Sim, eu sou o "Anti-Cabral".

Sim, eu sou o "Anti-Cabral".
( * ) respondendo a simpatizantes de Sérgio Cabral.

A Polícia Militar está de luto!

A Polícia Militar está de luto!
Onde perdemos o idealismo, a honra e o destemor?

Cidadão, quantos seguranças pessoais servem ao governador Sérgio Cabral e família?

O que está pior no Rio de Janeiro?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

12 FEV 2010 - SEXTA-FEIRA - O BLOCO DOS APOSENTADOS (INATIVOS E PENSIONISTAS).


Movimento ACORDO JÁ! convida:
Ex-trabalhadores da Varig, Aposentados e Pensionistas AERUS, Familiares e Amigos
Bloco dos Aposentados
Sexta-feira, 12 de fevereiro, 15h00 - Candelária
Tema: Sem luta não há vitória!
Organização: FAAPERJ - Federação de Associações dos Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio de Janeiro e SINDIPETRO - Sindicato dos Petroleiros do Rio.
Uma excelente oportunidade para os inativos e os pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros divulgarem as suas mazelas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR: DENÚNCIA GRAVÍSSIMA, EXIGE APURAÇÃO URGENTE.

O GLOBO
Sérgio Cabral e Roberto Jefferson
2006
O jornal O Globo publicou uma denúncia gravíssima que se não for apurada de imediato acabará expondo a reputação de muitos Policiais Militares, inclusive a príopria gestão atual.
Toda acusação merece ser investigada e o poder judiciário deve concluir o processo, absolvendo ou condenando, caso contrário poderá se repetir o caso do estouro da fortaleza do bicheiro Castor de Andrade, operação na qual foram apreendidas listas com nomes de vários Oficais da Polícia Militar entre outras "autoridades".
Tudo indica que os acusados não serão julgados e restará para sempre a dúvida sobre eles, isso é péssimo.
Leiam:
Jornal O Globo:
Desentendimento entre integrante da produção do clipe de Beyoncé e policiais termina na delegacia
RIO - "Durante a gravação de um clipe das cantoras Beyoncè e Alicia Keys no Morro da Conceição, na Praça Mauá, um desentendimento entre policiais do 5º BMP (Praça da Harmonia) e o chefe da segurança da gravação, o americano Rubem Ernesto Mena, foi parar na delegacia. Mena teria exigido que eles transportassem um isopor com água e uma grade de proteção. Diante da recusa, Mena teria ofendido um dos policiais. Avisado por telefone sobre o incidente, o comandante do 5º BPM, coronel Carlos Henrique Alves de Lima, determinou a retirada dos PMs.
- Estávamos trabalhando desde 7h na segurança das artistas. Já no fim da noite, esse senhor mandou um dos nosso policiais desempenhar funções que eram de atribuição da produção. O policial disse que não faria, o chefe da segurança retrucou: 'Você sabe com quem está latindo?'. Depois, disse que a produção estava gastando 50 dólares com cada policial. Saímos do local e o convidamos a nos acompanhar até a delegacia - contou o capitão do 5º BPM Franklin Couto, que se disse indignado com o ocorrido".
Quem determinou que Policiais Militares trabalhassem como segurança particular?
Como pagando 50 doláres por cada policial, os Policiais Militares teriam sido alugados?
Quem estaria recebendo esse dinheiro?
Mário Sérgio deve determinar a apuração, a verdade precisa aparecer, afinal a acusação é gravíssima: "aluguel de policiais".
E por falar em investigar, no dia 08 FEV 2010, eu protocolei documento reservado na Diretoria Geral do Pessoal com 14 (quatorze) denúncias recebidas através de emails ou de comentários, solicitando que tivessem o mesmo tratamento dos disque-denúncias.
Vamos aguardar...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO DE JANEIRO: BOM JESUS DO ITABAPOANA - A LUTA AVANÇA.


Prezados leitores, a nossa luta por cidadania avançará para todos os municípios do Estado do Rio de Janeiro, afinal os Policiais e os Bombeiros Militares servem e protegem a população fluminense em todo solo fluminense.
Nós somos os heróis sociais de todo dia.

Bom Jesus do Itabapoana deverá ser o nosso próximo destino, participando de um ato cívico organizado por cidadãos brasileiros que estão mobilizados para salvar o Rio de Janeiro.
Policiais Militares e Bombeiros Militares, ativos, inativos e pensionistas, participem desse ato cívico que integra a nossa luta por salários dignos e por adequadas condições de trabalho.

O município de Friburgo, na Região Serrana, deverá ser o destino seguinte.
Vamos pintar esse Rio de Janeiro de azul e vermelho, assim pintaremos o Brasil de verde e amarelo.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR: EMAIL INSTITUCIONAL.

Operação Carnaval 2010
Posted: 09 Feb 2010 11:08 AM PST
A Coordenadoria de Comunicação Social da Polícia Militar divulgará nestaquarta-feira (10/02), às 15 horas, o esquema de segurança da “Operação Carnaval 2010”, no Quartel General, Rua Evaristo da Veiga, 78, 2º andar, Auditório Nobre. Na coletiva, todas as dúvidas sobre o policiamento de carnaval serão esclarecidas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CORONEL DE POLÍCIA ADOTA POSTURA DE CORONEL DE POLÍCIA.

G1:
Segurança de Alicia Keys e Beyoncé é detido por desacato.
Ele teria ofendido e exigido que PMs carregassem isopor com água. Americano, que mora há 16 anos em São Paulo, foi autuado e liberado.

"Um dos integrantes da equipe de gravação do clipe das cantoras Alicia Keys e Beyoncé, no Morro da Conceição, na Praça Mauá, no Centro do Rio, foi detido no fim da noite de terça-feira (9), por desacato. Ele teria exigido que PMs do 5º BPM (Harmonia), que faziam a segurança no local, transportassem um isopor com água e uma grade de proteção.
O americano, que seria chefe de segurança da gravação das cantoras americanas, teria ofendido os policiais. Informado do episódio por telefone, o comandante do 5º BPM, coronel Carlos Henrique Alves de Lima, ordenou a retirada dos policiais do local. O americano, que mora em São Paulo há 16 anos, foi levado para a 6ª DP (Cidade Nova) onde foi autuado por desacato. Logo em seguida, ele foi liberado".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PONTO DE ENCONTRO - TODA SEGUNDA-FEIRA, NA CINELÂNDIA, ENTRE ÀS 16:00 E ÀS 18:00 HORAS.

Na segunda-feira, 08 FEV 2010, eu e o advogado Ricardo Gama "inauguramos" o nosso ponto de encontro com a população do Rio de Janeiro, na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro.
Realizamos um ato do Movimento Fora Cabral!, que foi um sucesso, inclusive com a distribuição de adesivos da Operação Fora Cabral, eu apoio.
Ontem, realizamos outro ato em frente à ALERJ, novo sucesso.
O povo odeia Sérgio Cabral e Eduardo Paes, a rejeição aos dois chega a impressionar.
Obviamente, a mídia fluminense nada noticiou, mas conseguimos uma nota no Terra Notícias.
Leia mais no blog do Ricardo Gama.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A ORGANIZAÇÃO POLICIAL NA 3ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

"(...) No fundo, somos todos aprendizes. Não é preciso ensinar uma criança a aprender. Elas são intrinsecamente curiosas, excelentes aprendizes, que aprendem a andar, falar e viver por conta própria. (...) Aprender não só faz parte da natureza humana (...) - nós adoramos aprender.
A verdadeira aprendizagem chega ao coração do que significa ser humano. Através da aprendizagem, nos recriamos. Através da aprendizagem tornamo-nos capazes de fazer algo que nunca fomos capazes de fazer. Através da aprendizagem percebemos novamente o mundo e nossa relação com ele. Através da aprendizagem ampliamos nossa capacidade de criar, de fazer parte do processo gerativo da vida. Existe dentro de nós uma intensa sede para este tipo de aprendizagem. É, nas palavras de Bill O'Brien, da Hanover Insurance, 'tão fundamental para o ser humano quanto o desejo sexual'."
(Peter Senge - The Fifth Discipline (Best Seller, 10a. edição, págs. 38 e 47).
Estamos vivendo um momento de transição de profundas mudanças e transformações que opera a mais radical das revoluções já experimentadas. O ambiente e as formas das organizações vêm sendo completamente modificados em decorrência da transformação e das mudanças tecnológicas e demográficas ocorridas nos últimos anos.
Com o crescimento da sociedade do conhecimento novas formas de pensar e tendências significativamente diferentes daqueles valores emergentes da época da Revolução Industrial estão surgindo, pois as máquinas que antes apenas substituíam a força física, agora competem com a capacidade mental do ser humano, ou seja, o modo de produção de bens vem sendo substituído pelo modo de produção do conhecimento.
Na busca pela resposta, torna-se claro que os princípios de administração das primeiras “horas” do século XX já não são mais adequados aos novos paradigmas da “Nova Era”.
O real desafio das organizações não é identificar a mudança à qual se adaptar, e sim avaliar corretamente o escopo dessas mudanças para que possam também planejar, pois afinal de contas, as organizações além de serem produtos do meio em que existem, também são suscetíveis de mudanças decorrentes da dinâmica social.
O produto do futuro é portanto, a informação, e o elemento fundamental do trabalho é o caminho para seu correto emprego. Para utilizar esse produto é preciso que as pessoas saibam pensar e discernir os fatos sociais compreendê-los sistemicamente. São necessárias organizações que trabalhem com inteligência e estejam comprometidas com o aprendizado preconizado por Peter Senge, seja individual ou organizacional, uma vez que o sucesso estratégico dependerá do uso inteligente da informação e na exploração efetiva das possibilidades inerentes a espectral era da informação.
A gestão do conhecimento na elaboração de estratégias
A raíz da inovação está na teoria e nos métodos, não na prática. Absorver as melhores práticas, como tem estado em moda, não gere aprendizagem real. A organização que aprende não é uma máquina de «clonagem» das melhores práticas de outros. As cinco disciplinas são hoje fundamentais para enfrentar tempos de crise (Peter Senge).
A discussão em torno da estratégia das polícias não é assunto inédito no cenário social do país. De certo que os constantes atos de brutalidade e desprezo pela vida humana perpetrados tanto por criminosos como por policiais tenha, de certa forma, potencializado esta questão. Para alguns pesquisadores a violência no Brasil é resultado de um processo de acumulação social que atualmente encontra-se alicerçado em dois grandes mercados: o comércio das drogas ilícitas e da corrupção dos agentes públicos encarregados de combatê-la.
A solução não é simples, mas também não há mais tempo a perder. Os governos durante muito tempo pensaram a segurança pública somente como um problema do estado, ao passo que em outros países esta discussão se dá em nível federal. Pensar que o insucesso do enfrentamento da criminalidade é somente responsabilidade policial é um erro crasso, mas este fato se agrava quando os representantes do povo ignoram as outras realidades do país. Achar que soluções eminentemente policiais poderão reverter este quadro é no mínimo uma irresponsabilidade. É preciso construir! Constituir uma casta de novos policiais tomando por base os referenciais da moderna gestão do conhecimento, comprometidos com a inovação, com a qualidade na prestação dos serviços, com o aprendizado de novas técnicas, que sempre foi negligenciado em favor da experiência prática, mas principalmente com remuneração qualificada e compatível com a relevância da sua missão. Nesse mister o “bbb” (bom, bonito e barato) não funciona. Os (maus) exemplos nos são oferecidos diariamente.
Numa visão nacional é razoável admitir que as trajetórias políticas, as tradições, os procedimentos policiais e problemas de ordem sócio-econômico-culturais diferenciados e peculiares a cada estado-membro, não podem ser resolvidos da noite para o dia. Assim sendo, no lócus da gestão da segurança pública e da justiça criminal, emerge uma certeza: a integração das ações policiais mostra-se mais econômico, viável e sensato para enfrentar o problema da violência.
Assim, façamos coro nas palavras de Daelson Oliveira Viana, quando afirma que é necessário coragem para propor o reestudo dos processos prevenção e repressão à criminalidade, sobretudo em investimentos em qualificação dos gestores, em modernos sistemas de informação gerencial, aproveitando as novas tecnologias de informação e meios de comunicação mais velozes e eficazes, que possibilitam o cruzamento de informações obtidas a partir de dados muitas vezes existentes, mas não utilizados para esse fim. Tudo isso aliado a um forte programa de gestão, boa remuneração dos agentes e a uma profunda reanálise dos processos desenvolvidos nas instituições policiais. Assim se raciocinarmos como clientes e fornecedores e aperfeiçoarmos a relação entre os órgãos envolvidos com a persecução penal, o cliente – a sociedade – estabelecerá proporcionalmente a necessária confiança nos serviços executados, com a conseqüente redução dos índices de violência a níveis suportáveis.
Nesse sentido foram as iniciativas de transformar a polícia, não pela sua eliminação física ou na substituição por outro aparelho policial, mas por uma nova concepção de polícia. O Instituto de Segurança Pública, os Cursos de Especialização, entre outras, foram passos gigantescos dados nessa direção, apesar das resistentes pressões, sabotagens e vaidades sofridas. Mas não pode parar nisso. Não resta dúvida que ao conceber uma Nova Polícia, não poderíamos nos afastar das principais condicionantes para sua aceitabilidade – a legitimidade e legalidade de suas ações, nem desprezar a concepção prevencionista e secularista de Robert Peel, fundamento da Polícia Comunitária.
Dessa oportuna discussão fica a certeza de que temos que mudar, repensar novas técnicas, estabelecer uma base acadêmica de estudos (criação de uma Universidade Policial) , em caráter definitivo e em níveis (Curso de Formação e Aperfeiçoamento) para que dessa forma possamos alcançar o ideal da “boa polícia” encerrado numa afirmação do Cel PM Nazareth Cerqueira: “... temos que trabalhar com muita dedicação e obsessão para criar condições para a implantação de uma nova polícia e um novo policial, que entendesse que o controle do crime se faz em parceria com a comunidade e de forma proativa e inteligente, isto é, buscando sempre prevenir para não ter que reprimir, e quando reprimir fazê-lo com discernimento e inteligência”.
ALEXANDRE CARVALHAES ROSETTE
CORONEL DE POLÍCIA
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA - A VERDADE.

Hoje fiz o prometido, entreguei uma comunicação à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ e ao Ministério Público, contendo a verdade sobre as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Tratei, entre outros, dos seguintes temas:
- o descumprimento do edital do concurso;
- a penúria dos Policiais Militares que deveriam estar lotados em outros municípios (dormir em bancios da rodoviária, dormir duas horas por dia, etc) e que estão obrigados nas UPPs da Zona Sul;
- a escala desumana de 12 x 24 horas + 12 x 48 horas, para policiamento à pé, com turno de 12 horas;
- o pagamento do RioCard para uma minoria;
- as placas balísticas inadequadas (tamanho Extra G) que colocam em risco os Policiais Militares;
- o fato de terem treinado com um tipo de armamento e estarem trabalhando com outro; e
- o fato dos Policiais Militares se alimentarem na rua, em pé, uma vez por dia, com alimentos servidos em quentinhas.
Tenho certeza que as providências serão adotadas e responsabilidades serão cobradas, afinal "O Policial Militar é o patrimônio da PMERJ".
Desde já me coloco à disposição de qualquer órgão da mídia brasileira que queira publicar uma matéria sobre as UPPs.
Cidadão, você sabe quantos Policiais Militares trabalham em cada turno na UPP do Batam?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

XADREZ, O ESPORTE DA VIDA.

Você se acomoda, a sua frente o tabuleiro de xadrez, o seu adversário ocupa a cadeira oposta. Ele joga com as peças brancas, assim o juiz aciona o relógio das brancas, iniciando o jogo. Você espera o lance inicial de imediato por parte do seu adversário, mas ele não joga, permanece olhando fixo para as peças, como se não soubesse executar o lance inicial.
Isso perdura um, dois,..., minutos e ele joga o lance mais comum P4R, peão na quarta casa do rei.
Como explicar esse fato, que ocorre incontáveis vezes nos torneios de xadrez por todo mundo, com diferentes níveis de jogadores?
Simples, no xadrez como na vida o planejamento é indispensável, assim o jogador das brancas apenas estava refazendo, mais uma vez, o planejamento que fez antes da partida, trazendo a concentração ao nível máximo, a qual ele só relaxará ao término da batalha.
Prezado leitor, leia o artigo anterior antes de prosseguir.
Leu?
Outro dia eu postei um comentário contra mim, o que deixa os amigos próximos em cólicas. O anônimo disse que em um dia de janeiro de 2008, eu tinha sido contrário a apresentação de todos os que estavam na AME/RJ, no pátio do Quartel General da Polícia Militar, alegando que deveríamos aguardar uma "bomba" que não veio.
O anônimo tem em parte razão, eu falei sobre uma "bomba" em andamento que seria o conjunto das matérias que deveriam ter saído na mídia no dia seguinte, as quais não sairam com a força da verdade, assim, a "bomba" não explodiu.
Todavia, ele erra quando diz que eu fui apenas contra a apresentação de todos no QG, eu fui radicalmente contra, visceralmente contrário e por uma razão muito simples, nós não sabíamos qual seria o passo seguinte, o lance seguinte no tabuleiro dessa luta contra o poder político.
Além disso, isso já geraria uma divisão, pois os Bombeiros Militares teriam que se apresentar no QG do CBMERJ.
Quem no xadrez não conhece os próximos dez lances seguintes, a partir de cada lance do adversário, deve pensar em praticar futebol e desistir do xadrez.
Quem em uma luta não prevê o próximo golpe do adversário, para contragolpear com eficácia, vai a nocaute de imediato.
Michel Temer, segundo o artigo que você leu, colocou a PEC 300 debaixo do braço, mostrou o seu poder, não se intimidou com milhares de Bombeiros e Policiais Militares que "invadiram" Brasília.
E agora?
Ele fez o seu lance, qual será o nosso?
O que planejamos para contragolpear esse lance, facilmente previsível?
Nada, no Rio de Janeiro, certamente, nada!
No Rio nos afastamos do conjunto da batalha, ao invés de continuarmos na nossa luta contra Sérgio Cabral, que nos enganou, que prometeu 54% de reposição salarial e até hoje nos "deu" 2,5%, lutando pela PEC 300 como mais uma frente de luta e não a única, nós resolvemos fazer um acordo e parar de gritar "Fora Cabral!".
Nós não, cara pálida, digo para mim mesmo, pois hoje eu gritei no ato cívico na ALERJ pela instauração da CPI, dezenas de vezes o "Fora Cabral!".
Usei o microfone para falar dos nossos salários famélicos; da crise na nossa saúde e das péssimas condições vivenciadas pelos jovens Policiais Militares que estão trabalhando nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP).
Antes, formalmente entreguei um relatório ao Ministério Público e à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ sobre a situação das UPPs.
As batalhas são assim, um conjunto de frentes, uma combinação de lances que beira o infinito e temos que lutar em todos os lados, essa é a regra no tabuleiro da vida, sobretudo se do outro lado está o poder político sistematizado.
Hoje, pergunto aos que disseram para não gritarmos o "Fora Cabral!", qual será o próximo passo?
O que vocês farão nas suas respectivas unidades?
O que falarão para aqueles que anseiam por tempos melhores na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar?
Por favor, façam o próximo lance, todos nós esperamos por vocês.
Agora, caso não saibam o que fazer, acompanhem os nossos próximos lances nesse espaço democrático.
Nós só venceremos quando conhecermos e usarmos a nossa FORÇA, enquanto nos ajoelharmos diante de políticos temporários, sabe-se lá com quais interesses, eles colocarão a PEC 300 embaixo do braço e não saberemos o que fazer.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

TEMER PAUTA PEC PARA MARÇO E IRRITA MILITARES.

JORNAL EXTRA
E os Policiais Militares que trabalham nas UPPs comendo em pé e em quentinhas...

CONGRESSO EM FOCO:
09/02/2010 - 17h33
Temer pauta PEC 300 para março e irrita militares
Edson Sardinha
"O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), decidiu há pouco marcar para março a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que define o piso salarial de policiais e bombeiros militares.
A decisão de Temer irritou representantes da categoria, que participaram de uma reunião com ele esta tarde para pressionar pela aprovação da PEC 300/08, que atrela os salários dos PMs e bombeiros dos estados aos dos colegas do Distrito Federal.
“Não temos mais condições de segurar o movimento”, afirma o deputado Capitão Assumpção (PSB-ES), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares. Segundo o deputado, a resistência de Temer em votar ainda este mês a PEC 300 deve desencadear uma série de manifestações das categorias nos estados, como aquartelamento e operação padrão, conforme antecipou ontem (8) o Congresso em Foco.
Representantes da categoria estão reunidos neste momento em Brasília para decidir que rumo dar ao movimento. Pela Constituição, militares não podem fazer greve. Ainda no encontro com os sindicalistas, Temer pediu ao secretário-geral da Câmara, Mozart Vianna, que ajude na construção de um texto que incorpore dispositivos da PEC 300 e da PEC 446/09, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que estabelece um piso salarial para os policiais de todo o país, inclusive os civis.
O presidente da Câmara argumenta que a PEC 300, que contraria governo e oposição, é inconstitucional por criar despesa sem estabelecer fonte de receita para o Executivo. A proposta de Renan, no entanto, enfrenta resistência dos militares por remeter o valor do salário inicial a uma lei a ser preparada pelo Executivo. Além de atrelar os salários dos PMs e dos bombeiros aos dos militares do Distrito Federal, a PEC 300 define o piso salarial de R$ 4,5 mil para os praças e de R$ 9 mil para os oficiais.
“Inicialmente, o Temer disse que votaríamos na primeira semana de fevereiro, agora, adia para março. Do jeito que vai, não será votada. Não podemos aceitar isso”, afirma Capitão Assumpção. A assessoria do presidente da Casa, no entanto, diz que a votação não foi adiada porque, em nenhum momento, o assunto chegou a ser pautado".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O POVO CONTRA CABRAL - 07.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A PEC NÃO FOI VOTADA!. O QUE PODERÁ ACONTECER?


No Rio de Janeiro, nada ocorrerá na Polícia Militar, inexiste qualquer sinal que possa ocorrer qualquer ato de descontentamento, caso aconteça alguma alteração será uma grande surpresa. O mesmo não se pode dizer com relação ao Corpo de Bombeiros, onde a mobilização e o descontentamento são muito maiores, portanto, atos descentralizados poderão ocorrer.
Na Polícia Militar, onde Mário Sérgio eliminou a prisão e a detenção disciplinar, tal como foi feito no Natal e no Ano Novo, faltar no carnaval será considerado FALTA GRAVE. Uma postura paradoxal da gestão, porém bem condizente com o estágio atual da Polícia Militar, uma instituição inteiramente sem rumo.
Penso que tal "ameaça" seja desnecessária, os Policiais Militares mobilizados representam um número muito pequeno, a omissão e a corrupção impedem uma maior mobilização.
Se no Rio essa é a realidade, não podemos dizer o mesmo para o Brasil, existe uma possibilidade significativa de algo ocorrer em alguns estados brasileiros, sobretudo do norte e do nordeste.
Só não ocorrerão atos de descontentamentos se os Bombeiros e Policiais Militares resolverem dar um voto de confiança, mais um, no sentido de que a PEC 300 possa ser aprovada após o carnaval.
Vamos acompanhar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

JORNAL DA SEGURANÇA PÚBLICA - ANO I - 028 - 09 FEV 2010.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A PEC 300/2008 NÃO FOI VOTADA, POLICIAL E BOMBEIRO MILITAR, SORRIA, É CARNAVAL!

A PEC 300/2008 não foi votada.


Ocorreu uma das hipóteses que eu tinha estipulado no nossos espaço democrático.
O deputado federal Michel Temer (PMDB) não colocou a PEC na pauta de votação, ele alegou que vai analisar as duas PECs, a 300 e a 446 (41 do Senando Federal), para colocá-las em votação depois do carnaval.
Além disso, o bloco do Congresso Nacional já saiu para o carnaval, afinal, ninguém é de ferro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CUIDADO, NÃO FIQUE NO MEIO DO CAMINHO DE LUGAR NENHUM.

AME/RJ - 2008

Na minha vida familiar eu escutei ao longo da vida uma expressão que simbolizava que nada estava resolvido:
- “Estamos no meio do caminho de lugar nenhum”.
Adotei e uso essa expressão que considero muito adequada para representar que nada de concreto tenha sido conquistado.
Temo que as centenas de milhares de Policiais e de Bombeiros Militares do Brasil acabem chegando em frente à urna eletrônica, nas eleições de outubro desse ano, com a nossa questão salarial no MEIO DO CAMINHO DE LUGAR NENHUM, ou seja, sem um resultado concreto com relação aos valores a serem recebidos em todos os níveis hierárquicos, à abrangência (ativos, inativos e pensionistas) e ao início dos pagamentos.
A PEC 300 pode ser aprovada hoje na Câmara dos Deputados, porém temos que ter consciência de que esse é apenas o primeiro degrau para a conquista da nossa justa valorização profissional.
Não custa lembrar que oportunistas, que nunca trataram da PEC 300 ou da PEC 446, agora brotam em todos os cantos.
Parlamentares, Associações, Clubes, Policiais Militares e Bombeiros Militares que caem tal como pára-quedistas, eles que nunca estiveram na frente de combate.
Cautela, minha gente.
Não vamos nos deixar enganar, basta de sermos “sacaneados” por oportunistas.
No Rio, anos atrás, chegamos a ter um contracheque sem fundos, algo inimaginável, porém que foi a mais dura realidade.
Voto para eles só quando o dinheiro estiver no nosso bolso.
Eles que corram contra o tempo para que o dinheiro chegue até outubro, caso contrário, só votaremos neles na próxima eleição, isso em 2014, se o dinheiro estiver no nosso bolso.
Não podemos ficar no meio do caminho de lugar nenhum, novamente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O RIO DE JANEIRO FELIZ, A POLÍCIA QUE MAIS MATA E MAIS MORRE NO MUNDO.

O GLOBO - ANCELMO GOIS
O RIO FELIZ DE CABRAL E PAES

Nos três primeiros anos da gestão Sérgio Cabral (PMDB), na foto com Eduardo Paes (PMDB), 2007 a 2009, foram assassinados em serviço 89 (OITENTA E NOVE) POLICIAIS, o número dos POLICIAIS assassinados quando estavam de folga, por serem identificados como POLICIAIS é muito maior.
Em nenhum outro lugar do mundo são assassinados tantos POLICIAIS.
Eis a verdade.
A verdade de uma gestão caótica da segurança pública no Rio de Janeiro, comandanda pelo "imexível" delegado da Polícia Federal, José Mariano Beltrame.
Aliás, só podem ser piada de péssimo gosto os comentários de que Beltrame seguiria os passos dos outros secretários de segurança pública, tentando uma vaga na Câmara dos Deputados.
Essa brincadeira surge sempre associada à saída do "demissionário" Mário Sérgio no mês de abril, junto com o secretário.
Pois é...
A POLÍCIA que mais morre, também é a que mais MATA.
JORNAL EXTRA:
BLOG CASOS DE POLÍCIA E SEGURANÇA - 08 FEV 2010.
Enviado por Ana Paula Miranda.
O crescimento dos homícidios provenientes de auto de resistência.
"A divulgação hoje dos dados de dezembro de 2009 indica que os homicídios provenientes de auto de resistência alcançaram o maior número acumulado dos últimos governos no Rio de Janeiro.
Nos três primeiros anos do governo Garotinho foram registrados 1.308 mortes em confronto. Nos três primeiros anos do governo Rosinha alcançou-se a cifra de 3.276 autos de resistência. Já nos três primeiros anos do governo Sérgio Cabral contabilizou-se 3.515 homicídios. A diferença em dez anos foi de 168,7% de mortes em confronto a mais".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR: MÁRIO SÉRGIO ENFRAQUECEU MUITO A CORREGEDORIA INTERNA.

POLICIAL MILITAR COMANDAVA QUADRILHA.
JB Online
RIO - "Operação conjunta do Ministério Público e da delegacia de Teresópolis (110ªDP) prendeu nesta segunda-feira sete integrantes de uma quadrilha de distribuição de CDs e DVDs piratas na Região Serrana do Rio. O líder da quadrilha era o soldado da Polícia Militar Marco Antônio Guimarães, de 32 anos, lotado no Museu da PM.
Marco Antônio fazia as cópias piratas em uma casa em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Os CDs e DVDs eram distribuídos a camelôs do Centro de Teresópolis. Ele foi preso quando chegava em uma kombi com duas mil mídias piratas".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

GUARDA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O ISP CONFIRMA: O RIO DE CABRAL-BELTRAME ESTÁ CADA VEZ MAIS VIOLENTO.


O Instituto de Segurança Pública (ISP) divulgou os dados do mês de dezembro de 2009, permitindo uma comparação entre os anos de 2008 e 2009.
As comemorações realizadas com os dados de novembro cairam no completo vazio, diante da triste realidade.
Os estupros cresceram assustadoramente (+58,93%); os homicídios aumentaram (+1,3%); as pessoas desaparecidas aumentaram (6,4%); os roubos a transeuntes aumentaram (4,44%) e o número de policiais assassinados em serviço também aumentou (+19%).
Some-se a isso:
- Os salários miseráveis pagos aos Policiais Militares e Civis.
- O fracasso das Unidades de Polícia Pacificadora, o projeto político do governador, nas quais os jovens Policiais Militares trabalham em situações desumanas, além do policiamento ostensivo não impedir a comercialização das drogas ilícitas.
- O jogo dos bichos funcionando livremente em todas as ruas, apesar da sua ilegalidade.
- A corrupção policial em crescimento.
A conclusão é fácil:
- O fracasso é completo dos gestores da segurança pública.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

RIO DE JANEIRO: OS HOMICÍDIOS AUMENTAM E A SOLUÇÃO SERÁ O SEMÁFORO.

G1:
Secretaria de Segurança não atinge meta de redução de homicídios no Rio
Objetivo era queda de 11,7%, mas índice subiu 1,3% em 2009.Instituição vai usar nova metodologia para medir índice até 2014.
Aluízio Freire
"O índice de homicídio doloso no estado do Rio, em 2009, teve um aumento de 1,3%, em relação ao ano anterior. Ou seja, passou de 5.717 para 5.794 ocorrências. Cresceu em ritmo menor, mas ficou abaixo da meta.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (8) pelo secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que lamentou não ter atingido a meta de redução em 11,7% dos casos, como estava previsto.
Em 2009, o número de homícídios chegou a ter uma queda de 9% no segundo semestre, mas, quando contabililizado o ano inteiro, essa redução não foi suficiente para atingir a meta estabelecida. Em vez de cair, o índice acabou crescendo 1,3%.
Com isso, os gestores do planejamento estratégico da secretaria resolveram mudar a metodologia para atingir o objetivo até 2014, ano em que o país será sede da Copa do Mundo. Segundo o subsecretário operacional Roberto Sá, quando o índice fica dentro de 5% da meta estabelecida “o farol fica amarelo” e não vermelho. “Nosso objetivo era de 11,7%, mas só conseguimos 9% de redução. Acendeu o amarelo”, acrescenta.
“Era um número muito ousado. Com base em dados científicos, estamos fazendo um planejamento estratégico que está em teste para 2014. Pelo cenário e tendências, a meta que se imagina é de 6,33% ao ano até 2014”, explicou Sá. Para ele, a mudança de metodologia não significa que será “mais fácil” atingir a meta estabelecida, mas uma forma de conquistar o objetivo de forma gradual.
“É um planejamento estratégico de 2010 até 2014 para que todos os indicadores de criminalidade diminuam a patamares que consideramos racionais”, afirmou. Beltrame afirmou que a secretaria está trabalhando com gestão de resultados para medir o desempenho da instituição, como as empresas privadas. “São ações concretas, que estamos enfrentando com técnicas”, disse. Ao ser questionado por que a secretaria demorou a adotar esses recursos, argumentou: “É preciso tempo para fazer isso. Estamos falando de planejamento estrutural, uma proposta para daqui a quatro anos. O Rio de Janeiro não tinha uma estratégia técnica planejada”. Os quatro principais indicadores de criminalidade divulgados pela secretaria na comparação entre 2008 e 2009 são: homicídio doloso (aumento de 1,3%); roubos de rua (aumento de 2,2%, que inclui delitos como roubo a transeunte, de celulares e a coletivos); roubos de veículos (queda de 10,1%) e latrocínio (roubo seguido de morte, queda de 6%). Na coletiva de imprensa, que contou com a presença do chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, do chefe do Estado Maior da PM, Álvaro Rodrigues Garcia, e do diretor presidente do Instituto de Segurança Pública (ISP), Paulo Augusto de Souza Teixeira, o secretário anunciou ainda os prêmios para batalhões e delegacias que atingiram suas metas no período. As gratificações variam de R$ 1,5 mil a R$ 500."
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PEC 300/2008 - CARAVANAS PARA BRASÍLIA - BOA VIAGEM.

Bombeiros e Policiais Militares estão retornando para Brasília, na luta pela aprovação da PEC 300, desejo uma boa viagem para todos e sucesso na empreitada.
Pelo que tudo indica temos um cenário bem definido com relação às possibilidades envolvendo a PEC 300/2008:
- Colocada em votação na Câmara dos Deputados, a PEC 300 deverá ser aprovada sem maiores problemas, conforme a manifestação favorável de inúmeros parlamentares.
- A inserção na pauta poderá ficar prejudicada pelo fato do deputado federal Michel Temer (PMDB), presidente da Câmara do Deputados, estar inclinado favoravelmente pela aprovação da PEC 446 (PEC 41 no Senado Federal) e nessa direção, deseja votar as duas PECs em conjunto. Nesse caso, não temos como definir a data dessa votação.
- O outro obstáculo é a possibilidade da falta de parlamentares para a votação da PEC, em face da proximidades dos festejos momescos.
Pois é...
Isso é Brasil.
Amanhã, teremos notícias.
Não custa repetir que temos que continuar também com as nossas lutas no âmbito estadual, cobrando as promessas dos governadores, pois na melhor das hipóteses, a aprovação final da PEC 300, dinheiro no contra-cheque só em 2011.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A LUTA PELA APROVAÇÃO DA PEC 300/2008.

Reação nos quartéis em favor da PEC 300
Policiais militares e bombeiros prometem ações contra a população e até greve como pressão para aprovar a emenda constitucional que estabelece um piso nacional de R$ 4,5 mil para as categorias.
"Policiais reclusos nos quartéis. Blitz atrás de blitz nas principais cidades do país, por meio da chamada operação padrão. Sonegação de informações a jornalistas. Campanha na internet e nas ruas contra deputados. Dez mil manifestantes na Esplanada dos Ministérios. Essas são as armas que os policiais e bombeiros militares ameaçam sacar do bolso para pressionar o Congresso a aprovar um piso salarial único para a categoria.
Contrariados com a sinalização de que a Câmara vai enterrar a proposta de emenda à Constituição (PEC) 300/08, que atrela o salário inicial dos policias e bombeiros militares aos vencimentos de seus colegas do Distrito Federal, os policiais prometem radicalizar no corpo a corpo com os parlamentares nos estados e explorar o assunto eleitoralmente.
“O clima é de revolta. Se não colocarem na pauta, vai haver radicalização. Será muito difícil segurar. Uma tropa com fome é uma tropa sem comandante. Não sei o que vai acontecer”, diz o soldado Fernando Almança, da PM do Espírito Santo, que coordena uma mobilização na internet em favor da PEC 300.
A proposição aumenta para R$ 4,5 mil o salário inicial dos praças e para R$ 9 mil o dos oficiais. Atualmente, a média nacional é de R$ 1.814,96. Relator da PEC 300 na comissão especial que analisou o mérito da proposta, o deputado Major Fábio (DEM-PB) diz não ter como controlar a reação dos policiais militares com a eventual derrubada da proposição. “Se a PEC 300 não for aprovada, será o caos, o Brasil vai parar”, prevê.
Guerra contra os inimigos do piso dos PMs
A subida de tom das ameaças é uma resposta da categoria e dos deputados que apoiam a PEC 300 à orientação do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), de engavetar a proposta e submeter ao Plenário a PEC 446/09, que cria o piso salarial para os servidores policiais e remete a definição do novo valor a uma lei federal, a ser enviada pelo governo ao Congresso no prazo máximo de um ano.
“Essa PEC não interessa aos policiais militares. Não define valor do piso, vai apenas empurrar o problema com a barriga”, reclama o deputado Paes de Lira (PTC-SP). Temer entende que a PEC 300 é inconstitucional por criar despesas para o Executivo sem apontar receitas e por incluir na Constituição valores do piso salarial de uma categoria.
Em ano eleitoral, os governadores e o governo federal têm evitado se posicionar sobre o assunto, que interessa diretamente a mais de 700 mil policiais e bombeiros militares em todo o país. Mas, nos bastidores, eles têm se movimentado para convencer seus aliados na Câmara a vetar a proposta por causa do impacto que a mudança terá sobre os cofres públicos. Isso porque nem todos os estados têm condições de arcar com o novo piso. Para resolver o problema, o texto estabelece que a União terá de completar a conta por meio de um fundo próprio. Uma diferença que, segundo estimativa admitida pelos próprios militares, chegará a R$ 3,5 bilhões.
“Balela”
Coronel da Polícia Militar de São Paulo, Paes de Lira chama de “balela” o argumento de que não há recursos para elevar em até 450% o piso salarial dos policiais e bombeiros militares, como prevê a PEC 300. No Rio Grande do Sul, por exemplo, um PM em início de carreira recebe R$ 850 por mês, o menor valor pago à categoria em todo o país.
“O Brasil não é mais país pobre, caminha para ser a quinta economia do mundo. Os estados têm recursos, basta que não tenham as amarras da Lei de Responsabilidade Fiscal e que os recursos sejam direcionados”, afirma. “A fonte de recursos está na riqueza do Brasil, os impostos pagos pela população brasileira, que deve ter retorno em saúde, educação e segurança”, acrescenta.
Coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares, o deputado Capitão Assumpção (PSB-ES) também diz que dinheiro não é problema do governo.
“Se o governo de Sergipe vai pagar R$ 3,2 mil sem repasses da União, por que estados mais ricos não podem pagar o mesmo?”, questiona.
O valor pago por Sergipe é considerado viável pelo Ministério da Justiça. Mas desde que o aumento seja escalonado por período superior a um ano. “O governo criou o piso da educação por lei ordinária. O mesmo vai acontecer agora com os agentes de saúde. Esse é o procedimento legal. Sairá muito mais rápido se apensarmos as duas propostas”, defende o deputado distrital Cabo Patrício (PT), presidente da Associação Nacional dos Praças (Anaspra) e crítico da PEC 300.
Cerca de 5 mil policiais e bombeiros militares lotaram as galerias da Câmara na semana passada nos dois primeiros dias do ano legislativo. Representantes da categoria aguardam a reunião de amanhã (9) entre Temer e os líderes partidários, na qual se definirá a pauta dos próximos dias, para definirem quando voltarão a Brasília. Eles pretendem dobrar o número de manifestantes trazidos à capital federal. Temendo que o quorum na Casa se reduza com a proximidade do Carnaval, os sindicalistas admitem retomar a pressão só depois dos festejos de momo.
“Uma paralisação não é decisão das entidades de classe. Mas não está descartada, depende do desenrolar da votação e do próprio comportamento do presidente Michel Temer”, afirma o sargento Teobaldo de Almeida, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (Assmal).
Blitz em motel
Como a Constituição proíbe militares e policiais civis de fazerem greve, a categoria estuda outras formas de pressão caso a Câmara não vote a PEC 300 ainda em fevereiro. “Aquartelamento não é greve. Se fizermos operação padrão, não será greve”, diz o soldado Fernando Almaça.
O PM capixaba explica a diferença entre os procedimentos: “Com o aquartelamento, o militar se apresenta para o serviço, mas se recusa a sair às ruas. As esposas dos militares podem bloquear as portas dos quartéis. Podemos apertar parafuso e não deixar passar nada. Intensificar blitz em portas de motéis e no trânsito. Estaríamos cumprindo nossa obrigação, mas também desagradando muita gente. Exigindo todos os equipamentos dos veículos. Isso causaria caos total. Seria uma maneira de protesto”.
O deputado Paes de Lira diz que o momento não é de cruzar os braços, mas de elevar a pressão sobre os parlamentares. “Não aceito nenhuma orientação grevista, porque temos um dever constitucional a cumprir. O PM deve permanecer trabalhando na linha de frente e mostrar à população sua importância, porque assim ela vai apoiá-lo”, defende o coronel. “Mas não abrimos mão que o piso seja definido na Constituição. Do contrário, estaremos ao sabor da vontade do Executivo”, acrescenta o deputado, que chegou à Câmara ao herdar o mandato de Clodovil Hernandez (PR-SP), morto no ano passado".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A VERDADE SOBRE AS UPPs DE SÉRGIO CABRAL.

R7:
Postos policiais em favelas do Rio de Janeiro mudam estratégia do tráfico
Venda continua, mas é feita sem armas por mulheres ou crianças, dizem policiais
Mario Hugo Monken, do R7, no Rio
"Na maioria das favelas do Rio de Janeiro, a venda de drogas costuma ser feita de forma escancarada - traficantes exibem armas e falam os preços da cocaína e da maconha em voz alta. Com a instalação das chamadas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) - postos policiais – nas comunidades, os criminosos foram obrigados a mudar a estratégia para vender drogas. Policiais civis e militares ouvidos pela reportagem do R7 revelaram que o tráfico de drogas nas favelas pacificadas agora é feito de maneira mais discreta: os entorpecentes não ficam mais em banquinhas ou mesinhas; as chamadas bocas de fumo não têm seguranças armados, e o serviço é realizado por pessoas sem mandado de prisão, mulheres ou crianças.
É o que acontece hoje nos morros do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho, na zona sul. As comunidades foram ocupadas por uma UPP em dezembro passado. Policiais militares identificaram ao menos seis bocas de fumo em funcionamento – todas sem armas. Um dos pontos fica no chamado Setor, no Cantagalo. Investigações indicam que, ali, uma mulher obriga três filhas menores de idade a vender drogas. De forma discreta, elas escondem as drogas nas roupas íntimas e circulam pela favela a procura de criminosos. A comunicação é feita por celulares e não mais por radiotransmissores barulhentos. O uso de menores de idade por traficantes de favelas pacificadas já havia sido comprovado, em janeiro passado, quando três adolescentes, entre 13 e 15 anos, foram presas por suspeita de venda drogas em sacos de biscoito no Pavão-Pavãozinho. Outros pontos de venda de drogas dessas comunidades ficam na chamada Caixa D’Água, no Cantagalo, e na 5ª Estação, Farmácia e Sarafin, no Pavão-Pavãozinho. Nesses lugares, os traficantes ficam parados e os clientes chegam e pedem a droga. Dependendo do pedido, os criminosos vão até uma casa buscar o entorpecente. Muitos, no entanto, carregam pequenas quantidades como, por exemplo, dez trouxinhas de maconha, para a venda ser imediata. Um policial que preferiu não se identificar conta que a estratégia mudou:
- A droga fica escondida com o traficante, não é mais colocada em mesinhas, como antigamente.
Mototáxi
Outra boca mapeada pelos policiais funciona na ladeira Saint Romain, na subida do Pavão-Pavãozinho. Nesse ponto, os policiais investigam suposta atuação de mototaxistas na venda de drogas. Policiais militares calculam que pelo menos 40 pessoas estariam trabalhando para o tráfico no Pavão-Pavãozinho e no Cantagalo. O grupo, dizem os policiais, responde a um criminoso escondido no complexo de favelas da Penha, na zona norte, desde a ocupação das comunidades pelo posto policial. Os policiais acreditam que, pelo menos, 30 fuzis ainda estejam nos morros, enterrados ou guardados em casas de parentes dos bandidos. A atuação do tráfico nas duas comunidades após a instalação da UPP está sendo mapeada pelas polícias Civil e Militar, que deverão em breve realizar operação para prender os suspeitos. A proposta sobre as UPPs, apresentada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado, é de que os postos não objetivem acabar com o tráfico, mas sim com a "ditadura" dos traficantes armados com fuzis".
Em síntese:
- As UPPs trouxeram uma sensação de segurança para os moradores das comunidades.
- Valorizaram os imóveis do entorno (Zona Sul).
- Impedem a exibição de armas por parte dos traficantes.
- Não prenderam os traficantes das comunidades.
- Não acabaram com o comércio de drogas.
- Impedem que grupos rivais de traficantes invadam as comunidades, evitando os confrontos e as balas perdidas.
- Tornaram o comércio de drogas mais seguro para traficantes e usuários.
Quem sabe no futuro próximo, as UPPs determinem que o preço das drogas diminua no mercado, considerando que os traficantes não precisam mais de uma grande estrutura para "tocarem o comércio".
E os efeitos sobre a corrupção policial (Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Federal), qual terá sido?
O tempo trará as respostas...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O ESTOURO DA FORTALEZA DO BICHEIRO CASTOR DE ANDRADE.

O GLOBO

COMENTÁRIO POSTADO:
"VERGONHA...
IMPUNIDADE TOTAL...
CAPA DO JORNAL O DIA DE ONTEM:
Rio - Marco no combate aos ‘capos’ do jogo do bicho, um dos processos — com 40.200 páginas que chegam a 160 quilos — sobre o estouro da fortaleza de Castor de Andrade, de 1994, pode ir para o lixo. A papelada já tramita na Justiça há 16 anos e perde a validade daqui a três meses, pelas contas do Ministério Público (MP). Na ação, são alvos 42 policiais, dos quais quatro morreram. Seus nomes foram citados nas listas apreendidas pela ‘Operação Mãos Limpas’, do MP e da polícia, que trouxeram à tona a suspeita de recebimento de suborno do crime organizado.
PERGUNTA...E SE FOSSEM PRAÇAS ?"
Pois é...
E onde estarão os Oficiais cujos nomes constavam nas listas?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A VERDADE SOBRE AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA.

Eu não estava lá, portanto, não sei como os fatos que motivaram as reportgaens que se seguem ocorreram, porém eu tenho visitado as Unidades de Polícia Pacificadora e posso afirmar, sem medo de errar, que as condições de trabalho dos Policiais Militares são péssimas.
Os jovens Policiais Militares que integram as UPPs sofrem toda sorte de dificuldades, que começam nos deslocamentos casa-UPP-casa, alguns percorrem mais de 300 quilômetros (dormem duas horas por noite) e continuam nas condições precárias que vivenciam no trabalho diário. As escalas são impróprias, o que somado ao pouco repouso, os sobrecarregam física e psicologicamente. A própria alimentação é disponibilizada de forma inadequada, uma vez por dia, embora o turno seja de 12 horas, inclusive fazendo com que Policiais Militares se alimentem em pé, no posto de serviço (via pública), comendo em quentinhas.
Policiais Militares comendo em quentinhas no meio da rua, esse é o retrato mais fiel das UPPs do Cabral.
Isso sem falar que eles não recebem o RioCard e que enfrentaram grandes dificuldades no período de formação (Curso de Formação de Praças).
Os Policiais Militares que trabalham em UPPs o fazem em condições degradantes, conforme o contido no relatório que estou encaminhando ao Ministério Público e à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, na esperança de que essas condições sejam revertidas.
Ratifico que não sei o que aconteceu, mas afirmo que esses jovens Policiais Militares estão sendo transformados em "homens bomba", tamanho o desgaste a que estão submetidos.
Eis a verdade.
Leiam e assistam as reportagens:
JORNAL DO BRASIL:
Tiros e protesto de moradores no Pavão-Pavãozinho.
JB Online.
RIO - "Tiros para o alto e protesto de moradores marcaram o início da madrugada no Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Tudo começou quando os policiais da Unidade de Polícia Pacificadora pediram que um comerciante baixasse o volume do som do bar. Everton Benvindo, de 22 anos, que teria desacatado e desobedecido à ordem dos policiais, e foi preso em seguida.
Revoltados com a prisão, os moradores queimaram pneus, usaram coquetéis molotov e tentaram fechar a
Estrada do Cantagalo, principal acesso ao morro.
Em resposta, os policiais efetuaram disparos para alto para dispersar a multidão".
TV GLOBO:
Assistam a reportagem (vídeo).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O RIO CADA VEZ MAIS SEGURO DE CABRAL-BELTRAME.

JORNAL DO BRASIL:
Três operários morrem baleados na zona norte do Rio de Janeiro
Vladimir Platonow, Agência Brasil.
RIO - Três funcionários de uma pedreira morreram baleados na manhã de hoje (7), no Morro da Pedreira, comunidade do complexo de favelas do Alemão, na zona norte da
cidade. Segundo informações da Polícia Militar, eles estavam em uma caminhonete e teriam sido fuzilados por traficantes que dominam a região.
A polícia realizou uma operação no início da tarde para resgatar os corpos e foi recebida por tiros e até uma granada jogada pelos criminosos. Até o fim da tarde, os nomes dos mortos ainda não haviam sido divulgados.
O único sobrevivente foi William Siqueira Guimarães, de 33 anos, que estava na parte de trás da caminhonete e pulou do veículo, conseguindo fugir. Ele foi atingido por um tiro no joelho, mas não corre risco de morte.
No Hospital Getúlio Vargas, onde foi atendido, William lembrou os momentos de pavor. “Eu estava chegando para
trabalhar e eles jogaram tiros na gente. Não sei se confundiram, não deu para ver nada. Eu me abaixei na caçamba e só ouvi um colega chorando. Aí fui rastejando e entrei dentro do mato. Estou triste pelos meus amigos”.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CORONEL PAÚL E ADV RICARDO GAMA, CONVIDAM: VENHAM CONVERSAR CONOSCO.

JORNAL O POVO DO RIO

Eu e o advogado Ricardo Gama convidamos vocês, caros leitores, para uma conversa informal toda semana.
Toda segunda-feira, às 16:00 horas, estaremos no Bar Amarelinho, na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, esperando por vocês, por suas ideias e por suas propostas.
Juntos podemos mudar o Rio de Janeiro.
Hoje esperamos por vocês.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 7 de fevereiro de 2010

TERÇA-FEIRA - 09 FEV 2010 - ALERJ - ATO CÍVICO.

No dia 09 de fevereiro de 2010, terça-feira, será realizado um ato cívico na ALERJ para apoiar a instauração da CPI proposta pelo deputado estadual Alessandro Mollon (PT), para abrir algumas caixas pretas do governo do Rio de Janeiro.
A ALERJ, que deveria ser a casa do povo, mas que na verdade é a casa de Sérgio Cabral (PMDB), parece refratária a essa CPI e o síndico, o deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), já deixou claro que não irá instalar nenhuma CPI em desfavor do dono da casa.
Nada mais lógico...
Portanto, cabe ao povo fluminense exigir essa instalação, caso contrário nunca descobriremos o que existe dentro dessas caixas pretas.
Conclamos Sérgio Cabral a apoiar a instalação da CPI publicamente, afinal, quem não deve, não teme...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A CPI DO PT PERDEU O ÔNIBUS - ELIO GASPARI.

Domingo, 7 de fevereiro de 2010
A CPI do PT do Rio perdeu o ônibus - Elio Gaspari
O DEPUTADO Alessandro Molon (PT-RJ) está coletando assinaturas para instalar uma CPI destinada a abrir a caixa-preta da Agetransp, a agência reguladora dos serviços do Metrô, dos trens da SuperVia e das barcas do Rio de Janeiro. Grande ideia, mas ficou faltando interesse pela mãe de todas as caixas, a das companhias de ônibus municipais. Em geral, as CPIs dão em nada, quando não resultam em coisa pior, mas nem isso a bancada do governador Sérgio Cabral aceita. Seu anjo de guarda, o deputado Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa, anuncia que vetará a iniciativa.
O Metrô do Rio tem transportecas arrogantes que mexem nos ramais sem se preocupar com o suplício que impõem aos clientes. A SuperVia tem trem que sai por aí sem maquinista e seguranças que chicoteiam os passageiros. As companhias de ônibus têm mais: cultivam um política extorsiva de tarifas e, com a cumplicidade dos prefeitos, bloqueiam a implantação do Bilhete Único, prometido por Cabral em 2007 e pelo seu prefeito, Eduardo Paes, em 2008, quando pedia votos.
Governadores, prefeitos, amigo$ e caixa$ de campanhas colocaram o Rio numa situação socialmente humilhante. Até 2004, quando a prefeita Marta Suplicy instituiu o Bilhete Único em São Paulo, as duas cidades estavam num mesmo patamar de desgraça no transporte público. Hoje, 50% dos paulistanos avaliam que os serviços de ônibus e de trens estão entre bom e ótimo. O Metrô vai a 82%. No Rio, esse índice de satisfação talvez não seja atingido nem entre os diretores das concessionárias.
O vexame não é consequência da herança escravocrata, do patrimonialismo ibérico ou da mudança da capital para Brasília. É obra de governos demófobos. Quem fez a diferença em São Paulo foram administradores petistas e tucanos que decidiram tirar o transporte público da vala.
Basta comparar a situação nas duas cidades.
O paulistano paga R$ 2,70 pelo seu Bilhete Único, tem direito a quatro viagens de ônibus num intervalo de três horas. O novo bilhete intermunicipal do Rio custa R$ 4,40, com direito a duas viagens de ônibus, trem ou metrô, por duas horas.O Bilhete Único de São Paulo atende a todo o município e é usado em 12 milhões de viagens/dia. No Rio essa tarifa só existe para percursos intermunicipais. Estima-se que venha a atender 1,5 milhão de viagens/dia.
Desde ontem, com a nova tarifa municipal de R$ 2,35, um trabalhador que toma dois ônibus para chegar ao trabalho, mais outros dois na volta para casa (ao longo de 25 dias), gasta R$ 235. O de São Paulo gasta R$ 135. Com a diferença de R$ 100, tem direito a sete refeições de R$ 13,75 no carro-chefe do Mc Donald's (BigMac, batatas fritas na porção média, e um refrigerante médio). Para ele, almoço grátis existe.(Na comparação com o bilhete intermunicipal do Rio, a diferença cai para seis refeições.)
O sistema de transportes públicos do Rio fez uma opção preferencial pela tunga dos passageiros dos ônibus. Antes da criação do bilhete intermunicipal de R$ 4,40, o cidadão que fazia duas viagens sobre trilhos pagava, e continuará pagando, R$ 3,80. Noutra modalidade de integração, passageiros de quatro cidades da Baixada Fluminense pagam R$ 4,00 pelo percurso ônibus-metrô. Os dois sistemas, privados e lucrativos, atendem cerca de 20 mil passageiros/dia.
A política de tarifas dos ônibus, do Metrô e dos trens do Rio é paleolítica. Nenhum concessionário dá desconto de fidelidade aos usuários. Em São Paulo a passagem de Metrô custa R$ 2,65. Se o cliente compra 50, fica por R$ 2,33. (Sobram R$ 16 para o McDonald's.) O Metrô do Rio prometeu esse tipo de desconto e quem acreditou fez papel de paspalho (inclusive o signatário). A Fetranspor carioca, que administra os altos interesses das empresas de ônibus, criou um RioCard, prometeu o programa de descontos e bobo foi quem acreditou (inclusive, de novo, o signatário).
FOLHA DE SÃO PAULO - ELIO GASPARI
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

MARIANA MORREU PORQUE ERA POBRE - DACIO MALTA.

O GLOBO

"O país todo se emocionou, nesse final de ano, com as cenas que mostraram uma equipe do Corpo de Bombeiros retirando, com vida, uma menina de três anos que ficara, durante seis horas, debaixo dos escombros de um deslizamento em Cascadura, no Rio de Janeiro.
O resgate foi possível, pois a pequena Mariana Martins dos Passos, de vez em quando, chorava, indicando que havia vida debaixo da terra.
Quando os bombeiros a retiraram – os pais já haviam morrido – todos se abraçaram e choraram. A missão estava cumprida.
Ontem, parentes e amigos, e muitos dos bombeiros que a salvaram, foram ao seu sepultamento, inclusive o próprio comandante da corporação de Campinhos, que havia coordenado o resgate. Emocionado, o comandante Luiz Henrique chorou no enterro:
- A gente fez o que pôde. Não tem um sentimento para explicar o que estou sentindo. Já vivi várias experiências no Corpo de Bombeiros mas quando envolve uma criança, é sempre complicado, principalmente para quem é pai. Não consigo entender porque Deus quis que Mariana ficasse seis horas debaixo dos escombros para acontecer isso.
A tia de Mariana, Simone Moraes, falando ao ‘Globo’ disse que houve descaso com a sobrinha:
- Sai do hospital pensando que levaria ela para casa em pouco tempo e, no dia seguinte, ela estava morta.É óbvio que podem ter surgido complicações após o resgate da pobre menina.
Mas Mariana morreu, antes de mais nada, porque era pobre.
A gripe suína matou dezenas de grávidas no Rio de Janeiro, mas todas elas eram moradoras de regiões humildes.
Não se tem notícia de nenhuma grávida, moradora da zona Sul da cidade, que tenha morrido devido a gripe.
O cineasta Fábio Barreto sofreu um acidente gravíssimo em Botafogo, quando seu carro capotou diversas vezes, e seu médico Paulo Niemeyer disse, na primeira hora, que o importante era mantê-lo vivo. Se haveriam seqüelas ou não, isso era assunto para ser visto mais tarde. E Fábio continua vivo.
Por que não conseguiram manter Mariana viva?
Se o governador ausente Sergio Cabral, e seu pupilo Eduardo Paes, não abrirem um inquérito para apurar as causas da morte de Mariana, eles estarão, no mínimo, coniventes com a morte da pobre menina.
Seria bom também que o Ministério Público fizesse uma investigação para saber quais as razões que levaram Mariana a ser sepultada junto com seus pais".
Sérgio Cabral e Eduardo Paes, SOMANDO FORÇAS, estão destruindo os serviços públicos no Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO