segunda-feira, 28 de março de 2011

GOVERNO SÉRGIO CABRAL - JOGO DOS BICHOS - FINALMENTE, OUVIRAM A NOSSA VOZ.

A Rede Globo (RJTV) acaba de noticiar que a Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou o combate ao jogo dos bichos, tendo sido presos mais de 200 apontadores só nesta segunda-feira.
Parabéns!
Finalmente, alguém ouviu o nosso clamor.
Conheça no jornal O Globo a Operação Aranha que já resultou em mais de 1.000 prisões (leia).
O processo não pode mais parar, caso contrário poderá dar a ideia de acordo.
E a Polícia Militar, continuará inerte?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

GOVERNO SÉRGIO CABRAL VIOLA OS DIREITOS DOS CONSUMIDORES, "VENDE" O QUE NÃO PODE FORNECER.

O sonho da cidadania plena ainda é um objetivo muito distante para quase a totalidade da população brasileira, tão distante quanto a construção de um verdadeiro estado de direito no Brasil, ambições que nunca se concretizarão enquanto o povo não tiver os seus direitos fundamentais atendidos pelos governos, sobretudo o direito à educação pública de qualidade.
O brasileiro acredita que vive em uma democracia pelo simples fato de votar regularmente, mas quase ninguém dispõe das ferramentas necessárias para cumprir a missão primordial para a construção de uma democracia verdadeira, ou seja, saber escolher em quem votar. Exercemos tão mal esse direito de escolher nossos representantes que raros são os brasileiros que conseguem se lembrar em que votaram nas últimas eleições.
Faça esse teste entre seus amigos e familiares, pergunte em quem votaram para presidente, governador, senador, deputados federal e estadual.
Você terá uma desagradável surpresa.
O brasileiro é um GRANDE TOLO metido a ESPERTO.
Apartados da cidadania, não cobramos os nossos direitos, dentre eles os direitos próprios do consumidor, no caso que destaco o consumidor dos serviços públicos, o patrocinador do Estado.
No Rio de Janeiro, o governo Sérgio Cabral "vende" para TODOS um produto que não pode entregar nem a 10% da população fluminense: as Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs ou Super GPAES.
Ele está em vias de inaugurar a décima-sétima UPP passando a atender algo ainda distante de 10% da população que mora em comunidades carentes, mas dá a entender que as UPPs são a panáceia que solucionará os problemas em todas as comunidades carentes.
Primeiro, as UPPs só evitam a presença armada dos traficantes, pois nem mesmo a venda de drogas elas conseguem evitar. Além disso, só tem servido para promoção de festinhas e de visitas para fazer propaganda governamental na mídia pautada.
Os TOLOS cidadãos fluminenses ficam sonhando com a chegada das UPPs na totalidade das comunidades carentes, sonho irrealizável, abanados pela imprensa chapa branca que sempre procura destacar que no local ainda não existe UPP quando ocorre um crime que se destaque. Ricardo Gama sofreu um atentado às 10:00 horas, em plena Copacabana, cercada de UPPs, mas ninguém destacou esse detalhe.
É impossível colocar 150 ou 200 Policiais Militares em cada comunidade carente do Rio de Janeiro, para que isso esteja sendo feito até o presente momento, muita coisa ruim está acontecendo na Polícia Militar:
- a recomposição do efetivo das ruas foi preterido;
- as portas da PMERJ foram abertas com uma ampla facilitação nos concursos de admissão para o Curso de Formação de Soldados;
- a demanda aumentou da fórmula maldita: selecionar os melhores dentre os piores;
- a formação foi duramente prejudicada;
- violação de direitos dos PMs, como ainda está ocorrendo com os alunos do Interior que passaram para atuarem em seus municípios, conforme o previsto no Edital do concurso de 2008 e que estão obrigados a trabalhar na Zona Sul do Rio (alguns gastam cerca de 8 horas no deslocamento casa-quartel) até hoje;
- os futuros Soldados são submetidos a condições precárias no CFAP, como ocorre atualmente em decorrência do grande número de alunos (eles estudam, se alimentam e dormem em condições ruins);
- as UPPs estão sendo instaladas sem a mínima infra-estrutura, algumas delas não possuem água potável e banheiro disponível para os PMs que atuam no interior das comunidades; etc.
Isso sem falar no fato de que a PMERJ está desrespeitando legislação estadual, considerando que para diminuir custos nos concursos, não está arcando com as despesas dos exames médicos, que deveriam estar sendo feitos na Corporação ou através de convênios, como determina a lei.
As UPPs são a bela viola por fora que por dentro está completamente estragada.
Além dos malefícios presentes, o preço que a PMERJ e a população pagará no futuro com esses PMs formados tal qual parafusos será gigantesco, uma geração deformada, pronta para prestar um mau serviço ao povo.
O governo Sérgio Cabral vende o que não pode entregar.
Código do Consumidor nele!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

GOVERNO SÉRGIO CABRAL: OBJETIVOS SALARIAIS IMEDIATOS DOS PMs e BMs.

Ninguém quer ficar o tempo todo confrontando com o governo Sérgio Cabral, queremos que as nossas aspirações mais urgentes no estado sejam atendidas, sendo os nossos objetivos salariais imediatos os seguintes:
1) Redução do número de parcelas do reajuste concedido pelo governo Sérgio Cabral em 48 vezes, pelo menos para 24 vezes, como ocorre com os delegados de Polícia Civil.
2) Fim do pagamento de todas as gratificações e do RioCard para poucos, incorporando valores decorrentes dessa economia, como salário para todos: ativos, inativos e pensionistas.
Simples.
Não existe nenhum absurdo, tudo é factível.
Enquanto isso continuaremos lutando pelo piso nacional (emenda aglutinativa 2/2010) em Brasília e pela PEC 24 (soldo Soldado = salário mínimo) no Rio.
Obviamente, a concessão de condições adequadas de trabalho também é nossa prioridade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CONCURSOS PARA OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR E DO CORPO DE BOMBEIROS - DOIS CASOS QUE A MÍDIA NÃO SE INTERESSOU.

Os concursos deste ano para os Cursos de Formação de Oficiais da PMERJ e do CBMERJ apresentaram dois casos intrigantes, os quais em condições normais de temperatura e pressão teriam provocado grande interesse da mídia fluminense, porém não foi isso que aconteceu com os órgãos que tiveram ciência.
Como espero que o Ministério Público investigue os casos, não citarei os nomes, apenas uma síntese dos fatos.
Concurso para o CFO/2011 - PMERJ.
Um familiar de um Coronel da Polícia Militar teria ficado reprovado no exame físico. Alegou um problema de lesão, entrou com recurso que foi deferido, mas nunca mais participou dos exames ao lado dos demais candidatos. Não constou na relação de aprovados no exame psicológico., mas surgiu como um dos aprovados no final do certame.
Concurso para o CFO/2011 - CBMERJ.
Um familiar de um Coronel da Polícia Militar passou no exame escrito, porém não teria se apresentado no horário marcado para o exame médico, sendo reprovado por falta pelo Oficial do Corpo de Bombeiros responsável, o que constou em ata. Coronel da PMERJ teria entrado no circuito. Oficial CBMERJ se nega a mudar a ata., quando chamado pelo comando do CBMERJ. A solução teria sido instaurar apuração para provar que familiar do Coronel PMERJ estava no local e ele segue no certame.
Casos interessantes que podem estar recheados de legalidade, porém que levantam alguma suspeição.
No passado, a mídia investigativa estaria revirando tudo para apurar.
Isso no passado...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

VAMOS LEVAR A NOSSA VOZ PARA O MUNDO – CAMPANHA.

Prezados leitores, parte da mídia fluminense demonstra que escolheu o lado do governo e não o lado da verdade, uma barreira que não estamos conseguindo ultrapassar, apesar da gravidade dos fatos que ocorrem no Rio de Janeiro na área da segurança pública, por exemplo.
Diante dessa cruel realidade estamos iniciando uma campanha para tentar vencer tal obstáculo e começaremos a encaminhar as nossas denúncias para organismos internacionais e para a mídia internacional, graças ao apoio de uma companheira que traduzirá os textos.
O nosso objetivo é que o mundo conheça através da voz dos Bombeiros e dos Policiais Militares as mazelas do Rio de Janeiro que pretende realizar uma Olimpíada e uma Copa do Mundo, apesar de tratar pessimamente seus Policiais e Bombeiros Militares.
Em consequência, solicitamos a colaboração de TODOS pedindo que encaminhem os endereços de emails de organismos internacionais e da mídia internacional para o email:
celprpaul@yahoo.com.br
A luta continua.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

JORNAL O POVO - MINHA OPINIÃO SOBRE A IDEIA DE BELTRAME DE VENDER OS QUARTÉIS DA PM.

Prezados leitores, o jornal O Povo do Rio publicou uma matéria sobre a ideia do secretário Beltrame de diminuir o tamanho dos quartéis da Polícia Militar:
“PM AUMENTA E QUARTEL DIMINUI”.
Eu fui entrevistado e publicaram algumas de minhas opiniões (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O RIO VIVE UM GRANDE MOMENTO DE ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA PROMOVIDO PELO GOVERNO.

As UPPs são um grande erro segundo a boa técnica policial, apesar disso seguem sendo implantadas pelo governo estadual. Enquanto uns apontam os objetivos eleitoreiros do governo Sérgio Cabral como motivação para a insistência no erro, outros alegam que os objetivos podem estar na área da especulação imobiliária, considerando que se ganhou muito dinheiro na Zona Sul e na Tijuca com a supervalorização dos imóveis.
O certo é que os dois resultados ocorrem com a implantação das UPPs, os Super GPAEs.
Outro dia eu conheci uma senhora que mora na comunidade da Mangueira e ela me perguntou se podia fazer algo para evitar os anúncios sobre a implantação de uma UPP na Mangueira, algo esperado em razão da proximidade com o Estádio do Maracanã, considerando a realização da Copa. Ela disse que basta surgir o boato para o preço dos aluguéis e dos imóveis subirem, ou seja, surge a especulação imobiliária.
Eu respondi que nada poderia fazer e que era melhor era procurar o Palácio Guanabara, respeitosamente.
SITE G1
Moradores do Rio protestam contra desapropriações na Zona Portuária
Projeto vai transformar o Morro da Providência em ponto turístico.

Famílias reclamam que querem melhorias para continuar na comunidade.
Moradores do Morro da Providência, na Gamboa, na Zona Portuária do Rio, fizeram um protesto no domingo (27). Eles não querem deixar as casas que vão ser demolidas para a realização do projeto da prefeitura Morar Carioca, que vai transformar a favela mais antiga do Rio num ponto turístico. Para isso, será necessário demolir algumas casas na região (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

UPPs UM EFEITO COLATERAL QUE TODO MUNDO SABE QUE ACONTECE.

JORNAL O DIA
Longe do sonho da UPP, moradores viram reféns
Jornal mostra o cotidiano de medo nas favelas da Coreia, Serrinha, Parada de Lucas e Vila Aliança, onde a pacificação está distante e a tirania dos traficantes resiste.
Apoiado num muro de concreto, o homem aponta o fuzil calibre 7.62 na direção da Avenida Brasil, uma das entradas da Favela de Parada de Lucas, na Zona Norte. Ele é um dos ‘soldados’ das quadrilhas que dominam quase mil favelas no estado, ditando regras, direitos e deveres a mais de 1,2 milhão de pessoas. O sonho das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), materializado a partir de dezembro de 2008 em 47 comunidades, ainda está distante para essa fatia da população. Nesses locais, a lei do mais forte ainda impera na ponta do fuzil.
Assistam as imagens (vídeo)
Ao longo da semana passada, vídeos mostraram a rotina dos que vivem sob o jugo de traficantes da Zona Oeste, em especial no Complexo da Coreia e comunidades vizinhas, em Senador Camará. Agora, filmagens e fotos de outras três comunidades — Vila Aliança, em Bangu; Morro da Serrinha, em Madureira; e Parada de Lucas —, entre maio do ano passado e fevereiro deste ano, revelam novos abusos contra o poder do Estado.
São regiões onde trabalhadores tentam criar seus filhos em meio a barricadas construídas com troncos de árvore e concreto nas ruas. Onde as cracolândias e suas mazelas se proliferam. E, dentro de territórios restritos, onde o comércio de maconha, cocaína e crack é feito aos gritos, em autênticas feiras-livres, sob a proteção de máquinas de guerra.
As imagens chocam ainda mais pela forma com que moradores têm que encarar o cotidiano de horror. A cena de bandidos armados sentados na porta de um bar lotado de caça-níqueis revela um pouco dessa intimidade forçada. “Nem olho. Ando sempre de cabeça baixa”, diz, resignada, uma moradora da Vila Aliança.
Os traficantes flagrados controlam comunidades dominadas ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Mas, para quem é obrigado a viver sob as ordens deles, não há qualquer distinção. “Eles estupram e matam os outros sem piedade”, lamenta um senhor que vive na Coreia.
Enquanto uma solução — seja ela através de uma UPP ou de outra ação do Estado — não se concretiza, os reféns do medo são obrigados a continuar se escondendo, baixando a cabeça e pedindo para jamais terem seus nomes revelados em reportagens.
Munido de fuzil, o filho do antigo chefão
As imagens do armamento ostensivo em Parada de Lucas remetem ao passado. Com um fuzil modelo G3 nas mãos, Rômulo Oliveira da Silva, o Furacão, de 18 anos, é filho do principal chefe do tráfico da história da comunidade e um dos fundadores da facção Terceiro Comando, José Roberto da Silva Filho, o Robertinho de Lucas.
Em novembro, Rômulo foi preso pela PM com uma pistola. Na semana seguinte, porém, ganhou a liberdade e nada ficou provado contra ele. Mas a foto obtida por revela o poder do homem que hoje já é considerado braço direito de Ronaldo Rocha Dias da Silva, o Tiãozinho, atual chefão do ‘território’ que já foi de seu pai.
COMENTO:
Eu sou a única voz dissonante no Rio do fabuloso sucesso midiático das UPPs e luto entrincheirado contra elas pelo fato do estado não possuir uma POLÍTICA de segurança pública, o Rio tem no máximo táticas, sendo a mais usada o "tiro, porrada e bomba" que continua sendo empregado rotineiramente em 95% das comunidades carentes do Rio de Janeiro.
Sou favorável e sempre escrevi que a solução para as comunidades carentes seria a ocupação e a aplicação do policiamento ostensivo, isso bem antes das UPPs, mas discordo frontalmente do modo como isso é feito.
Ocupar uma comunidade pela Estado sem impor a LEGALIDADE (nas UPPs os ilícitos continuam funcionando) e sem prender os criminosos que atuam nela (Tática de Transferência de Traficantes) é algo inadimissível e que só é aceito por uma mídia parcial que apoia o governo em todas as ações e transforma tal catástrofe em um conjunto de festas (bailinhos, cinema, distribuição de lanches, distribuição de presentes natalinos, etc).
O povo está sendo enganado por essa parte da imprensa, que presta um serviço de péssima qualidade para a população, dando sustentáculo a uma grande farsa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A DITADUTA ACABOU, MAS NÃO AVISARAM À POLÍCIA MILITAR.

BLOG RVCHUDO
sábado, 26 de março de 2011
A ditadura acabou, mas não avisaram à Polícia militar.

Direitos Humanos e Preceitos Constitucionais aplicados ao Policial Militar
O processo de formação deve abranger conhecimentos de ordem jurídica, social, psicológica, e de expertises inerentes à atividade policial, a Matriz Curricular Nacional (MCN) foi elaborada visando a atender as necessidades da atividade policial cotidiana, sendo constituída de seis áreas de estudos que são: missão do policial, técnica policial, cultura jurídica, saúde do policial, eficácia pessoal, linguagem e informação. Em uma sociedade democrática a tendência é que a formação do policial seja voltada para prevenção dos delitos, para resolução de problemas e garantia dos direitos humanos.
No Brasil, a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, recepcionou uma gama de direitos e garantias fundamentais do cidadão. Os organismos policiais em uma sociedade democrática devem estar preparados para garantirem e respeitarem os direitos individuais e coletivos dos cidadãos.
Cidadania – diante das demandas de cidadania impulsionadas pelo cenário de mudanças em que vive a sociedade brasileira, o melhor parâmetro para as ações são os princípios contidos na Constituição de 1988.Nela se encontram os direitos e deveres estabelecidos pela relação sociedade civil e Estado que a nação deverá seguir.
Caberá ao profissional da área de segurança do cidadão conhecer esses direitos e deveres, para que a aplicação da lei e o uso de meios coercitivos não ampliem as desigualdades no plano social.
O que se observa a partir dos relatos é que os policiais são formados como recrutas do Exército. A discussão central, percebida na fala dos entrevistados, é o desvio de finalidade do curso. Pode-se inferir que o CFAP não forma profissionais para interagir com a sociedade em seus vários seguimentos. A percepção que se tem é de que a Polícia Militar prioriza a quantidade, em detrimento da qualidade.
Parece que os recrutas são peças de reposição para preencher e ocultar os óbices organizacionais, como a contratação de funcionários para a realização da manutenção das unidades operacionais. Nesse sentido, há de se refletir a respeito de uma mudança cultural para recolocar a figura do policial em um patamar adequado.
Torna-se nítida a falta de investimento por parte da Polícia Militar do Rio de Janeiro no CFAP e em unidades operacionais que realizaram curso de formação. A manutenção das instalações é realizada pelos alunos: instalação, reparos, serviços gerais. As aulas de informática são ministradas no quadro negro, pois faltavam computadores, já nas instruções de tiro, não havia munições.
A falta de investimento em infra-estrutura para realização de cursos de formação de soldados, tanto no CFAP quanto em unidades operacionais, perpassando pela necessidade de melhor capacitar o instrutor para o ensino na instituição. Essa percepção pode ser mais bem ilustrada levando-se em consideração o resultado de uma pesquisa desenvolvida pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, na qual ficou patenteado que a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro não realiza um planejamento financeiro e orçamentário adequado. As prioridades são estabelecidas ao sabor dos acontecimentos, a formação dos soldados não é uma prioridade para PMERJ.
*dentro dessa pesquisa foram ouvidos vários alunos de curso de formação de soldado, e grupos com alguma experiência, sobre democracia e direitos humanos. As respostas apontam para um conhecimento considerável quanto ao trato com a população e até mesmo com o marginal da Lei, porém, em nenhum momento apontou para como o policial militar está incluído nesse contexto. Alguns em sua narrativa até mostram conhecimento de Direitos Humanos, mas ficam confusos quando comparados ao tratamento da caserna.
Fonte: O Desafio da Formação do Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro: Utopia ou Realidade Possível?
DISSERTAÇÃO APRESENTADA À ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
MÁRCIO PEREIRA BASÍLIO
A ditadura acabou, mas não avisaram a polícia militar.
Pelo exposto acima, se faz necessário a implementação dos estudos relacionados a Direitos Humanos e Direitos e Deveres Individuais e coletivos, pois, sem ele, fica servil da ignorância e dos abusos de poder.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR: POR FAVOR, ME AJUDEM A ENTENDER ESSA PUBLICAÇÃO.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
ATO DO COMANDANTE GERAL
O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,
DECIDE:
Art. 1º - Autorizar que as Unidades Operacionais e Unidades Operacionais Especiais classifiquem:
I - no exercício das funções de Relações Públicas, Sargentos PM possuidores de Curso Regular de Formação de Sargentos e detentores de perfil profissional que permita desenvolver atividades relacionadas ao processo de comunicação social;
II - no exercício das funções de Aprovisionador, Subtenentes PM ou 1º Sargentos PM possuidores dos Cursos Regulares de Formação e de Aperfeiçoamento de Sargentos e detentores de perfil profissional que permita desenvolver as atividades inerentes à gestão do aprovisionamento; e
III - no exercício das funções de Ajudante-Secretário, Subtenentes PM ou 1º Sargentos PM possuidores dos Cursos Regulares de Formação e de Aperfeiçoamento de Sargentos e detentores de perfil profissional específico para o exercício das funções de secretariado.
Art. 2º - Para o exercício das funções citadas neste ato, os graduados deverão estar classificados, no mínimo, no comportamento ótimo, e não estar enquadrados nos seguintes casos:
I - denunciado em processo crime, enquanto a sentença final não houver transitado em julgado ou cumprindo sentença criminal, com exceção dos casos de delito de trânsito;
II - condenado a pena de suspensão do exercício de função, prevista no Código Penal Militar, durante o prazo dessa suspensão; e
III - submetido a Processo Administrativo Disciplinar.
Art. 3º - Este ato entrará em vigor na data de sua publicação.
Rio de Janeiro, 25 de março de 2011.
MARIO SERGIO DE BRITO DUARTE – CEL PM
COMANDANTE GERAL
(Nota Bol PM nº 0274 - 25-03-2011)
PERGUNTO:
Por que a determinação é restrita às Unidades Operacionais e às Unidades Operacionais Especiais?
Caso a ideia fosse valorizar os Subtenentes e os Sargentos penso que a determinação seria para todas as OPMs.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O ASSÉDIO MORAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

BLOG RVCHUDO
http://rvchudo.blogspot.com
domingo, 27 de março de 2011
O Assédio Moral na Administração Pública

O assédio moral não é um assunto novo. Na realidade, trata-se de um tema tão antigo quanto as próprias relações de trabalho.
Não há diferenças significativas na ação de assediadores nos universos público e privado. Porém, em virtude da natureza do serviço público, o assédio se torna mais grave, pelo fato de que na administração pública não existe uma relação patronal direta e sim uma hierarquia que deve ser respeitada.
A relação patronal no serviço público reside no dever do agente público tratar com respeito, decoro e urbanidade todo e qualquer cidadão. Este é o verdadeiro “patrão”, que custeia a remuneração do agente público por meio do pagamento de tributos.
Na relação de trabalho, o agente público está sujeito ao princípio da hierarquia, constituída principalmente para estabelecer um grau de responsabilização e ordem, objetivando que o serviço público alcance seu objetivo maior, que é o bem comum.
O que realmente é assédio moral na relação de trabalho?
Resumindo trata-se, portanto, da exposição do servidor a situações humilhantes e constrangedoras, recorrentes e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções. Essa exposição à tirania é mais freqüente em relações hierárquicas autoritárias, nas quais predominam condutas negativas, atos desumanos de longa duração, exercidos por um ou mais chefes contra os subordinados, ocasionando a desestabilização da vítima com o ambiente de trabalho e a organização.
A vítima é isolada do grupo sem explicação, passando a ser ridicularizada, inferiorizada e desacreditada diante de seus colegas. Estes, por medo, vergonha, competitividade ou individualismo, rompem os laços afetivos com a vítima e, muitas vezes, acabam reproduzindo ações e atos do agressor, instaurando um “pacto de tolerância e de silêncio coletivo”, enquanto a vítima vai se degradando e se enfraquecendo.
Esta humilhação repetitiva acaba interferindo na vida do humilhado, gerando sérios distúrbios para a sua saúde física e mental e podendo evoluir para a própria incapacidade para o trabalho, a aposentadoria precoce e a morte.
Em síntese o assédio moral é uma perseguição continuada, cruel, humilhante e covarde desencadeada, normalmente, por um sujeito perverso, tanto vertical quanto horizontalmente, que intenciona afastar a vítima do trabalho, mesmo que para isso tenha que degradar sua saúde.
A Hierarquia no serviço público
Hierarquia “é o princípio da administração pública que distribui as funções dos seus órgãos, ordenando e revendo a atuação de seus agentes e ainda estabelece a relação de subordinação entre os servidores do seu quadro de pessoal” (Direito Admi-nistrativo Brasileiro, Hely Lopes Meireles, pg. 127, ed. 2003).
Portanto, o servidor somente tem a condição de subordinado em relação ao princípio orientador da hierarquia entre a instituição e a função, e não porque é agente de menor ou maior capacidade do que o funcionário numa função acima da sua. A distribuição dessa hierarquia é questão de organização da Administração Pública e
também modo de operação dos atos e não uma divisão de castas de pessoas ou funções. Na Administração Pública, o funcionário dos serviços gerais tem a mesma importância que um chefe de gabinete e, dentro de sua categoria, é igual hierarquicamente a outros. Suas funções são diferenciadas apenas por questões de organização, mas sua importância é a mesma dentro do quadro do funcionalismo.
Desse modo, um chefe de gabinete que comete assédio contra um funcionário de serviços gerais, por exemplo, deve responder pelo ato que praticar. É evidente que a responsabilidade será sempre da administração pública, pois responde por lesões morais o órgão que não coibir atos de assédio moral contra qualquer um de seus agentes. No entanto, o agente responderá frente à administração pública em ação regressiva.
Não se pode admitir um funcionário de grau hierárquico maior prejudicar toda uma administração, todo um bem elaborado sistema de controle do trabalho, simplesmente por querer humilhar seus subordinados.
Conclui-se que a hierarquia não significa superioridade de cargo ou pessoal, e sim de função dentro da organização estatal.
Há como impedir o ato de assédio moral?
Não há uma maneira eficaz de se impedir o assédio moral. Porém, é essencial que o ato seja punido de maneira exemplar, por meio da abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e de processo por desvio de conduta ética, com a conseqüente exoneração do cargo e a aplicação das demais sanções impostas pelo ordenamento disciplinar e ético.
É de nosso entendimento que, em conformidade com o Código de Ética do Servidor Público, os desvios de conduta ética envolvendo o assédio moral atualmente são melhor tratados junto a ética pública do que em procedimentos disciplinares, sendo que nada impede que os dois coexistam. A Ética é uma nova esfera dentro do Direito Administrativo, não concorrendo com a esfera Disciplinar, assim como a esfera Civil não concorre com a esfera Penal.
A Administração Pública tem o compromisso de apurar, sempre que necessário, qualquer indício de participação de servidor em atividades que atentem contra a ética no serviço público, devendo responder prontamente a incidentes que envolvam seus servidores, uma vez que nem todas as ocorrências apresentam lesividade efetiva à regularidade do serviço, dano ao erário ou comprometimento real de princípios que regem a Administração.
O principal objeto do Direito Administrativo Disciplinar e do Código de Ética do Servidor Público não é necessariamente punir, mas corrigir os ilícitos e a conduta do servidor.
Tratando o assédio moral na ética PÚBLICA
Como já vimos, o assédio moral é em essência um desvio de conduta ética e deve ser tratado como tal.
Considerando como balizador o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, instituído pelo Decreto nº 1.171/1994, podemos definir em quais desvios o assediador se enquadra.
Tomemos como exemplo:
Das vedações ao Servidor Público
f) permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores;
Neste inciso o legislador contempla em sua totalidade o assédio moral, na ascendente e descendente do plano vertical e em sua totalidade no campo horizontal. As proibições revelam a maioria das iniqüidades praticadas pelo assediador moral contra sua vítima.
Prevenção
Agora, há sim como prevenir tais atos, aplicando ações mais intrínsecas e eficazes na educação ou reeducação ética e profissional do agente público, incuntindo-lhe o respeito aos seus pares e principalmente ao cidadão.
É certo que a virtude moral é decorrente do hábito e não da natureza do ser humano. O exercício contumaz da virtude moral arraigará no homem o seu espectro, posto que o hábito não modifica a natureza. É a natureza que nos dá a capacidade de receber as virtudes, e o hábito aperfeiçoa esta capacidade. Portanto, a prática da virtude moral, que conduz o homem à verdadeira felicidade, não nasce com ele, sendo construída a partir de condutas positivas reiteradas.
Ações do Gestor público
O gestor público poderá utilizar as medidas necessárias para prevenir o assédio moral, tais como:
• Planejamento e organização do trabalho;
• Levar em consideração a autodeterminação de cada servidor e possibilitar o exercício de sua responsabilidade funcional e profissional;
• Assegurar ao servidor oportunidade de contato com os superiores hierárquicos e outros servidores, ligando tarefas individuais de trabalho e oferecendo a ele informações sobre exigências do serviço e resultados;
• Garantir a dignidade do servidor;
• Evitar o trabalho pouco diversificado e repetitivo, protegendo o servidor no caso de variação do ritmo de trabalho;
• As condições de trabalho deverão garantir ao servidor oportunidades de desenvolvimento funcional e profissional no serviço;
• Desenvolvimento de ações objetivando a disseminação de normas éticas e disciplinares.
O gestor público tem o dever de zelar por um bom ambiente de trabalho, coibindo e punindo casos de assédio moral. Ele não pode compactuar com expedientes odiosos, devendo aplicar seu poder disciplinar sobre seus subordinados, para restabelecer a ordem no ambiente de trabalho.
Ele jamais poderá deixar de observar que assédio moral é toda ação, gesto ou palavra, praticada de forma repetitiva por agente, servidor, empregado, ou qualquer pessoa que, abusando da autoridade que lhe confere suas funções, tenha por objetivo ou efeito atingir a auto-estima e a autodeterminação do servidor, com danos à sua saúde, ao ambiente de trabalho, ao serviço prestado ao público e ao próprio usuário, bem como à evolução da carreira e da estabilidade funcional do servidor.
É essencial que o gestor abstenha-se de:
• Determinar a realização de atribuições estranhas ou de atividades incompatíveis com o cargo que ocupa, ou em condições e prazos inexeqüíveis;
• Designar para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas, especializadas, ou aquelas que exijam treinamento e conhecimento específicos;
• Apropriar-se do crédito de idéias, propostas, projetos ou de qualquer trabalho de outrem;
Em tempo, também é considerado assédio moral as ações, gestos e palavras que impliquem:
• No desprezo, ignorância ou humilhação do servidor, que o isolem de seus superiores hierárquicos e de outros servidores, sujeitando-os a receber informações, atribuições, tarefas ou outras atividades somente por meio de terceiros;
• Na sonegação de informações que sejam necessárias ao desempenho das funções ou úteis à vida funcional do servidor;
• Na divulgação de rumores e comentários maliciosos, bem como na prática de críticas reiteradas ou na subestimação de esforços que atinjam a dignidade do servidor;
• Na exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos, em prejuízo de seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Paulo Roberto Martinez Lopes
Autor do Livro: Ética, assédio moral e assédio sexual na Administração Pública
22 de Janeiro de 2009
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

NOSSO BLOG: A VOZ DOS LEITORES.

- Eu, Major BM estou há quatro anos e quatro meses sem trabalhar! Na Geladeira ou, como se diz no Corpo de Bombeiros, na varanda, por ordem do Comandante Geral. Nenhuma função, nenhum cargo, ou missão. Todo esse tempo em casa, recebendo e contando tempo para a Reserva remunerada, a qual já pedi e ainda serei promovido ao passar para a reserva. Isso é um caso de improbidade administrativa. Lembro que a palavra improbidade significa desonestidade, falta de retidão de caráter.
GMG
- Professor, boa tarde, agradeço pelas informações sobre Ricardo Gama, blogueiro que acompanho e gosto muito. Infelizmente com a imprensa covarde que temos hoje as notícias não chegam a nós. Vi pelo vídeo um cartaz escrito "crime político" e concordo, será que vamos ficar sem saber sobre investigações? Será que ninguém de Brasília terá coragem de cobrar explicações? Abraços.
Migalha
- Cel Paúl o senhor sabia que a ordem agora é deixar as macas das ambulâncias do CBMERJ dentro dos hospitais em que os pacientes são levados e a equipe é obrigada a ficar lá até que a maca seja liberada, isso tudo é por causa da superlotação que estão correndo nos hospitais, os profissionais de saúde do CBMERJ estão sendo castigados!
Anônimo
- Boa noite queria uma explicação por que nem todos os policiais da UPP/Andaraí ganharam a gratificação da redução de criminalidade, ninguém da uma satisfação pra nós os comandantes dizem que não sabem de nada e nem quando vai sair RioCard, nós não temos e isso faz muita falta sem contar na gratificação da UPP, que não tem data certa pra sair, isto está uma pouca vergonha e uma falta de respeito conosco que estamos trabalhando e dando nossas vidas para defender a sociedade, tínhamos que receber o mínimo de respeito para fazer um trabalho decente para a sociedade. Um abraço.
Anônimo
- A voz da internet não pode e não será calada. A imprensa que se cala é a mesma que reclama contra a regulamentação e controle dos meios de comunicação.Não há porque se preocupar,pois o poder econômico e político já enquadrou e controla a imprensa e a informação,vejam o Rio de Janeiro.A imprensa livre se vendeu;só a internet ainda sobrevive.Encerro dizendo que a policia federal e o MP deveriam tomar as rédeas das investigações sobre o atentado ao nobre Ricardo Gama.
Elias
- O Governador só vive proibindo tudo e cometendo atos inconstitucionais. Restringe constantemente o direito de ir e vir do cidadão e principalmente do policial militar, restringe a liberdade de expressão, direito de greve e afins. É um ditador no estado.
Anônimo
- O nome desse "anestésico" é CORRUPÇÃO.
Anônimo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PREZADOS LEITORES, BOM DIA!

"QUANTO MAIS NOS ELEVAMOS,
MENORES PARECEMOS AOS OLHOS DAQUELES
QUE NÃO SABEM VOAR"
(Friedrich Nietzsche)

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 27 de março de 2011

GOVERNO SÉRGIO CABRAL: O ATENTADO CONTRA RICARDO GAMA E A SEGURANÇA DE TODOS NÓS.

Os nossos leitores habituais sabem que considero a minha segurança pessoal uma responsabilidade direta do governo Sérgio Cabral, escrevi sobre isso algumas vezes nesse espaço democrático e com mais ênfase logo após Mário Sérgio ter fragilizado ainda mais essa situação. Infelizmente, não posso contratar seguranças pessoais, comprar carros blindados ou circular em helicópteros, sou um Coronel de Polícia que ganha menos que um Capitão de Polícia do Distrito Federal.
Obviamente, o governo Sérgio Cabral é tão responsável pela minha segurança, quanto pela segurança de cada um de nós, cidadãos fluminenses, pois esse é o seu DEVER e nosso DIREITO. Todavia, existem alguns aspectos que me tornam uma possível vítima:
1) Sou o Oficial da PMERJ que mais tempo atuou na área correcional combatendo a banda podre institucional, cerca de dez anos.
2) Chefiei a 1ª DPJM por quase três anos e por igual período exerci a função de Corregedor Interno, sendo o Coronel que por mais tempo exerceu a amarga missão.
3) Há três anos possuo um blog onde crítico diariamente todos os erros do governo estadual, além de apresentar várias denúncias, principalmente na área da segurança pública. Além do blog, atuo efetivamente nas redes sociais (twitter, facebook e orkut) com idêntico objetivo.
4) Embora tenha sido aposentado compulsoriamente pelo governo Sérgio Cabral, continuo atuando na linha de frente e rotineiramente apresento denúncias formalmente ao Ministério Público e em outros órgãos.
5) Organizo e participo de atos públicos cívicos e ordeiros por todo estado do Rio de Janeiro, sendo a maioria deles contra os desmandos governamentais.
Em síntese, desafetos não me faltam, assim sendo, ratifico que a minha segurança pessoal é responsabilidade do governo Sérgio Cabral. A responsabilidade sobre a segurança pessoal dos meus entes queridos essa é responsabilidade direta do governador Sérgio Cabral. Escrito isso vamos tratar do problema do momento: a segurança do nosso amigo Ricardo Gama.
Nosso blogueiro foi vítima de um atentado covarde ocorrido no dia 23 MAR 2011, às 10:00 horas, no bairro mais policiado do Rio de Janeiro, o bairro de Copacabana, onde existem UPPs, dois batalhões da Polícia Militar e duas delegacias da Polícia Civil. Se isso ocorreu em Copacabana, imaginem o que pode ocorrer nos bairros da Zona Norte, da Zona Oeste, da Baixada Fluminense, da Grande Niterói, do Interior, etc.
Isso significa que o Rio de Janeiro ainda não possui nem mesmo um simples esboço para construir uma política de estado na área da segurança pública e que as pessoas ameaçadas precisam de uma atenção especial.
Ricardo Gama sobreviveu, logo deixará o hospital e retornará a sua vida normal ou quase normal, pois precisará por muito tempo de segurança especial durante 24:00 horas, diariamente, sobretudo enquanto a Polícia Civil do governo Sérgio Cabral não conseguir entregar ao poder judiciário o(s) responsável (eis).
Espero que o governo Sérgio Cabral esteja pensando no esquema de segurança que montará para o nosso amigo Ricardo Gama e familiares, aliás, espero que esteja preocupando com a segurança dele inclusive enquanto estiver internado.
Nós vamos continuar lutando, denunciando e cobrando do governo.
Temos dois atos programados contra a violência no Rio de Janeiro.
- Dia 30 MAR 2011, às 19:00 horas, em Copacabana (Bairro Peixoto).
- Dia 01 ABR 2011, às 17:00 horas, em frente ao Palácio Guanabara (Laranjeiras).
Participem e divulguem.
A luta continua.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

AS UPPs NA MÃO DA BANDA PODRE.

As Unidades de Polícia Pacificadora vivem o início do seu ocaso, embora a mídia fluminense ainda festejará cada nova UPP a ser inaugurada.
A explicação é muito fácil tendo em vista que nada implantado de forma tão amadora, tão atabalhoada e completamente voltada para atender apenas interesses eleitoreiros, resiste a um adversário terrível: o tempo.
Incontáveis projetos nasceram e morreram sob a batuta política, todos apartados da boa técnica como as UPPs.
As UPPs podem ser comparadas a um arranha-céu que está sendo construído sem os alicerces primários, portanto, a tendência é ruir por completo, a qualquer momento. A cada novo andar, os problemas aumentarão e o risco de desabamento será cada vez maior, apesar do apoio midiático.
O desmanche é uma questão de tempo, mas ele pode sofrer um processo de aceleração, um terremoto que fará as frágeis paredes caírem rapidamente: a banda podre.
Uma UPP nas mãos da banda podre poderá ocasionar um escândalo tão grande que os Super GPAEs tenham a vida abreviada.
Tal possibilidade é real, cabe ao governo estadual estabelecer mecanismos de controle interno especialmente voltados para os Oficiais e os Praças que atuam nas UPPs, isso se quer dar alguma sobrevida a esse equívoco.
Os boatos circulam rapidamente e a Polícia Militar deve acreditar em todos e investigá-los seriamente, melhor pecar por excesso do que ver a Polícia Federal prendendo PMs que atuam em UPPs.
Basta um Capitão de Polícia da banda podre assumir uma UPP para ele enriquecer da noite para o dia, pois as fontes de recursos são enormes (gatonet, transporte clandestino, venda de gás, tráfico de drogas, etc). Isso sem falar nas ações aparentemente legais, como a compra e a venda de imóveis na comunidade, assim como, a implantação de comércios.
Em apertada síntese, uma UPP na mão da banda podre virá uma milícia, simples.
Providências precisam ser urgentes e eficazes.
Olho vivo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

AS DENÚNCIAS E A IMPRENSA DO RIO DE JANEIRO.

Eu já perdi a conta das denúncias que recebi e que encaminhei para a Polícia Militar, o Ministério Público e para a mídia investigativa.
A grande maioria vira tiro na água, como na brincadeira de batalha naval, pois as investigações não acontecem ou não passam dos primeiros passos.
Os órgãos de imprensa do Rio de Janeiro parecem anestesiados contra tudo que possa significar notícia ruim para o governo Sérgio Cabral, o freio de mão está puxado.
Na esperança de encontrar alguém mais resistente a esses anestésicos, dou uma sugestão, após a abertura das portas da Polícia Militar:
Uma reportagem investigativa no CFAP seria bem-vinda pelos alunos do Curso de Formação de Soldados. Eles reclamam do pagamento dos exames médicos (concurso), dos alojamentos, da comida servida, das salas de aula sem janelas, da demora no recebimento dos salários, entre outras coisas.
Procurem os residentes, os PMs que moram no interior e conheçam os sacrifícios que eles enfrentam.
Não custa conferir para entender o motivo de estar escrito nos quartéis da PMERJ:
O Policial Militar é o patrimônio da Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR: CONCURSO PARA O CFO/2011 – EXONERADO CHEFE DO CENTRO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PRAÇAS.

O concurso para o Curso de Formação de Oficiais/2011 apresentou uma série de problemas e denúncias, algumas delas eu encaminhei para o Ministério Público.
Os candidatos excedentes têm feito graves denúncias que alguns jornalistas estão investigando.
A exoneração do chefe do Centro de Recrutamento e Seleção de Praças, responsável pelo concurso, não causou surpresa para ninguém. Como costume na gestão da modernidade, ele caiu para cima.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A MALDITA BANDA PODRE DAS POLÍCIAS BRASILEIRAS.

O ESTADO DE SÃO PAULO
PF prende 8 policiais rodoviários acusados de corrupção no Rio

Um dos procurados já havia morrido e outro segue foragido; agentes da PRF teriam extorquido empresários
25 de março de 2011
Solange Spigliatti e Priscila Trindade - Central de Notícias
SÃO PAULO - Subiu para oito o número de pessoas que foram presas na manhã desta sexta-feira, 25, durante a operação da Polícia Federal deflagrada para combater a corrupção de policiais rodoviários federais responsáveis pela fiscalização na BR-101 Sul (Rio-Santos). Eles são acusados por extorsão de empresários que circulavam pela Costa Verde fluminense (leiam).
O GLOBO
Transporte alternativo
Máfia das vans: mais de 300 PMs sob suspeita

RIO - A recusa a pagar R$ 70 de taxa de segurança custou R$ 28 mil de prejuízo ao ex-bancário X., de 38 anos. O valor perdido é referente ao financiamento de uma van, que ele havia comprado para garantir a subsistência da família. X. não sabia que, para trabalhar em Campo Grande, na Zona Oeste, teria que pagar "pedágio" a PMs ligados a uma milícia da região. Por duas vezes, ele se negou a entregar a quantia exigida até que, numa madrugada de outubro passado, teve a van queimada na Estrada de Cabuçu. Cinco meses depois, os responsáveis pelo crime sequer foram identificados, revela reportagem de Sérgio Ramalho, publicada na edição do Globo deste domingo (leia).
COMENTO:
As bandas podres das polícias do Rio de Janeiro avançam e cada vez ampliam mais as suas atividades, diante de um governo que praticamente não as reprime. na verdade, a ação repressora desse câncer é quase exclusiva da Polícia Federal que a cada operação prende vários policiais do nosso estado.
Pior que a realidade atual é a falta de qualquer perspectiva de melhoria para o futuro, considerando que o governo Sérgio Cabral não investe na área do controle interno das polícias. A situação é tão grave em termos de falta de compromisso com essa atividade imprescindível que logo após assumir a cadeira 01 da Polícia Militar, a primeira ação de Mário Sérgio foi enfraquecer a Corregedoria Interna.
Caro leitor, pode anotar:
- Logo a Polícia Federal desencadeará nova operação no Rio e prenderá vários policiais fluminenses.
Como eu sei?
Não sei! Isso é apenas um palpite.
Quer apostar?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO DE JANEIRO: ATO CONTRA PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE

Sindsprev/RJ convoca categoria para grande ato no dia 7 de abril contra a privatização da Saúde
25/03/2011
Por Olyntho Contente
Da Redação do Sindsprev/RJ
O dia 7 de abril será um marco na luta contra a privatização da Saúde e em defesa do SUS. Haverá protestos em todos os estados, convocados pelas entidades que formam o Fórum Nacional Contra a Privatização da Saúde e em Defesa do SUS, entre elas o Sindsprev/RJ.
Para o Rio de Janeiro está programado um grande ato, em frente ao prédio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), na Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro da Cidade. A concentração está marcada para as 11 horas. A manifestação contará com a participação de servidores federais, estaduais e municipais, profissionais de saúde concursados da Fundação Escola de Serviço Público, usuários, dirigentes dos sindicatos do setor, de conselhos profissionais e de conselheiros de saúde, além de representantes de outras categorias.
Impedir a privatização
A diretora do Sindsprev/RJ, Denise Nascimento, lembra que a política de privatização do Sistema Único de Saúde (SUS) vem se ampliando, com o aumento das terceirizações em vários estados e com a entrega de hospitais e postos de saúde para as chamadas Organizações Sociais (OS). Estas nada mais são que grupos privados que recebem as unidades, com funcionários e equipamentos, sem pagar nada por isto, pelo contrário, serão remuneradas com dinheiro público para administrar os hospitais (leia-se, lucrar com eles). Serão também recursos públicos que financiarão toda a estrutura de funcionamento das unidades.
Além disto, novos profissionais poderão ser contratados pelas OS, através da CLT, sem concurso público, significando o início do fim da contratação de servidores estatutários e da estabilidade. Como visam somente o lucro, a médio prazo as OS passarão a cobrar pelo serviço prestado, pondo fim à gratuidade como já acontece em São Paulo. Lá o governo Geraldo Alckim aprovou na Assembléia Legislativa do Estado (Alesp), em dezembro último, lei permitindo que fossem cobrados 25% dos exames de alta complexidade feitos pela rede pública.
Privatização federal, estadual e municipal
A privatização dos hospitais e postos de saúde é uma política dos governos Dilma (PT), Cabral (PMDB) e Eduardo Paes (PMDB). Cabral e Eduardo Paes através da entrega das unidades a Organizações Sociais (OS) e outros tipos de terceirização e Dilma, com a utilização da MP 520, editada em 31 de dezembro, último dia de mandato do governo Lula.
A MP 520 cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. (EBSERH) com o objetivo imediato de assumir a gestão de hospitais universitários, podendo fazer o mesmo com as demais unidades federais. Através da EBSERH poderão ser contratados funcionários sem concurso e regidos pela CLT. O 16º artigo da MP autoriza a EBSERH “a patrocinar entidade fechada de previdência privada, nos termos da legislação vigente”.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PREZADOS LEITORES, BOM DIA!

"OS HOMENS DE CARÁTER FIRME SÃO
AS COLUNAS MESTRAS DA SOCIEDADE
A QUE PERTENCEM"
(Ralph Waldo Emerson)

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 26 de março de 2011

RICARDO GAMA - APOIO - CHARGE - CLOVIS LIMA.

O atentado contra o blogueiro Ricardo Gama está sendo investigado pela Polícia Civil do governo Sérgio Cabral, mas uma coisa é certa, o objetivo do ato criminoso: calar uma voz que usa a internet como meio para divulgar denúncias, sobretudo sobre a vida política no país e principalmente, no Rio de Janeiro.
Não resta dúvida, a voz de Ricardo Gama é uma ferramenta democrática e isso incomoda muitos que pretendem implantar por completo a cleptocracia no Brasil.
Ricardo Gama tem recebido apoio de todos os que lutam pelas causas justas.
Conheçam e divulguem a charge feita por Clovis Lima (charge).
Não esqueçam de divulgar também o ato "Não Toquem em Blogueiros", no qual defenderemos a liberdade de expressão e a independência da mídia.
Data: 30 MAR 2011.
Horário: 19:00 horas.
Local: Bairro Peixoto (Copacabana) - Praça.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

NINGUÉM SERÁ OBRIGADO A FAZER OU DEIXAR DE FAZER ALGUMA COISA SENÃO EM VIRTUDE DE LEI - RICARDO OSCAR VILETE CHUDO

http://rvchudo.blogspot.com/
Art. 5º C.F./88
II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
Com esse titulo inicio meu comentário sobre nosso ato de protesto contra o atentado sofrido pelo blogueiro Ricardo Gama, realizado em frente ao Palácio Guanabara, hoje, 25 de março. Como sempre fazemos em atos contra violência e descaso que gerem mortes, colocamos tiras de papel celofane vermelho ao redor das arvores, simbolizando um corredor de sangue. Tal simulação do corredor de sangue foi feita em outro ato em frente à sede do governo estadual, em 19 de janeiro deste ano, em protesto contra o descaso que provocou grande número de mortes na região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, Tsunami do descaso, onde não houve repressão ao citado corredor.
Na manifestação de hoje, fomos surpreendidos com a grande quantidade de Oficiais PMERJ, inclusive Oficiais Superiores, os quais, por determinação do Governador, proibiram a montagem do corredor de sangue, com referencia a duas Leis, uma Municipal (Nº 3.764 de 03 de junho de 2.004) e outra Federal (Nº 9.605 de 12 de fevereiro de 1.998), as quais seriam desrespeitadas. Presente no local o Sr. Fernando Peregrino, candidato ao governo do Estado em 2010, questionou, junto com o Cel. Paul, a aplicação das Leis no caso. A resposta veio como ameaça de prisão caso insistíssemos em montar corredor, havendo inclusive, segundo informações, uma equipe da PCERJ no interior da sede do Executivo Estadual, para cumprir determinação ilegal do Governador (prisão).
O objetivo do nosso ato foi apoiar Ricardo Gama e não existia a intenção de confrontar com as ordens governamentais, muito menos colocar os PMs e BMs que integraram a mobilização com os PMs que estavam apenas cumprindo ordens, assim sendo procuramos adequar o nosso ato de companheirismo ao amigo Ricardo Gama. Foram feitas adaptações, com confecção de cartazes no local e, com sucesso o evento alcançou a finalidade desejada. A mídia se fez presente, com destaque para o Jornal do Brasil e Jornal O POVO.
Nas duas Leis citadas, observada a sua edição, não foi observada nenhuma restrição que justificasse a injusta ameaça de prisão caso fosse montado o corredor de sangue, caracterizando Abuso de Poder praticado por quem tem dever funcional de obedecer os ditames constitucional, principalmente, neste caso, o Artigo nº 37 da Contituição Federal de 1.988, EM VIGOR.
CAPÍTULO VII
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Seção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
Portando, agora é entendido o título deste texto.
RICARDO OSCAR VILETE CHUDO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDIO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

GOVERNO SÉRGIO CABRAL: ATENTADO CONTRA RICARDO GAMA FOI CRIME POLÍTICO? - REPERCUSSÃO INTERNACIONAL DO ATENTADO.

Tenho escrito e falado que enquanto a Polícia Civil do governo Sérgio cabral não apurar devidamente o atentado contra o nosso amigo Ricardo Gama, não podemos descartar a possibilidade de estarmos diante de um grave crime com conotação política.
Prezados leitores, assistam a esse vídeo postado por Ricardo Gama antes do atentado (vídeo).
Em seguida, leiam mais notícias internacionais sobre o atentado.
1) Tirotean a bloguero brasileño crítico
25/03/2011 El bloguero Ricardo Gama, crítico con el gobierno de Río de Janeiro, fue tiroteado en el barrio de Copacabana por un desconocido.
Gama recibió disparos en la cabeza, cuello y pecho, por lo que tuvo que ser sometido a una cirugía. El bloguero se encuentra estable aunque conectado a un respirador. Ricardo Gama, bloguero y abogado, es conocido por sus informes y comentarios críticos sobre el gobierno de Río de Janeiro y sobre irregularidades en el cuerpo de policía, informó el diario Folha de São Paulo.
El Comité para la Protección de los Periodistas (CPJ) instó a las autoridades a investigar el ataque. ‘Los periodistas en Brasil deben poder informar sobre corrupción oficial sin temor a represalias físicas’, dijo Carlos Lauría, coordinador senior del programa de las Américas.
2) PERIODISTAS EM ESPAÑOL
Censura en Brasil: Bloguero crítico baleado en Río de Janeiro
PES.- El Comité para la Protección de los Periodistas (CPJ, por sus siglas en inglés) ha instado a las autoridades brasileñas a emprender una investigación exhaustiva sobre el ataque a balazos contra el bloguero Ricardo Gama y a enjuiciar a los responsables.
Ricardo Gama, de 40 años, fue baleado en la mañana del miércoles en el barrio de Copacabana, en Río de Janeiro.
Según el informe policial, un pistolero disparó desde un vehículo contra Gama, quién resultó herido en la cabeza, el cuello y el pecho. El miércoles por la noche, el bloguero estaba en condición estable en la unidad de cuidados intensivos del hospital, aunque conectado a un respirador, informó la prensa local.
Gama, bloguero y abogado, es conocido por sus informes y comentarios críticos sobre el gobierno de Río de Janeiro y sobre irregularidades en el cuerpo de policía, informó el diario Folha de São Paulo.
“Las autoridades brasileñas deben investigar exhaustivamente este ataque brutal contra el bloguero Ricardo Gama y enjuiciar a los responsables”, aseguró Carlos Lauría, coordinador senior del programa de las Américas. “Los periodistas en Brasil deben poder informar sobre corrupción oficial sin temor a represalias físicas”.
Cidadão brasileiro, o governo Sérgio Cabral proibiu que realizássemos ontem um ato pacífico e ordeiro, inclusive sob a ameaça de prisão, um verdadeiro abuso considerando que a fundamentação legal apresentada para a proibição não amparava a censura de nossas ações, portanto, tivemos os nossos direitos cerceados através de sério constrangimento.
Ontem, optamos por não confrontar, respeitando os PMs que apenas cumpriam ordens e preferimos adaptar o ato, porém resolvemos também realizar o ato de apoio ao Ricardo Gama, conforme o nosso planejamento anterior e CONVIDAMOS todos que querem que o governo do Rio de Janeiro seja um governo democrático.
Data: 01 ABR 2011.
Horário: 17:00 horas.
Duração: 2 horas.
Desenvolvimento:
- Montagem do "Corredor de Sangue".
- Homenagem ao blogueiro Ricardo Gama.
- Momento religioso.
Divulguem e participem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

NOSSO BLOG: A VOZ DOS LEITORES.

COMENTÁRIOS POSTADOS:
- Infelizmente, a inversão de valores morais e éticos no Brasil, principalmente no RJ, se tornou algo corriqueiro. Cobrar e defender direitos constitucionais da população, e denunciar as falcatruas e roubalheiras recorrentes, estão sendo interpretadas no atual modelo "democrático" brasileiro, como formas de "subversão". Tudo, perante o olhar passivo, subserviente e até conivente, daqueles que deveriam combater tais práticas. A CLEPTOCRACIA está quase que irremediavelmente instalada.
Anônimo
- Fora a irregularidade apresentada, pergunto: onde foi parar o quartel dos bombeiros, tendo em vista a criticidade da região, pois fica próximo da Praça da Bandeira? Com a derrubada do prédio dos bombeiros da Praça da Bandeira, o que considero tanto um erro histórico quanto administrativo, aquela área, conhecida pelo sem número de atropelamentos e outros acidentes, ficou com cobertura, num prímeiro momento, ainda que deficiente, por parte do posto do Maracanã. E agora sem o posto do Maracanã e sem o quartel da Praça da Bandeira? Onde foi parar a instalação da Praça da Bandeira, prometida pela Cia do Metropolitano? o Metrô já devolveu o prédio à população do Estado do Rio de Janeiro? É importante frisar que as instalações do Bombeiro, da Polícia Militar e da Polícia Civil e de qualquer outro órgão estadual pertencem ao povo do Estado do Rio de Janeiro, que confia, a nós, a missão de guardar instalações e materiais. Elas, em si, não são nossas, corporativamente. Devemos zelar pela manutenção do patrimônio do nosso povo (será que o Governador e os comandantes e seus subordinados têm consciência disso?).
Anônimo
- Finalmente, já não era sem tempo. Todos as grandes ocorrências americanas são seguidas de um relatório oficial, no qual notáveis são convocados pelo governo a descrever o acidente, de forma técnica, e, a partir daí, extrair as lições aprendidas para que não incorram mais em erros. Até hoje não temos um relatório oficial divulgado pelo CBMERJ e Defesa Civil estadual. Além da desorganização que campeia por aí, será que a falta de um relatório (e não venha com relatório "chapa-branca") não é para esconder a incompetência das ações realizadas tanto corporativamente quanto por parte do governo do estado? E a dengue?... Ninguém vai abrir CPI para investigar se o emprego dos bombeiros está sendo, tecnicamente, adequado para o retorno que estamos tendo, ou seja, epidemia com mortes? Se realmente, tendo em vista a dinheirama despejada, está tendo o devido retorno? Se não temos militares "fantasmas" nas operações, pois não é possível esta epidemia? Como tem sido a prestação dessas contas? Será que não está havendo uso indevido das viaturas para uso particular, pois elas são alugadas (???!!!) e não estão identificadas com nenhuma marca que identifique seu uso exclusivo para as ações de combate à dengue?
Anônimo
- Isso já está virando uma verdadeira palhaçada. O Estado do Rio, está virando uma Segunda China e, não podemos nem sequer poder manifestar? Sérgio Cabral virou um cara pior que Huo Jintao? Inacreditável. Força Ricardo, a Baixada tb está contigo!
Cesar Luiz Vicente Junior
- Legalidade! Além de usar lei sem fundamento para o caso, comete o que na lei apresentada é crime tipificado. "Aos amigos a brandura da Lei, aos inimigos o rigor da Lei".
Ricardo Oscar vilete Chudo
- Seria curioso ver alguém ser preso por policiais da 9ª DP por enrolar papel crepon numa árvore colado com durex. Qual seria a tipicidade do "crime"? E o resultado processual? Talvez fosse vantajoso, até pecuniariamente, confrontar o abuso de poder do pinóquio. Parabéns aos mobilizados e um pronto restabelecimento ao amigo Ricardo Gama.
Juntos Somos Fortes!
Alexandre, The Great
- Aquele "pessoal", assíduos leitores do seu Blog na "surdina", devem estar se corroendo de raiva. Figurões do governo, com seus já rotineiros "escorregões", propiciam aos VERDADEIROS PROFISSIONAIS DE IMPRENSA - aqueles que não se deixam calar ou corromper como é o caso do Reinaldo Azevedo e Ricardo Boechat, entre outros poucos - subsídios para DETONAR as FARSAS OFICIAIS. De forma brilhante, ele DESMISTIFICA tais declarações que parecem ter cunho político e ainda, INDICA ONDE E POR QUEM PODEM ESTAR SENDO FEITOS TAIS ACORDOS. Com toda certeza, blogs como o seu auxiliam, e muito, a esses dignos profissionais de imprensa. PARABÉNS!
Anônimo
- Assim sendo, não há que se falar em democracia no RJ. Se falar alguma coisa tentam apagar o sujeito, se escreve no Blog idem,se tenta se manifestar nas ruas mandam gratificados afrontar seus colegas de profissão. Ainda bem que só faltam 3 anos e 9 meses.
Anônimo
- Tenho a certeza de que o Ricardo Gama vai se sair bem dessa. São muitas pessoas fazendo uma corrente de orações. Mais tem Deus pra dar que o diabo pra tirar.
Brado de alerta.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR - CANDIDATOS APROVADOS DO CFO/2011 DOAM SANGUE .

Candidatos aprovados no concurso para o CFO/2011 da PMERJ que se encontram na condição de excedentes, doaram sangue voluntariamente no Hemorio, neste sábado.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

MINISTRO DA JUSTIÇA FAZ ACUSAÇÃO GRAVÍSSIMA E REINALDO AZEVEDO DETONA "FARSA" DAS UPPs, NOVAMENTE.

BLOG DO REINALDO AZEVEDO
1) 25/03/2011
às 7:15
O ministro da Justiça fez uma acusação muito grave em SP: ou ele próprio toma providências ou passa por prevaricador e cúmplice. Há outra hipótese: estaria fazendo politicagem
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, esteve em São Paulo ontem. Participou de um seminário na Faap (Fundação Armando Álvares Penteado) intitulado “Segurança Pública: Uma Visão de Futuro”. E fez uma acusação tão grave quanto genérica: segundo ele, governos estão fazendo acordos com o crime organizado. Cardozo não é um qualquer e não deveria se portar como tal. É o ministro da Justiça, chefe funcional da Polícia Federal. Uma de suas tarefas é justamente combater o crime. Não lhe cabe fazer acusações genéricas.
Num país que levasse um pouquinho mais a sério o que dizem as autoridades, seria convocado amanhã pela presidente da República e, das duas, uma: ou apresentava o seu programa para combater o mal que denunciou ou estaria no olho da rua. Cardozo cresceu na hierarquia governista. Era um dos “Três Porquinhos” da campanha, na classificação carinhosa da presidente. Torço para que seu discurso não seja parte de uma “operação”. Já chego ao ponto.
Segundo Cardozo, “o governo tem de parar de fazer de conta que o crime organizado não existe e de enfrentá-lo“, em vez de “fazer acordos tácitos” com a bandidagem. Para ele, essa “é uma postura histórica”, adotada, “infelizmente”, por “nossos governantes”. Foi ainda mais enfático: “O Estado tem que reconhecer a presença do crime organizado e combatê-lo. Não adianta fingir que ele não existe. Ele, infelizmente, existe, e nós temos que ter a coragem para enfrentar o crime organizado. Ele é um problema. Ele é uma realidade, uma triste realidade, e tem que ser combatido (…) Não adianta fecharmos os olhos quando nós temos um problema. Fechamos os olhos e sonhamos que as coisas são como não são. Isso, obviamente não muda em nada a realidade”.
Na entrevista coletiva que concedeu depois, os jornalistas quiseram saber se, ao afirmar a existência de “acordos tácitos”, falava de algum caso em particular. E ele desconversou, afirmando que não se referia a nenhum “caso concreto”. Mas reiterou a denúncia:
“Eu falei que existem acordos tácitos, ou seja, eu finjo que ele não existe, e ele continua lá. É uma situação que é generalizada e ocorreu em muitas situações da história brasileira. Em que a criminalidade organizada existe, e você finge que ela não existe para você conviver com ela, como se fosse possível conviver com situações perigosas e tão potencialmente perigosas como essa”.
Alguém entendeu alguma coisa? Eu entendi! Como detesto coisa enrolada e sigo firme a máxima de Voltaire segundo a qual “o segredo de aborrecer é dizer tudo”, então digo tudo. Começo PELAS COISAS ÀS QUAIS CARDOZO NÃO ESTÁ SE REFERINDO.
Governo Federal
De que “governo” ou “governos” ele fala? Certamente não se refere ao federal, não é? Embora não tenha motivos para isso, os petistas se orgulham de seus oito anos de gestão na área. Sua medida é o número de operações espetaculosas da PF, algumas destinadas apenas a provar que “os ricos também choram”. O crime organizado se “organiza” em torno de alguma coisa: armas pesadas e cocaína são as mercadorias prediletas. Essas coisas vêm de fora. A vigilância das fronteiras cabe ao governo federal.
Boa parte do tempo, o Ministério da Justiça do governo Lula ficou a cargo de Tarso Genro, atual governador do Rio Grande do Sul, seu aliado; pertenceram à mesma corrente no PT. Não deve, pois, estar criticando o seu mestre. E, por óbvio, ao falar “governos”, deve excluir da lista os de Lula e Dilma.
Seria o Rio?
Ao ler a notícia, cheguei a pensar que Cardozo pudesse estar falando das UPPs, no Rio, as tais Unidades de Polícia Pacificadora. Dada a forma com são implementadas, o “acordo” pode ser considerado mais do que “tácito”, não é? Ele tem um quê de explícito mesmo: “Fujam que nós estamos chegando”. E parte dos traficantes — franjas do crime organizado, que cuida do tráfico — obedecem e dão no pé. Os que vão ficando assumem o compromisso da discrição: nada de posar para fotos portando armas. O tráfico continua a operar normalmente, mas segundo critérios mais civilizados. O próprio secretário de segurança do Rio, José Mariano Beltrame, já afirmou que o objetivo de sua política de segurança é “recuperar território”. A turma que fugiu do Morro do Alemão continua livre, leve e solta.
Como sou uma pessoa naturalmente boa, cheguei a achar que Cardozo estaria inconformado com isso. “Onde já se viu não prender bandido? Isso tem de acabar! Não basta espantar!” Mas depois me lembrei que as UPPs são consideradas um caso espantoso de sucesso pelo governo petista. A candidata Dilma prometeu adotá-la em escala nacional. Nessa área, não existe muito espaço para divergência no Rio, não é? A pessoa que discorda, na melhor das hipóteses, vira pária, espírito de porco, sabotador da Copa e da Olimpíada; na pior, leva três balas na cabeça e uma no pescoço, como o blogueiro Ricardo Gama, aquele que filmou Sérgio Cabral, ao lado de Lula, chamando de “otário” um rapaz que reclamava de seu governo. Não teve direito nem a reportagem de TV. Nada pode macular o “Projeto Rio”. Nem os fatos!
São Paulo na mira
De volta a Voltaire: “O segredo de aborrecer é dizer tudo”. Então digo! Circula na banda podre de polícia de São Paulo — e ela existe, claro, como em qualquer estado — e em certas áreas do petismo a mentira estúpida, pilantra, vigarista, de que a Secretaria de Segurança Pública, por meio de Antônio Ferreira Pinto, o secretário, teria feito um acordo com o PCC para, vejam vocês!, baixar o número de homicídios no Estado. Divergência política é parte do jogo democrático; confronto ideológico é próprio das democracias. Essa acusação, no entanto, não é nem uma coisa nem outra: trata-se de má fé criminosa contra uma política de segurança que tem dado certo e contra a eficiência da polícia. Em 12 anos, o número de homicídios despencou no estado: mais de 70%.
Segundo o Mapa da Violência com dados até 2008 — que tem a chancela do próprio governo federal —, o Estado de São Paulo está em penúltimo lugar no ranking dos estados com o maior número de homicídios por 100 mil; a capital, pasmem!, já é aquela em que menos se mata no Brasil! Para certa canalha, isso não se deve à política de segurança pública, à eficiência da Polícia ou ao fato de que este é o estado que mais prende bandidos no Brasil: tem 22% da população nacional e 40% dos presos! Nada disso conta! Seria coisa do próprio PCC, que teria dado uma ordem para a sua turma parar de matar.
O curioso é que todos os outros crimes também caíram, escolham aí. Vai ver o PCC se converteu numa organização de Congregados Marianos: “Olhem, vocês não matem, não roubem, não furtem…” Até desejar a mulher do próximo seria proibido!
Politicagem
Pois é… Cardozo não é bobo nem nada. É um dos membros do Paulistério — os paulistas do Ministério. Eles têm o desejo legítimo de voltar à Prefeitura de São Paulo e de tomar o Palácio de Inverno: o dos Bandeirantes. A eficiência da política de segurança pública neste estado ofende os petistas e, é preciso reconhecer, alguns setores da imprensa. Na televisão, convenham, nem parece que se mata no Rio quase o triplo do que se mata em São Paulo. Mais um pouco, Sérgio Cabral ainda vai aparecer dando dicas a Alckmin sobre como elevar os homicídios de 10 por 100 mil para 30 por 100 mil…
Não dá! Já vivi o bastante para identificar certos movimentos. A fala aparentemente sem alvo de Cardozo, uma dos “Porquinhos” de Dilma, parece-me ter um sentido muito claro. E olhem que o primeiro ano de governo mal começou. Este senhor é político. Conhece o fato e o boato como ninguém. Ao dar curso a essa fantasia ridícula, criminosa, pode até atender aos desígnios do seu partido, mas faz com que todos os brasileiros se sintam, então, mais inseguros.
E olhem que trabalho não falta a Cardozo. Segundo todos os dados disponíveis, a violência explodiu no Nordeste, atingindo níveis alarmantes, especialmente na Bahia, governada por seu aliado Jaques Wagner. O Plano Nacional de Segurança, em oito anos de governo petista, nunca saiu do papel. Em vez de vir a São Paulo com conversa mole, com acusações genéricas e irresponsáveis, o ministro da Justiça deveria, humildemente, tomar uma aulas para aprender como se faz.
Pronto! Esse balão de ensaio, eu já furei. O governo Alckmin fique atento. O PT de oposição continua a ser o que sempre foi: um predador da reputação alheia.
Por Reinaldo Azevedo
2) 25/03/2011
às 19:00
Cadê José Eduardo Cardozo e suas provas?

Cadê José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça? Ele afirmou ontem, em São Paulo, que governos — suponho que não estivesse se referindo ao de Dilma, que ele integra — fazem “acordo tácito” com o crime organizado. Quais? Ele está moralmente obrigado a revelar. Se o Parlamento não cobrar uma explicação formal do ministro, então é porque o Poder Legislativo já perdeu a razão de ser. Reitero: Cardozo está, de modo oblíquo, sendo caixa de ressonância de setores delinqüentes que asseguram que os índices de homicídio, que caíram brutalmente em São Paulo, seriam conseqüência de um acordo do governo com o PCC, que teria se comprometido a matar menos.
Lógica notável! A polícia que mais prende no Brasil e o estado que tem o menor índice de homicídios por 100 mil habitantes faria pacto com a bandidagem! Severas devem ser as polícias que não prendem ninguém e que avisam com antecedência: “Corra, bandidagem, porque estamos chegando”.
Num país razoável, Cardozo já estaria na rua. No Brasil, entendo, ele está fazendo política partidária mesmo quando fala na condição de ministro.
Por Reinaldo Azevedo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

GOVERNO SÉRGIO CABRAL PROIBIU QUE ENROLÁSSEMOS PAPEL EM ÁRVORES, MAS SEPULTA ÁRVORES COM TONELADAS DE ENTULHO.

Ontem, no transcorrer do ato em apoio ao blogueiro Ricardo Gama, o qual foi vítima de um atentado no dia 23 MAR 2011, às 10:00 horas, no bairro de Copacabana, o mais policiado do Rio de Janeiro, tendo dois batalhões da PMERJ, duas delegacias da PCERJ e sendo cercado por UPPs, fomos ameaçados de prisão caso insistíssemos em enrolar papel crepom vermelho nas árvores próximas ao Palácio Guanabara. Segundo a Polícia Militar uma equipe da 9a DP estava a postos para nos prender em flagrante, conforme comentamos em artigo anterior.
Hoje, eu fui verificar uma denúncia e encontrei árvores sendo sepultadas por toneladas de entulhos no Estádio do Maracanã.
Vejam o vídeo:


Sugiro que o Governador Sérgio Cabral mande uma equipe da Polícia Civil até o Maracanã para prender o responsável pela obra.
Em colaboração com Vossa Excelência esclareço que a circunscrição não é da 9a DP.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR: CANDIDATOS AO CFO/2011 DOARÃO SANGUE NO HEMORIO.

Neste sábado, a partir das 08:00 horas, candidatos ao Curso de Formação de Oficiais da PMERJ/2011, doarão sangue voluntariamente no HEMORIO.
Os candidatos almejam com esse ato fraterno que os problemas enfrentados por eles ao longo do concurso sejam avaliados pelo governo estadual e pelo comando da Polícia Militar.
Eu participarei da mobilização e aproveitarei também para doar sangue.
Doe sangue, salve vidas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PREZADOS LEITORES, BOM DIA!

"SIMPLES SÃO AS PALAVRAS DA VERDADE"
(Ésquilo)

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 25 de março de 2011

RICARDO GAMA - RECUPERAÇÃO E PROTEÇÃO - RIO "PACIFICADO" DA DUPLA CABRAL-BELTRAME.

O valente Ricardo Gama segue em recuperação.
Ele já respira sem aparelhos e se alimenta.
Logo ele estará novamente entre nós.
A Polícia Militar deve zelar pela segurança de Ricardo no hospital, considerando que o crime ainda não foi esclarecido e a insegurança existente em qualquer lugar do Rio de Janeiro.
Aliás, leiam sobre o Rio "pacificado" da dupla Cabral Beltrame:
JORNAL EXTRA
Jovem é baleado na Lagoa (leia).
JORNAL EXTRA
Vitima de bala perdida na mangueira morre no hospital (leia).
O GLOBO
Homem é assassinado na Leolpoldina (leia).

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO