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terça-feira, 13 de março de 2012

BRASIL, O PAÍS MAIS RICO DO MUNDO.

TRIBUNA DA IMPRENSA:
segunda-feira, 12 de março de 2012
Congresso continua contratando, com salários iniciais de até R$ 23,8 mil. País rico é outra coisa...
Carlos Newton
Parece brincadeira, mas ninguém revela quantos funcionários existem no Congresso Nacional, e há uma confusão danada entre concursados e terceirizados. Aqui mesmo no blog já publicamos declarações do senador Pedro Simon (PMDB-RS) ao jornal DCI, falando em 13 mil funcionários efetivos e 4 mil terceirizados!!!
Na verdade, nem mesmo Simon conseguiu os números corretos. É uma espécie de segredo de Estado, que só existe pela cumplicidade dos próprios parlamentares, é claro.
Mesmo com tantos funcionários, o Congresso está sempre contratando mais. No domingo, 157,9 mil candidatos disputaram uma das 246 vagas de um concurso do Senado, um dos mais aguardados do ano devido aos altos salários iniciais, entre R$ 13,8 mil e R$ 23,8 mil, vejam como os parlamentares são generosos com o dinheiro do povo.
As provas foram realizadas, simultaneamente, nas 26 capitais e no Distrito Federal, na parte da manhã, para quem concorre aos cargos de técnico legislativo, e à tarde, para os inscritos nos postos de analista e consultor. A concorrência é impressionante — são 642 interessados por vaga. E não é para menos. Uma boca rica dessas, quem não quer? (Fonte).
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

RIO - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA: DELEGADOS DA POLÍCIA CIVIL QUEREM SABER SE BELTRAME É DELEGADO OU AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL.

Sinceramente, não entendo os motivos que fazem com que a Polícia Federal, a Secretaria de Segurança Pública/RJ e o próprio secretário Beltrame silenciem sobre o tema, mantendo o assunto circulando pela internet, crescendo como uma bola de neve. O assunto agora está sendo alvo de questionamento pela ADEPOL/RJ. Não entendo esse silêncio, mas entendo o silêncio da imprensa sobre o assunto, pois nenhum jornalista solicitou que Beltrame explicasse a situação com clareza. A inércia de grande parte da imprensa do Rio tem motivos óbvios, Beltrame não pode ser atacado, nem as UPPs, que também seriam afetadas, indiretamente. O silêncio parece ser um processo de abafa, que ocorreu com a armadilha montada pelo governo estadual contra os Bombeiros Militares no dia 03 JUN 2011.
Penso que deveria ser convocada uma entrevista coletiva e esclarecido de uma vez por todas se Beltrame é definitivamente delegado da Polícia Federal ou se a qualquer momento poderá ser reconduzido a condição de agente, pondo um ponto final na questão. É inexplicável o silêncio, inclusive pelo fato de que se Beltrame voltar a ser agente, isso não impedirá (legalidade) que continue secretário de segurança, cargo que já foi exercido até por sociólogos e por políticos. Os atuais Coronéis de Polícia não reclamarão por estarem sendo chefiados por um agente, eles não reclama de nada, mas alguns Delegados da Polícia Civil, certamente, não aceitarão, o que gerará um desgaste político muito grande. Apesar dessa possibilidade, melhor enfrentar o problema do que ser pego escondendo a verdade.
Eis o texto extraído do site da ADEPOL/RJ:
Blog do Garotinho.
EXCLUSIVO! Entendam como Beltrame virou delegado federal mesmo reprovado no concurso (REPUBLICAÇÃO)
Como já revelei aqui no blog, o secretário José Mariano Beltrame foi reprovado no concurso para delegado federal (Edital 01/ANP/93). O “brilhante” Beltrame ficou na nada honrosa 896ª colocação no concurso e consequentemente foi reprovado.
Mas para quem não entende como Beltrame conseguiu virar delegado pela porta dos fundos, foi beneficiado por um “trem da alegria”, através do Ato Administrativo (Despacho Ministerial n.º 312, de 16/12/2003), que permitiu o aproveitamento apenas dos candidatos que eram policiais federais e que possuíam alguma ordem judicial lhes autorizando somente cursar a Academia Nacional de Polícia. Dentre esses felizardos do "trem da alegria" se encontrava exatamente Beltrame.
Foi feito, então, um ato administrativo chamado de “apostilamento”, contrário a todas as regras do concurso público previstas na Constituição, permitindo que os candidatos que já eram policiais federais pudessem ser nomeados delegados.

Desde 2004 corre na Justiça, a Ação Popular n.º 2004.71.13.000042-3 (0000042-62.2004.404.7113), movida por Mauro Antônio Aldrovandi na Vara Federal de Bento Gonçalves/RS.
Esta ação tem o objetivo de anular a nomeação de todos os candidatos que não obtiveram classificação dentro do número das vagas daquele concurso.
A decisão final sobre a Ação Popular e sobre o futuro de BELTRAME está para ser dada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Vale ressaltar que todas as outras tentativas de Beltrame para garantir a aprovação no concurso, onde foi reprovado de forma categórica (896º lugar), não foram aceitas pela Justiça.
Ou seja, está claro, que Beltrame a qualquer momento, com base na farta jurisprudência sobre concursos públicos, quando for julgada a Ação Popular, perderá o cargo de delegado.
A ironia é que Beltrame contratou como assessor direto um falso tenente-coronel do Exército, mas ele mesmo não conseguiu os requisitos necessários para ser delegado. Esse é o homem que comanda a segurança pública do Rio de Janeiro, e que não se esqueçam, de forma ilegal recebe por mês mais do dobro do salário do um ministro do Supremo Tribunal Federal. É esse o homem que a mídia chama de “brilhante” e “pop star”. Não passa de um enganador, que nem competência para ser delegado tem, quanto mais secretário de Segurança. Mas a máscara está caindo!

Nota da ADEPOL/RJ:
Considerando a gravidade das denúncias apresentadas pelo deputado federal A. Garotinho, a ADEPOL/RJ vem diligenciando em Brasília a fim de examinar os detalhes dessa nomeação por "apostilamento".
Efetivamente causa espécie que o secretário Beltrame, classificado no concurso público em 896º lugar para a efetivação nas 200 vagas existentes fixadas no edital tenha sido aproveitado, muitos anos depois e com o prazo de validade do concurso expirado (CF., art. 37, II).
A ADEPOL/RJ já vem recebendo diversas informações diretamente de Brasília sobre essa nomeação, no mínimo, estranha!
Diante disso, tão logo sejam concluídas as investigações sobre esse provimento irregular divulgaremos tudo a respeito.
Por último, sobre esse tema estou muito a vontade para abordá-lo tendo em conta, registre-se por oportuno, que fiz o primeiro concurso para essa carreira, no Departamento de Polícia Federal na turma de 1969 passando no concurso público em 1º lugar em todo o Brasil e não na classificação de nº 896 ficando, muito claro, que há algo inexplicável nessa nomeação para o cargo de delegado de polícia federal.
O secretário José Mariano Beltrame, provavelmente, jamais passaria no concurso público para delegado de polícia no Estado do Rio de Janeiro.
Novas notícias e eventuais medidas administrativas ou judiciais, caso necessário, poderão ser oferecidas, em consonância com os princípios previstos no Art. 37, caput, da Constituição Federal, especialmente no tocante à legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade.
Rio de Janeiro, 09 de novembro de 2011.
Wladimir S. Reale
Presidente da ADEPOL/RJ
Vice-Presidente da ADEPOL/BRASIL
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 14 de março de 2011

POLÍCIA MILITAR - CONCURSOS - DESPESAS COM EXAMES MÉDICOS.

Os candidatos ao Curso de Formação de Oficiais da PMERJ - 2011 têm reclamado, entre outros problemas, do fato de estarem gastando muito dinheiro na realização dos exames médicos admissionais solicitados pela Polícia Militar, conforme já publicamos no nosso espaço democrático.
Diante do problema, constatamos que está em vigor a LEI Nº 4932, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2006, conforme site da ALERJ (leia).
Observem que o texto legal parece muito claro:
Art. 1º - Fica sob a responsabilidade da administração pública direta, indireta, autarquias e fundações, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, a realização dos exames médicos necessários para investidura em cargo público, em virtude de aprovação em Concurso Público.
§ 1º - O exame deverá ser feito em clínicas ou hospitais que façam parte da rede pública integrante daquela esfera de governo para a qual esteja sendo realizado o concurso, salvo quando a instituição pública possuir infra-estrutura própria capaz de atender às exigências .
§ 2º - Em caso de impossibilidade de realização do exame dentro de sua rede pública de saúde, o respectivo poder poderá firmar convênio, na forma da Lei, com outras esferas de governo, para fins de realização dos exames exigidos para investidura em cargo público.
§ 3º - Em relação ao estabelecido no parágrafo anterior, o edital do concurso deverá conter claramente o local estabelecido para realização dos exames médicos.
Art. 2º - Fica expressamente vedada, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, a previsão, em editais de concursos públicos, de normas que transfiram ao candidato, aprovado e convocado para posse em cargo público, as despesas decorrentes da realização dos exames médicos de que tratam o artigo 1º.
Art. 3º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, em 20 de dezembro de 2006.
DEPUTADO JORGE PICCIANI
Diante do exposto, causa estranheza a possibilidade da Polícia Militar estar contrariando a referida lei, considerando que a corporação dispõe de assessoramento jurídico próprio. Tal realidade pode significar que o errado seja o organizador desse blog (eu), todavia, salvo melhor juízo, todos os candidatos que gastaram dinheiro para a realização dos exames, aprovados ou não, podem requerer a devolução da importância gasta à Polícia Militar.
Com a palavra os bacharéis em direito.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

POLÍCIA MILITAR - APROVADOS PARA ÁREA DE SAÚDE SOLICITAM CONVOÇÃO.

Ontem, aprovados do concurso para a área de saúde da Polícia Militar também realizaram um ato em frente à ALERJ. Eles estão no cadastro de reserva e após terem sido aprovados em todos os exames, querem ser convocados, considerando as necessidades atuais do sistema de saúde da PMERJ.
Nós apoiamos a mobilização.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

RIO: CONCURSO PÚBLICO.


O que você achou do grau de dificuldade da pergunta?
Quem será que teve a ideia de trazer logo Pinóquio para a prova?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

JORNAL DO BRASIL: GRAVÍSSIMA DENÚNCIA NO CONCURSO PARA SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR.

Nós avisamos.
Todo mundo na Polícia Militar já esperava coisas desse tipo.
O Jornal do Brasil comprovou.
E nos explicamos:
Cabral lançou um projeito eleitoral: ocupar o máximo de comunidades carentes com Unidades de Polícia Pacificadora, criando currais eleitorais.
Aparentemente, uma boa notícia para a população.
Todavia, a retirada dos Policiais Militares das ruas para integrarem esse projeto político expôs mais a população mais ainda aos criminosos. A saída descoberta foi encher a PM de gente, abrindo as portas do Centro de Recrutamento e Seleção de Praças, acelerando a velocidade dos exames e sendo benevolente em alguns critérios.
Só que existia um grande obstáculo, intransponível, a Tenente Coronel Sicilano, que nunca aceitaria essas facilidades.
A solução foi rápida, Siciliano foi exonerada e nomeada comandante de uma Unidade Operacional e deve receber uma consolação: a promoção ao posto de Coronel.
Prêmio que ele não precisa, pois tem mérito para ser promovida, sendo uma Oficial competente e honesta.
Leiam a reportagem e percebam o que está acontecendo no CRSP:
JORNAL DO BRASIL:
PM ganha reforço de 4 mil novos policiais
Camilla Lopes, Jornal do Brasil
RIO - O salário inicial de R$ 1.090 (líquido R$ 860,00), com a exigência apenas de conclusão do ensino médio, atrai cada vez mais candidatos com curso superior a um dos empregos mais perigosos do mundo, o de policial militar no Rio de Janeiro. A constatação foi feita ontem pelo JB, na apresentação de 600 dos 5.327 classificados para o exame antropométrico – verificação de peso e altura – na seleção de 2009. A maioria dos aspirantes às 4 mil vagas de soldado da PM fez o concurso para garantir a estabilidade de uma carreira no serviço público e 37% da corporação, entre oficiais e praças, já tem nível superior.
– Passei cinco dias comendo alface e tomando mate para perder cinco quilos e passar nesta etapa. É muita vontade de estar aqui... – dizia, emocionada, Vanessa Mangifeste, 27, historiadora formada pela UFRJ. Vanessa pesava 90 quilos há uma semana e meia e recorreu a uma dieta rigorosa para se encaixar nas exigências da PM, que aceita como peso máximo para mulheres de 85 quilos e altura mínima de 1,60m.
A maioria dos entrevistados disse não temer as incursões em comunidades e os tiroteios com traficantes em troca de um salário baixo.
– Se eu estou aqui, assumo esse risco. Minha preocupação agora é com a prova física, tenho medo de não conseguir fazer as quatro flexões necessárias – confessava Franckilin Luz, 26 anos, formado em informática.
Os cabelos compridos, segundo ele, serão cortados sem arrependimento e a nova vida como PM substituirá a de analista de sistemas sem deixar saudade.
O tenente-coronel Frederico Caldas comandante do Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP) confirma que grande parte dos concursados ingressa na Polícia Militar atrás de um emprego garantido para vida inteira.
– É óbvio que o candidato vem em busca de algo estável. Outros chegam com o objetivo de ingressar no Bope (Batalhão de Operações Especiais, muito conhecido após o filme Tropa de Elite). Mas há a tradição familiar, muitos têm parentes que são policiais militares – analisa o coronel, ele mesmo filho e neto de PMs.
Também é o caso do candidato Wellington Ferreira, 25 anos, que veio de Cachoeiras de Macacu, no interior do estado e também busca estabilidade. No entanto, ainda tem outro referencial para tentar ingressar na Polícia Militar.
– Venho de uma família de policiais militares e isso me fez querer ser policial além de me tornar funcionário público – afirma Wellington, que garante não ter medo do dia-a-dia de um PM e quer entrar para o Bope. – Tem que ter sangue frio. Mas eu quero estudar direito para ser oficial.
“Concurseiros”
Mas nem tudo é alegria entre os calouros da PM. Há aqueles que são os chamados concurseiros profissionais – estudantes que prestam vários concursos públicos até encontrarem o que mais se encaixa em suas expectativas – como a aprovada Ana Angélica, 24, que dispara;
São poucas as pessoas que estão aqui por vocação. Muita gente tem subemprego. A polícia paga mal, e a gente pode ser assassinado até se for assaltado e ter a documentação de militar encontrada pelos bandidos. Não pretendo ficar na PM por muito tempo.
Segunda chance
A reportagem acompanhou o exame antropométrico do candidato Rodolfo Silva, 24. Formado em direito, Rodolfo estava ansioso com seu 1,68m, a conta certa para ser aprovado.
Na verdade, eu queria ser policial rodoviário federal, mas vou para a Polícia Militar. Não tenho medo de morrer e não pretendo me corromper, porque mancharia toda a minha vida.
Rodolfo foi reprovado. Sua altura foi medida em 1,67m. No entanto, recebeu uma boa notícia: Rodolfo conseguiu uma nova chance do policial responsável por seu exame.
– É para alongar e pode volt (sic).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO