domingo, 19 de fevereiro de 2012
RIO - POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES - A PRIMEIRA AÇÃO INDENIZATÓRIA POR DANOS MORAIS.
sábado, 22 de janeiro de 2011
FALTA UMA UPP PARA A NATUREZA - RUTH DE AQUINO.
Falta uma UPP para a natureza
Há 50 anos lidamos com catástrofes e as causas são sempre as mesmas. As soluções também. Se não houver união real dos Três Poderes, se a Justiça continuar a proteger quem viola a lei de ocupação do solo, se populistas e demagogos continuarem a matar pobres, se não houver política de habitação, só vai piorar. Falta prevenção e educação. Falta vergonha na cara. Céticos achavam impossível combater o crime organizado do tráfico nas favelas. Precisamos de uma UPP para o meio ambiente.
“Vamos chorar muito ainda no verão que vem”, disse Moacyr Duarte, da Coppe-RJ, especialista em gerenciamento de riscos. A não ser, afirma Moacyr, que o país enfrente as tragédias crônicas das enchentes com a mesma firmeza usada para melhorar a segurança pública no Rio de Janeiro. “Nós, brasileiros, não podemos evitar a calamidade climática, mas temos recursos humanos e conhecimento tecnológico para amenizar os danos financeiros, emocionais e a perda de vidas. Só é preciso coragem. Está mais do que na hora de investir em prevenção e sistema de gestão em vez de resgate e recuperação.”
Precisamos de um governante forte, rigoroso e bem-intencionado. É imperativo romper esse círculo vicioso de tempestades tropicais, sempre de novembro a março. Porque, se nada for feito, a omissão equivale a assassinato. Esse tsunami que caiu do alto a 100 quilômetros por hora matou sobretudo gente que quase nada tem, além da fé em Deus. Quero acreditar na Dilma. Só o fato de ela sobrevoar a serra do Rio, devastada pelo maior desastre da história do país, para logo depois se reunir com todos os envolvidos, sem fazer nenhum escarcéu, confirma um novo estilo na Presidência. Pouco gogó, mas ação rápida. Ela prometeu milhões de reais, mas já disse que vai cobrar prestação de contas.
Se há realmente 5 mil casas em áreas de risco na serra do Rio, como calcula o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, elas terão de ser demolidas. Ou a Justiça dará liminares para os que se sentirem prejudicados e processará os técnicos? Foi o que aconteceu em Itaipava, no Rio Santo Antônio, um dos mais atingidos. Ele já tinha sofrido uma enchente grave em 2007. O Instituto Estadual do Ambiente entrou com um projeto de reconstrução das margens e da calha. Vários imóveis, quase debruçados sobre o rio, foram notificados, mas conseguiram liminar e impediram a reconstituição do traçado do rio. Agora, provavelmente, esses imóveis renitentes foram tragados pela fúria das inundações.
É preciso romper o círculo vicioso de tempestades. Se nada for feito, a omissão equivale a assassinato
Na serra do Rio existe uma perversidade contra a natureza. As prefeituras cobram impostos, mas não limpam ruas e rios adequadamente. Os habitantes não têm educação ambiental e jogam detritos junto a placas de “Proteja o verde”. Proprietários conscientes limpam a própria rua. Mas a favelização está à vista de todos. À entrada de Teresópolis, a quantidade de casas irregulares em frente ao Parque Nacional é testemunho aterrador de negligência pública. Multa-se pesadamente todo proprietário de classe média que cortar uma árvore a 10 quilômetros do Parque Nacional, mas, se alguém precisar da terra para sobreviver, ele se empoleira com a família até junto de uma cachoeira. E ninguém faz nada, com medo de parecer impopular.
Só não podemos culpar as autoridades por terem ignorado o alerta de chuvas. Como evacuar populações inteiras diante da previsão de que “haverá chuvas moderadas a fortes” na serra? Isso é vago demais. Precisamos de radares sofisticados, que apontem com antecipação de um dia as áreas mais vulneráveis e a quantidade de chuva esperada. Precisamos de um sistema de alerta e suporte semelhante ao de regiões atingidas por terremotos e furacões. Sirenes para alertar a população. Treinamentos que convençam moradores a deixar suas casas a tempo. Abrigos com estrutura para hospedar centenas de desabrigados. Sistemas de macrodrenagem para escoar os rios que transbordam.
Custa dinheiro, sim. Mas é mais barato, mais eficiente e menos triste do que toda essa reconstrução de vidas arrasadas.
Tudo bem ter fé em Deus. Mas vamos parar com essa história de que Ele é brasileiro.
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 10 de maio de 2010
SÃO PAULO: REVISTA ÉPOCA PROMOVE DEBATE SOBRE SEGURANÇA.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Segurança na pauta.
Evento de ÉPOCA discutirá as responsabilidades que o próximo presidente da República deveria assumir
Toda vez que estoura uma crise de segurança em algum Estado, críticos reclamam da “omissão histórica” do governo federal nessa área. Muitos falam sobre o esgotamento do atual modelo de segurança e concluem que os problemas estruturais só seriam resolvidos se houvesse um firme envolvimento da União com o tema, algo que nunca ocorreu.
De acordo com a Constituição, a maior parte da responsabilidade pela segurança cabe aos Estados, pois são eles que controlam quase todas as polícias, conduzem as investigações, fazem o grosso das prisões e administram as cadeias. Poucos acreditam, porém, que os governadores tenham condições políticas e legais para liderar qualquer processo relevante de mudança das instituições. Daí a necessidade de engajamento do governo federal num amplo projeto de reformas.
Mas que reformas seriam essas? Que tipo de mudança legal o próximo presidente deveria propor? Que responsabilidade deveria assumir? Onde deveria investir, prioritariamente? De onde viria o dinheiro?
Essas perguntas estão na pauta do primeiro ÉPOCA Debate 2010, série de eventos que promoveremos sobre os temas mais importantes na agenda do próximo presidente da República. A discussão, aberta à participação de leitores, será no dia 18 de maio, às 15 horas, no auditório da Editora Globo, em São Paulo. Os convidados para o ÉPOCA Debate – Justiça e Segurança são o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, o antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário nacional de Segurança Pública e coautor do livro Elite da tropa, e o diretor do Instituto Sou da Paz, Denis Mizne, um dos coordenadores da campanha do desarmamento.
Até outubro, mês das eleições, ÉPOCA promoverá outras quatro edições de ÉPOCA Debate, com os temas: educação, saúde, política externa e o papel do Estado. Todos serão gravados e estarão disponíveis no site epoca.com.br. Inscrições para o evento podem ser feitas pelo telefone (11) 3767-7325 ou por meio de um formulário em epoca.com.br/inscricao.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
PT, PMDB E SARNEY, MAIS DENÚNCIAS.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
COMANDANTES MILITARES PEDEM DEMISSÃO E A TRAGÉDIA DE ALAGOAS.
- Jobim procura presidente Lula e ameaça se demitir.
domingo, 27 de dezembro de 2009
EDUCAÇÃO, EDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO.
domingo, 6 de dezembro de 2009
A VERDADE DESMENTE AS PALAVRAS.
domingo, 29 de novembro de 2009
OS SALÁRIOS FAMÉLICOS DOS POLICIAIS MILITARES.
Levantamento mostra as diferenças na remuneração de soldados nos 26 Estados e no Distrito Federal.
Danilo Venticinque
DESAFIO
Alunos do curso de formação de soldados da Brigada Militar, no Rio Grande do Sul. Após a formatura, eles receberão o pior salário do país na categoria.
Basta que uma crise na segurança pública no país ganhe espaço no noticiário para que a remuneração dos policiais volte a virar tema de debate. Das conferências sobre segurança em Brasília às páginas de comentários de ÉPOCA, essa discussão tem ganho cada vez mais espaço. O consenso, na maioria das vezes, é que os policiais são mal-remunerados – o que afetaria diretamente a qualidade de seu trabalho. Para discutir a relação entre o salário do policial e a segurança pública, ÉPOCA realizou um levantamento para verificar quanto ganha um policial militar no início da carreira. Os valores mostram que a realidade dos policiais varia muito de Estado para Estado. Para soldados em início de carreira, a diferença entre o salário mais alto (DF) e o salário mais baixo (RS) é de mais de R$ 2.700. O Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro pagam os piores salários: R$ 1.138,17 e R$ 1.277,67, respectivamente. A média nacional é R$ 1.814,96.
Nos dois Estados, representantes do governo reconheceram o problema, mas atribuíram os baixos salários à política de governos anteriores. “Durante muitos anos o Rio Grande do Sul deu reajustes maiores a servidores que já eram bem remunerados, em detrimento de categorias como a segurança e o magistério, que correspondem a 90% do funcionalismo”, afirma Mateus Bandeira, secretário do Planejamento do Rio Grande do Sul. Para o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, “há uma defasagem evidente e agora é preciso que o Estado recupere aquilo que não foi dado nos governos passados”. As informações foram fornecidas pelo Comando Geral da Polícia Militar ou pelas secretarias de Administração e Segurança Pública de cada Estado. Os valores correspondem ao salário bruto de um soldado após concluir o curso de formação, incluindo gratificações mensais para alimentação e fardamento. Horas extras e adicionais para trabalho noturno não foram levados em conta. Os números não correspondem, necessariamente, ao valor exato recebido pelos policiais ao fim do mês. No Rio Grande do Sul, por exemplo, são poucos os soldados que não fazem até 40 horas extras para aumentar a remuneração. No Rio de Janeiro, o alto valor dos descontos faz o salário líquido recebido pelos soldados ficar na casa dos R$ 900. “Não conheço nenhum soldado que ganhe mais de R$ 1.000 no Rio”, diz Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
No início do mês, uma pesquisa feita pelo Ministério da Justiça em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e divulgada em primeira mão por ÉPOCA revelou que os baixos salários são a principal preocupação de 92% dos policiais do Brasil. “O soldado não tem recursos para suprir as necessidades básicas da família e é forçado a fazer bicos. Muitos casais se separam”, diz Ribeiro. Além de afetar a vida pessoal dos policiais, o trabalho informal e as horas extras também teriam impacto direto sobre a segurança pública. “O excesso de trabalho é desgastante para qualquer pessoa e mais ainda para quem põe a vida em risco durante o período de trabalho. Isso se reflete em excesso de violência, ações não-planejadas e erros”, afirma Fabiano Monteiro, coordenador de um treinamento para policiais na ONG Viva Rio. O combate às horas extras e à informalidade deu origem a iniciativas para tentar obrigar os Estados a aumentar a remuneração dos soldados. Entre elas está a Proposta de Emenda Constitucional 300/08, atualmente em discussão na Câmara dos Deputados. Ela propõe equiparar os salários de todos os Estados ao valor pago aos soldados no Distrito Federal (R$ 3.869,56), criando um piso nacional para a categoria. Para o secretário-executivo do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), Ronaldo Teixeira, o projeto é inviável. “Nenhum Estado hoje pode sair de um patamar de R$ 1.000 e passar para R$ 4.000. Seria uma repercussão muito pesada”, diz. Segundo Teixeira, é incorreto usar o Distrito Federal como parâmetro: por abrigar a capital do país, o DF recebe recursos da União para custear despesas com segurança, educação e saúde. Os Estados, por sua vez, dispõem apenas de sua própria arrecadação.
“A iniciativa é bastante positiva, mas não podemos criar ilusões. A lei não tem o poder de criar recursos, e o orçamento dos Estados é rígido”, diz Bandeira, secretário de Planejamento do Rio Grande do Sul. “Um reajuste desse porte implicaria um aumento de mais de R$ 700 milhões nas despesas do governo do Rio Grande do Sul”. Segundo ele, isso acabaria tendo de ser compensado por um aumento na carga tributária. Entre os críticos da proposta, há também os que afirmam que o aumento salarial não provoca necessariamente uma melhora na segurança pública. “O piso nacional descaracteriza o federalismo e não é sinônimo de eficiência e de resultado. Existe um grande problema de segurança pública no Distrito Federal”, afirma a pesquisadora Paula Ballesteros, do Núcleo de Estudos de Violência da Universidade de São Paulo (NEV/USP). Apesar de seus policiais contarem com os melhores salários do Brasil, o DF viu sua taxa de homicídios crescer 9,8% entre 2007 e 2008. A alta foi quase dois pontos percentuais maior que registrada no Rio Grande do Sul, Estado com os salários mais baixos. Mesmo que a relação não seja direta, a pesquisadora acredita que é necessário remunerar melhor os policiais. “Existe uma pressão da sociedade civil para que o profissional da segurança pública seja mais bem remunerado”, diz Paula. “Um bom salário mostra que o Estado respeita aquela função.” Em vez do estabelecimento de um piso, tanto o Pronasci quanto os governos estaduais defendem medidas de longo prazo para valorizar a profissão dos soldados. A iniciativa foi adotada no Sergipe, onde um acordo determinou um aumento salarial escalonado ao longo de mais de um ano. Atualmente, os soldados no Estado ganham R$ 1.625. O valor vai aumentar gradualmente até dezembro de 2010, quando chegará a R$ 3.218. No Rio Grande do Sul, os reajustes devem se estender por mais tempo. “Há uma lei que atrela os reajustes à poupança do governo e privilegia os salários menores, mas não é possível prever uma data para que eles cheguem à média nacional”, afirma Bandeira. O Rio de Janeiro, por sua vez, deve apostar nas gratificações, que reforçam a remuneração dos policiais sem a necessidade (e os benefícios) de um reajuste salarial. A partir de 2010, todos os policiais plenos do Rio de Janeiro passarão a receber R$ 350 a mais. Além da gratificação oferecida pelos Estados, o Pronasci oferece uma bolsa de R$ 400 para soldados que ganham até R$ 1.700 e participam de cursos de especialização. No Rio de Janeiro, 22 mil policiais se beneficiam da medida. A expectativa do Pronasci é que, nos próximos cinco anos, os Estados passem a incorporar essa gratificação aos salários. “A melhoria precisa ser contínua e por um bom tempo até chegarmos a níveis satisfatórios”, diz Beltrame. Tanto o Rio de Janeiro quanto o Rio Grande do Sul reconhecem que é necessário remunerar melhor os soldados, com reajustes ou gratificações, mas não arriscam estabelecer um prazo.
Quadro de salários (veja).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORRGEDEOR INTERNO
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Política.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA NO BRASIL.
Sociedade
Violência rotineira
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
REVISTA ÉPOCA - DROGAS - JACK COLE - UMA OPINIÃO.
sábado, 24 de outubro de 2009
REVISTA ÉPOCA - 26/10/2009 - CHEGA DE GUERRA!
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
REVISTA ÉPOCA - BALA PERDIDA? NUNCA MAIS - GUILHERME ROSA.
Uma nova tecnologia usada com sucesso para combater o crime em cidades como Los Angeles, Chicago e Washington pode estar a caminho do Brasil.
Guilherme Rosa
Um sistema de captação de som que permite “ouvir” todos os disparos da cidade e descobrir sua origem em poucos segundos. Assim é o ShotSpotter, que já existe em 45 cidades americanas e tem ajudado a melhorar a eficiência policial. Com a ajuda desse “big brother” sonoro, a polícia poderá saber onde estavam as armas usadas – o que ajuda a investigar as ocorrências e encontrar os suspeitos.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 18 de julho de 2009
REVISTA ÉPOCA - POLÍCIA MILITAR - OS COMANDOS FEMININOS.

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro possui atualmente três oficiais femininas comandando unidades operacionais, o que significa que podemos esperar competência, honestidade e humanidade no trato com a sofrida tropa da Polícia Militar.Apostamos no seu sucesso.
O PRESIDENTE LULA E O HOMEM COMUM - RUTH DE AQUINO.
Ruth de Aquino é diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
sábado, 11 de julho de 2009
SENADO, A CASA DOS HORRORES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 28 de junho de 2009
REVISTA ÉPOCA - RUTH AQUINO - CASA-GRANDE&COZINHA.
sábado, 20 de junho de 2009
DEMOCRACIAS DE PAPEL, NADA MAIS, NADA MENOS.
- Mubarak pede que árabes aproveitem chance de paz:
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO









