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segunda-feira, 6 de julho de 2009

SOLDADO DE POLÍCIA RG 15.015 JOSÉ SARNEY.

O GLOBO
Em uma vertiginosa ficção, o senador José Sarney (PMDB) foi transformado nessas linhas, no Soldado de Polícia RG 15.015 (homenagem ao PMDB) José Sarney.
Diante dessa alteração, o que aconteceria com José Sarney, se recebesse ilegalmente quase R$ 4.000,00 mensais de um auxílio-moradia indevido?
Flagrado, ato contínuo José Sarney seria submetido a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), ao final do qual seria excluído da Polícia Militar, perdendo a graduação e o salário.
O que aconteceria se o Soldado de Polícia Sarney praticasse algum ato secreto, para facilitar a contratação de seus familiares, por alguma empresa terceirizada que preste serviço para a Polícia Militar?
Ele seria submetido a um PAD e seria excluído da Polícia Militar.
E, finalmente, se o Soldado de Polícia Sarney fosse pedir ao presidente Lula ajuda para não ser excluído?
Ele seria punido disciplinarmente e ainda, excluído.
É uma pena que isso seja uma ficção e que no Brasil as oligarquias se protejam e se sustentem, permitindo que os seus integrantes gozem de um salvo conduto lato sensu, não importando o que façam.
Um dia, nós ainda vamos transformar o Brasil em uma democracia, não podemos desistir da missão.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 23 de junho de 2009

O QUE IREMOS FAZER COM ESSE SENADO?

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
- Atos secretos já envolvem pelo menos 37 senadores.
A conta é feita pelo Estadão. Segundo o jornal, a edição de atos secretos beneficiou ou obteve o aval de ao menos 37 dos 81 senadores desde 1995 - o que dá uma assustadora fatia de 45% da Casa. Outros 24 ex-parlamentares também tiveram algum tipo de relação com as decisões por baixo dos panos. E não há distinção partidária - PT, DEM, PMDB, PSDB, PDT, PSB, PRB, PTB e PR estão na lista. Ontem, foi revelado pelo Blog do Noblat que mais um afilhado político do presidente José Sarney (PMDB-AP) ocupa cargo na Casa: é Raimundo Nonato Quintiliano Pereira Filho, diretor da Fundação José Sarney, em São Luís, mas lotado no gabinete de Edison Lobão (PMDB-MA) . É o 11º na conta de Sarney.
- Senadores pedem saída de Sarney e acusam Agaciel de chantagem.
Falando em Sarney, alguns colegas do presidente pediram ontem, em plenário, sua saída do cargo, informa O Globo. Para Cristovam Buarque (PDT-DF), Sarney “não está tendo a percepção da crise” e sugeriu ao presidente que se licencie por dois meses. Arthur Virgilio (PSDB-AM) afirmou, dirigindo-se a Sarney: “Vossa Excelência não necessariamente tem que sobreviver. Quem tem que sobreviver é o Senado Federal.” E acusou o ex-diretor geral do Senado, Agaciel Maia, de usar os atos secretos para chantagear senadores e se perpetuar na função. Para Virgilio, Maia “tem mestrado e doutoramento em chantagem” e, ao lado do ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi, seria um “ladrão comprovado”. Os termos usados por Virgilio são um sinal de que o clima no Senado é inviável - ou se faz algo realmente sério ou a lama toma conta de tudo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

JOSÉ SARNEY, GO HOME!

O GLOBO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 20 de junho de 2009

DEMOCRACIAS DE PAPEL, NADA MAIS, NADA MENOS.

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
- Os atos intencionalmente secretos do Senado:
A manchete da Folha de S. Paulo (para assinantes) de hoje revela um aspecto sobre os atos secretos do Senado que muitos já suspeitavam. Segundo o chefe do serviço de publicação do boletim de pessoal do Senado, Franklin Albuquerque Paes Landim, não houve “erro técnico”, mas sim uma prática recorrente e deliberada de esconder do público várias decisões da Casa. De acordo com Landim, o esquema era comandado pelo ex-diretor-geral Agaciel Maia e pelo ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi, que chegaram a esconder alguns atos “por anos”. O triste relato mostra a total falta de compromisso com a transparência que emana do Senado, e o pior é que uma alteração dessa postura, na atual conjuntura, só pode partir dos próprios senadores. Não vai ser fácil mudar a situação.
- Processo contra Palocci é arquivado pelo Supremo:
O Supremo Tribunal Federal arquivou ontem o processo conhecido como “mensalinho”, no qual o ex-ministro Antonio Palocci (PT), hoje deputado federal, era acusado de ter cometido irregularidades em contratos de limpeza urbana. De acordo com o Estadão, o que mais pesou na decisão dos ministros do STF foi o posicionamento do procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, segundo o qual as provas conseguidas até aqui não são suficientes para garantir a participação de Palocci no esquema.
- Khamenei nega fraudes e alerta manifestantes:
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, fez nesta sexta-feira seu primeiro discurso público depois da eleição da semana passada e dos protestos que se seguiram a ela. Segundo o jornal The New York Times, Khamenei falou a milhares de pessoas por quase duas horas, e disse que 11 milhões de votos (a diferença do presidente Ahmadinejad para os outros candidatos) “não podem ser falsificados”, e que a República Islâmica “não iria trapacear e trair as pessoas”. Khamenei disse que os manifestantes devem agir dentro da legalidade pois, do contrário, “serão responsabilizados por seus atos”. Já Ahmadinejad se retratou por ter chamado os manifestantes de “poeira” e disse que se referia apenas aos mais violentos. Diante da tensão dos últimos dias, Khamenei e Ahmadinejad querem evitar que a situação se torne explosiva. Eles sabem que um cenário de instabilidade não trará benefícios para os atuais detentores do poder.
- Mubarak pede que árabes aproveitem chance de paz:
O The Wall Street Journal publica hoje um artigo do presidente do Egito, Hosni Mubarak, que tem dois lados distintos. Ele escreve alguns absurdos, como por exemplo que seu país combate o terrorismo com “moderação e tolerância”, sem lembrar que as prisões egípcias tiveram papel fundamental no fomento da ira islâmica atual. Apesar disso, é possível extrair algumas coisas boas do texto de Mubarak. E a principal delas é que o egípcio percebe que a solução para o conflito entre Israel e palestinos passa também pelas questões síria e libanesa. No texto, Mubarak elogia o recente discurso de Barack Obama no Cairo e diz que um “acordo histórico” pode ser alcançado. O Egito é um aliado estratégico no Oriente Médio, e os EUA precisam continuar aproveitando a disposição de Mubarak para estimular o diálogo na região.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 16 de junho de 2009

O PMDB ESTÁ EM TODOS OS ESCÂNDALOS POLÍTICOS DO GOVERNO LULA (PT).

O GLOBO
REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
"Atos secretos teriam blindado investigados pela PFMais uma revelação do Estadão no caso dos atos secretos: as decisões administrativas às escondidas teriam sido usadas para blindar e esconder movimentações financeiras de assessores parlamentares presos pela Polícia Federal nos últimos anos. Um dos beneficiados seria José Roberto Parquier, assessor do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) e detido em 2006 num suposto esquema de corrupção em estatais do setor elétrico. “Mesmo depois da operação, ele permaneceu por mais dois anos no Senado, recebendo R$ 7,6 mil de salário. Sua demissão, quando trabalhava com Raupp na liderança do PMDB, se deu em 15 de maio de 2008, por meio de ato secreto - somente agora revelado”, diz a reportagem".
Dia 20, demonstre a sua indignação, leve a sua voz para a Praia de Copacabana.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 13 de junho de 2009

O ESCÂNDALO QUE SAIU DO BAÚ - BRASIL O PAÍS DA COLIGAÇÃO PT-PMDB E DOS ESCÂNDALOS.

O escândalo que saiu do baú
13/06/2009 - 00:01 Enviado por: Mauro Santayana
Por Villas-Bôas Corrêa
Quando a temporada de escândalos do pior Congresso de todos os tempos parecia ter esgotado o repertório para a pré-campanha eleitoral, que começa a esquentar no primeiro trimestre do próximo ano, eis que surge do fundo do baú dos segredos da cumplicidade o que parece disputar o recorde do maior do período do mandato e meio da reeleição do presidente Lula.
A esta altura, a encruada CPI da Petrobras ou a esquálida CPI das ONGs foram rebaixadas das manchetes para os destaques das páginas internas. E desta vez cabe ao Senado o lugar no alto do pódio. Ele não compartilha com a Câmara dos Deputados, apesar das muitas leviandades e trampas do seu repertório, a descoberta que a Mesa do Senado vinha guardando a sete chaves, à espera da melhor hora de divulgar o seu feito histórico.
Vamos aos fatos, antes de mais delongas.
A atenta e severa Mesa Diretora do Senado foi informada, com o suporte de dados preliminares, da descoberta de mais de 500 atos secretos, que nunca foram publicados no Boletim Administrativo, como é da rotineira exigência da lei, que distribuem, com a generosidade dos que lidam com o dinheiro da explorada Viúva, favores em cascata para senadores e a sua enorme parentela dos afins, além do cupinchas, cabos eleitorais e amigos do peito e do bolso, de nomeações aos privilégios que podem render mais do que o salário.
Alguns senadores com o queixo enterrado no pescoço mexem-se para a apuração rigorosa do tamanho da trapaça, uma vez que o seu principal responsável é de fácil identificação: o ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia, genial inventor da fraude dos atos secretos, utilizados pelos ex-presidentes nos últimos dez anos.
E na forma do costume a apuração deslizou como água de córrego, sem bulha, na maior moita. Quando começou a varredura, o otimismo da Mesa do Senado foi alimentado pela avaliação da comissão instalada para investigar os atos secretos, em cerca de 300.
De 300 para 500 é menos que o dobro, uma mixaria. Mas não há como manter o sigilo depois do estouro do traque. E o relatório, final que deveria ser apresentado hoje, ficou adiado para a próxima semana, tempo para recuperar o fôlego. O azar nunca anda sozinho. O Ministério Público vai pedir ao Tribunal de Contas da União (TCU) a anulação dos atos secretos e a devolução do dinheiro que os ex-felizardos embolsaram e, por certo, gastaram com a imprevidente com que se costuma dissipar o que não custou o suor e o esforço do bestunto.Até aqui, a corriola dos senadores vinha tentando abafar o estrondo da denúncia, com o pinga-pinga da liberação das apurações nas últimas páginas do Boletim Administrativo.
Não será tarefa para amadores encolher escândalo que se alinha entre os recordistas, com o tom de criatividade e ineditismo, da nomeação secreta de meio milhar de parentes, amigos, cupinchas, crias da casa, além de cargos de agentes secretos, aumentar salários ou a mais simples criação de horas extras sem limite.
Afinal, a longa permanência do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia, e a sua prosperidade de milionário pródigo, tem a sua explicação exposta à luz dos números na apuração da comissão criada para apurar o milagre. Até prova em contrário, senadores de todos os partidos, do governo e da oposição fartaram-se nos banquetes do ex-diretor-geral. Nada impedirá que contamine a campanha eleitoral e seja um dos destaques da rede nacional de TV e na de rádio para a propaganda eleitoral gratuita.
O líder do DEM, senador José Agripino Maia, antecipou-se na cobrança pública de punições e “com a devolução dos recursos aos cofres públicos”. Não é tudo. O freio de mão da cautela aconselha prudência antes de conhecidos os beneficiários com a sangria secreta. Pois, o escândalo tem todo o jeito de ser superpartidário.
Mais afoito, o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), adiantou que vai pedir a demissão do ex-diretor do Senado Agaciel Maia, por improbidade administrativa. Com a agravante de ter mentido quando questionado por senadores:
“Perguntei ao Agaciel se havia atos secretos nesta Casa, ele respondeu que não. Já pedi as notas taquigráficas para entrar com um processo administrativo por ele ter mentido aos senadores”.
Se não perder o embalo, este será o escândalo do ano."
Salvo melhor juízo, já passou a hora de sairmos às ruas para fazer coro com o Senador Cristóvan Buarque do PDT, vamos fechar esse Congresso Nacional, ficará muito mais barato para o Brasil e ninguém sentirá falta "DELES".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

"ATOS SECRETOS" DO SENADO FEDERAL.

O jornal O Globo publica neste sábado matéria sobre os "atos secretos" do Senado Federal, mais uma ação criminosa contra o povo brasileiro (clique e leia).
A cada dia ficamos mais convencidos de que os Senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB) e Cristóvan Buarque (PDT) têm razão.
O primeiro disse que o partido a que pertence, o PMDB, é corrupto!
Assim sendo, o partido que realmente manda no país é corrupto.
O segundo aconselhou o fechamento do Senado Federal, uma idéia que a cada dia parece ser mais coerente.
O Brasil desse Congresso Nacional, desse PT e desse PMDB empurra o povo brasileiro para o abismo da CLEPTOCRACIA.
Só uma grande mobilização nacional dos NÃO ANALFABETOS poderá mudar essa realidade.
E, como esse é um país das siglas: MNNA.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBOBONO