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terça-feira, 13 de março de 2012

BRASIL, O PAÍS MAIS RICO DO MUNDO.

TRIBUNA DA IMPRENSA:
segunda-feira, 12 de março de 2012
Congresso continua contratando, com salários iniciais de até R$ 23,8 mil. País rico é outra coisa...
Carlos Newton
Parece brincadeira, mas ninguém revela quantos funcionários existem no Congresso Nacional, e há uma confusão danada entre concursados e terceirizados. Aqui mesmo no blog já publicamos declarações do senador Pedro Simon (PMDB-RS) ao jornal DCI, falando em 13 mil funcionários efetivos e 4 mil terceirizados!!!
Na verdade, nem mesmo Simon conseguiu os números corretos. É uma espécie de segredo de Estado, que só existe pela cumplicidade dos próprios parlamentares, é claro.
Mesmo com tantos funcionários, o Congresso está sempre contratando mais. No domingo, 157,9 mil candidatos disputaram uma das 246 vagas de um concurso do Senado, um dos mais aguardados do ano devido aos altos salários iniciais, entre R$ 13,8 mil e R$ 23,8 mil, vejam como os parlamentares são generosos com o dinheiro do povo.
As provas foram realizadas, simultaneamente, nas 26 capitais e no Distrito Federal, na parte da manhã, para quem concorre aos cargos de técnico legislativo, e à tarde, para os inscritos nos postos de analista e consultor. A concorrência é impressionante — são 642 interessados por vaga. E não é para menos. Uma boca rica dessas, quem não quer? (Fonte).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES - BRASÍLIA - MOBILIZAÇÃO NACIONAL - REPERCUSSÃO.

GLOBO NEWS.


JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PEC 300 - MOBILIZAÇÃO NACIONAL - CONGRESSO NACIONAL - BRASÍLIA.

Eu cheguei no Congresso Nacional às 23:30 horas e encontrei mobilizados acampados do lado de fora e no interior do Congresso, no auditório Nereu Ramos. Estimo em 500 Bombeiros e Policiais Militares acampados.
Existem delegações do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Tocantis, Roraima, Mato Grosso, Acre, entre outros estados.
O clima atual é de tranquilidade e estão previstas várias mobilizações previstas para quarta-feira.
Fiz um breve vídeo do interior do auditório que postarei em seguida.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 30 de julho de 2011

UM ÓTIMO EXEMPLO.

Boa noite Deputado!
Venho, mui respeitosamente, dirigir-me a Vossa Excelência no sentido de que o Senhor possa assinar a nossa PEC 300. Saiba que nós, Bombeiros e Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro, contamos muito com o seu apoio, sim, é verdade, pois quando se trata de vidas, as questões partidárias são irrelevantes, pois sabemos que atrás da figura política, está o homem, o marido, pai e chefe de família. Nós necessitamos da sua ajuda e consideração. Por favor, Excelência, assine a nossa PEC, e seja um daqueles que ajudou a salvar os heróis que cotidianamente salvam. Saudações à nossa Presidenta e que o Senhor Deus possa abençoá-los. Desde já obrigado.
Richalli Lopes de Azevedo
Cabo do CBMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 16 de abril de 2011

UM VÍDEO MEIO ESQUECIDO...


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A PEC 300 NÃO EXISTE MAIS, NÃO SE ILUDAM.

Uma nova campanha eleitoral se aproxima rapidamente, no ano que vem o povo brasileiro estará de volta às urnas, cumprindo um compromisso, nada além disso.
Tal realidade nos obriga a lembrar a todos uma verdade para os Policiais Militares e para os Bombeiros Militares de todo Brasil:
- A PEC 300 não existe mais.
É importante lembrar tal fato considerando que nós, inclusive neste espaço democrátic
o, ainda citamos a expressão PEC 300 como símbolo da nossa mobilização de abrangência nacional.
O que existe atualmente em termos de luta com aspecto nacional é a Emenda Aglutinativa número 2/2010, que aglutinou as PEC 300 e PEC 446, que deixaram de existir.
A Emenda foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados, faltando ser votada em segundo turno, quando será encaminhada para o Senado Federal, onde será votada em novos dois turnos. Aprovada seguirá para a Presidente Dilma que retornará uma lei para o Congresso Nacional onde será determinado o valor do piso nacional. Caso seja aprovada a citada lei, a luta será pela implantação efetiva do piso nacional, algo que os professores do Brasil ainda não conseguiram, apesar de terem um piso nacional aprovado.
Escrevo isso para que ninguém continue sendo enganado, a PEC 300 não existe mais.
Lembro que diante das dificuldades para a aprovação do piso nacional, temos que continuar lutando também nos nossos estados por melhores salários, cobrando dos governadores.
No Rio de Janeiro, a nossa luta tem feito com que Sérgio Cabral conceda reajustes, mas estes ainda estão longe dos nossos objetivos. Não podemos esmorecer e a luta deve centrar na aprovação da PEC 24/2009 que tramita na ALERJ.
A nossa luta não pode parar, deve continuar em Brasília e em cada estado federativo, mas temos que ter o cuidado de não vendermos ilusões para tropas tão sofridas quanto os Bombeiros e Policiais Militares.
As eleições estão chegando novamente, cuidado.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CEM DIAS!

FOLHA DE SÃO PAULO – EDITORIAL
CEM DIAS
10/04/2011

Ao chegar hoje à marca simbólica dos cem dias, o governo Dilma Rousseff já permite discernir o estilo da presidente e os rumos que pretende imprimir à administração. Como era de prever, a tônica tem sido a continuidade em relação ao governo anterior. Isso não se deve somente ao fato de a candidatura Dilma ter prosperado no bojo da imensa popularidade do então Presidente Lula. Qualquer sucessor seria levado a manter a orientação geral de um governo que, merecendo críticas pertinentes, apresentou um saldo muito favorável em suas políticas econômica e social.
São notórias, ao mesmo tempo, as correções de rota. Não é apenas a conduta mais contida que contrasta com a exuberância, nem sempre adequada, do antecessor. Se Lula já havia diluído o teor dogmático do programa petista, cancelando na prática a maioria de seus clichês, Dilma parece fazer um governo ainda menos ideológico, em que a ênfase está no gerenciamento dos problemas. Assim, após um ciclo de gastança, o governo puxa as rédeas da despesa pública, ao determinar corte de R$ 50 bilhões no Orçamento e adotar uma política dura, ao menos no curto prazo, em relação ao salário mínimo. Fazenda e Banco Central, atuando com mais harmonia do que no passado, parecem devidamente atentos ao dilema de conter uma inflação renitente sem empregar medidas que reduzam o crescimento a menos de 3% ou 4% ao ano.
A política externa recuperou o equilíbrio perdido. Sem renunciar à desejável afirmação da autonomia nacional e ao pleito de mais equidade nas relações entre os países, abandonou-se a atitude seletiva para com valores internacionais, tais como os direitos humanos, que nos aproximava de regimes autocráticos e gerava desnecessário atrito com os países desenvolvidos. Estes precisam ser confrontados não em torno de fantasias ideológicas, mas de contenciosos concretos, que não faltam.
Ciente de que, apesar da vitória indiscutível, metade do eleitorado não sufragou seu nome, Dilma Rousseff tem procurado ampliar apoios e reduzir arestas com adversários. Isso implica cultivar a classe média emergente e seus valores de êxito pessoal. Implica também usar o formidável poder do Executivo federal para manter vasta gama de partidos e oligarcas sob controle do governo. Sem alterar os péssimos costumes políticos do país, o Planalto até agora não deu mostra de abusar deles.
Mas nem tudo são rosas. Há dúvidas sobre a capacidade de implantar a pouca disciplina fiscal a que o governo se propôs. Preocupam tanto a exagerada valorização do real, que castiga a indústria e as exportações, como o risco de a inflação escapar ao controle por erros de dosagem em seu combate. E o governo emite sinais contraditórios, como no repasse de R$ 55 bilhões ao BNDES, que expande o crédito e estimula a demanda, contribuindo para a pressão inflacionária.
O espírito gerencial por vezes se mostra abusivo, como no dirigismo estampado nas recentes interferências no comando da Caixa Econômica Federal e da Vale. Ao mesmo tempo em que os investimentos em infraestrutura são elevados, com toda razão, a prioridade máxima, o governo tarda em organizar as oportunidades de parceria entre empresas e poder público capazes de viabilizar as inversões. Não é segredo que o país está atrasado na preparação de eventos como a Copa do Mundo (2012) e os Jogos Olímpicos (2016). Indefinições pairam sobre obras controvertidas, como o trem-bala a ligar Campinas ao Rio, e projetos polêmicos, como a reforma do Código Florestal.
Mais preocupante, talvez, é a falta de um programa de governo que vá além da gestão cotidiana. Receou-se na campanha que o esmagador predomínio governista no Congresso Nacional ensejasse alguma aventura autoritária; pergunta-se hoje o que a presidente pretende fazer com tamanha maioria. As reformas previdenciária e tributária continuam à espera de um governo disposto a realizá-las. O gasto público precisa ser contido a longo prazo e a taxa de investimento precisa crescer. A educação pública de qualidade ainda é uma miragem.
Apesar do início auspicioso, não faltam, como se vê, lacunas e desafios.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 29 de março de 2011

POLICIAIS E PEC 300 - CONGRESSO EM FOCO.

Policiais e PEC 300
"Estimular e depois frustrar as expectativas de policiais civis, militares e bombeiros de todo o país é perigoso"
No ano passado o governo, por razões eleitoreiras, deu luz verde para a votação da PEC 300 no Congresso e agora pretende bloquear sua aprovação final por conta dos custos que pretende serem inviáveis. Fica, no entanto, com uma batata quente nas mãos. Estimular e depois frustrar as expectativas de policiais civis, militares e bombeiros de todo o país é perigoso. Vislumbra-se uma crise no horizonte. Mas crise quer dizer também oportunidade. É preciso transcender a abordagem meramente corporativa e considerar um aumento substancial dos salários dos policiais numa perspectiva de melhor qualidade da segurança pública vinculada à imposição, em contrapartida, da dedicação exclusiva com o fim do duplo emprego.
O nó górdio da má qualidade de nossas polícias são as escalas de serviço (no Rio, 24h x 48h, na PM, e 24 x 72, na polícia civil) que fazem da profissão policial uma ocupação part time. Na maioria dos casos, o "bico" torna-se a atividade melhor remunerada do policial e a falta de uma rotina profissional bem enquadrada, com os policiais dedicados à segurança pública apenas um ou dois dias por semana compromete seriamente sua qualidade sem falar no muito que facilita atividades típicas de "banda podre".
Defendo a dedicação exclusiva e um fundo nacional, nos moldes do FUNDEP, para ajudar os estados a implantá-la. O momento de rediscussão da PEC 300 será favorável para tratar disso. O governo criou uma armadilha para si próprio quando em ano eleitoral apoiou a PEC 300 e agora quer eliminá-la por razões fiscais que fazem sentido mas precisam ser encaradas de uma forma mais ampla, buscando áreas de redução do gasto público que poderiam compensar (Que tal Belo Monte, trem-bala, BR 319, operações Tesouro-BNDES, etc?).
Por outro lado, a coisa não pode ser vista meramente como questão corporativa. Deve haver um aumento substancial em troca da implementação severa da dedicação exclusiva. Ela teoricamente já existe mas ninguém respeita nem faz respeitar, vistos os salários muito baixos. É uma das várias condições para chegarmos a policias de melhor qualidade. Mas é básica. Os policiais devem trabalhar só em segurança pública, mesmo no caso de horários especiais e, fora isso, aperfeiçoamento profissional, adestramento e treinamento.
Congresso em Foco
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PEC 300 - A GRANDE MARCHA DO RIO - 27 FEV 2011.

A ideia de realizar no Rio de Janeiro uma grande marcha pela aprovação da PEC 300, na semana que antecede ao carnaval, partiu de Bombeiros Militares, a categoria mais mobilizada atualmente entre os servidores públicos. Não poderia ter sido melhor a escolha da data, 27 FEV 2011, domingo, considerando que na semana anterior caravanas de Policiais e de Bombeiros Militares estarão em Brasília, lutando pela aprovação em segundo turno na Câmara dos Deputados da Emenda Aglutinativa 2/2010 (PEC 300 e PEC 446). Portanto, a marcha ocorrerá após conhecermos se a aprovação ocorreu ou não, assim poderemos deliberar no dia 27 FEV 2011, unidos, quais serão os próximos passos a serem dados.
Penso que não exista mais qualquer motivo para que a emenda não seja aprovada, nós fizemos todas as concessões, inclusive foi retirado o valor do piso salarial do texto, assim sendo, não existe motivo para protelar mais a aprovação e a a remessa para o Senado Federal.
Hoje, um pequeno grupo de Oficiais e de Praças do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar se reuniu para elaborar o convite que será distribuído nos quartéis e nas ruas para convidar a população, que deve entrar nessa luta por uma segurança pública de qualidade, desenvolvida por
trabalhadores dignamente valorizados. Além do convite, foi elaborado um manifesto para ser distribuído à mídia e a população no dia 27 FEV 2011, às 10:00 horas, no Posto 6, Praia de Copacabana.
Caro leitor, você pode e deve participar da organização da marcha e para permitir sua participação marcaremos uma nova reunião no início da próxima semana.
Por derradeiro, enquanto os convites estão sendo imprimidos, solicitamos que todos os Policiais e Bombeiros Militares espalhem avisos sobre a marcha nos quartéis e nos postos.
Lembro que participar da marcha não constitui transgressão da disciplina ou crime de qualquer natureza, na verdade é um exercício de cidadania.
Os participantes deverão estar de folga, em trajes civis e desarmados.
Se a emenda for aprovada, usaremos a marcha para festejar e para conscientizar a população sobre os nossos inúmeros problemas.
Caso contrário, juntos deliberaremos sobre os próximos passos.
É uma oportunidade de ouro para discutirmos todas as opiniões.
Considero que seria muito oportuno que em todos os estados da federação fossem marcadas atos também para o domingo, 27 FEV 2011, assim a mobilização e as decisões passariam a ter uma abrangência nacional.
A Bahia também já programou seu ato para o dia 27 FEV 2011.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O GOVERNO FEDERAL NÃO QUER A PEC 300.

BLOG DO GAROTINHO
10/02/2011 17:39
O governo federal não quer a PEC 300

Quero em primeiro lugar reafirmar meu compromisso de campanha, de defender a aprovação da PEC 300, que cria um piso salarial nacional para os policiais e bombeiros militares. Mas todos sabem da minha franqueza. Nas conversas que tive durante esta semana com vários deputados, tanto do governo, quanto da oposição uma coisa ficou clara pra mim: o governo federal não quer aprovar a PEC 300. Ninguém tem coragem de dizer isso claramente, mas a verdade é essa. Embora haja muito discurso, na prática os atos são diferentes. Conversei hoje com um influente deputado governista e perguntei-lhe de forma direta e objetiva, qual seria, de um a dez, a possibilidade de aprovarmos a PEC 300? Ouvi a seguinte resposta: Zero Garotinho!
É lamentável, mas é a verdade. Continuarei lutando e defendendo os policiais e bombeiros militares, mas a verdade precisa chegar ao conhecimento de todos.
Deputado Federal Anthony Garotinho
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO – MARCHA PELA APROVAÇÃO DA PEC 300 – ESCLARECIMENTO.

Infelizmente, um problema que ocorreu no ano passado, está surgindo novamente e poderá atrapalhar a nossa mobilização no Rio de Janeiro na luta pela aprovação da PEC 300, o que nos obriga a fazer esse esclarecimento.
A marcha programada para o dia 27 FEV 2011, às 10:00 horas, no Posto 6, em Copacabana, não terá qualquer conotação política contra o governo do Estado do Rio de Janeiro, portanto, são mentirosos os boatos no sentido de que a marcha fará parte do Movimento Fora Cabral.
O ato faz parte da nossa luta por cidadania iniciada em 2007 e possui dois objetivos;
- Cobrar a aprovação da Emenda Aglutinativa 2/2010 (PEC 300 + PEC 446); e
- Mobilizar a população fluminense; a mídia; os Policiais Militares e os Bombeiros Militares, ativos, inativos e as pensionistas para unirmos esforços para a construção de uma segurança pública de qualidade, uma segurança cidadã, com profissionais valorizados.
A luta é árdua, a hora é de unir e não de promover discórdias ou semear mentiras.
O Rio precisa mostrar que pode voltar a ser o tambor de ressonância do Brasil para a implementação das mudanças que o país necessita.
Divulguem e compareçam a esse ato cívico-democrático, um ato de cidadania, a nova marcha do Rio pela PEC 300.
Nós podemos vencer, mas para isso precisamos de todos.
A marcha precisa ser um grande sucesso para que a mobilização se espalhe pelo Brasil, promovendo um efeito cascata que dará uma grande força para a aprovação no Congresso Nacional.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

SURGE MOVIMENTO PARA PROTEGER OS GOVERNANTES DAS RESPONSABILIDADES SOBRE OS 1.000 MORTOS DA REGIÃO SERRANA.

761 MORTOS
400 DESAPARECIDOS

Confesso que não estava prestando a atenção que devia ao Jornal Nacional dessa quinta-feira, quando ouvi algo sobre uma vontade do poder legislativo direcionada para criar leis específicas para punir homens públicos quando esses não providenciarem
a remoção de pessoas que residam em áreas de risco, por exemplo. Penso ter sido isso o que eu ouvi, por favor me corrijam se estiver errado, mas antecipo desde já que se tiver ouvido corretamente, não gostei. Penso que não exista tal necessidade, nesse país de tantas leis, não cumpridas. Podemos usar a legislação existente.
Eu não sou bacharel em direito, portanto farei uma análise sem o ferramental ideal, assim sendo, use os seus filtros para extrair o que for positivo.
Na minha formação profissional como Oficial de Polícia estudei matérias jurídicas e buscando na memória lembrei das causas concorrentes, que seriam aquelas que contribuem para o resultado. Uma causa concorrente é aquela que sem ela o resultado não ocorreria.
No caso específico da tragédia da Região Serrana podemos listar várias hipóteses de causas que podem ser citadas como concorrentes:
- A quantidade de chuva; a topografia; o desmatamento: a pobreza; a ocupação irregular de áreas de risco; falta de sistema de medição da quantidade de chuva; falta de sistema para alertar a população sobre riscos imediatos; etc.
Algumas delas podem ter concorrido para o resultado.
As causas são produzidas pela natureza e pela ação ou omissão dos homens. Para citar um caso claro de causa por omissão humana, sugerimos a leitura do artigo "Moradores poderiam ter sido alertados sobre o risco", publicado pelo jornal O Dia e que trata da existência de 19 estações metereológicas em Petrópolis, mas que não estavam funcionando por descaso dos homens públicos (leiam).
Nesse ponto, questiono:
- As pessoas morreram por ações incontroláveis da natureza ou foram mortas pela conjugação de várias causas concorrentes, dentre elas a omissão dos governantes?
Eu fico com a segunda alternativa.
Diante disso fica evidente que temos legislação para aplicar no caso específico: o artigo 121 do Código Penal, que pode ser doloso ou culposo. O doloso quando existe a intenção de matar e o culposo quando o autor não tem ação de matar, porém por imprudência, imperícia ou negligência assume o risco de provocar a morte.

Código Penal:
Art 121. Matar alguém:
Pena - reclusão, de seis a vinte anos.

Caso de diminuição de pena
§ 1º Se o agente comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima, ou juiz pode reduzir a pena de um sexto a um terço.
Homicídio qualificado
§ 2° Se o homicídio é cometido:
I - mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe;
II - por motivo futil;
III - com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum;
IV - à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido;
V - para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime:
Pena - reclusão, de doze a trinta anos.
Homicídio culposo
§ 3º Se o homicídio é culposo: (Vide Lei nº 4.611, de 1965)
Pena - detenção, de um a três anos.
Aumento de pena
§ 4o No homicídio culposo, a pena é aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as conseqüências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante. Sendo doloso o homicídio, a pena é aumentada de 1/3 (um terço) se o crime é praticado contra pessoa menor de 14 (quatorze) ou maior de 60 (sessenta) anos. (Redação dada pela Lei nº 10.741, de 2003)
§ 5º - Na hipótese de homicídio culposo, o juiz poderá deixar de aplicar a pena, se as conseqüências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. (Incluído pela Lei nº 6.416, de 24.5.1977)
Salvo melhor juízo, não vejo a necessidade de ser criada nenhuma lei nova, considerando que conforme a opinião já apresentada por especialistas nacionais e internacionais em defesa civil, o número de mortos seria menor em razão da inexistência de capacidade para previsões metereológicas precisas; a inexistência de sistemas de alerta para a população e a não retirada dos moradores em áreas de risco. Portanto, existe responsabilidade dos homens públicos nos fatos que resultaram na morte de mais de 700 pessoas, sendo que 400 estão desaparecidas.
Sinceramente, basta instaurar a investigação criminal e determinar:
- As omissões dos homens públicos produziram causas concorrentes?
Em seguida, definir a autoria:
- Quem deveria ter retirado as pessoas das áreas de risco?
- Quem deveria ter instalado e promovido o funcionamento das estações metereológicas e dos sistemas para alertar a população?
Em seguida, aplicar o Código Penal.
Não vejo dificuldade alguma, na verdade percebo uma tentativa de acobertamento das responsabilidades dos homens públicos com esse anúncio da necessidade da criação de uma legislação específica, tendo em vista que para existir crime se faz necessária leia anterior que o defina.
Senhores, a lei já existe há muito tempo, o nosso Código Penal.
O tipo é o homicídio (matar alguém) culposo (por negligência) que no caso pode ter vitimado mais de 1.000 cidadãos brasileiros.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PEC 300 - ATO DO RIO - 09 DEZ 2010 - CANDELÁRIA - AEROPORTO SANTOS DUMOND.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PEC 300 – ATO NO RIO DE JANEIRO – CANDELÁRIA – AEROPORTO SANTOS DUMONT.

Bombeiros e Policiais Militares realizaram um ato em favor da PEC 300, no Rio de Janeiro, iniciando a concentração às 16:00 horas, na Candelária, onde vários representantes de associações discursaram. Por volta das 18:00 horas, os mobilizados se deslocaram até o Aeroporto Santos Dumont, onde fizeram uma panfletagem, exibiram suas faixas e ocorreram novos discursos.
O ponto positivo foi a presença de delegações de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Destacamos a presença de Policiais Militares de São Paulo feridos em serviço na mobilização.
Infelizmente, os Policiais Civis do Rio de Janeiro não compareceram e os Policiais Militares da ativa também não se fizeram presentes em número aceitável. O destaque foi, mais uma vez, a presença dos Bombeiros Militares ativos e inativos do Rio.
Nesta sexta-feira, 10 DEZ 2010, será realizado um novo ato, com concentração na Candelária a partir das 16:00 horas, com caminhada através da Avenida Rio Branco até a Cinelândia.
O ato foi ordeiro e pacífico, como todos os outros.
A mídia, novamente, não cobriu o evento, portanto, se torna absolutamente indispensável que os mobilizados divulguem as fotos e os vídeos do evento na internet.
Nós postaremos um vídeo no próximo artigo.
Talvez a mídia fluminense só divulgue os nossos atos quando eles começarem a causar transtornos, pois tudo indica que atos pacíficos e ordeiros não despertam o interesse da imprensa, apesar das causas serem mais do que justas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

PEC 300: A "GUERRA" DO RIO.


Hoje é dia de luta pela aprovação da PEC 300 no Rio de Janeiro.
Bombeiros Militares, Policiais Militares, Policiais Civis e seus familiares estarão reunidos a partir das 16:00 horas, na Candelária, para a realização de um ato cívico-democrático pela justiça salarial.
Delegações de alguns estados confirmaram presença no evento: São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraíba e Sergipe.
É hora de continuar a luta.
Os deputados Federais Major Fábio e Capitão Assunção, incansáveis batalhadores da PEC 300 estarão participando da luta, como sempre fizeram nos atos do Rio pela PEC 300.
Bombeiros Militares, Policiais Militares, Policiais Civis e seus familiares do Rio de Janeiro, vocês são os anfitriões, devem estar em grande número na Candelária para receberem os companheiros dos outros estados, só existe uma DESCULPA para não comparecer, estar de serviço, mas neste caso, você deve comparecer amanhã, pois o ato se repetirá.
É hora de continuar a luta.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

POLICIAIS MILITARES, ATENÇÃO!

COMENTÁRIO POSTADO:
Devemos ficar mais atentos ainda a um forte movimento em Brasília pela EXTINÇÃO DAS POLÍCIAS MILITARES. Isso mesmo!
Sob a dissimulação de "unificação", vem sendo urdido um estratagema para ACABAR COM AS PPMM de todo o Brasil !!!
Alexandre
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

QUAL A SUA OPINIÃO?


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

GREVE GERAL DAS POLÍCIAS MILITARES DO BRASIL - SE FOR VERDADE A PEC 300 SERÁ APROVADA DE IMEDIATO.

AGÊNCIA O GLOBO
Líderes da base do governo defendem legalização de bingo

Líderes da base do governo sugeriram nesta quarta-feira (17), durante reunião do Conselho Político, no Palácio do Planalto, a legalização dos bingos como forma de o futuro governo obter recursos extras para o pagamento de reajuste do salário mínimo ou para gastos com a saúde. Na mesma reunião, cujo áudio vazou para a sala de imprensa, situada no térreo, sem que os líderes se dessem conta, o líder do PDT, Paulinho da Força, revelou que policiais militares de todo o Brasil estão articulando uma greve geral no início do governo da presidente Dilma Rousseff como forma de pressioná-la a lhes garantir um piso de R$ 3.200 para a categoria. O áudio ficou disponível por cerca de 50 minutos. Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou para participar da reunião, o som foi cortado - não se sabe se ele tinha conhecimento ou não de que o encontro estava sendo transmitido para os repórteres.
A reunião, até onde foi possível ouvir, discutia assuntos pendentes no Congresso, como aprovação do Orçamento de 2011, reajuste do salário mínimo, aprovação da PEC 300 - que prevê o piso de R$ 3.200 para os policiais militares e irá provocar um aumento de R$ 40 bilhões nos gastos do Executivo- e pré-sal. Os líderes partidários se revezavam em suas observações. Paulinho da Força, que defende um aumento para o mínimo superior aos R$ 540 admitidos até agora pelo governo, afirmou que as centrais sindicais vão continuar pressionando para elevar esse teto.
"Essa discussão do salário mínimo não é nova. E sempre eles vêm com a mesma conversa: vai quebrar as prefeituras", declarou, contestando argumentos do Palácio do Planalto que um aumento maior implicaria em problemas financeiros para os pequenos municípios.
"Vamos chegar num acordo. Paulo Bernardo (ministro do Planejamento) está jogando de beck, mas já viu que vai ter de dar um pouco mais. Amanhã vai ter reunião das centrais e essa discussão tem de continuar. Não pode ser tão pouquinho assim, não", defendeu.
Ele também afirmou que é favorável à aprovação da PEC 300 e demonstrou que tem atuado ao lado dos policiais militares.
"Eu acompanhei de perto a luta da Polícia de São Paulo. Aquela briga, aquela pancadaria começou comigo", lembrou, referindo-se a um confronto entre policiais civis e militares em 2008.
"A Polícia de São Paulo ganha R$ 1.400 e tem um tíquete refeição de R$ 4. Aí nós vamos dizer: deixa que o PSDB resolve para vocês? (.) Precisamos encontrar uma solução para a PEC 300. Não é simplesmente enrolar o pessoal, porque não dá mais para enrolar", declarou, para informar, em seguida:
"Eles estão organizando uma paralisação logo no início do governo Dilma. Nacional. Não vai ser pequena. E uma greve da polícia, em nível nacional, não é fácil", anunciou.
Para melhorar o caixa do governo, Paulinho sugeriu a aprovação de projeto de lei, parado na Câmara, que legaliza os bingos. O deputado há muito tempo é ligado ao setor, mas o governo é contra.
"Tem um projeto na Câmara que é a questão dos bingos. O governo fala tanto de dinheiro. O bingo dá R$ 7 bilhões de imposto por ano para o governo. Isso é só o início. Tem todo um sistema de controle. Hoje basicamente é possível controlar centavo por centavo das máquinas. E a gente vê a resistência de parte do governo de aprovar os bingos. É uma fonte de arrecadação que tem ai. Isso é possível fazer. A grande maioria na Casa é favorável à aprovação dos bingos", disse.
O líder do PR, Sandro Mabel, concordou com a sugestão do colega. No entanto, ele tem uma destinação para esses R$ 7 bilhões: a saúde. Defensor de um reajuste maior para o salário mínimo, Mabel também é favorável a uma "dosagem", sob o risco de os mais pobres ficarem mais exigentes.
"Sou a favor que suba o salário mínimo, mas acho que tem de existir sempre uma dosagem. Porque senão nós vamos tirando a capacidade de poupança e vamos criando mais economia e não vamos tendo infraestrutura para o pessoal, que vai ficando mais exigente. E quanto mais exigente fica, quer mais coisa", afirmou.
"Nós podíamos dar um presente para a saúde, importante. É essa questão do bingo. Bingo é uma coisa que existe, não é tributado, é clandestino. Quem ganha com o bingo são aqueles que dão proteção ao funcionamento clandestino, que não é o caso de ninguém aqui. Tem de pegar essa receita, colocá-la inteirinha , foi feita uma emenda ontem pelos líderes, até assinaram, destinada à saúde", sugeriu.
COMENTO:
Sinceramente, eu não acredito em uma GREVE GERAL das Polícias Militares do Brasil.
Penso que poderemos ter greve simultânea em alguns estados, mas dificilmente teremos greve nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, por exemplo, onde as tropas estão inteiramente desmobilizadas.

No Rio, a banda boa tem demonstrado uma omissão inaceitável , vive sonhando com uma bolsa esmola qualquer e com folga para trabalhar no "bico" e a fortíssima banda podre não está nem aí para os salários.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 31 de outubro de 2010

O TAMANHO DO PODER.


Cidadão brasileiro, finda a eleição de 2010, a base governista conseguiu ampla maioria no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. Aconselho que procure saber o que isso significa, o mais rápido possível.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL

PROFESSOR E CORONEL

Ex-CORREGEDOR INTERNO