana pela juíza Ana Paula Pena Barros, da Auditoria da Justiça Militar, que decidirá se decreta a prisão dos PMs.
Intervenção e 30 policiais investigados afastados
O Comando de Polícia Pacificadora, que participa da investigação, resolveu na quinta-feira intervir na UPP da Coroa, Fallet e Fogueteiro. Os 30 policiais investigados pela Corregedoria da PM foram afastados, conforme a publicação no Boletim da Polícia Militar, e destacados ao batalhão de origem. Todos são recrutas e foram selecionados no ano passado por unidades do Interior do Rio (Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis).
Os policiais estavam lotados na UPP Coroa, Fallet e Fogueteiro desde a inauguração da unidade, no dia 25 de fevereiro deste ano. A ideia de selecionar homens novos na carreira policial e do Interior era justamente para impedir a contaminação dos agentes com esquemas de corrupção do tráfico de drogas. Eles serão substituídos, agora, pelos novos recrutas que estão sendo formados pelo Centro de Aperfeiçoamento de Praças (Cefap).
Vítimas de atentado estava fora de esquema
A investigação do envolvimento de PMs na caixinha do tráfico levou à descoberta de que o atentado a três agentes, em junho deste ano, não foi mera coincidência. Lotados na UPP, eles estavam fora do esquema do mensalão das drogas e, em todo plantão, faziam exatamente o que se espera de um policial: tentavam prender os criminosos.
A ação dos PMs irritou os bandidos, que resolveram dar um corretivo em quem insistia em se ausentar do caderninho do tráfico: jogaram uma granada no momento em que os três agentes patrulhavam os becos do Morro do Fallet. O soldado Alexander de Oliveira foi atingido na emboscada e perdeu parte da perna direita e teve fratura do braço esquerdo. Outros dois PMs foram atingidos por estilhaços.
O trabalho dos agentes da Coordenadoria de Inteligência mostrou que nem todos os policiais da UPP estão envolvidos no esquema de corrupção. Mas um bom número de homens sabia da ligação de alguns colegas com os traficantes. O sargento e os soldados presos na terça-feira alegaram na 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) que os R$ 13,4 mil encontrados com eles no carro não era de nenhum deles. E nem sabiam o que faziam os nomes dos agentes nos envelopes.
Controle do tráfico na cadeia
O tráfico nos morros do Catumbi é controlado por Valquir Garcia dos Santos, o Valqui. Dono de uma extensa ficha criminal — são 17 anotações —, ele é foragido do Instituto Penal Ismael Pereira Sirieiro, em Niterói, de onde saiu pela porta da frente, em fevereiro do ano passado.
O traficante ganhou o benefício da visita periódica ao lar, após ser preso, em 2005, ao ser baleado numa troca de tiros com policiais quando mantinha uma família como refém. Enquanto esteve preso, Valquir dos Santos mostrou que seu poder vai além das grades: determinou o fechamento do comércio na região do Catumbi, em luto pela morte do irmão, Valcinei Garcia dos Santos, o Caê, que foi morto pela polícia.
Toda a quadrilha responsável pelo tráfico de drogas está identificada no inquérito aberto da 6ª DP (Cidade Nova) pelo delegado Luiz Alberto Andrade e com prisão decretada pela Justiça.
Números
R$ 13.400
Valor apreendido no carro com três policiais que foram presos, após investigação. Envelopes tinham nomes de PMs.
14,5%
Percentual do efetivo — de 206 policiais militares que atuam nos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro — que estaria comprometido com traficantes para recebimento de dinheiro.
R$ 2 MIL
Valor a que chegavam as quantias pagas a cada policial para fazer vista grossa para a atuação dos traficantes. Esquema foi descoberto depois de três meses de monitoramento.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 10 de setembro de 2011

PM ATACADO EM UPP - EU DENUNCIO A FARSA DAS UPPs DESDE 2009.

Prezados leitores, caso existisse um campeonato para determinar quem fala mais mal das UPPs de Sérgio Cabral (PMDB) no Brasil, eu ganharia disparado, não precisaria nem de returno.
O que chegaria mais perto de mim seria o jornalista Reinaldo Azevedo (Revista Veja), outro que denuncia a porcaria que são as UPPs.
Se restringíssemos o campeonato apenas ao Rio de Janeiro, eu seria hors concours, nem precisaria competir, levava a taça antes do campeonato começar.
Conheço as UPPs como ninguém, fui a todas, várias vezes, conversei com centenas de PMs que estão jogados nelas e, ainda, fiz denúncias ao Ministério Público.
Falo as verdades das UPPs, enquanto a mídia pautada do Rio as festejava efusivamente, como a grande invenção de Beltrame.
As UPPs são uma grande farsa, onde os Policiais Militares são maltratados ao extremo. Aliás, fiz essa denúncia à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, mas a comissão parece também não considerar PMs como seres humanos, tal qual o governo estadual.
No livro "Cabral contra Paúl - APM de Joelhos" existem cópias de documentos encaminhados ao MP e à Comissão de Direitos Humanos.
Hoje, mais um Policial Militar foi vítima dessa fraude.
Quem são os culpados?
Eu indico para investigação:
Sérgio Cabral (PMDB), Beltrame, Mário Sérgio, a mídia pautada, entre outros.
Prezado leitor, assista esse vídeo e constate a situação em que os PMs são jogados nas UPPs:

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

BELTRAME E SIMÕES NO ANDAR DE CIMA, MÁRIO SÉRGIO NO ANDAR DE BAIXO.

O presente artigo precisa iniciar com uma ressalva: diante da distância e dos meus problemas de visão, posso ter sido traído.
Eu estava com os Bombeiros Militares, em frente ao palanque principal do desfile de sete de setembro. A distância era superior a cento e cinquenta metros, todavia conseguia visualizar as pessoas que estavam no palanque.
Logo identifiquei o secretário de segurança, "delegado" de Polícia Federal Beltrame e o Coronel BM Simões, comandante geral do CBMERJ. Eles estavam no lado esquerdo e conversavam animadamente. Ato contínuo, procurei o coronel PM Mário Sérgio, o comandante geral da PMERJ, nas proximidades e não o localizei.
Fiquei intrigado. Onde estaria Mário Sérgio?
Mário Sérgio não faltaria ao desfile e como ele e Beltrame são amigos, o normal é que estivessem juntos, conversando sobre os fracassos da insegurança pública do Rio de Janeiro.
Na tentativa de localizar Mário Sérgio, percorro todo o palanque e o encontro (?) no lado direito do palanque, distante mais de vinte metros de Beltrame.
O investigador que existe em mim jogou adrenalina na corrente sanguínea.
Por que estavam tão afastados?
Problemas no relacionamento entre eles?
Não. A resposta não pode ser essa.
Um pouco mais de adrenalina.
Penso que achei a explicação.
Beltrame é (ainda) secretário de estado.
Simões, o Comandante Geral do CBMERJ, também é secretário de estado.
Mário Sérgio, não é.
Logo, o cerimonial teve que afastá-los. Beltrame e Simões de um lado, Mário Sérgio do outro.
Pode não ser a resposta, mas faz sentido.
Embora o nível fosse idêntico, podemos dizer que o Corpo de Bombeiros está no andar de cima e a Polícia Militar no andar de baixo.
Caveiraaaa!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

JORNAL EXTRA NOTICIA A RETIRADA DAS VIATURAS DO PATRULHAMENTO PARA ESCONDER FAIXAS CONTRA SÉRGIO CABRAL (PMDB) - EXCELENTE.

Hoje fui surpreendido positivamente pelo contato de vários companheiros de lutas, os quais comunicaram que o Jornal Extra tinha noticiado o fato GRAVÍSSIMO ocorrido no dia 06 SET 2011, quando a Polícia Militar retirou três viaturas do patrulhamento ostensivo da Zona Oeste, para usá-las para encobrir a visão de faixas que colocamos em frente ao CFAP- 31 de Voluntários, onde ocorria uma solenidade de formatura do Curso de Formação de Soldados.
As guarnições deslocadas da sua atividade fim para serem usadas politicamente eram compostas por mais de dez Policiais Militares, que deixaram de policiar a conturbada Zona Oeste, região onde está situada a violentíssima Vila Kenedy.
Na condição de cidadão, agradeço ao Jornal Extra que compreendeu a gravidade do problema e deu uma visibilidade muito maior com as publicações.
Aproveito para comunicar que na segunda-feira, dia 12 SET 2011, estarei entregando comunicação sobre o fato (e sobre outros) no Ministério Público e solicitando apuração de responsabilidades. Anexarei uma cópia do vídeo que comprova o ocorrido.
No Jornal Extra a matéria está na coluna Extra, Extra! (jornalista Berenice Seara), na página 13:
" Policiamento
Anteontem, durante (mais) um protesto do coronel Paulo Ricardo Paúl contra o governador Sérgio Cabral - desta vez em frente ao Centro de Formaçao e Aperfeiçoamento de Praças - a Polícia Militar deu o seu exemplo de atuação aos futuros policiais.
Deslocou três carros, que deveriam estar no policiamento ostensivo, para ficar em frente às faixas esticadas pelo moço. Só para bloquear a visão!
Confira o vídeo, na versão da coluna na internet (clique).
Com Felipe Sáles"
Prezados leitores, quando assistirem o vídeo, percebam o estado das viaturas.
Parabéns, Subtenente PM Vilette e Sargento BM Mário Nunes, nunca um "exército" tão pequeno, fez um estrago tão grande!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

OS RECRUTAS E OS CANDIDATOS DA POLÍCIA MILITAR CONTINUAM SOLTANDO A VOZ ! ( 7 ).

DENÚNCIA ANÔNIMA:
Sou candidata do Concurso da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro de 2010, fui convocada em Abril de 2011 e realizei todas as etapas necessárias para dar início ao Curso de Formação de Soldados (CFSd).
Desde o início do processo seletivo era da seguinte forma e ordem: Exame Antropométrico, Exame Físico, Exame Médico, Exame Social e Documental, Exame Psicológico e por último o Teste Toxicológico (que esta dentro do Exame Social e Documental conforme o edital) e depois da última etapa cumprida o candidato considerado Apto já se matriculava no Curso em epígrafe e tinha uma data prevista de Incorporação.
Isso ocorreu com todos os candidatos anteriores a nós, incluindo todas as mulheres com classificação anterior a nossa (até 1350).
Mas quando chegou a nossa vez candidatas femininas com classificação de 1361 a 1809 paralisaram todo o processo que estava transcorrendo na mais absoluta normalidade, (nós nos encontrávamos sem nenhuma pendência), não nos convocando para a realização do Teste Toxicológico. Essa paralisação deveu-se por conta de outras candidatas que ficaram com pendências médicas que foram sanadas depois do Exame Médico que foram convocadas, então o CRSP deu prosseguimento ao processo delas e nós que passamos de primeira em todas as etapas anteriores tivemos que esperar essas candidatas acabar todo o seu processo, inclusive o toxicológico e se matricularem na nossa frente. Volto a repetir elas estavam com pendência no dia em que foram convocadas e nós não! Isso ainda esta sendo praticado pelo CRSP.
Não é justo eu e as demais ficarmos esperando essas candidatas sanarem suas pendências médicas (entre outras) para só assim sabermos o número de vagas ainda disponíveis.
Depois disso tudo nos disseram que acabaram as vagas, 800 (oitocentas) segundo o edital e acrescida de 200 (duzentas) segundo consta no BOL PM n°091 de 20/05/2011 pág. 45 totalizando dessa forma 1.000 (mil) vagas, que agora somente se abrir um novo concurso pode ser que nós entremos.
Eles não tinham esse direito! Poderiam chamar até 2.000 candidatas como consta no edital “se houvesse necessidade” para completar as vagas, porém foram chamando as pessoas de forma desorganizada e permitiram que pessoas gastassem dinheiro com todo o processo: Exame Médico (existe uma Lei Estadual de autoria da Deputada Andréia Zito (lei n° 4932 de 20/12/2006, que fica sob responsabilidade da administração pública a realização dos exames médicos necessários para investidura em cargo público ficando expressamente vedada a transferência ao candidato as despesas dos exames realizados), passagens de pessoas que vinham do interior do Estado e até mesmo fora do Estado, houve pessoas que fizeram cirurgias oftalmológicas e como se sabe isso tem um custo muito alto, outras que fizeram remoção de tatuagens, deixando marcas feias em suas peles e pra surpresa de todas no final ficamos “praticamente” na Reserva, em nenhum momento fomos informadas dessa possibilidade e pelo que sei candidato que fica no Cadastro de Reserva fica aguardando ser chamado (sem iniciar as outras etapas do certame, apenas a prova Escrita) caso haja necessidade.
Por favor, ajude-nos, creio que ainda seja cedo entrarmos com um Mandado de Segurança junto a Justiça. Estamos nos sentido lesadas e discriminadas perante aos candidatos do sexo masculino que inicialmente segundo o edital eram 2.800 vagas e foi acrescido de 3.200 vagas segundo consta no BOL PM n°091 de 20/05/2011 pág. 45 e já chamaram 9771 homens inclusive com candidatos com notas iguais e ou inferiores as nossas já fazendo o Curso de Formação e ou já matriculados no Curso e no nosso caso chamaram até a classificação 1809 e da classificação de 1361 a 1809 só ficou faltando fazer o Teste Toxicológico que custa R$300,00 e agora eles disseram que só entrarão as candidatas com classificação até 1350. O que nos informam no CRSP é que busquemos falar com os Superiores, mas sabemos o quanto é difícil essa aproximação com o Comandante Geral da PMERJ. Então viemos aqui para pedir que você nos ajude a dar destaque a nossa causa na mídia para que essa situação seja o mais breve possível resolvido.
Nós somos as candidatas com colocações entre 1361 a 1809, realizamos todas as etapas e recebemos essa lamentável resposta pelos organizadores do Concurso CFSd 2010, certame totalmente paralisado!
Todas temos o sonho de sermos Policiais Militares, não merecemos isso! Concorremos dignamente a tão almejada vaga e com mérito e honra realizamos todas as etapas com êxito, muitas estão com seus enxovais já comprados para dar início ao Curso de Formação.
Ajude-nos, por favor!
Assim como eu, muitas candidatas se encontram no momento desempregadas, muitas largaram seus respectivos empregos com a falsa esperança de que até final de Julho incorporaríamos, dessa forma, foram muitas as prejudicadas.
Desde já agradeço e tenho certeza que não ficaremos sem sermos ouvidas.
COMENTO:
Encaminharei o texto para todos os jornalistas da minha lista de emails e comunicarei ao Ministério Público.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

FALTA POLICIAMENTO NA SUA RUA? VOCÊ QUER UMA VIATURA DA POLÍCIA MILITAR ESTACIONADA NA SUA PORTA?

Simples!
Basta adotar a ideia de um leitor que comentou o nosso vídeo.
Confeccione uma faixa com os dizeres: Fora Cabral!
Estenda a faixa em frente a sua residência.
Em poucos minutos uma viatura da PMERJ será deslocada e posicionada para esconder a faixa, como aconteceu nesse vídeo (assista).
Experimente.
Espalhe no seu bairro várias faixas "Fora Cabral!" e dezenas de viaturas estarão no local.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

AS UPPs CONTINUAM DESMANCHANDO NO AR, A FARSA ELEITOREIRA ACABOU.

O GLOBO:
Suspeitos
Policiais da UPP de Santa Teresa são presos com R$ 13 mil de origem desconhecida.
RIO - Três policiais militares que trabalham na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) dos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro foram presos em flagrante na noite desta segunda-feira pela Coordenadoria de Polícia Pacificadora. O sargento e os dois soldados estavam com aproximadamente R$13 mil em um veículo estacionado perto das comunidades.
A ação ocorreu graças a uma denúncia anônima, e contou com o apoio da Inteligência da Polícia Militar. No momento da prisão os policiais não souberam explicar a origem do dinheiro. A Corregedoria Interna da Polícia Militar abriu sindicância para investigar o fato.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 3 de setembro de 2011

GESTÃO BELTRAME - MAIS UMA PRISÃO ILEGAL - CONSIDERADA ILEGAL A PRISÃO DO DELEGADO ACUSADO DE ENVOLVIMENTO COM A GATONET.

COMENTÁRIO RECEBIDO:
"PROMOTORA DE JUSTIÇA
MM. Dra. Juiza,

Em análise profunda dos autos, verifica o Parquet a total ilegalidade da prisão flagrancial.
A uma, diante da ausência das hipóteses do art. 302, I, II, III ou IV do CPP.
A duas, porque não há qualquer indício de autoria da prática do suposto crime, uma vez que o delegado se encontrava trabalhndo em sua sala , e não desfrutando de canal fechado de TV por assiatura ou subtraindo a referida res no momento do flagrante, não se sabendo quem efetivamente praticou a subtração, o que deve ser apurado, e não imputado à Autoridade Policial, atual titular da 159ª D.P. porque hoje lá labora.
A três, pela ausência de materialidade visto que não há laudo da ligação indevida e do momento em que ela foi realizada.
Cabe à COINPOL apurar inteiramente o feito, seja por sindicância ou procdimento administrartivo disciplinar, e instaurar inquérito para apurar os fatos, buscando saber o momento da instalação, seu responsável e a materialidade, e não prendendo o atual responsável que apenas estava presente em seu local de trabalho.
Pugna o MP pela expedição de ofício à COINPOL par apuração do suposto delito.
CM, 30/08/2011.
Gabriela Baeta Mello
Promotora de Justiça
Mat. 4865
MAGISTRADO
DESPACHO

Trata-se de comunicação de flagrante de suposto crime previsto no art. 155, §3º do Código Penal praticado por ANESTOR DA SILVA MAGALHÃES. Embora já haja entendimento do Supremo Tribunal Federal acerca do tema, conforme decidido nos autos do HC 97261/RS, publicado no DJ em 03-05-11, no sentido de que o sinal de tv a cabo não é energia, e assim, não pode ser objeto material do delito previsto no art. 155, § 3º, do Código Penal, não se admitindo a aplicação da analogia para suprir lacunas, sob pena de violação ao princípio constitucional da estrita legalidade, manifestou-se o Ministério Público pela ilegalidade da situação flagrancial com base na ausência de qualquer das hipóteses previstas no art. 302, CPP, além da inexistência do mínimo indício de autoria da prática do suposto delito, bem como de sua materialidade, requerendo, por fim, expedição de ofício à COINPOL. Constata este Juízo a evidência da ilegalidade da prisão flagrancial, posto que inexistente, seja pela atipicidade da conduta, seja pela ausência de indícios de autoria e de materialidade. Entretanto, como já foi concedida fiança, encontra-se o Sr. Anestor em liberdade. II - Oficie-se à COINPOL, conforme requerido pelo MP. Cacheorias de macacu, 30/08/2011.
Adriana Valentim Andrade do Nascimento - Juiz Titular"
COMENTO:
Em apertadíssima síntese:
E agora José?
Qual José?
O José Mariano Beltrame.
Eu que já fui preso de forma completamente ilegal, sei bem o que é isso, o cerceamento do direito constitucional da liberdade.
No meu caso tenho feito de tudo para tentar que seja instaurado uma investigação, mas não está sendo fácil.
Só que eu não sei desistir, portanto, irei continuar tentando.
No âmbito do Brasil, penso que já comuniquei os fatos em todos os órgãos, mas restam ainda os organismos internacionais.
Quem sabe o caminho não seja esse?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CABO M. DIAS: UMA HISTÓRIA DE LUTAS E DE ABANDONO.

Policial Militar, aprenda com o sofrimento do Cabo PM M. Dias.
Faça algo para ajudá-lo.
Lute pelos seus direitos.

Exija os seus direitos.
DIGA NÃO às gratificações e exija salários dignos.


COMENTÁRIO RECEBIDO:
UM DESABAFO PÚBLICO DE UM POLICIAL DE ELITE DO RIO.

Dia 6 de Janeiro de 2010, eu, CB PM M. DIAS da P2 do 15º BPM dei entrada no Hospital de Saracuruna com choque hipovolêmico por grave ferimento de paf do calíbre 762 em suas duas pernas, depois transferido para o inferno HCPM onde fui mal tratado pelos enfermeiros e auxiliares, transferido para o HCPM NIT, Platon carioca, onde me colocaram numa enfermaria desativada apelidada pelos enfermeiros de Vietnam, em cima de uma maca mijada, que fiquei gritando lá de 9 às 14:00: socorro não sou dois que vocês pensam, estava em serviço e fui baleado tenho direito a um quarto de oficial! Tô mentindo? Tenho fotos disso tudo. Fizeram uma cirurgia plástica na minha perna direita e pensando eles que eu estava totalmente desacordado, falavam os médicos monstros do HCPM NIT: Vamos operar isso ai e depois o liberamos pra ir embora logo que saco, sexta-feira tem que operar isso. Depois me colocaram na lavandeiria do HCPM NIT pois tive que gritar duas horas para me tirarem de lá. Acabou? Não! Só está começando a série de terror, chegando ao quarto não me deram anestesia pós cirúrgica e gritei três horas de terríveis dores que os visinhos do hospital ouviam o meu grito da rua, só depois médicos de fora vieram e me socorreram me aplicando morfina, porque o médico de plantão disse que nada podia fazer, pois não fora ele que tinha me operado. Empresário da área de saúde na empresa gwf (geração wellness fitness), profissional de educação física adaptada, curador de seus inválidos pais, hoje sou o retrato oficial do rio de janeiro, um estado lindo no centro cercado pelo descaso, preconceito, exclusão social e intolerância em suas comunidades que ficam no alto perto de nosso cristo de pedra que retrata bem como são tratadas as pessoas menos favorecidas, que vivem só de aparência pra receber visitantes na copa e olimpíadas. Recrutando PMs que serão futuros marionetes, que servirão de robôs para um sistema mesquinho e corrupto de autoridades que só pensam em si mesmos. Estou falando mentira? O Ricardo Teixeira, por exemplo não é militar, mas não tem muita diferença de muitos de nossos superiores, O que se assustou? Vai me prender? O que vier é lucro, vem me buscar, já arrasaram minha vida mesmo autoridade hipócrita! Minha mãe é escrizofênica severa, piorou depois que fui ferido em combate como cobaia desse sistema, meu pai já com 88 anos já era doente ficou mais ainda, e minha vida? Hoje sou um aleijado, abondonado, ignorado por todos sem excessão! Há quem eu era? Não adianta dizer para as autoridades que me dar tristeza na alma de lembrar que defendi com a vida esses homens. mas para rarissima excessão, vou dizer para uns meias dúzia de sujeitos homens no meio de mil políticos fariseus, que eu era um bom professor de educação física, pós graduado, que tinha um centro de excelência em exercício e saúde, com vários funcionários, entre, fisioterapeutas, fono, edu, psicólogos, nutricionistas, estagiarios e médicos, casarão próprio, carro importado, comprados pelo trabalho digno, não com propinas como alguns na minoria constumam fazer, pois até porque eu pertencia na policial em 13 anos, 9 anos de p2, digo, da inteligência devidamente cadastrado e com um currículo de dar inveja á muito oficial por ai, Pôxa não pode um simples cabo ter três faculdades, sítio, carro importado, um enorme centro de reabilitação e vida estabilizada de maneira limpa honesta e transparente! Hoje caros meias dúzia de políticos sujeitos homens, estou na merda! Sabe por quê? Fui querer ser honesto nessa polícial do povo, mas como tudo do povo sofre não poderia ser diferente não é? Minha empresa faliu, abri falência pessoal, profissional, emocional e psicológica, pois tomo além do tramal de 100, gapapentina de 400, amitril, revotril. Sabe pra que serve isso? Para epiléticos, tomo porque em minha deficiencia total na perna direita sofre todo dia em um ano e oito meses dores neuropáticas do nível 8 ao 10. Quem é da área sabe o que estou falando e entende meu sofrimento além do físico também psicológico. Já tenho sequélas desses medicamentos estou me esquecendo até do meu nome. Fato que sinto dores terríveis durante o dia porque fico com vergonha de me relacionar com as pessoas no dia a dia. Tive com o cmt geral 4 vezes sabe o que ele fez? Eu sei vai mandar me prender quando algum pela saco mor ler isso e falar com ele, fez o que vocês estão vendo recrutas que estão hoje na PM, vai vibrando com cuidado, porque quando tomares um tirão de fuzil vai ver o que eu estou falando é verdade! Mais vibrador do que eu na época não tinha, porque 28 elogios, melhor policial do ano em 2001, cursado da melhor tropa de combate urbano do mundo, meu eterno respeito por honra e força BOPE. O babaca aqui vibrando na cadeira de rodas quando vi o comando geral no HCPM gritei caveiraaaaaaaaa! Por ele também ser cursado, pensei eu: Estou bem agora minha vida melhorou, que frustração e decepção, tenho uma grande admiração pelo 01 de minha tropa de elite, mas.... hoje estou procurando hospitais públicos que possam me operar porque na PM não tem especialistas para o meu caso. Já vendi até o que não tinha, minha casa corre o risco de ser tomada por que atrasei as prestações, socorro meu deus use alguém para ajudar.
Assinado Soldado ferido na alma CB M. DIAS
COMENTO:
O que escrever?
Penso que nada mais precisa ser dito.
O espaço está aberto para que a Polícia Militar se manifeste.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

GOVERNO SÉRGIO CABRAL ESTÁ SENTADO EM BOMBAS.

O governo Sérgio Cabral (PMDB) está sentado em algumas bombas na área da segurança pública, todas foram armadas pelo próprio governo nos dias 03 e 04 JUN 2011.
O governo tenta "abafar" as investigações para que as bombas não sejam acionadas e façam um estrago na área gerida pelo midiático delegado de Polícia Federal Beltrame.
A primeira bomba é relativa ao fato de invés de ter impedido a invasão dos Bombeiros no Quartel General do Corporação, o governo facilitou de todas as formas a invasão, chegando a "incitá-la".
A segunda foi armada pelo comandante geral da Polícia Militar que me prendeu de forma completamente ilegal, me mantenho quase por três dias com a liberdade cerceada e tendo restringido outros direitos meus no período do cárcere.
Eu tenho feito de tudo para acionar os gatilhos dessas duas bombas.
Comuniquei esses dois fatos aos seguintes órgãos: Presidência da República, Supremo Tribunal Federal, Senado Federal, Tribunal de Justiça/RJ, Procuradoria Geral de Justiça/RJ, ALERJ, Secretaria de Segurança/RJ, Corregedoria Geral Unificada, 1a Região Militar, Juízo da AJMERJ, entre outros.
Obviamente, também comuniquei à Polícia Militar, onde fiz inclusive queixa na Corregedoria Interna (RPM número 131/2558/2011).
Até a presente data não tenho notícia da instauração de qualquer investigação sobre as duas bombas, o que me fez começar a solicitar informações aos órgãos sobre as providências adotadas em face das minhas comunicações. A solicitação inicial foi feita à Corregedoria Interna. Na semana que vem farei em outros órgãos estaduais.
A terceira bomba é a apuração dos fatos resultantes da "retomada" do Quartel General pelo BOPE, isso no dia 04 JUN 2011.
Lembro alguns resultados: uma senhora teve um parto prematuro com morte do feto, pessoas foram feridas e ocorreram vários danos ao patrimônio público.
Tudo indica que essa investigação também esteja abafada, embora os laudos do Centro de Criminalística da PMERJ já tenham sido concluídos há algum tempo.
Apesar desse esforço para manter as bombas adormecidas, elas irão explodir, mais dia, menos dia, considerando que o administrador público tem o poder-dever de agir, caso contrário responde por essa omissão.
Se dependesse de mim, as bombas já teriam explodido há muito tempo, espalhando estilhaços para todos os lados.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO