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segunda-feira, 26 de março de 2012

O JULGAMENTO DO MENSALÃO DE 2005.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
A TECNOLOGIA DO MENSALÃO DE 2005! O STF VEM AÍ!
1. O PT acertou -cinco anos depois- contabilmente, a dívida bancária que tinha e imagina que, com isso, limpou o mensalão. Ilusão. Mesmo que essa fosse a fonte do fluxo do mensalão e que o destino tivesse sido recontabilizado, seria como assaltar um banco, devolver o dinheiro cinco anos depois e querer que o processo fosse arquivado. Mas não foi essa a tecnologia básica do mensalão de 2004-2005. Pode ter sido a interna do PT.
2. A prática de mensalões, há anos, se espalhou em nível estadual e municipal, Brasil afora. Algum intermediário de confiança recíproca recebia os pacotes e os entregava aos destinatários. Mas, essa prática, em nível federal, criava riscos: primeiro pelo número de destinatários; segundo pelos holofotes abertos sobre os desvios dos políticos; e terceiro pela atenção maior da polícia federal e os instrumentos mais sofisticados de investigação (grampo múltiplo, grampo à distância, imagens à distância, leitura labial...).
3. Uma técnica desenvolvida em MG, especialmente para campanhas eleitorais, foi levada à Brasília por um tradicional deputado do PT das alterosas. Foi oferecida a empresas que queriam "colaborar" com uma campanha eleitoral pelo caixa 2 (dinheiro não contabilizado, segundo a linguagem 'delubiana'). A empresa contratava uma agência de publicidade para um trabalho, digamos, virtual. Essa tirava a sua normal comissão de agência. E disponibilizava o dinheiro para a campanha eleitoral de quem foi designado na boca do caixa.
4. Essa técnica foi adaptada para o mensalão 2004-2005. Empresas que queriam 'contribuir' para o esquema da formação de maioria parlamentar, coordenado por gabinetes do Planalto, não precisavam mais entregar pacotes de dinheiro, ou mesmo um pacotão que os intermediários subdividiam. Bastava, nessa engenhosa operação, "contratar" a agência de publicidade. Essa disponibilizava o dinheiro na boca do caixa com o nome do beneficiário.
5. Esses iam pessoalmente ao banco, assinavam o recibo e deixavam cópia de seus documentos de identidade. Ou seja, deixavam suas impressões digitais com firma reconhecida. Mas faltou a leitura de Luca Pacioli, em seu clássico de 1494, que criou o método veneziano ou de Partidas Dobradas. A cada crédito deve corresponder um débito e vice-versa.
6. Resultado: os parlamentares, ou mesmo parentes de primeiro grau (a imprensa divulgou que a esposa do presidente da câmara de deputados foi à boca do caixa receber por seu digníssimo), recebiam. Até aqui, crime perfeito. Mas os destinatários se 'esqueceram' de registrar onde aplicaram. A agência de publicidade tinha suas contas fechadas. Mas na outra ponta, quem recebeu e não registrou, passou a ter um "caixa 2" aberto e carimbado com seu documento de identidade. O esquema da agência foi descoberto e demonstrado.
7. A esse esquema se chamou "valerioduto", em homenagem a seu autor e sua agência. Denunciado o esquema e comprovadas às retiradas com carteira de identidade e firma reconhecida, os crimes, financeiro, fiscal e político, ficaram caracterizados com provas retumbantes.
8. Agora começa o julgamento do mensalão no STF. E não há habilidade advocacia que apague os rastros. Paradoxalmente, só não estão registradas as impressões digitais dos gabinetes do planalto. Mas, nesse caso, supõe-se que os inquéritos e depoimentos no STF tenham chegado à origem. Afinal, foi o próprio presidente da república que carimbou responsabilidades com a demissão de seu ministro coordenador. E, num esquema desses, não há moto-contínuo.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 10 de dezembro de 2011

O PT É O RETRATO DA DESMORALIZAÇÃO.

REVISTA VEJA:
BLOG DO REINALDO AZEVEDO:
10/12/2011
MATÉRIA DA CAPA - COMO O GANGSTERISMO PETISTA SE ORGANIZOU PARA INCRIMINAR INOCENTES E, ASSIM, LIVRAR A CARA DOS CULPADOS. E TUDO ESTÁ GRAVADO!
Ao longo desses anos, não foram poucas as vezes em que me acusaram de ser um tanto exagerado nas críticas ao petismo. Serei mesmo? A reportagem de capa desta semana da VEJA demonstra até que ponto eles podem mergulhar na abjeção. Operam, tenho dito aqui, com a inversão orwelliana mais rudimentar: o crime passa a ser uma virtude; e os inocentes, criminosos. Sem limites, sem pudores, sem receios.
A saída que o PT encontrou para tentar se safar do mensalão foi afirmar que tudo não passava de caixa dois de campanha e que todos, afinal de contas, agem do mesmo modo. Só que era preciso “provar” a tese. E ONDE ESTAVAM AS TAIS PROVAS? NÃO EXISTIAM! ORA, SE NÃO EXISTIAM, ENTÃO ELES PRECISAVAM SER FORJADAS. É simples chegar a essa conclusão quando se é petista.
O que VEJA traz, numa reportagem de sete páginas, de autoria de Gustavo Ribeiro e Rodrigo Rangel, revela uma operação típica do mais descarado gangsterismo político. Pior: há evidências de que a cúpula do partido não só sabia de tudo como estava no controle. Vamos ao caso.
Lembram-se da tal “Lista de Furnas”? Ela trazia nomes de líderes da oposição que teriam recebido dinheiro da estatal de maneira ilegal, não-declarada, quando eram governistas e compunham a base de FHC. Gravações feitas pela Polícia Federal, com autorização da Justiça, a que VEJA teve acesso, provam que era tudo uma tramóia operada por dois deputados do PT de Minas. Reproduzo um trecho da reportagem (em azul):
(…)
Os falsários apresentaram duas listas. A primeira, uma cópia xerox, e a segunda, que deveria ser a original, mas era uma fraude ainda mais grotesca. Uma perícia da polícia revelou depois que havia discrepâncias significativas entre os dois documentos, e um jamais poderia ter se originado do outro. O grupo de estelionatários, porém, precisava levar o plano a frente e, para tentar conferir alguma autenticidade à armação, decidiu também forjar recibos assinados pelos políticos beneficiados. É a partir desse momento da trama que as gravações feitas pela polícia são mais reveladoras da ousadia dos petistas em usar a máquina do estado para cometer crimes. Há conversas entre o estelionatário Nilton Monteiro, o fabricante das listas, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT). Os diálogos mostram que, em todas as etapas da fabricação da lista, Nilton age sob os auspícios dos dois parlamentares, que lhe prometem, além do apoio logístico, dinheiro e, principalmente, “negócios” em empresas estatais ligadas ao governo federal como compensação pelos serviços prestados.
(…)
Assessores parlamentares estavam em contato frequente com Nilton para discutir formas de obter a assinatura do ex-diretor de Engenharia de Furnas Dimas Fabiano Toledo, o suposto autor do documento. Eles encaminham o estelionatário ao Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro, entidade filiada à CUT, a central sindical dominada pelo PT. Lá, ele seria ciceroneado por dirigentes sindicais e teria acesso a documentos da estatal. (…) Em uma conversa com Nilton, Simeão de Oliveira, assessor mais próximo do deputado Rogério Correia, explica como proceder: “Eles [Furnas] assinam coisas para eles [o Sindicato] direto, aí eles vão olhar e falar se tem o do Dimas (…) Explica pra ele pra que é, o que é, entendeu?”. Como a tentativa de obter a assinatura junto ao sindicato fracassa, Simeão elabora uma estratégia paralela, que prefere não revelar ao falsário. Limita-se a dizer que as assinaturas chegarão por Sedex. São particularmente reveladoras as conversas em que os envolvidos discutem a obtenção de assinaturas de políticos da base de FHC para fabricar recibos do suposto caixa 2. Nilton e o assessor de Rogério Correia conversam sobre os padrões das assinaturas dos deputados da oposição - e se questionam se conseguiram mesmo as assinaturas corretas.
(…)
Em um dos diálogos, Nilton Monteiro discute com Simeão de Oliveira os padrões gráficos das assinaturas do então líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM , e do então líder do PSDB , Antônio Carlos Pannunzio. Em relação a Aleluia, Nilton não tem certeza quais os valores lhe serão atribuídos. “Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 o recibo dele”, comenta o lobista. Eles também incluem na discussão os nomes de Gilberto Kassab, que assumiria a prefeitura de São Paulo no lugar do tucano José Serra, que renunciaria ao cargo para disputar a eleição para o governo paulista, e o então presidente do DEM , deputado Rodrigo Maia.
(…)
A recompensa pelos préstimos de Nilton incluía, segundo as gravações, a liberação de recursos em bancos públicos. Em uma discussão com Rogério Correia, Nilton se mostra confiante: “Vou acabar com eles tudinho”. Mas, antes, cobra o que foi prometido: “Eu quero aquele negócio que foi escrito no papel. São aqueles negócios que eu pedi da Caixa e do Banco do Brasil, pra liberar pra mim urgente no BNDES”, afirma.
(…)
Em alguns trechos, o lobista cita a necessidade de tratar do negócio com a então senadora Ideli Salvatti, atual ministra de Relações Institucionais, outra figura cativa nos episódios envolvendo dossiês suspeitos. “Tivemos contato em apenas dois episódios. Nem eu nem meus assessores participamos da obtenção da lista”, mentiu Correia quando ouvido por VEJA. A parceria entre o deputado Correia e o estelionatário inclui os serviços advocatícios do petista William dos Santos - que serve também como elo entre seu cliente e a figura de proa do petismo naquele era sombria, José Dirceu, principal réu do Mensalão.
(…)
Leiam a íntegra na versão impressa. A edição traz a transcrição de alguns diálogos. Reproduzo um:
O estelionatário Nilton Monteiro conversa com Simeão de Oliveira, assessor do deputado petista Rogério Correia. Eles combinam a fraude. Para dar autenticidade à chamada “lista de Furnas” era necessário a apresentação de recibos assinados pelos políticos acusados. Monteiro estava empenhado em arrumar as assinaturas para montar os documentos falsos.
Simeão: (…) Eu já estou aqui com José Carlos Aleluia.
(…)
Nilton: Vem cá, a assinatura dele é um JC. Parece um U.
S: Parece um M, isso.
N : Isso, então é isso mesmo. Então eu já recebi esse cara, viu?
S: É.
N: Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 reais. Eu acho que é 75 000 o recibo dele.
S: O do Pannunzio.
N: Pannunzio é uma assinatura toda esquisita, né?
S: É um trem doido.
(…)
S: Quem mais? O Kassab.
N : O Kassab é um G Kassab.
(…)
S: Uai, então você tem esse trem tudo original, Nilton?
N: É lógico. Você fica na tua, sô. Por isso que eles estão tudo doido.
(…)
N: Rodrigo Maia é Rodrigo e o final Maia entre parênteses.
S: Ahn?N: Parece que é Rodrigo e depois um M.
S: Não, não é esse, não.
N: Então mudou a assinatura dele. Esse eu soube que ele tava mudando.
S: Não é, não.
N: Então, mudou. É Rodrigo…
S: Não, tem não.
N: Ih, então mudou a assinatura. Bem que falaram comigo, viu? Filho da p…, viu?
Por Reinaldo Azevedo
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A FÁBULA DO CASEIRO DE R$ 39 MIL E DO MINISTRO DE R$ 7,5 MILHÕES - REINALDO AZEVEDO.

Veja On Line / Blog Reinaldo Azevêdo.
19/05/2011 às 20:27
A fábula do caseiro de R$ 39 mil e do ministro de R$ 7,5 milhões

No post anterior, vocês lêem trecho de reportagem da Veja Online em que o caseiro Francenildo faz uma pergunta sobre o caso Palocci: “Por que ele não explicou de onde veio o dinheiro? Eu tive de explicar”.
Com uma pergunta muito simples e uma constatação, esse rapaz desconstrói, mais uma vez, Antonio Palocci. É isto: por que o coitado teve de explicar tudinho, e o nababo não precisa explicar coisa nenhuma?
O fato é que o ressurgimento de Palocci no noticiário, não exatamente nas páginas do jornalismo de exaltação, lembra-nos a barbaridade que foi o caso Francenildo, não é mesmo? Um homem pobre, simples, que pertence àquele tal “povão” tão exaltado por Lula, quase foi esmagado pela soma das máquinas do estado e do partido oficial. Teve seus direitos constitucinais violados. Pecado: ele tinha R$ 39 mil na conta e era alguém que testemunhara que o então poderosíssimo ministro da Fazenda freqüentava uma casa de pecados, também os políticos, em Brasília.
O caseiro, de fato, derrubou o ministro — que, como se vê, não ficou na chuva. Eleito logo depois, montou a sua “consultoria” e juntou a fortuna à fama. O que teve seus direitos constitucionais violados vai receber, não havendo protelação, R$ 500 mil de indenização. O então ministro que bisbilhotou a sua conta ganhou uma bolada como consultor, tanto que torrou R$ 7,5 milhões em dois imóveis.
Não é luta de classes no molde marxista exatamente. Estamos diante de um troço diferente. Os petistas formam a nova aristocracia brasileira. Como se sabe, por laços de parentesco e simpatias partidárias, ela tem direito até a passaportes diplomáticos.
Ah, sim: a jornalista que “bateu o fio” para o então ministro sobre a grana do caseiro, Helena Chagas, é a chefona da área de comunicação do governo. Exerceu o mesmo papel na campanha de Dilma. Por indicação de Palocci.
Desta feita, o algoz de Palocci, tudo indica, não é um caseiro, mas um “companheiro”. Quem? A esta altura, o ministro já conhece o preço do bom comportamento com quem o tem na mira. Francenildo se danou apenas porque contou o que viu. Não havia pedido nada em troca.
Por Reinaldo Azevedo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O CÍNICO CLEPTOPETISMO - ALEX MEDEIROS.

O cínico cleptopetismo
Alex Medeiros

Postado em 17/5/2011 às 09:52:57hs
Gilberto Carvalho, o homem-sombra de Luiz Inácio e versão Gregório Fortunato do diretório nacional do PT, disse que “não cabe investigar o passado”, num comentário em defesa do companheiro Antonio Palocci, o ministro mais forte de Dilma Rousseff.
É ridícula, risível e nojenta a fala do super-secretário petista, um especialista em varrer lixo petralha para debaixo dos tapetes da indecência. Logo o PT, um franco-atirador quando se trata de olhar para trás e avaliar o “derrière” reputativo dos adversários.
Nenhum partido ou quadrilha (no Brasil é tudo a mesma coisa) conseguiu acumular a quantidade de deslizes morais, desvios éticos e atos de corrupção do que o PT na história desse País. E nenhum também condenou tanto os crimes dos outros.
Criado e formado por intelectuais marxistas e ex-presos políticos que desembarcaram do exílio nas portas das fábricas do ABC paulista em fins dos anos 1970, o Partido dos Trabalhadores construiu sua trajetória infiltrando militantes nas greves operárias.
Durante três décadas, tendo que engolir as chamadas “regras burguesas” do processo eleitoral e da redemocratização idealizada pelo general Golbery do Couto e Silva e ofertada pelo então presidente João Figueiredo, o PT foi cimentando seu caminho.
Para almejar a conclusão da obra partidária, lançou mão de ferramentas estratégicas, como a ocupação dos sindicatos, das escolas e faculdades, dos conselhos comunitários e das comunidades de base da igreja católica, sempre num discurso classista.
No acúmulo de derrotas nas urnas, o partido juntou experiências e assimilou truques e traquejos dos velhos partidos que combatia. Ao mesmo tempo em que acusava o inimigo, ia assumindo alguns dos seus costumes e absorvendo maledicências.
Jamais abandonou o discurso bem ensaiado de repercutir à exaustão os erros e indignidades na atividade pregressa dos outros partidos à direita do espectro socialista em que a agremiação foi forjada. Até legendas aliadas eram alvos do purismo petista.
Trinta anos de retórica e verborréia ideológica resultaram em votos para o PT, onde também foi relevante a lavagem cerebral nas gerações universitárias em mãos de professores marxistas e/ou stalinistas, formando um exército de jovens zumbis.
Os votos deram acesso à máquina pública, que por sua vez deu poder e status quo aos reles parasitas de sindicatos e aos vagabundos grevistas, transformados na nova casta de barnabés aquinhoados com as facilidades do erário. O paraíso havia chegado.
Estava realizado o que era apenas slogan publicitário: “um novo mundo é possível”. Aboletados nos cargos públicos, cujas vagas tiveram aumento exponencial durante os anos Lula, sem falar nos governos regionais e municipais, o PT fez feira e fortuna.
Durante essa trajetória de causar inveja às famílias sicilianas, muitos foram os militantes dignos que pularam fora do esquema. Já não se contam nos dedos as personalidades que demonstraram honradez e moral ideológica para refutar a aventura “a la Arena”, o solapador partido dos generais e coronéis.
Como numa leitura enviesada de um filme de ficção científica, o Partido dos Trabalhadores fez sua “viagem de volta ao passado”, reeditando diuturnamente os mesmos deslizes morais e desvios éticos daqueles que criticou por três décadas.
Quando Gilberto Carvalho tem a cara-de-pau de dizer que não “cabe investigar o passado” de Antonio Palocci, um passado que – diga-se – é muito recente, consegue ser mais cínico do que os malufistas em seus apelos advocatícios prescribentes.
No país em que os petralhas criaram até um arremedo de ministério da revanche, aonde uma famigerada “comissão da verdade” quer rasgar a Lei da Anistia para procurar pêlos de cavalo no ovo da História, é piada de mau-gosto os argumentos do Carvalho.
Pois se querem os petistas escarafunchar os bolsos e gavetas dos defuntos da ditadura militar, então que não venham com a esfarrapada desculpa de que não se pode mexer nas contas e cuecas dos seus aloprados, mensaleiros e muito vivos consultores.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 23 de março de 2011

POR QUE O GOVERNO DO PT INSISTE EM PROVOCAR AS FORÇAS ARMADAS E PRESTIGIAR OS RÉUS DO MENSALÃO? - CARLOS NEWTON.

Por que o governo do PT insiste em provocar as Forças Armadas e prestigiar os réus do mensalão? O que está ganhando com isso? Nada vezes nada.
Carlos Newton
Por que mexer com as Forças Armadas, a essa altura do campeonato, quando o país é governado por uma ex-guerrilheira e está tudo bem, em condições ideais de temperatura e pressão? Por que essa ânsia de demonstrar que no Brasil de hoje quem manda é o governo do PT, e os outros poderes são meros coadjuvantes, embora independentes entre si?
Na verdade, os poderes (o que inclui também o poder militar, que jamais deve ser menosprezado) precisam ser harmônicos e se respeitar. Não pode haver confrontos entre eles. Isso é tão óbvio que nem precisaria estar sendo escrito ou lembrado. Mas é que os ânimos estão esquentando, desnecessariamente, em função da falta de habilidade e da prepotência de determinados atores da cena política, que se sentem na condição de protagonistas.
Primeiro, no governo Lula, em dezembro de 2009 foi lançado o desastrado Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Algumas propostas do programa, formado por 27 projetos de lei, geraram fortes reações, como a que defendia a descriminalização do aborto, a que proibia a utilização de símbolos religiosos em locais públicos e a que dificultava a desocupação de terras invadidas.
Logo no mês seguinte, janeiro de 2010, os comandantes das Forças Armadas, descontentes com a possibilidade de militares serem investigados e punidos por crimes cometidos durante a ditadura, chegaram a ameaçar uma renúncia coletiva. O ministro da Defesa, Nelson Jobim também teria cogitado deixar o cargo se o projeto não fosse alterado.
Armou-se a confusão e o então secretário nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, anunciou que poderia renunciar ao cargo, devido às críticas ao programa, concebido em sua pasta. Vannuchi discordava da possibilidade de militantes da esquerda armada durante a ditadura militar também serem investigados, como exigiam o ministro Nelson Jobim e as Forças Armadas.
Em fevereiro, novo capítulo: o general de quatro estrelas Maynard Marques de Santa Rosa foi exonrado da chefia do Departamento Geral de Pessoal, depois de rter criticado o projeto, por meio de uma carta que circulou na internet. O pedido de exoneração foi feito pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. E a pressão nos bastidores acabou fazendo Lula voltar atrás e desistir do Plano.
Mas em maio de 2010, Lula mudou de ideia novamente, mas enviou ao Congresso apenas a parte do Plano Nacional de Direitos Humanos que cria a Comissão da Verdade, para “promover o esclarecimento circunstanciado dos casos de torturas, mortes, desaparecimentos forçados, ocultação de cadáveres e sua autoria, ainda que ocorridos no exterior”.
Na época, Dilma Rousseff já era candidata, mais uma vez houve forte reação nas Forças Armadas, somente agora revelada na imprensa. O governo Lula então decidiu não pressionar pela aprovação do projeto, vieram as eleições, tudo aparentemente serenou.
Mas logo no início do governo Dilma Rousseff, ao assumir no dia 3 de janeiro a Secretaria Nacional de Direitos Humanos substituindo Vannuchi, a ministra Maria do Rosário prometeu avançar no processo de reconhecimento das violações contra os direitos humanos no período do regime militar. Durante discurso na cerimônia de posse, ela pediu que o Congresso aprovasse logo a criação da Comissão da Verdade sobre os mortos e desaparecidos durante a ditadura. E começou tudo de novo.
Agora, surgiu um documento dos três comandantes militares, endereçado ao ministro da Defesa, com críticas severas à possibilidade de criação da Comissão da Verdade, para apurar exclusivamente os crimes dos militares, sem investigar o fato de determinados participantes da luta armada também terem cometidos muitos crimes, inclusive fazendo vítimas civis.
A presidente Dilma Rousseff não gostou da reação dos militares e convocou a palácio o ministro da Defesa. Ele então explicou que se tratava de coisas do passado, porque o documento teria sido redigido no ano passado, ainda no governo Lula. Mas acontece que o jornal O Globo, que trouxe a público o documento, garante que está datado de fevereiro deste ano.
Em meio a essa crise, surge a nomeação do ex-presidente do PT José Genoino para o cargo de assessor especial do ministro da Defesa, como uma compensação pelo fato de o parlamentar por não ter se elegido no ano passado. Os militares também não gostaram de engolir essa nomeação, que criou uma espécie de estranho no ninho deles.
Como se sabe, em 1970 Genoino participou da preparação e combate na guerrilha do Araguaia, que tinha como um de seus principais líderes o comunista Maurício Grabois. E Genoino foi um dos primeiros guerrilheiros que “caíram” na luta contra os militares, como se dizia no jargão dos clandestinos.
Segundo o deputado radical Jair Bolsanaro, que é porta-voz da linha dura dos militares, Genoino diz que foi torturado, mas na verdade nem precisou, porque logo ao ser preso ele teria delatado os companheiros. Para provar essa tese, em 2005 Bolsanaro levou à Câmara o coronel Lício Augusto Ribeiro Maciel, que participou da prisão de Genoino em 1970. Houve uma grande confusão na CPI do Mensalão, quando Genoino, um dos principais acusados, ia prestar depoimento, e o coronel estava presente. Genoino protestou e o coronel foi expulso da sala da CPI.
Uma agravante é que todos sabem que Genoino é um dos réus do Mensalão no Supremo. Ele foi apontado na denúncia do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, como um dos cabeças do esquema. Seu irmão, o hoje deputado federal José Guimarães (PT-CE) ficou famoso na época, porque um de seus assessores foi preso pela Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas com 100 mil dólares na cueca e mais 200 mil reais numa maleta.
Com esse currículo, Genoíno é agora nomeado assessor direto do ministro Nelson Jobim. Por que esta nomeação? Não podem nem alegar que Genoino não tenha condições financeiras de se manter, já que ele completou 30 anos como deputado federal e faz juz a mais de 20 mil reais de aposentadoria na Câmara Federal. Será que abriu mão?
A exemplo do que já ocorrera com a indicação do mensaleiro João Paulo Cunha para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a nomeação de José Genoino no Ministério da Defesa também significa uma afronta à cidadania e uma humilhação aos homens de bem. Demonstra cabalmente que um dos principais réus do mensalão, apesar de processado no Supremo, goza de total confiança do ministro da Defesa, que por sinal é ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, vejam que ironia.
Por que o governo do PT está agindo assim, abrindo áreas de atrito com as Forças Armadas e com os cidadãos em geral, sem a menor necessidade? Por que essa volúpia do PT em prestigiar os réus do mensalão, incessando José Dirceu, que hoje é quem manda no partido, e reabilitando figuras como Delubio Soares e Silvinho Pereira? E justamente agora, quando o Supremo ordena a quebra do sigilo fiscal de todos os 38 réus do processo do mensalão.
O ministro Joaquim Barbosa, relator do processo no STF, semana passada, determinou o envio de ofício à Receita Federal pedindo cópia da última declaração do Imposto de Renda dos denunciados. Barbosa acolheu solicitação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que requisitou a quebra do sigilo para que o Supremo já calcule possíveis multas, em caso de condenação dos acusados.
Diante dessa situação, sob qualquer ponto de vista que se analise essa estratégia do PT e do próprio governo Dilma Rousseff, a conclusão é uma só: trata-se de uma política errada e infantil. E perigosa, não há dúvida. Porque não leva a nada e arrisca tudo.
Imaginem, por exemplo, se as Forças Armadas vão permitir uma Comissão da Verdade que investigue as torturas e atrocidades cometidas pelos militares, mas jogue no buraco negro do esquecimento os crimes cometidos pelos guerrilheiros que enfrentavam a ditadura, como o caso do atentado a bomba em São Paulo, ocorrido em 1968 e que feriu gravemente um morador das proximidades, que teve uma perna amputada.
Segundo o jornalista Elio Gaspari, participou dessa ação terrorista a então jovem Dilma Rousseff. E o pior, o líder do atentado recebe hoje uma Bolsa-ditadura muito mais elevada do que a pensão paga ao inocente morador que foi mutilado. Além disso, a gravidade dessa ação terrorista foi um dos motivos alegados pelo regime militar para o retrocesso do Ato Institucional nº 5, no final de 1968.
E dá para entender a situação atual? Ah, Francelino Pereira, que país é esse? Quando você perguntou isso, na época em que era um dos parlamentares que serviam à ditadura, todo mundo levou na brincadeira. Mas na verdade é preciso perguntar sempre: Que país é esse?
Segunda-feira, 14 de março de 2011
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 12 de março de 2011

E SEGUE O PROCESSO DE DESMORALIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS NO BRASIL.

REVISTA VEJA
Lauro Jardim
Radar on-line
com Fernando Exman, Ricardo Brito e Thiago Prado

Governo
Genoino na Defesa

José Genoino foi nomeado hoje assessor especial de Nelson Jobim no Ministério da Defesa. Genoino, não custa lembrar, é réu por corrupção ativa e formação de quadrilha no processo do mensalão. Ou seja, um ex-presidente do Supremo empregou um enrolado ex-presidente do PT, que, aliás, não se reelegeu para a Câmara dos Deputados em 2010.
Por Lauro Jardim
COMENTO:
O silêncio dos Oficiais Generais das Forças Armadas é preocupante.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A NOVÍSSIMA ELITE.

A NOVÍSSIMA ELITE!
FOLHA DE SÃO PAULO
09/01/2011
Tem toda a razão Fernanda Torres ao dizer que "ser considerado parte da elite virou ofensa das mais graves" e em seguida perguntar: "Mas quem é a elite?". Os bancos, que nunca lucraram tanto; as empreiteiras, eternamente gratas a Lula; a oligarquia, recheada de ministérios? Ou as levas de petistas em todos os escalões? Há inclusive a elite enxovalhada por Lula e pelos lulistas radicais sempre que lhes falta explicação para alguma peraltice tipo mensalão. Aí, a elite somos nós, que damos um duro danado, ganhamos a vida honestamente, temos apreço aos princípios e exigimos moralidade e exemplo dos governantes.
Hoje, nada encarna melhor a neoelite que o time de Ronaldinhos de Lula - os Lulinhas. Os meninos são uns craques. Entraram pobres em 2003 e saem com seis empresas em 2011, um deles vivendo em apartamento de R$ 12 mil mensais pagos por empresário com contratos, ora, ora, com o governo do pai. Não se pode discordar de Nelson Jobim quando ele diz que é "ridícula" a crítica a Lula por usar dependências militares para veraneio depois da Presidência. Também não é totalmente absurda a fala de Marco Aurélio Garcia de que um passaportezinho diplomático a mais ou a menos não faz mal a ninguém, referindo-se ao passaporte exclusivo de autoridades que Lulinhas sacaram no último dia do governo.
São, sim, coisas menores. O problema é a cultura, a soma do veraneio, dos passaportes, da Gamecorp, dos padrinhos, dos atos assinados à sombra, das empresas, do aluguel pago pelo amigo. O resultado é que Lula se sente dono do Brasil, acha que os filhos têm de aproveitar a "oportunidade" e desconsidera o exemplo que ele dá à nação como mito, como ídolo que é. Se o presidente pode, a ministra da Casa Civil pode, o amigão Sarney pode, todo mundo pode. É educativo. Ou melhor, deseducativo. Nunca antes neste país se viu uma herança tão maldita.
AUTORIA – Jornalista Eliane Cantanhêde, da Folha de São Paulo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

RÉU DO MENSALÃO PODERÁ ASSESSORAR O MINISTRO DA DEFESA!

BLOG DO SERGIO BOECHAT
RÉU DO MENSALÃO PODERÁ ASSESSORAR O MINISTRO DA DEFESA!

07/01/2011 19:01:34
Os jornais brasileiros noticiaram hoje que o ex-deputado federal e ex-presidente nacional do PT, José Genoíno, teria sido convidado pelo atual Ministro da Defesa, Nelson Jobim, para ser Assessor Especial da Pasta, a partir de fevereiro próximo. Seria um prêmio de consolação para quem não conseguiu se reeleger nas últimas eleições. É bom a gente sempre relembrar que Genoíno foi um dos fundadores do PT e deixou o comando do Partido em 2005, após o escândalo do Mensalão.
O ex-deputado foi denunciado pelo Ministério Público e confirmado pelo Relator do Processo no Supremo, Ministro Joaquim Barbosa, pelo crime de corrupção e por destinar recursos para a base do governo. Ele está na lista dos 39 réus do processo que tramita no Supremo Tribunal Federal. Segundo consta dos Autos, Genoíno avalizou os empréstimos que o então tesoureiro do PT, Delúbio Soares, fez e que, segundo o Ministério Público, serviriam para o pagamento do mensalão a deputados da base governista.
É, no mínimo, surpreendente, que o ex-deputado seja convidado ou nomeado para uma função ou cargo público de tamanha importância, antes mesmo de ser julgado pelos crimes de que é acusado, porque em princípio ninguém deve ser nomeado sob suspeição, ainda mais com acusações tão pesadas. Fosse ele absolvido pela nossa Corte maior e poderia aí sim existir o convite e a posse sem maiores contestações. Mas todos já sabemos que o governo atual passa a mão na cabeça de todos os políticos ou gestores públicos acusados de corrupção e no ministério atual há alguns que também estão nessa situação, sem causar qualquer constrangimento à atual Presidente. Não será nenhuma surpresa se a Erenice Guerra, afastada do Gabinete Civil, por denúncias da Revista Veja, aparecer daqui a pouco ocupando um cargo importante no atual Governo. Não será a primeira e nem a última.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O BRASIL IMUNDO QUE NINGUÉM QUER.

Blog do Reinaldo Azevedo
20/09/2010
Lula e a sua própria biografia
É evidente que Lula não haveria de ficar feliz com as acusações que pesam contra o seu governo, com demissão da ministra da Casa Civil. É claro que ele teme um eventual efeito eleitoral, impedindo “a vitória no primeiro turno”, como alardeia o programa do partido na TV. Mas ele é também arrogante o bastante para achar que a fatura já está liquidada. Por que, então, a fúria, apelando a uma violência retórica que, não sei não, deve ser inédita nos seus quase oito anos como presidente?
O problema aí é sua própria biografia. Está a pouco mais de três meses do fim do segundo mandato e sabe que sai maculado do cargo. Seu governo, nos dois períodos, é impróprio para o consumo ético. Convenham: mensalão, aloprados, dossiê na Casa Civil, dossiês eleitorais, invasão inconstitucional de sigilos, politização da Receita (caso Lina Vieira), associação explícita, sem tarja preta, com Renan Calheiros e Sarney… Já estava de bom tamanho.
As lambanças na Casa Civil vêm coroar todo o resto. Entre os crimes, os cometidos no coração do palácio são os mais graves. Caso Dilma venha mesmo a se eleger, o começo pode não ser nada auspicioso nesse terreno, ainda que a PF decida enterrar tudo antes da posse, num daqueles casos em que o crime fica sem criminosos — e, pois, sem punição. O problema é que ela iniciaria uma gestão que já teria um passado maior do que o futuro.
Por Reinaldo Azevedo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 5 de setembro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

POLÍCIA MILITAR: DENÚNCIA GRAVÍSSIMA, EXIGE APURAÇÃO URGENTE.

O GLOBO
Sérgio Cabral e Roberto Jefferson
2006
O jornal O Globo publicou uma denúncia gravíssima que se não for apurada de imediato acabará expondo a reputação de muitos Policiais Militares, inclusive a príopria gestão atual.
Toda acusação merece ser investigada e o poder judiciário deve concluir o processo, absolvendo ou condenando, caso contrário poderá se repetir o caso do estouro da fortaleza do bicheiro Castor de Andrade, operação na qual foram apreendidas listas com nomes de vários Oficais da Polícia Militar entre outras "autoridades".
Tudo indica que os acusados não serão julgados e restará para sempre a dúvida sobre eles, isso é péssimo.
Leiam:
Jornal O Globo:
Desentendimento entre integrante da produção do clipe de Beyoncé e policiais termina na delegacia
RIO - "Durante a gravação de um clipe das cantoras Beyoncè e Alicia Keys no Morro da Conceição, na Praça Mauá, um desentendimento entre policiais do 5º BMP (Praça da Harmonia) e o chefe da segurança da gravação, o americano Rubem Ernesto Mena, foi parar na delegacia. Mena teria exigido que eles transportassem um isopor com água e uma grade de proteção. Diante da recusa, Mena teria ofendido um dos policiais. Avisado por telefone sobre o incidente, o comandante do 5º BPM, coronel Carlos Henrique Alves de Lima, determinou a retirada dos PMs.
- Estávamos trabalhando desde 7h na segurança das artistas. Já no fim da noite, esse senhor mandou um dos nosso policiais desempenhar funções que eram de atribuição da produção. O policial disse que não faria, o chefe da segurança retrucou: 'Você sabe com quem está latindo?'. Depois, disse que a produção estava gastando 50 dólares com cada policial. Saímos do local e o convidamos a nos acompanhar até a delegacia - contou o capitão do 5º BPM Franklin Couto, que se disse indignado com o ocorrido".
Quem determinou que Policiais Militares trabalhassem como segurança particular?
Como pagando 50 doláres por cada policial, os Policiais Militares teriam sido alugados?
Quem estaria recebendo esse dinheiro?
Mário Sérgio deve determinar a apuração, a verdade precisa aparecer, afinal a acusação é gravíssima: "aluguel de policiais".
E por falar em investigar, no dia 08 FEV 2010, eu protocolei documento reservado na Diretoria Geral do Pessoal com 14 (quatorze) denúncias recebidas através de emails ou de comentários, solicitando que tivessem o mesmo tratamento dos disque-denúncias.
Vamos aguardar...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O "GLORIOSO" MENSALÃO DO PT.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
MENSALÃO DO PT: NÃO HÁ PROCESSO, NINGUÉM SAI E AINDA É PROMOVIDO!
(Folha SP, 24)
"O PT oficializou ontem a volta de nomes envolvidos no escândalo do mensalão à direção do partido. Conforme indicação da corrente majoritária da legenda, a CNB (Construindo um Novo Brasil), José Dirceu, João Paulo Cunha e José Genoino irão compor o novo Diretório Nacional, que tomará posse no mês que vem.A campanha da candidata do partido à Presidência, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), promoverá outra reedição: a do grupo de sindicalistas bancários que originou os "aloprados" e desempenhará funções estratégicas, como a centralização da captação de recursos".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 24 de janeiro de 2010

O RIO CADA VEZ MAIS SEGURO DE CABRAL-BELTRAME.

O GLOBO
ÁLBUM DO MENSALÃO

JORNAL O DIA:
- PM morto ao reagir a assalto
Grupo roubava ônibus na Via Dutra, altura de Parada de Lucas, quando policial militar sacou revólver. Ele, porém, acabou desarmado pelos criminosos. Arrastado para fora do veículo, levou quatro tiros. Os bandidos fugiram
Rio - O policial militar Ângelo Conceição da Silva, de 44 anos, foi assassinado na noite de sexta-feira após reagir a um assalto a ônibus da linha 122 (Central-Comendador Soares) na Rodovia Presidente Dutra. Os quatro bandidos estão foragidos e seriam de Parada de Lucas, onde pegaram a condução, que seguia em direção à Baixada Fluminense. Com mais de 20 anos de polícia, Ângelo — que pertencia ao Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) e trabalhava na Linha Vermelha, na Perimetral e na Avenida Paulo de Frontin — voltava para casa, em Nova Iguaçu, por volta de 21h. O motorista e o trocador contaram que os marginais tinham entre 18 e 30 anos e se posicionaram na frente e nos fundos do ônibus quando anunciaram o assalto. Ângelo, então, tirou da bolsa um revólver calibre 38.Quando tentou disparar em cima do único homem armado, foi imobilizado pelos outros dois e acabou acertando a caixa do trocador. Em minoria, ele lutou contra os homens, mas teve o revólver tomado, já que a arma de um dos bandidos falhara. Arrastado para fora do ônibus, foi levado até a Rua Professor França Amaral e levou quatro disparos: no braço, na perna, no tórax e no abdômen. Ângelo chegou com vida ao hospital Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu.O major Eduardo Silva, do BPRv, disse que a Polícia já tem pistas de onde seriam os bandidos e até teriam feito um retrato-falado deles. O caso está sendo investigado pela 38ª DP (Irajá). Os agentes procuraram a companhia de ônibus Evanil, da linha 122, para ver se há imagens do assalto. O vizinho Spércio Lopes, de 35 anos, disse que Ângelo era um homem discreto. “Semana passada comemos uma pizza juntos. A família dele era muito calma, muito tranquila. Conheço o Ângelo tem tempo, uma excelente pessoa. Muito honesto, ele ajudava muitas pessoas quando trabalhava perto do Hospital da Posse”, lembrou o amigo.
Filho fez aniversário no dia do enterro do pai
O corpo do PM foi enterrado na tarde de ontem no Cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita. A mulher de Ângelo, a enfermeira Rita de Cássia de Jesus da Silva, 43 anos, acabara de sair de uma cirurgia na coluna e chorava muito, sendo amparada pelo filho Artur, que completou 14 anos ontem.
O irmão dela, o músico Black Paul, contou que ela estava sob cuidados de outras enfermeiras. “Ele tinha orgulho do trabalho. Minha irmã ainda se recupera da cirurgia e agora leva outra bordoada da vida. E o garoto ganhou um presente do demônio”, lamentou Black Paul, que mora na Austrália há 10 anos. “Todo dinheiro que ele ganhava investia na casa”.
- Quadrilha com fuzis e metralhadoras apavora família na Avenida Brasil
Rio - Armados com fuzis e metralhadoras, quatro criminosos renderam e assaltaram uma família na Avenida Brasil, no início da madrugada de ontem. O militar reformado do Exército e arqueólogo Robson Schroeder Alves, 51 anos, seguia com a mulher, dois filhos e uma amiga para Santos, no litoral paulista, onde embarcariam num cruzeiro pelo Nordeste. O assalto aconteceu na pista lateral da via, na altura da Penha.Robson contou que os familiares foram obrigados a descer em um acesso à Rodovia Washington Luiz. Ele foi feito refém e teve que dirigir por 20 minutos, com dois assaltantes em seu carro, um Honda Civic. Os outros bandidos deram cobertura à fuga em um Meriva grafite. Sob a mira do armamento pesado, Robson voltou à Avenida Brasil, onde foi liberado próximo ao Instituto Oswaldo Cruz, em Manguinhos. Segundo a polícia, os criminosos seriam da Favela Kelson’s, na Penha, ou da Cidade Alta, em Cordovil.
Robson pegou um ônibus e pediu ajuda a uma viatura da polícia.
Seus filhos, mulher e a amiga da família foram localizados na Washington Luiz. No carro roubado estavam todos os pertences e as bagagens da família para o Cruzeiro, que sairia do porto de Santos.Em outro caso de assalto com reféns, Rodrigo Colaço Moreira, 29 anos, e Joice Jardim, 28, foram rendidos ao sair de casa, no Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, de manhã. O casal deixava a garagem num Fiat Stilo, quando foi cercado por cinco homens com fuzis, pistolas e granadas. Rodrigo e Joyce foram feitos reféns e abandonados no viaduto que dá acesso à Ilha. Os bandidos roubaram celulares e dinheiro. A polícia acredita que os criminosos sejam do Complexo da Maré.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 20 de dezembro de 2009

CIDADÃO FLUMINENSE, HOJE VOCÊ FICOU MAIS POBRE...

O GLOBO - 2006
ALIANÇA: SÉRGIO CABRAL - ROBERTO JEFFERSON

O jornal O Globo publica nesse domingo um INFORME PUBLICITÁRIO pago com o dinheiro público, com o nosso dinheiro, contendo doze páginas.
Uma propaganda do governo Sérgio Cabral (PMDB).
Eu não consigo entender como a Justiça Eleitoral não interpreta esses informes publicitários como propaganda eleitoral, afinal, Sérgio Cabral já se declarou candidato há muito tempo.
Gostaria que o Ministério Público e que o Tribunal de Contas do Estado informassem para a população fluminense o custo dessa publicidade.
Será que o informe foi publicado em todos os jornais do Rio?
É o nosso dinheiro alimentando campanha eleitoral.
Isso deve ter custado algumas escolas...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

MENSALÃO DO DETRAN, ACUSAÇÕES GRAVÍSSIMAS, NO PERÍODO DE 2004 A 2008.

OAB RIO NOTÍCIAS:
Justiça decreta sigilo no mensalão do Detran.
Do jornal O Globo.
18/12/2009 - "A juíza da 41ª Vara Criminal do Rio, Leila Santos Lopes, decretou segredo de Justiça na ação criminal sobre o mensalão do Detran. Na semana passada, o Ministério Público denunciou seis pessoas, entre elas um ex-secretário de estado e uma alta funcionária do órgão, por formação de quadrilha e corrupção.
Eles são acusados de receber de uma empresa que presta serviços ao Detran propinas mensais, em dinheiro vivo, de R$ 100 mil, entre os anos de 2004 e 2006.
De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça, a juíza determinou que a ação voltasse ao Ministério Público antes de aceitá-la. Se a ação for acolhida, os seis acusados pelos promotores se tornarão réus. Ainda segundo o Tribunal de Justiça, a juíza pediu que fossem esclarecidas as condutas de cada um dos acusados.
No relatório em que denunciam os acusa , os promotores afirmam que a empresa Criativa Participações foi contratada fraudulentamente para prestar serviços de teleatendimento no Detran e passou a distribuir propina para funcionários. A propina era levada para o órgão por bombeiros que deveriam estar dando segurança ao ex-comandante da corporação, que coordenava o esquema.
Empresa já recebeu mais de R$ 120 milhões desde 2004.
Mesmo investigada, a Criativa Participações continua prestando serviço ao órgão até hoje. E a funcionária do Detran foi promovida ao cargo de subsecretária de Segurança Pública em 2007, tendo ficado no posto até novembro passado. Entre 2004 e dezembro deste ano, a empresa já faturou mais de R$ 120 milhões em contratos com o governo estadual, de acordo com levantamento do deputado estadual Alessandro Molon (PT). Além do Detran, a Criativa presta serviços para a Cedae.
"Vamos pedir ao Tribunal de Contas do Estado que faça uma inspeção especial em todos os contratos com essa empresa", afirmou o deputado, que já pediu uma CPI na Assembleia Legislativa do Rio para investigar contratos do Detran.
Os denunciados pelos promotores são o coronel do Corpo de Bombeiros Paulo Gomes, ex-secretário estadual de Defesa Civil; Suzy Avellar, ex-assessora de Planejamento do Detran; Carlos Alberto de Souza Villar, dono da Criativa; sua sócia, Célia Regina Batista da Silva Monteiro; e os bombeiros Laureano Barbosa da Costa e André de Oliveira Ferreira.
Os dois últimos prestavam segurança a Paulo Gomes.
Se os acusados forem condenados, as penas podem chegar a 15 anos de prisão.
Donos de empresa confessaram suborno
A investigação do mensalão do Detran começou em 2006, após o assassinato de um dos bombeiros que prestavam segurança para o coronel Paulo Gomes. Ele havia entrado na Justiça com uma reclamação trabalhista, informando que transportava dinheiro da Criativa para o Detran. Foi morto dias antes de uma audiência.
Sentindo-se ameaçado, um outro bombeiro decidiu denunciar o esquema ao MP. Foi feita uma investigação, que constatou, através de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, a entrega de dinheiro no Detran. Os donos da Criativa, Célia e Carlos Alberto Villar, conhecido como Beto, foram prestar depoimento na delegacia. Lá, confessaram que levavam as malas de dinheiro para o órgão e as entregavam a Suzy Avellar.
Ela era então assessora do presidente do órgão, Hugo Leal, hoje deputado federal pelo PSC.
A assessoria de imprensa da Criativa entrou em contato com O GLOBO e disse que enviaria uma nota, o que não aconteceu até o fechamento da edição. A ex-assessora do órgão não retornou as ligações feitas pelo jornal na véspera".
O mensalão do DETRAN aconteceu em governos do PMDB.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O RIO MARAVILHOSO.

O DIA:
- Polícia. Ordens até em obra do governo.
Quadrilha escolhia famílias beneficiadas com casas populares na Cidade de Deus (leia).

- Beltrame assina demissão de cinco Policiais Civis - Os "Inhos" (leia).
O GLOBO:
- Detran teve seu mensalão durante dois anos (leia).
- UPP: No lugar dos tiros, o som da percussão (leia).
EXTRA:
- Policial Militar absolvido (leia).
JORNAL DO BRASIL:
- UPP: Polícia prende 23 na Cidade de Deus (leia).
- UPP: Polícia Militar prende dois homens no Chapéu Mangueira (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 13 de dezembro de 2009

A BOMBA ATÔMICA DE BRASÍLIA.

REVISTA ÉPOCA:
Mensalão de Arruda abre crise no Ministério Público do Distrito Federal (leia).
REVISTA VEJA:
Poder, dinheiro, corrupção e impunidade (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ECOS DE BRASÍLIA.

O governador José Roberto Arruda jogou a toalha, diante da certeza da expulsão, desfiliou-se do DEM (leia).
Uma pena pois seria a primeira expulsão de um político acusado de mensaleiro de um partido político, pois os demais acusados estão com a corda toda em outros partidos, sobretudo no PT de José Dirceu.
Enquanto isso o Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal prometem apurar os abusos cometidos contra manifestantes (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DO BRASIL FALTOU TANTA VERGONHA NA CARA...

O GLOBO
DILMA+JOSÉ DIRCEU+BERZOINI= PT

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO