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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A HORA É ESSA - ADVOGADO MARCOS ESPÍNOLA.

A hora é essa
*Marcos Espínola
A cada final de ano é inevitável a mistura de sentimentos. Refletimos sobre o que passou e o que virá, avaliando como podemos fazer diferente e melhor. O mundo está passando por profunda transformação e embora saibamos que isso é algo constante, o momento atual nos sinaliza com mudanças significativas e que podem determinar uma nova era no cenário mundial e isso, obviamente, inclui o Brasil.
Europa em crise, Estados Unidos “mal das pernas”, a China avançando e por aí vai. Especula-se até que o Brasil está prestes a assumir o posto de 4ª economia do mundo, o que nos orgulha por um lado, mas por outro nos preocupa quando olhamos a realidade da nossa educação, saúde, segurança etc.
No entanto, ainda que por motivos esportivos, no compasso de espera da Copa do mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, o país e mais precisamente o Rio de Janeiro está sob os holofotes e a hora é de não só mostrar toda a potencialidade como absorver o máximo de benefícios que tudo isso pode proporcionar à nação.
Somos conhecidos pela nossa beleza natural e pela característica de um povo acolhedor. Mas, em verdade, somos bem mais que isso. O Rio foi capital do país e ainda hoje é uma das maiores (senão a maior ) referência cultural e turística do Brasil e isso inclui também o cada vez mais aquecido turismo de negócios.
Como amantes da cidade fica o nosso desejo de que o ano que se inicia seja um divisor de águas para o país e para o Rio. Que nossas autoridades minimizem os interesses próprios e direcionem esforços para o crescimento sólido, trabalhando em prol do bem comum e de um crescimento uniforme de toda a nação.
*Advogado criminalista
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

AGIOTAGEM NO BRASIL – ADVOGADO MARCOS ESPÍNOLA.

Agiotagem no Brasil.
Marcos Espínola- Advogado criminalista.
Recentemente esse tema ocupou os noticiários. Foi presa pela polícia uma família de agiotas que agia em Itaboraí, no Rio. Atividade antiga tal como a prostituição, a agiotagem, embora seja considerada crime, é um tema polêmico como as drogas, afinal ambas se apresentam de forma lícita e ilícita, fato que parece passar longe dos olhos das autoridades.
Oriunda do vocabulário italiano, a palavra aggiungere, significa acrescer, aumentar. Na prática, através da agiotagem alguém empresta dinheiro, aplicando altíssimos juros e, obviamente sem autorização do Banco Central. Na Constituição Federal, as empresas que compõem o sistema financeiro são limitadas, no artigo 192 - &3, a aplicarem taxas de até 12% ao ano. A cobrança acima disso é classificada como crime de usura. E no Brasil entra governo e sai governo e a usura “autorizada” pelo governo continua.
Quando nos deparamos com os juros dos cheques especiais e, principalmente dos cartões de crédito percebemos isso. Além disso, se por um lado os agiotas ameaçam, agridem e até matam, por outro os bancos, que a cada trimestre divulgam trilhões de reais em lucro, procedem não com violência física, mas psicológica porque seduzem com facilidades de créditos atraentes e em seguida cobram de forma voraz, comprometendo o emocional e a dignidade do cidadão.
Definitivamente, esse conceito precisa ser mais bem avaliado e se há crime previsto em lei, que haja fiscalização, punição e proteção ao povo, pois quem paga a conta é sempre o cidadão brasileiro, que em sua maioria sobrevive com baixíssimos salários. Por sua vez, deveria se impor e isso começa nas urnas, pois é assim que se protesta em um estado democrático.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

CEM DIAS!

FOLHA DE SÃO PAULO – EDITORIAL
CEM DIAS
10/04/2011

Ao chegar hoje à marca simbólica dos cem dias, o governo Dilma Rousseff já permite discernir o estilo da presidente e os rumos que pretende imprimir à administração. Como era de prever, a tônica tem sido a continuidade em relação ao governo anterior. Isso não se deve somente ao fato de a candidatura Dilma ter prosperado no bojo da imensa popularidade do então Presidente Lula. Qualquer sucessor seria levado a manter a orientação geral de um governo que, merecendo críticas pertinentes, apresentou um saldo muito favorável em suas políticas econômica e social.
São notórias, ao mesmo tempo, as correções de rota. Não é apenas a conduta mais contida que contrasta com a exuberância, nem sempre adequada, do antecessor. Se Lula já havia diluído o teor dogmático do programa petista, cancelando na prática a maioria de seus clichês, Dilma parece fazer um governo ainda menos ideológico, em que a ênfase está no gerenciamento dos problemas. Assim, após um ciclo de gastança, o governo puxa as rédeas da despesa pública, ao determinar corte de R$ 50 bilhões no Orçamento e adotar uma política dura, ao menos no curto prazo, em relação ao salário mínimo. Fazenda e Banco Central, atuando com mais harmonia do que no passado, parecem devidamente atentos ao dilema de conter uma inflação renitente sem empregar medidas que reduzam o crescimento a menos de 3% ou 4% ao ano.
A política externa recuperou o equilíbrio perdido. Sem renunciar à desejável afirmação da autonomia nacional e ao pleito de mais equidade nas relações entre os países, abandonou-se a atitude seletiva para com valores internacionais, tais como os direitos humanos, que nos aproximava de regimes autocráticos e gerava desnecessário atrito com os países desenvolvidos. Estes precisam ser confrontados não em torno de fantasias ideológicas, mas de contenciosos concretos, que não faltam.
Ciente de que, apesar da vitória indiscutível, metade do eleitorado não sufragou seu nome, Dilma Rousseff tem procurado ampliar apoios e reduzir arestas com adversários. Isso implica cultivar a classe média emergente e seus valores de êxito pessoal. Implica também usar o formidável poder do Executivo federal para manter vasta gama de partidos e oligarcas sob controle do governo. Sem alterar os péssimos costumes políticos do país, o Planalto até agora não deu mostra de abusar deles.
Mas nem tudo são rosas. Há dúvidas sobre a capacidade de implantar a pouca disciplina fiscal a que o governo se propôs. Preocupam tanto a exagerada valorização do real, que castiga a indústria e as exportações, como o risco de a inflação escapar ao controle por erros de dosagem em seu combate. E o governo emite sinais contraditórios, como no repasse de R$ 55 bilhões ao BNDES, que expande o crédito e estimula a demanda, contribuindo para a pressão inflacionária.
O espírito gerencial por vezes se mostra abusivo, como no dirigismo estampado nas recentes interferências no comando da Caixa Econômica Federal e da Vale. Ao mesmo tempo em que os investimentos em infraestrutura são elevados, com toda razão, a prioridade máxima, o governo tarda em organizar as oportunidades de parceria entre empresas e poder público capazes de viabilizar as inversões. Não é segredo que o país está atrasado na preparação de eventos como a Copa do Mundo (2012) e os Jogos Olímpicos (2016). Indefinições pairam sobre obras controvertidas, como o trem-bala a ligar Campinas ao Rio, e projetos polêmicos, como a reforma do Código Florestal.
Mais preocupante, talvez, é a falta de um programa de governo que vá além da gestão cotidiana. Receou-se na campanha que o esmagador predomínio governista no Congresso Nacional ensejasse alguma aventura autoritária; pergunta-se hoje o que a presidente pretende fazer com tamanha maioria. As reformas previdenciária e tributária continuam à espera de um governo disposto a realizá-las. O gasto público precisa ser contido a longo prazo e a taxa de investimento precisa crescer. A educação pública de qualidade ainda é uma miragem.
Apesar do início auspicioso, não faltam, como se vê, lacunas e desafios.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 15 de janeiro de 2011

COBERTOR CURTO - MARCOS ESPÍNOLA.

Marcos Espínola: Cobertor curto
Advogado criminalista

Rio - As mudanças no Rio de Janeiro nos últimos anos vêm despertando um novo olhar não só da população como também de investidores e empresários, o que resgata a tradição da cidade como centro nervoso da economia em inúmeros segmentos. Somado a isso, outro fator positivo é o inegável potencial natural inexistente em qualquer outro lugar do mundo.
Mas, certamente, o ápice dessa euforia recente se deve à bem-sucedida ação na área da segurança pública e à conquista do direito de sediar jogos e a final da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Hoje, os governantes das três esferas gozam do prestígio e reconhecimento de uma gestão baseada na união e atenta a pontos até então desprezados pelo Poder Público.
Porém, o atual cenário nos comprova a tese do cobertor curto, no qual se “cobre a cabeça, mas os pés ficam de fora”, e isso carece de total atenção. A tragédia na Região Serrana, repetindo a catástrofe em Angra dos Reis e Niterói, não nos deixa mentir. Em verdade, episódios como esses são esperados, o que constata a ainda fraca política urbana e de proteção das encostas no estado.
Infelizmente, vivemos uma notória contradição, pois se de um lado atraímos olhares admirados, mas, por outro, a indignação é inevitável, pois estamos falando de centenas de vidas e lares destruídos em todos os verões. Famílias inteiras pagando o preço do velho descaso das autoridades.
Torcemos pelo Rio. Vibramos e reconhecemos cada passo dado em prol de uma cidade e um estado melhor, mas continuamos amargando falhas irreparáveis, evidenciando que, se o assunto é gestão pública, as prioridades devem ser estabelecidas para que um setor não se destaque enquanto outros sofrem as consequências do abandono.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

CHEGA DE MALDADE E INJUSTIÇAS.

BLOG PALAVRA PLENA
Justiça seja feita, o tamanho do saco de maldades dos governos contra os nossos idosos parece não ter fim. A última tramada pela equipe econômica do então governo Lula pretende ou pretendia, vincular ao PIB o reajuste dos aposentados que recebem acima do salário mínimo. Espero que não prospere no novo governo recém instalado e que mais esta maldade seja revista.
Pergunto: que culpa terá os nossos idosos se por acaso em razão de medidas ou uma política econômica equivocada, onde a especulação financeira é valorizada em detrimento da produção, a nossa economia andar para trás? Serão os nossos idosos quem irão pagar pela incompetência daqueles que estão no comando da economia? Logo eles que desde jovem contribuíram para fazer deste País a oitava economia do mundo é quem irão pagar a conta?
Ora, temos um pior salário mínimo entre as economias mundiais pesquisadas, sem levarmos em consideração aquelas que compõem o G-20. Aliás, salário mínimo não, salário miséria e nem sequer o mesmo percentual concedido a este salário os nossos idosos terão direito? Cinicamente sempre utilizam à quebra da previdência como justificativa, porém, todos sabem que esta mesma previdência tem um modelo de gestão ultrapassado ceifada de corrupção e de sonegação sem que os criminosos de colarinho branco sejam pegos.
Criminosos que passam por prefeitos, governadores, políticos de toda ordem e empresários que não repassam aquilo que é de direito como empregadores e até mesmo o que recolhem dos seus funcionários e como prêmio é lhes dado o direito de parcelar estes desvios dos recursos público em centenas anos. Enquanto isto continuará desfilando junto e entre os nossos gestores públicos, posando de “homens honestos”, financiando campanhas políticas com o dinheiro que deveria estar nos cofres da nossa previdência.
Estudiosos do nosso modelo previdenciário estabelecem que o sistema deva ser montado como base quatro pilares fundamentais de princípios: I) fórmula de cálculo do benefício: II) condições de acesso; III) a correção real dos valores; e IV) as alíquotas de contribuição.
Segundo o economista Marcelo Caetano, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), “o desenho do nosso plano previdenciário é bastante distributivo. Na verdade, a Previdência acaba funcionando como uma redistribuição de renda, ao dar um retorno muito bom para quem ganha pouco e muito ruim para quem percebe mais”.
Ora, por ser o achatamento salarial praticado contra os nossos idosos uma realidade angustiante que se abate não só pelo beneficiário, mas sobre toda a família, que vê a qualidade de vida se deteriorar daquele que não merecia tanta maldade, que soa mais como uma agressão ao aposentado brasileiro, apesar do Estatuto do Idoso, torna-se necessário que seja feita uma intervenção na sua gestão, com poderes fiscalizadores mais rigorosos, de forma que esta questão seja revertida em favor daquele que passaram cerca de 1/3 de sua vida contribuindo com o objetivo de ter uma velhice mais digna.
Chega de colocarmos à frente da gestão da previdência profissionais incompetentes e despreparados para gerir o maior patrimônio do trabalhador brasileiro. Chega de farsantes, incompetentes e desumanos, como o despreparado ministro da Previdência que em um ato de insensatez determinou que os segurados aposentados tivessem de comparecer às agências do órgão para provar que estavam vivos. Tudo isto tem que ficar no passado e olharmos os nossos idosos como trabalhadores que financiaram a vida inteira a Previdência e que merecem um retorno digno naquilo que investiu. Se os diversos governos que passaram foram perdulários e tiveram uma visão obtusa quanto os destinos da Previdência, não devemos culpar os aposentados e a eles apresentarem as contas. Está na hora de encerrar esta maldade e perseguição contra os nossos idosos.
Vejamos bem. Levantamentos feitos apontam que cerca de 70% das aposentadorias e pensões recebem o salário mínimo. E 30% acima do mínimo, com valores variados. No governo Lula, o salário mínimo foi corrigido em mais de 100%. Enquanto as aposentadorias de valor superior ao mínimo tiveram uma correção um pouco acima de 50%. O crime cometido contra aqueles idosos representa cerca de quase 45% da sua renda, achatando os seus ganhos reais.
Argumentos dos mais variados são apresentados, porém nenhum que convença ao contribuinte. Que o INSS não suportaria e equiparação dos reajustes para aqueles que ganham mais de um salário mínimo. Outro ainda mais cínico é de que o reajuste acima do mínimo beneficiaria “os mais ricos”. Ora, na hora de recolher não se pensou nisto, recebeu pelo teto, no momento de devolver utilizam desculpas que beiram ao ridículo. E o pior de tudo isto, são os argumentos dos BURROCRATAS do INSS, quando afirmam que esta política “não é achatamento”. Porém, são estes mesmos burrocratas que todos os anos fazem greves buscando a melhoria dos seus salários, em detrimento aos prejuízos causados aos nossos idosos principalmente.
A situação, da forma como está caminhando, independente do valor contribuído mensal, está demonstrando ser uma estratégia governamental, de ao longo tempo, reduzir todas as aposentadorias a um salário mínimo.
Temos que reconhecer que o achatamento praticado não é fruto deste governo, mas uma obra que vem sendo praticada através de vários governos, ignorando aqueles que mais contribuíram para o INSS, muitos recolhendo aos cofres da previdência por mais de 35 anos, valores que correspondiam a 20 salários mínimos a fim de financiar uma aposentadoria que lhe desse retorno proporcional. Hoje o teto do benefício corresponde a 10 salários mínimos. E nem este valor é garantido ao idoso, já que no atual governo o teto pago não ultrapassa a 7,4 salários mínimos.
Diante desta situação desumana àqueles que contribuíram para o sistema previdenciário, tem obrigado aos aposentados recorrer a filhos, parentes ou familiares e até a agiota, para complementar as despesas, principalmente com a saúde que exige medicamentos com custos sempre elevados.
Milhares de brasileiros que se aposentaram com 8 salários mínimos e hoje recebem apenas 3. É necessário e urgente que o governo precisa enfrentar essa realidade, apresentando uma política de seguridade social que garanta aos aposentados brasileiros o mínimo de conforto, que lhes de respeito e tranqüilidade.
Postado por Francklin Sá
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

HERANÇAS e heranças.

EMAIL RECEBIDO:
HERANÇAS e heranças

O desgoverno lulo - petista é pródigo em lamentar e acusar o governo de FHC de legar - lhe um presente de grego. Uma herança maldita.
Contudo, sem mexer um milímetro nas políticas econômicas que lhes foram repassadas e acusadas ferozmente de retrógradas, falsas, liberais, promotoras do caos econômico e um sem número de destratos violentos, descaradamente, seguiram a sua trilha.
Com auspiciosos resultados.
Porém, o desperdício, a corrupção, a má gestão, a incúria, a soberba, a inconseqüência atingiram tal montante que transformaram um especial momento para o Brasil, numa apoteose, a do NADA.
Outros exemplos por demais conhecidos ilustram a senda de engenheiros de obras prontas seguidas e, ao mesmo tempo desprezadas pelos adeptos do lulo – petismo. Eles cospem no prato, sem mexer um músculo.
Amaldiçoar a herança para consumo externo, mas extrair dela o máximo para o bom êxito da governança em causa própria foi o denominador comum de uma política de perpetuação no Poder.
E deu certo, graças ao controle dos dados, ao financiamento descarado da mídia através da propaganda regiamente paga, e de um punhado de manobras, cujos fins justificaram plenamente os escabrosos meios utilizados.
Pois viva a metamorfose e crucifique - se o FHC.
E agora? Será que vai continuar dando certo?
Ao que tudo indica, num breve período, deu.
Prosseguirá? Só Deus sabe.
Por quanto tempo resistirá o novo governo ao ser aberto e lido o testamento, e saber, realmente, qual foi a parte da herança que lhe coube?
Para a metamorfose, nós sabemos, foi toda a honra e toda a glória, e o bastão para retornar em quatro anos.
Se não afundarmos até lá.
Brasília, DF, 13 de dezembro de 2010
Geneneral de Brigada Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O BRASIL MARAVILHOSO VIRANDO FUMAÇA...


A cada notícia oriunda da equipe ecônomica o Brasil maravilhosa da campanha eleitoral vai se desfazendo na forma de fumaça. Brasileiro é otário, isso fica cada vez mais claro para alguns.
Eu afirmo que o brasileiro é mal educado, não tem acesso à educação pública de qualidade, o que o torna uma presa fácil para os espertos.

Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos revelou nesta terça-feira, que entre 65 países pesquisados, o Brasil ocupa o 53o lugar.
Assim, o Brasil Tiriricará por muito tempo ainda.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

PROFESSOR E CORONEL

Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MODELO CUBANO NÃO FUNCIONA MAIS - FIDEL CASTRO.

SITE G1:
'Modelo cubano não funciona mais nem mesmo para nós', diz Fidel
Ex-presidente admitiu que o modelo não tem apelo para ser exportado.

Especialista diz que declaração deve abrir espaço para reformas em Cuba.
O ex-presidente cubano Fidel Castro admitiu que o "modelo cubano" não tem mais apelo para ser exportado para outros países. A declaração faz parte de uma longa entrevista que concedeu à revista americana "The Atlantic Monthly", cuja segunda parte foi publicada nesta quarta-feira (8). Questionado pelo o jornalista Jeffrey Goldberg se achava que o modelo cubano ainda poderia ser exportado para algum lugar, Fidel respondeu: "O modelo cubano não funciona mais nem mesmo para nós".
Segundo Julia Sweig, diretora de pesquisas sobre a América Latina no Council of Foreign Relations, que acompanhou o jornalista em sua viagem a Cuba, "ele não rejeitou as ideias da revolução", mas apenas admitiu que sob o "modelo cubano" o Estado tem um papel grande demais na vida econômica do país. Segundo ela, trata-se de uma forma de abrir espaço para que Raúl Castro, irmão de Fidel que está no poder desde que ele saiu da Presidência, faça as reformas necessárias para abrir a economia do país (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 7 de agosto de 2010

A CRISE DE 2011 - CESAR MAIA.

FOLHA DE SÃO PAULO:
A crise de 2011

Já é consensual que o ano de 2011 não será parecido com o ano eleitoral de 2010. A favor do atual governo, lembre-se o governo anterior em 1998, ano de eleição. Nos dois casos, cenas explícitas de populismo cambial e populismo fiscal.
Essa combinação do real sobrevalorizado, juros reais baixos, deficit externo explosivo, deficit público nominal crescente e dívida pública bruta em relação ao PIB em nível recorde não é sustentável. A conta terá que ser paga, claro, com menor crescimento da economia em 2011 e maior desemprego.
O vetor resultante é um só: vença quem vencer a eleição, haverá um freio de arrumação por parte do governo, em 2011. Pode-se pensar em seus desdobramentos econômicos. Mas há outros que exigiriam que o atual governo e os candidatos a presidente assumissem ainda em campanha.
Trata-se da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016. O calendário desses grandes eventos avança. O tempo efetivo para as obras chega ao limite. Das 12 subsedes da Copa de 2014, as obras só começaram para valer em um estádio. E, em maio de 2013, pelo menos cinco deverão estar prontos para a Copa das Confederações.
O Maracanã, imprescindível para 2013, ainda se encontra em fase de licitação. O estádio de SP nem se sabe onde será ou se será. Um estádio desses num país com previsibilidade de obras e financeira não leva menos de dois anos e meio. Começando em 2011, o limite já está alcançado para 2013. E sem garantia de fluxo financeiro.
Aqui, os recursos serão públicos federais. E o freio de arrumação exigirá um fluxo muito mais complexo de liberações. Ou os Estados têm como adiantar os recursos para garantir o cronograma ou esse não será cumprido. Entre a medição de uma etapa de obra e a liberação por um banco estatal, lá se vão 45 dias.
Mais grave a Olimpíada de 2016, pois para esta não há jeitinho. Nenhuma obra urbana imprescindível começou.
O trecho do metrô da zona sul já não ficará pronto até maio de 2016. O corredor Barra-Zona Norte, uma obra de quatro anos e meio, da mesma forma. E ambos contam com parte substancial de recursos federais.
Da mesma forma, o parque olímpico onde serão construídos novos equipamentos esportivos só estará liberado após a relocalização do autódromo. As vilas, olímpica, de jornalistas e do COI, que no total abrigarão cinco vezes mais que a Vila do Pan, nem sequer têm localizações definidas, menos ainda a modelagem.
Exigirão, mais uma vez, recursos federais. Ou as autoridades estaduais, esportivas e federais incluem o ano atípico de 2011 em seus planos, ou poderemos todos, ter surpresas desagradáveis.
CESAR MAIA
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 13 de março de 2010

A MARCHA DOS ROYALTES - 17 MAR 2010 - CINELÂNDIA - 16:00 HORAS.

SITE G1:
Governo do Rio convoca população para protesto contra corte dos royalties
Manifestação está marcada para quarta-feira (17), no Centro.
Governador diz que estado será muito prejudicado se emenda for aprovada.
O governo do estado anunciou nesta sexta-feira (12) uma manifestação contra a emenda que altera a divisão dos royalties do petróleo. A população será convocada para uma caminhada, no Centro do Rio, na próxima quarta-feira (17).
Segundo o governo do estado, o ato “Contra a covardia, em defesa do Rio” terá como objetivo unir as forças políticas e da sociedade pelo veto à chamada emenda Ibsen Pinheiro, que redistribui royalties do petróleo e pode tirar R$ 7 bilhões do estado ao ano.
A emenda ainda precisa passar por votação no Senado e pela aprovação do presidente Lula.
Segundo a Secretaria de Obras, operários que trabalham nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio serão liberados para participar da manifestação.
Concentração será na Candelária
A manifestação terá concentração na Candelária, no Centro do Rio, e seguirá pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia, onde haverá um ato público.
Na quinta-feira (11), o governador Sérgio Cabral disse que a aprovação da emenda, ocorrida na quarta-feira (10) no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, foi “um linchamento contra o Rio”.
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também pretende realizar um protesto contra a aprovação da emenda federal. De acordo com a Alerj, a manifestação deve ocorrer na terça-feira (16), no Palácio Tiradentes, no Centro. Além dos 70 deputados e das 28 entidades que compõem o fórum, serão convidados prefeitos e secretários de estado (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 30 de janeiro de 2010

UMA "BRINCADEIRINHA" DE LULA E UMA "MENTIRINHA" DE MANTEGA..

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 15:12
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como informam todos os sites noticiosos e não precisa ser repetido em detalhes aqui, já está bem, devidamente monitorado por aquilo que de melhor a medicina pode oferecer no mundo. E nós torcemos para que ele se recupere logo. Ao Lula que ficou doente, eu só desejo saúde e sorte. Ao Lula saudável, como sempre, recomendo que tire os pés do pântano do populismo.
Um dos itens da agenda de Lula, em Recife, ontem, estava ligada à área de saúde: a inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). As pessoas se aglomeravam para ouvir o presidente — chegou a haver desmaios. Na ânsia de demonstrar que é um homem do povo, mandou ver: “Eu tava visitando a UPA, e eu quero dizer que ela tá tão bem-organizada, ela tá tão bem-estruturada QUE DÁ ATÉ VONTADE DE A GENTE FICAR DOENTE PARA SER ATENDIDO AQUI”. Pois é…
Lula passou mal e foi levado ao Hospital Português do Recife, um dos melhores e mais equipados do Brasil. E depois seguiu para São Paulo, onde é cuidado por um equipe de renome internacional. Segue o vídeo. Volto em seguida
(
leia).
A mentirinha de Mantega
Como se lê no texto de Rolf Kuntz, Mantega afirma que a média do crescimento nos anos FHC foi de 2,5% contra 4,2% dos anos Lula. Eu ajudo o ministro da Fazenda. Estes são os índices de crescimento de 2003 para cá:
2003 = 1,1%
2004 = 5,7%
2005 = 3,2%
2006 = 4,0%
2007 = 6.1%
2008 = 5,1%
2009 = ( * )
Em 2008, segundo os números oficiais do IBGE, a média de seis anos era, mesmo, de 4,2%. O problema está naquele asterisco de 2009. Se for preenchido com ZERO, já será uma boa notícia. Isso significa que, em 2009, a média de crescimento caiu de 4,2% para 3,6%. Para que a da era Lula seja mesmo de 4,2%, o Brasil terá de crescer, neste ano, 8,4%. Acho que Mantega pode tirar o cavalo da chuva. No auge da honestidade, seria obrigado a admitir que o Brasil, no governo FHC, cresceu a uma taxa superior à média mundial; no governo Lula, inferior. E com uma diferença: os seis primeiros anos de Lula viram o melhor tempo da economia mundial em décadas; os seis de FHC, um dos piores
(leia).
Pois é...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

UMA REFLEXÃO SOBRE AS "BOLSAS POPULISTAS".

EMAIL RECEBIDO:
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela sua prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber o justo ou trabalhar o dobro. O governo não pode dar para alguém aquilo ou algo, que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, assim chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza, dividindo-a."
Adrian Rogers, escreveu em 1931.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

LULA E O VOO DA GALINHA DA ECONOMIA BRASILEIRA.

REVISTA VEJA - O FILTRO:
Economia
Retomada econômica mais lenta
Apesar de o Brasil ser reconhecido em todo o mundo como supostamente o último país a entrar na crise e o primeiro a sair, o desempenho econômico brasileiro se recupera da crise em ritmo mais lento do que se imaginava. De acordo a Folha (para assinantes), com a expansão de 1,3% no 3º trimestre, bem abaixo das expectativas, o PIB ameaça fechar 2009 com a primeira queda anual desde o governo Collor.
Por Ana Galli
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

BANCÁRIOS LUTANDO NO RIO DE JANEIRO.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 30 de julho de 2009

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

Política
- Dinheiro da Eletrobrás em contas dos Sarney:
Mais uma denúncia contra a família Sarney: o Instituto Mirante, presidido por Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), recebeu R$ 220 mil da Eletrobrás para financiar projetos culturais no Maranhão e parte desse dinheiro foi parar nas contas de empresas da família, informa O Globo. O instituto é um dos alvos das investigações da Polícia Federal. Ao analisar as notas fiscais que constam no processo, a reportagem constatou que as empresas da família justificam mais da metade do dinheiro.
- MP vai intervir na Fundação José Sarney:
Depois de analisar e reprovar as contas da Fundação José Sarney, o Ministério Público Estadual do Maranhão decidiu intervir na administração da entidade, que tem como presidente vitalício o senador José Sarney (PMDB-AP). A auditoria feita pelo MP descobriu, entre outras irregularidades, que parte da verba repassada à fundação pela Petrobras foi parar em aplicações bancárias, informa O Estado de S. Paulo. As investigações duraram quase um mês e se debruçaram no desvio de recursos recebidos de empresas. No caso da Petrobras, conforme o jornal, R$ 500 mil dos R$ 1,3 milhão referentes a um contrato de patrocínio foram parar em contas fantasmas ou de empresas da família Sarney. A auditoria incluiu ainda recursos que a fundação recebeu da Secretaria de Cultura do Maranhão e, indiretamente, da Companhia Vale do Rio Doce. O MP vai indicar novos membros para o conselho curador e para a diretoria executiva da entidade.
Economia
- Contas do governo não fecham:
As contas do governo federal tiveram seu pior resultado da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. O superávit primário – que é quanto o governo economiza para pagar os juros da dívida pública – do primeiro semestre caiu 70% em relação ao mesmo período do ano passado. Foi de R$ 61 bilhões para R$ 18 bilhões. A culpa é dela, sempre ela: a crise econômica mundial. A conta é simples. Houve queda na arrecadação do governo (de 1,8%, já descontadas as restituições, os incentivos fiscais e os repasses para Estados e municípios) e aumento dos gastos (de 17%). Em junho, pela primeira vez desde 1998, foi registrado déficit primário. É o quinto resultado negativo desde o ápice da crise mundial (setembro de 2008), informa a Folha de S.Paulo (para assinantes).
A COISA TÁ FEIA...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONL BARBONO

terça-feira, 24 de março de 2009

LULA X DIESSE.

O Presidente Lula mudou de opinião, agora a crise não é mais uma “marolinha”, virou uma “gripe”, que não impede que um “cabra macho” compareça ao trabalho.
Muito engraçado!
Pena que o tal “cabra macho” esteja perdendo o emprego e tenha que acabar na cama curtindo a sua “gripe”, que pode virar uma “pneumonia”.

JORNAL DO BRASIL:
ECONOMIA.
BRASIL PERDEU 750 MIL VAGAS ENTRE NOVEMBRO E FEVEREIRO.

Portal Terra.
SÃO PAULO – O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Diesse) apresentou nesta segunda-feira um estudo que mostra que 750 mil vagas de trabalho foram fechadas entre novembro de 2008 e fevereiro, o que representou uma queda de 2,3% do emprego formal no período. (clique e leia).


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

BRASILEIROS ENSINEM OS SEUS FILHOS(AS)...


A JOGAREM FUTEBOL!


LEIA A REPORTAGEM DA REVISTA VEJA - "O RONALDINHO DE LULA" - E ENTENDA:







NÃO DEIXE DE LER, VOCÊ MUDARÁ A VIDA DOS SEUS FILHOS(AS)...


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA

segunda-feira, 28 de abril de 2008

NADA SERÁ COMO HOJE AMANHÃ - MARIA LÚCIA VICTOR BARBOSA

Nada dura para sempre, tudo está em constante mudança, mesmo assim, nossa sede de infinito dá aquela falsa sensação de que viveremos indefinidamente. Os moços não cogitam da velhice que lhes parece remota. Os velhos não pensam na morte que se aproxima. Os que estão no poder não imaginam que mais dia menos dia perderão seu domínio e seus privilégios.
Se não há mal que dure para sempre o bem também não dura. Aliás, o bem traduzido em termos de felicidade dura menos que o mal que é o locatário do mundo. Basta observar que a história mundial registra mais déspotas do que governantes benfazejos, mais tiranias do que democracias.
Ao mesmo tempo, isso parece demonstrar que, apesar da instabilidade das formas ilusórias da existência há uma essência que traduz a única coisa imutável da natureza humana: a ignorância com seu séqüito de desgraças tais como o desamor, a inveja, a ganância, o culto da mentira, o egoísmo, o hedonismo, a ambição desmedida, enfim, essas características do animal mais evoluído e mais cruel do planeta: o homem.
Em determinadas épocas os traços negativos da humanidade se acentuam em determinadas sociedades e, em alguns casos, contaminam o mundo. Esse tipo de pestilência tem como núcleo certas formas de poder. No século passado, por exemplo, o mal esteve por excelência não tanto nas duas guerras mundiais, mas nos totalitarismos representados pelo nazismo e pelo comunismo.
Terminada, porém, a Guerra fria, derrubado o Muro de Berlim, o mal continuou a despontar aqui e ali com outras formas. Na América Latina, que parecia expurgada de seu histórico autoritarismo, emergiram populistas sedentos de poder que pensam durar para sempre no comando arbitrário de seus povos.
Em Cuba, pequenas mudanças já são perceptíveis na medida em que Fidel Castro se encontra praticamente mumificado. Se isso é bom para os cubanos, não se pense que o sucessor de Fidel no cenário latino-americano é seu irmão Raúl Castro. O herdeiro do tirano da Ilha atende pelo nome de Hugo Chávez e este tem seguidores na Bolívia, no Equador, na Nicarágua, agora no Paraguai e, porque não, na Argentina e no Brasil. E quanto mais sobe o petróleo, mais Chávez, o bem armado, amplia sua influência sobre seus comandados e sobre os muy amigos.
Gira o mundo e sinais de mau agouro se desenham no horizonte das transformações. Em termos políticos, nos Estados Unidos a vitória de Barack Obama, tido por muitos como anti-semita, mulçumano e de esquerda traria conseqüências imprevisíveis para o planeta globalizado.
Na economia fala-se em fome mundial, especialmente para os mais pobres, ressuscitando-se, em pleno século 21, a tese de Malthus segundo a qual o crescimento populacional seria maior do que a produção de alimentos. Sobe absurdamente o barril de petróleo. A crise da economia americana turva o céu de brigadeiro que possibilitou a calmaria, inclusive, dos países subdesenvolvidos.
No Brasil algo começa a mudar na economia, como não poderia deixar de ser. Um velho filme de terror está sendo reprisado e tem como título a volta da inflação, que o Plano Real havia eliminado. Inútil se torna a costumeira manipulação de dados pelo governo, pois o povo já percebe a subida do preço dos alimentos, sendo que já há previsão de alta da gasolina. Reivindicações do Paraguai relativas à Itaipu, que possivelmente serão atendidas pelo governo brasileiro, elevarão ainda mais o preço da energia. E torçamos para que Evo Morales não resolva fechar de vez a torneira do gás, pois as conseqüências para nós seriam as piores possíveis.
Para além da economia, outras coisas vão mudando no Brasil, e para melhor. Significativa e importante foi a opinião do Comandante da Amazônia, general-de-exército Augusto Heleno Pereira, que durante palestra no Clube Militar do Rio de Janeiro se declarou contra a demarcação de imensas terras indígenas na fronteira, portanto, contra a reserva Raposa Serra do Sol, “uma ameaça a soberania nacional”. O general criticou também a política indigenista que considera lamentável e caótica, e ainda ousou afirmar, muito apropriadamente, que o “Exército serve ao Estado e não a governos”. Sua voz ecoou na mídia e se destacou do coro dos medíocres, dos estultos e dos acovardados que pululam nas diversas instituições do País.
Também a posse do ministro Gilmar Ferreira Mendes na presidência do STF ressuscitou a esperança de se encontrar na Justiça a verdadeira e legitima autoridade, aquela que se faz respeitar ao respeitar as leis. O ministro criticou o “modelo de edições de medidas provisórias” que paralisa o Congresso, a ação de movimentos sociais, a idéia do terceiro mandato e ainda defendeu o papel do Judiciário na consolidação da democracia.
Alguma coisa está, portanto, mudando. Afinal, “nada será como hoje amanhã”.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

terça-feira, 18 de março de 2008

O DIA ONLINE - 18/03/2008 - FISCAIS DA RECEITA ENTRAM EM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO

Fiscais da Receita entram em greve por tempo indeterminado
"Brasília - Os auditores-fiscais da Receita Federal entraram em greve nacional nesta terça-feira por tempo indeterminado. O governo ainda não deu uma palavra final sobre a negociação, mas a categoria resolveu iniciar a paralisação anunciada na semana passada.
De acordo com a Rádio CBN, a greve pode atrasar a entrega de declaração do Imposto de Renda 2008, porque o número de auditores nas agências para tirar dúvidas será reduzido para 30%. O maior problema, no entanto, será com o fluxo de carga em portos e aeroportos, que deve ser intensamente prejudicado.
Em agosto do ano passado, auditores e governo iniciaram a negociação sobre uma remuneração "compatível com as responsabilidades do cargo do auditor", segundo informa o Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Unafisco) em seu site."
A INSATISFAÇÃO SE ESPALHA PELO PAÍS...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO