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quinta-feira, 5 de abril de 2012

RIO: UERJ - GRUPO DISSENSO - CICLO DE DEBATES .

PROGRAMA:
1) Terça 10/04 – 10:30 > Law and Economics
Objetivo: Propor uma discussão sobre os efeitos econômicos da legislação, buscando analisar e estudar as relações entre direito e economia.
Debatedores:
Lado 1 – Prof. Ubiratan Iorio (UERJ) e Bernardo Santoro (mestrando - UERJ)
Lado 2 – Prof. Rodrigo Lychowski (UERJ) e nome a definir
Mediador: Prof. João Eduardo (UERJ)
2) Terça 10/04 – 18h > CADE e o direito concorrencial
Objetivo: Analisar a atuação do CADE em relação ao direito concorrencial, tanto na teoria quanto na prática.
Palestrantes:
André Ramos (Procurador Federal)
Hélio Beltrão (Presidente do Instituto Mises Brasil)
Thompson Andrade (professor da UERJ e antigo conselheiro do CADE)
Mediador: Patrick Gappo
3) Quarta 11/04 – 10:30 > Constituições na União Europeia: desafios da pós-modernidade
Objetivo: Discutir os limites entre o poder constituinte, os princípios comunitários europeus, as ideologias vigentes na UE e as garantias democráticas, a partir do exemplo dos conflitos acerca da Constituição Húngara de 2011.
Palestrantes: Matheus Sena (UERJ) e Prof. Rafael Zelesco (UERJ)
4) Quarta 11/04 – 16h > Debate sobre teorias de justiça de Rawls e Nozick
Objetivo: Apresentar para os alunos um debate importante no meio acadêmico de muitas universidades comparando as teorias de justiça de Rawls e Nozick
Debatedores:
Rawls – Prof. Marcello Ciotola (UERJ)
Nozick – Prof. Diogo Costa (IBMEC-BH)
Mediador: Gustavo França
5) Quinta 12/04 - 10:30 > Questões controvertidas do novo Código de Processo Civil
Objetivo: Refletir sobre as (inter)conexões entre as estruturas processuais, a liberdade e a democracia, problematizando a intervenção judicante na vida moderna – judicialização do cotidiano e ativismo judicial – bem como a possível intensificação desses fenômenos face à nova codificação processual.
Palestrantes:
Prof. Humberto Dalla (UERJ)
Prof. Rodrigo Mezzomo (Mackenzie)
Mediadora: Ana Luiza Calil.
Maiores informações: Patrick Gappo - patrickgappo@msn.com
Divulguem e participem.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

ANONYMOUS – RESPOSTA À REVISTA VEJA.



JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 22 de julho de 2011

EL UNIVERSO - EU GRITO NÃO À CENSURA!

UOL NOTÍCIAS
Equador debate liberdade de imprensa após processo contra "El Universo"
Quito, 21 jul (EFE).- A condenação judicial contra o jornal "El Universo" por reivindicação do presidente do Equador, Rafael Correa, esquentou nesta quinta-feira o debate sobre liberdade de imprensa no país e intensificou a tensão entre o líder e os mais influentes meios de comunicação.
Centenas de pessoas se concentraram nos arredores do periódico em Guayaquil com cartazes que tinham mensagens como "Queremos viver em liberdade, sem mordaça", "Não nos calarão" e "Livres, não escravos".
Alguns dos manifestantes mostravam a capa desta quinta do periódico, que estava em branco exceto por uma frase da filósofa russa Ayn Rand contra as injustiças e cuja tiragem havia se esgotado totalmente em Quito durante a manhã.
Os manifestantes protestavam contra a sentença divulgada na quarta-feira na qual o juiz Juan Paredes condenou a três anos de prisão os diretores do diário "El Universo" e seu ex-editor de opinião Emilio Palacio, que deverão pagar ainda US$ 40 milhões a Correa.
O diretor do jornal, Carlos Pérez Barriga, declarou nesta quinta em entrevista coletiva que a equipe do rotativo continuará trabalhando e afirmou que o julgamento pretendia "assustá-los" e estabelecer um "marco nefasto na história do Equador".
Correa, por sua vez, também disse que registrou um marco, pois foi "derrubado o mito da imprensa onipotente, com patente de corso para fazer o que lhe dá na telha".
Em sua opinião, "terminou" a etapa na qual "o pior que poderia acontecer com uma pessoa era ser alvo dos sicários de tinta, alvo da maldade e da má-fé dos chamados meios de comunicação".
O presidente, que viajou para Cuba nesta quinta para visitar seu colega venezuelano, Hugo Chávez, que está tratando um câncer, apontou que não está interessado na indenização, mas sim "que a verdade seja revelada".
Alembert Vera, advogado de Correa, assinalou que a indenização será destinada ao projeto Yasuní Ishpingo-Tambococha-Tiputini (ITT), que o Governo arrecada dinheiro para manter em terra o petróleo de uma parte da Amazônia de alta biodiversidade.
Enquanto isso, a oposição equatoriana apresentou um projeto de lei para proibir o delito de desacato, que acarreta pena de prisão por expressar uma opinião que ofenda uma autoridade.
No exterior, a sentença contra o "El Universo" foi rejeitada por organizações de jornalistas e de direitos humanos.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH, dependente da OEA) advertiu que o uso de processos pode se transformar em "um meio de censura indireta" por seu efeito "amedrontador" sobre os jornalistas.
Na mesma linha, o presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Gonzalo Marroquín, que esteve esta semana no Equador, considerou um "duro golpe na liberdade de informação".
De Paris, a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) disse que esse "assédio judicial põe em evidência uma estratégia das autoridades equatorianas que procura aplacar a mídia no país, atualmente muito criticada pelo presidente Correa".
Na única audiência no caso, realizada na terça-feira, os diretores do "El Universo", o jornal tradicional de maior tiragem do Equador, ofereceram a Correa publicar um texto que ele considerasse pertinente como retificação.
No entanto, o líder rejeitou a oferta, considerando-a tardia, apesar de no passado ter dito que retiraria a querela se o rotativo corrigisse a coluna que motivou a interposição do processo, em março.
Na coluna em questão, Palacio afirmou que durante um levantamento policial em 30 de setembro de 2010, Correa ordenou "fogo à vontade e sem aviso prévio contra um hospital cheio de civis e pessoas inocentes".
O líder ficou preso grande parte desse dia no hospital policial e foi resgatado após uma operação executada por forças leais em meio a um intenso tiroteio.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 8 de maio de 2011

A MÍDIA PAUTADA PELO GOVERNO, UMA EXPLICAÇÃO.

A Revista Veja dessa semana acertou em cheio na entrevista contida em suas famosas páginas amarelas. Nada mais oportuno para o leitor do Rio de Janeiro, que assiste, mais uma vez, a mídia estar completamente cerceada pelo governo estadual, no que diz respeito à divulgação de notícias em desfavor do governo, no caso atual, a mobilização dos Bombeiros e dos Policiais Militares por CIDADANIA.
A revista entrevista o filósofo Denis Lerrer Rosenfield, "uma das vozes mais potentes em defesa da liberdade individual, o filósofo diz que a intromissão do governo na vida privada é uma afronta aos brasileiros e uma ameça à democracia", informa a própria revista.
O artigo "O Estado não pode tudo" é uma ode à liberdade, a liberdade que os Bombeiros e Policiais Militares do Rio de Janeiro estão levando para as ruas desde o ano de 2007, construindo um novo militarismo no Brasil, o MILITARISMO CIDADÃO, no qual o militar não se afasta dos seus deveres, mas exerce na plenitude os seus direitos de cidadão brasileiro.
Recomedo a leitura e destaco um trecho que explica um dos motivos da imprensa do Rio estar sendo algemada pelo governo, o SEU PRINCIPAL ANUNCIANTE:
"A tentativa de proibir a publicidade de cigarro, de bebida e de alimentos parece inofensiva, mas sem publicidade e imprensa se torna dependente do governo, o que compromete a liberdade de expressão".
Perfeito, no Brasil os governos federal, estaduais e municipais estão se tornando os principais clientes da imprensa, os melhores anunciantes, o que limita quase que por completo a liberdade de imprensa.
No Rio de Janeiro a interferência já está alcançando o estágio da dominação, a imprensa não pode noticiar o que possa afetar gravemente o governo, como a atual mobilização dos Bombeiros e Policiais Militares.
Tal verdade será posta à prova novamente no dia 10 MAI 2011, na ALERJ, a partir das 14:00 horas, quando é esperada a presença de MILHARES de Bombeiros e Policiais Militares no Centro do Rio de Janeiro. Os atos que serão desenvolvidos alcançarão os horários de todos os jornais televisivos noturnos, vamos ver quem irá noticiar e como irá noticiar. Os jornais escritos do dia seguinte não terão qualquer desculpa para não noticiar os eventos, tempo existirá de sobra e para todas as etapas da produção. Lembro à imprensa que o auge da mobilização deverá ser após às 18:00 horas.
Liberdade, abre as asas sobre nós!
Seja muito bem-vindo, MILITARISMO CIDADÃO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 3 de maio de 2011

OS BOMBEIROS MILITARES, A IMPRENSA DO RIO E O DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA.

Hoje comemoramos do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, três de maio (leia).
Hoje os Bombeiros Militares voltarão às ruas do Rio de Janeiro na sua luta por cidadania. Eles se concentrarão no Largo do Machado, a partir das 13:00 horas, apoiados por Policiais Militares, por parlamentares e pela população.
Uma feliz coincidência, uma luta por liberdade, em um dos dias em que se comemora a liberdade.
Desejamos que a liberdade triunfe em todas as frentes.
Os Bombeiros exercendo sua cidadania e a imprensa do Rio de Janeiro rompendo os grilhões que têm mantido a maior parte da mídia amarrada aos pés de uma confortável poltrona do Palácio Guanabara.
É dia de liberdade, que cada um exerça e conquiste a sua liberdade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 9 de abril de 2011

BOLSONARO E O FUZILAMENTO DA DIREITA - GUILHERME FIUZA.

REVISTA ÉPOCA
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Bolsonaro e o fuzilamento da direita

No Brasil de hoje, como se sabe, ninguém é de direita. Ou melhor: a direita existe, mas é uma espécie de sujeito oculto, que só aparece para justificar os heroicos discursos da esquerda – eterna vítima dela. Lula governou oito anos, promoveu seus companheiros aos mais altos cargos e salários estatais, fez sua sucessora, e a esquerda continua oprimida pela elite burguesa. É de dar pena. Nessa doce ditadura dos coitados, é preciso cuidado com o que se fala. Os coitados são muito suscetíveis. Foi assim que o deputado federal Jair Bolsonaro foi parar no paredão.
Capitão do Exército, Bolsonaro é filiado ao Partido Progressista, mas é uma espécie de reacionário assumido. Defende abertamente as bandeiras da direita – que, como dito acima, não existem mais. Portanto, Bolsonaro não existe. Mas fala – e esse é seu grande crime. Depois da polêmica entrevista do deputado ao CQC, da TV Bandeirantes, o líder do programa, Marcelo Tas, recebeu e-mails de telespectadores revoltados. Parte deles protestava contra o próprio Tas, por ter dado voz a Jair Bolsonaro. Na Constituição dos politicamente corretos – assim como nas militares –, liberdade de expressão tem limite.
A grande barbaridade dita por Bolsonaro no CQC, em resposta à cantora Preta Gil, foi que um filho seu não se casaria com uma negra, por não ser promíscuo. Uma declaração tão absurda que o próprio Marcelo Tas cogitou, em seguida, que o deputado não tivesse entendido a pergunta. Foi exatamente o que Bolsonaro afirmou no dia seguinte. Estava falando sobre homossexualismo, e não percebeu que a questão era sobre racismo: “A resposta não bate com a pergunta”, disse o deputado.
Se Jair Bolsonaro é ou não é racista, não é essa polêmica que vai esclarecer. No CQC, pelo menos, ele não disparou deliberadamente contra os negros. Estava falando de promiscuidade, porque seu alvo era o homossexualismo. O conceito do deputado sobre os gays é, como a maioria de seus conceitos, reacionário. A pergunta é: por que ele não tem o direito de expressá-lo?
Bolsonaro nem sequer pregou a intolerância aos gays. Disse inclusive que eles são respeitados nas Forças Armadas. O que fez foi relacionar o homossexualismo aos “maus costumes”, dizendo que filhos com “boa educação” não se tornam gays. É um ponto de vista preconceituoso, além de tacanho, mas é o que ele pensa. Seria saudável que os gays, com seu humor crítico e habitualmente ferino, fossem proibidos de fustigar a truculência dos militares?
A entrevista também passou pelo tema das cotas raciais. Jair Bolsonaro declarou o seguinte: “Eu não entraria num avião pilotado por um cotista. Nem aceitaria ser operado por um médico cotista”.
O conceito do deputado sobre os gays é reacionário. Mas por que ele não tem o direito de expressá-lo?
É a resposta de um reacionário, um dinossauro da direita, proscrito pelas modernas ideologias progressistas e abominado por sua lealdade ao regime militar. Mas é uma boa resposta. E agora?
Agora o Brasil bonzinho vai fazer o de sempre: passar ao largo do debate e choramingar contra a direita. Eis um caminho de risco zero. Processar Bolsonaro, o vilão de plantão, é vida fácil para os burocratas do humanismo. No reinado do filho do Brasil, até o nosso Delúbio, com a boca na botija do mensalão, gritou que aquilo era uma conspiração da direita contra o governo popular. O filão é inesgotável.
Cutucar o conservadorismo destrambelhado de Bolsonaro é atração garantida. Mas censurá-lo em seguida não fica bem. Parece até coisa dos antepassados políticos dele. A metralhadora giratória do capitão dispara absurdos, mas não está calibrada para fazer média com as minorias – e isso é raro hoje em dia.
De mais a mais, se manifestantes negros podem tentar barrar um bloco carnavalesco que homenageia Monteiro Lobato, por que um deputado de direita não pode ser contra o orgulho gay e as cotas raciais? Vai ver o preconceito também virou monopólio da esquerda.
Guilherme Fiuza
COMENTO:
O autor acerta no centro do alvo quando escreve que a direita parece não existir mais no Brasil e mantém o acerto quando trata do radicalismo de Jair Bolsonaro, assim como quando afirma que ele deve não ter entendido a pergunta da cantora, algo que pareceu evidente no descompasso entre pergunta e resposta.
Penso que devemos ouvir novamente Bolsonaro, permitir que ele expresse a sua opinião com clareza, mas para isso temos que vencer um defeito crônico dos nossos chamados liberais: o RADICALISMO.
O Brasil é um país pródigo em liberais que não aceitam opiniões contrárias.
São libertários de suas próprias convicções, mas querem aprisionar as opiniões diferentes.
Garantir uma vida igualitário para hetero e homossexuais é um dever de todos nós, mas isso não pode significar que tanto o homossexualismo, quanto o heterossexualismo, sejam criticados livremente, afinal expressar a nossa opinião é um direito constitucional.
Ser contra ou a favor das cotas nas universidades também deve merecer a livre expressão, assim como, a preferência pelo casamento dos filhos.
O cerne da questão é a liberdade, nosso segundo maior bem.
Lutar para que os homossexuais tenham todos os direitos é um dever de todos.
Se manifestar contra o homossexualismo e afirmar que não quer que seu filho ou filha seja homossexual é um direito de todos nós.
Simples.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 25 de março de 2011

RICARDO GAMA - ATENTADO CONTRA A DEMOCRACIA – HOJE - ATO DE PROTESTO.

Data: 25 MAR 2011 (hoje).
Local: Rua Pinheiro Machado, em frente ao Palácio Guanabara, sede do poder executivo.
Horários:
- Início: 10:00 horas.
- Término previsto: 17:00 horas.
Desenvolvimento:
- Montagem do “corredor de sangue”.
- Exposição de cartazes.
- Momento religioso.
- Homenagem ao cidadão Ricardo Gama.
Participe e divulgue.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RICARDO GAMA: "QUEIMA DE ARQUIVO" ( 2 ).

JORNAL EXTRA
Polícia busca imagens de atentado contra blogueiro baleado em Copacabana
Gabriel Mascarenhas e Antônio Werneck
Blogueiro Ricardo Gama. Foto: reprodução internet

RIO - Imagens das câmeras de dois prédios e de uma academia poderão ajudar a polícia a identificar a placa do Ford Ka prata usado pelo homem que tentou executar o advogado e blogueiro Ricardo Gama, na quarta-feira, no Bairro Peixoto, em Copacabana. A Polícia Civil não divulgou se já tem suspeitos do crime e está intimando comerciantes e moradores da região a depor. ( Delegado fala sobre as investigações do caso e não descarta tentativa de execução. Assista )
Um morador do bairro Peixoto, que preferiu não se identificar, ajudou a socorrer Ricardo.
— Ele estava consciente e repetiu várias vezes: “'É queima de arquivo”. Não consegui ver quem atirou, apenas o carro, de vidros escuros, cantando pneu — contou o morador.
Ricardo Gama é filiado ao Partido da República (PR) e mantém um blog em que faz críticas ao governo do estado e à prefeitura do Rio. No último dia 13, ele publicou um texto revelando que estava sendo ameaçado por um policial por conta de posts sobre o ex-subchefe da Polícia Civil delegado Carlos Oliveira, preso, por suspeita de corrupção, na Operação Guilhotina, da Polícia Federal. Secretário-geral do PR, Fernando Peregrino enviou um memorando ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e à chefe da Polícia Civil, Marta Rocha, pedindo agilidade nas investigações.
Ricardo foi atingido por três tiros pela manhã, na Travessa Moacyr Deriquém, uma passagem entre as ruas Santa Clara e Maestro Francisco Braga. Um homem o chamou pelo nome, disparou quatro vezes e fugiu sem levar nada. A vítima, que ainda conseguiu ligar para a mulher e pedir socorro, está na UTI do Hospital Copa D’Or em estado grave, mas estável, sem previsão de alta.
Presidente da Associação de Moradores do bairro Peixoto, Marcos Vinícius Coutinho criticou a falta de policiamento na região e lembrou que os moradores ficaram assustados pela violência do atentado ao blogueiro, afirmando que, na hora dos tiros, a Praça Edmundo Bittencourt estava cheia:
— Era uma hora de pico na praça, onde às quarta-feiras há uma feira. É triste, o bairro é bucólico, sem violência.
Nesta sexta-feira, amigos de Ricardo farão uma manifestação em frente ao Palácio Guanabara para pedir providências a respeito do atentado contra o blogueiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

CIDADÃO PROTESTA CONTRA "DITADURA" DO ALEMÃO.

No domingo, quase ao final do ato cívico-democrático SOS RIO na Praia do Leblon, um cidadão começou a gritar contra a "ditadura" no Complexo do Alemão e nós fomos ouvi-lo:

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A IMPRENSA IDEAL DOS PETISTAS - FÁBIO PORTELA.

REVISTA VEJA:
A imprensa ideal dos petistas
Desacorçoados com a revelação pela imprensa de evidências irrefutáveis de corrupção no Palácio do Planalto, Lula e seu partido sacam do autoritarismo e atiram na imprensa, que acusam de ser golpista e de inventar histórias. Eles querem um jornalismo melhor? Não. Querem jornalismo nenhum.
Fábio Portela
Os reflexos da sucessão de escândalos que fizeram a lama subir até o gabinete mais próximo da Presidência da República e derrubaram até agora sete funcionários do governo fizeram-se sentir pela primeira vez nas pesquisas eleitorais divulgadas na semana passada. Segundo o instituto Datafolha, a diferença entre os votos da petista Dilma Rousseff e a soma de seus concorrentes caiu 5 pontos porcentuais em sete dias. A queda provocou uma violenta reação do governo. Não contra os acusados de malfeitorias e corrupção na Casa Civil, de onde emanaram os episódios mais cabeludos, mas contra quem os denunciou. Em uma série de comícios e entrevistas, o presidente Lula dedicou a semana a desferir ataques contra a imprensa com uma virulência inédita. Afirmou que os veículos de comunicação “inventam” coisas e torcem “para o Lula fracassar”. Vociferou contra jornais e revistas que destilariam “ódio” e prometeu “derrotar” aqueles que “se comportam como se fosse um partido político”. Foi um passo perigoso.
Nos países democráticos, a liberdade de imprensa não é um assunto discutível, mas um dado da realidade. E nem eventuais opiniões divergentes, exageros e mesmo erros passíveis de arbitragem e punição cometidos por jornalistas podem pôr em risco o direito de informar, o dever de fiscalizar e de alertar para os abusos perpetrados por quem está no poder. Quando um presidente da República tenta enxovalhar a imprensa que o critica e ameaça “derrotá-la” significa que acaba de adentrar no temível pântano da censura - e pouca coisa pode ser mais deletéria do que isso para uma democracia. Ao sujar suas botas nesse lodo, Lula se aproxima do que há de pior na política da América Latina. Trilha o caminho dos caudilhos e ombreia-se com tiranetes do porte de Hugo Chávez, o presidente venezuelano que, para não ver suas próprias contradições expostas, solapou jornais, emissoras de rádio e chegou a fechar o principal canal de TV da Venezuela, a RCTV.
Os ataques de Lula contra a imprensa levaram o jornal carioca Extra, das Organizações Globo, a estampar na sua capa uma crítica tão bem-humorada quanto precisa. Na sexta-feira, o jornal circulou com uma carta de baralho em que Lula aparecia como o Rei. Sobre a extremidade superior da carta, a manchete dizia: “Lula é bonito - Essa é a manchete para quem acha que o papel da imprensa é bajular os donos do poder e, por isso, deve publicar apenas notícias positivas do governo. Denúncias de falcatruas são um abuso, uma forma de conspiração". Na outra extremidade do baralho, escrito de ponta-cabeça, vinha a contraposição: “Bonito, hein, Lula.... - Essa é a manchete para os que acham que o papel da imprensa é fiscalizar os atos de qualquer governo, denunciando os desvios e lembrando que eles não estão acima do bem e do mal”.
A estratégia de tentar controlar a imprensa está no DNA do PT. A primeira investida em larga escala contra o que o partido chama de “mídia” se deu em 2004. Naquele ano, Luiz Gushiken, então secretário de Comunicação do governo, levou a cabo uma tentativa frustrada de criar o Conselho Nacional de Jornalismo - um nome pomposo para esconder uma tentação totalitária. A realizar-se o desejo do PT, o conselho iria “orientar, disciplinar e fiscalizar” os jornalistas. A ideia naufragou assim que foi revelada pela imprensa, mas não morreu nem foi enterrada. Em diversas oportunidades, o PT e o governo petista tentaram relançá-la - repaginada, recauchutada ou disfarçada de “conselhos” - aqueles órgãos que seriam formados por uma certa “sociedade civil” que ninguém jamais conseguiu enxergar fora do arco de alianças do partido e que teriam como função, por exemplo, interferir na programação das emissoras de TV.
Na semana passada, num movimento concertado com os ataques presidenciais, o PT organizou uma manifestação contra o que chamou de “golpismo midiático”. Anunciado no site oficial do partido, o ato convocava os filiados a enfrentar “a onda de baixarias que visa forçar a ida de José Serra ao segundo turno”. A “onda de baixarias”, bem entendido, eram as reportagens que revelaram, entre outros descalabros, que petistas violaram o sigilo de pessoas próximas ao candidato do PSDB, José Serra, e que a família de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil e ex-braço direito de Dilma Rousseff, operava um balcão de negócios na soleira da porta do gabinete presidencial. A nota irônica do episódio ficou por conta da atual diretoria do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, que se ofereceu para abrigar a manifestação petista contra... os jornalistas. Talvez tenha sido a forma encontrada por seus diretores de movimentar a desolada sede da entidade, esvaziada por sua irrelevância e falta de representatividade. Entre brados contra a “conspiração da imprensa” disparados pelo presidente do PC do B, Renato Rabello, e discursos em defesa do “controle social da mídia”, feito pela deputada Luiz Erundina, do PSB, chegou-se a uma conclusão que deixou exultantes os participantes: Lula não avançou o quanto poderia no controle da imprensa. Dilma, se eleita, deverá fazê-lo.
Em contrapartida à investida do governo e do PT, um grupo de notáveis se organizou para repudiar os ataques contra a liberdade de imprensa. O grupo incluía, além de representantes históricos da esquerda, como o jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, nomes como o do arcebispo emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, e dos ex-ministros da Justiça Paulo Brossard, Miguel Reale Junior, José Carlos Dias e José Gregori. Reunido no centro de São Paulo, no Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito, o grupo presenciou a leitura de um manifesto em defesa da democracia lido por Hélio Bicudo. Colocado na internet, o manifesto contava com mais de 30.000 adesões até sexta-feira. No Rio de Janeiro, a concentração se deu no Clube Militar, onde 500 pessoas se reuniram para discutir os ataques à imprensa - estiveram lá os colunistas Reinaldo Azevedo, de VEJA, e Merval Pereira, de O Globo.
Os principais candidatos a presidente da República também repudiaram o cerco aos veículos de comunicação. O tucano José Serra, em campanha no Mato Grosso, afirmou: “O que está incomodando este pessoal é o fato de que a imprensa está apresentando notícias que mostram abusos, desvios de dinheiro, nepotismo, maracutaia com dinheiro público, e esta imprensa incomoda os donos do poder. É somente isso. Não há país democrático no mundo sem imprensa livre”. A senadora Marina Siva, do PV, tratou do assunto em uma entrevista coletiva em São Paulo: “O presidente fez uma crítica à imprensa que é contraditória com toda a sua trajetória. Considero fundamental a cobertura da imprensa”. A petista Dilma Roussef apresentou-se bem mais comedida do que seus companheiros de partido: “A imprensa pode falar o que bem entender. Eu, o máximo que vou fazer quando achar que devo, é protestar dizendo: está errado o que disseram por isso, por isso e por isso. Usando uma coisa fundamental que é o argumento”. Dilma também rechaçou a mais explosiva das propostas do seu partido: “O único controle social da mídia que eu aceito é o controle remoto na mão do telespectador”. Se Dilma está sendo sincera em suas afirmações, não se sabe. Mas a ela, que nunca teve a oportunidade de exercer um cargo eletivo, cabe o benefício da dúvida. Já em relação a certos representantes do alto-petismo restam apenas certezas, incluindo a de que, em um eventual governo Dilma, o partido insistirá na estratégia autoritária.
O principal defensor deste projeto é Franklin Martins, ex-sequestrador, ex-jornalista e atual ministro da Comunicação Social de Lula. Franklin é o idealizador da estratégia de consumir o dinheiro público na compra do apoio - disfarçado de anúncio publicitário - de pequenos jornais, rádios do interior, revistas e blogs de alcance semelhante. Caso Dilma vença, seu próximo projeto será cuidar da reforma do arcabouço jurídico que regula o funcionamento das TVs abertas e fechadas, das rádios, dos provedores de internet e das empresas de telecomunicações no Brasil. Franklin pretende criar uma superagência reguladora para o setor. Ela seria responsável pelos aspectos técnicos do setor, mas também - e aqui mora o perigo - teria ascendência sobre os “conteúdos” que ele produz. Eis o pensamento vivo e franco do ministro a respeito do assunto: “Acham que regulação é um atentado à democracia, mas é o contrário: é parte da garantia de competição, de igualdade de direitos, da capacidade de inovação, da massificação dos serviços e do direito da sociedade à informação", embaralha.
Recentemente, Franklin Martins foi autorizado por Lula a viajar para a Europa, tão logo acabem as eleições, para convidar para um seminário representantes de instituições reguladoras da comunicação social da Inglaterra e da Bélgica. Não que o ministro deseje ouvir a opinião de alguém. Ele apenas espera que a presença de representantes de outros países legitime a conferência que tentará, mais uma vez, aprovar o velho programa petista de controle da mídia. O contrapeso à corrente de Franklin dentro do partido é liderado pelo ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, coordenador da campanha de Dilma. Em 2003, ele fez parte da campanha de Lula e foi o fiador da estabilidade econômica no governo. Espera-se que, em um eventual novo governo petista, seja também um fiador da estabilidade democrática.
Ao contrário do que Lula e seu partido querem fazer crer, a liberdade de imprensa não constitui um fim em si mesmo nem visa a preservar a liberdade de expressão para jornalistas ou proprietários de empresas de comunicação. A liberdade de imprensa vai além disso: é um meio para garantir a perpetuação das sociedades livres e democráticas. E não por outra razão é quase sempre a primeira vítima das tiranias de todas as colorações.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

CIDADÃO BRASILEIRO, EVITE A "OBESIDADE MÓRBIDA".

O RETROCESSO DEMOCRÁTICO - Por IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
O retrocesso democrático
Ives Gandra da Silva Martins
29.5.2010
- A proposta da criação do Conselho Federal de Jornalismo levanta, pela primeira vez, em âmbito nacional, a discussão sobre a existência, no governo Lula, de um projeto para reduzir o Estado Democrático de Direito, no Brasil, a sua mínima expressão.
Tenho para mim que existe um risco concreto de estar sendo envidada uma tentativa de impor um controle sobre a sociedade, se possível com a implementação de um ''direito autoritário'', desrespeitando até mesmo cláusulas pétreas da Constituição.
De início, quero deixar claro não considerar que o governo federal esteja agindo de má-fé, ao pretenderem seus integrantes impor uma república de cunho socialista, visto que nunca esconderam suas preferências, quando na oposição, pelos caminhos de Fidel Castro, de Chávez e da ditadura socialista chinesa. Prova inequívoca é o tratamento absolutamente preferencial que dão ao ditador cubano.
O que estão pretendendo impor é apenas o que sempre pregaram - embora não tenham sido eleitos para implementar programa com esse perfil. Tenho-os, entretanto, por gente de bem, que acredita num projeto equivocado de governo e de Estado - ou seja, num modelo a ser desenvolvido sob seu rigoroso controle, se possível sem oposição, que deve ser conquistada ou
eliminada.
Como primeiro passo, sinalizaram que adotaram a economia de mercado, com o objetivo de não assustar investidores nacionais e internacionais, e desarmaram resistências, escolhendo uma competente equipe econômica, que desempenha papel distante dos moldes petistas, mas relevante para manter a economia em marcha e assegurar investimentos externos. É a melhor parte do governo.
A partir daí, todos os seus atos foram e são de controle crescente da sociedade. Passo a enumerar os sinais que justificam os meus receios:
1) MST - Trata-se de um movimento que pisoteia o direito, desobedecendo ordens judiciais, invadindo propriedades produtivas - muitas vezes, destruindo-as - e prédios públicos. Embora seu principal líder dê-se o direito de chamar o ministro Pallocci de ''panaca'', recebe passagens grátis do governo para pregar a desordem e a subversão. O ministro da Reforma Agrária, que o incentiva, diz, todavia, que o fantástico número de invasões - o maior que já se verificou, na história do país - é normal.
Esse senhor, que saiu do MST, apóia abertamente as constantes violações da lei e da Constituição. A idéia básica é transferir toda a terra produtiva para as massas do MST.
2) Judiciário - A reforma objetiva calar um poder incômodo, que, muitas vezes, no exercício da sua função, impõe limites ao Executivo. Por isto o governo defende o controle externo desse poder, quando não admite a imposição de controle semelhante para outras carreiras do Estado, como, por exemplo, a Receita Federal e a Polícia Federal.
3) Jornalismo - O Conselho Federal do Jornalismo não objetiva outra coisa que calar os jornalistas, visto que hoje já há mecanismos legais (ações penais e por danos morais) para responsabilizar os que comentem abusos no exercício da profissão.
4) Controle da produção artística - Como na Rússia e na Alemanha nazista, pretende o governo controlar a produção artística, cinematográfica e audiovisual.
5) Agências reguladoras - Pretende-se suprimir a autonomia que a legislação lhes outorgou, para atuarem com base em critérios técnicos, e submetê-las mais ao controle do chefe do Executivo e menos dos ministérios, como se pode constatar dos anteprojetos que a imprensa já trouxe à baila.
6) Energia elétrica - O projeto é nitidamente re-estatizante.
7) Reforma Trabalhista - Pretende-se retirar o poder normativo da Justiça do Trabalho, reduzindo a força de um poder neutro.
8) Sistema ''S'' - Estuda-se, nos bastidores, retirar dos segmentos empresariais as contribuições para o Sistema ''S'', que permitem que Senai, Sesc etc. funcionem admiravelmente na preparação de mão-de-obra qualificada e recuperação de jovens sem estudo, com o que se retirará parte da força da livre iniciativa, representada pelas CNA, CNC, CNI e outras, de reagir a regimes autoritários. A classe empresarial ficará enfraquecida, se isto ocorrer.
9) Universidade - O fracasso da universidade federal está levando ao projeto denominado ''Universidade para todos''. Por ele, revoga-se, mediante lei ordinária, a imunidade tributária outorgada pela Constituição, retirando-se das escolas privadas - que fazem o que o governo deveria fazer, com os nossos tributos, e não faz - 20% de suas vagas. Como essas escolas já têm quase 30% de inadimplência, o projeto é forma de inviabilizá-las ou transferi-las para o governo.
10) Sigilo bancário - Embora haja cláusula imodificável, na Constituição, assegurando que o sigilo bancário só pode ser quebrado mediante autorização judicial, há projeto para permitir à Polícia Federal a sua quebra. Se ato desse teor for editado, terá, o governo, até as próximas eleições, acesso aos dados financeiros da vida de todos os cidadãos brasileiros, o que lhe permitirá um poder de fogo e de pressão jamais visto, nem mesmo durante o período de exceção militar.
Poderia enumerar outros pontos.
Não ponho em dúvida, volto a dizer, a honestidade dos integrantes do governo, até porque conheço quase todos, sou amigo de alguns, e estou convencido de que acreditam que essa é a melhor solução para o Brasil. Como eu não acredito que seja - pois entendo que nada substitui a democracia e que qualquer autoritarismo é um largo passo para a ditadura - e como não foi esse o programa de governo que os levou ao poder, escrevo este artigo na esperança de levar pelo menos os meus poucos leitores a meditarem em se é este o modelo político que desejam para o nosso país.
(*) - Ives Gandra da Silva Martins - Jurista, renomado professor de Direito.
OS PORÕES DO PT - — SINDICALISTA CONTA TUDO: GRUPO FEZ TRABALHO SUJO PARA LULA E CONSEGUIU CULPAR SERRA.
Mais um sindicalista decidiu revelar os porões do PT. A VEJA desta semana traz uma reportagem de Policarpo Junior e Otávio Cabral sobre a atuação de um grupo de sindicalistas que produzia dossiês para a campanha do PT em 2002. Um de seus expoentes era Wagner Cinchetto, que concedeu uma entrevista estarrecedora à revista. O mais espantoso é que Cinchetto não se diz santo, não. Ele confessa, por exemplo: “Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula.”
Isso foi em 1989.
Em 2002, ele já estava trabalhando para o PT. O mais surpreendente de sua confissão: o objetivo era atingir todos os inimigos de Lula naquela ano e jogar a culpa nas costas do tucano José Serra. E assim se fez. E assim noticiou a imprensa! A ação mais vistosa, revela o sindicalista, foi o caso Lunus, a operação da Polícia Federal que recolheu na sede da empresa do marido de Roseana Sarney a bolada de R$ 1,34 milhão em dinheiro vivo. José Sarney sempre acusou Serra de estar metido na operação, e isso foi determinante na sua aliança com… Lula — que era, na prática, o chefão do grupo que havia destruído a chance de a filha se candidatar à Presidência.
Outro alvo dos petistas foi Ciro Gomes — na verdade, seu então candidato a vice, Paulo Pereira da Silva, que também tinha a certeza de que estava sendo alvo de… Serra!
Segundo Cinchetto, Lula sempre soube de tudo. No comando da operação, ele informa, estavam Ricardo Berzoini e Luiz Marinho, hoje presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Leiam a entrevista:
Qual era o objetivo do grupo?
A idéia era atacar primeiro. Eu lembro do momento em que o Ciro Gomes começou a avançar nas pesquisas. Despontava como um dos favoritos.
Decidimos, então, fazer um trabalho em cima dele, centrado em seu ponto mais fraco, que era o candidato a vice da sua chapa, o Paulinho da Força.
Eu trabalhava para a CUT e já tinha feito um imenso dossiê sobre o deputado. Já tinha levantado documentos que mostravam desvios de dinheiro público, convênios ilegais assinados entre a Força Sindical e o governo e indícios de que ele tinha um patrimônio incompatível com sua renda. O dossiê era trabalho de profissional.
Os dossiês que vocês produziam serviam para quê?
Fotografamos até uma fazenda que o Paulinho comprou no interior de São Paulo, os documentos de cartório, a história verdadeira da transação. Foi preparada uma armadilha para “vender” o dossiê ao Paulinho e registrar o momento da compra, mas ele não caiu. Simultaneamente, ligávamos para o Ciro para ameaçá-lo, tentar desestabilizá-lo emocionalmente. O pessoal dizia que ele perderia o controle. Por fim, fizemos as denúncias chegarem à imprensa.
A candidatura Ciro foi sendo minada aos poucos. O mais curioso é que ele achava que isso era coisa dos tucanos, do pessoal do Serra.
Isso também fazia parte do plano?
Como os documentos que a gente tinha vinham de processos internos do governo, a relação era mais ou menos óbvia. Também se dizia que o Ciro tirava votos do Serra. Portanto, a conclusão era lógica: o material vinha do governo, os tucanos seriam os mais interessados em detonar o Ciro, logo…
No caso da invasão da Lunus, que fulminou a candidatura da Roseana, aconteceu a mesma coisa.
Vocês se envolveram no caso Lunus?
A Roseana saiu do páreo depois de uma operação sobre a qual até hoje existe muito mistério. Mas de uma coisa eu posso te dar certeza: o nosso grupo sabia da operação, sabia dos prováveis resultados, torcia por eles e interveio diretamente para que aparecessem no caso apenas as impressões digitais dos tucanos. Havia alguém do nosso grupo dentro da operação. Não sei quem era a pessoa, mas posso assegurar: soubemos que a candidatura da Roseana seria destruída com uns três dias de antecedência. Houve muita festa quando isso aconteceu.
Nunca se falou antes da participação do PT nesse caso…
O grupo sabia que o golpe final iria acontecer, e houve uma grande comemoração quando aconteceu. Aquela situação da Roseana caiu como uma luva. Ao mesmo tempo em que o PT se livrava de uma adversária de peso, agia para rachar a base aliada dos adversários… Até hoje todo mundo acha que os tucanos planejaram tudo. Mas o PT estava nessa.
Quem traçava essas estratégias?
O grupo era formado por pessoas que têm uma longa militância política.
Todas com experiência nesse submundo sindical, principalmente dos bancários e metalúrgicos. Não havia um chefe propriamente dito. Quem dava a palavra final às vezes eram o Berzoini e o Luiz Marinho (atual prefeito de São Bernardo do Campo). Basicamente, nos reuníamos e discutíamos estratégias com a premissa de que era preciso sempre atacar antes.
O então candidato Lula sabia alguma coisa sobre a atividade de vocês?
Lula sabia de tudo e deu autorização para o trabalho. Talvez desconhecesse os detalhes, mas sabia do funcionamento do grupo. O Bargas funcionava como elo entre nós e o candidato. Eu ajudei a minar a campanha do Lula em 1989, com aquela história da Lurian. Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula. O grupo se preparou para evitar que ações como aquelas pudessem se repetir - e fomos bem-sucedidos.
De onde vinham os recursos para financiar os dossiês?
Posso te responder, sem sombra de dúvida, que vinham do movimento sindical, principalmente da CUT. Se precisava de carro, tinha carro. Se precisava de viagem, tinha viagem. Se precisava deslocar… Não faltavam recursos para as operações. Quando eu precisava de dinheiro, entrava em contato com o Carlos Alberto Grana (ex-tesoureiro da CUT), o Bargas ou o Marinho.
Quem mais foi alvo do seu grupo?
O plano era gerar uma polarização entre o Serra e o Lula. Por isso se trabalhou intensamente para inviabilizar a candidatura do Garotinho, que também podia atrapalhar. Não sei se o documento do SNI que ligava o vice de Garotinho à ditadura saiu do nosso grupo, mas posso afirmar que a estratégia de potencializar a notícia foi executada. O Garotinho deixou de ser um estorvo. E teve o dossiê contra o próprio Serra. Um funcionário do Banco do Brasil nos entregou documentos de um empréstimo supostamente irregular que beneficiaria uma pessoa ligada ao tucano. Tudo isso foi divulgado com muito estardalhaço, sem que ninguém desconfiasse que o PT
estava por trás.
Por Reinaldo Azevedo
É assustador!
Pouco posso acrescentar, além do contido nestes artigos, assim sendo, prefiro fazer uma comparação. Hoje estou muitos quilos acima do meu peso normal, o qual já é superior ao peso ideal, o que deveria ostentar. Não acordei com esse excesso de um dia para o outro, como em um passe de mágica, esse acúmulo foi sendo construído minuto após minuto, através de uma alimentação inadequada e da falta de atividade física regular. O resultado final é que engordei, o estágio atual.
Cidadão brasileiro, cuidado para não engordar, isso ocorre naturalmente, lentamente. Aliás, cuidado para não perder toda a liberdade, isso também vai ocorrendo devagar, sem que a maioria perceba.
Lembro que para resolver a obesidade mórbida, a cirurgia é a opção.
Contra a falta de liberdade, a opção é a luta.
Aconselho a todos que evitem a obesidade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 13 de julho de 2010

O DESARMAMENTO E A SEGURANÇA DOS BANDIDOS - DELEGADO ARCHIMEDES MARQUES.

Vivemos em um país em que muitas vezes os valores se invertem e, nessa espécie de guerra urbana e social contra a violência diária, contra a marginalidade que cresce assustadoramente, contra a criminalidade que aumenta gradativamente a todo tempo em todo lugar, comprova-se que o Estado protetor mostra-se ineficiente para debelar tão afligente problemática e por isso teima em produzir programas emergentes que surgem e insurgem sem atingir os seus reais objetivos. Um deles, pelo menos até agora, ao invés de proteger a sociedade deu maior segurança aos bandidos, ou seja, inverteu os seus valores.
O projeto desarmamento estudado e executado pelo Governo Federal desde 2003, contra a vontade popular, demonstra ser no âmago do seu curso uma ação derrotada e inócua que age infrutuosamente na tentativa de reduzir a criminalidade no país e deixa cada vez mais a população órfã de proteção.
Enquanto a população brasileira foi literalmente desarmada por conta do Estatuto do Desarmamento, a bandidagem está cada vez mais armada. Enquanto foi tolhido o direito do cidadão de se defender do bandido com a proibição de sequer possuir uma arma de fogo em sua própria casa sem passar por extrema burocracia, o bandido por sua vez, facilmente consegue armas até mesmo com alto poder de fogo, para se defender da Polícia, atacar o povo e ferir a ordem do país.
É fato presente que o chamado crime organizado, pernicioso organismo que alimenta o tráfico de drogas, criminosos perigosos e contumazes, quadrilhas de assaltantes, consegue transitar e abastecer a marginalidade com armamento privativo das forças armadas, tais como: Metralhadoras, fuzis, bazucas, morteiros, granadas, ou mesmo outras mais usadas a exemplo das escopetas, pistolas e revolveres. Essas armas provindas de diversas nacionalidades ingressam pelas nossas gigantescas e mal guarnecidas fronteiras e chegam às mãos dos bandidos de maneira inexplicável.
Retirar as armas de fogo das pessoas de bem foi muito fácil, pois essas pessoas, não sendo marginais, logo cumpriram a Lei e depuseram suas armas com a esperança de que a violência fosse realmente estancada, contudo ainda não foi, muito pelo contrário, aumentou substancialmente, pois o desafio da Polícia em desarmar os bandidos parece ser intransponível. Quanto mais se prendem os marginais armados mais armas aparecem em poder de outros e até dos mesmos quando são postos em liberdade pela Justiça.
Os fatos violentos e corriqueiros ocorridos nos quatro cantos do país demonstram que os discursos e as noticias desarmamentistas para justificar o suposto sucesso do plano e iludir o povo parecem ser apenas meras cortinas de fumaça, tendo na linha de frente a diminuição dos homicídios eventuais por desavença ou domésticos, perpetrados nas comunidades por meio de arma de fogo a querer encobrir o recrudescimento da criminalidade dos outros tipos penais. Vale lembrar também que apesar de ter diminuído os índices de homicídios cometidos via arma de fogo nos casos citados, aumentou substancialmente os índices do mesmo crime perpetrados por arma branca ou outros meios, comprovando então, que o cidadão quando quer, mata o seu desafeto de qualquer jeito.
Assim, o povo vive acuado, desarmado e preso por grades, cercas elétricas, alarmes, nas suas próprias residências e, os diversos criminosos andam soltos nas ruas a caça das suas vítimas, aumentando de forma geométrica o número de latrocínios, roubos e sequestros em todos os lugares.
A Polícia por mais diligente que seja, em virtude da falta de contingente adequado, de uma maior estrutura, de uma melhor organização, de um verdadeiro incentivo com salários condizentes aos seus membros, não consegue romper tais obstáculos e sempre é considerada culpada erroneamente por inoperância pela nossa sociedade como se fosse a única responsável por tal situação.
Atacam-se carros blindados com armamento potente, derrubam-se helicóptero com tiros de fuzis ou metralhadoras antiaéreas, inúmeros assaltos se valem de armas de guerra no país inteiro, policiais são frequentemente mortos no labor das suas funções por criminosos possuidores de armas poderosas adquiridas no câmbio negro do crime organizado.
O cidadão nas ruas literalmente virou um alvo em determinados locais. Um alvo que tem que ser um maratonista, velocista, contorcionista, trapezista e até mágico para se esquivar das balas perdidas. Um alvo que tem que optar por dar apoio aos traficantes de drogas sob pena de morte. Um alvo no seu veículo ultrapassando os sinais de transito e recebendo multas para não ser seqüestrado ou assaltado e morto. Um alvo desarmado sem direito a defesa própria contra o marginal sempre bem armado. Um alvo que tem que contratar segurança particular para sobreviver. Um alvo que ainda tem que agradecer ao criminoso por apenas lhe levar seus bens materiais. Um alvo esperando sempre que apareça algum policial para lhe salvar.
O desarmamento veio para o seio da sociedade brasileira como uma ação insidiosa de tirar-lhe o direito de defesa própria e da sua família ao mesmo tempo em que deu total segurança ao bandido de fazer o que quiser com a sua vulnerável vítima.
O estatuto de Desarmamento não deu e não dará certo enquanto não tivermos uma séria e efetiva política de combate ao crime organizado, enquanto não colocarmos atrás das grades os grandes traficantes de armas e drogas, enquanto não prendermos as pessoas inescrupulosas que dão suporte e proteção aos traficantes e enriquecem sob o julgo desse crime, enquanto não consigamos enfim proteger as nossas fronteiras desses criminosos fazendo com que não mais entre armas no nosso país.
Enquanto isso não acontece, para concluir o texto, faço minha as sábias palavras do Ministro aposentado do Superior Tribunal Militar, FLÁVIO BIERREMBACH, hoje advogado e escritor:
“Desarmar as vítimas é dar segurança aos facínoras”...
"O cidadão de bem tem o direito de possuir uma arma para se defender dos criminosos"...
"Os bandidos já se sentem muito mais seguros para atacar os pobres, os trabalhadores e os homens de bem, porque sabem que provavelmente irão enfrentar pessoas desarmadas"...
“Uma sociedade em que apenas a polícia e os facínoras podem estar armados não é e nem será uma sociedade democrática"...
Autor: Archimedes Marques (delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela Universidade Federal de Sergipe)
archimedes-marques@bol.com.br

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 29 de junho de 2010

A LIBERDADE DE SER CONTRA O GOVERNO, UM DIREITO DE TODOS, NEGADO PELOS DITADORES DE FARDA OU DE TERNO.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
sábado, 26 de junho de 2010
Gostaríamos de informá-lo
Jean Leonard Ruganbage, editor de jornal censurado pelo Estado ruandês, foi assassinado a tiros em frente a sua casa na última quinta-feira.
Segundo o chefe da polícia local, Ruganbage era "um homem comum, como qualquer outro. Por que seria morto pelo governo? Não há indicação alguma que possa ligar o fato a um assassinato feito pelo governo".
De fato: além de trabalhar como editor de uma publicação censurada pelo governo que trouxe recentemente em seu site uma matéria sobre suposta tentativa de assassinato perpetrada por agentes do... governo, não há mesmo qualquer indicação que possa ligar a morte do rapaz às autoridades da gloriosa nação ruandense
(
leiam).
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PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 4 de junho de 2010

BLOG LIBERTAD MATTERS - UMA BANDEIRA DO LIBERALISMO.

Prezados leitores, acessem o blog Libertad Matters e conheçam os novos artigos postados:
domingo, 30 de maio de 2010
A Traição dos Clérigos
Resenha de Nelson Ascher para a revista VEJA comenta o livro A Mente Cativa, obra na qual o poeta polonês Czeslaw Milosz (Nobel de Literatura, 1980) discute o que levaria escritores a apoiarem um regime totalitário.
Postado por Felipe Svaluto às 04:01
Marcadores: comunismo, Czeslaw Milosz, intelectuais, Polônia
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Swinging Nankin (2)
Um dos praticantes de swing presos recentemente por libertinagem na China, Ma Yaohai foi condenado a três anos e meio de prisão.
Postado por Felipe Svaluto às 00:01
Marcadores: China, comunismo, sexo
sexta-feira, 21 de maio de 2010
De Malauí a pior (2)
E aconteceu: em nome da "sociedade" e da "cultura" malauís, o casal homossexual do post anterior foi realmente condenado à pena máxima - 14 anos de prisão para cada um.
Postado por Felipe Svaluto às 20:36
Marcadores: homossexualismo, liberdade, Malauí
terça-feira, 18 de maio de 2010
De Malauí a pior
Considerados culpados por sodomia e indecência, dois gays do Malauí podem ser condenados nessa quinta-feira a até 14 anos de prisão.
Postado por Felipe Svaluto às 20:59
Marcadores: homossexualismo, liberdade, Malauí
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O SENTIDO DO 13 DE MAIO - PROFESSOR MARCELO ADRIANDO NUNES DE JESUS.

O SENTIDO DO 13 DE MAIO
Durante 338 anos o Brasil foi palco das maiores atrocidades que podem ser cometidas contra um ser humano: o trabalho escravo. Pessoas foram retiradas à força de suas nações, separadas de suas famílias e culturas e trazidas para uma terra distante e de culturas completamente adversas das suas.
Aqui quando chegaram por volta de 1550, foram expostos à venda como meras mercadorias. Quando adoeciam, eram deixados de lado à própria sorte e substituídos por outros disponíveis nos inúmeros mercados de negros existentes. A posse de escravos significava status social. Era comum deixar negros como herança em testamentos ao lado de outros bens pessoais. A cor da pele era indicativo da condição social.
Entretanto, apesar da opulência e do absurdo a que foram submetidos, os negros resistiram de todas as formas possíveis aos horrores da escravidão.
Fugas eram constantes e a formação de quilombos cada vez mais se faziam presentes, o que demonstra sua força e resistência à escravidão.
Mais de três séculos se passaram para que os negros tivessem sua tão sonhada liberdade reconhecida pelo Estado.
No dia 13 de maio de 1888, sancionada pela Princesa Isabel, entrava em vigor, a Lei Imperial de nº 3353 - conhecida como Lei Áurea -, que concedia a liberdade definitiva a todos os escravos negros e extinguia o trabalho escravo em todo o Brasil.
Hoje, se comemora os 122 anos da abolição da escravidão em todo o País. Entretanto, o preconceito e o racismo em torno do negro ainda se faz presente em nossa sociedade, o que significa dizer que ainda estamos longe de saldar a nossa dívida.
Somos um só povo e uma só nação. O preconceito e o racismo apenas servem para fomentar o ódio e a distância entre as pessoas, e isso, é a fórmula para catástrofes. Há diferença de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e as reações das pessoas são semelhantes.
A luta continua.
Marcelo Adriano Nunes de Jesus
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PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 23 de abril de 2010

AMÉRICA SEM SAL.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
quinta-feira, 22 de abril de 2010
América sem sal

Sempre previsível e confiável, o neohigienismo: duas semanas após divulgarmos aqui que cientistas suecos escreveram artigo em defesa de uma maior taxação do açúcar - e perguntarmos quem seria a próxima vítima -, agora é a vez do famigerado FDA(órgão que regula alimentos e remédios nos EUA) anunciar que pretende estabelecer um limite à quantidade de... sal nos alimentos norte-americanos. Segundo fonte do órgão consultada pelo Washington Post, o objetivo - coisa para uma década - seria nada menos que "mudar o paladar de uma geração".
E a pergunta persiste: quanto tempo até os exercícios compulsórios de 1984? (leia)
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 22 de abril de 2010

TIBETE LIVRE - ATO CÍVICO - RIO DE JANEIRO.

O filme Chico Xavier continua enchendo os cinemas em todo o Brasil, ratifico que esse é um filme para TODOS, um culto não apenas ao Espiritismo, mas a determinação humana, a força de um homem que entregou a própria vida para cumprir os seus objetivos, na luta pela construção de um mundo melhor.
Quem conhece o Espiritismo sabe que a sua parte filosófica centra na igualdade entre todos nós e no exercício da fraternidade entre TODOS.
A história da nossa civilização tem exemplos de homens que tentaram mudar o mundo, uns isoladamente, outros em pequenos grupos, nem sempre vencendo, mas nunca desistindo de tentar.
No Brasil dos nossos tristes dias, onde o crime se infiltrou nos governos, Bombeiros e Policiais Militares estão tentando obter a sua cidadania plena, uma luta de POUCOS para o benefício de TODOS. Não deixa de ser uma luta contra a opressão de governantes que querem nos manter escravizados, pagando salários miseráveis que nos apartam da condição de cidadãos brasileiros.
O povo do Tibete é vítima da opressão e no dia 14 de abril, um pequeno grupo de cidadãos fluminenses se postou em frente ao Consulado da China e cobrou liberdade para o Tibete.
O Tibete não será libertado em face desse ato ordeiro e pacífico, mas certamente seria se TODOS cobrassem essa liberdade.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 8 de abril de 2010

SEM AÇÚCAR, COM AFETO.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Sem açúcar, com afeto
"Em artigo publicado no jornal Dagens Nyheter, cientistas suecos defendem a criação de um imposto sobre o açúcar naquele país escandinavo, seguindo política que já teria sido adotada em alguns de seus vizinhos. O objetivo explícito da ação seria diminuir o consumo de doces na Suécia, encarecendo produtos muito açucarados - uma guerra econômica sanitária que, segundo os próprios cientistas, replica estratégia já adotada com sucesso contra álcool e fumo ali e em outras partes do mundo".
O próximo alvo? Gordura, carne, cafeína - o que o neohigienismo dos intervencionistas de branco (bancados ou não pelas massas "democráticas") decidir elencar como novo alvo na luta cruel que travam, coitados, para nos salvar de nós mesmos... (leia).

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO