sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
SILÊNCIO DOS CONIVENTES - DORA KRAMER.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
PREFEITURA DE TERESÓPOLIS DESMENTE ARMAÇÃO DE O GLOBO E PSDB.
Prefeitura de Teresópolis desmente armação de O Globo e PSDB
Por Thea Tavares
O Globo, PSDB e o Prefeito petista de Teresópolis #ChuvasRJ
Por Stanley Burburinho.
1 – O jornal O Globo publicou na sua versão online matéria, com chamada em letras garrafais fazendo suposta denúncia de que a Cruz Vermelha de Teresópolis estaria sendo impedida de trabalhar no socorro a vítimas pela prefeitura local. O Prefeito de Teresópolis, Jorge Mário é do PT:
“Publicada em 17/01/2011 às 10h48m
Segundo relato de membros e voluntários, prefeitura decidiu que entidade não poderia mais fazer atendimentos médicos dos desabrigados.(…)
.
2 – Às 11h05m, a Prefeitura de Teresópolis emitiu nota desmentindo o Globo e dizendo que está trabalhando em parceria com a Cruz Vermelha e que o Governo Municipal e a organização humanitária estão empenhados em ajudar a quem está precisando neste momento, de tantas dificuldades:“Cooperação Prefeitura e Cruz Vermelha”A Prefeitura de Teresópolis esclarece que está trabalhando em parceria com a Cruz Vermelha. O Governo Municipal e a organização humanitária estão empenhados em ajudar a quem está precisando neste momento, de tantas dificuldades. Este é o objetivo: trabalhar em conjunto em prol da população e das pessoas atingidas pelo forte temporal que assolou a Região Serrana.
http://teresopolis.rj.web.br.com/noticias/indexfull2.php?sec_not_id=453
Plantão | Publicada em 17/01/2011
Prefeitura de Teresópolis afirma que está trabalhando em parceria com a Cruz Vermelha
(…)”
Prefeitura petista dificulta trabalho da Cruz Vermelha em Teresópolis
Seg, 17 de Janeiro de 2011
Denuncia do Globo On Line informa que a Prefeitura de Teresópolis, cujo titular, o petista Jorge Mário Sedlacek, antes mesmo de enterrar os mortos já afirmou que precisa de R$590 milhões para “reconstruir” a cidade, está impedindo o trabalho da Cruz Vermelha, obrigando a instituição a suspender a assistência que vinha prestando naquela cidade.
http://www.psdb-rj.org.br/site/midia/noticias/943-prefeitura-petista-dificulta-trabalho-da-cruz-vermelha-em-teresopolis
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 31 de agosto de 2010
TEMPO DE NULIDADES - SOCIÓLOGA MARIA LÚCIA VICTOR BARBOSA.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com
Eu sou fã de Maria Lucia, o que faz com que na quase totalidade das vezes, apenas reproduza seus textos impecáveis, penso que tudo está escrito e ponto final.
Hoje, resolvi introduzir uma alegoria.
Em um país distante, diz a lenda, um povo sofrido era dominado por um monstro que oprimia o povo e alimentava as elites. Um dia nasceu um herói que anunciou a salvação do povo e ao lado do povo venceu o monstro. Ao tomar o castelo e sentar no trono, o herói tirou a fantasia, ele era um monstro maior ainda. O monstro só queria as tetas fartas do poder, ao povo destinou as migalhas, que os miseráveis saborearam.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
RECEITA FEDERAL - QUEBRA DE SIGILO - MINISTÉRIO PÚBLICO.
Deputados pedem à Procuradoria para apurar suposta quebra de sigilo
Parlamentares entregaram nesta quinta requerimento a subprocurador.
Receita apura quebra de sigilo de integrantes do PSDB, que acusa o PT.
Deputados de partidos de oposição querem a abertura de um inquérito civil público para investigar a suposta quebra de sigilo de integrantes do PSDB por servidores da Receita Federal.
Na tarde desta quinta (26), eles entregaram ao subprocurador do Ministério Público Federal Eugênio Aragão, em Brasília, um requerimento no qual solicitam a apuração da origem da quebra de sigilo e da eventual prática de improbidade administrativa dos envolvidos.
O requerimento é assinado por Raul Jungmann (PPS-PE), João Almeida (PSDB-BA), Cássio Taniguchi (DEM-PR) e Gustavo Fruet (PSDB-PR).
Eles reivindicam ainda que seja designado um procurador da República para acompanhar o processo administrativo interno aberto pela Receita para apurar o caso.
O subprocurador Eugênio Aragão disse que repassará o pedido para o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que está em viagem. Se for aberta investigação, ela correrá no estado onde houve a violação, afirmou.
Segundo Jungmann, o interesse da oposição é cobrar e punir os responsáveis. “Este é um fato negativo para a República e para todo o país. Não tem que haver exploração política, tem que cobrar os responsáveis e punir. Porque neste clima de terror, o que nos aguarda no futuro? Nós vivemos no país dos ‘caseiros Francenildos’. Quem está do lado do governo, da candidata do governo, tem direitos. Quem não está, é exposto a ter o seu sigilo quebrado, violado. Qualquer brasileiro pode ter o seu sigilo violado”, afirmou.
O deputado fez referência ao caso do caseiro Francenildo Costa que, em 2006, teve o sigilo bancário violado depois de afirmar na CPI dos Bingos que o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, frequentava uma casa em Brasília usada por lobistas. Palocci sempre negou a versão.
O deputado também criticou o presidente do PT, José Eduardo Dutra, que anunciou nesta quinta que a legenda vai processar o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, por ter ligado o nome da candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, à quebra de sigilo de Eduardo Jorge.
“A levar ao pé da letra o argumento do Dutra, o Serra vai dar um tiro na cabeça e a oposição vai se suicidar. Talvez assim a gente esteja fazendo o que ele diz. O Dutra tem a desfaçatez de ver que tem um crime sendo cometido contra as oposições e acusa a vítima É muito cinismo do Dutra. É falta de vergonha na cara e falta de argumentação”, afirmou.
O caso
Funcionários da Receita teriam violado o sigilo fiscal do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge, e de outras três pessoas ligadas ao partido.
Nesta quinta, em São Paulo, o candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, acusou o PT e se disse vítima de uma “permanente guerra de baixaria”.
O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, anunciou a decisão do partido de processar Serra, por conta das declarações do tucano vinculando a campanha de Dilma Rousseff à suposta violação de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 21 de junho de 2010
CONVENÇÃO DEM - PV- PSDB - PPS.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quinta-feira, 17 de junho de 2010
SINCERAMENTE, PARECE QUE ESTÃO QUERENDO AJUDAR SÉRGIO CABRAL (PMDB).
PSDB agora quer candidato próprio no RJ.
A dois dias do lançamento formal de Gabeira, tucanos trabalham para implodir palanque do verde no Estado.
Comando do partido alega que Serra precisa de palanque eletrônico e de campanha para fixar número 45 no Rio.
CATIA SEABRA
DE SÃO PAULO
A dois dias do lançamento formal de sua candidatura, o palanque do pré-candidato do PV ao governo do Rio, Fernando Gabeira, está sob risco de demolição.
Com o aval do candidato tucano à Presidência, José Serra, o comando do PSDB decidiu lançar um candidato majoritário -com o número 45- no Estado.
A decisão é que Márcio Fortes (PSDB) deixe a vice de Gabeira para tentar o Senado, no lugar de Marcelo Cerqueira (PPS).
Hoje, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, desembarca no Rio para viabilizar a substituição. Fracassada a negociação, não se descarta a hipótese de ruptura com o PV para lançamento de uma candidatura própria.
Guerra sugeriu a troca aos presidentes do PPS, Roberto Freire, e do DEM, Rodrigo Maia, em duas reuniões. Os dois rechaçaram.
Freire se recusou a conversar com Cerqueira para que abra mão da candidatura ao Senado em favor de um tucano. "O PSDB precisa respeitar os aliados", disse Freire, chamando a proposta de "invenção de marqueteiro".
Maia também reagiu: "Se não confiam que vamos pedir votos para o Serra, por que estamos aliados?".
O lançamento de um candidato do PSDB ao Senado poderia prejudicar seu pai, o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), que também tenta vaga na Casa. "Faltam dois dias para a convenção", lembrou Cesar Maia.
Seguindo orientação da coordenação de comunicação, o comando do PSDB alega que Serra precisa de um palanque eletrônico no Rio, uma campanha exclusivamente dedicada à fixação do 45 no Estado.
Terça, no café com Freire, Guerra chegou a ventilar a ideia de candidatura própria ao governo do Rio. À mesa, Fortes discordou. "De que adianta um candidato próprio com 2%?".
Gabeira reconhece o risco de implosão. Mas diz não poder se "manifestar sobre o que não aconteceu".
MARINA
Hoje, os tucanos avaliam como errada uma aliança sem um único palanque exclusivo de Serra no Rio.
Avalista do acordo, a candidata do PV, Marina Silva, também demonstra desconforto com a situação. Ontem, recomendou aos aliados um roteiro em que não se encontre com Serra na convenção estadual do PV.
A pedido de Marina, a participação dos dois acontecerá em momentos diferentes.
Na oposição, a possibilidade de apoio a Joaquim Roriz (PSC) no DF também abala a aliança. "O PPS não apoiará Roriz", avisou Freire.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 4 de maio de 2010
ELEIÇÕES 2010 - GOVERNADOR - HAVERÁ SEGUNDO TURNO.
As urnas responderão a todas as perguntas.
O certo é que a política no Brasil e especialmente no Rio de Janeiro precisa mudar com urgência.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 7 de abril de 2010
ELEIÇÕES PARA O GOVERNO DO RIO DE JANEIRO.
O "IMBRÓGLIO ELEITORAL" NO ESTADO DO RIO!
2. Por isso, além do espaço que foi conquistado por razões de alternativa política local, com a candidatura a governador, querem ampliar esse espaço fazendo aparecer o número de Marina mais vezes na TV. Por isso, o interesse em lançar candidato a Senador e obter algum tempo dos partidos associados na campanha de governador. Excluindo os compreensíveis problemas político-hepáticos, é esta a questão central.
3. Em 2009, quando se configurava compulsoriamente uma campanha presidencial em dois turnos, a afirmação de uma candidatura a governador no Estado do Rio apoiada pelos partidos da base de Serra (PSDB-DEM-PPS) era um dado importante para tirar espaço da candidata presidencial do PT. Mas o quadro mudou. A eleição se tornou polarizada, eliminou a possibilidade de inclusão de Ciro Gomes e Marina, com toda a generosidade da imprensa, continuou patinando no mesmo patamar.
4. Dessa forma, criou-se um quadro que a eleição presidencial pode ser decidida no primeiro turno, bastando para tal, que um candidato supere o outro pela votação de Marina. Observando 2006, isso é possível, na medida em que se projeta, no final de agosto depois da entrada da TV, o mesmo emagrecimento que ocorreu com Heloisa Helena. E esta, estava na época, com níveis bem mais altos do que estará Marina em 2010.
5. Assim sendo, o entorno de Serra, respeitando os avanços que já se tinham feito no Estado do Rio, com seus três partidos em relação à candidatura a governador de interesse de Marina, passou a reavaliar, para dentro, esse quadro. A conclusão óbvia é que não vale a pena mais estimular a candidatura de Marina no Estado do Rio, pois Serra pode ganhar no primeiro turno. E se deixou o barco flutuar.
6. Paradoxalmente, quem resolveu esticar a corda, exigindo ruptura da coligação para ganhar mais tempo de TV no Senado, foram os que apóiam Marina. Durante 8 meses a mesma cantilena deles na imprensa, pedindo a exclusão do DEM. Os partidos da base de Serra se mantiveram silentes. Esse comportamento foi entendido, ingenuamente, pelos apoiadores de Marina, que havia campo para avançarem. E assim o fizeram declarando que excluiriam o DEM da coligação, usando os argumentos mais esdrúxulos contra um candidato que co-lidera as pesquisas ao Senado e que abre entre os eleitores de renda mais alta.
7. O resultado é que, precipitado pelos que apóiam Marina, se reabriu a possibilidade de se rever a decisão anterior e com isso se reabrir a discussão sobre a candidatura a governador, passando-se a usar o numero 45 nela. É possível que isso leve a eleição estadual para ser decidida em primeiro turno, o que seria algo razoável, pois não se teria eleição estadual no RJ no segundo turno. São essas as questões em discussão atrás das cortinas, e o que vem a público são vozes emanadas de lá e desconectadas do conjunto.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
SÃO PAULO, MANIFESTAÇÃO E CONFRONTO EM SÃO PAULO.
Polícia reprime protesto contra enchentes em SP.
Foram mais de cinco horas de confronto na Zona Sul da capital. Moradores dizem que urbanização de córrego está causando alagamentos.
Veja o site do Jornal da Globo
Os manifestantes se reuniram no bairro Cidade Dutra, na Zona Sul, logo depois da chuva que começou a cair no final da tarde em São Paulo. Uma hora e meia de chuva e o córrego urbanizado transbordou. Em pouco tempo, a água tomou ruas.
Saiba mais
Córrego transborda, e Ipiranga entra em estado de alerta, diz CGE
Chuva causa interdição de rodovia no interior de SP
Com água pelos joelhos, os moradores reclamavam que a urbanização do córrego passou a provocar alagamentos. Revoltado com as enchentes, um grupo fechou a principal avenida do bairro. Quando a polícia chegou, houve confronto.
O grupo que fechou as pistas se escondeu atrás das casas. Quando viraram a esquina, os PMs foram recebidos com fogos de artifício. Muitos disparos foram feitos.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
ONG HUMAN RIGTHS WATCH - REVELA POSSIBILIDADE DE EXECUÇÕES NO RIO DE JANEIRO E EM SÃO PAULO.
Confrontar diariamente com crianças armadas com fuzil é surreal para um país que não viva uma guerra civil.
Extraído de: Agência Brasil - 18 horas atrás
Rio de Janeiro - Relatório da organização não governamental (ONG) Human Rights Watch revela que muitos homicídios cometidos pela polícia do Rio de Janeiro e de São Paulo, relatados como legítima defesa, são execuções extrajudiciais. O documento também mostra que as polícias dos dois estados estão entre as que mais matam em todo mundo.
O documento Força Letal: Violência Policial e Segurança Pública no Rio de Janeiro e em São Paulo reúne provas que contradizem 51 dos mais de 11 mil casos registrados como auto de resistência seguido de morte pelos policiais, desde 2003. Em 33 casos, técnicas forenses vão contra as versões oficiais para os homicídios e em 17 mostram que a vítima recebeu um tiro à queima-roupa.
"Os policiais são autorizados a usar a força letal como o último recurso para se protegerem ou protegerem outros. Mas a noção de que esses homicídios seriam cometidos em legítima defesa ou seriam justificados pelos altos índices de criminalidade é insustentável", afirmou o diretor da divisão das Américas da ONG, José Miguel Vivanco, em nota.
Segundo a Human Rights, as polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo matam juntas mais de mil pessoas por ano em supostos confrontos. Comparativamente, em 2008, para cada pessoa que matou, a polícia fluminense prendeu 23 pessoas e em São Paulo, 348. Nos Estados Unidos, a polícia prendeu mais de 37 mil suspeitos para cada vítima.
Embora os números não estejam contabilizados, o relatório também chama atenção para as mortes cometidas por policiais fora do expediente, "frequentemente quando agem como membros de milícia no Rio ou em grupos de extermínio em São Paulo".
A causa dos extermínios extrajudiciais, aponta o documento da Human Rights, são os sistemas de justiça penal nos dois estados que dependem de membros das próprias corporações para investigar as circunstâncias dos autos de resistência e que não conseguem responsabilizar os policiais por assassinato.
"Enquanto couber às polícias investigar a si mesmas, essas execuções continuarão. E os esforços legítimos de combater a violência serão enfraquecidos", completa Vivanco.
Elaborado com dados coletados em dois anos de pesquisa, o relatório traz entrevistas com cerca de 40 autoridades da justiça criminal como promotores e procuradores, que também avaliam que as execuções extrajudicias nos dois estados são um problema generalizado.
Autor: Isabela Vieira- Repórter da Agência Brasil
JUNTOS SOMOS FORTES!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
A BRIGADA MILITAR MOSTRA A FORÇA DO SUL DO BRASIL.
24/11/2009 - 15h30
PMs gaúchos rejeitam aumento salarial e ameaçam entrar em greve
Flávio Ilha
"Mais de mil policiais militares gaúchos se reuniram em assembleia geral no início da tarde desta terça-feira (24) para rejeitar a proposta de aumento salarial enviado pela governadora Yeda Crusius (PSDB) à Assembleia Legislativa. Os policiais ameaçam entrar em greve até que o Legislativo rejeite o pacote ou a proposta seja alterada pelo governo.
Avante Brigadianos!
domingo, 1 de novembro de 2009
O BRASIL SOBREVIVERÁ?
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
CABRAL NO RIO E AÉCIO EM MINAS.
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 12 de setembro de 2009
CABRAL CONTRA PÁUL - SÉTIMO CAPÍTULO E MAIS UMA ENTREVISTA NA TV ALERJ.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
A SAGA DE CABRAL: ONTEM FOI VAIADO EM CAXIAS.
domingo, 23 de agosto de 2009
PEC 300/2008 - VAMOS COBRAR AS INDICAÇÕES.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
SÉRGIO CABRAL (PMDB) COPIOU JOSÉ SERRA (PSDB) E CAMINHOU PARA A INCONSTITUCIONALIDADE.
- Antifumo é inconstitucional, diz AGU.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
MOVIMENTO FORA SARNEY! - CONHEÇAM QUEM VOTOU A FAVOR E CONTRA A ÉTICA NA POLÍTICA.
RIO - Por nove votos a seis, o Conselho de Ética do Senado rejeitou na tarde desta quarta-feira todos os recursos contra o arquivamento dos 11 pedidos de investigação - seis denúncias e cinco representações - contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A votação dos recursos contra as denúncias e representações, que aconteceu em blocos, se deu em duas partes, que resultaram no mesmo placar.
Confira abaixo como votaram aos integrantes do colegiado:
A FAVOR DO ARQUIVAMENTO:
Wellington Salgado (PMDB-MG)
Almeida Lima (PMDB-SE)
Gilvam Borges (PMDB-AP)
João Pedro (PT-AM)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
Gim Argello (PTB-DF)
Romeu Tuma (PTB-SP)
Delcídio Amaral (PT-MS) - suplente
Ideli Salvati (PT-SC) - suplente
CONTRA O ARQUIVAMENTO:
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Eliseu Rezende (DEM-MG)
Marisa Serrano (PSDB-MS)
Sérgio Guerra (PSDB-PE)
Rosalba Ciarlini (DEM-RN) - suplente
Jefferson Praia (PDT-AM) - suplente
domingo, 16 de agosto de 2009
PESQUISA DATAFOLHA - PRESIDÊNCIA.
Vantagem de Serra vai de 13 pontos no Nordeste a 40 em SP.
A menor diferença entre o tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff, de acordo com a nova pesquisa Datafolha, ocorre entre os eleitores dos Estados das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.
Kennedy Alencar: Pesquisa preocupa Serra e Dilma
Em compensação, no Estado de São Paulo, governado por Serra, o levantamento aponta ampla vantagem do pré-candidato do PSDB a presidente.
No Nordeste, onde Serra fez diversas incursões recentemente, ele tem 31% das intenções de voto contra 18% de Dilma --13 pontos de diferença, a mesma vantagem que tem nas regiões Norte/Centro-Oeste.
Em suas análises eleitorais, a direção petista avalia que Dilma tem potencial para encostar em Serra e até superá-lo no Nordeste, onde Lula foi bem na eleição de 2006 --teve 77% dos votos válidos no segundo turno contra o então candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.
Mas o próprio PT reconhece que a situação dela é preocupante em São Paulo e irá incrementar sua agenda no Estado.
Serra tem 51% das intenções contra apenas 11% da petista entre os paulistas. Ciro Gomes (PSB), que também cogita concorrer ao governo de São Paulo, está empatado tecnicamente com Dilma. Ele alcança 12%.
Os tucanos avaliam que, se Serra abrir sobre Dilma uma diferença de 4 milhões de votos no Estado, ele amplia ainda mais sua chance de se tornar o próximo presidente. O cálculo leva em conta o fato de o governador ser bem conhecido nas demais regiões, pois já foi ministro da Saúde e disputou a eleição presidencial de 2002.
Reservadamente, os petistas paulistas compartilham o raciocínio, mas afirmam que Dilma está longe de seu teto em São Paulo. Na semana passada, a ministra participou de uma grande festa da militância do PT na capital do Estado.
Até o final do ano, a ministra deverá intensificar sua agenda entre os paulistas vistoriando obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Quando o candidato tucano é o governador mineiro Aécio Neves, o melhor desempenho do PSDB ocorre na região Sudeste, onde ele chega a atingir 31%. Mas, em São Paulo, Aécio empata com Dilma em 14% no principal cenário para ele. Ciro tem 24%.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
