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quinta-feira, 15 de março de 2012

PARA OS CIDADÃOS, NADA? - MÁRIO A. DENTE.

O Estado de São Paulo, 15-03-2012.
Fórum dos Leitores.
PARA OS CIDADÃOS, NADA?
O Ministério Público Federal (MPF) quer processar militares por supostos crimes ocorridos há 40 anos e, agora, por "crime de opinião" (sic). E o outro lado, guerrilheiros ladrões e assassinos, nada? E a Lei da Anistia, nada? Com tantos crimes ocorrendo na atualidade e com os políticos malfeitores, empreiteiras corruptoras, e a impunidade geral e irrestrita, nada? E os casos de criminosos com fichas de vários metros liberados por um juiz e presos em seguida cometendo novos crimes, nada? Que tal tentar influenciar os Congresso a mudar as leis dos processos contra os criminosos contumazes? Foi o Planalto e o PT que mandaram o MP se meter nessas frias? Por que não se preocupam em investigar os autores dos 50 mil assassinatos que ocorrem no País anualmente e 95% dos autores não são descobertos pelas Polícias? Disso, que ocorre atualmente, o MP não se ocupa? (Fonte)
Mário A. Dente 
dente28@gmail.com
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

RIO PACIFICADO: BOMBEIRO E MULHER SÃO ASSASSINADOS.

O DIA ON LINE:
"Bombeiro e mulher são mortos a tiros em Piedade.
Luarlindo Ernesto.
Rio - Um bombeiro e uma mulher foram mortos a tiros na madrugada desta quarta-feira na Avenida Padre Manoel da Nóbrega, em Piedade, na Zona Norte. Crirminosos interceptaram o veículo onde estavam o sargento Luíz Antônio Neves Gomes, 47 anos, e Iara Greice de Freitas Leite, 24, e atacaram o casal a tiros. Agentes da Divisão de Homicídios (DH) investigam o crime".
Juntos Somos Fortes!

sábado, 31 de dezembro de 2011

BRASIL É RECORDISTA EM NÚMERO DE ASSASSINATOS, MAS ENGAVETA PROJETO PARA REDUÇÃO.

O GLOBO:
Governo engaveta projeto de redução de assassinatos.
Elaboração de um plano nacional contra homicídios foi suspenso por tempo indeterminado.
BRASÍLIA - O governo suspendeu, por tempo indeterminado, a elaboração de um plano de articulação nacional para a redução de homicídios, um dos pilares da política de segurança pública anunciada pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no início do ano. A decisão surpreendeu e irritou integrantes do Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), que acompanham a escalada da violência no país. O Brasil é o país com o maior índice de homicídios do mundo em termos absolutos — quase 50 mil por ano, 137 por dia — e o sexto quando o número de assassinatos anuais é comparado ao tamanho da população (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA: NOVAMENTE, PROBLEMAS COM O NÚMERO DE HOMICÍDIOS DO RIO DE JANEIRO.

Governador Sérgio Cabral (PMDB) e secretário Beltrame ( ? ), a coisa está feia no que diz respeito ao número de homicídios no Rio de Janeiro.
Folha de São Paulo:
26/12/2011 - 12h11
Morte violenta tem motivo ignorado em cidades do Rio.
Hoje na Folha No Estado do Rio, o primeiro do país na estatística do sistema de saúde em mortes violentas não esclarecidas, 10 dos 92 municípios chegaram a registrar, no ano passado, mais da metade de óbitos por causas externas sem explicação dos motivos.
A informação é de reportagem de Antônio Gois publicada na edição desta segunda-feira da Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
Sem a explicação, as estatísticas de saúde não permitem saber se a pessoa morreu por homicídio, suicídio, atropelamento, acidente ou qualquer outra causa não natural.
Secretários municipais de saúde ouvidos pela Folha citaram a precariedade dos serviços de Institutos Médicos Legais e falta de pessoal como as causas do problema (Leiam e vejam o gráfico - Blog do Garotinho).
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

PESQUISA DO IPEA DESMORALIZA A "FARSA" DA REDUÇÃO DOS HOMICÍDIOS NO RIO DE JANEIRO.

JORNAL DO BRASIL:
Falsa queda de homicídios no Rio é escândalo, diz membro do Ipea.
Ana Claudia Barros
Autor do estudo que identificou indícios de manipulação nas estatísticas oficiais de criminalidade do Rio de Janeiro, o economista Daniel Cerqueira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), espera que o trabalho funcione como um alerta para evitar distorções de dados no futuro.
Em entrevista a Terra Magazine, ele explicou o que o levou a se debruçar no tema: o alarde em torno da suposta significativa queda das taxas de homicídios no Estado. Nos números oficiais, a quantidade de óbitos ocasionados por agressões de terceiros havia recuado de 7.099, em 2006, para 5.064, em 2009, conforme o divulgou o Instituto de Segurança Pública (ISP).
A pesquisa desenvolvida por Cerqueira, entretanto, levantou suspeitas em relação aos índices, que indicavam um decréscimo de 28,7% nos assassinatos entre 2006 e 2009 no Rio de Janeiro. E mais: observou que, a partir de 2007, início do primeiro mandato do governador Sérgio Cabral (PMDB), houve um crescimento considerável de mortes violentas sem causas esclarecidas.
"É um verdadeiro escândalo. Para se ter uma ideia, em 2009, foram registrados 5.064 homicídios no Estado do Rio de Janeiro. E foram registradas 3.615 mortes indeterminadas. Destas, 538 morreram por perfuração feita por arma de fogo, mas mesmo assim, os óbitos foram classificados como indeterminados."
O pesquisador do Ipea acrescentou: "Um outro dado estarrecedor: dessas 3.615 mortes indeterminadas, em 2.797, o sistema médico legal não conseguiu definir qual foi o instrumento ou o meio que gerou o óbito. Então, sabe-se que foi uma morte violenta, mas não sabe se foi arma de fogo, facada, envenenamento, pancada. Não tem a definição do instrumento. Isso é uma afronta ao Estado de Direito, ao direito do indivíduo de ter reconhecido corretamente o fim de sua existência. Então, nós fomos investigar e tentar, além disso, entender quem são esses caras que morreram de morte indeterminada e se seria possível fazer aquilo que o sistema médico legal do Estado não fez: determinar qual era a causa da morte. Fizemos todo um trabalho estatístico para reclassificar aqueles óbitos oficialmente registrados como indeterminados."
A partir da reclassificação, a pesquisa chegou à conclusão que além dos 5.064 homicídios notificados em 2009, teriam acontecido naquele ano, outros 3.175 óbitos ocultos. Ou seja, havia 62,5% a mais de assassinatos no Rio de Janeiro do que apontavam as estatísticas oficiais.
Indagado se essa discrepância teria sido motivada por incompetência ou fraude, respondeu:
"Só existem essas duas possibilidades. Agora, não sei te dizer qual é. Sei te dizer, por exemplo, se a moeda está viciada. Agora se está viciada porque na hora de produzi-la alguém calibrou o peso de forma errada, fez isso de propósito, não sei."
Confira a entrevista (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 23 de outubro de 2011

RIO DE JANEIRO: GRAVÍSSIMA DENÚNCIA SOBRE MANIPULAÇÃO DO NÚMERO DOS HOMICÍDIOS.

JORNAL O GLOBO:
Elio Gaspari
Pacificaram as estatísticas da morte no Rio
Os homicídios caíram 28%, e o número de vítimas em situações violentas, porém 'indeterminadas', subiu 116%
O economista Daniel Cerqueira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Ipea, concluiu um trabalho intitulado "Mortes violentas não esclarecidas e impunidade no Rio de Janeiro". Ele demonstra que, desde 2007, as estatísticas de segurança no Estado sofreram um processo de pacificação.
Segundo os números oficiais, os homicídios caíram de 7.099 em 2006 para 6.304 em 2007 e 5.064 em 2009. Beleza, uma queda de 28,7%. Cerqueira foi atrás de outro número, o das mortes violentas provocadas por causas externas "indeterminadas". O cadáver vai ao legista e ele não diz se foi homicídio, acidente ou suicídio.
Até 2006, a taxa do Rio caía de 13 para 10 mortos para cada 100 mil habitantes. A do Brasil, de 6 para 5, onde permanece. Em 2007, início do governo de Sérgio Cabral, os "indeterminados" passaram a ser 20 para cada 100 mil habitantes. Em 2009 foram 22, ou seja, 3.615 almas. Com 8% da população do país, o Rio produziu 27% dos "indeterminados" nacionais.
Entre 2000 e 2006, o número de mortos por armas de fogo, sem que se pudesse dizer se foi acidente, suicídio ou homicídio, baixara para 148. A partir de 2007, os casos "indeterminados" cresceram e em 2009 chegaram a 538, um aumento de 263%. São Paulo, com uma população três vezes maior, registrou 145 casos.
Cerqueira foi além. Buscou o perfil das vítimas registrados expressamente como homicídio, acidente ou suicídios. Geralmente, de cada dez pessoas mortas por causa externa violenta, oito foram assassinadas. Essa vítima tende a ser parda e jovem, tem baixa escolaridade e morre na rua. Comparou esse perfil com os dos "indeterminados" e foi na mosca. Ele morreu de tiro, estava na rua, era pardo e tinha entre 4 e 7 anos de estudo.
Fazendo o mesmo teste com os "indeterminados" anteriores a 2006, o economista estimou que no Rio, na média, pacificavam-se 1.600 homicídios a cada ano. Em 2009, pacificaram-se 3.165. Com a palavra Daniel Cerqueira:
"Um último número chama a atenção por ser completamente escandaloso, seja do ponto de vista da falência do sistema médico legal no Estado, seja por conspirar contra os direitos mais básicos do cidadão, de ter reconhecido o fim da sua existência: apenas em 2009, 2.797 pessoas morreram de morte violenta no Rio de Janeiro, e o Estado não conseguiu apurar não apenas se foi ou não um homicídio, mas não conseguiu sequer descobrir o meio ou o instrumento que gerou o óbito. Morreu por quê? Morreu de quê?"
Num exercício que não é da autoria de Cerqueira, se o Rio tivesse permanecido na taxa de "indeterminados" de 2006 e se 80% dos pacificados de 2009 fossem classificados como homicídios, a feliz estatística daquele ano passaria de 5.064 para 7.956 mortos.
Os números dessa pacificação saem dos serviços de medicina legal dos sistemas de segurança dos Estados e dos municípios, mas as tabulações nacionais são concluídas pelo Ministério da Saúde. Se os doutores de Brasília percebessem que estão propagando informações desprovidas de nexo, como se rinocerontes se banhassem na praia do Arpoador, algumas auditorias seriam suficientes para acabar com a distribuição de gatos como se fossem lebres.
Serviço: "Mortes Violentas Não Esclarecidas e Impunidade no Rio de Janeiro" está no site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

POLICIAIS MORTOS E FERIDOS NO RIO DE JANEIRO EM 2011.

Prezados leitores, visitem o site da jornalista Roberta Trindade e acompanhem a tragédia vivenciada no Rio de Janeiro, um lugar "pacificado", onde Policiais Militares e Policiais Civis são exterminados diante de um péssimo governo estadual, deixando para trás viúvas e órfãos que viverão na miserabilidade, em face dos salários famélicos que recebem.
No site existe um resumo de cada ocorrência.
SITE PAUTA DO DIA:
Jornalista Roberta Trindade.
Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2011
Em meados do mês de setembro, o ano de 2011 já tem 103 policiais baleados no Estado do Rio de Janeiro. Destes, 35 estavam de serviço, 8 eram policiais militares reformados e 1 da reserva. No total são 87 PMs, 12 policiais civis e 1 agente da PRF baleados, sendo que 47 morreram (leiam mais).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI - DISCORDO DO NOTICIADO PELA IMPRENSA.

ÚLTIMO SEGUNDO - IG. PMs premeditaram morte da juíza, usaram carro sem GPS e desligaram celulares. Medidas pretendiam dificultar a identificação dos policiais e vinculá-los ao crime
Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro.
Os três policiais militares presos suspeitos da morte da juíza Patrícia Lourival Acioli usaram expedientes para dificultar a identificação no planejamento e execução do crime, que demonstram premeditação no caso. De acordo com a Polícia Civil, eles mataram Patrícia após saberem pela advogada que teriam a prisão decretada, mas acreditando, equivocadamente, que a medida ainda não estava oficializada.
Investigados em um caso de auto de resistência, sob ameaça de prisão, o tenente Daniel dos Santos Benitez e os cabos Sérgio Costa Júnior e Jefferson de Araújo passaram na casa da magistrada um mês antes do assassinato dela, para fazer o levantamento do local, em uma viatura sem GPS, de outro batalhão.
Após saberem que teriam a prisão decretada, no dia do assassinato, eles foram ao Fórum de São Gonçalo à noite, como mostrou o rastreamento das antenas de seus celulares, feito pela polícia. Momentos depois, os três desligaram os seus aparelhos, para dificultar eventual localização. Esse procedimento era completamente fora do padrão dos PMs.
“Eles estavam esperando ela sair, no fórum, a antena captou. O celular deles nunca era desligado nessa hora”, disse o presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), desembargador Antônio Siqueira, que acompanhou as investigações.
Um mês antes, o grupo de PMs já tinha dado os passos preparatórios da execução. O oficial e os dois praças, do 7º BPM (São Gonçalo), usaram um dos poucos carros sem GPS do batalhão de Niterói (12º BPM). O objetivo de usar esse automóvel era que não pudessem ser rastreados. A medida sugere que possam ter tido cumplicidade de PMs de Niterói. A visita para reconhecimento foi flagrada por câmeras de segurança de um condomínio vizinho.
Para o presidente do Tribunal de Justiça, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, uma eventual escolta não teria impedido o homicídio. “Não faria diferença se ela tivesse escolta ou não. A escolta infelizmente previne, mas não impede. Temos exemplos do Papa e do presidente dos EUA Ronald Reagan, que não morreu, mas sofreu atentado. Pode evitar até certo ponto, mas não pode assegurar 100%".
Segundo ele, as circunstâncias da morte não tiveram relação com ameaças anteriores. “Não tem nenhuma relação com as ameaças anteriores. A expectativa é que se matassem a juíza talvez algum outro juiz não determinasse a prisão deles”, disse Rebêlo dos Santos.
“A partir desse fato, a questão da segurança me preocupa ainda mais, porque foi um ataque que poderia acontecer a qualquer magistrado, porque um réu não se conforma com a prisão. É uma situação que não podemos prever onde e como aconteceria”, disse Antônio Siqueira.
COMENTO:
Eu tenho o hábito de não criticar ou elogiar investigações que não conheço.
Não corro esse risco, não ganho para fazer tais interpretações, assim sendo, não tenho a necessidade de me expor ao ridículo.
Ao longo dos meus mais de trinta anos de serviço na Polícia Militar, um terço na área investigativa, me deparei com brilhantes investigações e com outras péssimas, tanto desenvolvidas na Polícia Militar, quanto na Polícia Civil. Algumas delas inclusive nitidamente direcionadas para que alcancem os resultados desejados e não a verdade dos fatos.
Não conheço uma linha da investigação sobre a morte da juíza Patrícia Acioli, logo, não posso escrever nada sobre ela. Entretanto, posso escrever sobre a notícia acima a respeito das investigações e deixo claro que não gostei do que li.
Ratifico, não gostei do noticiado, nada sei sobre o Inquérito Policial.
Longe de sair em defesa dos acusados, o noticiado revela uma investigação com resultados cômodos, extremamente adequados.
Primeiro, os acusados são PMs, categoria que a juíza prendeu em abundância na sua brilhante carreira, logo, os acusados sendo PMs de pronto já teriam motivos para praticar o crime. A própria opinião pública estava esperando que PMs fossem apontados como autores, portanto, os PMs acusados caem como como uma luva.
E qual seria o motivo do crime, segundo o noticiado:
"De acordo com a Polícia Civil, eles mataram Patrícia após saberem pela advogada que teriam a prisão decretada, mas acreditando, equivocadamente, que a medida ainda não estava oficializada".
(...)
"A expectativa é que se matassem a juíza talvez algum outro juiz não determinasse a prisão deles”, disse Rebêlo dos Santos".
Nem mesmo um recruta com meia hora de Polícia Militar acredita que se matar um juiz que vai decretar a sua prisão, o processo irá sofrer uma reversão e o novo juiz não decretará mais a sua prisão.
Um dos acusados é Oficial, sendo pouco crível que ele teria tal interpretação, agindo com tal motivação.
A respeito da preparação para o crime, a notícia dá conta:
"Investigados em um caso de auto de resistência, sob ameaça de prisão, o tenente Daniel dos Santos Benitez e os cabos Sérgio Costa Júnior e Jefferson de Araújo passaram na casa da magistrada um mês antes do assassinato dela, para fazer o levantamento do local, em uma viatura sem GPS, de outro batalhão".
Por que os PMs usariam uma viatura da PMERJ para fazer tal levantamento?
Para não serem rastreados?
Poderiam usar qualquer veículo, inclusive uma moto, assim não seriam rastreados.
Por que terem o trabalho de conseguir uma viatura sem GPS de outro batalhão, aumentando a exposição deles e as suspeitas sobre eles?
Repito, não conheço a investigação, isso pode ter ocorrido, como a notícia dá conta (filmagem), mas contraria inteiramente a lógica.
Além disso, fazer um levantamento com um mês de antecedência é burrice. Isso seria um erro grosseiro no planejamento para o crime, coisa de iniciante. Todo cenário pode ser alterado nesse espaço de tempo. Por exemplo, novos recursos humanos e materiais de segurança poderiam ter sido implantados no local onde residia a juíza.
Contraria por completo o bom senso, mais uma vez.
No tocante aos celulares, vejo esse como o dado mais robusto em termos de acusação no noticiado. Sem dúvida, a ERB permite a localização aproximada do celular e o fato de que teriam desligado os celulares, sinaliza que eles teriam conhecimento sobre a possibilidade de localização nos deslocamentos, em tese.
"
Eles estavam esperando ela sair, no fórum, a antena captou. O celular deles nunca era desligado nessa hora”, disse o presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), desembargador Antônio Siqueira, que acompanhou as investigações".
Nesse caso, os acusados teriam cometido outro erro grosseiro, ou seja, eles próprios terem seguido a magistrada e para tal terem se aproximado tanto do fórum. A dúvida que fica nessa parte da versão é por que não desligaram os celulares antes de se aproximarem do fórum? Considerando que sabiam da possibilidade de serem rastreados, tanto que teriam desligado no fórum, por que não fizeram isso antes?
Por derradeiro, o mais cômodo, uma explicação que atenua a responsabilidade dos que tiraram a escolta da juíza assassinada:
"Para o presidente do Tribunal de Justiça, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, uma eventual escolta não teria impedido o homicídio. “Não faria diferença se ela tivesse escolta ou não. A escolta infelizmente previne, mas não impede. Temos exemplos do Papa e do presidente dos EUA Ronald Reagan, que não morreu, mas sofreu atentado. Pode evitar até certo ponto, mas não pode assegurar 100%"".
Bem, tenho que discordar completamente do noticiado, a retirada da segurança da juíza foi uma causa concorrente para o crime, não resta qualquer dúvida. Caso a juíza tivesse um único segurança, esse seria um obstáculo para a consecução do assassinato.
Por derradeiro, não conheço uma linha do inquérito policial da Delegacia de Homicídios, mas pelo noticiado ele chegou a resultados extremamente cômodos, não resta dúvida.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 23 de agosto de 2011

OS ESTUDANTES: OS ROSTOS DA ESPERANÇA.


Os estudantes programaram um novo ato para o dia 12 SET 2011, às 12:00 horas, em frente ao Tribunal de Justiça.
Divulguem e participem, vamos apoiar os jovens que querem mudar o Brasil.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

BELTRAME CONTINUA SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DO RIO DE JANEIRO.

JORNAL O DIA:
PM investiga uso de balas da corporação em morte de juíza.
'Se ficar confirmado que foram policiais que mataram a juíza, eles serão expulsos', diz comandante da PM.
Rio - Um dia após O DIA revelar que as balas usadas na morte de juíza Patrícia Acioli são da Polícia Militar, o comandante da corporação, coronel Mário Sérgio Duarte, disse que o uso irresponsável da munição será investigado. Mário Sérgio informou ainda que a suspeita de envolvimento de PMs no crime aumenta após a revelação de que os projéteis recolhidos pelos peritos haviam sido comprados pela PM.
"Apesar de não termos ainda a confirmação que as balas que mataram a juiza tenham sido disparadas por um PM, já suspeitávamos do envolvimento de policiais nisso por causa do grande número de casos julgados por ela e de policiais presos em virtude do envolvimento em crimes naquela região. Se ficar confirmado que foram policiais que mataram a juíza, eles serão expulsos e não tem nem outra hipótese a se cogitar. É expulsão imediata", disse Mário Sérgio.
Os agentes da Divisão de Homicídios (DH) já sabem que os cartuchos de calibre 40 arrecadados no local da execução, em Piratininga, Niterói, são de um lote de 10 mil projéteis vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à PM. O próximo passo da investigação é descobrir quais foram os batalhões abastecidos. Informalmente, a Secretaria de Segurança levantou que parte da munição foi distribuída para três unidades — uma delas seria o 7º BPM (São Gonçalo).
"O desvio da munição pode ter ocorrido não necessariamente do paiol, mas pode ter sido desviado pelo policial que recebeu aquela munição para uso”, acrescentou o comandante da PM. A cúpula da Segurança do Rio esteve reunida nesta segunda-feira na feira de segurança Interseg, no RioCentro, na Zona Oeste. Até o momento, a Polícia Civil não pediu esclarecimentos à PM sobre a origem das munições.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 20 de agosto de 2011

ONG RIO DE PAZ - ATO DE PROTESTO - ASSASSINATO DA JUÍZA PATRÍCIA ACIOLI.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ONG RIO DE PAZ – ATO – HOJE – 10:00 hs – PRAIA DE ICARAÍ.

Hoje, às 10h, parentes, familiares e manifestantes do Rio de Paz se reúnem novamente em torno da cruz fincada na Praia de Icaraí para prestar nova homenagem à juíza Patrícia Acioli, assassinada no Rio de Janeiro.
Compareçam e divulguem.
Eu estarei lá.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ANALISTA DE SEGURANÇA DA TV GLOBO ACUSA POLICIAIS MILITARES PELO ASSASSINATO DE JUÍZES.

Inaceitável.
Se eu não tivesse assistido mais de uma vez não teria acreditado.
Rodrigo Pimentel, fundamentado na sua “vasta” experiência no campo da polícia investigativa, categoricamente afirmou no Bom Dia Brasil da TV Globo que quem mata juízes no Brasil são os Policiais Militares mafiosos.
Assistam o vídeo e conheçam ao final essa afirmação inacreditável (vídeo).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ATO PÚBLICO A FAVOR DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, E EM REPÚDIO À MORTE DA JUÍZA - PATRÍCIA ACIOLI

DIA: 20/08/11 - Sábado.
LOCAL: Em frente ao clube regatas, na praia de Icaraí - Niterói.
HORÁRIO: às 10:00 horas.
"QUEM SILENCIOU A JUSTIÇA?"
Participe, divulgue para sua lista de e-mail!
Você pode ajudar a mudar a realidade, juntos podemos melhorar o estado.
Um forte abraço,
Roberta Santos.
http://noticias.uol.com.br/album/110812juizaassassinada_album.jhtm#fotoNav=33
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

DO INSULTO À INJÚRIA – DESEMBARGADOR SIRO DARLAM.

JORNAL DO BRASIL.
Siro Darlan: ‘Do insulto à injúria’

Siro Darlan é desembargador da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio
“Pouco mais de 24 horas se passaram desde que a juíza Patrícia Lourival Acioli foi chacinada. Quando se pensava que a covardia desse ato ficaria restrita a ele próprio — um insulto em forma de cusparada de sangue na cara do País —, se vê a ele somada a injúria da empáfia das autoridades públicas, especialmente as do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.
O atual presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro se apressa em justificar o injustificável: o motivo para uma juíza que até as paredes do Fórum de São Gonçalo sabiam ameaçada de morte estar completamente à mercê de seus matadores é singelo: ela não requisitara proteção, por ofício. Não obstante, sem ofício, ou melhor, de ofício, sua segurança, conforme avaliação (feita por quem? com base em que critérios?) do próprio tribunal, havia minguado na proporção inversa do perigo a que a juíza diariamente se via submetida. Fica, assim, solucionado o crime: Patrícia cometeu suicídio. Foi atingida por si mesma, 21 vezes, vítima de sua caneta perdida, que se encontrava a desperdiçar tempo mandando para a cadeia milicianos e todo tipo de escória que cresce à sombra do Estado, de sua corrupção e de sua inoperância.
Patrícia era uma incompetente, uma servidora pública incapaz de fazer um ofício! Não é isso que o senhor quer dizer, Presidente?
Que vergonha, Exa.! Por que no te callas? Melhor: renuncie ao seu cargo. No mínimo será muito difícil seguir à frente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, com a morte de Patrícia em suas costas. Ela está agarrada ao seu corpo e ao do seu antecessor, como uma chaga pestilenta. Sua permanência no ambiente dá asco e ânsia de vômito.
Qualquer pessoa que assistisse ao noticiário televisivo, que lesse jornal ou que tivesse acesso a algum outro veículo de imprensa nacional tinha conhecimento da situação de Patrícia e de que sua vida estava em risco. Não a Presidência do TJRJ. Segundo palavras do ex-presidente daquele órgão, seu único contato com a juíza se deu numa ocasião em que esta por ele foi chamada para prestar esclarecimentos a respeito de um entrevero que tivera com um namorado. O fato chegou às folhas e S. Exa., o então Chefe do Judiciário, se sentia no dever de agir logo, chamando às falas (sem ofício) a subordinada que colocava em xeque a imagem do Poder por ele gerido. Mas, para proteger a vida de Patrícia – ah, aí é querer muito! — era fundamental um ofício! E fico a pensar: em quantas vias? 21? As cópias deveriam ser em carbono azul ou seria possível usar um modelo vermelho sangue?
Era necessário que a magistrada juntasse ao expediente um mapa com a localização do Fórum de São Gonçalo, talvez? Ou um comprovante de residência? Atestado de bons antecedentes? Declaração dos futuros assassinos afirmando que a ameaça era real (a lista encontrada com o ‘Gordinho’ não tinha firma reconhecida, nem era autenticada, afinal).
Não tentem ler a minha mente, sem antes chamar um exorcista. Magistrados de primeira instância, uni-vos! Vossa integridade física está à mercê da fortuna. Vossa vida a depender de uma folha de papel. Vossas famílias nas mãos de mentecaptos. Marginais e milicianos em geral devem estar com a dentadura escancarada num esgar de romance policial. Bastaram duas motos, dois carros, um bando de vermes, 21 tiros e poucos segundos para derrubar o castelo de cartas que era a imagem da Justiça no Estado do Rio. Com tão pouco se revelou a podridão de um reino de faz-de-conta, o que contrasta com o quanto foi necessário para liquidar uma mulher só.
Um Poder sem força, sem visão, sem preparo; um setor do serviço público que se transformou, em verdade, numa grande empreiteira; quando não em um balcão de negócios (quebre-se o silêncio!). É inacreditável que a mais alta autoridade judicial do Estado sequer ruborize ao dizer que a proteção de uma juíza comprovadamente listada como alvo da milícia dependia de um pedido escrito. A declaração do magistrado-mor revela aos interessados em seguir matando juízes que o “Poder” por ele administrado não tem a menor ideia da realidade enfrentada pelos julgadores de primeira instância. Precisa ser provocado, cutucado, instado. O pleito de auxílio aos que dele carecem deve passar por um processo, um crivo que, como se viu, é muito eficiente, se o resultado perseguido for a eliminação daquele que precisa ser protegido. O Judiciário não realiza, por sua conta, qualquer controle, não mantém investigação permanente, não monitora seus inimigos: é um Poder-banana.
Os juízes de direito, de agora em diante, se transformaram na versão nacional do dead man walking (expressão gritada pelos guardas quando acompanham os sentenciados até o local da execução, nos presídios com corredor-da-morte, nos EUA). Os próximos serão os promotores, os delegados de polícia (os agentes penitenciários já são eliminados de há muito, assim como os jornalistas), os homens de confiança do Secretário de Segurança e este mesmo. Governador, tremei. Quem há-de impedir que isso ocorra?
A temporada de caça está aberta. A porta do Judiciário era sem trinco e agora não adianta colocá-lo. Tarde demais. Até que a Justiça se mova e organize um sistema de autodefesa pró-ativo (e não movido à base de papeluchos), muitos perderão a vida. O crime não precisa se organizar. Basta conhecer o endereço do juiz, discando 102.
Pior: doravante, será mais do que suficiente um olhar de soslaio do réu para que o juiz assine — trêmulo, mas de pronto — o alvará de soltura. Eu, no lugar de qualquer deles, assinaria. Você não? Bem-vindos à terra sem lei, sem vergonha e sem senso de ridículo.
Não se esqueçam de Patrícia Acioli!”
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O RIO DA DUPLA CABRAL-BELTRAME ESTÁ CADA VEZ MAIS PACIFICADO.

SITE G1.
Bombeiro é assassinado dentro de lava-jato na Baixada Fluminense.
Segundo a PM, ele foi atingido por pelo menos 4 tiros na altura do tórax.
Polícia suspeita que o crime tenha sido uma execução.
Um bombeiro foi assassinado a tiros em Queimados, na Baixada Fluminense. Segundo informações do 24º BPM (Queimados), o crime aconteceu no domingo (14). A vítima estava num carro do Corpo de Bombeiros, dentro de um lava-jato, quando foi surpreendida por dois suspeitos em uma motocicleta.
Ainda segundo a PM, o bombeiro foi atingido por pelo menos quatro tiros na altura do tórax. Ele chegou a ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Queimados, mas não resistiu.
A polícia suspeita que o crime tenha sido uma execução. A vítima, segundo a PM, era motorista do comandante do Grupamento Especial Prisional dos Bombeiros (GEP). Ainda não há informações sobre o paradeiro dos suspeitos.
O caso foi registrado na 55ª DP (Queimados).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

JUÍZA É EXECUTADA NO RIO PACIFICADO DA DUPLA CABRAL-BELTRAME.

JORNAL EXTRA
CASOS DE POLÍCIA
Patricia Acioli, juíza linha-dura com grupos de extermínio de São Gonçalo, é morta na porta de casa.
A juíza Patricia Acioli, da 4ª Vara Criminal, de São Gonçalo, foi assassinada no início da madrugada desta sexta-feira, com mais de 10 tiros, quando chegava em casa, em Piratininga, Niterói. Segundo testemunhas, dois homens numa moto efetuaram os disparos antes mesmo que ela saísse do carro.
Patricia Acioli, de 44 anos, era conhecida por uma atuação dura contra a ação de grupos de extermínio na região. Policiais do 7º BPM (São Gonçalo) denunciados por homicídio em casos que foram registrados, inicialmente, como autos de resistência, seriam julgados pela juíza, que era titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo desde 1999. Ela era a única que julgava processos de homicídio — e crimes correlatos — na cidade. Conhecida pelo rigor na hora de inquirir os réus e por dar celeridade aos processos, ela considera o crime cometido por um policial durante o serviço mais grave que o praticado por um cidadão comum.
Recentemente, ela havia prendido quatro milicianos do bairro Luiz Caçador — responsáveis por mais de cem homicídios — e outros sete do bairro Engenho Pequeno. Além disso, mandou prender Luiz Anderson de Azeredo Coutinho, tido como o maior bicheiro de São Gonçalo.
Marcada para morrer
Em janeiro deste ano, agentes da 72ª DP (Mutuá), em Guarapari, no Espírito Santo, prenderam Wanderson Silva Tavares, o Gordinho ou Tenente, de 34 anos, apontado como chefe de um grupo de extermínio, formado por policais civis e militares, e investigado por, pelo menos, 16 mortes em São Gonçalo. Com ele, foi apreendida uma "lista negra" com 12 nomes de pessoas marcadas para morrer, entre eles estava o nome de Patricia Acioli.
Além da juíza, faziam parte da lista o promotor Paulo Roberto Mello Cunha, do Tribunal do Júri do município; três policiais do Núcleo de Homicídios da 72ª DP (Mutuá); o delegado Geraldo Assed; além de testemunhas dos crimes, entre elas a mãe de uma das vítimas, e até mesmo os próprios integrantes do grupo de extermínio que o apontaram como sendo líder do bando.
Patricia Acioli dizia não ter medo de morrer. — Quem quer fazer algo vai e faz, não fica ameaçandNegritoo. Ninguém morre antes da hora — declarou em uma entrevista a "O Globo".
Outro atentado
Homem de confiança da juíza também sofreu um atentado. O cabo PM Marcelo Poubel de Araújo, de 35 anos, foi baleado na Niterói-Manilha, altura do bairro Boa Vista, em São Gonçalo. Ele viajava na moto Honda Twister verde LOI-1986, na pista sentido Niterói, quando foi atacado a tiros por dois homens numa moto Falcon verde, sem placa. O policial reagiu.
Quatro policiais militares, sendo dois do 12º BPM (Niterói) e dois do 7º BPM (Alcântara), além de dois filhos da tenente Rosa, lotada na Diretoria Geral de Pessoal e candidata a deputada, foram presos na manhã desta sexta-feira, em São Gonçalo, acusados de participar de um grupo de extermínio.
Segundo investigações da polícia, 12 pessoas envolvidas no grupo teriam executado 11 pessoas em São Gonçalo. Dois dos policiais presos são lotados no 12º BPM (Niterói) e outros dois fazem parte do 7º BPM (Alcântara). A juíza havia expedido os mandados de prisão.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O RIO ESTÁ CADA DIA MAIS PACIFICADO. SÉRGIO CABRAL E BELTRAME MERECEM OS "PARABÉNS" DE TODOS NÓS.

JORNAL O GLOBO
1) Violência
Homicídios crescem 11,7% na Região dos Lagos

Publicada em 05/08/2011 às 00h41m
Walmor Freitas (granderio@oglobo.com.br)
RIO - O aumento do número de homicídios e de roubos de veículos em Búzios, Cabo Frio e demais cidades da Região dos Lagos, no primeiro semestre deste ano, acionou o sinal de alerta na Secretaria de Segurança. Ontem, delegados e comandantes de companhias da PM de Búzios, Cabo Frio, Saquarema, Araruama, Iguaba, São Pedro da Aldeia e Arraial do Cabo foram convocados para uma reunião de emergência, para traçar novas metas e estratégias de combate à violência. Na contramão do estado, que vem registrando queda no número de homicídios (de janeiro a junho deste ano, a diminuição foi de 11,4% em relação ao mesmo período de 2010), a Região dos Lagos teve aumento de 11,7% neste primeiro semestre, em comparação com 2010. Foram 116 mortes de janeiro a junho de 2011, contra 102 nos mesmos meses do ano passado.
INFOGRÁFICO: Uma estatística que preocupa
O aumento dos homicídios na Região dos Lagos também interrompe a tendência de queda da própria área: em 2007, foram 177 mortes violentas; em 2008, 139 (21,5% a menos). Já em 2009, foram assassinadas 120 pessoas (13,5% a menos que no ano anterior). Em 2010, foram 102 casos (uma queda de 15% em relação a 2009).
Mês mais violento foi maio, com 24 assassinatos
Com base nesses dados, o ISP estimou em 98 o número de homicídios para os primeiros seis meses deste ano, o que não aconteceu. O mês mais violento foi maio, fora da alta temporada, com 24 assassinatos. A meta era 13.
- Nosso objetivo é identificar as causas pelas quais os indicadores explodiram - disse a major Bianca Pereira, coordenadora de Análise e Integração Regional da Secretaria de Segurança, que chefiou a reunião.
Em Búzios, seis pessoas foram assassinadas - a meta do ISP era de dois casos para o primeiro semestre. Em Cabo Frio, a meta era 17, mas foram registrados 25 homicídios.
O número de veículos roubados na Região dos Lagos também foi maior que o previsto. A meta era 49 casos no segundo trimestre deste ano, mas 61 veículos foram levados pelos ladrões. Sexta-feira é o dia com mais registros. O horário crítico é das 18h às 6h, quando 32 carros foram roubados.
Os número e as metas não cumpridas provocaram a troca do titular da delegacia de Cabo Frio. Há duas semanas, o delegado Roldenyr Cravo foi substituído por Sérgio João Lorenzi.
-- Fechamos quatro bingos e combatemos o crime, mesmo com falta de policiais e poucas condições de trabalho. Infelizmente, não conseguimos cumprir uma meta estabelecida pela delegada Martha Rocha (chefe de Polícia Civil) - disse Roldenyr.
Em algumas áreas, a polícia conseguiu resultados melhores. Nos primeiros seis meses deste ano, foram presas 810 pessoas nos sete municípios, acusadas de tráfico. No ano passado, no mesmo período, foram 415. A quantidade de drogas apreendidas também aumentou, na comparação dos mesmos períodos: foram 29.945 quilos de maconha em 2011, contra 26.909 em 2010. A polícia apreendeu ainda 9.523 cápsulas de cocaína este ano, contra 7.303 em 2010. O consumo de crack vem aumentando, e 6.270 quilos da droga foram apreendidos este ano, contra 4.770 em 2010.
Para a Major Bianca, o aumento de presos e de drogas apreendidas se deve ao crescimento da população fixa na região (10,4% entre 2007 e 2010, período em que o efetivo da PM passou de 742 para 724 homens). O presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Cabo Frio, Benedito Ribeiro, disse que moradores da região que passam no concurso da PM vão para as UPPs, em vez de ficar no 25 BPM.
Procurada, a Secretaria de Segurança não se pronunciou.
2) Violência.
Motoristas são roubados por bandidos armados com fuzis na Avenida Marechal Rondon.
Publicada em 05/08/2011 às 08h14m
Ana Carolina Torres (actorres@extra.inf.br)
RIO- Motoristas passaram por momentos de pânico, no início da manhã desta sexta-feira, na Avenida Marechal Rondon, na altura do Bairro do Riachuelo. Por volta das 6h, um grupo de homens armados - segundo testemunhas, alguns de fuzil - fecharam a via na altura do motel Flor de Maio. Os bandidos fecharam a via e gritaram: "É arrastão! É arrastão!". Cerca de dez carros que passavam pelo local pararam. Pelo menos duas pessoas foram assaltadas. A situação só terminou depois que um homem atirou para o alto, fazendo os criminosos fugirem. As vítimas acreditam que era um policial à paisana que estava num dos veículos parados pelo bando.
A professora de Educação Física Vivian da Matta, de 30 anos, foi rendida por um homem com uma arma curta, que levou a bolsa dela.
- Tive a presença de espírito de jogar o celular pela janela e ele não viu o aparelho. mas a bolsa se foi - contou ela, que fez o registro de ocorrência do assalto na 23ª DP (Méier).
Já o motorista particular Cléber da Silva, de 58 anos, não teve nada levado. Ele saiu correndo do carro quando viu os criminosos armados.
- Nem pensei duas vezes e corri para me esconder. Passo por ali todos os dias e já vi muita coisa, mas nada como isso. Passageiros apavorados saltaram de um ônibus. Foi terrível - disse ele, que ia para o trabalho.
Segundo Cléber e Vivian, carros foram roubados durante o arrastão. Até o momento, porém, não há informações sobre onde esses fatos foram registrados. Responsável pela área, o 3º BPM (Méier) disse desconhecer o arrastão.
COMENTO:
Apenas um detalhe: As comunidades carentes que margeiam a Avenida Marechal Rondom estão pacificadas, nelas foram instaladas UPPs.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

NEM NOS SHOPPINGS O CIDADÃO FLUMINENSE TEM SEGURANÇA.

O DIA
Medo em shopping de luxo
Sequestro-relâmpago acaba com ladrão preso na porta de centro comercial na Zona Sul
Rio - Um sequestro-relâmpago na Gávea terminou, na noite desta terça-feira, em clima de muita tensão, na porta do shoppping Fashion Mall, em São Conrado, um dos mais badalados do Rio. Um dos bandidos entrou com a refém, a advogada Gabriela Pacielo de Oliveira Bock, 37 anos, no centro comercial no momento em que acontecia a festa de lançamento do Athina Horse Show, evento hípico promovido pela multimilionária francesa de origem grega Athina Onassis, a jovem mais rica do mundo. A Polícia Militar foi acionada, conseguindo libertar a vítima e prendendo os dois criminosos (leiam).
O GLOBO
No estacionamento
Três homens são executados em shopping em Bangu

Athos Moura (athos.moura@oglobo.com.br)
RIO - Três homens foram mortos a tiros no estacionamento do Shopping Bangu, na Zona Oeste, na madrugada desta quarta-feira, quando entravam em um táxi. As vítimas, que aparentavam ter entre 20 e 30 anos, não tiveram tempo de reagir. Um taxista que estava próximo foi baleado na mão e já recebeu alta do hospital.
Segundo testemunhas, o caso aconteceu por volta de 1h da manhã. As três vítimas, ainda não identificadas, saíram do interior do shopping e foram para o ponto de táxi que fica no estacionamento. Apesar das lojas já estarem fechadas, alguns bares na parte externa e o cinema ainda funcionavam (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 25 de julho de 2011

RIO: TERRITÓRIO LIVRE PARA O CRIME.

EX-BLOG DO CESAR MAIA.
"LIVRES PARA ROUBAR"!

(Vejinha Rio, 23) 1. A policia do Estado do Rio soluciona menos casos do que a de outros estados e realiza menos prisões. O caso do assalto ao hotel de Santa Teresa e' exemplo. O que causa maior preocupação, na verdade, é que os bandidos cariocas raramente são presos, e quando são passam pouco tempo na cadeia. Tal mecanismo acaba motivando esses e outros delinquentes a tentar a sorte em outros roubos.
2. Um levantamento recente feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público mostra que os inquéritos envolvendo homicídios ocorridos no país até dezembro de 2007, 60% estão justamente no Estado do Rio, o campeão com 60 mil casos sem solução. Para efeito de comparação, o segundo estado no ranking é Minas Gerais, com 13,5%.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO