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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

GREVE: UM DIREITO EM DISCUSSÃO.

O ESTADÃO (SÃO PAULO).
'Epidemia' de greves faz Dilma rediscutir direitos.
Por MARTA SALOMON / BRASÍLIA, estadao.com.br, Atualizado: 8/2/2012 3:02.
Em meio à greve dos PMs na Bahia e a possibilidade de paralisações de policiais virarem 'epidemia pelo País', atingindo pelo menos outros oito Estados, o governo Dilma Rousseff desengavetou projeto de lei que disciplina o direito de greve de servidores públicos e exige que o governo seja comunicado com antecedência mínima de 72 horas na paralisação de atividades 'inadiáveis de interesse público'.
Ontem, o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores da Policia Civil (Ugeirm-Sindicato) do Rio Grande do Sul anunciou o início de uma operação padrão. No dia 15, PMs e bombeiros ameaçam entrar em greve no Espírito Santo. Líderes da PEC 300 (que aumenta o salário de policiais e unifica os pisos pelo País) informaram que Minas também já enfrenta focos de reclamação da categoria.
No Rio, policiais e bombeiros marcaram uma assembleia para hoje e podem definir greve a partir de amanhã. Isso apesar da tentativa do governo de adiantar reajustes para evitar mobilizações. Levada ontem a Assembleia, a proposta foi considerada insatisfatória por associações e representações de classe, recebeu 78 emendas e saiu de pauta.
Líder do PSDB baiano, legenda que abriga o líder da paralisação, o deputado Antônio Imbassahy diz que o governo federal, 'ao assumir a negociação na Bahia, da forma como foi feito, convocou os policiais de outros Estados a aderir ao movimento'.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse ontem que o Congresso está disposto a rediscutir o direito de greve. Mas reiterou que não vai pôr em votação a PEC 300.
Direito de greve. O projeto de lei de restrição ao direito de greve foi preparado pela Advocacia-Geral da União em 2007, mas parou na Casa Civil, que, então comandada por Dilma Rousseff, não levou a proposta adiante.
O projeto de lei preparado em 2007 prevê que a deflagração de greves de servidores públicos seja aprovada por pelo menos dois terços da categoria. Hoje, na Bahia, a paralisação é liderada por uma associação que só representa 2 mil dos 32 mil PMs. E a assembleia da categoria só poderá ser convocada dez dias após o envio dapauta de reivindicações à autoridade competente.
O texto inclui segurança pública entre os 19 serviços considerados 'inadiáveis de interesse público', em que o estado de greve deverá ser declarado com antecedência mínima maior, de 72 horas. E a proposta limita a paralisação a 40% dos servidores de um órgão. 
Colaboraram Alfredo Junqueira e Denise Madueño (Fonte).
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

CRISE NA PM: A ESCALA DA POLÍCIA MILITAR PODE MELHORAR.

Os boatos sobre a convocação de uma prontidão para amanhã, não se confirmaram. A notícia que surge agora é a melhoria das escalas na Polícia Militar, que passariam a ser 12 horas de serviço x 48 horas de folga. 
O que não faz uma pressão política...
No nosso espaço democrático, desde o seu nascimento, comentamos que a solução para os nossos problemas passava por uma mobilização eterna e nas ruas, pois os políticos só temem o desgaste público de suas imagens nas ruas, em virtude de controlarem boa parte dos meios de comunicação.
Uma PM e um CBM mantendo uma mobilização constante nas ruas nos levará a conquista de todos os nossos objetivos. Regra que vale para todo funcionalismo público, evidentemente.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS, NÃO PRECISAMOS ACATAR A MUDANÇA DE BANCO FEITA POR SÉRGIO CABRAL.

Todo funcionalismo púbico do Rio de Janeiro, uma ótima oportunidade para dar o troco.
Jornal O Dia:
Conta salário de acordo com a opção do servidor.
Categoria poderá escolher, a partir do dia 2, em qual banco vai receber vencimentos.
ALESSANDRA HORTO
Rio - Os 11 milhões de servidores públicos brasileiros de todas as esferas poderão, a partir da próxima semana, escolher em qual banco receberão seus salários e movimentarão suas contas correntes. É que entra em vigor em 2 de janeiro a portabilidade bancária para o funcionalismo.
O mecanismo é simples: a prefeitura, o governo do estado ou a União escolhem o banco em qual vão depositar o dinheiro. Mas ao servidor fica permitido que ele procure uma outra instituição para movimentar seu salário assim que for depositado. É a chamada portabilidade (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

POVO + FUNCIONALISMO PÚBLICO CONTRA SÉRGIO CABRAL + PMDB + BASE GOVERNISTA.

Cidadão brasileiro, após os fatos que ocorreram ontem na ALERJ e em frente ao Palácio Guanabara, penso que temos que ser simplistas e encarar a luta do funcionalismo público e do povo fluminense contra o governo Sérgio Cabral (PMDB) com uma visão maniqueísta:
Certo x Errado.
Bom x Mau.
Honra x Covardia.
Direitos da Cidadania x Autoritarismo
Democracia x Ditatura.
Deus x Diabo.
Povo + Funcionalismo x Sérgio Cabral + PMDB + Base Governista.
Portanto, todos e todas devem estar mobilizados e mobilizar o maior número de pessoas possível para a grande batalha, O DIA DO BASTA.
Vamos DIZER NÃO AOS CORRUPTOS.
Todos na Cinelândia, no dia 20 SET 2011 (terça-feira), às 17:00 horas.
Iremos vencer!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 3 de setembro de 2011

BOMBEIROS - CONFRATERNIZAÇÃO NA ALERJ E PROTESTO NA UPA.

Os Bombeiros Militares realizarão nesse sábado um almoço para os seus familiares no acampamento da ALERJ, demonstrando que o movimento está unido e que conta com o apoio das famílias, o que é indispensável em razão dos sofrimentos experimentados. Será uma festa!
Ontem, os Bombeiros e os funcionários públicos da saúde "cercaram" o governador Sérgio Cabral, que teve que "fugir" dos mobilizados, alterando sua agenda.
A mídia deu uma boa repercussão (leiam no site oficial da mobilização).
Penso que o povo do Rio de Janeiro está ficando maduro para ser convocado para uma grande mobilização contra o governo Sérgio Cabral (PMDB), solicitando a sua renúncia. O "Dia D" poderá ser o Dia do Basta, o Dia contra a Corrupção, um ato que acontecerá em várias capitais do Brasil, previsto para o dia 20 SET 2011. No Rio o ato será realizado na Cinelândia.
Caso o funcionalismo público se una e se dedique a mobilizar os cidadãos nas ruas, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis, etc, o ato será um sucesso.
Além do dia 20, poderemos fazer um ato contra o governo Sérgio Cabral (PMDB) com grande repercussão, no dia 07 SET 2011, o dia da pátria, aproveitando o desfile cívico-militar que ocorre todo ano.
Os Bombeiros realizarão uma manifestação no dia 07 SET 2011, certamente.
O funcionalismo do Rio de Janeiro precisa aderir maciçamente.
07 SET 2011, um dia excelente para gritar: Fora Cabral!
Aliás, qualquer dia é um excelente dia para gritar: Fora Cabral!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 28 de agosto de 2011

RIO DE JANEIRO - FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL - ATO - 30 AGO 2011.

Convocação - Ato unificado
O movimento Unificado em Defesa do Serviço Publico Municipal convoca os servidores ativos, inativos e pensionistas vinculados ao regime próprio do município do Rio - Previ-Rio/FUNPREVI - a comparecer no Ato Unificado contra o PL 1005 e contra o PLC 41. A concentração é na próxima terça-feira, dia 30, partir das 14h, na Cinelândia em frente à Câmara Municipal.
Vamos derrotar as reformas do atual governo que corta direitos do servidor do Rio.
Vamos exigir das autoridades uma gestão transparente da nossa previdência e com os servidores no comando.
Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

É HORA DE VENCERMOS A INÉRCIA CÍVICA DA POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO.

O Rio de Janeiro é um dos estados mais importantes do país, sendo o segundo em arrecadação, mas apesar dessas verdades presta serviços públicos de qualidade lastimável para a sofrida população fluminense, em face da péssima gestão realizada pelo governador Sérgio Cabral (PMDB).
Na tentativa de prestar serviços públicos de boa qualidade, diferentes categorias do funcionalismo público têm ocupado as ruas do município do Rio de Janeiro, principalmente, promovendo atos públicos nos quais tentam conscientizar a população para a gravidade da situação e para os riscos concretos a que está submetida (saúde e segurança), assim como, tentam motivar a população para participar da luta para a salvação dos serviços públicos, o que parece impossível de conseguir.
Prezado leitor, a inércia cívica da população do Rio de Janeiro é algo assustador, nem parece que há poucos anos o Rio era o pólo político, a caixa de ressonância do Brasil. Hoje, sem dúvida, é mais fácil dobrar governantes do que mobilizar a população fluminense, a qual parece anestesiada por completo diante dos gravíssimos riscos de morte envolvendo a todos nós, em qualquer lugar e em qualquer horário, no nosso estado de natureza esplendorosa.
Ao longo do terrível governo Sérgio Cabral (PMDB), os funcionários públicos têm feito a sua parte, sobretudo os das áreas da segurança (Bombeiros e Policiais Militares), da educação e da saúde, realizando ao todo mais de uma centena de atos públicos nas ruas, mas apesar de todo esse esforço para conscientizar a população, ela NUNCA aparece, NUNCA, eis a verdade.
Mais de cem atos foram realizados e NENHUM deles foi promovido pela população organizada. O máximo que acontece é um movimento de um pequeno grupo isolado ou um ato desenvolvido por uma ONG em defesa do serviço público, como tem feito a Rio de Paz. Não vemos associações de bairros, clubes de serviços, associações de moradores, ONGs, etc, organizadamente, promoverem atos da população para defender o serviço e os servidores públicos.
São praticamente cinco anos tentando mobilizar a população para participar da luta e NADA, a inércia cívica continua teimosamente. Parece que o povo fluminense não sabe que pode morrer em qualquer rua do Rio sendo vítima de um assalto, por exemplo. Ou que também pode morrer a qualquer momento ao ser conduzida pelo Corpo de Bombeiros, após um acidente, para um hospital público completamente ineficiente por falta de profissionais ou de recursos materiais.
A grande pergunta que se impõe aos servidores públicos:
- O que fazer para mobilizar a população para participar da luta e pressionar os governantes para ter a sua disposição serviços públicos de boa qualidade?
Agir de forma ordeira e pacífica, como os servidores têm feito nesses último anos, dando continuidade ao que tem sido feito até o momento, sem qualquer sucesso. Ou usar com a população a mesma estratégia que se usa na educação dos jovens, ou seja, quando a conscientização não é alcançada através do diálogo, só resta o implemento de ônus aos reincidentes como forma para mudar um comportamento errado.
A primeira vista parece que os servidores da educação pública (SOS EDUCAÇÃO) estão iniciando essa fase mais contundente, estão em greve, o que causa prejuízos para a população, sem dúvida. Sem aulas, o filho que estuda na escola pública tem menor possibilidade ainda de enfrentar os filhos de quem pode pagar uma escola particular, onde as greves não acontecem, na hora dos exames seletivos. Certamente, as TVs cahapa branca (apoiam Sérgio Cabral) entrevistarão responsáveis e alunos nas portas das escolas públicas, os quais criticarão a greve veementemente, todavia, esses mesmos que criticam a greve, NUNCA estiveram nas ruas lutando pelos seus próprios direitos, pressionando os governantes para que a escola pública seja de boa qualidade, com profissionais justamente valorizados e com todos os recursos que o processo ensino-aprendizagem impõe.
Obviamente, nenhum servidor público quer fazer greve, ninguém fez um difícil concurso público para no exercício da atividade prejudicar a população que paga seus salários, entretanto, a inércia cívica da população do Rio de Janeiro está conduzindo os servidores para essa última alternativa.
É hora de vencer a inércia cívica da população do Rio de Janeiro.
Isso não pode ser mais adiado.
Melhor será que a própria população através dos vetores sociais se mobilize e passe a cobrar dos governantes a prestação de serviços públicos de boa qualidade, ombreando com os servidores públicos, essa é a melhor solução, ninguém dúvida.
Caso a população não escolha tal opção indolor, penso que não restará alternativas aos servidores públicos , os quais deverão escolher entre:
- Deixar os serviços públicos se deteriorarem inteiramente de uma vez por todas (fingem que me pagam, finjo que trabalho); ou
- Ensinar civismo à população do Rio de Janeiro, impondo alguns ônus (greves, paralisações, operação padrão, operação tolerância zero, passeatas, operação cumpra-se a lei, etc) para conscientizar a todos sobre a extrema gravidade da situação e juntos, servidores e população, possam salvar os serviços públicos da ação destruidora dos péssimos governantes.
O tempo trabalha contra a população e contra os servidores públicos.
É hora de vencer a inércia cívica da população do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 17 de julho de 2011

POVO E FUNCIONALISMO PÚBLICO DO RIO DE JANEIRO, QUAL O MOTIVO PARA TANTO MEDO?

Os escândalos se sucedem no governo Sérgio Cabral (PMDB), a desmoralização é completa.
A saúde, a segurança e a educação públicas são lastimáveis.
O povo é pessimamente atendido.
O funcionalismo recebe o pior tratamento por parte do governador.
Apesar desse quadro, o povo e o funcionalismo público do Rio de Janeiro não mexem um dedo para cobrar democraticamente a saída de Sérgio Cabral (PMDB) do Palácio Guanabara.
É o Rio inacreditável.
Eu tentei trazer os Bombeiros Militares, a categoria mais mobilizada do funcionalismo, para o "Movimento Fora Cabral!", porém fui incapaz de convencê-los. Certamente, os Bombeiros puxando a corda, quase todo o funcionalismo público iria aderir, ficando as possíveis exceções com os Policiais Civis e os Policiais Militares que parecem extremamente satisfeitos com o governo Sérgio Cabral (PMDB).
Penso que o funcionalismo da educação nas ruas acabaria trazendo os estudantes e logo o povo perderia o medo e também se manifestaria, cobrando a renúncia ou o impeachment de Sérgio Cabral (PMDB).
Sem os Bombeiros à frente da mobilização, o medo continuará vencendo, o que manterá o povo e o funcionalismo longe das ruas, dando uma sobrevida ao catastrófico governo Sérgio Cabral (PMDB).
O medo venceu o Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 28 de junho de 2011

REPÓRTER RIO - ROTINA DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Exc-CORREGEDOR INTERNO

O FORA CABRAL: O MUSPE, OS SINDICATOS, AS ASSOCIAÇÕES, A RENÚNCIA, O IMPEACHMENT E O FUNCIONALISMO PÚBLICO DO RIO DE JANEIRO.

O Rio de Janeiro respira momentos de grande importância para o futuro do Brasil, o estado voltou a ser a caixa de ressonância política do país, em face da gravíssima crise que está destruindo por completo o governo Sérgio Cabral (PMDB), situação que já se tornou irreversível, o governo acabou.
O político Sérgio Cabral Filho (PMDB) tinha construído um governo que parecia inexpugnável, inatingível, apesar de ser um dos piores das últimas décadas, sobretudo no péssimo tratamento dispensado aos funcionários públicos, onde até ofensas verbais se tornaram corriqueiras, e na prestação dos serviços públicos essenciais de péssima qualidade: saúde, educação e segurança.
"Amigo" dos empresários mais poderosos e dominando quase que por completo a mídia fluminense, principalmente as poderosas Organizações Globo, Sérgio Cabral vivia o paraíso entre Rio, Nova Iorque e Paris.
Tudo ia às mil maravilhas, considerando que nem mesmo a "oposição" política incomodava, apenas fazia um barulho aqui e outro ali, em discursos sem qualquer efeito concreto.
Ia até que ele resolveu desmoralizar os Bombeiros Militares, a categoria do funcionalismo público com maior aprovação junto ao povo, colocando tudo a perder.
O governo Sérgio Cabral (PMDB) armou a maior farsa que se tem notícias na área da segurança pública mundial, quando no dia 03 de junho de 2011, ao invés de IMPEDIR a entrada e a ocupação do Quartel General do CBMERJ; Cabral, Beltrame e Mário Sérgio FACILITARAM de todas as formas a ENTRADA e a OCUPAÇÃO, para depois promoverem uma RETOMADA cinematográfica com o BOPE, hoje inteiramente desmoralizado.
Eu fui testemunha da FARSA, filmei tudo antes de ser PRESO ILEGALMENTE pelo comandante geral da Polícia Militar e representei sobre ela em todos os órgãos públicos, conforme publiquei nesse espaço democrático. Inclusive comuniquei formalmente ao Presidente da ALERJ, deputado estadual Paulo Melo (PMDB), os fortíssimos indícios de crime de responsabilidade por parte do governo Sérgio Cabral (PMDB), o primeiro passo para um processo de impeachment.
Nesse cenário terminal, cabe ao funcionalismo público do Rio de Janeiro o papel de carrasco, o papel e soltar a corda e deixar a lâmina da guilhotina encerrar esse péssimo governo.
Todos nós, funcionários públicos, devemos estar mobilizados e lutando para mobilizar o maior número de pessoas possíveis para o ato cívico-democrático FORA CABRAL!, que será realizado na Cinelândia, no dia 01 de julho de 2011, às 18:00 horas.
É a nossa hora de entrar no campo de batalha de forma definitiva e decisiva, fazendo um ato do povo e do funcionalismo público do Rio de Janeiro, sem a presença de políticos, para cobrar ordeira e pacificamente que Sérgio Cabral (PMDB) renuncie.
Essa é a vontade do povo e a vontade do funcionalismo: Fora Cabral!
O MUSPE, os sindicatos e as associações do funcionalismo público devem estar unidos nesse ideal e cada um deve fazer a sua parte com a maior dedicação possível, para que possamos reunir UM MILHÃO na Cinelândia gritando: Fora Cabral!
Prezado leitor, faça a sua parte, participe do ato e mobilize o maior número de pessoas que puder para essa grande festa democrática.
O povo e o funcionalismo do Rio de Janeiro estão muito próximos de uma grande vitória.
Parabéns a todos que estão nessa luta.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 27 de junho de 2011

BOMBEIROS MILITARES - PRÓXIMOS PASSOS - SOLICITAÇÃO.

COMENTÁRIO POSTADO:
Segunda-feira, 27 de junho de 2011
Próximos passos
Senhores, a mobilização é total! Informações importantes a seguir! Não acredite em boatos, acompanhe a comunicação pelo site!! JUNTOS SOMOS FORTES!!
Anistia
Senhores, precisamos da ANISTIA para os heróis presos. É preciso a anistia CRIMINAL e ADMINISTRATIVA. A ANISTIA CRIMINAL evita as condenações criminais e teve seu primeiro passo em Brasília, na última semana, quando o projeto de lei da anistia foi aprovado pelo Senado Federal. Agora, o projeto de lei segue para a Câmara dos Deputados, onde precisa ser aprovado. Depois disso, segue para a sanção da Presidência da República. Ao mesmo tempo, é necessário conseguirmos a ANISTIA ADMINISTRATIVA, que, até o momento, ainda não teve avanço! A Anistia Administrativa garante que não haverá punições administrativas, que podem chegar até à expulsão do corpo de bombeiros. A Anistia Administrativa precisa ocorrer no âmbito estadual, ou seja, é necessário um projeto de lei no âmbito estadual. Por isso, o abaixo-assinado pela anistia irrestrita, criminal e administrativa, é tão importante. E por isso a mobilização na Alerj é fundamental para pressionarmos os deputados a assumir este projeto de lei.
Mobilização na Alerj
Na terça, quarta e quinta-feira, das 14h às 18h, será fundamental a mobilização dos bombeiros militares na Alerj, por dois motivos: para pressionar os senhores deputados para que a ANISTIA ADMINISTRATIVA entre em pauta na Assembléia Legislativa e para acompanhar a votação sobre a destinação dos recursos do Funesbom (o fundo que recebe os recursos da taxa de incêndio, entre outros). Portanto, na terça, quarta e quinta-feiras, todos os bombeiros militares de folga que estiverem no Rio de Janeiro devem se dirigir à Alerj!! A mobilização não será nas escadarias, será dentro da Alerj, nas galerias da Casa!! Força total!!
Viagem a Brasília
Senhores, iremos a Brasília na semana que vem. Devemos rumar para Brasília na terça-feira, dia 28. Aos senhores que tiverem condições de rumar para Brasília por meios próprios, por favor o façam, adquirindo passagens aéreas ou terrestres! Para aquisição, existe o voo 1582 da Gol, com partida às 11h18 de terça-feira (Rio-Brasília, saindo do Aeroporto Santos Dumont), retorno no voo 1591 Brasília-Rio (chegada no Aeroporto Santos Dumont) - valor total de R$ 213,00 (ida e volta, já com taxa de embarque). Outra opção é o voo 5790 da empresa WebJet (saindo 10h28 do) e o retorno no voo 6793 às 9h46, mas é um pouco mais caro169,00 + 69,00. Estamos negociando o transporte por voo fretado. Mais informações sobre o transporte serão transmitidas em breve.
Abaixo assinado
No ato de domingo, no Aterro do Flamengo, centenas de bombeiros, familiares e cidadãos que apóiam a ANISTIA IRRESTRITA dos 439 bombeiros presos levaram as folhas de abaixo-assinado preenchidas. Estas folhas foram coletadas e estão sendo contabilizadas. Precisamos de 600 mil assinaturas! Quem ainda estiver coletando assinaturas poderá entregar as folhas preenchidas na Alerj, na terça, quarta e quinta-feira, das 14h às 18h, quando estaremos em ação no local.
2 de julho, Dia do Bombeiro
No dia 2 de julho, sábado, Dia do Bombeiro, faremos um ATO PELA DIGNIDADE na Praia de Copacabana, com concentração às 9h. Em breve mais informações! CLIQUE AQUI para fazer o download do panfleto, imprima e faça cópias, divulgue!!
JUNTOS SOMOS FORTES! ANISTIA JÁ!
COMENTO:
Solicito aos gestores da mobilização dos Bombeiros Militares que incluam o Ato Cívico-Democrático "Renúncia Já!", no calendário para divulgação.
O ato será realizado no dia 01 JULHO 11, às 18:00 horas, na Cinelândia, portanto, em nada atrapalhará os eventos programados pela comissão. Será um ato do funcionalismo público como um TODO e da população fluminense.
Todos gritarão a uma só voz:
Fora Cabral!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 24 de junho de 2011

RENÚNCIA JÁ! - 01 JULHO 11 - FAÇA A SUA PARTE PARA REUNIRMOS UM MILHÃO DE CIDADÃOS NA CINELÂNDIA.

A primeira vista parece uma loucura, imaginar que podemos mobilizar um MILHÃO de cidadãos para o "Ato Renúncia Já!", que será realizado no dia 01 JULHO 2011, às 18:00 horas, na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, isso é um fato. A população do Rio de Janeiro parece adormecida, anestesiada, sem forças para lutar pelas mudanças que o Rio precisa vivenciar para que possa ser muito melhor para todos nós, essa é outra realidade inquestionável. Porém, o amor pelos Bombeiros Militares, que tem reunido dezenas de milhares de pessoas nas ruas, sinaliza que a situação pode ser revertida e o Rio pode voltar a ser o pólo político do Brasil, o tambor de ressonância das mudanças com repercussão nacional, disso ninguém duvida.
Prezados leitores, eu faço parte do grupo dos otimistas, acredito que podemos reunir um MILHÃO de cidadãos na Cinelândia, tendo em vista que a reprovação ao governo Sérgio Cabral (PMDB) é total, portanto, só precisamos convidar as pessoas para essa festa democrática, temos que levar ao conhecimento de toda população do Rio que a festa cívica-democrática irá acontecer e mostrar a importância da presença de cada um nesse ato de cidadania.
Divulgar, divulgar e divulgar.
Eis o caminho para reunirmos um MILHÃO na Cinelândia.
Espalhe a notícia em todas as direções: na família, no círculo de amigos, no comércio local, na escola, no trabalho, no transporte coletivo, etc.
Utilize o telefone (ligações e torpedos) e a internet (sites, blogs, emails, redes sociais: twitter, orkut, facebook, etc), mas não deixe de levar a divulgação para as ruas, conversando e panfletando.
Eu elaborei um planfleto que estou distribuindo (clique e conheça), o qual você também podeá utilizar ou fazer o seu próprio panfleto, o importante é levar o convite para todas as ruas do Rio de Janeiro.
Se puder faça uma faixa e coloque na sua rua, uma faixa de três metros custa em média R$ 20,00.
Participe dessa corrente de mobilização, faça a sua parte, assim você se sentirá parte do processo, um colaborador para que as mudanças possam ocorrer.
Penso que o funcionalismo público estadual deve ser o principal motor para impulsionar essa mobilização, considerando o quanto os funcionários públicos estão sofrendo no governo Sérgio Cabral (PMDB).
Professores, merendeiras, secretarias, médicos, enfermeiros, técnicos de raio X, Policiais Militares, Bombeiros Militares, Policiais Civis, etc, todos os funcionários públicos devem estar motivados para participarem da divulgação da festa.
A hora é agora, pare de ficar só reclamando pelos cantos, isso não resolve nada.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CABO FRIO - AMANHÃ - PASSEATA DE BOMBEIROS, POLICIAIS MILITARES E PROFESSORES.

Amanhã, às 09:00 horas, acontecerá uma passeata em Cabo Frio reunindo Bombeiros, Policiais Militares e Professores.
Uma festa democrática.
Divulguem e participem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 21 de junho de 2011

RIO DE JANEIRO - GRANDE ATO CÍVICO-DEMOCRÁTICO RENÚNCIA JÁ! - ALTERAÇÃO DE DATA.

O funcionalismo público e a população do Rio de Janeiro estão organizando um grande ato cívico-democrático a ser realizado no polo político do Brasil - a Cinelândia -, para SOLICITAR que o Exmo Sr Governador Sergio Cabral Filho (PMDB) RENUNCIE, pondo fim a um péssimo governo e atendendo aos anseios do povo e do funcionalismo.
A solicitação será feita na praça pública, onde se exerce a verdadeira democracia, no transcurso de um ato ordeiro e pacífico.
Inicialmente, o ato estava marcado para o dia 27 JUN 2011 (segunda-feira), mas foi proposta uma alteração da data para permitir maior mobilização, considerando o feriadão de Corpus Christis, no período de 23 a 26 JUN 2011.
A nova data agendada foi o dia 01 AGO 2011 (sexta-feira).
GRANDE ATO CÍVICO-DEMOCRÁTICO RENÚNCIA JÁ!
Data: 01 JUL 2011 (sexta-feira).
Horário: 18:00 horas.
Local: Cinelândia.
Traga a sua bandeira do Brasil.
Imprimam esse artigo e distribuam, divulguem através de emails e das redes sociais.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 3 de maio de 2011

O DEVER DE OFÍCIO DO FUNCIONALISMO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

O Rio de Janeiro vai mal, muito mal.
O Rio vai de mal a pior.
E o pior é que faltam leitos de CTIs nos hospitais públicos, o que pode significar a morte de todos nós.
Tenho sido um crítico contínuo e ácido do governo Sérgio Cabral, mas nunca escondi que gostaria de estar elogiando o governo estadual, afinal fazer oposição por fazer, não faz nenhum sentido para quem não tem interesse em construir uma carreira política. O opositor por natureza procura os erros, eu apenas cito os que a mídia destaca e na área da segurança pública, dou publicidade aos que a mídia omite. A má gestão é evidente, salta aos olhos de todos os cidadãos, que amargam muitos dissabores, inclusive o risco de morte.
Nada, absolutamente nada, funciona de forma aceitável no Rio.
Educação, saúde e segurança públicas são lastimáveis.
O ensino público estadual ocupa a penúltima colocação no Brasil e professores faltam por todos os lados.
Inúmeras pessoas morrem diariamente por falta de vagas em CTIs e UTIs, enquanto centenas ficam jogadas em macas em corredores hospitalares.
Os transportes públicos, o governo antecipou em anos as renovações de concessões, apesar dos transportes serem verdadeiros martírios para os usuários, a sofrida população fluminense.
Na área da segurança, objetivando levar adiante um projeto eleitoreiro (UPPs), o governo transfere traficantes e fuzis de uma comunidade carente para outra, algo que por si só seria mais que suficiente para promover a perda das cadeiras de todos os responsáveis.
Nada, absolutamente nada, funciona de forma aceitável no Rio.
Diante desse completo caos, o funcionalismo público estadual está inerte, contrariando o interesse público e o dever de ofício de todo funcionário.
O funcionalismo das áreas da saúde e da educação desapareceu das ruas do Rio de Janeiro, local onde deveria estar exercendo a própria cidadania e exercendo o seu dever de ofício de denunciar e de cobrar as responsabilidades e as mudanças urgentes que se fazem indispensáveis.
Sim, o funcionário público tem o DEVER de lutar pelo INTERESSE PÚBLICO, quem se omite não conseguiu entender a sua RESPONSABILIDADE.
Na área da segurança pública, os Policiais Civis demonstram uma completa satisfação com o governo Sérgio Cabral, pois em sua totalidade nada reclamam, apesar da prestação de serviço para a população continuar sendo muito ruim, reforçando a impunidade.
Os Policiais Militares que reclamam constituem um grupo diminuto, o que também sinaliza para uma satisfação da categoria com o governo, embora o serviço prestado para o povo fluminense seja deficitário quase que por completo, o policiamento ostensivo só existe na Zona Sul, no período noturno, citando uma das deficiências mais evidentes.
Sós os Bombeiros Militares estão cumprindo o seu DEVER DE OFÍCIO e lotam as ruas na sua luta por cidadania e para terem condições de prestar um serviço público de qualidade para a população.
Na condição de cidadãos fluminenses, só nos resta ombrear com os Bombeiros Militares, participando de sua luta nas ruas e esperar que essa luta por CIDADANIA contagie o funcionalismo público e que cada funcionário público aprenda a lutar pelo INTERESSE PÚBLICO e que isso é um DEVER DE OFÍCIO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 13 de abril de 2011

DIA 15 ABR 2011 - SEXTA-FEIRA - ÓTIMO DIA PARA PROTESTAR CONTRA O GOVERNO SÉRGIO CABRAL.

Na coluna da jornalista Marcia Peltier, no Jornal do Comércio, encontrei uma excelente informação para todos os grupos mobilizados do Rio de Janeiro que estão lutando contra a péssima gestão Sérgio Cabral. Os correspondentes estrangeiros serão recebidos no Palácio Guanabara para um "breakfast" pelo governo, portanto, o momento será muito oportuno para a exibição de faixas e de cartazes em inglês em frente ao castelo governamental.
O funcionalismo público das áreas de segurança, saúde e educação não podem perder essa oportunidade, assim como os topiqueiros e os ex-funcionários do SAMU, citando dois exemplos de luta.
A matéria não informa o horário, penso que a partir das 08:00 horas até o encerramento do café da manhã seja o horário adequado.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 28 de março de 2011

O ASSÉDIO MORAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

BLOG RVCHUDO
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domingo, 27 de março de 2011
O Assédio Moral na Administração Pública

O assédio moral não é um assunto novo. Na realidade, trata-se de um tema tão antigo quanto as próprias relações de trabalho.
Não há diferenças significativas na ação de assediadores nos universos público e privado. Porém, em virtude da natureza do serviço público, o assédio se torna mais grave, pelo fato de que na administração pública não existe uma relação patronal direta e sim uma hierarquia que deve ser respeitada.
A relação patronal no serviço público reside no dever do agente público tratar com respeito, decoro e urbanidade todo e qualquer cidadão. Este é o verdadeiro “patrão”, que custeia a remuneração do agente público por meio do pagamento de tributos.
Na relação de trabalho, o agente público está sujeito ao princípio da hierarquia, constituída principalmente para estabelecer um grau de responsabilização e ordem, objetivando que o serviço público alcance seu objetivo maior, que é o bem comum.
O que realmente é assédio moral na relação de trabalho?
Resumindo trata-se, portanto, da exposição do servidor a situações humilhantes e constrangedoras, recorrentes e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções. Essa exposição à tirania é mais freqüente em relações hierárquicas autoritárias, nas quais predominam condutas negativas, atos desumanos de longa duração, exercidos por um ou mais chefes contra os subordinados, ocasionando a desestabilização da vítima com o ambiente de trabalho e a organização.
A vítima é isolada do grupo sem explicação, passando a ser ridicularizada, inferiorizada e desacreditada diante de seus colegas. Estes, por medo, vergonha, competitividade ou individualismo, rompem os laços afetivos com a vítima e, muitas vezes, acabam reproduzindo ações e atos do agressor, instaurando um “pacto de tolerância e de silêncio coletivo”, enquanto a vítima vai se degradando e se enfraquecendo.
Esta humilhação repetitiva acaba interferindo na vida do humilhado, gerando sérios distúrbios para a sua saúde física e mental e podendo evoluir para a própria incapacidade para o trabalho, a aposentadoria precoce e a morte.
Em síntese o assédio moral é uma perseguição continuada, cruel, humilhante e covarde desencadeada, normalmente, por um sujeito perverso, tanto vertical quanto horizontalmente, que intenciona afastar a vítima do trabalho, mesmo que para isso tenha que degradar sua saúde.
A Hierarquia no serviço público
Hierarquia “é o princípio da administração pública que distribui as funções dos seus órgãos, ordenando e revendo a atuação de seus agentes e ainda estabelece a relação de subordinação entre os servidores do seu quadro de pessoal” (Direito Admi-nistrativo Brasileiro, Hely Lopes Meireles, pg. 127, ed. 2003).
Portanto, o servidor somente tem a condição de subordinado em relação ao princípio orientador da hierarquia entre a instituição e a função, e não porque é agente de menor ou maior capacidade do que o funcionário numa função acima da sua. A distribuição dessa hierarquia é questão de organização da Administração Pública e
também modo de operação dos atos e não uma divisão de castas de pessoas ou funções. Na Administração Pública, o funcionário dos serviços gerais tem a mesma importância que um chefe de gabinete e, dentro de sua categoria, é igual hierarquicamente a outros. Suas funções são diferenciadas apenas por questões de organização, mas sua importância é a mesma dentro do quadro do funcionalismo.
Desse modo, um chefe de gabinete que comete assédio contra um funcionário de serviços gerais, por exemplo, deve responder pelo ato que praticar. É evidente que a responsabilidade será sempre da administração pública, pois responde por lesões morais o órgão que não coibir atos de assédio moral contra qualquer um de seus agentes. No entanto, o agente responderá frente à administração pública em ação regressiva.
Não se pode admitir um funcionário de grau hierárquico maior prejudicar toda uma administração, todo um bem elaborado sistema de controle do trabalho, simplesmente por querer humilhar seus subordinados.
Conclui-se que a hierarquia não significa superioridade de cargo ou pessoal, e sim de função dentro da organização estatal.
Há como impedir o ato de assédio moral?
Não há uma maneira eficaz de se impedir o assédio moral. Porém, é essencial que o ato seja punido de maneira exemplar, por meio da abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e de processo por desvio de conduta ética, com a conseqüente exoneração do cargo e a aplicação das demais sanções impostas pelo ordenamento disciplinar e ético.
É de nosso entendimento que, em conformidade com o Código de Ética do Servidor Público, os desvios de conduta ética envolvendo o assédio moral atualmente são melhor tratados junto a ética pública do que em procedimentos disciplinares, sendo que nada impede que os dois coexistam. A Ética é uma nova esfera dentro do Direito Administrativo, não concorrendo com a esfera Disciplinar, assim como a esfera Civil não concorre com a esfera Penal.
A Administração Pública tem o compromisso de apurar, sempre que necessário, qualquer indício de participação de servidor em atividades que atentem contra a ética no serviço público, devendo responder prontamente a incidentes que envolvam seus servidores, uma vez que nem todas as ocorrências apresentam lesividade efetiva à regularidade do serviço, dano ao erário ou comprometimento real de princípios que regem a Administração.
O principal objeto do Direito Administrativo Disciplinar e do Código de Ética do Servidor Público não é necessariamente punir, mas corrigir os ilícitos e a conduta do servidor.
Tratando o assédio moral na ética PÚBLICA
Como já vimos, o assédio moral é em essência um desvio de conduta ética e deve ser tratado como tal.
Considerando como balizador o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, instituído pelo Decreto nº 1.171/1994, podemos definir em quais desvios o assediador se enquadra.
Tomemos como exemplo:
Das vedações ao Servidor Público
f) permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores;
Neste inciso o legislador contempla em sua totalidade o assédio moral, na ascendente e descendente do plano vertical e em sua totalidade no campo horizontal. As proibições revelam a maioria das iniqüidades praticadas pelo assediador moral contra sua vítima.
Prevenção
Agora, há sim como prevenir tais atos, aplicando ações mais intrínsecas e eficazes na educação ou reeducação ética e profissional do agente público, incuntindo-lhe o respeito aos seus pares e principalmente ao cidadão.
É certo que a virtude moral é decorrente do hábito e não da natureza do ser humano. O exercício contumaz da virtude moral arraigará no homem o seu espectro, posto que o hábito não modifica a natureza. É a natureza que nos dá a capacidade de receber as virtudes, e o hábito aperfeiçoa esta capacidade. Portanto, a prática da virtude moral, que conduz o homem à verdadeira felicidade, não nasce com ele, sendo construída a partir de condutas positivas reiteradas.
Ações do Gestor público
O gestor público poderá utilizar as medidas necessárias para prevenir o assédio moral, tais como:
• Planejamento e organização do trabalho;
• Levar em consideração a autodeterminação de cada servidor e possibilitar o exercício de sua responsabilidade funcional e profissional;
• Assegurar ao servidor oportunidade de contato com os superiores hierárquicos e outros servidores, ligando tarefas individuais de trabalho e oferecendo a ele informações sobre exigências do serviço e resultados;
• Garantir a dignidade do servidor;
• Evitar o trabalho pouco diversificado e repetitivo, protegendo o servidor no caso de variação do ritmo de trabalho;
• As condições de trabalho deverão garantir ao servidor oportunidades de desenvolvimento funcional e profissional no serviço;
• Desenvolvimento de ações objetivando a disseminação de normas éticas e disciplinares.
O gestor público tem o dever de zelar por um bom ambiente de trabalho, coibindo e punindo casos de assédio moral. Ele não pode compactuar com expedientes odiosos, devendo aplicar seu poder disciplinar sobre seus subordinados, para restabelecer a ordem no ambiente de trabalho.
Ele jamais poderá deixar de observar que assédio moral é toda ação, gesto ou palavra, praticada de forma repetitiva por agente, servidor, empregado, ou qualquer pessoa que, abusando da autoridade que lhe confere suas funções, tenha por objetivo ou efeito atingir a auto-estima e a autodeterminação do servidor, com danos à sua saúde, ao ambiente de trabalho, ao serviço prestado ao público e ao próprio usuário, bem como à evolução da carreira e da estabilidade funcional do servidor.
É essencial que o gestor abstenha-se de:
• Determinar a realização de atribuições estranhas ou de atividades incompatíveis com o cargo que ocupa, ou em condições e prazos inexeqüíveis;
• Designar para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas, especializadas, ou aquelas que exijam treinamento e conhecimento específicos;
• Apropriar-se do crédito de idéias, propostas, projetos ou de qualquer trabalho de outrem;
Em tempo, também é considerado assédio moral as ações, gestos e palavras que impliquem:
• No desprezo, ignorância ou humilhação do servidor, que o isolem de seus superiores hierárquicos e de outros servidores, sujeitando-os a receber informações, atribuições, tarefas ou outras atividades somente por meio de terceiros;
• Na sonegação de informações que sejam necessárias ao desempenho das funções ou úteis à vida funcional do servidor;
• Na divulgação de rumores e comentários maliciosos, bem como na prática de críticas reiteradas ou na subestimação de esforços que atinjam a dignidade do servidor;
• Na exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos, em prejuízo de seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Paulo Roberto Martinez Lopes
Autor do Livro: Ética, assédio moral e assédio sexual na Administração Pública
22 de Janeiro de 2009
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 27 de março de 2011

RIO DE JANEIRO: ATO CONTRA PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE

Sindsprev/RJ convoca categoria para grande ato no dia 7 de abril contra a privatização da Saúde
25/03/2011
Por Olyntho Contente
Da Redação do Sindsprev/RJ
O dia 7 de abril será um marco na luta contra a privatização da Saúde e em defesa do SUS. Haverá protestos em todos os estados, convocados pelas entidades que formam o Fórum Nacional Contra a Privatização da Saúde e em Defesa do SUS, entre elas o Sindsprev/RJ.
Para o Rio de Janeiro está programado um grande ato, em frente ao prédio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), na Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro da Cidade. A concentração está marcada para as 11 horas. A manifestação contará com a participação de servidores federais, estaduais e municipais, profissionais de saúde concursados da Fundação Escola de Serviço Público, usuários, dirigentes dos sindicatos do setor, de conselhos profissionais e de conselheiros de saúde, além de representantes de outras categorias.
Impedir a privatização
A diretora do Sindsprev/RJ, Denise Nascimento, lembra que a política de privatização do Sistema Único de Saúde (SUS) vem se ampliando, com o aumento das terceirizações em vários estados e com a entrega de hospitais e postos de saúde para as chamadas Organizações Sociais (OS). Estas nada mais são que grupos privados que recebem as unidades, com funcionários e equipamentos, sem pagar nada por isto, pelo contrário, serão remuneradas com dinheiro público para administrar os hospitais (leia-se, lucrar com eles). Serão também recursos públicos que financiarão toda a estrutura de funcionamento das unidades.
Além disto, novos profissionais poderão ser contratados pelas OS, através da CLT, sem concurso público, significando o início do fim da contratação de servidores estatutários e da estabilidade. Como visam somente o lucro, a médio prazo as OS passarão a cobrar pelo serviço prestado, pondo fim à gratuidade como já acontece em São Paulo. Lá o governo Geraldo Alckim aprovou na Assembléia Legislativa do Estado (Alesp), em dezembro último, lei permitindo que fossem cobrados 25% dos exames de alta complexidade feitos pela rede pública.
Privatização federal, estadual e municipal
A privatização dos hospitais e postos de saúde é uma política dos governos Dilma (PT), Cabral (PMDB) e Eduardo Paes (PMDB). Cabral e Eduardo Paes através da entrega das unidades a Organizações Sociais (OS) e outros tipos de terceirização e Dilma, com a utilização da MP 520, editada em 31 de dezembro, último dia de mandato do governo Lula.
A MP 520 cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. (EBSERH) com o objetivo imediato de assumir a gestão de hospitais universitários, podendo fazer o mesmo com as demais unidades federais. Através da EBSERH poderão ser contratados funcionários sem concurso e regidos pela CLT. O 16º artigo da MP autoriza a EBSERH “a patrocinar entidade fechada de previdência privada, nos termos da legislação vigente”.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO