domingo, 18 de março de 2012

RIO: RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA CONTRA A EXPULSÃO DOS PMs e BMs QUE LUTAVAM POR SALÁRIOS JUSTOS.

Hoje poderemos estar dando um pequeno passo para a criação de um grande movimento de resistência democrática contra a expulsão dos PMs e BMs que lutavam por salários justos no Rio de Janeiro. Eu estarei em frente ao Hotel Copacabana Palace, às 10:00 horas, para conversar com quem aparecer sobre esse tema. Se você não considera justa a expulsão desses heróis sociais, mas está impossibilitado de comparecer em Copacabana, não tem problema, promova a sua reunião, una PMs, BMs, familiares e amigos, vamos construir essa mobilização cidadã, ordeira e pacífica, trazendo toda a população para o lado da justiça.
Juntos Somos Fortes!


O OCASO DE BELTRAME.

Prezado leitor, se a minha visão não está turva, depois de tantas e, sobretudo, recentes represálias, percebo o início do ocaso do super secretário de segurança Beltrame.
As causas?
Uns alegam a transferência dos traficantes de uma comunidade para outra para a implantação de UPPs, outros o avanço das milícias e a incapacidade de deter as "bandas podres" policiais, entre outras causas. 
Prefiro não arriscar palpites nesse momento.
Juntos Somos Fortes!

A POLÍCIA MILITAR QUE DEIXAMOS CONSTRUIR DENTRO DOS NOSSOS QUARTÉIS.

COMENTÁRIO POSTADO:
Prezado leitor,
Após vinte longos anos de serviços prestados a PMERJ, e depois de muito refletir, em busca de respostas razoáveis para muitos questionamentos acerca da Corporação, percebi que ela em quase nada melhorou. Muito aquém ao que esperávamos. Mas pra que mudar? Qual sociedade desejaria tal mudança? Quem idealiza um policial correto, honesto, (pro) eficiente? Somente uma fração muito inexpressiva desta mesma sociedade, que já se prostituía mesmo no ventre materno. Há mais de duzentos anos. Faço coro com aqueles que acreditam na operação padrão como instrumento capaz de incomodar a sociedade, mas acredito que a má formação que nós, policiais militares, recebemos no CFAP prejudica e até mesmo inviabiliza a realização desta empreitada. Deste modo, meu amigo, a razão me leva a compreender que somos o que somos não apenas por opção, mas porque alguém assim decidiu.. A monstruosa corrupção no seio da instituição é horripilante, entretanto, nenhuma medida tem sido tomada, de fato, para pelo menos diminuir seu crescimento, e mantê-la num nível aceitável. Assim ouso dizer, pois qual seguimento da sociedade é verdadeiramente puro? Nem o religioso! E ainda há outros. De que serve o talento, se a atriz é gostosa? Se o ator tem olhos azuis? Também é exemplo de desvio de conduta a não emissão da devida nota fiscal pelo taxista ou pelo motorista/cobrador de ônibus. Você, leitor, tem o hábito de exigir a nota fiscal referente àquele lanche, ou cafezinho, que consumiu estando de serviço ou de folga? Não precisamos ir muito longe. No seu batalhão, o cantineiro emite nota fiscal? Tudo isso parece exagero. E de fato o é, quando o sujeito que falha não é PM. Praça, pra ser mais preciso. Mas, considerando a PMERJ em sua inteireza, a corrupção tem lá a sua utilidade. Muita, ouso dizer. Tem a função de nos controlar, pois quando foi que você viu um policial conhecidamente digno assumir qualquer cargo/função. Não me lembro de ter visto tal coisa. Mas vi indignos oficiais e praças em posições privilegiadas. Uma multidão. Na verdade, o justo jamais se manterá no poder, visto não ter ele o rabo preso com o sistema. Tornando-se, por conseguinte, um entrave ao “bom funcionamento” desse câncer cuja cura é indesejada pela maioria. Quando menos esperar será julgado inapto para o cargo ou função. Festejadamente, tal notícia logo chegará. E apesar da indignidade que lhe caracteriza, assistiremos (a)o da banda podre, ainda que contrariados. Caro leitor, é bom que tenhamos uma visão clara e objetiva das nossas circunstâncias, pois somente de posse dela é que estaremos habilitados para lutar contra as coisas que são e reivindicar uma outra configuração institucional.
Ass. Sgt Jeramias.
Juntos Somos Fortes!

RIO: OS TRAFICANTES ESTÃO LUCRANDO COM AS UPPs?

JORNAL EXTRA:
BLOG CASOS DE POLÍCIA.
Polícia investiga aumento de bocas de fumo na Rocinha. Traficante Canelão está de volta (Leiam).
Os leitores habituais do nosso blog sabem que ainda é cedo para definir se os traficantes estão perdendo dinheiro ou ganhando mais dinheiro com a implantação das UPPs, considerando que elas não possuem a atribuição de acabar com o tráfico de drogas nas comunidades carentes, como esclareceu incontáveis vezes o secretário de segurança Beltrame. Não temos ainda como concluir sobre prejuízo ou lucro maior, pois como todo comércio, o tráfico de drogas possui uma série de fatores que conduzem para resultados positivos ou negativos. O certo é que com a implantação das UPPs, a venda de drogas diminui nessas comunidades, porém as despesas dos traficantes também diminuíram bastante, além disso, como não são presos nunca, os traficantes estão fortalecendo o comércio de drogas em outras comunidades já dominadas, assim como, estão dominando novas comunidades e implantando os locais de venda.
Outro fator decisivo para determinar o lucro ou o prejuízo é a capacidade de simbiose entre alguns Policiais Militares e Civis, a denominada "banda podre", com os traficantes. Sempre que esse fenômeno se instalar, com ou sem UPP, a venda aumenta e o lucro pode aumentar, apesar do pagamento da propina.
Em apertada síntese, ratifico que ainda é cedo para dizer que os traficantes estão tendo prejuízos com as UPPs. O grande problema deles é o crescimento gigantesco das milícias, algo que está ocorrendo no atual governo estadual. Isso sim parece estar causando grandes perdas. Eles já estariam alugando comunidades dominadas pelos milicianos para implantarem as bocas de fumo. No tema milícia é bom que se esclareça que o discurso governamental com relação ao número de milicianos presos não deve servir para enganar a população, pois na verdade as milícias apenas mudam de dono, pois o governo Sérgio Cabral (PMDB) não retoma os territórios dominados pelos milicianos. Em mais de quatro anos só retomou um, o minúsculo Batan em Realengo, implantando uma UPP, embora ainda digam que é a milícia quem manda por lá.
A implantação das UPPs gerou mais lucro ou prejuízo para os traficantes?
Em breve saberemos.
Juntos Somos Fortes!

COPA DO MUNDO NO BRASIL: DIGAM NÃO!

Prezados leitores, bom dia!
BLOG DO JOSIAS:
17.03.2012 - 18:56
Romário: Brasil passará ‘vergonha’, Copa será uma ‘merda’ e haverá ‘o maior roubo’ em obras.
Josias de Souza
Ao migrar dos gramados para o tapete da Câmara, Romário trocou os pés pela língua. Mas não perdeu o cacoete de atacante. Neste sábado (17), o deputado pedurou em sua página no Facebook comentários ácidos sobre a Copa de 2014.
“É uma pena ouvir nas rádios, ver na TV, abrir os jornais e ler que o governo federal se uniu à Fifa para que a Copa do Mundo seja a maior de todos os tempos. Uma mentira descabida! Não será a melhor e nós vamos passar vergonha”, anotou.
Queixou-se da ausência de representantes do Congresso na audiência concedida na véspera por Dilma Rousseff ao presidente da Fifa, Joseph Blatter. “Se continuar acontecendo coisas erradas e estranhas como esse encontro do Blatter com pessoas que não são ligadas a Lei Geral da Copa, ela será uma merda.”
Romário (PSB-RJ) foi à canela: “O governo federal está enganado o povo. E a presidente Dilma está sendo enganada ou se deixando enganar.” Convocou as arquibancadas: “Brasileiros, continuem cobrando e se manifestando, porque essa palhaçada vai piorar quando tiver a um ano e meio da Copa.”
Pisou na rótula: “O pior ainda está por vir, porque o governo deixará que aconteçam as obras emergenciais, as que não precisam de licitações. Aí vai acontecer o maior roubo da história do Brasil.”
Romário prosseguiu: depois da violação das arcas, “eu quero ver se as pessoas que apareceram sorrindo na foto durante a reunião de ontem [de Dilma com Blatter] vão querer aparecer. Esse Brasil é um circo e os palhaços vocês sabem bem quem são.”
Deve-se o destampatório de Romário à composição da mesa do Planalto. Referiu-se à reunião como uma dessas “coisas que só acontecem no nosso país”. Percorreu a lista dos presentes: “O presidente da Fifa vem ao Brasil e se encontra com a presidente Dilma. Até ai perfeito!”
“Nesse encontro estão presentes Aldo Rebello, ministro dos Esportes, ok; Pelé, embaixador honorário do Brasil para a Copa do Mundo de 2014, ok; Ronaldo, conselheiro do Comitê Organizador Local (COL), ok. Só uma pergunta: qual dessas pessoas têm a ver com a Lei Geral da Copa? Nenhuma.”
Listou os ausentes: “O presidente da comissão da Lei Geral da Copa, Renan Filho [PMDB-AL], não estava lá. O relator da Lei da Copa, Vicente Cândido [PT-SP], também não. O presidente da Casa onde será votada a lei, Marco Maia [PT-RS], também não estava presente.”
Tomado pelas palavras, Romário avalia que ele próprio deveria ter recostado os cotovelos na mesa de reuniões do Planalto: “Muitos outros que têm muito a ver com a Lei Geral da Copa não estavam presentes.” Voltou a mirar a canela: “Na minha concepção de político, a política vai de mal a pior.”
De novo, foi para a galera: “O povo tem total razão de reivindicar e cobrar principalmente mais seriedade e responsabilidade das pessoas que tem autonomia para decidir coisas importantes como essa (Copa do Mundo).”
Terminado o encontro do Planalto, o ministro Aldo Rebelo levou Joseph Blatter ao encontro de um grupo de deputados. Entre eles alguns dos que Romário gostaria que tivessem participado da reunião do Planalto –o presidente da Câmara Marco Maia, por exemplo.
Rebelo, Blatter e os deputados trocaram afagos e sorrisos ao redor de espetos de picanha. A julgar por sua manifestação radioativa, Romário parece avaliar que a Lei Geral da Copa mereceria um encontro mais formal. Uma reunião em que a conversa não fosse entrecortada pela mastigação do churrasco.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de março de 2012

RIO: RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA CONTRA A EXPULSÃO DOS PMs e BMs QUE LUTAVAM POR SALÁRIOS JUSTOS.

Hoje eu atendi a uma ligação no blogfone (7871637), era a familiar de um militar estadual que buscava informações sobre a minha presença amanhã na Praia de Copacabana, às 10:00 horas, em frente ao Hotel Copacabana Palace, uma das maneiras que encontrei de apoiar a luta pela permanência dos PMs e dos BMs do Rio de Janeiro que estavam lutando por salários dignos. Ela queria saber se as esposas poderiam levar cartazes e faixas, considerando que eu escrevi que nada levaria. Expliquei que poderiam vestir camisas, levar faixas, cartazes, panfletos, etc, desde que não fossem ofensivos, pois temos que fazer atos ordeiros e pacíficos em defesa dos PMs e dos BMs.
Prezados leitores, a ideia é construir uma resistência democrática, uma oposição ordeira e pacífica, à vontade dos comandos gerais e do governo estadual de expulsar a todos, trazendo a população para o nosso lado, o que só será possível com a realização de muitos atos públicos em vários municípios e bairros. É fundamental desconstruir a imagem de "terroristas" que o governo construiu sobre nós com o apoio da mídia "chapa branca". Não somos terroristas, somos heróis, somos integrantes da "banda boa" e estamos lutamos por salários dignos há mais de cinco anos. Se erros aconteceram na condução do processo recente, que eles sejam individualizados e não generalizados, assim como, que sejam punidos diante das ações de cada um e não de forma genérica com a pena demissionária, a expulsão, como querem fazer.
Obviamente, ninguem precisa comparecer amanhã em Copacabana para participar dessa luta pelos PMs e BMs, os atos podem e devem ser realizados em vários locais e em vários dias. Portanto, organizem seus familiares, amigos e vizinhos, façam atos próximos as suas residências. Divulguem nas redes sociais para convidar os simpatizantes, filmem, fotografem e coloquem nas redes sociais, nos sites e nos blogs. O importante é que vençam a inércia e façam algo em prol desses PMs, BMs e familiares.
A construção dessa frente democrática precisa ter a participação maciça da população e para isso o empenho dos PMs, BMs, familiares e amigos é imprescindível. Ela precisa também ser apartidária, não pode ser um movimento apenas dos partidos de oposição, temos que atrair a todos e a todas do parlamento estadual e federal que lutam por justiça.
Amanhã, eu estarei em Copacabana, às 10:00 horas, em frente ao Hotel Copacabana Palace e será um prazer abraçá-los, mas quero abraçá-los também em outros bairros e em outros municípios, pois é nosso dever fazer todo o possível para salvar os PMs e os BMs, sobretudo os Praças que estão a um passo do desemprego, de perderem o único meio de sustento de suas famílias.
Ordeiramente e pacificamente, exercendo nossa cidadania plena, penso que poderemos reverter o quadro.
 Não esqueçam, democracia se constrói nas ruas.
Juntos Somos Fortes!

UMA GRANDE TRISTEZA.

Ontem, atendendo convite, eu compareci a um ato na ALERJ, um desagravo contra a tentativa de cassar o mandato da deputada estadual Janira Rocha (PSOL) e contra a expulsão dos Policiais Militares e Bombeiros Militares que estavam lutando por melhores salários e por adequadas condições de trabalho.
Iniciado por volta das 14:00 horas, o ato foi encerrado pouco antes das 16:00 horas, mas apesar de sua curta duração, foi mais que suficiente para que eu me sentisse muito mal, isso em termos emocionais. Do grupo que está sendo alvo das represálias do governo estadual, eu fui o único PM presente, penso que os outros desconheciam o evento, tendo comparecido um Oficial do CBMERJ e treze Praças.
Pelo que eu sei existem dois Oficiais do Corpo de Bombeiros sendo submetidos ao Conselho de Justificação (CJ) e ambos perderam de 3 x 0 no colegiado. Os autos seguiram agora para o secretário estadual de defesa civil que irá ratificar ou não as decisões. Os treze Praças do CBMERJ também perderam de 3 x 0 no colegiado dos Conselhos de Disciplina (CD) e o comandante geral já ratificou tal decisão, estando agora em grau de recurso. No tocante à Polícia Militar, somos quatro Oficiais respondendo CJ, os quais estão em fase inicial, sendo que não tenho como informar quantos Praças estão em CD, pois não acompanho os boletins, mas soube que são muitos. Do grupo que foi preso comigo no dia 10 FEV 2012, perderam no CD: os Cabo Gurgel, Cabo Alonsimar, Cabo Pablo Rafael, Cabo Hamude, Cabo Neto e Cabo Vivian. Somente o Sargento Aquino e o Soldado Wagner foram absolvidos das acusações. Todos os CDs seguiram para o comandante geral da PMERJ que concordará ou discordará dos colegiados.
Logo que deixei a ALERJ, o emocional estava destroçado, após conviver por duas horas com os BMs que estão muito próximos do desemprego, de perderem a fonte de sustento de suas famílias. Olhava os BMs e lembrava dos PMs que também correm os mesmos riscos e isso foi trazendo um conjunto de sentimentos que só nos fazem mal. A situação era tão ruim que não tive como comparecer à solenidade de formatura do Cabo PM Gurgel, que ontem se formou bacharel em direito, ao qual parabenizo pela conquista e peço desculpas publicamente.
Prezados leitores, não consigo tirar da cabeça a situação dos PMs e dos BMs. Eles que não são da banda podre, na verdade são da banda boa, tanto que estavam lutando por salários e não pelo aumento da propina que poderiam estar recebendo do jogo dos bichos, dos milicianos, dos traficantes de drogas, do transporte alternativo clandestino, etc, como fazem tantos e tantos, que nunca compareceram a qualquer ato da luta salarial.
Os sentimentos foram e são muitos, mas a impotência é o pior deles. O fato de quase nada poder fazer para livrá-los do mal, para evitar as penas demissionárias, isso é terrível. Sem dúvida, essa é a maior dor, embora eu tenha conversado com vários dos seus advogados, os quais foram unânimes em dizer que os CJs e os CDs não resistem nem a 5 minutos de análise séria por parte do poder judiciário, opinião que também é a minha, mas quando ocorrerá tal avaliação? Eles ficarão sem o sustento de suas famílias por quanto tempo? Meses? Anos? E como se resolve esse problema que se inicia a partir do corte do salário, que pode ocorrer já no próximo mês? Ficando indignado? Fazendo discurso? Fazendo “vaquinhas” entre os PMs e os BMs para ratear entre os expulsos? Como?
Além da impotência, a sensação de que estamos agindo na direção errada para tentar reverter esse caos, é o que mais me incomoda.
Sinceramente, não consigo entender o desaparecimento dos PMs e dos BMs das ruas, nesse momento crucial para ajudar aos companheiros. Penso que manifestações ordeiras e pacíficas, conclamando o apoio da população contra as expulsões, sejam o caminho mais fácil, mais barato e mais rápido para sanear o problema, como ocorreu recentemente com a anistia dos Bombeiros. Naquele momento, os BMs não se esconderam, eles continuaram nas ruas, ordeira e pacificamente, como deve ser sempre.
Amanhã, eu estarei em frente ao Copacabana Palace, às 10:00 horas, para fazer a minha parte. Não levarei faixas e nem cartazes, mas responderei presente. Sei que a minha ação não terá importância nenhuma, em nada alterará o quadro atual e ainda poderá aumentar o ódio que o governo nutre contra mim (se é que isso ainda seja possível), mas diminuirá a minha sensação de impotência, pois o medo ainda não terá me vencido.
Juntos Somos Fortes!

RIO: MILÍCIA OLÍMPICA.

O DIA:
MILÍCIA CONTROLA VENDA DE PASSAGENS DE TRENS.
Milícia formada por PMs de batalhão da Baixada Fluminense é suspeita de comandar uma das principais quadrilhas de venda de bilhetes da integração metrô-trem desviados. O grupo, que seria liderado por oficial da PM, controla a maioria dos pontos de comercialização do tíquete. A gangue também é apontada como responsável pelas ameaças feitas a funcionários e até executivos das concessionárias MetrôRio e SuperVia.
Ontem, após O DIA denunciar a disputa por mercado negro que movimenta mais de R$ 1,44 milhão por mês e frauda 40 mil dos 70 mil bilhetes de integração vendidos por dia, a Polícia Civil abriu inquérito. Agentes da Delegacia de Defesa do Consumidor terão apoio de unidades distritais para prender o bando.
Assustado, funcionário do alto escalão de uma das concessionárias revela detalhes das ameaças feitas pela quadrilha. Algumas são direcionadas à família dos trabalhadores. “Eles mandam recados dizendo que se acabarmos com o esquema deles, que nossos filhos terão que mudar de escola, que nos caçarão por toda a parte”, conta.
Juntos Somos Fortes!

RIO: METRÔ OLÍMPICO.

O GLOBO:
Metrô volta a funcionar entre as estações Siqueira Campos e General Osório.
Paralisação em parte da linha 1, causada por falta de energia, durou 1h30m.
RIO - A Linha 1 do metrô voltou a funcionar entre entre as estações Siqueira Campos, em Copacabana, e General Osório, em Ipanema, às 14h15m desta sexta-feira. Segundo a concessionária, as composições já passam sem problemas pelo trecho, que estava parado devido a falta de energia desde as 12h45m. Segundo a concessionária, a causa do problema seria falta de energia na linha, ainda sem motivo aparente.
Leitores do GLOBO contam que composições ficaram paradas nas estações de Copacabana e Ipanema, sem ar-condicionado, mas com as portas abertas. Muitos passageiros teriam ido embora dos vagões enquanto esperavam o restabelecimento do serviço. Eles teriam recebido, através do sistema de som dos vagões, a informação da causa do problema e sua extensão (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

RIO: SEGURANÇA OLÍMPICA.

O GLOBO:
Militares enfrentam hostilidade no Complexo do Alemão.
Crianças e jovens atiram pedras e garrafas nas tropas por ordem do tráfico, segundo afirma o Exército.
RIO - A mudança na estratégia de policiamento do Exército nos complexos da Penha e do Alemão vem gerando hostilidade por parte de crianças e de jovens contra as tropas. Desde que os militares intensificaram o patrulhamento a pé nos becos e vielas de áreas mapeadas como pontos de venda de drogas, houve aumento na quantidade de entorpecentes apreendidos. Até ecstasy, droga que não havia sido encontrada nas favelas pelo Exército, foi encontrado nas incursões feitas a partir de fevereiro. Com a perda de drogas e de território, os traficantes partiram para o contra-ataque. Segundo o serviço de inteligência do Exército, bandidos dão ordens a moradores para que provoquem os soldados que patrulham a região (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

RIO: SAÚDE OLÍMPICA.

Prezados leitores, bom dia!
O GLOBO:
Após assaltos a hospitais, Sindicato dos Médicos recorre ao MP.
Funcionários pedirão que órgão pressione o governo do estado para que ofereça mais segurança às unidades públicas de saúde.
RIO - Após um homem ter assaltado médicos no Hospital Federal do Andaraí e no Gaffrée e Guinle, na Zona Norte, nesta semana, o Sindicato dos Médicos vai entrar com uma representação no Ministério Público pedindo que o órgão pressione o governo do estado para que ofereça mais segurança às unidades públicas de saúde.
— Lidamos com o quadro de insegurança na rede pública de saúde há pelo menos dez anos. Não se pode levar em conta apenas estes últimos casos de assaltos — reclama o presidente do sindicado, Jorge Darze.
Em um ano, a 18ª DP (Praça da República) registrou 12 casos de furtos no interior do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, no Maracanã. A maioria dos registros foi feita por médicos da unidade que perderam objetos pessoais, levados por criminosos que atacam a qualquer hora.
A médica obstetra Cláudia D’Elia, por exemplo, ficou sem a bolsa, a mochila e o laptop. Há um ano, em 15 de março de 2011, ela acordou e encontrou seus pertences revirados no chão do banheiro do quarto do plantonista.
— Morro de medo até hoje. Se eu acordasse, poderia ser agredida ou morta. Não temos segurança alguma. Liguei para a direção reclamando e um colega me disse que o computador de lá tinha sido levado. Até lá os bandidos agem. Entra quem quiser. Já roubaram o carro de uma médica no pátio do hospital. É um absurdo — relata.
O diretor do hospital, Antonio Carlos Iglesias, informou que quatro novos postos de vigilância foram criados. Segundo ele, são mais 16 vigilantes. Ele disse que o hospital vai instalar câmeras de segurança (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 16 de março de 2012

DOMINGO - 18 MAR 2012 - POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES.

Prezados leitores, como escrevi ontem, no próximo domingo estarei na Praia de Copacabana, em frente ao Hotel Copacabana Palace, às 10:00 horas, para de forma ordeira e pacífica tentar conscientizar a população sobre a gravidade da situação vivenciada pelos PMs, BMs e familiares, diante da possibilidade dos militares estaduais que estão lutando por melhores salários serem expulsos de suas corporações.
Será um prazer abraçá-lo (la) no domingo.
"Nós, estes poucos; nós, um punhado de sortudos; nós, um bando de irmãos... pois quem hoje derrama o seu sangue junto comigo passa a ser meu irmão. Pode ser homem de condição humilde; o dia de hoje fará dele um nobre".
(William Shakespeare)

Juntos Somos Fortes!

DEPUTADA JANIRA ROCHA (PSOL) - NOVA VÍTIMA DO GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB).


Juntos Somos Fortes!

CEDAE - ATENÇÃO - RECLAMAÇÃO NO BLOG DO CORONEL PAÚL.

Artigo:
COMENTÁRIO POSTADO:
"Na minha rua não tem água, tendo em vista que em outras rua gozam de lavar calçadas e carros, a cedae não faz nada ja foram acionados varias vezes mas sem nenhum avanço, gostaria de ter água par sim me sentir um ser humano, estar em fim em sociedade. Gostaria de chegar ao século XXI, mas os poderes não deixam.
Gostaria de frizar aqui essa rua (Jacareuba - Cosmos/RJ - Cep 23058250.
Anônimo".
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 15 de março de 2012

BAHIA: PMs PRESOS FAZEM GREVE DE FOME.

Prezados leitores, bom dia!
AGÊNCIA ESTADO:
PMs presos por paralisação da categoria fazem greve de fome na Bahia
Advogado que representa os policiais diz que o prazo de prisão preventiva venceu na terça-feira, 13
15 de março de 2012 | 16h 05
Tiago Décimo - Agência Estado
SALVADOR - Cinco soldados da Polícia Militar (PM) presos no 2º Batalhão de Ilhéus, no litoral sul da Bahia, acusados de participar da greve da corporação no Estado entraram em greve de fome na manhã de quarta-feira, 14, para pressionar a Justiça a julgar os pedidos de habeas corpus. A paralisação dos militares foi realizada no início de fevereiro.
De acordo com o advogado que representa os policiais, o prazo de prisão preventiva dos policiais, que seria de 30 dias, venceu na última terça-feira, 13. Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), não existe um prazo determinado para cumprimento de prisão preventiva.
Juntos Somos Fortes!

RIO: POLICIAIS MILITARES - BOMBEIROS MILITARES - EXPULSÃO - IDEIAS E AÇÕES.

Os advogados que defendem os Oficiais e os Praças da PMERJ e do CBMERJ estão desenvolvendo todas as ações nos campos administrativo e judicial na tentativa de evitar as penas demissionárias (exclusão, licenciamento,...), as quais na prática significam que além de perderem o Posto ou Graduação, os militares estaduais perderão os seus respectivos salários, o sustento de suas famílias.
Isso é um fato.
No nosso espaço democrático tem surgido ideias para minimizar esse problema, como campanhas de doação para suprir a falta dos salários, bem como, tentar elegermos os expulsos no próximo pleito eleitoral (outubro/2012). Todas as ideias para minimizar as perdas são válidas, umas realizáveis, outras não, como elegê-los em 2012, o que é impossível caso sejam expulsos.
Sinceramente, penso que tanto a tropa da PMERJ, quanto a tropa do CBMERJ, não estão desenvolvendo as ações que a gravidade da sutuação determina. Nem o mais importante, ou seja, conscientizar à população sobre a gravidade da situação, pois tenho certeza que o  povo não sabe que os PMs e BMs perderão o sustento de suas famílias. Penso que conscientizada a população, ela ombreará conosco na luta para evitar as expulsões, como fez antes na luta pela anistia dos Bombeiros Militares, quando quase 30.000 pessoas se reuniram em Copacabana.
Como conscientizar o povo?
Só conheço um caminho, considerando que a grande imprensa é pró-Cabral., ir para as ruas, ordeira e pacificamente, como já fizemos quase 100 vezes nos últimos 5 anos, para explicar à população o que está ocorrendo, sobretudo as ilegalidades que cercaram o encarceramento dos PMs e BMs em Bangu 1, além do excesso na punição demissionária.
É hora de ajudarmos os companheiros e agindo dentro da legalidade.
É hora de termos um mínimo de coragem, afinal, milhares foram para as ruas estimular a luta, portanto, nada justifica agora tanta omissão.
Os corajosos viraram medrosos de uma hora para outra?
Penso que não.
Peço que uma (basta uma) associação de classe de Oficiais e/ou Praças faça uma convocação para um grande ato público em Copacabana, por exemplo, no próximo domingo, para que possamos ombrear principalmente com os Praças do CBMERJ e da PMERJ que estão a um passo de serem expulsos sumariamente. Se for o caso, fazendo panfletagem nos locais de grande movimento e pagando uma nota em jornal de grande circulação, convocando a população para participar.
Apesar dos esforços dos advogados, não vejo outra alternativa a curto prazo para tentarmos salvar os nossos amigos, que logo não terão como sustentar as suas famílias.
Eu não serei omisso.
Domingo, 18 MAR 2012, eu estarei em Copacabana, nem que seja sozinho, em frente ao Hotel Copacabana Palace, às 10:00 horas. 
Juntos Somos Fortes!

RIO: BOMBEIROS MILITARES - ALGUÉM LEMBRA DESSE FATO?

COMENTÁRIO (NÃO) POSTADO:
Existiu no CBMERJ um Sgt BM Chamado HELENO DE VILA ISABEL. Ele era representante de uma associação de militares estaduais o comando não deixou mais os descontos no contra cheque por perseguição. Ele falava em dignidade, falava em salários decentes, melhoria de promoção, falava em mudanças nos quadros com aumento de vagas, melhora nas promoções e isso nos anos 90. Aí em uma passeata ele colocou por cima da farda um saco preto de lixo em alusão ao luto do BM, torceram e falaram que ele queria dizer que os BMs a farda eram lixo... Colocaram ele na rua sem direito a nada, com mais de 25 anos de BM. Do comando nós só esperamos isso Cel Paulo Gomes (...), porém vi vários BM traíras, puxa sacos e ingênuos, chamando o Heleno de otário. Ele esta na rua ate os dias de hoje. Raça de (...) esses BMs sem compromisso. Cuidados os 13 BMs com a traição dos pares, que é a pior de todas...
Anônimo
Juntos Somos Fortes!

O DIREITO DE EXPRESSAR OPINIÕES (CRÍTICAS) DOS MILITARES INATIVOS (RESERVA REMUNERADA E REFORMADOS).

Publicado no RESERVAER - 09/03/12.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR PROCURADOR DA REPÚBLICA EM BRASÍLIA-DF
PEDRO IVO MOÉZIA DE LIMA, brasileiro, divorciado, Coronel Reformado do Exército, RG nº. 02 366 2370-8, CPF/MF n.º 066 166 078-87, Advogado-OAB/DF 14 858, residente no Setor Sudoeste, no CCSW 01, Lt. 01, Apto 608, Brasília/DF, Tel.061 92193520, advogando em causa própria, com escritório no SCS, Qd. 01 Edifício Central, Sl. 704, onde recebe as comunicações processuais de praxe, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, relatar os seguintes fatos que ensejam a atuação do Ministério Público.
O autor desta Representação é sócio efetivo do Clube Militar – Exército, matrícula nº. 324 019(Doc. 01) e declara nesta oportunidade que não cabe qualquer responsabilidade aos Clubes e aos militares da Reserva signatários do “Alerta à Nação ”, pelo contido nesta Representação a não ser que o declarem explicitamente.
Texto completo
No último dia 16 fevereiro de 2012, os Presidentes dos três Clubes Militares das Forças Armadas, insatisfeitos com as declarações desairosas das Ministras MARIA DO ROSÁRIO, da Secretaria dos Direitos Humanos e ELEONORA MENICUCCI, da Secretaria das Mulheres, sobre assunto de interesse dos militares e de não terem merecido uma reprimenda por parte da Presidenta Dilma Rousseff, lançaram uma nota conjunta (Doc. 02) na qual faziam censuras às declarações das Ministras e criticas à Presidenta Dilma por não ter tomado nenhuma atitude contra as declarações das suas duas auxiliares.
A nota conjunta foi publicada no site dos Clubes e ali permaneceram até o dia 16 de fevereiro próximo passado, dele sendo retirado, segundo jornais de circulação no país por determinação do Ministro da Defesa Celso Amorim, a quem os militares da Reserva não reconhecem qualquer autoridade para fazê-lo. Os Presidentes foram obrigados a retirarem a mensagem do site. Alegou o Ministro que as críticas feitas à Presidenta eram inadmissíveis, e que ela ficou muito irritada com o teor da nota conjunta, principalmente porque a atitude dos militares era um ato de indisciplina, um flagrante desrespeito à sua autoridade de Comandante em chefe das Forças Armadas (Doc. 03).
A retirada da nota do site causou um grande mal estar entre os associados, principalmente entre aqueles já na Reserva, que se espalhou rapidamente entre os demais Militares das três Forças, inclusive no pessoal da ativa. Houve discussões acaloradas entre os militares que resolveram redigir uma declaração intitulada “ALERTA À NAÇÃO” (Doc. 09) para que fosse posta nos sites dos Clubes. O Manifesto ratificava em todos os termos a nota conjunta dos Presidentes e tecia outras considerações.
O Manifesto rapidamente ganhou corpo com centenas de assinaturas de militares de todas as patentes, desde Oficiais Generais de Exército até Soldado. E o que é muito estimulante: centenas de civis, inclusive um Desembargador. O número de adesões continua aumentando extraordinariamente.
Como era de se esperar, o “Manifesto à Nação” também desagradou a cúpula do Governo que o considerou um ato de indisciplina e o Ministro da Defesa Celso Amorim, certamente cumprindo ordens da Presidenta da República, determinou aos Comandantes das três Forças que aplicassem punição que julgassem conveniente nos signatários do documento acima referido ( Doc. 04, 05, 06, 07 e 08 ).
Digno representante do MPF, os Clubes Militares são associações civis, de Direito Privado, legalmente constituídos dentro da legislação pertinente, possuindo Estatutos registrados em Cartório como manda a lei, não subordinadas a quem quer que seja a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História da Pátria.
A intervenção do Ministro da Defesa em assuntos internos dos Clubes Militares foi uma truculência, um ato arbitrário, um ato de força, uma intromissão indevida em assuntos que não lhes dizem respeito e que fogem da sua esfera de atribuições.
Os Clubes Militares e assim os militares da Reserva signatários agiram dentro dos limites da lei. Não cometeram qualquer ato de indisciplina, não infringiram qualquer lei, código ou regulamento. Suas declarações - nota conjuntas e Manifesto à Nação - foram vazadas em termos firmes, sérios e incisivos, mas, ao mesmo tempo protocolares, educados e respeitosos. Em nenhum momento pôs em dúvida a autoridade da Presidente ou do Ministro da Defesa.
O direito de livre expressão e manifestação, bem como fazer criticas sobre assunto de qualquer natureza, guardados os limites da lei, é assegurado aos militares da reserva por diversos dispositivos legais, se não vejamos;
Art. 5º da Constituição Federal:
II - ninguém é obrigado a fazer.......................
IV – é livre a manifestação do...........................
VI – é inviolável a liberdade de consciência .....
VIII - ninguém será privado dos ......................
IX – é livre a expressão da atividade ................
X – são invioláveis a intimidade .......................
XVII - é plena a liberdade de associação.........
XVIII - a criação de associações .......................
XXXVI – a lei não prejudicará o ........................
Art. 220 da Constituição Federal:
É livre a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observados o disposto nesta Constituição.
§ 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística...........................;
§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
Lei 7524/ 86:
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA faz saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.
Como se pode depreender os Clubes Militares e os militares da Reserva não cometeram qualquer ato ilegal, não violaram lei, normas, regulamentos ou códigos. Não cometeram atos de indisciplina, muito menos contestaram a autoridade de quem quer que seja.
O mesmo não se pode dizer do Ministro da Defesa, que agiu de maneira intempestiva, ao arrepio da lei, por iniciativa própria ou a mando da Presidente.
Violou dispositivos constitucionais notadamente:
Art. 5º, IV, VIII, IX e XVIII (todos já explicitados acima).
Art. 220 e seus parágrafos (todos já explicitados acima).
A Lei nº. 7524 de 1986, já explicitada acima.
Portanto, perfeitamente enquadrados, Presidenta ou Ministro da Defesa, no Art. 85 da Constituição Federal que decreta:
Art. 85/CF:
São crimes de responsabilidade, atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
............
III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
...........
VII – o cumprimento das leis e decisões judiciais.
Os crimes contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais estão capitulados no Art. 7º da Lei 1079/50, ainda em vigor que decreta:
Art. 7º São crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos direitos políticos, individuais e sociais:
..............
5 - servir-se das autoridades sob sua subordinação imediata para praticar abuso do poder, ou tolerar que essas autoridades o pratiquem sem repressão sua;
7 - incitar militares à desobediência à lei ou infração à disciplina;
8 - provocar animosidade entre as classes armadas ou contra elas, ou delas contra as instituições civis;
9 - violar patentemente qualquer direito ou garantia individual constante do art. 141 e bem assim os direitos sociais assegurados no artigo 157 da Constituição;
A mesma Lei 1079/50, define quais são os crimes de responsabilidade em que pode ter incorrido o Ministro da Defesa, se não vejamos o que prescreve:
Art. 13. São crimes de responsabilidade dos Ministros de Estado;
1 - os atos definidos nesta lei, quando por eles praticados ou ordenados;
2 - os atos previstos nesta lei que os Ministros assinarem com o Presidente da República ou por ordem deste praticarem;
Não se trata aqui de questionar a relevância ou não do conteúdo da nota conjunta dos Presidentes dos Clubes e do Manifesto à Nação dos militares da Reserva, que estão dentro dos limites que a lei permite para o exercício pleno dos seus direitos de livre expressão e manifestação dos seus sentimentos e pensamentos.
O que se questiona é a violência, é o arbítrio, é o abuso de poder, é a truculência, é a intromissão indevida na coisa particular, é o descumprimento da lei, é a violentação da Constituição, é o descumprimento da lei máxima da nossa Pátria, o que é inadmissível numa Democracia, num governo que diz vivermos um “ Estado Democrático e de Direito”.
Plagiando uma frase de MARTIM LUTHER KING,
“O me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.
Eu diria:
Como brasileiro, me preocupa, sim, o grito dos maus, o que os Governantes, os corruptos e os todo poderosos, fazem com o nosso país, mas, me preocupa muito mais o silêncio dos bons. Onde estão os defensores da liberdade, das leis, da Democracia? Onde estão a ABI, a ABERT, a OAB, a imprensa escrita, falada e televisionada, etc., que não disseram uma só palavra, não escreveram uma só linha, sobre as violências sofridas pelos Clubes Militares e militares das Reserva, por autoridades do Governo? Os militares, não querem que falem em sua defesa, pois sabem muito bem como, onde, e contra quem se defenderem, além do mais, tem como seus maiores defensores o povo brasileiro que considera as Forças Amadas como a Instituição de maior credibilidade da Brasil. Queremos que falem em defesa da nação brasileira, lei, da liberdade, da Constituição e da Democracia. Não queremos crer que os “bons” só se manifestem quando têm algum interesse, quando os seus direitos e garantia é que estão ameaçados.
Digno Representante do Ministério Público Federal, os fatos cima narrados, por serem de interesse não só dos militares da reserva, mas de toda a nação brasileira, por representarem uma ameaça aos direitos e garantias fundamentais das pessoas, assegurados pela nossa lei máxima e à Democracia ensejam intervenção imediata desse MPF, para apurar responsabilidade de autoridades do Governo, nos fatos acima narrados, a fim de impedir que passemos de uma “DITADURA BRANCA” que já vivemos, para uma “DITADURA DE FATO”, que os terroristas de ontem, alguns hoje no Governo, segundo juram, “tanto lutaram para acabar”.
O que se requer, dito tudo isso, é que seja aberto o competente procedimento administrativo penal para que sejam apuradas as possíveis práticas de crimes de responsabilidade pelas autoridades públicas acima nomeadas, Presidente da República e Ministro de Estado (DEFESA), Dilma Rousseff e Celso Amorim, quando ordenaram a censura da manifestação de muitos brasileiros em recentes acontecimentos.
Nestes termos,
Pede deferimento.
Brasília/DF, 09 de março de 2012.
PEDRO IVO MOÉZIA DE LIMA
OAB/DF 14858
Juntos Somos Fortes!

MINHA (MEIA) ENTREVISTA NO SITE DA REVISTA VEJA.

Eu agradeço à Revista Veja a publicação da reportagem que transcrevo nesse artigo, a qual contém uma parte da entrevista que concedi à repórter Cecília Ritto, sobre a prisão ilegal de PMs e BMs na penitenciária Bangu 1. Muito obrigado.
Eu gostei do resultado final, retratou o nosso sofrimento, embora a reportagem tenha ficado com ares de "chapa branca" pois acabou enaltecendo a ação do governo Sérgio Cabral (PMDB), que teria ESMAGADO o movimento, inclusive com a prisão dos "líderes" em Bangu 1. O que faltou na reportagem foram exatamente as provas que forneci sobre a ILEGALIDADE do nosso encarceramento nos porões de Bangu 1, o que constituiu abuso, constrangimento ilegal e tortura. Faltou ainda esclarecer que a decisão não foi judicial e sim administrativa, que no caso da PMERJ, a ordem foi do comandante geral, que já foi denunciado ao Ministério Público. 
Retifico que no caso dos Oficiais da PMERJ e do CBMERJ a decisão ocorre no poder judiciário. O secretário de segurança e de defesa civil opinam, concordando ou discordando da decisão do colegiado.
Ratifico, agradeço a oportunidade e enalteço o ótimo trabalho da repórter Cecilia Ritto. 
Eu aprendi ao longo dos anos de interação com a imprensa que as editorias acabam funcionando como uma CENSURA na imprensa brasileira, onde falar verdades sobre o governo Sérgio Cabral (PMDB) é quase impossível. As verdades contra o governo estadual não devem ter passado por esse crivo, que não encontra amparo na liberdade e na função social da imprensa, mas isso só terá importância quando construirmos no Brasil uma democracia, atualmente, os brasileiros apenas têm o DEVER de votar, o que nem de longe pode ser confundido com uma democracia.
Eis a reportagem:
REVISTA VEJA ONLINE:
Rio de Janeiro.
Cinco dias em Bangu 1.
Como o governador Sérgio Cabral esmagou o movimento grevista de policiais e bombeiros no Rio de Janeiro.
Cecília Ritto, do Rio de Janeiro.
O desfecho do movimento grevista no Rio, com 13 bombeiros expulsos da corporação e lideranças dos policiais militares submetidos a conselhos de disciplina e justificação, não deixa dúvida de que o governador Sérgio Cabral e a cúpula da segurança no estado eliminaram, por ora, a chance de qualquer nova manifestação. Se na segunda onda de greve comandada pelo cabo Benevenuto Daciolo não houve efeitos mais graves para o estado, a reedição do levante cresceu além do que poderia ser tolerado pelas autoridades de segurança do Rio. Cruzar os braços na véspera do Carnaval e articular uma greve nacional na esteira da baderna que se instalou em Salvador selou o destino do movimento.
Por quatro dias, batalhões de polícia e delegacias ficaram com grande parte dos serviços parados. Os postos de salvamentos nas praias estiveram vazios. Até PMs do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) aderiram e foram expulsos da unidade de elite. Resultado: Daciolo desembarcou da Bahia e foi preso. Logo depois, outros militares também acabaram capturados, como permitem as regras dos quartéis. Para endurecer as punições, o governo do estado instituiu o rito sumário de julgamento e exoneração. Para as lideranças, não restou alternativa. Todos foram levados para o presídio de segurança máxima de Bangu 1, na zona oeste.
Isolar os líderes do movimento em um presídio para criminosos comuns atendeu a dois objetivos. O primeiro, o de estancar a comunicação com os grevistas. O segundo, o de abater os ânimos de Daciolo e seus pares e sinalizar com um futuro pouco promissor para novas lideranças. A medida foi considerada abusiva por parlamentares e entidades ligados aos direitos humanos. “Os policiais e os bombeiros não poderiam ficar detidos em Bangu 1, que é um presídio de segurança máxima. Os condenados de alta periculosidade tiveram de ser retirados de lá para abrir espaço para os militares. Pedi que destrancassem as celas porque as alas já eram gradeadas, e que todos fossem transferidos para os seus batalhões”, explica a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, Margarida Pressburger. Ela e deputados da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) visitaram os presos na ocasião. Para Margarida, foi abusiva a forma e o local para onde foram mandadas as lideranças. “Se eles cometeram algum ato, foi administrativo. Bangu 1 é para presos condenados. Eles nem haviam respondido a ação. Foi uma prisão misteriosa, possivelmente política”, argumenta.
Os protestos não surtiram efeito. Os policiais ficaram cinco dias presos em Bangu, e ao final desse prazo foram transferidos para os seus quartéis. Logo de início, eles foram levados para a galeria B de Bangu 1. Ficavam das 17h às 8h encarcerados. No resto do dia, podiam passar o tempo juntos. Um puxava as orações, outro ensinava alguns exercícios físicos. Às 11h almoçavam e às 16h, jantavam. Depois, o destino era a cela, fechada por uma porta com duas aberturas nas extremidades que, na opinião dos militares, mais parecia um cofre. Na parte baixa, os presos deitavam no chão para conseguir conversar. Era o buraco da porta que evitava o isolamento dos policiais por 15 horas.
Na cela, em vez do vaso sanitário, usavam o “boi”, um buraco no chão tapado com uma garrafa pet, para evitar a entrada de ratos do esgoto. Outra garrafa pet servia para guardar água para o período em que a cela ficava lacrada. Com a falta de luminosidade, tentavam adivinhar o horário, principalmente quando acordavam no meio da noite. Ex -corregedor da PM, o coronel reformado Paulo Paúl relatou ao site de VEJA a dificuldade dos dias passados em Bangu. “Não sabíamos se havíamos acordado às 22h ou às 2h. Na primeira noite, tomei uns cinco banhos para suportar o calor da cela. Isso também me ajudava a fazer passar o tempo”, conta. “Quando os agentes penitenciários passavam mexendo nas trancas e o som ia ficando mais alto e próximo, era sinal de que nos aproximávamos das 8h”.
Alguns agentes nitidamente não queriam cumprir o papel de prender os manifestantes. “Minha esposa encontrou com o senhor na caminhada em Copacabana (protesto antes da prisão)”, disse um deles para o coronel preso. O blog de Paúl, normalmente acessado por 3 mil pessoas, saltou para 10 mil visitantes por dia - a maioria policiais, acredita. Com todo o movimento prestes a eclodir, o governo correu para tentar contornar a situação. Mas não adiantou. A antecipação, para fevereiro de 2013, do reajuste que seria concedido em outubro do mesmo ano não colou para os militares. Eles queriam melhoria salarial naquele momento, não no ano seguinte. Os deputados também aprovaram uma nova reposição salarial, em fevereiro de 2014, equivalente ao dobro da inflação acumulada. Os militares não se satisfizeram e insistiram na greve, em busca de um benefício imediato.
A consequência foi dura. Um agente penitenciário resumiu o tamanho do problema em que os manifestantes se meteram: “Bangu 1 é o castigo do sistema”. As lideranças presas puderam comprovar isso. Se os bombeiros “feriram a honra da corporação”- como afirmou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões- e foram expulsos, agora pode ter chegado o momento de os policiais sofrerem com a segunda etapa de castigos. Paúl, por exemplo, terá de enfrentar a partir de segunda o conselho de justificação da PM, formado por três coronéis. Daí pode sair a decisão de sua expulsão da polícia. Por se tratar de um coronel, quem baterá o martelo será o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. No caso dos praças submetidos ao conselho de disciplina, a palavra final é do comandante-geral da PM, Coronel Erir Ribeiro da Costa Filho (Fonte).
Juntos Somos Fortes!

ASSALTO! - PIADA OU REALIDADE?

ASSALTO!
- Alô? Quem tá falando?
- Aqui é o ladrão.
- Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
- Não, os funcionário tá tudo refém.
- Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
- Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
- Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
- Bom... Sabe o que é? Eu tenho uma conta...
- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um sequestro.. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... Mas , será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
- Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
-Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
- Não... Já falei... Eu sou... Peraí bacana... Hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(...um minuto depois)
- Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
- Puxa, que incrível!
- Incrive por quê? Tu achava que era menos?
- Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
- Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no
gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
- Nadica de nada, já tá tudo acertado!
- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(de repente, ouvem-se tiros e gritos)
- Ih, sujou! Puliça!
- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado...)
- Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!
Juntos Somos Fortes!

PARA OS CIDADÃOS, NADA? - MÁRIO A. DENTE.

O Estado de São Paulo, 15-03-2012.
Fórum dos Leitores.
PARA OS CIDADÃOS, NADA?
O Ministério Público Federal (MPF) quer processar militares por supostos crimes ocorridos há 40 anos e, agora, por "crime de opinião" (sic). E o outro lado, guerrilheiros ladrões e assassinos, nada? E a Lei da Anistia, nada? Com tantos crimes ocorrendo na atualidade e com os políticos malfeitores, empreiteiras corruptoras, e a impunidade geral e irrestrita, nada? E os casos de criminosos com fichas de vários metros liberados por um juiz e presos em seguida cometendo novos crimes, nada? Que tal tentar influenciar os Congresso a mudar as leis dos processos contra os criminosos contumazes? Foi o Planalto e o PT que mandaram o MP se meter nessas frias? Por que não se preocupam em investigar os autores dos 50 mil assassinatos que ocorrem no País anualmente e 95% dos autores não são descobertos pelas Polícias? Disso, que ocorre atualmente, o MP não se ocupa? (Fonte)
Mário A. Dente 
dente28@gmail.com
Juntos Somos Fortes!

CORPO DE BOMBEIROS - DENÚNCIAS - ENCAMINHAMENTO.

Informo que não estou publicando as denúncias recebidas com relação ao Corpo de Bombeiros, encaminhadas na forma de comentários ou emails, vou encaminhá-las diretamente ao Ministério Público.
Juntos Somos Fortes!

DILMA DESISTE DAS 2.883 UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICAFORA.

Prezados leitores, bom dia!
FOLHA DE SÃO PAULO:
Dilma engaveta plano nacional de UPPs
Promessa de campanha para área de segurança pública previa instalação de 2.883 unidades pacificadoras no país
De acordo com Planalto, recursos vão ser usados em outras ações, como combate ao crack e patrulha em fronteiras.
THIAGO GUIMARÃES
COORDENADOR-ADJUNTO DA AGÊNCIA FOLHA
ESTELITA HASS CARAZZAI
DE CURITIBA
O governo federal engavetou a principal promessa de campanha da presidente Dilma Rousseff na área de segurança pública: instalar 2.883 UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) pelo Brasil.
Segundo o Ministério da Justiça, técnicos avaliaram o cálculo do projeto apresentado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva e encampado por Dilma na campanha como "superdimensionado".
Ainda segundo técnicos, não haveria sequer efetivo policial suficiente em algumas cidades para instalar as UPPs.
Agora, de acordo com o Palácio do Planalto, os recursos inicialmente previstos para construção das unidades pacificadoras, que chegam a cerca de R$ 1,6 bilhão, irão para outras ações, como combate ao uso do crack e vigilância das fronteiras do país.
Implantado em 2008 no Rio de Janeiro, com recursos estaduais, o modelo das UPPs é um sistema de policiamento comunitário adaptado para áreas de risco. O eixo é a construção de bases de segurança que funcionam 24 horas por dia. Resultados positivos no Rio elevaram-no à condição de "grife" das políticas para o setor no país.
Em programa eleitoral veiculado em 21 de setembro de 2010, por exemplo, a então candidata Dilma prometia, como parte do PAC 2 (segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento), "mais de 2.800 postos de polícia comunitária" pelo país.
SUMIÇO
Agora, com 15 meses de gestão, a promessa sumiu do primeiro balanço do PAC 2, divulgado na semana passada. Dos R$ 350 milhões previstos para a ação em 2011, nenhum centavo foi gasto.
Tampouco houve até o momento execução dos R$ 188,5 milhões previstos para 2012, aponta levantamento feito pela ONG Contas Abertas, a pedido da Folha, em dados do Siafi, sistema que registra os gastos do governo.
O cenário reflete os cortes no Orçamento feitos pelo Planalto em 2011. Da dotação de R$ 2,1 bilhões do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), que abrange a construção dos postos, apenas R$ 1,05 bi (50%) foi gasto.
O resultado é que Estados que enfrentam aumento nos índices de violência e optaram pela construção das UPPs estão tirando dinheiro do próprio bolso. Na Bahia, por exemplo, o governo gastou R$ 1,4 milhão para erguer cinco bases de segurança -outras 12 devem sair em 2012.
A gestão Jaques Wagner (PT) recorreu ainda a doações privadas para equipar as bases. Obteve itens como tintas, móveis e material de construção. Neste mês, o governo do Paraná, de Beto Richa (PSDB) inaugurou uma base em Curitiba, batizada de UPS (Unidade Paraná Seguro).
Ex-secretário Nacional de Segurança Pública no governo Luiz Inácio Lula da Silva (2008-2010), Ricardo Balestreri apontou "descontinuidade" entre as gestões. "Você lança um programa de governo, há troca e o programa acaba sendo abandonado."
'DEMAGOGIA'
Para Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública (2003), o problema do crack "cabe perfeitamente" no modelo de policiamento comunitário, mas a abordagem do tema das UPPs pela campanha de Dilma foi "demagógica".
"A campanha de Dilma não possuía programa de segurança. Neste ponto, como em muitos outros, sua fala se assemelhou a de [José] Serra [candidato do PSDB à Presidência em 2010], pelo vácuo", disse o professor Marcos Rolim, consultor em segurança.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 13 de março de 2012

CORONEL PAÚL - CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO.

Ontem, protocolei o meu primeiro recurso administrativo com relação ao Conselho de Justificação que foi instaurado em meu desfavor, após indicação do comandante geral da PMERJ e nomeação do secretário de segurança. 
Juntos Somos Fortes!

RIO: SECRETÁRIO DE DEFESA CIVIL, O CARGO ESTADUAL MAIS SOFRIDO.

Se existe uma autoridade pública no Rio de Janeiro que atravessa uma fase muito difícil, sem dúvida, essa autoridade é o Coronel BM Sérgio Simões, o qual acumula as funções de Secretário Estadual de Defesa Civil e de Comandante Geral do CBMERJ.
Sinceramente, nem consigo imaginar as dores que o Oficial tem enfretado em cada minuto de sua vida desde que assumiu essas funções.
O Coronel Simões já tinha cumprido a sua missão no serviço ativo, estava na tranquilidade da inatividade (reserva remunerada) e as gratificações tinham ficado no passado, isso quando um grupo Oficiais e Praças do Corpo de Bombeiros começou a lutar nas ruas por melhores salários e por adequadas condições de trabalho.
Na época, a Secretaria Estadual de Defesa Civil era exercida por um médico, Sérgio Cortes e o Comandante Geral do CBMERJ era o Coronel BM Pedro.
O tempo foi passando, os atos foram se sucedendo e o Coronel Pedro acabou sendo exonerado.
Nesse período, os Oficiais e Praças mobilizados conseguiram algumas conquistas, como a antecipação dos reajustes e o retorno da Secretaria de Defesa Civil para os Oficiais do CBMERJ.
Eis que o governador Sérgio Cabral (PMDB) ao buscar o substituto do Coronel BM Pedro, resolve preterir os quase 100 (cem) Coronéis BM do serviço ativo e reconvoca o Coronel BM Simões para a ativa, nomeando o Oficial como Secretário Estadual e Comandante Geral, com direito a excelente gratificação.
Graças aos Oficiais e aos Praças que lutaram nas ruas, o Coronel BM Simões voltou para a ativa, virou secretário e passou a receber gratificação novamente. Sua vida mudou radicalmente, assim como, a vida dos seus familiares.
Diante do exposto, imaginem as dores morais e os dilemas pessoais que o Coronel BM Simões tem enfrentado a cada instante, quando expulsa do CBMERJ os Praças (e possivelmente os Oficiais, em breve) que o trouxeram de volta para o serviço ativo da corporação, o promoveram funcionalmente e o presenteram com uma ótima gratificação.
Tudo isso é muito triste!
Juntos Somos Fortes!

RIO: BOMBEIROS TEM CINCO DIAS PARA RECORRER DA EXPULSÃO.

SITE UOL, no Rio.
Bombeiros expulsos por greve no Rio têm cinco dias para recorrer, diz comandante.
O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, afirmou nesta terça-feira (13) que os 13 militares expulsos da corporação após movimento grevista, entre os quais o cabo Benevenuto Daciolo, apontado como líder da mobilização, têm até cinco dias para recorrer da decisão do conselho disciplinar da corporação.
Porém, de acordo com o comandante, os bombeiros punidos devem apresentar "fatos novos que indiquem um equívoco" para que os oficiais responsáveis pelo julgamento dos processos considerem a viabilidade da defesa.
"A paralisação foi uma atitude incompatível com a condição de bombeiro e inaceitável na condição de cidadão. Se não temos o melhor salário, eu diria que pelo menos nós temos um bom salário. Aqueles que querem um melhor salário que busquem um melhor salário em outros cargos no Estado, que atravessa um momento de desenvolvimento fantástico", afirmou o coronel.
Simões informou ainda que outros cinco bombeiros estão respondendo a processos nos conselhos disciplinar e de justificação do Corpo de Bombeiros, e podem ser expulsos em breve. São eles um sargento e dois oficiais, que estão à espera dos relatórios dessas comissões para que o coronel Sérgio Simões possa tomar a decisão final.
Além disso, há 93 bombeiros -- que não se apresentaram em seus quartéis no dia 10 de fevereiro, data do início da greve, e não justificaram a falta -- cumprindo punição administrativa. Segundo oficiais da corporação, tratam-se de casos mais leves, e praticamente não há risco de expulsão.
O comandante do Corpo de Bombeiros argumentou que as principais acusações contra os 13 militares excluídos eram a "proposta de desmilitarização da corporação", que foi introduzida no movimento a partir da aproximação dos grevistas fluminenses com a mobilização dos policiais militares na Bahia, e a possibilidade de influência política externa.
"Constatamos o surgimento de propostas que envolviam a desmilitarização da corporação. No meio do caminho, esse movimento assumiu novas cores e passou a lidar com tendências políticas. Até mesmo em função das eleições municipais que se aproximam. (...) Trata-se de uma postura incompatível, inaceitável, que fere a honra de todos os bombeiros militares", disse.
Juntos Somos Fortes!

MADE IN BRASIL - ADVOGADO MARCOS ESPÍNOLA.

Prezados leitores, amanhã saio cedo, assim sendo, antecipo os artigos que postaria pela manhã.
MADE IN BRASIL.
*Marcos Espínola
Nos últimos anos, o Rio de Janeiro vem quebrando paradigmas, comprovando que mais do que uma bela paisagem a Cidade é referência em outros atributos. O mais recente exemplo disso foi a homenagem recebida pela major Pricilla Azevedo, primeira mulher a comandar uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), nosso Estados Unidos. Um marco a ser celebrado pela nossa centenária polícia militar.
Oferecida no Dia Internacional da Mulher, a honraria foi um reconhecimento do departamento de estado americano que, através do Prêmio Internacional Mulheres de Coragem, visa destacar iniciativas femininas nesse sentido em todo o mundo.
A major da PM recebeu a medalha da primeira-dama, Michelle Obama, que junto com a secretária de estado Hillary Clynton, elogiou a policial pela liderança e coragem excepcional.
Essa façanha revela outro lado bem menos explorado, mas que também merece visibilidade. A excelência do trabalho desenvolvido pela PM do Rio, demonstrando que a instituição é bem maior do que qualquer acontecimento isolado.
O trabalho inovador com as UPPs, a aproximação com a comunidade, a retomada de territórios e da ordem urbana em vários pontos da cidade é um avanço que foi coroado com a bela e justa homenagem de uma PM mulher, representando em grande estilo não só o valor da mulher brasileira como o impacto significativo contra a violência, através de tais iniciativas.
Mais ainda, o reconhecimento comprova o potencial da nossa polícia que exporta conhecimento para agentes de segurança do mundo todo, colocando aos poucos o Rio na vanguarda da segurança pública brasileira. Ainda há muito caminho a percorrer, mas a direção já se sabe.
*Advogado criminalista.
Juntos Somos Fortes!

O RIO CADA DIA MAIS PACIFICADO DO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL (PMDB).

JORNAL EXTRA:
PM leva seis tiros ao sair de padaria em Curicica e sobrevive.
Ana Carolina Torres
O cabo do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) Alexandre Pedro Silva Rodin levou seis tiros, na noite desta segunda-feira, quando saía de uma padaria na Praça Delfos, em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Segundo informações da PM, ele teria sofrido uma tentativa de assalto. O cabo foi rendido por dois homens numa moto e atingido na barriga, no peito e no pescoço. Os bandidos fugiram depois dos disparos.
O PM foi levado para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, também na Zona Oeste, onde está internado. Ele não corre risco de morrer. O caso foi registrado na 32ª DP, Jacarepaguá (Leiam mais). 
Juntos Somos Fortes!

UMA HISTÓRIA INVENTADA: A GREVE NACIONAL DA SEGURANÇA PÚBLICA QUE ESTAVA SENDO PREPARADA.

Prezados leitores, não é segredo para ninguém que a mobilização dos Bombeiros Militares do Rio de Janeiro é a grande e, talvez, a única pedra no sapato do governo estadual. Foram esses mobilizados que dizimaram a aceitação do governo em 2011, isso após a desastrosa operação de retomada do QG do CBMERJ, comandada pelo então comandante geral, Coronel PM Mário Sérgio, isso no dia 04 JUN 2012. A reprovação do governo chegou quase a unanimidade, apesar dos esforços da grande mídia chapa branca, que apóia incondicionalmente o governo.
No final os Bombeiros foram anistiados, engavetou-se a investigação dos excessos praticados pelo comando da PMERJ contra os BMs e familiares, mas restou a mágoa no poder político, que odeia ser contrariado.
A oportunidade da revanche para o poder surgiu na continuidade do movimento, uma mobilização que já dura mais de cinco anos, no denominado "movimento grevista".
Os resultados já começaram a aparecer: 13 (treze) Bombeiros expulsos, sem direito a nada, nem ao salário.
Pergunto:
Qual é a argumentação do poder para aplicar penas demissionárias (expulsões)?
Os Bombeiros e os Policiais Militares estavam articulando uma greve nacional para a segurança pública e a repressão precisou ser dura e imediata.
Usam tal argumentação até para justificar o ilegal encarceramento dos PMs e BMs em Bangu 1, ou seja, usam uma explicação fajuta para justificarem a violação de leis, decretos, direitos e prerrogativas.
Pergunto:
Qual autoridade pública divulgou detalhes sobre essa greve nacional?
Qual órgão da mídia divulgou detalhes sobre essa greve nacional?
Onde (estados) ela estava sendo articulada?
Quem articulava em cada um desses estados o movimento grevista de caráter nacional?
Nenhuma autoridade; nenhum órgão; nenhum estado e ninguém são as respostas.
E por que?
Simples, isso foi fabricado, nunca existiu. Embora, possa vir a ocorrer no futuro, como eu já expliquei em artigos e vídeos postados nesse blog, mas não no momento atual.
E como foi fabricado?
Eis um exemplo:
Assistam o vídeo contendo matéria exibida no Jornal Nacional. Solicito especial atenção ao trecho compreendido entre 01:44 minutos e 02:00 minutos.

Em seguida façam uma comparação entre a transcrição que aparece na tela e o aúdio. Avancem e retornem o vídeo para que não reste qualquer dúvida.
Transcrição da TV Globo (JN) para a fala do Cabo BM:
(...) E São Paulo está para dar uma resposta e os outros estados também.
Na verdade o aúdio revela que a fala é a seguinte:
(...) E São Paulo acho também que está para dar uma resposta e os outros estados também.
Prezados leitores, muito diferente, uma diferença capital. A diferença entre a certeza e a dúvida.
Além dessa verdade, observem que o Cabo BM tido como "líder" pelo governo do Rio de Janeiro cita um único estado: São Paulo. Ele próprio foi incapaz de citar qualquer outro, além dos ditos anteriormente, a Bahia onde a paralisação estava em curso e o Rio onde seria votada. Não custa lembrar que o Brasil tem 26 (vinte e seis) estados e um distrito federal.
E, em São Paulo, existe uma mobilização mínima na luta por melhores salários. O grupo de mobilizados é reduzidíssimo. Tanto isso é verdade que uma presidente de associação paulista de PMs vem ao Rio para participar dos movimentos, pois em São Paulo não existe praticamente nada.
Se vocês não acreditarem no que escrevi sobre a imobilidade dos PMs paulistas, façam uma pesquisa no google, onde verificarão que no dia 08 de fevereiro de 2012 foi realizado um ato em apoio ao PMs da Bahia e que reuniu cerca de 150 PMs apenas (link).  Lembro que a PMESP é a maior do Brasil e seu efetivo é superior a 100.000 PMs (e BMs). A representatividade na manifestação foi perto de um milésimo do efetivo.
Escrito isso, penso que até que alguma autoridade pública ou algum órgão da mídia apresente os dados concretos sobre a propalada greve nacional da segurança pública, ela não passa de uma montagem, uma obra de ficção que está sendo utilizada para punir exemplarmente os Bombeiros e os Policiais Militares.
Por derradeiro, tenho que desconstruir o Cabo BM como o grande líder nacional da área da segurança pública, uma imagem que também foi criada midiaticamente para fortalecer a ficção anterior, tanto que as suas entrevistas foram e ainda são, repetidas exaustivamente pela grande mídia.
Como fazê-lo respeitando o valente Bombeiro Militar?
Penso que devo exibir um outro vídeo, esse do dia 16 DEZ 2011, data na qual o grande "líder" construído pelo sistema foi o porta voz de uma paralisação no CBMERJ, a qual começaria com uma concentração na ALERJ.
No início eu trato das medidas adotadas pelo governo e que não foram adotadas no dia 03 JUN 2011, quando da invasão do QG do CBMERJ (vídeo).
Observem o diminuto grupo de Bombeiros Militares no local (05:00 minutos). Muitos dos presentes são inativos e familiares. As delegações que estariam vindo do Interior, citadas por mim no vídeo, nunca chegaram.


Os Bombeiros retornaram para as suas casas e a paralisação não aconteceu!
Pergunto:
Como o Cabo BM que não conseguiu fazer uma paralisação na sua própria corporação e no seu próprio estado, poderia ser o articulador de uma paralisação nacional?
Uma história fabricada, nem mais, nem menos.
Se vocês não acreditam em coelhinho da páscoa, mula sem cabeça, papai noel, etc,  não devem acreditar também nessa ficção.
Juntos Somos Fortes!

RIO: POVO FLUMINENSE SERÁ MARCADO COM FERRO EM BRASA COM AS INICIAIS "SC".

CONSTITUIÇÃO FEDERAL:
TÍTULO II
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
CAPÍTULO I
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(...)
II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
(...)
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
(...)
XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;
(...)
XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;
(...)
XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;
(...)
XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
(...)
LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos;
(...)
LXIII - o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado;
(...)
Comento:
Os PMs e BMS encarcerados ilegalmente nos "porões" de Bangu 1, ficaram INCOMUNICÁVEIS. Nós fomos encarcerados ilegalmente (contrariando o previsto em leis e decretos) no dia 10 FEV 2012 (sexta-feira). Eu só tive contato com meu advogado e com minha família no dia 14 FEV 2012 (terça-feira). Rasgaram a Constituição Federal.
Pergunto:
Quem está respondendo pelo encarceramento ilegal de PMs e BMs em Bangu 1?
Quem está respondendo pelo fato dos PMs e BMS terem sido mantidos incomunicáveis?
Será que já estão sendo processados criminalmente?
Será que já estão respondendo a um processo administrativo disciplinar (PAD) e correndo o risco de perder o emprego?
Enquanto isso, 13 Bombeiros Militares já foram expulsos do CBMERJ.
O Rio de Janeiro está se transformando em uma ditadura?
Um estado onde o poder político faz o que quer, rasgando a Constituição Federal, a Constituição Estadual, leis e decretos para agir contra os seus opositores e para proteger seus aliados?
Isso me revolta e deveria revoltar a todos nós.
Penso no que estamos nos transformando, nós, povo fluminense.
Será que viramos um bando de covardes que adora futebol, carnaval, praia, cerveja e churrasco?
Será que nos transformamos em gado, um gado marcado com as iniciais "SC"?
Eu não serei marcado!
E você?
Juntos Somos Fortes!