1. As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) -montadas em containeres e equipamentos terceirizados, e apresentadas como grande solução para a saúde pública pelo governo do Estado do Rio- fracassaram. Até o ministério da saúde entrou nessa, dizendo que ia levá-las a outros Estados. Elas nunca funcionaram 24 horas, a menos que por pessoal de enfermagem. E mal funcional durante o dia.
2. Eram Postos de Saúde Públicos e, por isso, seu pessoal seria de servidores públicos concursados para a secretaria estadual de saúde. Nenhum período do dia funcionava direito, por falta de pessoal. E foram transferindo serviços para hospitais. A lenda do desafogamento dos hospitais ficou exposta. Chutam números, porém nunca publicaram os dados oficiais do SUS de seus atendimentos, já que tem que preencher os formulários.
3. Depois o governo do Estado resolveu que iria ocupá-las com Bombeiros Médicos e Enfermeiros. Fizeram concurso e contrataram 5 mil. De médicos restam poucos. Os problemas de não atendimento continuam se agravando.
4. Agora o governo do Estado resolveu privatizá-las. Publicou edital de licitação entregando todo o seu atendimento ao setor privado. O Tribunal de Contas do Estado sustou a licitação por irregularidades. Um posto de saúde com gestão privada será uma peça isolada na gestão de saúde, pois o atendimento básico exige gestão pública para que esteja integrado na rede e seja percebido assim pelos hospitais, e não como um transferidor de pacientes.
5. Os servidores da Saúde reagirão com a transferência de responsabilidades, que ocorrerá inevitavelmente para sustentar a taxa de lucro das empresas controladoras. Afinal, os servidores públicos sabem que estarão recebendo a metade dos privatizados, e trabalharão e produzirão o dobro. A solução mágica derreteu. Fracassou a primeira etapa. Fracassou a segunda tentativa, e fracassará a terceira pelas razões descritas.
CESAR MAIA
2. Eram Postos de Saúde Públicos e, por isso, seu pessoal seria de servidores públicos concursados para a secretaria estadual de saúde. Nenhum período do dia funcionava direito, por falta de pessoal. E foram transferindo serviços para hospitais. A lenda do desafogamento dos hospitais ficou exposta. Chutam números, porém nunca publicaram os dados oficiais do SUS de seus atendimentos, já que tem que preencher os formulários.
3. Depois o governo do Estado resolveu que iria ocupá-las com Bombeiros Médicos e Enfermeiros. Fizeram concurso e contrataram 5 mil. De médicos restam poucos. Os problemas de não atendimento continuam se agravando.
4. Agora o governo do Estado resolveu privatizá-las. Publicou edital de licitação entregando todo o seu atendimento ao setor privado. O Tribunal de Contas do Estado sustou a licitação por irregularidades. Um posto de saúde com gestão privada será uma peça isolada na gestão de saúde, pois o atendimento básico exige gestão pública para que esteja integrado na rede e seja percebido assim pelos hospitais, e não como um transferidor de pacientes.
5. Os servidores da Saúde reagirão com a transferência de responsabilidades, que ocorrerá inevitavelmente para sustentar a taxa de lucro das empresas controladoras. Afinal, os servidores públicos sabem que estarão recebendo a metade dos privatizados, e trabalharão e produzirão o dobro. A solução mágica derreteu. Fracassou a primeira etapa. Fracassou a segunda tentativa, e fracassará a terceira pelas razões descritas.
CESAR MAIA
Eu não tenho visto o secretário estadual de saúde, Sérgio Côrtes, no noticiário.
Simplesmente, sumiu.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Simplesmente, sumiu.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

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