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domingo, 31 de julho de 2011

POPULAÇÃO DE IMBARIÊ RECLAMA DA CEDAE.

COMENTÁRIO POSTADO:
“Boa tarde Cel.
Nós fazíamos uma verdadeira peregrinação em uma bica que saia de um hidrante localizado as margens do rio que passa no centro de Imbariê que no passado era conectado uma bomba pela CEDAE para abastecer o bairro Vila Sapê onde começou o movimento “sem água sem voto.” Para adquirir água só para o consumo e a digníssima CEDAE apesar de não fornecer água foi e suspendeu essa fonte de captação. Agora não temos mais onde pegar água para beber".
Anônimo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

UM ANO E SEIS MESES APÓS PROMESSA, DUQUE DE CAXIAS CONTINUA SEM ÁGUA.

PORTAL DUQUE DE CAXIAS
1 ano e 6 meses após promessa, Imbariê - Duque de Caxias continua sem água

Escrito por Redação duquedecaxias.net.br
No dia 10 de Agosto de 2008 (isso mesmo, 2008) ocorreu a solenidade para as obras de Ampliação do Sistema de Distribuição de Água no distrito de Imbariê.


1 e 6 meses se passaram (dobro do período estipulado) e o problema continua o mesmo: A população do 3º Distrito sofrendo sem água.
O evento contou com a participação do então deputado estadual Jorge Picciani, governador Sérgio Cabral, do prefeito de Caxias, José Camilo Zito, do então deputado estadual Marco Figueiredo e do vice-governador do Rio de Janeiro e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão. Durante o evento algumas frases foram utilizadas:
"Temos que reconhecer a importância de Duque de Caxias. O município precisa de um abastecimento de água de qualidade. Hoje, o Governo do Estado está investindo R$ 32 milhões nesta área. Esse é um benefício importantíssimo, pois além de qualidade de vida é fundamental para a saúde da população. Essa realidade só é possível pela união de governantes como Cabral, Lula e Zito, prefeito de Caxias", declarou Picciani.
"Era um sonho para nós da Cedae realizar esse investimento. Vamos passar a produção de água tratada de 30 para 100 litros por segundo. Caxias tem importância vital para o estado e não poderíamos deixar de concluir esse projeto", comentou Victer.
Segundo o governador Sérgio Cabral, as obras devem durar de seis a oito meses e ao final do projeto, "Imbariê chegará ao século XXI". Cabral ainda lembrou o total investido pelo governo na Região Metropolitana do Rio. "É impressionante como a dívida do estado com a Baixada Fluminense é gigantesca. Foram décadas de esquecimento no abastecimento de água. Hoje, estamos investindo mais de R$ 800 milhões na Região Metropolitana. Em Imbariê a água não tem qualidade nem força para chegar à casa das pessoas. Sem água não temos cidadania", afirmou o governador.
Fonte: Alerj
A cobertura completa da solenidade pode ser vista no site da ALERJ:
http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo2.asp?num=31152
O portal duquedecaxias.net.br tentou contato com a CEDAE e com o governo do estado até a postagem desta matéria, porém não obteve sucesso.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

JORNAL DA SEGURANÇA PÚBLICA - ANO I - 096 - 05 SET 2010.

Quem é responsável por esse total desrespeito com a vida humana?
O presidente, o governador, o prefeito do município?
Por que o local não está interditado?
Estão esperando que alguém morra para dar desculpas?
Parece que no Rio nós não conseguimeos interditar nada, considerando o que ocorreu no interior de um túnel na Zona Sul, onde um jovem foi atropelado e morreu?


Por que políticos que não se preocupam com a vida humana querem se reeleger?
O vídeo está relacionado com o postado no Jornal da Segurança Pública 095.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 12 de julho de 2010

DENÚNCIA - POLICIAIS MILITARES TERIAM APLAUDIDO SÉRGIO CABRAL (PMDB).

Eu recebi uma denúncia no sentido de que Policiais Militares teriam aplaudido Sérgio Cabral (PMDB), durante um evento em Duque de Caxias, neste final de semana. Vou tentar apurar essa denúncia que considero muito grave, tendo em vista o completo descaso de Sérgio Cabral (PMDB) com a Polícia Militar. Penso que se isso ocorreu, só pode ter sido por ordem algo inadimissível.
Os Policiais Militares devem seguir o exemplo dos Bombeiros Militares que vaiaram Sérgio Cabral (PMDB), duas vezes, durante a cerimônia de abertura da campanha contra a dengue no Maracanãzinho.
Vou investigar e informar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

DIA 07 JAN 2010 - 10:00 hs - EXCLUÍDO FARDADO EM DUQUE DE CAXIAS.

Nessa quinta-feira, às 10:00 horas, o Excluído Fardado estará em Duque de Caxias, na Praça Roberto Silveira, divulgando a nossa mobilização por melhores salários.
Divulgue e participe.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 10 de novembro de 2009

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A SAGA DE CABRAL: ONTEM FOI VAIADO EM CAXIAS.

Hoje visitamos o município de Duque de Caxias, onde recebemos a informação de que Sérgio Cabral (PMDB) tinha sido vaiado no dia de ontem.
Zito, o prefeito de Duque de Caxias teria tentado interferir para evitar as vaias, porém não conseguiu apesar de sua forte popularidade.
E assim o governador segue colhendo o que plantou ao longo desses 32 meses de gestão, a reprovação popular.
A rejeição à Cabral é tão grande que ele chega a ser vaiado ao lado do presidente Lula que é muito popular. Ontem, o fenônemo se repetiu, foi vaiado ao lado de um político com grande aceitação popular, o prefeito Zito.
Isso é o retrato de uma gestão equivocada que centra em licitações, obras, compras e terceirizações, enquanto abandona o funcionalismo público que cuida do povo.
Hoje os professores realizaram um novo ato de protesto, vamos aguardar os desdobramentos.
O Rio de Janeiro caminha para o colapso.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O EXCLUÍDO FARDADO FEZ SUCESSO NA PRAÇA DO PACIFICADOR - DUQUE DE CAXIAS.



JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

RIO DE JANEIRO - O ESTADO DA EXCLUSÃO SOCIAL.

Enquanto fazia o policiamento nas ruas de Duque de Caxias, o Excluído Fardado pode constatar que também em Caxias, as famílias vivem sob marquises.
O governador Sérgio Cabral (PMDB) bate todos os recordes de viagens internacionais e o povo fluminense sofre com a exclusão social.
São as famílias sem teto, sem emprego e suas crianças que se alimentam de cola e brincam de malabaristas nos sinais de trânsito, em troco de migalhas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 1 de abril de 2009

GENERAL CESÁRIO E A MÍSTICA DA SACRALIDADE MILITAR - ANDRÉ F. FALLEIRO GARCIA.

EMAIL RECEBIDO:
GENERAL CESÁRIO E A MÍSTICA DA SACRALIDADE MILITAR

André F. Falleiro Garcia

A vida humana compõe-se de incontáveis atos rotineiros, nos quais o dia-a-dia profissional ou familiar contribui para o progresso de uma cidade, região ou país. Mas não há apenas essa rotina, quase sempre estafante nos dias atuais. Há momentos especiais, que marcam fases da vida individual ou social, proporcionam um clímax de emoção, revestem de gala pessoas e ambientes.
É o cerimonial que torna sensível a diferença entre uma coisa e outra. As cerimônias emolduram circunstâncias que ficariam banais e se confundiriam com a rotina se não fossem vividas segundo certo ritual.
Celebra-se de forma cerimoniosa o batizado, a colação de grau, o casamento, o enterro. Ou a tomada de posse de um prefeito, governador ou presidente. Nas monarquias a coroação de um rei é coisa estupenda. As cerimônias militares estão entre as mais belas jóias que reluzem na sociedade temporal.
Os adornos, formas, cores e movimentos têm grande importância para valorizar esses atos. Quando as pessoas são vazias de valores, nessas horas ficam cheias apenas de faceirice. Esta, como é inconsistente, proporciona contentamento fugaz que logo desce de clave e busca a hilaridade e a trivialidade, chegando muitas vezes até o vulgar.
Mas se os participantes do cerimonial se voltam para o significado intrínseco daquilo que se passa, então percebem a sacralidade do momento. O acontecimento passa a ter uma dimensão superior. O teto se abre e a ligação com o infinito se estabelece. É o momento da aliança entre o homem que sobe até Deus, e Deus que desce até o homem. Este é o significado da sacralidade. Há uma espécie de superação do presente, que então se acresce do passado e do futuro.
General Cesário
Não compareci à Passagem de Comando realizada no dia 11 de março de 2009 no Salão Nobre do Palácio Duque de Caxias, quando o General-de-Exército Luiz Cesário da Silveira Filho transmitiu o Comando Militar do Leste para o General-de-Exército Rui Alves Catão.
Mas posso avaliar o alto significado do ato e a grandeza de espírito de seus participantes através das palavras pronunciadas pelo general Cesário: "As solenidades militares não se esgotam nos seus aspectos visíveis e formais, senão no seu significado profundo de ritual e símbolo, que deve ser interpretado e explicitado, para que se cumpra o seu verdadeiro papel de síntese do que se quer preservar do passado, de testemunho das aspirações do presente e de arauto do que se deseja anunciar do futuro."
Constato, em suas palavras, a presença de um bem inapreciável: a mística da sacralidade militar. Ela não morreu. Sobreviveu às medalhadas, às caricaturas e ao postiço.
Mas é preciso interpretar e explicitar o significado intrínseco do que se passou naquele momento. Sem esse esforço, esvazia-se o conteúdo sacral e resta o mero profissionalismo, hoje quase sinônimo de venalidade.
Eis como o general Cesário apresentou seu testemunho dessa ligação com o sacral militar que o nimbou ainda no berço: "Meu pai, também orgulhoso oficial de cavalaria, vaticinara no meu nascimento 'se fores militar, sejas oficial do Exército, ele é o cerne da nacionalidade brasileira e dentre as armas escolhe a imortal Cavalaria, ela é a doce brisa dos campos de batalha e sobre ela Deus, Deus somente'. Cumpri os seus desígnios."
Essas palavras inspiradas reduzem à unidade os três elementos da cosmologia militar: a terra, o homem, Deus. Conectam-se o amor à pátria, a carreira militar e o serviço divino. Daí decorre uma mística: de um ato de enlevo à brasilidade, nascido em peito varonil que empunha uma arma, e que sobe como um rojão ao mais alto. Esse enlevo não produz arrogância nem mesmo afetação: gera a abnegação, da qual decorrem o serviço, a obediência e o holocausto.
O noviciado na arte militar foi realizado pelo general Cesário nesse mesmo espírito, seguindo essa mesma mística: "Ainda na Academia Militar, berço esplêndido de brasilidade e origem de todos nós, aprendi a grandeza e a servidão da vida militar. A par de exaustivos conhecimentos que nos eram transmitidos, absorvi o Espírito Militar que, oxigenado pela camaradagem, é formado por coragem, lealdade, ética, dignidade, espírito público e amor incondicional ao Brasil, virtudes tão escassas nos dias atuais, mas que, naquele templo de amor ao Brasil, jamais deixaremos de ensinar."
Nas palavras do general Cesário que citamos, podemos identificar o núcleo ideológico que compõem a mística militar: o serviço, a obediência e o holocausto. Pois o conteúdo desse espírito é o serviço à pátria, a obediência à hierarquia de comando e o primado do senso de holocausto sobre o instinto de conservação.
É justamente o senso de holocausto que ele ressalta, ao se referir ao seu batismo de fogo: "Ainda como cadete do último ano, participei ativamente da Revolução Democrática de 31 de março de 1964, ocupando posição de combate no Vale do Paraíba, oportunidade na qual aprendi que, se necessário for, o soldado deve dispor da própria vida para que os interesses maiores da Pátria se sobreponham às ambições pessoais."
Mais uma vez, em sua fala, o general retorna ao momento crucial de 1964 – vivido sob as ordens do general Médici que na época comandava a Academia Militar das Agulhas Negras – para exaltar o serviço, a obediência e o senso de holocausto: "Rendo a minha homenagem àqueles que junto comigo, magnetizados pela liderança de nosso Comandante e dos nossos Instrutores, não titubearam diante da possibilidade de derramar o seu próprio sangue, se necessário fosse, sem se importar em sacrificar a sua juventude e as suas esperanças em prol do interesse maior da Pátria".
A obediência militar, para ser sacral, deve ser governada pela prudência. É preciso uma ordem, vindo de um superior legítimo, que ordene dentro do campo onde pode exerce sua autoridade. Se aquele que manda ultrapassa o âmbito de seu direito de mandar, não há ordem, mas abuso de poder. A um abuso de poder corresponde ao subalterno não o dever da obediência, mas o dever da resistência. São noções que orientaram – e ainda orientam – o procedimento sempre modelar do general Cesário.
Quem ler o
encontrará também nele traços dessa mística sacral militar. O reducionismo que tentam impor ao militarismo brasileiro não se limita a transformar seu corpo em cavalgadura de um civil. Mais que isso: querem roubar-lhe a alma.
Está gizado de modo sucinto o perfil de alma do soldado brasileiro, do único exército de Caxias, que ontem, hoje e amanhã serve como sentinela dos nossos campos, dos nossos mares, dos nossos ares. Para ele, “a farda não é uma vestimenta que se despe, mas uma segunda pele que adere definitivamente à alma...”. A farda veste seu corpo, a mística da sacralidade militar reveste sua alma.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO