Na ânsia de iniciar a leitura do livro “O Inquérito Policial no Brasil”, de Michel Misse (org), um presente do amigo Pasqualetti, tenho lido de uma forma mais dinâmica os artigos finais de “Contra um Mundo Melhor – Ensaios do Afeto”, de Luiz Felipe Ponde, devo confessar. Apesar dessa realidade, li com maior atenção o artigo 28 – Sobrevivente, no qual o autor cita o darwinismo, isso em face do sentimento de desilusão que percebi nos poucos (raros) mobilizados do Rio de Janeiro, na luta pela PEC 300, ao final dos atos do dia 09 e 10 de dezembro do corrente ano.
Não tenho qualquer dúvida, a desilusão foi quase uma unanimidade, um sentimento que se misturou a uma vergonha muito grande pelo fato de companheiros de outros estados terem comparecido (São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Sergipe, entre outros) e os mobilizados do Rio serem um número tão reduzido.
A desilusão é um sentimento perigoso, ela é irmã do desânimo e da inércia, tudo que não se deseja em uma mobilização, uma luta para conquista de objetivos importantíssimos para todos os Bombeiros e Policiais Militares do Brasil.
Tal quadro me fez prestar muita atenção na citação do darwinismo e da exposição do autor sobre as espécies em extinção, o caso dos mobilizados do Rio, uma espécie em vias de extinção.
O autor explica que os últimos representantes de uma espécie, os sobreviventes, são o que de melhor a espécie conseguiu produzir, os que venceram todos os obstáculos, os que venceram a covardia e continuam lutando para sobreviver, fazem da esperança um alento e uma força para avançar.
Recomenda o autor que quando avistarmos os últimos de uma espécie, devemos respeitá-los, eles são os melhores da espécie, os que ultrapassaram todos os processos seletivos. Os que ficaram antes pelo caminho são os menos preparados.
Lembrei de nós, Bombeiros e Policiais Militares mobilizados, lembrei dos meus amigos do Movimento Acordo Já ! (ex-funcionários da Varig e aposentados do Fundo Aerus) e de todos os pequemos grupos que lutam por uma coletividade, como acontece com os que estão tentando salvar o IASERJ e o Hospital Estadual Pedro II.
Cada um de nós é um sobrevivente, somos os melhores de nossas espécies, os que venceram a covardia e os que acreditam na vitória (sobrevivência).
Amanhã, a partir das 13:00 horas, realizaremos um novo ato em defesa da PEC 300, em frente ao Teatro Municipal, onde estará ocorrendo a diplomação dos eleitos em outubro (governador, senadores, deputados federais e estaduais).
Certamente, o número de mobilizados não será grande, aliás, deve ser muito pequeno, mas isso não é importante, afinal, somos os melhores de nossa espécie, vencemos a covardia, isso é o essencial para seguirmos em frente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Não tenho qualquer dúvida, a desilusão foi quase uma unanimidade, um sentimento que se misturou a uma vergonha muito grande pelo fato de companheiros de outros estados terem comparecido (São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Sergipe, entre outros) e os mobilizados do Rio serem um número tão reduzido.
A desilusão é um sentimento perigoso, ela é irmã do desânimo e da inércia, tudo que não se deseja em uma mobilização, uma luta para conquista de objetivos importantíssimos para todos os Bombeiros e Policiais Militares do Brasil.
Tal quadro me fez prestar muita atenção na citação do darwinismo e da exposição do autor sobre as espécies em extinção, o caso dos mobilizados do Rio, uma espécie em vias de extinção.
O autor explica que os últimos representantes de uma espécie, os sobreviventes, são o que de melhor a espécie conseguiu produzir, os que venceram todos os obstáculos, os que venceram a covardia e continuam lutando para sobreviver, fazem da esperança um alento e uma força para avançar.
Recomenda o autor que quando avistarmos os últimos de uma espécie, devemos respeitá-los, eles são os melhores da espécie, os que ultrapassaram todos os processos seletivos. Os que ficaram antes pelo caminho são os menos preparados.
Lembrei de nós, Bombeiros e Policiais Militares mobilizados, lembrei dos meus amigos do Movimento Acordo Já ! (ex-funcionários da Varig e aposentados do Fundo Aerus) e de todos os pequemos grupos que lutam por uma coletividade, como acontece com os que estão tentando salvar o IASERJ e o Hospital Estadual Pedro II.
Cada um de nós é um sobrevivente, somos os melhores de nossas espécies, os que venceram a covardia e os que acreditam na vitória (sobrevivência).
Amanhã, a partir das 13:00 horas, realizaremos um novo ato em defesa da PEC 300, em frente ao Teatro Municipal, onde estará ocorrendo a diplomação dos eleitos em outubro (governador, senadores, deputados federais e estaduais).
Certamente, o número de mobilizados não será grande, aliás, deve ser muito pequeno, mas isso não é importante, afinal, somos os melhores de nossa espécie, vencemos a covardia, isso é o essencial para seguirmos em frente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

2 comentários:
A desilusão bate a porta!!!
Vamos transformar esse pensamanto negativo em algum outro construtivo ou re-construtivo.
JSF
Eduardo
E ainda existem aqueles que, apesar das inúmeras dificuldades, ainda conseguem produzir propostas para a melhoria da categoria, ao invés de ficar apenas choramingando pelos corredores.
Realmente somos os melhores da espécie.
Postar um comentário