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sábado, 12 de março de 2011

OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA ALCANÇA SECRETÁRIO DE GOVERNO DO RIO DE JANEIRO.

BLOG DO GAROTINHO
11/03/2011 20:09
Secretário de Governo de Cabral é pego na Operação Castelo de Areia

Todo mundo sabe da grande amizade entre o governador Sérgio Cabral e o seu secretário de Governo, Wilson Carlos. São amigos desde a juventude quando estudaram no Bennett. Nos últimos dias Sérgio Cabral está tendo a tarefa adicional de acalmar o velho amigo. Wilson Carlos não tem dormido nada bem.
O motivo é simples. Na semana que vem o Superior Tribunal de Justiça julga recurso do Ministério Público Federal pedindo o destrancamento das investigações da Operação Castelo de Areia. Aí reside a insônia que atormenta o braço-direito de Cabral.
A intenção inicial da operação era a construtora Camargo Corrêa, mas ao recolher livros e pen drives na sede da empresa apareceram depósitos em contas no exterior de muitos políticos. Um deles é o braço-direito de Cabral. Numa das anotações vem escrito “WCarlossecgov/RJ”.
O Ministério Público Federal conseguiu o que faltava para colocar a ação para andar. Um doleiro também pego na operação remetendo mais de R$ 2O milhões, sem origem declarada, para contas em paraísos fiscais resolveu fazer uma delação premiada. Ou seja, em troca da redução de sua pena está contando ao MPF e à PF coisas que podem abalar a república. Tem até um ex-ministro de Lula envolvido no esquema.
O julgamento está previsto para a próxima terça-feira. Será que o STJ vai ceder à imensa pressão de políticos e grandes empresários pegos remetendo dinheiro ilegal para o exterior? Creio que não, mas é bom esperar pra ver.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de março de 2011

OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA: INSÔNIA REAL E DA CORTE.

SITE R7
Delação de doleiro pode impedir fim da Castelo de Areia
Ministério Público e defesa travam disputa na Justiça sobre provas do processo
Há uma delação premiada no caminho da Castelo de Areia, emblemática operação da PF (Polícia Federal) que, em 2009, atribuiu a três executivos da empreiteira Camargo Corrêa crimes financeiros, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Dia 15, terça-feira, será o dia D da operação. É quando o ministro Og Fernandes, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), deverá levar à mesa seu voto no julgamento do habeas corpus 159159/SP, por meio do qual a defesa pede trancamento da ação. Todos os envolvidos negam participação nas denúncias.
O relato secreto, subscrito pelo doleiro M. A. C., está dividido em dois depoimentos consecutivos, tomados perante a 6.ª Vara Criminal Federal em São Paulo. Ele aponta negócios do câmbio paralelo. Cita nomes de políticos, empresários, instituições financeiras, um advogado e autoridades, entre as quais um ex-ministro do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A delação de M. A. C., feita em 2007, é a peça capital na batalha que o Ministério Público Federal trava para manter a Castelo de Areia de pé. A defesa sustenta que escutas telefônicas da operação foram autorizadas com base apenas em uma denúncia anônima. A Procuradoria da República usa como trunfo a delação.
M.A.C., o delator que buscou clemência da Justiça em troca de sua colaboração, narra que o preposto de um ex-ministro esteve em seu escritório, no Itaim-Bibi, zona sul de São Paulo, para trocar US$ 600 mil. A transação teria ocorrido quando o dono do dinheiro ainda não ocupava assento no governo. M.A.C. não atribui àquela autoridade procedimentos de lavagem de dinheiro ou evasão de divisas.
M.A.C. foi condenado a 3 anos e 3 meses de prestação de serviços e multa de R$ 2 milhões, já paga. A decisão transitou em julgado [sem mais possibilidade de recurso]. As revelações do doleiro deram origem, inicialmente, a outras três operações da PF - Suíça, Kaspar I e Kaspar II, todas na mesma direção do combate a delitos tributários e que envolvem dirigentes e clientes de um banco de Genebra com representação em São Paulo (leiam).
COMENTO:
Os mensageiros reais estão comprando todo o estoque de remédios contra insônia.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

SÉRGIO CABRAL, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E A OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA.

O GLOBO
ANCELMO GOIS
STF x STJ

“Sérgio Cabral só entrou na campanha de Luiz Fux ao STF depois que o também ministro César Astor, do STJ, declinou da candidatura”.
COMENTO:
Ancelmo Góis tem lado é pró Cabral, um direito dele, assim como o meu é ser contra esse péssimo governo.
Tal realidade fez com que eu estranhasse o conteúdo da notícia que sugere que o governador Sérgio Cabral tenha se preocupado em respeitado o ministro César Astor. Como não sou de ficar com dúvidas, resolvi buscar uma ligação do governador com o nome do ministro e usei o o “pai dos burros” contemporâneo: o google.
Não sei se descobri a origem do respeito (temor?) de Cabral pelo ministro César Astor, todavia encontrei matérias que ligam o governador, Wilson Carlos, o ministro César Astor e a Operação Castelo de Areia.
As notícias dão conta que foi o ministro César Astor Rocha suspendeu o processo da Operação Castelo de Areia, que tinha como um dos investigados Wilson Carlos, tido como “braço direito” de Cabral.
Folha de São Paulo: Decisão inédita do STJ beneficia empreiteiras
Publicado em 22/11/2010
Descrição:
FILIPE COUTINHO

Suspensão da Operação Castelo de Areia poupa empresas de investigação. Denúncia anônima, que motivou interrupção da investigação, não afetou outras 32 decisões tomadas pelo tribunal.
Uma decisão sem precedentes, que contraria entendimento anterior e posterior do tribunal, poupa as principais empreiteiras brasileiras da mais ampla investigação policial já desencadeada sobre irregularidades em obras públicas no país.
Levantamento do STJ (Superior Tribunal de Justiça) feito a pedido da Folha mostra que é inédita a decisão da presidência do tribunal que, desde janeiro, suspendeu a Operação Castelo de Areia.
A ordem para interrupção do processo levou a assinatura do então presidente do tribunal, Cesar Asfor Rocha.
A justificativa de Asfor para a decisão foi o uso de uma denúncia anônima para pedir autorização para instalar escutas telefônicas "genéricas". A Procuradoria de São Paulo sustenta que houve investigação preliminar.
Segundo a pesquisa feita pelo STJ, foram tomadas até hoje 33 decisões liminares (urgente e provisória) pela presidência do tribunal que citam denúncias anônimas.
Mas nunca o presidente da corte suspendeu uma ação penal nessas situações, exceto no caso dos empreiteiros. O pedido deles foi aceito, e a Castelo de Areia foi travada.
Esse inquérito da Polícia Federal apura fraudes em concorrências, superfaturamento de contratos e pagamentos de propina, além do uso do dinheiro arrecadado pelo esquema para irrigar o caixa de partidos e mais de 200 políticos. A operação foi suspensa a pedido de uma das construtoras investigadas, a Camargo Corrêa.
Um dos advogados da empreiteira é o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, conselheiro do presidente Lula para nomeações no STF (Supremo Tribunal Federal). Bastos é um dos articuladores para que Asfor Rocha seja indicado ao STF (leia).
FALANDO FRANCAMENTE
Wilson Carlos é citado na Operação Castelo de Areia
1. No total de R$ 843,5 mil, pagamentos da Camargo Corrêa teriam ligação com o metrô do Rio. Braço direito do governador reeleito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), Wilson Carlos de Carvalho caiu na rede da Castelo de Areia - investigação da Polícia Federal que teve como foco operações supostamente irregulares da Camargo Corrêa em obras públicas. Carvalho foi coordenador da campanha de Cabral à reeleição e é seu secretário de Governo. Carvalho trabalha com Cabral há mais de 13 anos.
2. O nome de Carvalho surgiu na Operação Castelo de Areia a partir de uma análise realizada pela PF em documentos apreendidos na casa do consultor Pietro Francesco Gavina Bianchi, em São Paulo. Bianchi foi diretor e atualmente é consultor da Camargo Corrêa. Segundo interceptações telefônicas feitas pela PF em 2009, o ex-diretor guardava em casa documentos que poderiam comprovar irregularidades, como caixa dois eleitoral e suborno. A PF então invadiu a casa de Bianchi, com ordem judicial e apreendeu diversos manuscritos e tabelas que citam Wilson Carvalho, sempre o relacionando ao metrô do Rio.
3. Uma tabela indica que seriam 12 mensalidades em 2008. Os valores corresponderiam a 5% do total recebido a cada mês pela Camargo Corrêa em supostos contratos para execução de obras. Os papéis que citam Carvalho trazem as datas de 25 de fevereiro (R$ 167,5 mil), 25 de março (R$ 165 mil), 27 de abril (R$ 166,5 mil), 26 de maio (R$ 167,5 mil) e 25 de novembro (R$ 177 mil), num total de R$ 843,5 mil. O suposto pagamento de R$ 166,5 mil, de abril, aparece ainda em outro documento. Trata-se da fotografia de um papel, achada em um pen drive na casa de Bianchi, que registra quatro operações de remessas a contas bancárias abertas na China e em Hong Kong em nome de empresas offshore.
Jorge Magalhães
Será que eu acertei?
Cabral não queria contrariar o ministro que suspendeu o processo contra o seu “braço direito”?
Pode ser que sim, mas pode ser que eu esteja completamente errado.
Qual a sua opinião?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA: SECRETÁRIO DE SÉRGIO CABRAL É CITADO NA LISTA DE REPASSES DE EMPREITEIRA!

Ex-BLOG DO CESAR MAIA:
FOLHA DE SP: SECRETÁRIO DE CABRAL É CITADO NA LISTA DE REPASSES DE EMPREITEIRA!
1. No total de R$ 843,5 mil, pagamentos da Camargo Corrêa teriam ligação com o metrô do Rio. Braço direito do governador reeleito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), Wilson Carlos de Carvalho caiu na rede da Castelo de Areia - investigação da Polícia Federal que teve como foco operações supostamente irregulares da Camargo Corrêa em obras públicas. Carvalho foi coordenador da campanha de Cabral à reeleição e é seu secretário de Governo. Carvalho trabalha com Cabral há mais de 13 anos.
2. O nome de Carvalho surgiu na Operação Castelo de Areia a partir de uma análise realizada pela PF em documentos apreendidos na casa do consultor Pietro Francesco Gavina Bianchi, em São Paulo. Bianchi foi diretor e atualmente é consultor da Camargo Corrêa. Segundo interceptações telefônicas feitas pela PF em 2009, o ex-diretor guardava em casa documentos que poderiam comprovar irregularidades, como caixa dois eleitoral e suborno. A PF então invadiu a casa de Bianchi, com ordem judicial e apreendeu diversos manuscritos e tabelas que citam Wilson Carvalho, sempre o relacionando ao metrô do Rio.
3. Uma tabela indica que seriam 12 mensalidades em 2008. Os valores corresponderiam a 5% do total recebido a cada mês pela Camargo Corrêa em supostos contratos para execução de obras. Os papéis que citam Carvalho trazem as datas de 25 de fevereiro (R$ 167,5 mil), 25 de março (R$ 165 mil), 27 de abril (R$ 166,5 mil), 26 de maio (R$ 167,5 mil) e 25 de novembro (R$ 177 mil), num total de R$ 843,5 mil. O suposto pagamento de R$ 166,5 mil, de abril, aparece ainda em outro documento. Trata-se da fotografia de um papel, achada em um pen drive na casa de Bianchi, que registra quatro operações de remessas a contas bancárias abertas na China e em Hong Kong em nome de empresas offshore.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

PT, PMDB E SARNEY, MAIS DENÚNCIAS.

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - ANA GALLI.
Política.
- Além de esquema de propinas, Operação Castelo de Areia descobre conta no exterior com suposta ligação com o PT e o PMDB.
Suspensa na última quinta-feira pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), César Asfor Rocha, a investigação de corrupção e lavagem de dinheiro contra diretores da Camargo Corrêa teria detectado não só esquema de propinas para a construção de hospitais e petroleiros. Em reportagem exclusiva, a Revista Época revela que a Operação Castelo de Areia teria localizado também uma conta em Taiwan supostamente ligada ao PT e ao PMDB. A suspensão foi determinada, segundo Asfor, pois a investigação foi iniciada a partir de uma denúncia anônima, o que afronta a Constituição, e porque as quebras de sigilo telefônico teriam sido autorizadas de forma ampla, sem fundamentação precisa. A decisão do ministro não é definitiva e vale até o julgamento de um habeas corpus pelo STJ.
- Fundação de Sarney teria desviado verba da Petrobras.
Auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) aponta que a Fundação José Sarney teria sido responsável por fraudes na execução de um projeto de R$ 1,3 milhão patrocinado pela Petrobrás. Os recursos seriam destinados à preservação do acervo e à modernização dos espaços físicos da fundação, em São Luís. Criada pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a entidade é acusada de uso de notas frias, empresas fantasmas e de fachada, contratações irregulares, ausência de comprovação de serviços, entre outras irregularidades, para um projeto cultural que nunca saiu do papel. De acordo com reportagem do Estado, a CGU sugere a devolução dos recursos ao Ministério da Cultura.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 30 de março de 2009

OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA - BLOG DO REINALDO AZEVEDO.



Desembargadora solta presos da Castelo de Areia; vejam o que ela disse e o que disse este blog.
Por José Alberto Bombig e Fernando Barros de Mello:

"A Justiça Federal decidiu ontem à tarde libertar os dez presos pela Polícia Federal durante a Operação Castelo de Areia, deflagrada na última quarta-feira, em São Paulo, e que teve a construtura Camargo Corrêa como principal alvo.Foram beneficiados pelos habeas corpus concedidos pela desembargadora Cecilia Mello, do TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, os diretores da Camargo Corrêa Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes, Dárcio Brunato e Raggi Badra Neto, as secretárias da empreiteira Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
A desembargadora concedeu habeas corpus diferentes para as sete pessoas que foram presas temporariamente (com prazo determinado) e preventivamente. Em uma das decisões, ela afirma que as palavras e expressões utilizadas para justificar a "custódia cautelar" revelam "meras conjecturas":
"Observo que as palavras mais referidas no despacho impugnado [decisão de De Sanctis] revelam meras conjecturas. A título exemplificativo são elas: "teriam sido; supostas; poderia estar havendo, poderia, suposto, eventual'", escreveu.
A prisão dos acusados, que deflagrou a operação, foi decretada pelo juiz Fausto Martin De Sanctis. O juiz é o mesmo da Operação Satiagraha, que chegou a prender o banqueiro Daniel Dantas no ano passado.Em outro trecho, a desembargadora Cecilia Mello afirma:
"(...) afigura-se patente a ilegalidade do decreto de prisão preventiva e o constrangimento em sua manutenção".
Ela também cita jurisprudências e "entendimentos" do STF (Supremo Tribunal Federal) e do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para embasar os habeas corpus que libertaram todos os dez presos.
Assinante lê mais
aqui
Comento:
Saúdo a desembargadora Cecília Mello. E não porque ela mandou soltar gente que nem conheço e que não sei se cometeu ou não os referidos crimes. Mas porque o ordenamento legal de um país não pode conviver com certos procedimentos. Reproduzo trecho do primeiro post que escrevi sobre este particular:
A íntegra da decisão do juiz Fausto De Sanctis (...) está (...) INTEGRALMENTE REDIGIDA COM VERBOS NO FUTURO DO PRETÉRITO. As pessoas foram presas com base em coisas que teriam acontecido. “A investigação criminal teria apurado que Kurt se ligaria a diretores da Camargo Corrêa (...) que, em tese, seria diretor da aludida construtora (...) bem como com a sua secretaria, que agendaria alguns encontros (...) que também integraria a diretoria...”
O parágrafo de onde extraio esse trecho tem sete linhas e cinco verbos indicando suposições.
Quando o juiz fala da Fiesp, a passagem exagera na rarefação:
“Os supostos intermediários da Camargo Corrêa seriam pessoas eventualmente vinculadas à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que estariam encarregadas de distribuir o dinheiro para funcionários públicos que ocupam cargos relevantes em Brasília".
Os intermediários são "supostos", e as pessoas são "eventualmente ligadas" e "estariam" encarregadas...
Voltei.
Sei o que apanhei por ter escrito o que vai acima. Alguns rábulas nervosinhos me escreveram: "Vai estudar direito primeiro..." Pois é... Cecília Mello deve ter estudado. Sabem por que este blog faz sucesso? Porque tem norte e princípios".
REINALDO AZEVEDO


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 27 de março de 2009

O GOVERNO BRASILEIRO E O GRUPO CAMARGO CORRÊA - GRAVÍSSIMO!

JORNAL DO BRASIL:
GRUPO ALVO DA POLÍCIA FEDERAL TEM CONTRATO NO PAC E NO METRÔ DE SÃO PAULO.
Portal Terra.
SÃO PAULO – O grupo Camargo Corrêa é parceiro do governo federal em algumas das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e integra consórcios responsáveis pela expansão do Metrô de São Paulo e do Rodoanel. (clique e leia).


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

> Os possíveis estragos políticos da operação na Camargo Corrêa - Principal assunto do dia ontem, a operação Castelo de Areia, da Polícia Federal, prendeu ontem dez pessoas acusadas de fraudes que teriam beneficiado a construtora Camargo Corrêa, um dos maiores grupos empresariais do país. O que mais chamou a atenção foi a menção a partidos políticos no inquérito, apontados como supostos beneficiários de doações. "Nem todos os repasses foram devidamente declarados à justiça eleitoral, de acordo com a investigação - em muitos casos, a 'doação' era feita em dinheiro vivo", diz a reportagem do site de ÉPOCA. Na lista, aparecem grandes legendas, como o PSDB, o DEM, o PMDB e o PPS. O senador Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado, aparece como destinatário de doações da empreiteira. Ele confirma ter recebido R$ 300 mil, mas legalmente. É evidente que essa operação terá algum tipo de exploração política; só resta saber se os dois principais partidos de oposição (PSDB e DEM) serão os mais atingidos, caso haja desdobramentos na investigação. Os partidos governistas, por enquanto, estão quietos - até porque o PMDB estaria no meio.
> Governo promete 1 milhão de casas. Mas para quando?"Não tem data. Portanto, ninguém me cobre que nós vamos fazer um milhão de casas em dois anos." Foi assim que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, ontem, o chamado PAC da Habitação, se eximindo de qualquer responsabilidade sobre o prazo de conclusão do plano. Assim, convenhamos, fica bem mais fácil, pois Lula sabe que a construção das casas vai depender muito da boa vontade de Estados, municípios e da iniciativa privada. O Globo diz que "o projeto nasce cercado de críticas", e cita a escassez dos recursos (R$ 34 bilhões) em comparação com outras despesas do governo, como o reajuste de servidores públicos, estimado em R$ 175,5 bilhões até 2012.3.
> Ensino público não é bom nem em área nobre de SPO Estadão mostra que a qualidade do ensino público estadual deixa a desejar até mesmo na região centro-oeste da capital paulista, a mais bem avaliada pelo Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp). Metade dos alunos da 8ª série e do 3º ano do ensino médio estão nos níveis "básico" e "abaixo do básico" em matemática; ou seja, não conseguem, por exemplo, fazer conta que envolva multiplicação e adição. O índice geral de alunos com nível abaixo do básico caiu de 40%, em 2007, para 30%, no ano passado. "A conclusão foi que, mesmo melhorando as notas de 2007 para 2008, em quase todas as escolas só uma minoria chega hoje a níveis considerados adequados de aprendizagem", escreve o jornal.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO