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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

RIO: POSSIBILIDADE DE GREVE GERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA - ORGANIZAÇÕES GLOBO.

Um sinal de que o governo estadual está acuado no Rio de Janeiro em algum tema é o silêncio das Organizações Globo sobre o assunto.
É o silêncio que denuncia.
Vencer essa blindagem ou operação abafa precisa ser uma das tarefas dos mobilizados, um objetivo que pode ser alcançado fornecendo o maior número possível de informações às emissoras concorrentes. Alimentar a Rede Record, a Rede Bandeirantes, a Rede TV, a TV Brasil e o SBT de informações irá pressionar a TV Globo.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

EL UNIVERSO - EU GRITO NÃO À CENSURA!

UOL NOTÍCIAS
Equador debate liberdade de imprensa após processo contra "El Universo"
Quito, 21 jul (EFE).- A condenação judicial contra o jornal "El Universo" por reivindicação do presidente do Equador, Rafael Correa, esquentou nesta quinta-feira o debate sobre liberdade de imprensa no país e intensificou a tensão entre o líder e os mais influentes meios de comunicação.
Centenas de pessoas se concentraram nos arredores do periódico em Guayaquil com cartazes que tinham mensagens como "Queremos viver em liberdade, sem mordaça", "Não nos calarão" e "Livres, não escravos".
Alguns dos manifestantes mostravam a capa desta quinta do periódico, que estava em branco exceto por uma frase da filósofa russa Ayn Rand contra as injustiças e cuja tiragem havia se esgotado totalmente em Quito durante a manhã.
Os manifestantes protestavam contra a sentença divulgada na quarta-feira na qual o juiz Juan Paredes condenou a três anos de prisão os diretores do diário "El Universo" e seu ex-editor de opinião Emilio Palacio, que deverão pagar ainda US$ 40 milhões a Correa.
O diretor do jornal, Carlos Pérez Barriga, declarou nesta quinta em entrevista coletiva que a equipe do rotativo continuará trabalhando e afirmou que o julgamento pretendia "assustá-los" e estabelecer um "marco nefasto na história do Equador".
Correa, por sua vez, também disse que registrou um marco, pois foi "derrubado o mito da imprensa onipotente, com patente de corso para fazer o que lhe dá na telha".
Em sua opinião, "terminou" a etapa na qual "o pior que poderia acontecer com uma pessoa era ser alvo dos sicários de tinta, alvo da maldade e da má-fé dos chamados meios de comunicação".
O presidente, que viajou para Cuba nesta quinta para visitar seu colega venezuelano, Hugo Chávez, que está tratando um câncer, apontou que não está interessado na indenização, mas sim "que a verdade seja revelada".
Alembert Vera, advogado de Correa, assinalou que a indenização será destinada ao projeto Yasuní Ishpingo-Tambococha-Tiputini (ITT), que o Governo arrecada dinheiro para manter em terra o petróleo de uma parte da Amazônia de alta biodiversidade.
Enquanto isso, a oposição equatoriana apresentou um projeto de lei para proibir o delito de desacato, que acarreta pena de prisão por expressar uma opinião que ofenda uma autoridade.
No exterior, a sentença contra o "El Universo" foi rejeitada por organizações de jornalistas e de direitos humanos.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH, dependente da OEA) advertiu que o uso de processos pode se transformar em "um meio de censura indireta" por seu efeito "amedrontador" sobre os jornalistas.
Na mesma linha, o presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Gonzalo Marroquín, que esteve esta semana no Equador, considerou um "duro golpe na liberdade de informação".
De Paris, a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) disse que esse "assédio judicial põe em evidência uma estratégia das autoridades equatorianas que procura aplacar a mídia no país, atualmente muito criticada pelo presidente Correa".
Na única audiência no caso, realizada na terça-feira, os diretores do "El Universo", o jornal tradicional de maior tiragem do Equador, ofereceram a Correa publicar um texto que ele considerasse pertinente como retificação.
No entanto, o líder rejeitou a oferta, considerando-a tardia, apesar de no passado ter dito que retiraria a querela se o rotativo corrigisse a coluna que motivou a interposição do processo, em março.
Na coluna em questão, Palacio afirmou que durante um levantamento policial em 30 de setembro de 2010, Correa ordenou "fogo à vontade e sem aviso prévio contra um hospital cheio de civis e pessoas inocentes".
O líder ficou preso grande parte desse dia no hospital policial e foi resgatado após uma operação executada por forças leais em meio a um intenso tiroteio.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 25 de maio de 2011

IMPRENSA E RESPONSABILIDADE SOCIAL: AVACALHANDO O CONCEITO.

Blog do RVCHUDO.
Imprensa e Responsabilidade Social: avacalhando o conceito
Wilson da Costa Bueno
Jornalista, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP e professor de Jornalismo da ECA/USP.
Quem percorre, desavisadamente, as páginas dos nossos principais jornais e revistas, ou ouve e vê, distraído, os programas jornalísticos no rádio ou na TV, deve imaginar que atingimos, em nosso País, uma situação ideal: as nossas principais organizações já estão, definitivamente, comprometidas com a sociedade e estão, mais e mais, empreendendo ações cidadãs. Enfim, a gestão e a cultura organizacionais de empresas e entidades amadureceram, abruptamente, e estamos, hoje, diante de um conjunto formidável de organizações socialmente responsáveis.
Mas será isso verdade? Antes fosse. Na prática, prevalecem uma hipocrisia e um cinismo, que contam com a complacência da mídia, quase sempre focada mais na sua saúde financeira (que, em geral, anda combalida no Brasil) do que na sua independência. E a realidade é bem distinta: é preciso muito esforço para encontrar uma organização absolutamente íntegra e que possa, sem maiores questionamentos, ser rotulada de cidadã.
O conceito de Responsabilidade Social andou criando clones e mais clones, de tal modo que qualquer organização pode, agora, lançar mão do seu conceito, fabricado em casa, ou manipular (impunemente) o conceito dos outros, para ver-se, finalmente, enquadrada como parceira da cidadania. Um bom trabalho de assessoria de imprensa ou de comunicação amplifica esta mentira e , sem mais nem menos, lá está a empresa, entidade ou Governo, nas manchetes dos jornais ou nas capas das revistas, proclamando a sua contribuição à sociedade. Muitas são recorrentemente convidadas a relatarem os seus casos em congressos ou aquinhoam prêmios, concedidos ingenuamente ou por motivos comerciais, de que resultam diplomas ou estatuetas, exibidos, ostensivamente, assim como os predadores exibem as suas caças.
Este grande equívoco conceitual é resultado de vários pequenos equívocos, não menos danosos. Muita gente assume o conceito de Responsabilidade Social, sem refletir profundamente, e acredita que ser socialmente responsável é fazer algo pela comunidade, como, por exemplo, doar cestas básicas ou manter uma creche. Se fosse assim tão fácil, que tal considerar o traficante como socialmente responsável? Pois ele, quase sempre, desempenha também um papel social e é admirado por alguns segmentos da comunidade para a qual contribui. Ele doa cestas básicas, encaminha pessoas da comunidade aos pronto-socorros e faz o que o Governo não anda fazendo: até protege os membros desta comunidade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

IMPRENSA DO RIO DE JANEIRO - VOCÊS LEMBRAM?

JURAMENTO DO JORNALISTA:
"Juro, no exercício das funções de meu grau, assumir meu compromisso com a verdade e com a informação.
Juro empenhar todos os meus atos e palavras, meus esforços e meus conhecimentos para a construção de uma nação consciente de sua história e de sua capacidade.
Juro, no exercício do meu dever profissional, não omitir, não mentir e não distorcer informações, não manipular dados e, acima de tudo, não subordinar em favor de interesses pessoais o direito do cidadão à informação."
Não custa imprimir e colar nas editorias da imprensa fluminense, afinal, a memória parece meio curta...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 27 de abril de 2011

BOMBEIROS MILITARES - MOBILIZAÇÃO - A IMPRENSA DO RIO E O AI-5.

COMENTÁRIO POSTADO:
Seria bom vocês tomarem uma atitude em prol da classe de vocês, assim como os Bombeiros estão resgatando a honra da corporação deles. O que está acontecendo com a IMPRENSA?
Censura? Voltamos ou nunca deixamos de viver sob a égide de um regime ditatorial?
Como pode a IMPRENSA deixar de noticiar que 1000 Bombeiros, numa atitude histórica e extremamente louvável, encararam uma chuva torrencial (em um dia, caiu o previsto para 40 dias de chuva) e marcharam da Candelária até o Quartel Central do CBMERJ, onde entoaram o Hino do Soldado do Fogo e sentiram a satisfação e emoção de honrarem a própria corporação? Enquanto a chuva caía e a manifestação prosseguia, Bombeiros recebiam inúmeros chamados, inclusive o de um afogamento em plena Praça da Bandeira.
É preocupante... Fazem mais de 42 anos que o AI-5 foi sancionado e produziu um elenco de ações arbitrárias de efeitos duradouros. Definiu o momento mais duro do regime, dando poder de exceção aos governantes para punir arbitrariamente os que fossem inimigos do regime ou como tal considerados. O AI-5 estabeleceu a censura prévia à IMPRENSA. O que há no Estado do Rio de Janeiro?
Vivemos na DEMOCRACIA ou na DITADURA?
Para quem não tem conhecimento o AI-5 caiu em dezembro de 1978, e lá voltou o caminho de redemocratização no Brasil. ESTAMOS RETROCEDENDO?
A imprensa tem ou não o papel de abrir os olhos da sociedade sendo seu braço direito? A imprensa deve ou não proteger a sociedade dos atuais desígnios cleptocrátas que assolam o Rio de Janeiro e o Brasil? O que os donos dos grandes jornais estão fazendo com o povo?
Anônimo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 17 de abril de 2011

RIO DE JANEIRO - SEGURANÇA PÚBLICA - GRAVÍSSIMA DENÚNCIA.

A Revista Isto É publica uma gravíssima denúncia na coluna dfo jornalista Ricardo Boechad:
"Mídia
A Preferida
Circula entre repórteres cariocas a gravação de uma conversa na qual um chefão da segurança pública do Rio ordena que sedjam entregues à REDE GLOBO vídeos de uma rumorosa investigação policial. Questionada sobre o que dizer às demais emissoras, a autoridade enquadra o delegado autor da pergunta".
COMENTO:
Isso é gravíssimo e deve custar a cabeça do "CHEFÃO".
Tal atitude não constitui apenas um apadrinhamento com relação à TV GLOBO, na verdade caracteriza um ato de CENSURA às demais emissoras de televisão, proibindo o acesso do povo às informações, ato típico dos regimes ditatoriais. Isso sem falar na liberação de provas de uma investigação ainda em anadamento, o que por si só já é mais que suficiente para "decapitar" o autor.
Se eu tiver acesso à gravação publicarei no blog e comunicarei o fato ao Ministério Público.
A gravação precisa aparecer, melhor, precisa falar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 2 de abril de 2011

ISSO NÃO FOI BOM E UM CORONEL RADICAL.

O GLOBO
Após ordem de silêncio, general fica à vontade entre comando do Exército

Otium cum dignitate
Sat, 02 Apr 2011 06:40:46 -0300
Com direito a risadas e uísque, Heleno conversou animadamente com Jobim e Peri
Evandro Éboli
BRASÍLIA. O clima de constrangimento era zero. Um dia após levar um cala-boca do Comando do exército e suspender a palestra "A contrarrevolução que salvou o Brasil", sobre o 31 de março, o general Augusto Heleno estava muito à vontade ao lado de quem ordenou o seu silêncio, o comandante do exército, general Enzo Peri, e do ministro da Defesa, Nelson Jobim. O encontro festivo ocorreu ontem de manhã após uma cerimônia militar, no 4º andar do Quartel-General.
Heleno, Peri e Jobim conversaram animadamente, descontraídos, e riram várias vezes. A conversa durou mais de uma hora, com direito a uísque servido pelo cerimonial e poses para fotos com parentes de militares presentes ao evento.
Popular entre os oficiais, o general Heleno circulava bem à vontade pelo salão. Em conversa com O GLOBO, o militar se mostrou resignado por não ter feito seu discurso. Mas fez questão de enfatizar que todo ano sempre o fez. Sem citar nomes, sugeriu que a proibição de se manifestar no dia em que se comemora o golpe militar partiu da presidente Dilma Rousseff.
- Sempre fiz (discurso nesta data). E nunca houve isso (proibição). Órdi é órdi (ordem é ordem) - brincou Heleno.
Perguntado sobre de quem partiu a determinação para não falar, respondeu:
- Você não vai arrancar isso de mim. É trabalho para vocês, que analisam cenários e tal - afirmou.
A palestra do general estava marcada para anteontem, mas foi suspensa quarta-feira, após determinação de Peri.
- Mesmo se a suspensão fosse a poucos minutos da palestra, eu a suspenderia. Estou tranquilo. Vida que segue - disse Heleno, ontem.
No discurso que fez em 2010, no Quartel-General, Heleno reverenciou os militares que atuaram contra militantes de esquerda e, segundo ele, ajudaram a impedir que o país seguisse o exemplo de Cuba, Coreia do Norte, Albânia e União Soviética. Disse que, fora do contexto, é fácil falar sobre abusos na luta contra a subversão e que, entre os que condenam os militares, há muitos ex-guerrilheiros que ocupam altos postos da República.
Heleno está na reserva, mas continua à frente do Departamento de Ciência e Tecnologia do exército. Ele deixará o cargo em maio. A solenidade de ontem foi de transmissão de cargos dos novos chefe de Gabinete do Comando do exército, general Mauro César Cid, e do general Edson Leal Pujol, novo chefe do Centro de Informações do exército (CIE).
COMENTO:
Não gostei desses últimos episódios.
Prefiro não repetir os motivos que fizeram com que eu não seja um saudosista dos governos militares, embora sendo uma criança de sete anos na época, vivenciei equívocos do início dos governos que marcaram a minha alma, mas também nunca escondi que identifico acertos no período, portanto, penso que tenha uma visão equilibrada sobre o tema.
Obviamente, não concordo com qualquer ilegalidade que tenha sido praticada por esses governos ou seus representantes na ponta da linha, todavia, com o mesmo ardor condeno todas as ilegalidades praticadas pelo lado dos que queriam transformar o Brasil em uma grande Cuba com suas misérias.
Na minha concepção se o tortutador deve ser responsabilizado, os que praticaram homicídios em nome de uma luta armada também devem sentar no banco dos réus, assim a anistia seja restrita para ambos os lados.
Isso é uma questão de justiça.
Diante do exposto, confesso que não me calaria diante de uma ordem oriunda de pessoas que representam apenas um lado da história, eu contaria a minha versão, como não me calo na defesa da banda boa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, aliás, vou além, falo e escrevo até demais contra as bandas podres, pego qualquer oportunidade que surja para colocá-los contra a parede, inclusive os que integram a banda podre da política fluminense e da política nacional.
Eu uso a tática que Beltrame emprega no Rio de Janeiro há quatro anos como "política" de segurança pública: o "tiro, porrada e bomba".
Na minha trincheira - nosso blog - abro fogo à vontade contra esses bandidos. Se tivesse um artefado nuclear jogaria neles, não tenham dúvidas sobre isso.
Não abro mão da minha condição de Coronel - último posto da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar - como representante da minha instituição e responsável pelos seus destinos.
Posso estar errado, talvez devesse estar cuidando dos meus interesses e aproveitando as maravilhas que uma aposentadoria precoce aos 53 anos pode proporcionar, mas continuo lutando, eles não vencerão a guerra, embora ganhem muitas batalhas.
Recentemente no curso de uma reunião dei a ideia de que o grupo mobilizado deveria criar uma comissão e abrir um canal de negociação com o governo do Rio de Janeiro com o objetivo de avançarmos nos nossos principais objetivos no âmbito estadual:
- a redução das parcelas do reajuste de 48 para 24 vezes, como foi concedido aos delegados da Polícia Civil;
- o fim de todas as gratificações, transformando os valores gastos nelas em acréscimos salariais
(por menores que sejam) para todos (ativos e inativos); e
- aprovação da PEC 24/2009, que determina que o soldo do Soldado da PMERJ e do CBMERJ não podem ser inferiores ao salário mínimo.
Naquele momento fui muito claro, apesar de ser o autor da ideia, esclareci que não participaria de tal comissão, pois não me reuno com inimigos da minha corporação, embora entenda que alguém tem que cumprir essa tarefa ingrata.
Eu sou radical em alguns pontos que considero inegociáveis, se fosse General, penso que seria mais radical ainda.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL

PROFESSOR E CORONEL

Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 22 de janeiro de 2011

BEYOND CITIZEN KANE - DOCUMENTÁRIO DA BBC - IMPERDÍVEL.

BLOG DA DILMA ROUSSEFF
Mídia censora denúncia ‘censura’
Escrito por Eduardo Guimarães

O que você acharia de uma novela argentina que tivesse um personagem chamado “Brasil”? O nome do país seria dado a um homem feioso, estúpido, malandro, preguiçoso, covarde, invejoso e arrogante que tem uma vizinha virtuosa, bela, inteligente, esforçada, leal e humilde, vítima constante das armações do vizinho. O nome da heróina seria “Argentina”.
É sob esta ótica que peço que o leitor analise notícia sobre o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, amplamente veiculada nos últimos dias, por ele ter proibido, em seu país, a exibição de uma produção colombiana que faz com a Venezuela o mesmo que a novela fictícia que inventei no parágrafo anterior faria com o Brasil.
Hugo Chávez determinou à rede de TV Televen que pare de transmitir a novela colombiana “Chepe Fortuna”. A Conatel (Comissão Nacional de Telecomunicações) avaliou que o programa “subestima a inteligência dos telespectadores” devido ao tratamento dado a duas personagens, as irmãs Colômbia (bonita, correta e cheia de virtudes) e Venezuela (feia, malandra e histérica).
Em um dos episódios, Venezuela entra em desespero ao ser informada de que perdeu seu cachorrinho de estimação, Huguito. “O que será de mim sem ele?”, pergunta, desconsolada. “Você será livre, Venezuela! Porque Huguito ultimamente andava se metendo nas casas alheias, o que te deixava mal perante os outros”, foi a resposta.
Em outro momento da série, a personagem descobre que está grávida e decide que seu filho vai se chamar Fidelito.
Segundo a Conatel, há uma “manipulação descarada no roteiro para desmoralizar a população venezuelana”.
A mesma mídia que acusa Chávez de promover censura se cala sobre o documentário da BBC de Londres “Beyond Citizen Kane”, proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial, por tratar das relações sombrias entre a Rede Globo e grupos políticos, dentre os quais os que promoveram a ditadura militar brasileira.
É discutível a decisão de Chávez de proibir uma obra artística, ainda que seja possível entender que qualquer povo fique ofendido com uma novela como a colombiana. Todavia, uma mídia que pede censura a fatos indiscutíveis sobre seu tentáculo mais poderoso não tem a menor moral para acusar o presidente da Venezuela de censor.
COMENTO:
Prefiro não perder tempo com Chávez, assim convido nossos leitores a assistirem o documentário de uma hora e trinta minutos sobre o poder da Vênus Platinada (assista).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 23 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2010 - VINHETA PROIBIDA.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

BRASIL, O QUE ESTÃO QUERENDO FAZER COM VOCÊ?


COMENTO:
Nós temos o hábito no Brasil de associarmos regimes de força com fardas, mas ditaduras podem muito bem vestir ternos finamente recortados.
Cuidado povo brasileiro.
Sem imprensa livre, não existe democracia.
Uma imprensa pautada conduz a opinião pública para o interesse dos governantes, que nem sempre são os interesses do povo.
Cuidado povo brasileiro.
No Rio de Janeiro, a saúde, a segurança pública e a educação públicas são péssimas, mas com o apoio da propaganda o governador foi REELEITO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 21 de maio de 2010

RIO DE JANEIRO - DENÚNCIA - MÍDIA AMORDAÇADA.


A Primeira Carreata PEC 300 - Rio de Janeiro foi um grande sucesso e durou quatro horas, período em que percorremos as principais ruas do Centro.
Apesar da magnitude do evento, ainda não encontrei uma linha na internet sobre a carreata.
Isso já aconteceu no auge da nossa mobilização em janeiro de 2008, parece que teremos um reprise.
Novamente, a mídia está sendo amordaçada pelo governo, uma atitude própria dos REGIMES DITATORIAIS. Hugo Chávez, por exemplo, faz isso na Venezuela e parece que o Rio está virando Caracas.
Um outro exemplo que posso citar ocorreu ontem, duas emissoras de televisão entraram em contato conosco para a exibição do vídeo sobre o alojamento da UPP do Pavão-Pavãozinho, que está indignando a todos os que assistem. Estranhamente, apesar do grande interesse demonstrado, as emissoras nada noticiaram a respeito, cliquem e assistam ao vídeo.
Dias atrás, ocorreu outro fato estranho, passei a um jornal escrito informações sobre um local onde funcionam máquinas caça-níqueis, praticamente ao lado de uma delegacia de uma delegacia da Polícia Civil. A matéria foi abortada.
Cabe destacar que os jornalistas e os repórteres não são os responsáveis pelo silêncio, a ordem vem de cima, como ocorreu várias vezes em janeiro de 2008.
Diante dessa verdade, solicito a todos os leitores que encaminhem para nós qualquer notícia sobre o evento. Vamos aguardar os jornais de amanhã, sobretudo O Globo, Extra e O Dia, pois a carreata parou em frente a essas organizações, exatamente para que não pudesse ser alegado o desconhecimento.
Solicito também que os participantes encaminham fotos e emails para que possamos mostrar para todo Brasil a força dos Bombeiros e Policiais Militares do Rio.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 7 de março de 2010

BBB 10, A PRÓXIMA VÍTIMA.

O passarinho do bico roxo anda espalhando que o programa Big Brother Brasil 10 pode ser retirado do ar a qualquer momento.
Após a retirada do ar do comercial de uma cerveja sob a alegação de “demasiado sexy”, o BBB 10 deve ser a próxima vítima.
“O anúncio protagonizado por Paris Hilton para a cerveja 'Devassa' foi considerado muito provocador e retirado do ar.
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) do Brasil vetou a emissão do anúncio protagonizado por Paris Hilton a uma marca de cerveja.
O anúncio terá sido considerado "demasiado sexy". Durante 60 segundos, Paris Hilton aparece de vestido preto, a abrir o frigorífico e a pegar numa lata de cerveja, de nome Devassa. Tanto o anúncio como algumas fotografias que estavam no site oficial da cerveja foram retiradas do olhar público”
(
leia).
A motivação não seria o “demasiado sexy” e sim o excesso de devassidão ao vivo e em cores.
A Paris Hilton é fichinha...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

GAME OVER.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Game Over
Governo venezuelano aprova lei que pode levar à prisão quem produzir, importar, comercializar internamente ou mesmo apenas possuir games violentos ou outros brinquedos que sejam considerados "bélicos". Segundo as autoridades responsáveis, a medida se coaduna com os princípios de não-violência inscritos na Constituição Bolivariana de Hugo Chavéz, presidente notório por sempre basear em profundo pacifismo as políticas interna e externa de sua incessantemente perseguida revolução socialista, popular e democrática (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

CENSURA À MÍDIA E ANTI-TABAGISMO.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
- quarta-feira, 23 de dezembro de 2009.
Amazônia ilegal.
O governo do Equador suspendeu ontem por 72 horas o sinal da rede de tv Teleamazonas, das principais vozes de oposição a Rafael Correa na mídia.
O crime da emissora? Segundo comunicado do próprio Ministério das Comunicações daquele país, o canal foi punido por transmitir notícia considerada inverídica e socialmente perigosa pelo... Estado equatoriano, sempre protegendo diligentemente seus cidadãos das mentiras contrarevolucionárias difundidas pela maligna imprensa burguesa (leia).
- terça-feira, 22 de dezembro de 2009.
Paranóia anti-tabagista avança: Belo Horizonte quer proibir fumo até ao ar livre.

Texto da
Agencia Estado:
Os mineiros, cansados de ver o eixo Rio-São Paulo tomar a vanguarda em tudo, decidem dar um passo adiante na hipocondria e inovar na perseguição a fumantes: após a aprovação de lei estadual anti-tabagismo rigorosamente igual a que São Paulo, Rio de Janeiro e o resto do planeta já impuseram aos seus povos, a câmara municipal de Belo Horizonte aprovou lei que proíbe o fumo inclusive em espaços públicos abertos (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O ESTADÃO CONTINUA IMPEDIDO DE DAR PUBLICIDADE À INVESTIGAÇÃO ENVOLVENDO FILHO DE JOSÉ SARNEY (PMDB).

STF rejeita recurso e censura ao 'Estado' continua em vigor
Por 6 a 3, ministros rejeitaram tese de que mordaça desrespeita decisão que derrubou a Lei de Imprensa
Mariangela Gallucci e Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF), por 6 votos a 3, arquivou nesta quinta-feira, 10, a reclamação em que os advogados do Estado pediam o fim da proibição ao jornal de publicar reportagens sobre a Operação Boi Barrica, que investigou o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Com isso, fica mantida a censura imposta no fim de julho pelo desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJ-DF). A mordaça ao Estado já soma 133 dias.
Veja Também
'Corte não deve adotar postura burocrática'
ESPECIAL: Estado sob censura
Veja como foi o julgamento no blog
Confira os votos dos ministros
A maioria dos ministros não concordou com a tese defendida pelos advogados do jornal, de que a censura desrespeita a decisão do próprio Supremo que derrubou a Lei de Imprensa e consagrou o pleno direito à liberdade de expressão. Naquela decisão, tomada em abril deste ano, há referência explícita contra a censura imposta pelos Poderes estatais, como o Judiciário.
"Não há liberdade de imprensa pela metade ou sob as tenazes da censura prévia, inclusive a procedente do Poder Judiciário", diz o texto publicado no Diário da Justiça. A Lei de Imprensa que vigorou até o julgamento de abril era um documento legal do tempo do regime militar (1964-1985).
Interceptações
Apesar de ter decidido dessa forma neste ano, a maioria dos ministros do STF afirmou nesta quinta-feira que o resultado do julgamento sobre a Lei de Imprensa não poderia ser aplicado ao caso do Estado. De acordo com a ala do Supremo vencedora no julgamento desta quinta, a decisão judicial do TJ-DF de censurar o jornal baseou-se na Constituição e na legislação que trata de interceptações telefônicas. Portanto, não haveria referência à Lei de Imprensa e ao julgamento de abril do STF. Por esse entendimento, não caberia reclamação ao Supremo por suposto desrespeito à decisão da corte.
O voto vencedor do julgamento foi dado pelo vice-presidente do STF e relator do caso, ministro Cezar Peluso, que arquivou sem discussão do mérito a ação apresentada pelo Estado. "A decisão ora impugnada não tangencia sequer aspectos da Lei de Imprensa", afirmou Cezar Peluso durante o julgamento. Votaram com Peluso os ministros Eros Graus, José Antônio Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ellen Gracie e Ricardo Lewandowski.
Além de concordar com a argumentação técnico-jurídica de Peluso, o presidente do STF, Gilmar Mendes, disse que a honra e a intimidade, citados por Dácio Vieira para impor a censura ao jornal, têm de ser preservadas. "Se é inviolável a honra e a intimidade, é preciso que isso tenha alguma consequência. Esses valores são invioláveis. E o que é inviolável não é para ser violado", afirmou.
'Visões autoritárias'
Primeiro ministro a votar pela derrubada da mordaça imposta ao Estado, Carlos Ayres Britto lembrou que ao declarar o fim da Lei de Imprensa, em abril, o tribunal levou em conta dispositivos da Constituição que vedam a censura prévia à mídia, às manifestações e às publicações. A ministra Cármen Lúcia e o decano do STF, Celso de Mello, acompanharam Ayres Britto.
Para Celso de Mello, é profundamente grave e preocupante que ainda remanesçam no aparelho de Estado "visões autoritárias" que buscam justificar a prática da censura a publicações em geral. Ele lembrou que no dia 13 serão rememorados os 41 anos da data em que o marechal Artur da Costa e Silva, segundo presidente do regime militar, impôs ao País o Ato Institucional nº 5, o AI-5. "O passado deve ser respeitado pela corte, pelos magistrados e pelos tribunais", afirmou Celso de Mello. "O poder geral de cautela é o novo nome da censura em nosso país."
Alternativas
De acordo com ministros do STF, o jornal ainda pode questionar a censura por meio de outros instrumentos que não sejam a reclamação. Um dos ministros da corte afirmou que a solução do caso, seguindo esse caminho, certamente vai demorar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 22 de novembro de 2009

O DISCURSO DE ÁLVARO E A OPINIÃO DE UM CIDADÃO BRASILEIRO.

O GLOBO

EMAIL RECEBIDO:
Prezado Cel. Paúl, como não conseguindo postar como comentário, envio texto abaixo para sua apreciação e, se considerar próprio e oportuno, autorizo divulgar.
Wagner de Medeiros.
Sou um cidadão civil, com carreira no serviço público, leitor assíduo de jornais, com maior foco no noticiário sobre economia e finanças, em vista de minha formação profissional. Embora, “geneticamente” ligado à PM, por laços familiares de três gerações, só há alguns anos passei a dedicar mais de meu tempo ao noticiário sobre segurança pública, não apenas por serem, cada vez mais notórios, as deficiências dos serviços públicos correlatos e seus efeitos sobre nossas vidas e variáveis econômicas, como por entender ser obrigação (e direito) da sociedade participar do esforço para ajudar a reverter esta situação.
Para tanto, considero válido o uso de todos os meios disponíveis para, com respeito e responsabilidade, sugerir, reclamar, elogiar, criticar, exigir eficiência e, sobretudo, denunciar: a corrupção, a “burrocracia”, os desvios de conduta, as práticas atentatórias à democracia, e aos direitos democráticos, como hoje ocorrem na América Latina com a perseguição ao direito da imprensa, inclusive via internet, de informar e fiscalizar. E isto se aplica ao universo de setores dos três níveis de poderes, nas esferas municipal, estadual e federal, onde, graças à liberdade da imprensa, sabemos ocorrem várias situações dignas de serem denunciadas. Precisamos acabar com a percepção de que a sociedade está perdendo capacidade de se indignar.
É de pouco tempo, como disse, minha atenção ao que se passa na área dos órgãos de segurança pública, e menor ainda o tempo em que freqüento a blogosfera policial, me curvando, também nesta área, ao poder da internet, exercido este para o bem e para o mal (há sempre os dois lados, em qualquer “moeda” da vida), na exposição de idéias, de filosofias, de conceitos, etc. etc. e de veiculação de denúncias.
A ninguém é dado desconhecer, muito menos homens com posições no serviço público, a força, a contribuição à transparência, a agilidade da internet, atributos a serviço da sociedade, do conhecimento, do combate à impunidade e de tudo mais, inclusive no melhor desempenho das funções de administradores, comandantes, presidentes de empresa, etc. etc.
Por tudo isto, confesso não ter reagido positivamente à notícia, em O Globo de hoje (21-11), quanto ao que dissera o Exmo. Senhor Coronel Alvaro Garcia, em exercício no Comando-geral da PMRJ, a respeito do uso da internet para veicular críticas à Polícia Militar, em sua opinião, inoportunas, ou injustas. Com todo o meu respeito, achei, no mínimo, infeliz, o comentário feito pelo citado militar. Contudo, de imediato, busquei alinhar razões para o comentário do citado militar, passando a refletir que eu próprio, quando iniciei contato, ainda hoje pouco aprofundado, reconheço, com o mundo da blogosfera policial, não achei justo que comentários, de qualquer natureza, fossem postados anonimamente, como não raro, ocorrem nestes espaços. Entendia, e ainda entendo, que a qualificação da fonte, claro, qualifica a informação. Mas em seguida, também pensei:
1) no instituto do disque-denúncia (que não exige identificação) e que tem dado resultados positivos no combate ao crime;
2) na prática legal da delação premiada, exemplo que, claro, entendo aqui não se aplicar, “in totum”, mas penso tangenciar reflexão sobre o anonimato;
3) que um dia, por experiência própria, no desempenho de minhas funções, por dever de ofício e, também, com aversão moral e conceitual ao anonimato, infelizmente do ponto-de-vista humanitário, desnudar, graças à uma denúncia anônima, prática indevida de um servidor que tinha sob minha chefia;
4) no que um dia um superior me dissera ter a opinião de que, para a preservação do credo da instituição de que ali se podia até se tolerar alguns desvios, mas não o de ser desonesto (como se qualquer desvio não encerre em si, algum grau de desonestidade e, portanto, sujeito ao mesmo combate) toda “fumaça” poderia indicar a prática de desonestidade/roubo e, portanto, deveria ser investigada, independentemente da “cor da fumaça”, aduzia ele;
5) da prática de votações no Congresso em que o congressista não identifica o seu voto, deixando no anonimato suas posições, o que também pode se considerar recorrente ao tema;
6) por último, mas não de menor importância, no fato de que as denúncias veiculadas nestes espaços da internet – mesmo que seus autores NÃO sejam inescrupulosos, levianos ou movidos por vinganças – são dos quadros da instituição em que trabalham, assim como, em muitas situações, também o são os denunciados ou as pessoas alvo de críticas (as críticas de fato não são feitas à instituição, mais à sua performance e, portanto, aos que a dirigem), o que leva ao não desprezível risco de que venham a sofrer punições e/ou constrangimentos morais, com o denunciante acabando por receber sanções camufladas como meros atos administrativos, antes de que as denúncias ou situações de agravo sejam devidamente apuradas, com agilidade, transparência e imparcialidade.
O que ocorre com poucos dispostos a enfrentar estes riscos, acabam dando razões a que muitos se convençam de que o “medo” é devido e real. Afinal, em muitas das instituições públicas se tem notícias prevalecer viés dos tempos do autoritarismo que induz à práticas inaceitáveis em um estado democrático de direito, respaldadas em regulamentos que se mantêm obsoletos, perpetrando-se injustiças que ferem preceitos democráticos, inclusive incertos na Constituição de 1988, como o de livre direito de expressão, de opinião, de defesa ampla, dentre outros, nem sempre assegurados e respeitados de modo cabal, transparente e isento. Reconheço que há excessões, mas aqui se trata do que não é bom!
Conclui-se que, à parte providencias, inclusive legais, que devem ser intentadas para coibir ofensas graves à pessoa, à família ou à instituição – e, neste particular, noto preocupação positiva de muitos dos proprietários de blogs e de blogueiros – as distorções que eventualmente resultem de denúncias apuradas como inverídicas e/ou de críticas infundadas,e que tenham sido veiculadas por indivíduos desprovidos de conteúdo moral e ético, não anulam, pelos aspectos aqui comentados, os muitos benefícios que se pode ter na luta pelo combate à corrupção, melhor transparência da coisa pública e para coibir demais disfunções nos serviços públicos, em contribuição à redução da impunidade e ao fortalecimento das instituições. Não seria pois, em minha opinião, de se conceituar a questão de forma tão ampla e decisivamente pejorativa, mas, ao contrário, usar-se a mesma internet para comunicar providências adotadas, ou em processo de implementação, para apurar as denuncias ou responder às críticas indevidas ou, ainda que devidas, porque, de alguma forma, se justificaria a ocorrência da situação criticada.
Enfim, à medida que se tenha mais ágil apuração de denúncias e esclarecimentos,com mais transparência, ganhará a sociedade e se induzirá a uma maior confiabilidade aos propósitos de fortalecimento das instituições, no interesse maior e exclusivo da população.
Wagner de Medeiros
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGDOR INTERNO

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O PT, O MENSALÃO E A CENSURA AOS BLOGS.

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
Política.
- Eles estão de volta.
A eleição interna do PT, que vai escolher seus novos dirigentes, pode trazer de volta à cena política oito envolvidos, direta ou indiretamente, no escândalo do mensalão. Todos fazem parte da chapa do favorito para ganhar, o ex-diretor da BR Distribuidora, José Eduardo Dutra. Segundo a Folha (para assinantes), uma vitória de Dutra já no primeiro turno (como parece provável) abre espaço para que eles assumam cargos na direção do PT, que terá a missão de eleger a ministra Dilma Rousseff presidente em 2010. Fazem parte da chapa de Dutra o ex-ministro José Dirceu, os deputados José Genoino, José Mentor, José Nobre Guimarães e João Paulo Cunha, os ex-deputados Angela Guadagnin e Josias Gomes, e Mônica Valente, mulher do ex-tesoureiro Delúbio Soares, que saiu do PT e é apontado como pivô do caso.
- Blogs censurados no MT.
Um juiz de Cuiabá proibiu dois blogueiros – a economista Adriana Vandoni e o jornalista Enock Cavalcanti – de publicar opiniões pessoais sobre denúncias movidas pela Promotoria contra o deputado e presidente da Assembleia do Mato Grosso, José Riva (PP). A multa, caso a decisão não seja acatada, foi estipulada em R$ 1 mil. A liminar determina que um dos blogs tire três notícias do ar, sob pena de multa diária de R$ 500. O juiz afirma que os blogueiros não podem acusar Riva – que tem 92 ações por improbidade administrativa e 17 ações criminais – sem um julgamento definitivo que confirme as denúncias, sem possibilidade de recursos. Com informações do portal Terra.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O NOSSO BLOG CONTINUA CENSURADO NO CORPO DE BOMBEIROS ( ? )


Os comentários e os emails que temos recebido dão conta que o nosso blog continua censurado nos computadores do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Isso sendo verdade estamos diante de um ato de autoritarismo próprio dos regimes ditatoriais.
Lamentamos que o Coronel Bombeiro Militar Pedro Machado, comandante geral, tenha permitido essa censura descabida e totalmente inócua, considerando que em breve será lançado no Rio de Janeiro, o JORNAL DA SEGURANÇA PÚBLICA, o órgão informativo do Movimento Cívico Juntos Somos Fortes, periódico que desvendará os segredos da segurança pública fluminense.
Isso sem falar em outro periódico, um panfleto que começará a circular na próxima semana, tratando da luta dos Coronéis da Polícia Militar que integram a atual gestão pela melhoria do salário da tropa.
Assim sendo, evitar o acesso nos computadores dos quartéis passará a ser uma pura perda de tempo.
A informação chegará a toda tropa de uma forma ou de outra.
Tropa sem informação, nunca mais.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

NOSSO BLOG ESTARIA BLOQUEADO NOVAMENTE?

Ontem, no Quartel General da PMERJ, fomos informados que o nosso espaço democrático estaria novamente bloqueado, impedindo que os Policiais Militares acessassem essa ferramenta de discussão dos temas ligados à segurança pública e à outros temas relevantes.
Policiais Militares lotados no QG informem sobre a verdade ou não desse fato.
Aproveitando perguntamos se nos quartéis do Corpo de Bombeiros a blogosfera da segurança pública continua censurada.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 15 de agosto de 2009

A MÍDIA CENSURA - A NÃO-DEMOCRACIA BRASILEIRA.

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO:
Censura.
Jornal continua proibido.
O Tribunal de Justiça de Brasília manteve ontem a censura ao Estadão, que desde o dia 30 de julho está impedido de publicar informações sobre a operação Boi Barrica, que investiga o filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Alegando prudência, o desembargador Waldir Leôncio Cordeiro Lopes Júnior decidiu só deliberar sobre o assunto depois que receber mais informações sobre o caso. Ele pediu dados para o desembargador Dácio Vieira, autor da medida que censura o jornal, e o parecer da Procuradoria de Justiça. Para o primeiro, o prazo dado para a entrega foi de dez dias. Para o segundo, não há prazo. “Há prudências que são prudentes demais”, disse o advogado do jornal.
Brasil, o país das oligarquias cleptocráticas!
Eis a verdade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO