Mostrando postagens com marcador Eduardo Paes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eduardo Paes. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de abril de 2012

RIO: CREMERJ ABRE INVESTIGAÇÃO SOBRE FRAUDES EM UPAS.

EMAIL RECEBIDO:
Saúde.
Cremerj abre investigação sobre fraude em UPAs do Rio
Reportagem de VEJA mostrou dossiê do TCM que aponta indícios de superfaturamento na gestão de cinco unidades. Integrante do conselho é afastado por suspeita de envolvimento
UPA da Cidade de Deus, no Rio: irregularidades em contratos assinados pelo médico Oliveira e Silva (à dir.) são expostas em um novo relatório do Tribunal de Contas (acima) (Marcos Michael)
O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) informou nesta segunda-feira que abriu uma sindicância para averiguar as denúncias contra o conselheiro Ricardo José de Oliveira e Silva, citado em reportagem de VEJA que revela indícios de fraude na administração em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Após reunião com a diretoria da entidade, o médico pediu afastamento do cargo de conselheiro até que o caso seja apurado.
Um dossiê elaborado pelo TCM analisou as contas do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), gestora contratada sem licitação para gerir cinco UPAs. Em duas delas foram encontrados mais de 1,2 milhão de reais em notas fiscais duplicadas.
Na época, Oliveira e Silva era diretor médico do Iabas. Uma das beneficiadas foi a Rufolo Serviços Técnicos - uma das quatro empresas flagradas pelo Fantástico, da Rede Globo, oferecendo propinas para vencer licitações em hospitais federais.
As UPAS municipais são administradas por Organizações Sociais (OS), que em tese seriam capazes de buscar os menores custos, por não estarem obrigadas a atender à Lei de Licitações. A terceirização é alvo de críticas, inclusive do próprio Cremerj.
"O Cremerj reafirma seu posicionamento contra a terceirização da saúde pública, implantada pelos governos estadual e municipais, particularmente através de Organiza ções Sociais (OS) e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips).
Tais instituições não apresentam controles eficazes das verbas públicas nelas alocadas e substituem médicos por outros profissionais para atendimento à população, não garantindo qualidade na assistência e na prevenção aos pacientes, apesar dos altos custos para os cofres públicos", diz trecho da nota do Cremerj.
Leiam a reportgame publicada na Revista Veja:
Corrupção
Rio: roubalheira na saúde cruzou fronteiras do estado
Contratos fraudulentos no principal programa de saúde do Rio de Janeiro são obra de um grupo que, ao que tudo indica, espalhou seus tentáculos também no Rio Grande do Norte.
Quanto mais se explora o lamaçal da saúde pública no Brasil, mais podridão vem à tona. No Rio de Janeiro, o mau cheiro envolve agora o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), uma das entidades teoricamente sem fins lucrativos que a prefeitura contratou para gerenciar o principal programa de saúde do município, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Chamadas de Organizações Sociais (OS) e regulamentadas por uma lei de maio de 2009, as treze gestoras contratadas sem licitação controlam um orçamento que, até o fim deste ano, vai ultrapassar 2,7 bilhões de reais. Desse total, uma fatia de 600 milhões de reais foi parar nas mãos do Iabas, que administra cinco UPAs nas zonas Norte e Oeste da cidade. Um recém-concluído relatório do Tribunal de Contas do Município (TCM) mostra que a bolada, destinada a ajudar pessoas doentes e sem recursos, tem sido usada para engrossar uma vasta rede de irregularidades. De forma bastante didática, o dossiê expõe, mais uma vez, a desfaçatez com que empresas e indivíduos desviam para o próprio bolso dinheiro que serviria para melhorar o precaríssimo atendimento da saúde pública no país (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

JUSTIÇA CONDENA PREFEITURA DO RIO A REPOR R$ 2,2 BILHÕES EM EDUCAÇÃO.

SITE G1:
09/04/2012 19h54.
Justiça condena Prefeitura do Rio a repor R$ 2,2 bilhões em educação.
Segundo Ministério Público, houve manobras para deixar de aplicar recursos.
Secretaria de Educação diz que ação refere-se a governos anteriores.
Do G1 RJ
A Justiça condenou a Prefeitura do Rio de Janeiroa repor mais de R$ 2,2 bilhões que não teriam sido investidos na educação do município, como mostrou reportagem do RJTV. Segundo o Ministério Público (MP), houve uma série de manobras contábeis para deixar de aplicar na área, desde 1989, percentual de 25% na arrecadação de impostos, como determina a Constituição.
A decisão, da 18ª Câmara Cível, resulta de uma ação civil pública proposta pelo MP em 2004. Segundo os promotores, foram excluídos indevidamente do cálculo os valores da dívida ativa, juros e rendimentos das aplicações efetuadas com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef).
A Secretaria municipal de Educação disse que a ação refere-se a períodos anteriores à atual administração e que, entre 2009 e 2011, período do atual governo, os recursos investidos no setor variaram de 25,31% a 28,40% do orçamento (valores superiores ao índice mínimo de 25%). A secretaria informou que irá recorrer da decisão.
Juntos Somos Fortes!

RIO E CHUVA NÃO COMBINAM...

Prezados leitores, bom dia!
JORNAL EXTRA:
Chuva diminui, mas Rio continua em estágio de atenção.
RIO - A chuva que atingiu a Região Serrana no fim de semana chegou ao município do Rio, que entrou em estágio de atenção às 17h25m desta segunda-feira. Choveu forte em vários pontos da cidade durante a tarde, mas, no início da noite, a chuva já estava fraca, e a água já tinha sido escoada em várias ruas que estavam alagadas. Choveu forte no Centro do Rio, e em bairros da Zona Sul, como Botafogo, Flamengo, Urca e Copacabana. Os índices pluviométricos, de acordo com o Centro de Operações da prefeitura, mostraram que também houve chuva em Madureira, Irajá, Anchieta e Campo Grande. A Zona Portuária foi a região que registrou o maior índice de chuvas no fim de tarde. Às 17h30m, o pluviômetro da prefeitura instalado na Rua do Livramento registrava uma precipitação de 15mm em apenas 15 minutos, segundo informações do sistema Alerta Rio. A Urca aparecia em segundo lugar, com índice chegando a 9,8mm. Em seguida apareciam Laranjeiras (6,4 mm) e São Cristóvão (6,2 mm). A Bacia da Baía de Guanabara já estava em estágio de atenção desde as 15h40m.
O Aeroporto Santos Dumont chegou a fechar para pousos duas vezes nesta segunda-feira: devido a ventos fortes na manhã e às chuvas durante a tarde. Os voos foram encaminhados ao Aeroporto Tom Jobim durante os fechamentos, ocorridos das 17h19m até por volta das 18h e das 9h30m às 10h47m. Fora desses horários, as manobras estão sendo feitas com auxílio de instrumentos. Durante a manhã, dos 48 voos previstos, quatro atrasaram e dois foram cancelados. Já no Aeroporto Tom Jobim, que opera com o auxílio de instrumentos, houve pequenos atrasos e três voos domésticos foram cancelados.
Em Duque de Caxias, a Defesa Civil registrou vários pontos de alagamento, incluindo a Avenida Presidente Kennedy, principal do Centro. Mas não há notícias de vítimas. Na via, os maiores acumulados durante a tarde foram registrados na Avenida Brasil, na altura do Mendanha (11,4mm), na Ilha do Governador (3,4mm) e na Penha (1,6mm). Em Santa Cruz da Serra, na Baixada Fluminense, a precipitação chegou a 80mm em quatro horas.
Em Nova Iguaçu, também na Baixada, o Rio Sarapuí transbordou, e o bairro de São Bento ficou alagado. No centro da cidade, ruas também chegaram a ficar alagadas, o que provocou congestionamentos na região. Lá, caíram 33mm de chuva em quatro horas, e Xérem acumulou 45 mm no mesmo período. O problema chegou também à Rodovia Presidente Dutra, onde o engarrafamento chegou a cinco quilômetros na altura de São João de Meriti. Já na altura de Nova Iguaçu, na pista sentido Rio, houve pelo menos sete quilômetros de engarrafamento. Segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), choveu muito forte em Raiz da Serra, bairro de Magé, com acúmulo de 89mm em quatro horas. Ainda de acordo com o Inea, todos os rios da Baixada estão em estado de atenção devido à possiblidade de cheias nas próximas horas.
Durante a manhã, choveu fraco no Alto da Boa Vista, Barra da Tijuca, Itanhangá e na Estrada Grajaú-Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. Por volta das 6h20m, choveu forte no Alto, segundo o Sistema Alerta Rio. Na estrada que liga as zonas Norte e Oeste e também nas favelas do Vidigal e da Rocinha, foi registrada chuva moderada neste período. Houve relatos de bolsões d'água em algumas ruas da cidade, como a Rua Ituverava, em Jacarepaguá, na Zona Oeste.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

RIO: GRAVES PROBLEMAS NAS CLÍNICAS DA FAMÍLIA E NO METRÔ

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
09 ABR 2012.
PREFEITURA DO RIO: CLÍNICA DA FAMÍLIA: UMA CLÍNICA DA MENTIRA!
1. Com a divulgação da auditoria do TCM (Tribunal de Contas do Município do Rio) sobre a OS (organização social) mais importante de todas -IABAS-, pelo menos no faturamento, que já ultrapassa 600 milhões de reais e caminha para 1 bilhão, segundo projeção de técnicos da prefeitura, ficou evidenciado aquilo que este Ex-Blog vem informando há meses.
2. O PSF (programa de saúde da família) tem uma característica básica: a visita domiciliar do médico da família. Este Ex-Blog tem acompanhado esse processo em todas -todas- as ditas clínicas da família e em NENHUMA há a visita domiciliar. Perversamente, alguns Postos de Saúde, com 12 especialidades, mudaram de nome para Clínicas da Família, com 3 especialidades. Uma fraude. Um prejuízo à população.
3. Pode-se alegar que faltam médicos para isso. Aliás, o Globo publicou uma excelente matéria a respeito, dia 8. O Rio-Capital fica numa escala inferior em relação a médicos por mil habitantes. Mas o mais grave, identificado pela auditoria do TCM, que este Ex-Blog havia informado para essa e outras OSs, é que a planilha dos médicos tem um quantitativo maior que os médicos efetivamente em exercício.
4. Tanto uma coisa (falta de visita domiciliar), quanto outra (efetivo menor que o planilhado) se pode comprovar com uma simples fiscalização. Sendo assim, os recursos repassados pelo Ministério da Saúde para o PSF do Rio-Capital estão fraudados por desvio de finalidade.
5. E o que se propaga para a imprensa é pura mentira. Puro gasto publicitário. A prefeitura anterior, com 84 postos de PSF e comunitários, apenas registrava quando se conseguia as visitas domiciliares. A atual prefeitura registra sem as visitas domiciliares e frauda as estatísticas. Na verdade, houve uma grave REDUÇÃO do programa saúde da família no Rio e não a expansão mentirosa e fraudada.
6. A própria imprensa pode checar se há ou não visita domiciliar, evitando as barrigas -constantes- que sofre dessa prefeitura.
7. (Globo, 08) Número de médicos por 1000 habitantes na América Latina. Cuba 6,39 / Uruguai 3,73 / Argentina 3,16/ México 2,89 / Brasil 1,95 / Venezuela 1,94 / Equador 1,48 / Chile 1,35 / Peru 1,1 / Colômbia 1,09 / Paraguai 0,9.
8. RIO-Capital 2,74.
********
RIO! METRÔ LINHA 4: AGRESSÃO URBANA E AMBIENTAL, CAOS E DESPERDÍCIO EM IPANEMA!
(Coluna Zuenir Ventura - Globo, 07) 1. Isso é que é planejamento. Menos de três anos depois de inaugurada solenemente com a presença do então presidente Lula, do governador e do prefeito Eduardo, a estação de metrô Ipanema/General Osório vai ser fechada (e a do Cantagalo também) por pelo menos oito meses para a abertura de uma nova e discutível boca de saída que, não se sabe por quê, não foi prevista.
2. Mas tem mais. Esse genial projeto de desconstrução pretende também destombar a Praça Nossa Senhora da Paz, desmanchando o lazer e o prazer de velhinhos e crianças, desmatar o parque, desplantando 113 árvores, e inutilizar o espaço por no mínimo onze meses para abrir uma estação que, conforme pesquisa, a grande maioria da população do bairro dispensa por desnecessária.
3. Mas, se o plano é transformar o trânsito num caos durante esse tempo, isso com certeza vai-se conseguir. O pior é que, pra variar, não se fornece ao respeitável público uma razão, sequer um argumento convincente, para todo esse surto de bota-abaixo. O projeto parece ser desconstruir e desconversar.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O EDITORIAL GENIAL DO JORNAL DO BRASIL.

O editorial do Jornal do Brasil que transcrevo a seguir é genial.
Fala mal de um político fluminense, fingindo elogiar outro.
JORNAL DO BRASIL:
Eduardo Paes: Exemplo de funcionário público.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, além da magnífica administração, que o qualifica para um segundo mandato, com seu empenho e de outros, trouxe para o Rio de Janeiro a Copa do Mundo, a Olimpíada, a Rio+20, a Jornada Mundial da Juventude.
Como se não bastasse, Paes tem se mostrado um desbravador, com a realização de grandes obras, sem preferência por região e nem por empresas.
O prefeito também dá exemplo da dignidade que deve ter um funcionário público. Quinta-feira, ele estava em São Paulo. Na sexta, desembarcou em Roma, onde permaneceu trabalhando até sábado. No domingo, assistiu à Santa Missa do Domingo de Ramos para, em seguida, ser recebido pelo papa Bento XVI, a quem falou da Jornada Mundial da Juventude, e do próprio Rio de Janeiro.
Na segunda-feira, três dias antes do feriado de Quinta-Feira Santa, podendo esticar sua estada na Europa com sua família, no caso, sua esposa - fundamentalmente, em Paris, refúgio dos grandes ditadores africanos, que usufruem do dinheiro apropriado de seus pobres descendentes - Paes já estava no Rio, em seu gabinete, reunido com seu secretariado, dando exemplo de como deve ser um funcionário público, principalmente, quando vocacionado, quem sabe, para dirigir o país.
Título e Texto: Editorial, Jornal do Brasil, 02-04-2012
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

RIO: SAÚDE PÚBLICA É CASO DE POLÍCIA.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
EX-BLOG ADIANTOU ONTEM ! FRAUDES NA SAÚDE DA PREFEITURA DO RIO, DIZ TRIBUNAL DE CONTAS !
(G1, 05)
1. O Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCM) identificou prejuízos de milhões de reais em contratos firmados com empresas terceirizadas, em postos de saúde e clínicas da família da prefeitura.
Segundo o TCM, o dinheiro público foi gasto em serviços caros demais, até 80% acima dos preços de mercado, como revelado pelo RJTV.
Os serviços analisados pelo TCM foram contratados pelo Iabas, uma organização social, entidade sem fins lucrativos, que administra 15 unidades básicas de saúde da prefeitura na Zona Oeste do Rio.
2. Durante a inspeção, os auditores constataram que os pagamentos feitos por essa organização social causaram ''prejuízos milionários aos cofres públicos''.
Segundo o relatório do TCM, o Iabas pagou valores acima do mercado pelo fornecimento de serventes, porteiros, digitadores e serviços de manutenção predial.
O desperdício de dinheiro pode ter chegado a quase R$ 3,4 milhões em um ano.
Uma das firmas beneficiadas é a Ruffolo (uma das quatro flagradas pelo Fantástico).
3. O contrato do Iabas com a Ruffolo foi firmado em julho de 2010 e prorrogado no ano passado por tempo indeterminado.
A Ruffolo cobra quase R$ 2.500 mensais por cada um dos 38 porteiros que trabalham no horário diurno.
Valor 71% maior do que o pago pela prefeitura do Rio.
O TCM identificou sobrepreço também no custo do serviço de digitação:
R$ 3.338,18 por digitador.
Valor 83% maior que do que o valor de mercado.
Pelo serviço de limpeza, a Ruffolo cobra do Iabas quase R$ 2.700 por cada um dos 66 serventes fornecidos.
Já a prefeitura pagou menos de R$ 2 mil pelo mesmo serviço.
Uma diferença de 35%.
4. Além da Ruffolo, a empresa Rocha e Rangel também praticou sobrepreço, segundo o Tribunal de Contas.
A firma, responsável pela manutenção predial, recebe cerca de R$ 144 mil por mês do Iabas, três vezes mais do que outra organização social paga pelo mesmo serviço.
Agora, o TCM recomendou a suspensão do contrato com a Rocha e Rangel, como forma de preservar os recursos públicos.
E propôs à Secretaria municipal de Saúde que adote medidas para eliminar o sobrepreço em todos os contratos firmados com a Ruffolo e com a Rocha e Rangel.
5. A empresa Rocha e Rangel não foi localizada, enquanto a Ruffolo argumentou que os preços cobrados são baseados em valores de referência do Tribunal de Contas do Estado.
Já o Iabas não quis se pronunciar.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

RIO: O CAOS NA SAÚDE PÚBLICA.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
PREFEITURA DO RIO: AUDITORIA EM OS DA SAÚDE MOSTRA GRAVES DESVIOS!
(Auditoria Interna/Externa)
1. A OS (organização social) IABAS apresenta Nota Fiscal com duplicidade e até mesmo triplicidade. A Prefeitura não confere e paga. \ 2. Preços maiores que os de mercado em até 1000% na compra de remédios, mesmo em relação ao valor que a prefeitura paga (CDD e Vila Kennedy). \ 3. Atraso e Inadimplência de encargos trabalhistas, que geram prejuízos em multas para a Prefeitura de quase 600 mil em 3 meses.
4. Ela vende para a secretaria de educação um "identificador de placas dentárias", que não faz parte do kit que a coordenação técnica da saúde bucal recomenda. \ 5. 52% das Clínicas da Família da Zona Oeste, administradas por ela não tem médicos. Mas ela continua recebendo como se tivesse o quadro completo. \
6. Foram gastos até agora na Prefeitura do Rio, desde 2009, início da atual gestão, R$ 2,7 bilhões com OS, sendo R$ 600 milhões da IABAS.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

RIO: A SITUAÇÃO É GRAVÍSSIMA.

Prezados leitores, bom dia!
JORNAL DO BRASIL:
Governo do Rio afasta "pequenas", mas mantém contratos com empresas suspeitas
Para deputados, Cabral só reagiu às denúncias contra Locanty e Toesa graças ao impacto do escândalo.
Igor Mello e Jorge Lourenço
O governo do estado do Rio de Janeiro decidiu, na semana passada, suspender todos os contratos com as empresas relacionadas ao escândalo das licitações, denunciado em reportagem da "Rede Globo". Na matéria, responsáveis pelas empresas Locanty, Toesa, Bella Vista e Rufolo foram flagrados em vídeo negociando propinas para garantir a vitória nas licitações.
O problema é que, apesar de indicar bom senso ao afastar as empresas envolvidas, o governo continua contratando outras gigantes das licitações sob as quais pesam acusações ainda maiores. Entre elas está a Facility, líder de contratações no governo de Sérgio Cabral. Só nos últimos cinco anos, a empresa arrecadou R$ 2 bilhões em licitações, tudo isso com a Justiça em seu encalço.
No ano passado, o Ministério Público do Rio apresentou à Justiça denúncia contra a Facility e seu dono, o empresário Arthur Cezar Soares, por formação de cartel. A empresa é acusada de fazer exatamente o que Locanty, Toesa, Bella Vista e Rufolo faziam quando foram flagradas em vídeo: forjar concorrência entre empresas para vencer contratos.
No caso da Facility, o cartel foi formado no Detran, que deu R$ 701 milhões à empresa entre 2003 e 2009, o que representa 42% de todos os contratos assinados pelo órgão. De acordo com o Ministério Público, a fraude do grupo Facility era grosseira. A falsa concorrência montada no cartel incluía propostas idênticas até na elaboração do projeto, sem qualquer preocupação em esconder a semelhança.
A relação do governo estadual com a Delta Engenharia é ainda mais comprometedora. Entre 2007 e 2010, a empresa soma cerca de R$ 1 bilhão em contratos com o estado. Do total, R$ 58 milhões foram feitos sem licitação. Na Cedae, a Delta ainda conseguiu a renovação de R$ 377 milhões em contratos sem concorrência para fornecer os novos hidrômetros.
Tudo isso impulsionado pela estreita amizade entre o governador Sérgio Cabral e o dono da Delta, Fernando Cavendish. A ligação dos dois, mantida sob debaixo dos panos por algum tempo, ficou explícita graças à queda de um helicóptero na Bahia. Na ocasião, Cabral estava junto de Cavendish para comemorar o aniversário do empreiteiro. O acidente, inclusive, vitimou a namorada do filho do governador, Marco Antônio Cabral.
No âmbito municipal, é difícil não esquecer da Carioca Christiani Nielsen Engenharia. Uma das principais doadoras da campanha eleitoral de Eduardo Paes, em 2008, a empresa recebeu da prefeitura um contrato sem licitação no valor de R$ 16 milhões para a construção de um hospital na Ilha do Governador. Questionada sobre a razão pela qual a licitação foi dispensada, a Secretaria de Obras informou que o hospital é uma obra emergencial para impedir uma epidemia de dengue na região.
Além dos exemplo no Rio de Janeiro, empreiteiras como Odebrecht, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e OAS Engenharia são alvo de acusações semelhantes e continuam sendo contratadas por governos de todo o país. Em São Paulo, a Justiça, inclusive, aceitou denúncia de cartel contra essas empresas nas obras do metrô.
Em 2010, a Camargo Corrêa foi o principal foco da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. O objetivo da ação era apurar denúncias do Ministério Público Federal em São Paulo, que viu indícios de suborno a políticos e associação entre empresas para fraudar licitações. Já a Odebrecht é acusada até de usar trabalho escravo em Campinas.
Deputados minimizam reação do governo
Entre os parlamentares de oposição na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, predomina a certeza de que o governo do estado só reagiu às denúncias contra Locanty, Toesa, Bella Vista e Rufolo graças ao impacto que a reportagem da "Rede Globo" teve.
"Eu verifico que as empresas flagradas pela TV, com indícios claros de lesão aos cofres públicos, impactou a sociedade. O governo só resolveu dar uma resposta pela repercussão, ao contrário do que ocorreu nos outros casos. Há que se ter fundamento jurídico para romper contratos. Esse tipo de desvio deve ser extirpado da nossa sociedade", avaliou o deputado Luiz Paulo (PSDB). Clarissa Garotinho (PR) partilha da mesma opinião.
"Acho que o governo só resolveu agir por conta da proporção que essa denúncia tomou na sociedade. O problema não é a empresa vencer a licitação e trabalhar, como acontece em diversos casos. O problema é o pagamento de propina e o assalto aos cofres públicos. Por isso, achei muito estranha essa atitude do governo, porque parece uma declaração de que também houve fraudes nas licitações com o estado. Isso deve ser apurado atentamente", disse a deputada (Fonte).
Juntos Somos Fortes!

domingo, 1 de abril de 2012

RIO: O SENSO DE HUMOR DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA.

SITE G1:
‘O humor da população agora é outro’, diz Beltrame à Rádio Vaticano.
Para secretário de Segurança, Rio está preparado para grandes eventos.
Réplica do Cristo Redentor é instalada ao lado do busto de João Paulo II.
Em entrevista à Rádio Vaticano, na Itália, neste sábado (31), o secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame disse que o Rio de Janeiro está preparado para grandes eventos e que as pessoas que vierem para a Jornada Mundial da Juventude pela Paz, a Copa do Mundo, a Copa das Confederações e os Jogos Olímpicos vão encontrar um Rio diferente e seguro.
“O humor da população agora é outro. Sei que houve ações policiais e algum desentendimento entre traficantes, mas o processo de pacificação do Rio de Janeiro vem se consolidando de forma eficiente”, tranquilizou o secretário.
Segundo Beltrame, os grandes eventos nunca representaram um problema para a cidade, que tradicionalmente promove o réveillon para milhares de pessoas na Praia de Copacabana, na Zona Sul, e o carnaval, que atrai turistas do mundo inteiro. Ele também destacou os exemplos de tranquilidade, como a realização do Pan-Americano e dos Jogos Mundiais Militares.
O secretário viajou ao Vaticano, junto com o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes, para tratar de assuntos relacionados à realização da Jornada Mundial da Juventude pela Paz, em 2013, quando o Papa Bento XVI virá ao Rio (Fonte).
Juntos Somos Fortes!

sábado, 24 de março de 2012

NO RIO DE JANEIRO, FRAUDES POR TODO LADO.

JORNAL O DIA:
Fraude em lavanderia da saúde faz roupa pesar mais.
Fiscais verificaram até 11.800 kg a mais e prejuízo mensal de R$ 1 milhão em um hospital.
Mahomed Saigg e Pámela Oliveira.
Rio - Além de entregar cobertores sujos, rasgados e em quantidade insuficiente, empresa contratada para lavar a roupa dos hospitais federais Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, e Servidores do Estado, na Saúde, ainda superfaturava o serviço. A artimanha era aumentar o peso da roupa. A manobra era gritante: relatório da Controladoria Geral da União constatou que, em período de redução de 5,28% de pacientes, a quantidade de roupa suja subiu 56,81%.
Essa diferença foi observada em junho e julho do ano passado no Hospital Federal dos Servidores do Estado, cujo serviço de lavanderia era prestado pela empresa Brasil Sul Indústria e Comércio Ltda.. O texto destaca “o superfaturamento mensal de (...) 11.800 kg, com prejuízo potencial de R$ 1.001.820”.
A empresa é investigada por fraudes em licitações no serviço público desde 2005, o que não a impediu de continuar a ganhar concorrências.
Contrato de R$ 1.286.400 de 21 de outubro de 2010, previa que o pagamento fosse feito com base no peso das roupas lavadas, no Hospital Cardoso Fontes, Jacarepaguá. Por isso, funcionários da Brasil Sul encarregados de fazer o serviço estariam errando para mais na hora de pesar o enxoval. A empresa alega que o serviço é de “alta complexidade” e afetado por “faltas de luz e faltas de água, problemas de transporte (...) e erro humano”.
Um dos indícios da fraude destacado pela CGU foi a diferença verificada no volume de roupas sujas e limpas que saíam e entravam no hospital.
Termo de referência que serviu de base para a licitação previa que a quantidade de roupas limpas deveria ser até 15% menor em relação ao total de roupas sujas. “E não o contrário”, frisou o relatório.
Já foi determinado o cancelamento de 37 contratos. “Todos serão licitados novamente. Encontramos preços acima do mercado, alteração no controle do peso e sobrepeso”, afirma o chefe do departamento de gestão hospitalar do Ministério da Saúde no Rio, João Marcelo Ramalho.
Grupo de sete empresas loteava licitações em órgãos públicos
Especializados em fraudar licitações públicas, empresários de lavanderia — alguns com condenação em segunda instância na Justiça Federal — são acusados de formar cartel para garantir o controle deste mercado no Rio. O grupo contava com a participação de funcionários públicos.
Investigação feita pela Polícia Federal, e que baseou as condenações, destaca escuta telefônica em que funcionário da Secretaria Municipal de Saúde do Rio combina o recebimento da propina — chamada por ele de “documento” — em sua casa ou no “Piranhã”, apelido da sede da Prefeitura do Rio.
Em sua decisão, o desembargador federal Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região destaca o loteamento de hospitais públicos feito por um grupo formado por sete empresas através de um “acordo de divisão dos hospitais entre as empresas que deveriam concorrer entre si, mas que, na verdade loteavam os hospitais públicos com a finalidade de melhor atender aos seus interesses lucrativos”.
Empresa acusada continua a ter contratos com governo
Apesar das acusações de participação em fraudes em licitações, a Brasil Sul continua celebrando novos contratos com o poder público. Em dezembro, a empresa assinou dois novos acordos de prestação de serviços de lavanderia com a Prefeitura do Rio.
Firmado com a Secretaria Municipal de Saúde e publicado em 1º de dezembro do ano passado, um deles prevê o pagamento de R$ 5.160.345 pelos serviços de lavanderia. Em outro, com data de 19 do mesmo mês, a empresa terá R$ 111.024 para cuidar das roupas da Maternidade Herculano Pinheiro.
Neste caso, porém, houve dispensa de licitação sob alegação de se tratar de situação de emergência. “Como pode um serviço de lavanderia ser considerado de emergência num hospital? Essa história está, no mínimo, muito estranha. É preciso investigar a fundo”, criticou o vereador Paulo Pinheiro (PSOL).
Após as denúncias de O DIA, o parlamentar encaminhou ofício ao Tribunal de Contas do Município (TCM) pedindo investigação rigorosa nos contratos firmados pela Prefeitura do Rio com a Brasil Sul (Vejam os documentos).

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 20 de março de 2012

GOVERNO SÉRGIO CABRAL - ESTADO JÁ PAGOU R$ 283 MILHÕES ÀS EMPRESAS DENUNCIADAS POR CORRUPÇÃO.

O GLOBO:
Estado já pagou R$ 283 milhões às empresas denunciadas por corrupção.
Valor desembolsado pela prefeitura às firmas denunciadas chega a R$ 62 milhões de 2008 a 2011.
RIO - Depois das denúncias do "Fantástico", o governo estadual e a prefeitura anunciaram na segunda-feira a suspensão dos contratos com as quatro empresas que apareceram numa reportagem do "Fantástico", da Rede Globo, oferecendo propina para ganhar supostos contratos com um hospital da UFRJ. A Locanty Soluções, a Toesa Service, a Bella Vista Refeições Industriais e a Rufolo Serviços Técnicos e Construções, nos últimos anos, figuraram com frequência nas licitações de ambos os governos, nas mais diferentes secretarias. Só o estado, de 2008 a 2012, pagou R$ 283 milhões às quatro. E a prefeitura, outros R$ 62,5 milhões, de 2008 até o ano passado (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 19 de março de 2012

O RIO DE JANEIRO É UMA SUCESSÃO DE ESCÂNDALOS.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
RIO !
FRAUDE EM LICITAÇÕES EM HOSPITAL FEDERAL COM CONHECIDAS' EMPRESAS TAMBÉM ENVOLVIDAS NOS NÍVEIS ESTADUAL E MUNICIPAL!
1. Fantástico/TV Globo com câmera oculta grava o esquema de fraude em licitações.
Empresas envolvidas - Toesa e Locanty - já foram acusadas em casos em outros níveis de governo no Rio.
2. (Ex-Blog).
Governo do Estado, Prefeitura do Rio e Municípios da Região Metropolitana deveriam levantar todos os contratos com essas empresas.
Na prefeitura do Rio outros casos que as envolveram foram divulgados e ficou por isso mesmo.
Investigação deveria fazer um intenso cruzamento de interesses e controles.
3. Vídeo completo (Link).
* * *
E, NO FINAL, A EMPRESA MOSTRADA NO FANTÁSTICO CONTINUOU NA PREFEITURA!
(Ex-Blog do dia 08/07/2011)
PRENDERAM PESSOAL DE REBOQUE.
ANTES, DELEGADO ERA DO CHOQUE DE ORDEM.
E VEM MUITO MAIS POR AÍ!
1. (Globo online, 07/08/2011)
A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) divulgou uma nota (07) informando que os funcionários envolvidos na fraude para a liberação de veículos rebocados dos depósitos da prefeitura administrados pela Locanty serão demitidos.
Ainda de acordo com a nota, a Seop também vai abrir uma sindicância contra a Locanty para apurar as irregularidades e responsabilidades da empresa, podendo romper o contrato.
A secretaria informa também que tem agilizado os serviços para a retirada dos veículos rebocados dos depósitos, inclusive com a emissão do nada consta do Detran dentro do próprio depósito.
2. (Ex-Blog, 07/08/2011)
E que tal uma varredura nos contratos da Locanty dentro da prefeitura, checando os que foram e os que não foram licitados?
3. (Ex-Blog, 19/03/2011)
Que tal um levantamento nos municípios da Baixada Fluminense?
* * *
EX-BLOG TAMBÉM HAVIA TRATADO DA OUTRA EMPRESA EM JULHO DE 2011 !
1. (Ex-Blog – 03/07/2011)
NA SECRETARIA DO SÉRGIO CÔRTES ! TOESA PAGA E LEVA !
(Globo online, 03)
Um grupo de servidores da Secretaria estadual de Saúde viajou para a Europa com despesas pagas por uma empresa que, entre 2007 e 2010, faturou cerca R$ 28 milhões em contratos com o governo do Estado do Rio.
Dois subsecretários e um médico, além do Comandante de uma Unidade dos Bombeiros e o então Subcomandante da Corporação, embarcaram em outubro de 2009 para a Dinamarca e a Polônia, com passagens cedidas pela Toesa Service.
A empresa é conhecida do Ministério Público.
Ano passado, diretores e funcionários da prestadora de serviço, além de servidores da Secretaria estadual de Saúde, foram denunciados pelo MP e hoje são réus em duas ações por suspeita de enriquecimento ilícito, fraude em licitação e danos ao erário.
2. (Ex-Blog – 20/04/2010)
GOVERNO ERJ : MANUTENÇÃO MAIS CARA QUE VALOR DOS CARROS !
(painel-folhasp-20)
Objeto de investigação do Ministério Público, o contrato da Secretaria de Saúde do Rio com a empresa Toesa Service fixa em R$ 5 milhões a despesa anual de manutenção de 122 carros usados no combate à dengue (R$ 41 mil por unidade, valor superior ao dos próprios automóveis).
Em São Paulo, o governo gasta R$ 740 mil para manter 450 carros.
A secretaria de Saúde do governo Sérgio Cabral (PMDB) é hoje um dos órgãos públicos mais escrutinados do país, sob exame de promotores, procuradores e policiais.
Suspeitas pairam sobre quase tudo:
da manutenção dos carros da dengue ao superfaturamento de remédios, passando por contratos de gerenciamento de estoques.
* * *
Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de março de 2012

RIO: MILÍCIA OLÍMPICA.

O DIA:
MILÍCIA CONTROLA VENDA DE PASSAGENS DE TRENS.
Milícia formada por PMs de batalhão da Baixada Fluminense é suspeita de comandar uma das principais quadrilhas de venda de bilhetes da integração metrô-trem desviados. O grupo, que seria liderado por oficial da PM, controla a maioria dos pontos de comercialização do tíquete. A gangue também é apontada como responsável pelas ameaças feitas a funcionários e até executivos das concessionárias MetrôRio e SuperVia.
Ontem, após O DIA denunciar a disputa por mercado negro que movimenta mais de R$ 1,44 milhão por mês e frauda 40 mil dos 70 mil bilhetes de integração vendidos por dia, a Polícia Civil abriu inquérito. Agentes da Delegacia de Defesa do Consumidor terão apoio de unidades distritais para prender o bando.
Assustado, funcionário do alto escalão de uma das concessionárias revela detalhes das ameaças feitas pela quadrilha. Algumas são direcionadas à família dos trabalhadores. “Eles mandam recados dizendo que se acabarmos com o esquema deles, que nossos filhos terão que mudar de escola, que nos caçarão por toda a parte”, conta.
Juntos Somos Fortes!

RIO: METRÔ OLÍMPICO.

O GLOBO:
Metrô volta a funcionar entre as estações Siqueira Campos e General Osório.
Paralisação em parte da linha 1, causada por falta de energia, durou 1h30m.
RIO - A Linha 1 do metrô voltou a funcionar entre entre as estações Siqueira Campos, em Copacabana, e General Osório, em Ipanema, às 14h15m desta sexta-feira. Segundo a concessionária, as composições já passam sem problemas pelo trecho, que estava parado devido a falta de energia desde as 12h45m. Segundo a concessionária, a causa do problema seria falta de energia na linha, ainda sem motivo aparente.
Leitores do GLOBO contam que composições ficaram paradas nas estações de Copacabana e Ipanema, sem ar-condicionado, mas com as portas abertas. Muitos passageiros teriam ido embora dos vagões enquanto esperavam o restabelecimento do serviço. Eles teriam recebido, através do sistema de som dos vagões, a informação da causa do problema e sua extensão (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

RIO: SEGURANÇA OLÍMPICA.

O GLOBO:
Militares enfrentam hostilidade no Complexo do Alemão.
Crianças e jovens atiram pedras e garrafas nas tropas por ordem do tráfico, segundo afirma o Exército.
RIO - A mudança na estratégia de policiamento do Exército nos complexos da Penha e do Alemão vem gerando hostilidade por parte de crianças e de jovens contra as tropas. Desde que os militares intensificaram o patrulhamento a pé nos becos e vielas de áreas mapeadas como pontos de venda de drogas, houve aumento na quantidade de entorpecentes apreendidos. Até ecstasy, droga que não havia sido encontrada nas favelas pelo Exército, foi encontrado nas incursões feitas a partir de fevereiro. Com a perda de drogas e de território, os traficantes partiram para o contra-ataque. Segundo o serviço de inteligência do Exército, bandidos dão ordens a moradores para que provoquem os soldados que patrulham a região (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

RIO: SAÚDE OLÍMPICA.

Prezados leitores, bom dia!
O GLOBO:
Após assaltos a hospitais, Sindicato dos Médicos recorre ao MP.
Funcionários pedirão que órgão pressione o governo do estado para que ofereça mais segurança às unidades públicas de saúde.
RIO - Após um homem ter assaltado médicos no Hospital Federal do Andaraí e no Gaffrée e Guinle, na Zona Norte, nesta semana, o Sindicato dos Médicos vai entrar com uma representação no Ministério Público pedindo que o órgão pressione o governo do estado para que ofereça mais segurança às unidades públicas de saúde.
— Lidamos com o quadro de insegurança na rede pública de saúde há pelo menos dez anos. Não se pode levar em conta apenas estes últimos casos de assaltos — reclama o presidente do sindicado, Jorge Darze.
Em um ano, a 18ª DP (Praça da República) registrou 12 casos de furtos no interior do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, no Maracanã. A maioria dos registros foi feita por médicos da unidade que perderam objetos pessoais, levados por criminosos que atacam a qualquer hora.
A médica obstetra Cláudia D’Elia, por exemplo, ficou sem a bolsa, a mochila e o laptop. Há um ano, em 15 de março de 2011, ela acordou e encontrou seus pertences revirados no chão do banheiro do quarto do plantonista.
— Morro de medo até hoje. Se eu acordasse, poderia ser agredida ou morta. Não temos segurança alguma. Liguei para a direção reclamando e um colega me disse que o computador de lá tinha sido levado. Até lá os bandidos agem. Entra quem quiser. Já roubaram o carro de uma médica no pátio do hospital. É um absurdo — relata.
O diretor do hospital, Antonio Carlos Iglesias, informou que quatro novos postos de vigilância foram criados. Segundo ele, são mais 16 vigilantes. Ele disse que o hospital vai instalar câmeras de segurança (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 7 de março de 2012

EDUARDO PAES (PMDB) - SAÚDE PÚBLICA - RIO MALTRATA OS PACIENTES.

O GLOBO:
Rio maltrata pacientes.
07 de março de 2012.
Nos postos, clínicas e hospitais, faltam médicos; marcar consultas e ser atendido é desafio.
Carolina Benevides
Cassio Bruno
SAÚDE PÚBLICA
Marcar consulta e ser atendido por um médico nos postos de saúde e nas clínicas de família da rede municipal do Rio pode ser uma tarefa árdua. Nos postos, faltam profissionais especializados, como pediatras, ginecologistas e clínicos gerais. Nas clínicas de família, muitas vezes, os doentes encontram apenas enfermeiros. Além disso, são obrigados a esperar até um mês por uma única consulta e, mesmo já internados, precisam aguardar uma chance para chegar ao centro cirúrgico dos hospitais, como constatou O GLOBO nos últimos três dias.
Nas quatro principais emergências da rede - Souza Aguiar, Salgado Filho, Lourenço Jorge e Miguel Couto -, o déficit de médicos e de leitos preocupa, e quem precisa de vaga no CTI pode esperar de dois a dez dias, segundo os profissionais de saúde desses hospitais. Além de moradores da cidade, o Rio recebe pacientes da Região Metropolitana. No Miguel Couto, na Gávea, segundo levantamento dos médicos, a maioria vem da Baixada Fluminense. Nos postos de saúde, estão pedindo comprovante de residência para marcar consultas.
A situação crítica já havia sido alertada semana passada pelo Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS), que classificou o Rio como a pior entre as principais cidades brasileiras, com nota 4,33.
Longas filas são rotina nos postos
Ontem, na Clínica da Família Epitácio Soares dos Reis, na Pavuna, Zona Norte, não havia médicos. Segundo uma das recepcionistas, o único profissional responsável pelo atendimento dos pacientes agendados do dia estava "passando mal". Resultado: quem tinha consulta marcada teve que voltar para casa. Para piorar, a demora para marcar uma visita ao clínico geral na unidade chega a um mês.
- Marcamos conforme a demanda. Pode ser que eu te cadastre hoje (ontem) e para esta e para a próxima semanas não tenha vaga. Pode ser que, em uma outra semana, já tenha vaga, entendeu? Não tem uma data certa - afirmou uma das atendentes da clínica.
Também na Pavuna, o Posto de Saúde Doutor Nascimento Gurgel tinha ontem uma longa fila para a pediatria. Pais e mães esperavam até quatro horas por alguma desistência.
- Não tenho plano de saúde, mas meus impostos estão em dia. O que eu ganho com isso? Absolutamente nada. Estou aqui desde as 7 horas e já são 11 horas. Estou com meu filho, vendo se alguém vai desistir da consulta - disse o mecânico Genivaldo de Souza Silva, de 47 anos.
No Posto de Assistência Médica Carlos Alberto Nascimento, em Campo Grande, na Zona Oeste, só há um clínico geral, e consultas apenas às terças e às quintas-feiras com pré-agendamento. Caso parecido ocorre na pediatria.
- Não é brincadeira. A saúde está falida. Estou esperando há quase três horas para o meu filho ser atendido. Se ele precisar de um pediatra sem ser na segunda ou na terça, a gente não encontra - afirmou o motorista de ônibus Fábio Ferreira, de 39 anos.
A precariedade no atendimento nos postos de saúde leva os hospitais a enfrentar situações dramáticas.
- A falta de prevenção tem criado um exército de amputados no Rio. Os procedimentos podiam ser evitados se os diabéticos fossem tratados antes. Atualmente, eles já chegam com gangrena - conta um médico de uma emergência da cidade.
Médica do Souza Aguiar, L.M. diz que atualmente os pacientes não conseguem um acompanhamento médico:
- Antes, as pessoas se consultavam nos postos. Desde que o Programa Saúde da Família foi ampliado, os postos vêm perdendo profissionais. Então, a mãe que ia procurar atendimento no posto para o filho agora vai ao hospital, onde acaba sendo redirecionada para os postos e acaba sem acesso à saúde.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 2 de março de 2012

RIO DE JANEIRO: SAÚDE PÚBLICA, A VERDADE.

Prezados leitores, como era esperado, o governo estadual e a prefeitura já responderam as acusações de que a saúde pública do estado e do município do Rio de Janeiro estão entre as piores do Brasil. Usaram a fórmula de sempre, a culpa é do passado.
Penso que a melhor maneira de avaliar a saúde pública municipal e estadual é entrevistar os usuários do sistema, basta a imprensa comparecer nos hospitais municipais e estaduais e perguntar aos usuários (vítimas?) dos sistemas de saúde.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 1 de março de 2012

RIO É A CAPITAL COM PIOR NOTA NA SAÚDE PELO IDSUS.

SITE IG:
Rio é a capital com pior nota na saúde pelo IDSUS.
Rio - Longa espera pelo atendimento, poucos médicos, falta de especialidades e problemas em equipamentos. Esse foi o cenário encontrado pelo iG nesta quarta-feira, após a visita a cinco unidades públicas de saúde no Rio. Levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde – Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012) – aponta que a cidade tem o pior desempenho no acesso e na qualidade dos serviços de saúde pública entre todas as capitais do País.
O ranking do IDSUS é liderado por Vitória (7,08), Curitiba (6,96) e Florianópolis (6,67). O Rio teve 4,33 de pontuação. A reportagem foi às ruas da capital fluminense para verificar o que esse número representa no dia a dia. Foram visitados os hospitais Salgado Filho (rede municipal), Getúlio Vargas (estadual) e Geral de Bonsucesso (federal), além da UPA 24h da Penha (estadual) e do Centro de Saúde César Pernetta (municipal). A situação encontrada você confere a seguir.
Pacientes insatisfeitos
“Não estamos aqui para ver televisão”, reclamou uma mulher, que aguardava atendimento em um saguão com uma TV ligada. “Quando a senhora for atendida, reclame com o médico”, respondeu a atendente. Outra paciente dormia no banco. Eram 16h e a camareira Jurema de Souza, de 41 anos, esperava ser chamada desde as 11h. Com dores pelo corpo, de cabeça, torcicolo e tendinite, ela foi ao Centro Municipal de Saúde César Pernetta, no Méier, Zona Norte do Rio, após ter sido atendida na UPA de Marechal Hermes, quase 10 km dali.
“Lá, eles aplicaram uma injeção para aliviar um pouco a dor e pediram para vir pra cá completar a consulta e porque não davam atestado para apresentar no trabalho. Preciso desse documento, senão vão descontar R$ 21 pelo meu dia”, disse Jurema. “Minha filha também não estava sentindo-se bem quando saí de casa, mas preferiu ficar passando mal porque o atendimento demora muito. Mas acho que até 17h saio daqui”, completou, com esperanças.
Alguns pacientes relatavam que um equipamento usado nos exames de sangue tinha quebrado e só havia voltado a funcionar após cerca de três horas. A reportagem questionou a recepcionista qual era o tempo de espera pelo atendimento. Ela respondeu que havia um clínico geral recebendo os pacientes e foi taxativa. “Não vou te enganar, vai demorar muito. Tem gente esperando desde as 10h. Olha quantos estão na sua frente”, disse, mostrando um calhamaço de fichas.
Busca pelo atendimento
Poucos metros dali, ainda no bairro do Méier, a situação era menos crítica no Hospital Municipal Salgado Filho. A dona de casa Joyce Rosa, de 29 anos, aguardava a saída do marido que havia quebrado um dedo após prendê-lo na porta do carro. Chegaram à unidade do Méier às 14h e duas horas e meia depois ele foi chamado. Um período considerado curto para os padrões da saúde pública.
O casal, no entanto, estava fora de casa desde as 9h. Já havia passado pelo posto médico de Santa Cruz e Hospital Estadual Rocha Faria, mas as unidades não possuíam ortopedistas. “Quem não tem plano de saúde está perdido. É um descaso total. Não sei para quê pagamos impostos”, questionou ela, com o filho de dois anos no colo. A criança estava um pouco febril e também acabou sendo atendida no Hospital Salgado Filho.
Emergência escondida
A noite estava começando e a movimentação era intensa no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, Zona Norte do Rio. Vizinha ao Complexo do Alemão, a unidade possui uma das principais emergências da cidade. Na ala pediátrica, aproximadamente 100 mães aguardavam atendimento para seus filhos. A recepcionista informou que dois pediatras estavam de plantão e algumas pessoas aguardavam desde manhã.
A reportagem não pôde conferir como estava a sala de espera da emergência para adultos porque o local só era acessado por pacientes. Os acompanhantes deveriam deixar os enfermos e depois aguardar do lado de fora. Angustiadas, algumas pessoas reclamavam da falta de notícias e relatavam o cenário existente no interior do hospital: saguão lotado e alguns pacientes em macas aguardando atendimento.
A dona de casa Vera Lúcia da Silva, de 50 anos, questionava a demora. O irmão de 38 anos tinha sofrido uma convulsão, caído da escada e batido com a cabeça, o que gerou um ferimento grande. Segundo ela, uma tomografia havia sido realizada, mas, uma sutura, não. “Chegamos às 15h e já são 19h. É um absurdo. Colocaram uma fralda geriátrica na cabeça dele”, contou. As atendentes da emergência de adultos não informaram quantos médicos estavam de plantão.
UPA lotada
Perto dali, na UPA 24h da Penha, alguns pacientes aguardavam do lado de fora da unidade porque a sala de espera estava lotada. “Aqui não tem distribuição de senha, meu amigo. Vamos organizando como dá. Às vezes, no grito”, disse um paciente inconformado. A recepcionista informou que a situação estava conturbada porque estava ocorrendo a troca de plantões, mas não soube dizer quantos médicos estavam trabalhando, apenas que havia clínicos gerais.
Na UPA, o atendimento funcionava da seguinte forma: o paciente aguardava na fila improvisada do lado de fora, depois era convocado para preencher uma ficha, uma pré-seleção era feita e, então, ocorria o direcionamento ao médico. Eram mais de 19h e algumas pessoas aguardavam desde as 11h. Elas comentavam que um homem com falta de ar havia morrido no local à tarde, aguardando atendimento. A Secretaria Estadual de Saúde informou em nota que o paciente teve uma parada cardíaca enquanto esperava a realização de exames.
Desesperado, o comerciante Leandro Fernandes chegou à UPA com o pai Aloísio Fernandes, 67, na cadeira de rodas. O aposentado possui um problema urinário e não ia banheiro havia dois dias. Antes de chegar à UPA, o paciente já tinha passado pelo posto de saúde de São João de Meriti (Baixada Fluminense) e hospitais Geral de Bonsucesso e Getúlio Vargas. Os dois primeiros não possuíam urologistas. O terceiro possuía, mas precisava de um encaminhamento da UPA.
“Estamos na rua desde meio-dia.Vergonha é pouco para essa situação. Ver seu pai com uma idade avançada passando por isso. Só sinto vontade de chorar”, disse.
“Nem os animais são tratados assim”
Na porta do Hospital Geral de Bonsucesso um cartaz informava: “Estamos atendendo apenas casos de risco de morte e pacientes encaminhados da UPA, GSE e SAMU”. Questionada pela reportagem, a atendente disse que dois clínicos gerais estavam de plantão. Um ortopedista também estava, mas realizava uma cirurgia demorada. Não havia pediatras. “Estamos com superlotação. Essa é uma unidade apenas de suporte”, informou.
Para organizar o atendimento, os casos eram divididos por cores de fichas. Documentos vermelhos e amarelos tinham urgência. Azuis e verdes não eram urgentes. A autônoma Leice Monteiro, de 44 anos, estava no hospital desde meio-dia. Às 20h30 foi informada das cores das fichas e, para sua tristeza, descobriu que a sua havia sido classificada como verde.
“Por que não avisaram antes? A recepcionista disse que não tem previsão de atendimento para mim, ainda mais agora que trocou o plantão. Pelo visto, aqui você só é atendido se estiver baleado, à beira da morte”, disse a moradora de Ramos, que estava com dores pelo corpo e placas vermelhas nas pernas, nos braços e no rosto.
Antes do Hospital Geral de Bonsucesso, ela já havia passado pelas UPAs da Vila do João, da Maré e de Bonsucesso. “O ser humano é muito maltratado, nem os animais são tratados assim. É um absurdo chegar a uma unidade de saúde e não ser atendido. É nosso direito, o mínimo. Não vou esperar mais. Vou para casa. Lá, pelo menos, eu tenho uma cama para deitar”, declarou, quando já passava das 21h.
As informações são do repórter Anderson Dezan, do IG.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

PREFEITO EDUARDO PAES, SAMBÓDROMO, LIESA E JOGO DOS BICHOS.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes do PMDB, anda eufórico com o ritmo das obras que estão mudando  o visual do Sambódromo. A passarela do samba terá uma nova cara. Só não muda a organização do evento que continua sendo feito pela Liga Independente das Escolas de Samba, a Liesa, aquela que Beltrame disse que tem ligações históricas com os banqueiros do "jogo dos bichos", esse jogo ilícito que tem sido combatido recentemente no Rio de Janeiro.
Sinceramente, penso que o combate ao "jogo dos bichos" soa meio estranho diante da realidade da manutenção da Liesa organizando o Carnaval do Sambódromo.
O que você acha?
Juntos Somos Fortes!