Mostrando postagens com marcador Minas Gerais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Minas Gerais. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de março de 2012

O CAOS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL.

SITE AMIGOS DA CASERNA:
SIND-UTE/MG DENUNCIA O ESTADO DE MINAS GERAIS E PEDE INTERVENÇÃO FEDERAL
Posted on 22/03/2012 by Reinaldo
EDUCAÇÃO
O Sind-UTE/MG protocolou, no dia 16 de março, representação no Ministério Público Federal relatando a situação vivida pelos profissionais da educação da rede estadual e solicitando providências.
Dispõe o artigo 127 da Constituição Federal de 1988, que o “Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis”, disposição que encontra eco no artigo 1º da Lei Complementar nº 75, de 20 de maio de 1993. Compete ao Procurador-Geral da República, como Chefe do Ministério Público Federal, conforme disposto no artigo 48, inciso I, do mesmo diploma legal, propor perante o Superior Tribunal de Justiça a representação para intervenção federal nos Estados e no Distrito Federal, no caso de recusa à execução de lei federal.
Acompanhe a posição do Sind-UTE/MG apresentada ao Ministério Público Federal:
A edição das Leis Estaduais nº 18.975/10 e 19.837/11, que promoveram a conversão da remuneração dos profissionais da educação da rede pública estadual de Minas Gerais em subsídio, negou aplicabilidade à Lei Federal nº 11.738/08.
Isso porque ao proceder à aglutinação do vencimento básico com as vantagens e gratificações pessoais dos profissionais da educação, o Governo de Minas desrespeitou os artigos 2º, § 1º e 5º, e parágrafo único da Lei Federal nº 11.738/2008, cuja constitucionalidade foi reafirmada em ação direta de inconstitucionalidade, julgada totalmente improcedente pelo Supremo Tribunal Federal. O que o Governo fez foi um artifício para alegar o cumprimento da Lei do Piso, mediante agregação da soma das parcelas remuneratórias, hipótese expressamente vedada pela Lei Federal (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

BRASIL - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - MINAS GERAIS E RIO GRANDE DO SUL SE MOVIMENTAM.

COMUNIDADE DOS POLICIAIS E BOMBEIROS DO BRASIL:
BR: Autor de proposta que aumenta piso salarial de PMs vê possibilidade de greves em MG.
Autor da Proposta de Emenda à Constituição que estabelece um piso para os salários de policiais civis, militares e bombeiros –a chamada PEC 300–, o deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) acredita que, depois da crise na segurança pública da Bahia, dois outros Estados podem enfrentar o mesmo problema em um futuro próximo: Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
“Os governos estaduais que mais trabalham contra a PEC [porque alegam não ter verbas para pagar a categoria] são Bahia, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul”, disse Faria de Sá ao UOL. “Minas Gerais e Rio Grande do Sul são Estados que têm expectativa de ter problema proximamente. A situação no Rio Grande do Sul é pior do que a da Bahia.”
Na Bahia, a paralisação iniciada no último dia 31 levou as principais cidades a sofrer uma onda de assaltos e mortes. Aulas foram canceladas, assim como shows, a Justiça teve seu trabalho suspenso e os Estados Unidos chegaram a recomendar aos norte-americanos que adiem viagens "não essenciais" ao Estado.
A proposta, apresentada pelo petebista em novembro de 2008, ainda não foi analisada pelo plenário, apesar da pressão constante imposta por policiais aos parlamentares. “Queríamos equiparar ao salário dos policiais de todo o Brasil aos do Distrito Federal (R$ 7,5 mil iniciais). Acabamos tendo de pensar apenas em um piso nacional sem valor definido para tentarmos ir adiante. Ainda está difícil."
Para Faria de Sá, a aprovação da matéria seria a alternativa para acabar com as paralisações que ocorrem no país. “O futuro da PEC 300 é igualar o salário oficial da Polícia Militar, Civil e bombeiros a R$ 3,5 mil. Atualmente, eles ganham em torno de R$ 2 mil”, disse Faria em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.
O piso salarial na Bahia fica em torno de R$ 2,3 mil. Os policiais querem pagamento da gratificação por atividade policial (chamada GAP 5, hoje é paga a GAP 3), incorporação da gratificação ao salário, regulamentação do pagamento de auxílio acidente e adicionais de periculosidade e insalubridade. Se as reivindicações fossem concedidas, os vencimentos subiriam para R$ 2,9 mil para os mais de 30 mil policiais e bombeiros. O governo oferece reajuste de 6,5%.
Segundo dados fornecidos pelo parlamentar, no Rio Grande do Sul, o salário inicial de um brigadiano –nomenclatura dos policiais no Estado– é de R$ 1.539,93. Em Minas Gerais, esse valor fica em cerca de R$ 2.041.
Além da pressão nos Estados, a PEC 300 sofre dificuldades no Congresso por falta de apoio do governo federal, uma vez que eventuais reajustes exigiriam subsídios do governo federal até serem incorporados pelos governos estaduais.
Para Faria de Sá, as eleições municipais deste, que devem reduzir a atividade legislativa, não deveriam ser problema para a aprovação da PEC. “Acho que é no ano eleitoral que a gente pode resolver essas coisas no país”. No fim do ano passado, defensores da medida tinham prevista uma reunião com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). O encontro acabou cancelado e não tem data para acontecer. Maia afirmou à Agência Brasil que não há acordo para votação e que a decisão cabe aos Estados.
Sindicato de Minas prevê “distúrbios” caso PEC não avance
Para Adilson Bispo, diretor de mobilização do Sindpol (Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais), caso a PEC 300 não avance, pode haver o que ele denominou de “distúrbios” na corporação de Minas Gerais.
De acordo com o dirigente, uma mobilização nacional poderia insuflar a categoria, com consequências parecidas ao que está ocorrendo na Bahia. “Não poderíamos segurar o ânimo dos policiais, apesar de sempre alertá-los para não fazerem manifestações portando armas. O que vai ocorrer é movimento parecido ao da Bahia se essa PEC ficar parada do jeito que está”, disse.
No ano passado, policiais civis fizeram paralisações no Estado. Durante esses movimentos, apenas 50% da demanda era atendida em muitas delegacias, excetuando-se os casos de flagrantes. Policiais militares também aderiram ao movimento grevista.
Como resposta, o governo apresentou um projeto de lei, aprovado em agosto de 2011 na Assembleia Legislativa, prevendo reajustes salariais anuais escalonados, que totalizam percentual de 74% de aumento até 2015 –quando o salário de ingresso na carreira de investigador policial vai girar em torno de R$ 4 mil, valor semelhante ao que ganhará um iniciante na Polícia Militar.
Segundo o governo estadual, o aumento beneficiará, além dos policiais civis e militares, bombeiros militares, agentes de segurança penitenciários e socioeducativos, pessoal civil da Polícia Militar e funcionários de carreiras administrativas da Polícia Civil.
Atualmente, o salário inicial na Polícia Civil é de R$ 2.021,32. Já na PM, é de R$ 2.245,91. À época, um representante dos policiais militares afirmou que o aumento anunciado correspondia às expectativas dos militares. Mas de acordo com o representante dos policiais civis, o reajuste atendeu em parte a reivindicação dos servidores da Polícia Civil. Segundo ele, o salário ideal deveria girar em torno de R$ 5,5 mil.
“O governador [Antonio Anastasia-PSDB] conseguiu segurar a tropa [PM] e a Polícia Civil dando esse aumento. Por enquanto está calmo, mas nós estamos de olho agora é em Brasília”, afirmou Bispo.
De acordo com a assessoria do governo de Minas Gerais, a administração estadual é contrária ao que propõe a PEC 300. “Sem desmerecer o relevante papel desempenhado por essas categorias, entende-se que a proposta citada configura violação ao princípio constitucional da autonomia dos entes federados, tendo em vista que, no âmbito dos Estados, cabe ao Chefe do Poder Executivo a competência para definir a política remuneratória aplicável aos policiais civis e militares, observando a disponibilidade de recursos financeiros, bem como os limites de despesas definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou o governo, por meio de nota enviada ao UOL.
Situação no Rio Grande do Sul
O governo gaúcho informou que prefere não se manifestar em relação à PEC 300, pois se encontra em negociação com a Brigada Militar e a Polícia Civil. De qualquer maneira, o projeto não foi pauta nas reuniões com as categorias, conforme a Casa Civil do Estado. No final deste mês será apresentada uma nova proposta de reajuste aos policiais civis. O mesmo deve acontecer com a Brigada Militar, que receberá um calendário de reajustes salariais.
Os policiais civis realizam assembleia geral no dia 7 de março para deliberar sobre indicativo de greve. Considerada alta, a diferença entre o vencimento inicial de um delegado e de um agente, ambos com exigência de nível superior, hoje é de 311%. Com o calendário selado nas negociações com delegados, o abismo saltou para 720%.
Isso significa que, em 2018, um delegado (primeira classe) receberá R$ 17,5 mil, enquanto um agente, R$ 3.700. Em ambos os casos são exigidos nível superior. A categoria quer reduzir essa diferença.
Do UOL, em Brasília
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

MINAS GERAIS – POLÍCIA MILITAR – AÇÃO DOS CORONÉIS – PRESCRIÇÃO.

EMAIL RECEBIDO:
Na última semana muitos de nossos leitores, a grande maioria militares, passaram a nos questionar sobre a veracidade de uma notícia divulgada por alguns Blogs e difundida por inúmeros e-mails pelo Estado de Minas Gerais: “A prescrição do direito à ação judicial relativa a lei 8713/84” – a famosa “Ação dos coronéis” ou ainda “Ação de 84”.
Realmente o criador do noticiário tem certa razão em suas palavras; porém a interpretação utilizada por ele é errônea para o caso em pauta, sendo que, nesse tipo de ação, a norma prescricional a ser utilizada é a baseada na Súmula 85 – do STJ, que tem como distinção às prestações de trato sucessivo, entendidas como tais aquelas que se dividem em dias, meses e anos [tal o caso de remuneração e vantagens asseguradas ao servidor público]. Para estas, segundo o artigo 3º do Decreto 20.910/32 e a Súmula 85 – do STJ, "nas relações jurídicas de trato sucessivo em que a fazenda pública figure como devedora, quando não tiver sido negado o próprio direito reclamado, a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do qüinqüênio anterior a propositura da ação".
No mesmo enlace jurídico... Outro entendimento já pacificado na nossa jurisprudência é que, nesse tipo de ação judicial – sendo anterior ao ano de 2002 –, mesmo tendo como parte devedora a Fazenda Pública, o prazo prescricional é de 20 anos [Artigo 177 – Código Civil/1916]; não sendo abrangida pelo artigo 1º, do Decreto 20.910/32.
Lógico, a Súmula 85, quando cita “antes do qüinqüênio” está legislando para as ações cuja prescrição se consolida em cinco anos [Decreto 20.910/32]; porém a analogia é simples e coerente ao pensarmos em ações judiciais com prescrição vintenária [como no caso aqui estudado]; neste ponto, os tribunais de nosso país, inclusive o de Minas Gerais, já têm entendimento consolidado de que o caso é também de "trato sucessivo", ou seja, a prescrição renova-se periodicamente – no caso, mês a mês – e atinge apenas as parcelas vencidas antes dos vinte últimos anos que antecedem o ajuizamento da Ação Judicial.
“Vozes da Gerais” – Divulgue essa idéia!
Blog Notícia da Caserna
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

OFICIAIS X PRAÇAS - DESVIOS DE CONDUTA.

Prezados leitores, bom dia!
Um comentarista encaminhou um link do blog do Cabo Fernando da PMMG, destacando artigo que trata da desigualdade entre os tratamentos dados a desvios de conduta envolvendo Oficiais e Praças, alertando que esse problema não existe apenas no Rio de Janeiro (acessem).
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

PMMG: SARGENTO DENÚNCIA CORREGEDOR.

Prezados leitores, bom dia!
"Sgt Barbosa apresentou denúncia contra o Coronel Corregedor da Polícia Militar de Minas Gerais
* José Luiz Barbosa
"Em 17 de outubro do corrente ano, por forças alheias a minha vontade, encerrei precocemente minha carreira como 2º Sgt da Polícia Militar de Minas Gerais, para minha tristeza e felicidade de minha família", depois de sofrer perseguição, intimidação, retaliação por ter adotado como filosofia de vida e profissional, a luta contra as injustiças, abusos, desmandos e arbitrariedades, dos quais muitos mesmos denunciados, jamais foram apurados ou tiveram seus autores responsabilizados."
"Podem até me matar", mas jamais me calarão, podem arrancar minha gradução, mas os vencimentos para sustento de minha família não conseguiram, e minha dignidade lutarei por ela até cair de joelhos, e nunca me farão recuar, acovardar e desistir de lutar por justiça e tratamento humano, justo e cidadão para policiais e bombeiros militares, principalmente dos oprimidos, fracos e injustiçados, pois estas são as premissas que escolhi como filosofia de vida, desde meu ingresso nas fileiras da Polícia Militar nos idos da década de 80.
Com estas afirmações inicei a participação na audiência pública da comissão de direitos humanos da Assembléia legislativa de Minas Gerais, para discutir violação de direitos e garantias fundamentais, da qual é vítima um Capitão PM acusado em processo administrativo disciplinar, e para denunciar violação ao direito de expressão e opinião em face do Cel PM Hebert Fernandes Souto Silva, corregedor da Polícia Militar.
É vergonhoso ainda termos que admitir em pleno estado democrático de direito, que a Polícia Militar aja como se estivesse em um estado de exceção, em que as violações de direitos são a regra e não exceção, e para agravar a violação, sua motivação começa quando se luta de modo firme e intransigente pelo direito de exercer direitos, e num passe de mágica, de postulante a direito transmuta-se em inimigos e recalcitrantes, assumindo a condição de supostos infratores da disciplina e da arcaica e ultrapassada legislação penal militar, exatamente por contrariar a lógica reinante, que contraria interesses que segundo a doutrina militar que vigora nas hostes hierárquicas superiores estariam enfraquecendo a disciplina e a hierárquia e possibilitando a impunidade administrativa.
Entretanto, olvidam sem nenhum constrangimento a inalienável condição e status jurídico do cidadão policial militar, que mesmo tendo diferentes sujeições e obrigações questionáveis constitucionalmente, nenhum governo desde a redemocratização decidiu enfrentar, abolir e revisar o ordenamento jurídico caduco e autoritário, pois assim perde-se também o poder de dominação e manipulação para atender seus interesses em detrimento dos interesses da cidadania e do respeito a dignidade humana, fundamentos indissociáveis de uma polícia cidadã e de uma segurança pública efetiva, eficaz e democrática.
E afirmo sem nenhuma dúvida, que todo este estado de abuso de poder e desrespeito aos mais elementares direitos e garantias fundamentais tem sua estréia, no exato momento que o policial e bombeiro militar, em especial os praças, decidem lutar e reivindicar seus direitos, o que na cultura institucional é uma afronta e verdadeiro atentado a ordem estabelecida, não contra a hierárquia e disciplina, mas em desfavor da administração pública militar, ou de determinados grupos que se apropriam do poder dispondo-o como sua propriedade privada e exclusiva, o que invariávelmente desagua em desvios, abusos e excessos.
Infelizmente apesar de estarmos em um regime republicando, sob égide de um governo democrático regido pelo estado democrático de direito, as Polícias e Corpos de Bombeiros Militares, órgãos inseridos no sistema de segurança pública e capitulados no art. 144 da Carta Magna, são instituições que mais se assemelham a uma ilha isolada, inacessível e inespúlguinavel a seus princípios fundamentadores, fortemente protegida e vigiada pelos detentores do poder hierárquico na estrutura militarizada do falido sistema de segurança pública.
Na audiência pública, mais uma vez se confirmou o que todos sabemos, que há muitas e recorrentes violações de direitos sendo cometidas no interior dos quartéis, sob o manto da hierárquica e tendo como pano de fundo a disciplina, dois princípios que pela sua importância não se compatibilizam com nenhuma transgressão ou infração ao exercício de direitos, verdade pouco compreendida ou deliberamente ignorada pelos comandos das Polícias e Corpos de Bombeiros Militares de todos os entes da federação, e que para sua confirmação basta uma breve pesquisa e consulta a centenas de blogs que atualmente compõem a blogosfera policial.
Vimos, ouvimos e testemunhamos o que muitos estão cansados de sofrer e sentir, mas que ainda temem ou se silenciam para evitarem serem também novas vítimas do dissimulado sistema de opressão, perseguição e retaliação que voltam suas armas ocultas aos que insistem em reivindicar e lutar por seus direitos, e que quase sempre se vale de estratégias e medidas que foram aplicadas no regime de excessão, que é por demais conhecido de militantes e ativistas de direitos e garantias fundamentais e dos direitos humanos, e dos que se postam na defesa do elementar direito a palavra, que se consubstancia no direito humano e constitucional à livre expressão da opinião e do pensamento, de que o Brasil é signatário em tratados e declarações internacionais.
Não há nem de longe no sistema disciplinar castrense a aplicação do princípio da igualdade e da isônomia entre oficiais e praças, o que somente é aplicado quando ambos estão sendo acusados do mesmo crime ou transgressão disciplinar, em que se um for polpado ou inocentado o outro fatalmente também será na mesma proporção e intensidade, tudo em nome de um corporatismo deléterio para manutenção e preservação do status quo vigente, a depender do trânsito e do poder de influência do acusado "oficial," pois caso seja um ou tenha se tornado um "inconveniente" para a cúpula da instituição, o rigor excessivo será a viga mestra da repressão penal e disciplinar.
Mas quanto a denúncia que foi publicamente apresentada a comissão de direitos humanos, e que esperamos prudentemente para leva-lá ao domínio público, trata-se da publicação do artigo com o título "Promoção na Carreira Policial Militar, cultura organizacional, avaliativa e influência política", que foi interpretado como crítica indevida e causou aborrecimento e irritação a alguns que estacionaram no regime de exceção, sendo objeto de sindicância regular, para possível punição disciplinar e certamente indiciamento em processo crime.
As investidas da corregedoria da Polícia Militar somente não obtiveram êxito, pelo manejo correto e jurídico dos instrumentos e órgãos de defesa dos direitos humanos, dentre estes destacam-se, a coordenadoria de direitos humanos do Ministério Público, comissão de direitos humanos da câmara federal, conselho estadual de direitos humanos, secretaria nacional de direitos humanos da presidência da república, e comissão de direitos humanos da assembléia legislativa de Minas Gerais, órgãos ainda isentos das malfadadas e ilegais assessorias militares, com assento de oficiais para zelar pelos interesses do Comando das instituições militares.
Passados no entanto, quase um ano, nenhuma medida saneadora e restauradora ainda não haviam sido executadas, até que a coordenadoria de direitos humanos do MP, se manifestou e encaminhou para a Justiça Militar, a denúncia com pedido de instauração de inquerito policial militar - IPM -, em face do Coronel corregedor, que atualmente está sob jurisdição da 3ª Auditoria da Justiça Militar, ainda sim já passados mais de dois meses até o momento não houve nenhuma publicação de portaria, o que nos forçou mais uma vez a levar a denúncia para o forúm competente para acionar e e exigir a adoção das medidas, o que sabemos trata-se de estratégia para livrar-se da responsabilização ou até de tempo para preparar a defesa e atacar e desqualificar a denúncia.
Mas não descansaremos até que a justiça seja aplicada ao caso, pois sabemos que não há liberdade de opinião e expressão do pensamento nos quartéis, e tal violação não pode ser mais admitida em tempos de democracia, ainda mais para os profissionais que tem como dever a defesa, promoção e proteção dos direitos e garantias fundamentais e humanos dos cidadãos, porque somente assim alcançaremos a cidadania plena que é o fundamento da atividade policial.
E para que não paire dúvidas e incertezas, na própria audiência pública, requeremos que a denúncia apresentada seja encaminhada a organização interamericana de direitos humanos, pois é um órgão livre de interferências e influências de terceiros, e que pode avaliar com mais profundidade a gravidade da violação do direito de opinião e expressão sob a ótica dos direitos humanos, que estão consignados em declarações e tratados internacionais que dispõem sobre tais garantias.
Esclareço que o artigo continua no arquivo do blog, e com certeza os que acessarem poderão comprovar que quando se ousa expressar a verdade no âmbito das instituições militares de segurança pública, de bons e leais profissionais, somos rotulados e estigmatizados como indisciplinados, insubordinados, subversivos e inimigos da instituição que juramos honrar e em cujo nome muitas vezes tombamos no cumprimento do dever.
Aos que pensavam que os revezes e perseguições articuladas e tratadas muitas vezes a portas fechadas, poderiam me fazer sucumbir, se enganaram, e seguirei cumprindo o dever de denunciar todo ato que se constitua em impedimento, e dificulte, ou restrinja o exercício de direitos, pois não quero ser julgado pela consciência, e acredito inabalavelmente que a verdade sempre prevalecerá, não importa o tempo que para isto seja necessário.
Sei também que é muito dificil romper com o silêncio, mas somente denunciando e exigindo respeito aos direitos e garantias fundamentais insculpidos na Constituição Federal, poderemos ser atores e agentes das mudanças que desejamos e queremos e que são exigências impostergáveis do estado democrático de direito.
Portanto, é importante que cada um assuma seu dever e exerça sem temor, medo e covardia seus direitos e jamais se omita quando um seu semelhante e igual esteja sendo vítima de abuso de poder e arbitrariedades, que se tornaram comuns e parte de uma cultura e doutrina implantada e ainda não superada na vida da caserna.
Queremos, desejamos, e lutaremos até o fim, por uma instituição democrática, e que possa estar perfeitamente enquadrada no estado de direito, e onde vigore o império do direito, e não o império da força, da vingança e da vaidade, em que o poder se transformou em mercadoria a ser disputada com todos os meios, não importando se para isto outros tenham que sofrer as consequencias e efeitos desta luta insana e sem nenhum balizador ético que possa impor-lhe limites.
* Presidente da Associação Mineira de Defesa e Promoção da Cidadania e Dignidade, bacharel em direito, ativista de direitos e garantias fundamentais, Sgt PM".
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

PMMG: AUXÍLIO INVALIDEZ CONQUISTA OU FRUSTAÇÃO?

REVISTA ORKANT
Auxílio invalidez Conquista ou frustração?
Com a vigência da Lei 109/2009 que modificou o EPPM, o comando da PMMG editou a resolução 4070 que regulamentou tal lei.
Seria utopicamente esperança e redenção de muitos militares, que em decorrência de serviço ou em razão deste, foram reformados na condição de invalidez, e que por vezes, vivem atualmente até sem condições de proverem seus próprios meios de subsistência.
No entanto, alguns critérios e pré-requisitos, se fazem inalcançáveis para alguns, frente às atuais normas reguladoras da lei. Nosso administrador tem que trazer em mente, que o militar que pleiteia tal direto, só visa dar suporte à sua família, o que lhes foi privado por estarem limitados de sua plena capacidade física e/ou mental, motivado por acidentes em serviço ou em condições decorrentes deste.
É mais que óbvio que ninguém, em sã consciência quis se ferir, acidentar, adoecer e em conseqüência perder sua plena capacidade laborativa. Alguns administradores entendem que tal capacidade se limita às funções estritamente policiais militares, no entanto, qual trabalho ou função exerceriam os militares, limitados que estão física ou mentalmente, em razão exatamente desta a função policial, no meio civil?
Porque não se fazer um ajustamento de tais normas afim de que tal direito, deixe de ser apenas uma utopia alcançada por uns poucos, para que atendam de forma plena àqueles que um dia doaram uma parte de si a tão gloriosa Instituição, e não apenas para aqueles que preencheram em cada ponto ou vírgula à lei, e aos exatos requisitos nela prescritos sem que em nenhum momento, o bom senso seja levado em consideração?
Tragamos à voga, portanto a citação de uma lei internacional - ONU, e quem sabe assim os aplicadores da lei, no âmbito administrativo da PMMG, o façam dentro dos princípios da legalidade, admissibilidade, mas também do bom senso. Senão vejamos: Declaração dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência Resolução aprovada pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas em 9 de dezembro de 1975. (...) 10.
As pessoas deficientes “deverão ser protegidas contra toda exploração, todos os regulamentos e tratamentos de natureza discriminatória, abusiva ou degradante”. Ainda temos que levar em consideração, suas maiores necessidades financeiras em razão de suas enfermidades ou limitações física e/ou mental e eventuais compra de medicamentos, ou procedimentos especiais.
Acredito, portanto que seria de bom alvitre, que nossos comandantes máximos, revejam seus conceitos, revisem as normas, ajustem e façam com que os benefícios propostos com a inicial da lei, possam efetivamente alcançar a todos que legitimamente têm o direito. Não deixem que um sonho, fruto de muita luta e direito legítimo destes militares, se tornem apenas uma “utopia” no sentido literal da palavra.
Reinaldo Alves da Silva 1SGT QPR
http://www.amigosdecaserna.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de abril de 2011

POLICIAIS E BOMBEIROS NAS RUAS: O BRASIL EM EBULIÇÃO.

SITE G1
Policiais civis fazem manifestação no Centro de BH
Segundo sindicato, categoria vai entrar em estado de greve.
Decisão foi tomada durante assembleia na tarde desta sexta-feira (29).

Cerca de 1.500 policiais civis fizeram, na tarde desta sexta-feira (29), uma manifestação na Praça 7, no Centro de Belo Horizonte. De acordo com o Sindpol, durante assembleia realizada na Praça da Liberdade, ficou decidido que os trabalhadores vão entrar em estado de greve.
Ainda segundo o sindicato, o movimento grevista vai ocorrer dentro da legalidade. O Sindpol informou que a categoria decidiu entrar em estado de greve após o governo não dar retorno no prazo estabelecido sobre a pauta de reivindicações apresentada.
Entre os pedidos dos policiais estão: reajuste salarial em função da adequação do nível superior, que passou a ser exigido para policiais civis; criação de um hospital da Polícia Civil; inclusão de benefícios e aumento do efetivo.
Por meio de nota divulgada à imprensa, a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) disse que as reivindicações apresentadas pelo Sindpol estão sendo analisadas. “Como a maior parte delas tem impacto direto no orçamento do Estado é necessária uma avaliação técnica detalhada para qualquer decisão.” (assistam o vídeo).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 6 de março de 2011

BLOG DA RENATA PIMENTA: UM DESABAFO.

BLOG DA RENATA PIMENTA.
05 Março 2011
Minas Gerais - Um Estado sem Comando, Cheio de picuinhas e sem nenhum tipo de ação...
Ao DR. Jairo Lellis - Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais
No dia 01 de Fevereiro de 2011, o Governador do Estado de Minas Gerais Antônio Anastasia reuni-se com o Comandante Geral da PMMG e o Chefe da Polícia Civil Dr. Jairo Lellis e segundo informações os mesmos por serem secretários e exercerem cargo de confiança devem-lhe lealdade e obediência e deveriam aplicar disciplina aos seus comandados.
Bom acho que primeiramente o Dr. Jairo Lellis o Senhor deveria chamar em seu gabinete o então presidente do Sindpol MG, Denilson Martins, que de forma irresponsável há longo de meses vem fomentando e acirrando os ânimos entre as instituições e agora envolvendo também a GMs e a AGEPENs, eu acredito com intenções eleitoreiras já que não foi eleito pela classe que ele representa no último pleito eleitoral, talvez por não defender os interesses da classe ao qual foi eleito e sim ficar jogando pedra no telhado do vizinho e também uma forma de angariar novos associados para que o seu sindicato não seja totalmente extinto, falido por falta de dinheiro para honrar os seus compromissos, pois todos sabemos que entidades que representam seus filiados sobrevivem com a arrecadação de mensalidades, segundo o próprio site do Sindpol, o mesmo está enfraquecendo, outros Policiais Civis estão criando outros sindicatos que representam a classe dos Delegados e Peritos criminais ( clique aqui e veja a matéria ).
Uma vergonha um sindicato que representa alguns Policiais Civis se prestar a esse papel de leva e traz, tendo o principal foco a PMMG.
Eu disse ao Sr. Denilson na ALMG, no último dia 01 de Março que ele não está atacando o Governador e nem o Cmt Geral, Cel Renato, a partir da hora que coloca uma faixa com os dizeres"PMMG", acusa a instituição por um todo, aí eu te pergunto: Qual instituição não tem seus desvios de conduta? PMMG não tem santos, idem PCMG.
Mas não cabe a um presidente de sindicato atacar todos os integrantes de uma instituição, querendo segundo o mesmo afetar o comandante dela.
O Denilson deveria preocupar-se mais com os problemas da PCMG que são muitos, como viaturas sucateadas, um dos piores salários do país, delegacias caindo aos pedaços, falta de pessoal, enquanto gasta dinheiro dos associados criando cartilhas e faixas poderia está ajudando algum companheiro da PC que passa por necessidades, uns quatro que mandaram emails pedindo cesta básica, enquanto ele está mais preocupado em se eleger vereador em 2012, e deputado em 2014, usando a imagem de um sindicato que eu sinceramente acredito tenha pessoas sérias e que não compactuam com sua forma mesquinha de abordar e de exigir interesses da classe atacando então uma outra instituição.
Há uns 2 ou 3 anos atrás eu era muito fã do Denilson, achava que tinha um discurso muito bom pelos direitos dos policiais, mas infelizmente por lhe darem o poder, age de forma irresponsável e aquela admiração que eu tinha se transformou em pena, isso mesmo tenho pena, por não representar a classe e sim seus interesses políticos.
Ao Cel Renato - Cmt Geral da PMMG
Sinto-me também envergonhada de ter que reportar ao Sr., que comanda mais de 45 mil homens e mulheres, por não ter sequer se manifestado em relação a morte do Cabo Fábio, aos Militares do Batalhão ROTAM, sequer dando uma palavra de apoio e até onde sei não enviando nem um PA. Por acaso o Sr. visitou a família do Cb Fábio? Por acaso já passou pela cabeça do Sr. que talvez estejam esperando do Comandante Geral apenas uma visita, com algumas palavras de conforto? O Sr. está fechado em seu mundinho, não aparece para nada, última vez que tive notícias do Sr. foi em uma reunião com entidades de classe, no qual não foi resolvido absolutamente nada, apenas levou ao conhecimento do governo uma pauta de reivindicações. O Senhor também já julgou e condenou os militares da ROTAM? O senhor está sabendo das escalas desumanas nos pelotões e destacamentos da PMMG ? O senhor acompanha os mandos e desmandos dos Comandantes há seus subordinados? O Senhor já conversou com o Cel Eduardo Mendes do IPSM pra saber se estão cuidando bem e dando amparo aos segurados e seus dependentes no Plano de saúde? O Sr. ao menos mandou uma mensagem aos familiares dos 5 militares mortos na última semana? Sr. Cmt, o Senhor tem que ter a tropa do seu lado, o Sr. tem que defender os interesses dos seus subordinados, a PMMG está sendo massacrada por um sindicalista e por toda a imprensa, e o Sr. joga toda a responsabilidade para o PM5? Todos esperam um pronunciamento do Cmt Geral, mas parece que o Sr. está alheio a ser somente Secretário do Governo Anastasia e não contraria-lo, afinal o Sr. deve a ele lealdade e obediência, mas nunca esqueça de honrar a farda que o Sr. veste, hoje o Sr. é Cmt Geral/ Secretário, pode ser que amanhã o Sr. seja apenas um militar e não estranhe se a tropa tomar antipatia do Senhor, pela sua inércia.
AS ENTIDADES DE CLASSE DE MILITARES DE MG
O auê todo foi só na semana que o Cabo Fábio morreu, voltaram-se novamente ao que no momento lhe rendem mais dinheiro/mais associados que é lazer, não conseguem sequer reunir um número grande de militares e enviar correspondências para cada Destacamento, Pelotão, Cia, Batalhão, RPM para que todos os militares saibam o que está acontecendo em BH, que também é do interesse dos militares do interior e nem todos tem acesso a internet, se fosse algum material político com certeza já teria chegado aos locais citados.
Militar do interior também merece saber sobre promoções, promorar, cursos internos, ações na justiça e muito mais, eles só ficam sabendo dos "peixes" porque ainda não apareceu uma entidade de classe que tenha coagem de mantê-los informados e não tenham me dizer que é por falta de dinheiro pois as 23 entidades do Estado arrecadam milhões de Reais e podem muito bem mandar pelo menos um jornalzinho ou um informativo para que o mesmo seja colocado no celotex para o conhecimento de todos.
Solicito aos militares que se a sua entidade de classe não está fazendo nada por você, não ta nem ai , pede pra sair e procure uma que ao menos te dê atenção e diga onde seu dinheiro está sendo investido.
E pra finalizar quem sai perdendo são todos os policias, AGEPENs e GMs, ele la os chefões não estão nem ai pra vocês... quanto mais desunião melhor para quem governa o Estado...
Da cidadã: Renata Pimenta
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS EM EBULIÇÃO, MAIS UMA VEZ.

BLOG DA RENATA
ATO PÚBLICO CONTRA SECRETRÁRIO DE DEFESA SOCIAL (leia).
Ao fazer julgamento público dos 4 policiais da ROTAN, tachando-os de "bandidos fardados".
Ato em repúdio:
- Imprensa mineira;
- deputado Durval Ângelo entre outros.
Data: 01 MAR 2011.
Horário: 14:00 horas.
Local: ALMG.
COMENTO:
Os Policiais Militares de Minas Gerais defendem a sua Polícia Militar, essa é uma verdade histórica, que não se repete na maioria dos estados brasileiros, infelizmente.
No Rio, Policiais Militares já foram chamados de "bandidos fardados" várias vezes e ninguém moveu uma palha.
Desejamos sucesso aos idealistas e destemidos Policiais Militares de Minas Gerais e que todos os que pré-julgaram os PMs da ROTAN sejam responsabilizados, a começar pelo secretário.
Além disso, temos que torcer para que a indignação se espalhe pelo país.
Hoje, Policiais Militares da Bahia estarão nas ruas lutando por salários, ontem, o grupo de sempre, foi para a Praia de Copacabana no Rio para lutar nessa direção.
É hora da mobilização virar nacional.
Tenho escrito há muito tempo que temos que ter duas frentes de luta na questão salarial:
- Brasília e os estados.
De nada adianta caravanas para Brasilia se não estivermos também nas ruas dos nossos estados, mostrando para a população a nossa indignação e cobrando dos governadores e dos deputados estaduais.
A ordem deve ser invadir as ruas.
Os Bombeiros e os Policiais MIlitares devem ocupar as ras na luta por salários dignos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

GOVERNO ANTÔNIO ANASTASIA: POLÍCIA MILITAR E POLÍCIA CIVIL ENTRAM EM CONFLITO.

SITE R7
Um vídeo mostra o momento em que pelo menos 50 policiais militares e civis entraram em confronto na noite de quarta-feira (2) em uma oficina mecânica, no bairro Amazonas, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Armados, eles discutem, se empurram e ameçam agredir uns aos outros.
A confusão começou após sete pessoas serem presas por agentes da Polícia Civil. Os suspeitos teriam participado de um sequestro seguido de roubo de um gerente do banco Santander.
Segundo populares, policiais civis chegaram ao local em carros descaracterizados e prenderam os suspeitos que estavam dentro da oficina. No momento em que os presos eram colocados nos veículos, uma viatura da Polícia Militar chegou ao local. Os três PMs questionaram os policiais civis e solicitaram as identificações. Os civis se irritaram e começaram a discutir.
Ainda de acordo com populares, agentes e militares sacaram as armas. Os dois lados solicitaram reforço. Um dos policiais civis foi ameaçado e agredido com pontapés e socos (vídeo).
COMENTO:
O modelo do sistema policial do Brasil é único no mundo e ineficaz de forma crônica. Eu já apresentei algumas alternativas para por um fim nesse absurdo através de artigos publicados nesse espaço democrático, pois mudar é inevitável e urgente.
Postarei um novo artigo sobre o tema nos próximos dias.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

UMA MENSAGEM IMPORTANTE PARA OS POLICIAIS MILITARES DE MINAS GERAIS.

Pior do que tá? pode ficar e muito!
"Muito mais crucial do que aquilo que sabemos ou deixamos de saber é aquilo que não queremos saber." (Eric Hoffer)
É impressionante a apatia, o conformismo, o desânimo e a descrença que se abateu sobre os policiais e bombeiros militares de Minas Gerais, tais sintomas são reflexo de todo descaso e abandono e da omissão das entidades representativas da classe, da insensibilidade do governo e do modelo histórico de escolha do comando, que se equipara a um representante do governo na instituição, acrescente-se a isto o período de festas de final de ano. Ou será que este clima também se instalou em outras organizações policiais?
Entretanto é dever de todos que militam na defesa e luta pela causa da valorização profissional e pelo respeito a dignidade dos trabalhadores da segurança pública, que alertem, orientem, esclareçam, informem a todos.
Os desdobramentos, do que parece uma crise ou ausência de identidade com as liderança formais e institucionais, se replica na inércia e silêncio, como se todos concordássemos com o rumo que a atuação das entidades tomaram no último mandato do Governador Aécio Neves, com a subserviência de nosso representante na assembleia legislativa, e com as política do comando, este pelo menos conseguiu melhorar a infra-estrutura do aparato policial, mas em permanecendo o cenário atual, podemos esperar que tudo se repetirá nos próximos 04 anos de governo.
Para começar citaremos um só exemplo, publicamos no blog uma enquete para avaliar mesmo empiricamente, sobre o que pensam os policiais militares, sobre a escolha do comandante geral por meio de lista tríplice, em que se garantiria o máximo possível de participação, o que seria uma das mais importantes mudanças, e que outorgaria autonomia e legitimidade para o cargo de comandante geral, evitando ou pelo menos reduzindo o que todos conhecemos e que invariavelmente acontece, disputas e dissensões internas, contraproducentes para a organização, todas às vezes que se está às portas para se conduzir ao cargo, algum coronel.
É triste tal constatação, mas insistimos que está em nossas mãos, as mudanças que queremos e que já se mostram necessárias, pois percebemos que a evolução social, exige cada vez mais de suas organizações estatais, e a Polícia Militar exerce suas atividades intimamente ligadas a vida do cidadão e sua visibilidade a expõe todos os dias a vigilância e fiscalização da sociedade, como aliás deve ser em um Estado Democrático de Direito.
Por estes e outros sintomas sérios, graves e preocupantes é forçoso que todos façam sua parte e se engaje na luta, porque o poder pertence intransferívelmente a cada policial militar, em todas as esferas de representação, seja associativa, política e institucional.
Em 2011, renove sua força, sua fé e compreenda que nada muda e se você não mudar.
Vamos começar tudo de novo, e para vermos se cada um assumirá seu papel de cidadão, repetiremos a enquete em janeiro, porque não houve sequer manifestação ou comentário sobre nosso propósito, concordando ou discordando, ou até não se importando com a importância do objetivo.
Agradecemos aos que investiram um pouco de seu tempo e votaram na enquete, mas tivemos uma tímida participação, e nem os blog, os quais convidamos para colaborar na divulgação da idéia, não se empenharam ou não deram também importância para a proposta.
Recentemente publicamos um artigo, com o título "Na democracia a participação é nossa única e poderosa arma na luta política pelo respeito e valorização profissional", e acreditávamos que pudéssemos incentivar e dar um pouco de ânimo para que cada um investisse sua inteligência, raciocínio e o que sabemos ser indispensável para que modifiquemos nossa realidade, o exercício consciente. voluntário e espontâneo de sua cidadania.
Preferimos acreditar que tal desmotivação e descrença, é resultado da sobrecarga de trabalho, em jornadas excessivas e desumanas, e ao recesso natural do fim de ano, mas esperamos e este foi nosso principal objetivo, quando fundamos o blog, de levar a discussão propostas, ideias, informar, orientar pela via da conscientização e formação política nossos companheiros, e não há outro caminho a não ser o da participação.
Não reclamem, critiquem ou chorem o leite derramado, afinal a participação é resultado de sua vontade e inconformismo com o quadro atual, agora se estivermos satisfeitos, resta-nos ficar passivamente esperando que alguém nos dê aquilo que julgamos ser direito, mas para isto devemos contar com a generosidade do governo, deputados, comandos e dirigentes de entidades, deixando assim um pequeno grupo decidir sobre nossas vidas.
JOSÉ LUIZ BARBOSA
2º Sgt PM, Bacharel em Direito, Presidente da Associação Cidadania e Dignidade e Fundador do blog.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

CHEFE DO ESTADO MAIOR DA BRIGADA MILITAR DÁ EXEMPLO PARA TODOS OS CORONÉIS DE POLÍCIA.

Eu não vi, apenas ouvi, a reportagem do Jornal da Record sobre os baixos salários da Brigada Militar, a Polícia Militar do Rio Grande do Sul. No final da matéria foi entrevistado o Chefe do Estado Maior da corporação sobre o paradoxo entre a força econômica do Rio Grande do Sul e os baixos salários pagos pelo governo gaúcho aos Brigadianos, tendo o Oficial afirmado que isso era um grande mistério, inclusive deu a entender que a Brigada só era valorizada nos discursos.
Penso ter sido isso que eu ouvi. Se não foi isso, foi parecido, porém mais que suficiente para despertar em mim o orgulho de ser Coronel de Polícia, algo difícil de sentir no Rio de Janeiro, por exemplo, onde ser mudo parece ser um parâmetro indispensável para ser promovido ao último posto da PMERJ.
Historicamente, a Brigada Militar ombreia com a Polícia Militar de Minas Gerais no que diz respeito ao amor corporativo que os Oficiais e os Praças nutrem pela corporação, que juraram honrar e defender.
Senti orgulho e renovei minhas esperanças, pois enquanto existirem Coronéis de Polícia de verdade, as Polícias Militares ainda podem ser salvas.
Tentarei conseguir o vídeo da matéria para postar no vídeo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

COMANDANTE GERAL DA PMMG PODERÁ SER ESCOLHIDO EM LISTA TRÍPLICE.

BLOG DA RENATA
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Comandante geral pode ser escolhido por lista tríplice

Uma enquete inédita pode ditar uma das mais polêmicas propostas a ser encaminhada ao futuro Governador de Minas Gerais, a lista tríplice para escolha do comandante geral, afinal os policiais militares a muito desejam ter participação na escolha do Comandante Geral.
A proposta da lista tríplice para escolha do Coronel PM que comandará os destinos e as políticas de segurança pública, vem ganhando espaço nos discussões desde 1998, quando foi designada uma comissão para elaborar o ante-projeto do estatuto, mesmo com a resistência de alguns oficiais.
Para termos um modelo que confira um mínimo de legitimidade, entendemos que é fundamental que haja um critério de escolha, que considere a participação como princípio democrático aplicado a corporação, mas que também possa o escolhido ser sabatinado pela assembléia legislativa, afinal ser dirigente de uma organização que lida com a cidadania e a garantia de direitos e liberdades fundamentais merece que mesmo indiretamente o cidadão exerça sua soberania para escolher o chefe de sua polícia.
E assim como na escolha do procurador geral de justiça, somente poderá ser exonerado do cargo pela assembléia legislativa, casa que representa os anseios do cidadão, por meio de voto a ser fixado pela legislação.
O que pretendemos é saber como os policiais militares percebem esta escolha, exclusivamente pelo governador, que na maioria das vezes adota somente o critério político, ou do que exerce mais poder de influência sobre deputados que os indicam para o cargo.
Este modelo de escolha do comandante geral, legado de um momento histórico, por muitas vezes não só desagradou e foi até desastroso (vide movimento de 1997), como também nada acrescentou ou contribuiu para a melhoria da segurança pública e da valorização profissional.
A segurança se insere na esfera do interesse público, assim nada mais justo e democrático que possamos como atores do processo estabelecer qual perfil profissiográfico pode ser o possível para gerenciar as políticas do setor, conferindo-lhe mais autonomia e autoridade para tratar dos problemas da segurança pública e desde modo prestar contas de seu trabalho, ações e resultados a sociedade.
Fonte: blog Segurança com Cidadania e Dignidade
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PEC 300 - ATO DO RIO - 09 DEZ 2010 - CANDELÁRIA - AEROPORTO SANTOS DUMOND.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PEC 300 – ATO NO RIO DE JANEIRO – CANDELÁRIA – AEROPORTO SANTOS DUMONT.

Bombeiros e Policiais Militares realizaram um ato em favor da PEC 300, no Rio de Janeiro, iniciando a concentração às 16:00 horas, na Candelária, onde vários representantes de associações discursaram. Por volta das 18:00 horas, os mobilizados se deslocaram até o Aeroporto Santos Dumont, onde fizeram uma panfletagem, exibiram suas faixas e ocorreram novos discursos.
O ponto positivo foi a presença de delegações de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Destacamos a presença de Policiais Militares de São Paulo feridos em serviço na mobilização.
Infelizmente, os Policiais Civis do Rio de Janeiro não compareceram e os Policiais Militares da ativa também não se fizeram presentes em número aceitável. O destaque foi, mais uma vez, a presença dos Bombeiros Militares ativos e inativos do Rio.
Nesta sexta-feira, 10 DEZ 2010, será realizado um novo ato, com concentração na Candelária a partir das 16:00 horas, com caminhada através da Avenida Rio Branco até a Cinelândia.
O ato foi ordeiro e pacífico, como todos os outros.
A mídia, novamente, não cobriu o evento, portanto, se torna absolutamente indispensável que os mobilizados divulguem as fotos e os vídeos do evento na internet.
Nós postaremos um vídeo no próximo artigo.
Talvez a mídia fluminense só divulgue os nossos atos quando eles começarem a causar transtornos, pois tudo indica que atos pacíficos e ordeiros não despertam o interesse da imprensa, apesar das causas serem mais do que justas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

PEC 300 - ATO NO QUARTEL GENERAL DA GUERRA DO RIO - VISITA DOS POLICIAIS MILITARES DE MINAS GERAIS.

Hoje tivemos uma feliz surpresa enquanto realizávamos o Ato pela Aprovação da PEC 300, a visita de Policiais Militares de Minas Gerais que estavam acompanhados de um parlamentar oriunda das fileiras da PMMG, o Cabo Júlio.
Agradecemos o apoio.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

MOBILIZAÇÃO EM MINAS GERAIS - UM EXEMPLO PARA O BRASIL.

Os Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais estão muito mobilizados pela aprovação da PEC 300/2008, porém não estão restringindo a sua luta a essa bandeira, eles querem muito mais, querem cidadania plena.
Polícia mineira está em 12º lugar no ranking salarial do país e pessoal da reserva quer abono de produtividade
Rogério Wagner Mendes - Repórter

Frederico Haikal
Dezenas de PMs e bombeiros da ativa e da reserva protestam na Praça da Assembleia

Os policiais militares e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais da ativa e da reserva fizeram um protesto, nesta quarta-feira (24), na praça da Assembleia Legislativa, para cobrar do governo a recomposição salarial da categoria e a paridade do pessoal da reserva com o pessoal da ativa. De acordo com o vice-presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros (Aspra), o subtenente Raimundo Nonato Menezes Araújo, o policial militar de Minas em início de carreira recebe hoje R$ 1.775, o que colocaria a polícia do Estado em 12º lugar na lista de melhores salários, apesar de promessa do governador Aécio Neves (PSDB) de colocar a categoria em Minas como a melhor bem paga do país. Posição ocupada hoje pela polícia de Goiás, onde o salário inicial é de R$ 2.711. Os policiais e bombeiros foram recebidos pelo presidente da AL, deputado Alberto Pinto Coelho (PP).
"Viemos aqui para sensibilizar os deputados da situação em que encontra a Polícia Militar de Minas. O governador Aécio Neves sempre diz que a polícia de Minas é a melhor do país. Então queremos ser remunerados como merecemos. O governador prometeu nos colocar como a terceira polícia melhor remunerada do país. Esperamos que antes de sair do governo ele cumpra essa promessa", disse o subtenente Nonato. Já os militares da reserva reclamam da política salarial adotada pelo governo, com o pagamento de abono de produtividade para os policiais e bombeiros da ativa, valor que não incide sobre os benefícios do pessoal da reserva. O presidente da União dos Policiais Reformados de Minas Gerais, o cabo da reserva Gilberto da Silva Santos, avalia que com o pagamento do abono o policial em atividade recebe de R$ 1.400 a R$ 1.700 a mais que um militar da reserva, da mesma patente."O abono é uma ação para prejudicar o pessoal da reserva. Queremos que esses penduricalhos sejam incorporados ao salário, para que o militar da reserva também passe a receber", afirmou.
Postado por BLOG DO CB CLÁUDIO SANTOS

No Rio de Janeiro, vivemos os mesmos problemas, Cabral ainda nos deve mais de 50% de reposição salarial e os inativos, assim como, as pensionistas, não recebem as gratificações.
No dia 05 MAR 2010, às 18:00 horas, daremos continuidade a nossa luta por cidadania no Rio de Janeiro.
Parabéns aos bravos Bombeiros e Policiais Militares de Minas Gerais.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A INVASÃO DE BRASÍLIA: ALCANÇAMOS GRANDES VITÓRIAS.

PIAUÍ
A invasão ordeira e pacífica de Brasília, nos dias 02 e 03 FEV 2010, promovida por Bombeiros e Policiais Militares de 17 (dezessete) estados brasileiros foi um grande sucesso, embora a PEC 300/2008 não tenha sido inserida na pauta de votações pelo presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Michel Temer (PMDB), um dos postulantes a ser vice de Dilma.
Os mobilizados demonstraram de forma inequívoca que existem Policiais e Bombeiros Militares que não estão nada satisfeitos com os salários famélicos que estão sendo pagos pelos governos estaduais, militares estaduais que percorreram milhares de quilômetros para demonstrar essa insatisfação.
Ninguém precisa ser um analista experiente do comportamento militar para interpretar o que essa insatisfação representa, um descontentamento de centenas de milhares de Bombeiros e Policiais Militares brasileiros.
Aliás, tenho alertado para a gravidade dessa situação há muito tempo nesse espaço democrático, existe um limite para o desrespeito e esse limite já foi ultrapassado com esses salários miseráveis, nos apartando da cidadania, nos afastando dos direitos de cidadão brasileiro.
Não podemos esquecer que homens em fardas não podem ser acuados, não podem continuar saindo de suas casas deixando para trás uma família totalmente desassistida.
MINAS GERAIS

Portanto, a comprovação da nossa capacidade de mobilização foi a nossa primeira grande vitória.
A segunda vitória foi a nossa demonstração de que estamos atentos às jogadas políticas para colocar a PEC 300/2008 para escanteio e aprovar a PEC 446, que no Senado foi aprovada com o número de PEC 41.
A PEC 446 não nos interessa e teria que sofrer uma série de modificações para atender aos nossos anseios, inclusive com relação ao atendimento às nossas pensionistas, o que demandaria muito tempo e as nossas necessidades são urgentes.
Se o poder legislativo quer contribuir na solução da nossa penúria, como os discursos parecem sinalizar, entendam que nós dizemos não à PEC 446, queremos a PEC 300, ponto final.
Uma outra vitória histórica foi o fato da tropa, Coronéis e Soldados, terem ultrapassado a inércia dos Coronéis que ocupam as funções de Comandante Geral nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militar, pois seriam eles que deveriam estar lutando para por um fim nos nossos salários famélicos e nas covardias que estão sendo feitas contra os inativos e as pensionistas, apartados dessas bolsas injustas, imorais e ilegais que estão sendo distribuídas para “meia dúzia”.
Isso é muito triste, a tropa ter que tomar a vanguarda em instituições militares, porém parece não existir outra saída.
Por derradeiro, tenham certeza os que pretendem nos manobrar, marcando a inclusão na pauta de votações para a PEC 300 depois do Carnaval 2010, que não nos deixaremos enganar.
A PEC 300/2008 deve ser votada na próxima semana, pois inexiste justificativa para que isso não ocorra, todos nós sabemos disso. Portanto, cabe à direção da Câmara dos Deputados convocar os parlamentares e garantir o quorum.
PARANÁ

Não tenho qualquer dúvida, alcançamos importantes vitórias em Brasília.
Lá também aprendemos uma grande lição, uma verdade que tenho escrito nesse espaço democrático e que será o tema do próximo artigo.
Feliz carnaval 2010 para todos os brasileiros!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 30 de janeiro de 2010

POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS - SALÁRIOS - MOBILIZAÇÃO.

BLOG DA RENATA:
01- Polícia Militar do Distrito Federal – R$4.129.730
2- Polícia Militar do Estado de Sergipe – R$3.012.000
3- Polícia Militar do Estado de Goiás – R$2.722.000
4- Polícia Militar do Estado de São Paulo – R$2.387.000
5- Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul – R$2.176.000
6- Polícia Militar do Estado do Amapá – R$2.070.000
7- Polícia Militar do Estado do Maranhão – R$2.037.390
8- Polícia Militar do Estado de Alagoas – R$1.818.560
9- Polícia Militar do Estado do Espírito Santo – R$1.801.14
10- Polícia Militar do Estado do Paraná – R$1.789.00
11- Polícia Militar do Estado do Mato Grosso – R$1.796.71
12- Polícia Militar do Estado de "Minas Gerais" – R$1.775.42
13- Polícia Militar do Estado de Santa Catarina – R$1.600.00
14- Polícia Militar do Estado do Tocantins – R$1.572.00
15- Polícia Militar do Estado da Bahia – R$1.550.00
16- Polícia Militar do Estado do Amazonas – R$1.546.00
17- Polícia Militar do Estado de Roraima – R$1.526.91
18- Polícia Militar do Estado do Piauí – R$1.372.00
19- Polícia Militar do Estado do Acre – R$1.299.81
20- Polícia Militar do Estado da Paraíba – R$1.297.88
21- Polícia Militar do Estado de Rondônia – R$1.251.00
22- Polícia Militar do Estado de Pernambuco – R$1.237.29
23- Polícia Militar do Estado do Pará – R$1.200.00
24- Polícia Militar do Estado do Ceará – R$1.147.00
25- Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – R$1.137.49
26- Polícia Militar do Rio Grande do Norte – R$1.111.00
27- Brigada Militar do Rio Grande do Sul – R$996.00
No governo de Itamar Franco quando o salário de um Sd era R$615.00 e foi para R$1.000.00 na época equivalia a 05 salários minímos.Hoje com o reajuste do minímo em R$510.00 um Sd em início de carreira recebe líquido apenas 03 salários minímosque Deus tenha misericórdia de nós.
Da comunidade PMMG do Orkut -WESLEY".
Bombeiros Militares e Policiais Militares, é tempo de mobilização total!
O Brasil precisa estar mobilizado.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

PEC 300/2008 - A GRANDE MOBILIZAÇÃO DE MINAS GERAIS.

EMAIL RECEBIDO:
POSTADA NO BLOG DO CABO CLÁUDIO SANTOS, DE MINAS (http://blogdocaboclaudiosantos.blogspot.com/).
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
PEC 300: MILITARES DE MINAS GERAIS VÃO ACAMPAR EM BRASILIA.
Companheiros, acabei de me comunicar com Cabo Coelho (CSCS PMBMMG) e ele me garantiu que chegará em Brasília com 10 ônibus além dos veículos do CSCS, com barraca e colchonete. Deus abençoe a sua vida para sempre Cabo Coelho.
Juntos Somos Fortes.
Militares vão acampar em Brasília para pressionar a votação da PEC 300 nos dias 2 e 3 de fevereiro.
O CSCS continua na luta em prol da PEC 300 e está organizando caravanas para a grande mobilização nacional em Brasília nos dias 2 e 3 de fevereiro.
Nos próximos dias 2 e 3 de fevereiro Brasília será o palco da grande manifestação nacional em prol da aprovação da PEC 300. O encontro está sendo organizado pelos profissionais da segurança pública e deputados federais engajados com a causa. O Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS) está disponibilizando ônibus que sairão no dia 1º de fevereiro das seguintes cidades: Belo Horizonte, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Três Corações, Varginha, Lavras, Montes Claros, Manhuaçu, Teófilo Otoni, Uberaba, Uberlândia e Pouso Alegre.
Desde fevereiro de 2009 que o presidente do CSCS, Cabo Coelho, juntamente com as entidades de classe de outros estados estão batalhando a aprovação da PEC 300, de autoria do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que tem como objetivo a valorização salarial do policial e bombeiro militar de todo o país.
“Estamos lutando para conseguirmos um piso salarial nacional digno para o policial e bombeiro militar. Precisamos continuar mobilizados e acreditar que juntos poderemos mudar a história da segurança pública nacional. Comunicamos a todos os militares, da ativa e inativos, interessados em participarem da grande manifestação em Brasília que procurem o diretor regional do CSCS de sua cidade para fazer a inscrição nos ônibus que irão rumo ao planalto central”, esclarece Cabo Coelho.
Mais segurança para o cidadão, mais cidadania para segurança.
PEC 300, o CSCS acredita!
OBS: Todos os militares que forem participar da caravana rumo à Brasília, favor levarem suas barracas.
Informações para inscrição nas caravanas:
Belo Horizonte – 2 ônibus
Contato para inscrição: Rosi - Sede Social
Tel: (31) 3371 6563 ou (31) 8799 2706
Data Viagem: 01/02/2010
Horário: 22h
Local: Sede do CSCS – Rua Dom Oscar Romero, 500 – Bairro Nova Gameleira
Contagem / Betim / Esmeraldas / Neves- Serão os dois ônibus que saírão da sede do CSCS
Contado para inscrição: Cabo Fernando
Tel: (31) 8844 5329 ou (31) 8814 8131
e-mail: cabofernandobombeiro@yahoo.com.br - fernando.direitomanha@yahoo.com.br
Governador Valadares e Ipatinga - 1 ônibus
Contato para inscrição: CB Luisinho
Tel.: (33) 3277 7538 ou (31) 8788 4325
Data Viagem: 01/02/2010
Horário: 16h
Juiz de Fora – 1 ônibus
Contato para inscrição: CB Fininho
Tel.: (32) 3237 6088 ou (31) 8771 0629
Data Viagem: 01/02/2010
Horário: 16h
Três Corações, Varginha, Lavras e Pouso Alegre – 1 ônibus
Contato para inscrição:
CB Leandro Mesquita (Varginha e Três Corações) - Tel.: (31) 8799 2735
CB Cláudio Ferreira (Pouso Alegre) – Tel.: (35) 9941 7601
Montes Claros – 1 ônibus
Contato para inscrição: CB Juliana ou CB Alex
Tel.: (38) 2229 4843 – (31) 8791 3689
Data Viagem: 01/02/2010
Horário: 22h
Manhuaçu – 1 ônibus
Contato para inscrição: CB Ferreira
Tel.: (33) 3331 7761 ou (31) 8793 2939
Data Viagem: 01/02/2010
Horário: 16h
Teófilo Otoni – 1 ônibus
Contato para inscrição: SGT Brandão
Tel.: (33) 3522 9225 ou (33) 9103 0903
Data Viagem: 01/02/2010
Horário: 16h
Uberaba e Uberlândia – 1 ônibus
Contato para inscrição:
Belchior (Uberaba) – Tel: (34) 9661 2117
Gedeon (Uberlândia) – Tel.: (34) 9125 4074 ou (34) 9197 6704
Data Viagem: 01/02/2010
Horário: 22h
Postado por Cabo Fernando
ANDRÉ SCHIRMER
Cabo Bombeiro Militar
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO