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sexta-feira, 18 de março de 2011

SÃO PAULO: ASSOCIAPOL NA LUTA SALARIAL.

"ASSOCIAPOL: POLICIA CIVIL DE SP: SE NECESSÁRIO IREMOS A GREVE”.
Nossa luta em defesa da família policial não deve se esmorecer, nossas perspectivas, apesar de otimistas, não são tão favoráveis, novo governo, novos secretários, mas alguns apenas trocaram suas cadeiras, será que haverá uma mudança na política salarial dos funcionários públicos?
Esperamos que o novo delegado geral de polícia do estado de São Paulo dr. Marcos Carneiro junto ao sr. secretário de segurança pública do estado de São Paulo dr. Antonio Ferreira Pinto encaminhe a importância do atendimento as reivindicações dos policiais civis ao novo governo, buscando de fato a dignidade de todos os profissionais, pais de famílias, homens e mulheres que sempre honraram a camisa dessa grandiosa, respeitável instituição a policia civil do estado de São Paulo. Confiamos no "novo" governo Geraldo Alckmin, acreditamos que não cometerá o mesmo erro da gestão Serra que com sua falta de coragem em 2008 colocou os policiais militares e policiais civis em confronto resultando assim uma verdadeira falta de respeito contra seu funcionalismo público, ou melhor pais de famílias. Onde esqueceu que não basta apenas colocar novas viaturas, mas sim uma política salarial que atenda de fato as suas reais necessidades.
Pautas de nossas reivindicações salariais para 2011:
01 - reestruturação das carreiras policiais civis, já em trâmite há 10 anos;
02 - regularização do cálculo do regime especial de trabalho policial - retp;
03 - descongelamento do adicional de insalubridade;
04 - transformação da remuneração em subsídios;
05 - regularização da aposentadoria especial;
06 - cumprimento da lei que fixa a data-base em 01 de março de cada ano;
07 - revalorização do vale alimentação, com ampliação da faixa de abrangência, das 141 UFESPs para 300 UFESPs.
ASSOCIAPOL está junto nessa luta por melhores condições de trabalho e melhores salários. Policial Civil essa é apenas o inicio de nossa jornada, é hora de mostrar nossa força, nossa honra. Juntos buscar a nossa dignidade!
Que deus abençoe a todos !
Força & honra !
A.B.MONTEIRO
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JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 16 de janeiro de 2011

ACORDA BRASILEIRO!

RIO - 610 MORTOS

AGÊNCIA ESTADO
Dívidas de campanha (política) serão pagas com dinheiro público

Manobra no Congresso destina mais R$ 100 milhões ao Fundo Partidário em 2011
A maior parte das dívidas das campanhas presidenciais de 2010 poderá ser "estatizada" graças a uma manobra dos líderes dos partidos no Congresso, que, no fim do ano passado, elevaram em R$ 100 milhões a destinação de recursos públicos para o Fundo Partidário em 2011.
Durante a tramitação do Orçamento, o subsídio governamental para o funcionamento dos partidos aumentou em 62%, dos R$ 165 milhões previstos na proposta inicial do governo para o valor recorde de R$ 265 milhões. O incremento de R$ 100 milhões - o suficiente para sustentar por um ano cerca de 100 mil beneficiários do programa Bolsa Família - foi aprovado por todos os partidos, segundo a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), relatora do Orçamento.
A unanimidade tem uma explicação: todas as legendas foram beneficiadas. O PT, por exemplo, ganhou uma receita extra de R$ 16 milhões - o equivalente a 60% da dívida deixada pela campanha de Dilma Rousseff. A fatia adicional do PSDB é de R$ 11 milhões, valor suficiente para cobrir todas as pendências da campanha do ex-presidenciável José Serra, estimadas em cerca de R$ 9,6 milhões.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 4 de dezembro de 2010

CIDADÃO FLUMINENSE: VEJA QUEM GANHOU NAS REGIÕES DOMINDAS PELAS MILÍCIAS?

No Rio de Janeiro, as milícias são a facção criminosa que mais cresce, rivalizando com as bandas podres. As milícias sempre tiveram apoio da banda podre da política fluminense, a mais poderosa, tal verdade é de domínio público.
O Estadão (São Paulo) nos brinda com um mapa onde pode verificar por região os votos de Dilma e Serra no Município do Rio de Janeiro.
Corra o mouse e veja quem venceu (e como venceu) nas áreas dominadas por milicianos (acesse o mapa).
Eu espero que um órgão da imprensa do Rio produza trabalho semelhante sobre o primeiro turno para o governo do Rio, gostaria de saber quem venceu nas áreas dos milicianos.
Quem sabe o Estadão ou a Folha de São Paulo possam prestar tal serviço.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 31 de outubro de 2010

O PROJETO DE PODER DO PT VENCEU - PONTO FINAL.

Urnas apuradas: 99,63% (TSE).
1) Votaram no projeto de poder do PT.
- Votaram em Dilma Rousseff ( PT ) = 55.563.598

- Total = 55.563.598
brasileiros.
2) Não votaram no projeto de poder do PT.
- Votaram em José Serra (PSDB) = 43.636.226

- Não participaram da eleição (abstenção) = 29.071.280

- Votaram em branco = 2.449.463

- Votaram nulo = 4.675.773

Total = 79.832.742 brasileiros.
De um eleitorado total de 135.804.433, quase 80.000.000 (60%) de brasileiros não disseram sim ao projeto do PT.
Ponto final.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ELEIÇÃO 2010 - DENÚNCIA - DESDOBRAMENTOS.

Acabo de postar um comentário informando que o blog do jornalista Sidney Rezende também publicou a denúncia (acessem).
Novos fatos estão surgindo, inclusive nos comentários.
Vamos continuar "investigando".
A denúncia parece de menor importância, mas não podemos nos deixar enganar, ela é importante.
Na escola onde eu votei, ao sair ouvi uma senhora que saía de outra sala de aula, que tinha anulado o voto em razão de ter esquecido o número do José Serra.
Imagine o efeito da exibição de um documento oficial da Justiça Eleitoral com duas vezes os dados da Dilma e uma vez os dados de José Serra.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ELEIÇÕES 2010 - DENÚNCIA - GRAVE

EMAIL RECEBIDO:
Cel Paúl
"Na entrada de todas as seções os mesários colaram o panfleto da justiça eleitoral ( em anexo ), onde o nome da DILMA aparece duas vezes. Eu reclamei e os panfletos foram retirados e outros um dos nomes da DIlma foi riscado à caneta".
Abraços

DIVULGUEM.
Vou encaminhar para a minha lista de jornais, revistas e jornalistas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 30 de outubro de 2010

SERRA x DILMA - O ÚLTIMO DEBATE.

O debate da TV Globo acabou minutos atrás. O modelo adotado impediu que os candidatos fizessem perguntas entre si, o que minimizou as agressões, eles passaram todo o debate respondendo doze perguntas dos eleitores indecisos que estavam presentes.
Não sei se os indecisos escolheram em quem votar, porém ficou claro que não é fácil justificar a opção de votar em Dilma Rousseff (PT).
Novamente, Dilma demonstrou insegurança e uma dificuldade para construir um raciocínio lógico, finalizando as suas colocações.
Dilma confunde quando tenta explicar qualquer tema e não consegui entender a tática de ficar andando de um lado para o outro, passando por trás de José Serra, enquanto este respondia. Sinceramente, voltei no tempo, pensei que estava em um parque de diversões com uma espingarda de chumbinho atirando no pato...
Eu voto Serra, 45.
Voto no deputado, no ministro, no prefeito, no governador e no presidente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

INSTITUTO GPP: SERRA NA FRENTE.

COMENTÁRIO POSTADO:
O instituto GPP registrou no TRE uma pesquisa onde mostra que o candidato José Serra lidera a disputa com 52% dos votos válidos e Dilma com 48%. Os números são diferentes dos divulgados pela mídia nacional, o que provoca um reboliço.
A pesquisa ouviu 4.047 pessoas entre os dias 22 e 24 de outubro no país inteiro, “registramos a pesquisa para mostrar para a população e dizer o seguinte: “não viaje, fique na sua cidade e vote. Porque se isso acontecer, o Serra será presidente do Brasil. A eleição vai ser apertada para qualquer um dos lados”, diz o candidato a vice-presidente Índio da Costa.
Segundo ainda informação do Instituto GPP, o único que acertou os números no primeiro turno, estes números são de uma pesquisa de campo e não do tracking tucano, que faz pesquisa telefônica. De qualquer maneira, eles estão próximos do que tem constatado o tracking: uma vantagem para Serra, mas ainda em situação de empate técnico.
O Instituto GPP goza de credibilidade e tem um histórico de acerto em pesquisas sobre intenção de votos, que realizou em outras disputas eleitorais, inclusive no primeiro turno das eleições presidenciais deste ano, quando acertou o resultado.
A pesquisa foi registrada no TRE sob o número 37.219/2010
Luiz Drummond
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

domingo, 24 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

TV GLOBO DESMASCARA FARSA DE LULA, DO PT, DE DILMA E DO SBT.

A minha primeira impressão foi esta, após assistir a reportagem do SBT, inserida na propaganda da Dilma Rousseff; a fala de Lula para imprensa e a reportagem feita pela TV Globo, com a participação de um perito criminal.
O SBT apresentou imagens de uma bolinha de papel atingindo a cabeça de Serra, em Campo Grande e depois, mostrou Serra levando as mãos à cabeça, mais de dez minutos depois. A propaganda de Dilma afirmou que foi uma farsa, uma encenação, após Serra ter recebido uma ligação no celular, pois uma bolinha de papel não provocaria tamanho efeito.
A Globo provou que dois objetos atingiram a cabeça de Serra, em dois momentos diversos, a bolinha e outro, provavelmente uma bobina de fita adesiva.
Não posso ser conclusivo apenas com as poucas imagens que vi, mas penso que a versão do Lula (PT), da Dilma e do PT seja uma FARSA.
Tudo é muito triste.
Um vale tudo para se manter no poder.
Temo que possamos estar nos aproximando de um momento de ruptura, uma grave ruptura, caso a candidata de Lula perca as eleições.
Todavia, se tem que ser assim, se o preço for este, eu pago.
Não podemos permitir que grupos oligárquicos queiram permanecer no poder a qualquer preço, temos que garantir o nosso embrião de democracia.
Espero que cada um cumpra o seu dever.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

DEBATE DILMA-SERRA - REINALDO AZEVEDO.

Debate Folha-RedeTV – Dilma vive o seu pior momento. Ou: Ela quer governar “para a pessoa humana”
Não sei quem vai vencer a eleição de 2010 — eu adoro começar os meus textos com esta frase, hehe, porque imagino a cara de tacho dos que sabiam… —, mas asseguro que os petistas andam muito preocupados. E o debate de ontem, promovido pela Folha e pela Rede TV, ajuda a explica por quê. Vamos ser claros? A candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, está perdida e vive o seu pior momento desde que a corrida começou. Se isso vai ou não se refletir nas urnas, bem, isso eu também não sei. A diferença de alguns coleguinhas espertos (aqueles mesmos que tinham a certeza de que Dilma venceria no primeiro turno com larga maioria…), não tomo a minha percepção do debate como síntese da opinião dos telespectadores-eleitores. Exceção feita àqueles que são fãs do PT e que votam no partido ainda que o candidato seja um poste de bigode, acho difícil que alguém possa dizer que Dilma se saiu bem no embate de ontem. Já o tucano José Serra teve o seu melhor desempenho.
Uma frase da candidata petista, na fala final, poderia ser um emblema de sua performance: “Farei um governo voltado para a pessoa humana, sobretudo para a pessoa humana, que será respeitada”. Seja lá o que isso signifique, dada a impossibilidade de existir uma pessoa não-humana. Dilma talvez estivesse tentando corrigir posições polêmicas expressas em entrevistas anteriores, como a defesa que fez da descriminação do aborto.
Serra não tocou no assunto; ela também não. Mas a questão está no ar. Pouco antes do início do debate, a Justiça Eleitoral havia determinado que a PF a apreendesse impressos encomendados por uma setor da Igreja Católica que recomenda que os cristãos não votem em candidatos pró-aborto. Anteontem, petistas haviam constrangido ilegalmente o gerente de uma gráfica (ler acima). E Dilma se vê, então, na contingência de afirmar que vai respeitar “a pessoa humana”. Convenham: chega a ser patético.
Dilma escolheu ontem dois caminhos: satanizar José Serra, acusando-o de “privatista” — e, parece, ele conseguiu se sair bem do embate —, e atacar a gestão tucana em São Paulo, especialmente na educação e na segurança pública. Huuummm… A privatização como terrorismo eleitoral foi muito eficiente na disputa de 2006, mas, tudo indica — ainda falta muito tempo para a eleição — “não pegou” desta vez. E Dilma, convenham, não ajuda muito. Eu duvido que alguém tenha entendido direito o que ela quis dizer ou a “denúncia” que ela tentou fazer. O ataque à gestão tucana em São Paulo parece ser uma estratégia estranha. Eu duvido que isso a ajude a ampliar sua margem de votos fora de São Paulo. No Estado, esse mesmo discurso foi rejeitado nas urnas. O tucano Geraldo Alckmin venceu a disputa no primeiro turno. Ademais, os números falam em favor do Estado nos dois quesitos, como vocês estão cansados de saber.
Eu não sei quem vai vencer a eleição de 2010, mas se nota um certo esgotamento da tática petista. Os ataques permanentes ao governo FHC e a louvação exagerada de Lula foram armas muito eficientes no primeiro turno, diante de uma campanha de Serra que não conseguia, isto é evidente, encontrar o tom, perdendo-se num administrativismo minimalista, embora tocasse, sim, em questões sérias e graves da gestão, como a saúde por exemplo. Mas faltavam a voz e a postura do estadista, do governante com uma mensagem. E isso apareceu no segundo turno na campanha eleitoral — que descobriu que quem só apanha perde — e nos debates. E Dilma, que realmente esperava triunfar no primeiro turno, perdeu o rumo. E não o encontrou até agora.
A saída tem sido reforçar a presença de Lula no horário eleitoral e nos palanques. Faz sentido? Pode até fazer. Ele é seu grande esteio — na verdade, sempre foi o único . Mas isso também contribui para que fique mais evidente o seu real tamanho. Ela não venceu no primeiro turno, mas a vantagem conquistada era grande. É claro que a eleição terminou no dia 3 com um viés pró-Dilma. Hoje, creio, dada a, digamos, imprecisão dos institutos de pesquisa, poucos se arriscariam a cravar o resultado. Dilma está esgotada.
O que, afinal, o segundo turno trouxe para o primeiro plano? Essa não é a praia dela, não. Pode até ser eleita, mas será sempre uma estranha nesse ninho. No primeiro turno, com dois outros candidatos no embate, ela falava muito menos. A campanha triunfalista de João Santana — que passou a bater pesado — se encarregava de criar a “super-Dilma”. Nos debates, ela fazia suas perguntas a Marina e Plínio de Arruda Sampaio e podia deitar sua sapiência estudada, sem muito risco.
Um debate de segundo turno é de outra natureza. Aí, por mais ensaiada que a coisa esteja, o risco é gigantesco. Se o adversário souber lidar direito com a lógica do encontro, como fez Serra neste domingo, as coisas podem se complicar, como se complicaram. Os defeitos de Dilma vieram à tona com brutal clareza. Sua arma continua a ser uma só: tentar desmoralizar o governo FHC e exaltar o governo Lula. Ocorre que isso tinha lá sua eficiência nos debates da fase anterior. Agora, pode passar a imagem de pessoa ranheta, prepotente, que está sempre falando mal dos outros.
Lula vai ter de se desdobrar e entrar ainda mais na campanha. Pode dar certo? É claro que pode. Mas também pode reforçar a suspeita de que Dilma é incapaz de andar pelas próprias pernas e de que alguém assim não pode presidir o Brasil. É uma operação de risco.
Nos estúdios da Rede TV, o clima entre os petistas, ao fim do encontro, era de velório. Tivessem ido bem, viria a arrogância conhecida. Eles não sabem ganhar ou perder nem um mísero debate. E, nesse caso, não dá para chamar a Polícia Federal.
Por Reinaldo Azevedo
Concordo, ninguém pode prever o resultado das urnas, as nossas não auditáveis urnas eletrônicas. A melhor forma de recepcionar e de apurar votos do mundo, mas que o mundo não copia, estranhamente.
O mundo deve estar errado.
Apesar das incertezas, o lulismo parece estar perdendo o fôlego.
Os seguidos escândalos na cúpula do governo funcinam como golpes no fígado desferidos por um boxeador.

Militarmente, digo que a munição está no fim.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

DEBATE DA REDE TV - SERRA - DILMA.

Curto e grosso:
Não consigo entender como Dilma Rousseff chegou à posição de candidata ao cargo de Presidente da República do Brasil.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

BLOG COTURNO NOTURNO: OS FALSÁRIOS - DEMÉTRIO MAGNOLI.

BLOG COTURNO NOTURNO:
Quinta-feira, Outubro 14, 2010
Sensus: em 15 dias, diferença entre Serra e Dilma cai 15,3 pontos percentuais, apontando empate técnico. Isso é 1 milhão de votos por dia.
A última pesquisa Sensus mostrava Dilma Rousseff com 53,9% x 34,5% de José Serra, em um improvável segundo turno, já que o instituto dava a fatura como liquidada no primeiro turno. Pois é. Agora Serra aparece com 47,7%,tendo crescido 13,2 pontos percentuais. Dilma, por sua vez, cai para 52,3%, perdendo 1,6 ponto percentual. Com margem de erro de 2,2%, há um empate técnico. Os institutos continuam tentando mostrar, numericamente, que Dilma Rousseff não está perdendo votos. Só não está ganhando. É mais um truque estatístico para enganar o eleitor brasileiro. Aquela velha e batida história de que o voto da Dilma é sólido. O Ibope diminuiu os indecisos para 3%, já a Sensus aumentou para 6,6%. E afirma que 22% ainda podem trocar o voto. Clique na imagem e leia, abaixo, artigo de Demétrio Magnoli sobre "pesquisas eleitorais".
Blog Coturno Noturno
Eis, o artigo de Demétrio Magnoli:
OS FALSÁRIOS
Demétrio Magnoli

Carlos Augusto Montenegro, o presidente do Ibope, profetizou há muitos meses uma vitória folgada de José Serra no primeiro turno. A campanha não havia começado e o Ibope não tinha pesquisas relevantes. O Oráculo falou para bajular aquele que, presumia sua sabedoria política, seria o próximo presidente. Mais tarde, durante a campanha, de posse de inúmeras pesquisas, o Oráculo asseverou com a mesma convicção que Dilma Rousseff venceria no primeiro turno. A bajulação aos poderosos de turno obedece a uma lógica inflexível. Na mesma entrevista, ele sugeriu que a oposição atentava contra a democracia ao repercutir os escândalos no governo. Cada um fala o que quer, nos limites da lei, mas o Oráculo de araque não se limita a isso: ele vende um produto falsificado.
Pesquisas de opinião declaram uma margem de erro e um intervalo de confiança. A margem de erro expressa a variação admissível em relação aos resultados divulgados. O intervalo de confiança expressa a confiabilidade da pesquisa - ou seja, a probabilidade de que ela fique dentro da margem de erro. Na noite de 3 de outubro, o Ibope divulgou as pesquisas de boca de urna para a eleição nacional e para 16 Estados, registradas com margem de erro de 2% e intervalo de confiança de 99%. Das 17 pesquisas, 12 ficaram fora da margem de erro. O intervalo de confiança real é inferior a 30%. Um cenário similar, catastrófico, emerge das pesquisas para o Senado. Há tanta diferença assim entre isso e vender automóveis com defeitos nos freios?
O Ibope não está só. Datafolha, Sensus e Vox Populi não fizeram pesquisas de boca de urna, mas suas pesquisas imediatamente anteriores também não resistem ao cotejo com as apurações. Todos os grandes institutos brasileiros cometem um mesmo erro metodológico, bem conhecido pelos especialistas. Eles usam o sistema de amostragem por cotas, que tenta produzir uma miniatura do universo pesquisado. A amostra é montada com base em variáveis como sexo, idade, escolaridade e renda. Isso significa que a escolha dos indivíduos da amostra não é aleatória, oscilando ao sabor de variáveis arbitrárias e contrariando os princípios teóricos da amostragem estatística.
O Gallup aprendeu a lição depois de errar na previsão de triunfo de Thomas Dewey nas eleições americanas de 1948. Venceu Harry Truman e o instituto mudou sua metodologia, adotando um plano de amostragem probabilística, que gera amostras aleatórias. Quase meio século depois, os institutos britânicos finalmente renunciaram à amostragem por cotas. O copo entornou em 1992, quando as pesquisas baseadas na metodologia furada previram a vitória trabalhista, mas triunfou o conservador John Major. Na sequência, uma equipe de especialistas identificou o problema e apresentou a solução. Os institutos brasileiros conhecem toda essa história. Não mudam porque a metodologia atual é mais prática e barata. Vendem gato por lebre.
A amostragem por cotas não permite calcular a margem de erro. Os institutos "resolvem" a dificuldade chutando uma margem de erro, que exibem como fruto de cálculo rigoroso. Como as eleições brasileiras costumam ter nítidos favoritos, eles iludem deliberadamente a opinião pública, cantando acertos onde existem, sobretudo, equívocos. Não é um fenômeno novo. Jorge de Souza, no seu Pesquisa Eleitoral: Críticas e Técnicas (Editora do Senado, 1990), já registrava que 16 das 23 pesquisas Ibope referentes às eleições estaduais de 1986 se situaram fora da margem de erro - o mesmo desastroso intervalo de confiança, em torno de 30%, verificado neste 3 de outubro.
Nem todos os institutos são iguais. O Datafolha conserva notável isenção partidária, embora também utilize o indefensável sistema de amostragem por cotas. O Oráculo do Ibope anda ao redor dos poderosos, sem discriminar partidos ou candidatos, farejando oportunidades em todos os lados. Marcos Coimbra, seu congênere do Vox Populi, pratica uma subserviência mais intensa, porém serve apenas a um senhor. Durante toda a campanha, o Militante assinou panfletos políticos governistas fantasiados como análises técnicas de tendências eleitorais. Dia após dia, sem descanso, sugeriu a inevitabilidade do triunfo da candidata palaciana no primeiro turno. Sua pesquisa da véspera do primeiro turno, publicada com fanfarra por uma legião de blogueiros chapa-branca, cravou 53,4% dos votos válidos para Dilma Rousseff. Errou em 6,5 pontos porcentuais, quase três vezes a margem de erro proclamada, de 2,2%.
Pesquisas, obviamente, não decidem eleições. Mas elas têm um impacto que não é desprezível. Sob a influência dos humores cambiantes do eleitorado, supostamente captados com precisão decimal pelas pesquisas, consolidam-se ou se dissolvem alianças estaduais, aumentam ou diminuem as doações de campanha, emergem ou desaparecem argumentos utilizados na propaganda eleitoral, modifica-se a percepção pública sobre os candidatos. Os institutos comercializam um produto rotulado como informação. Se fosse leite, intoxicaria os consumidores. Sendo o que é, envenena a democracia.
Beto Richa, o governador eleito em primeiro turno no Paraná, obteve da Justiça Eleitoral a proibição da divulgação de pesquisas eleitorais que não o favoreciam. A censura é intolerável, principalmente quando solicitada por alguém que se comprazia em dar publicidade a pesquisas anteriores, nas quais figurava à frente. Ele poderia ter usado o horário eleitoral para expor a incúria metodológica dos institutos e o lamentável papel desempenhado por alguns de seus responsáveis, como o Oráculo e o Militante. A opinião pública, ludibriada a cada eleição, encontra-se no limiar da saturação. Mais um pouco, aplaudirá o gesto oportunista de Richa e clamará pela censura. Que tal os institutos agirem antes disso, mesmo se tão depois do Gallup?
Ah, por sinal, qual é mesmo a taxa de aprovação do governo Lula?
Sociólogo, é Doutor em Geografia Humana pela USP.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES SOLICITAM APOIO DE ÍNDIO DA COSTA PARA APROVAÇÃO DA PEC 300.

Hoje, no Tijuca Tênis Clube, Policiais Militares e Bombeiros Militares deram continuidade à luta pela aprovação da PEC 300 (emenda aglutinativa 2/2010), conversando com o deputado federal Índio da Costa (DEM), candidato a vice-presidente.
Índio da Costa votou a favor da PEC 300 na Câmara dos Deputados, portanto, ninguém mais apropriado no momento para intermediar junto a José Serra (PSDB), candidato a presidência, a pretensão dos mais de 700 mil militares estaduais do Brasil.Nós sabemos que o PT e a base governista são contra a PEC 300, o que nos leva a buscar o apoio de José Serra-Índio da Costa para a conquista da dignidade salarial. Somos mais de 2 milhões de votos indiretos, uma força que não pode ser ignorada.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2010 - SEGUNDO TURNO - ESTRATÉGIAS - REUNIÃO - PEC 300.

Na quarta-feira, 13 OUT 2010, às 10:30 horas, será realizada uma reunião no Tijuca Tênis Clube para traçar estratégias de campanha para o segundo turno das eleições da chapa José Serra - Índio da Costa.
Um dos temas a serem tratados será o apoio à aprovação da PEC 300 (emenda aglutinativa número 2/2010), apoio este já manifestado pelo deputado federal Índio da Costa na Câmara dos Deputados, assim como, através de discursos na Primeira Marcha em Defesa da PEC 300, realizada no dia 30 AGO 2009, na orla da Zona Sul, quando ninguém no Rio falava sobre a PEC 300.
Todos os Bombeiros Militares, Policiais Militares e Policiais Civis (ativos, inativos e pensionistas) estão convidados para o evento.
Levem suas faixas, cartazes e camisas sobre a PEC 300.
Não podemos esquecer que o PT e a base governista (PMDB) emperraram a votação da PEC 300 no segundo turno, na Câmara dos Deputados.
A chapa Serra-Índio significa uma esperança para a PEC 300, a chapa Dilma-Temer significa a certeza do engavetamento da PEC 300.
A luta continua.
Sem salários dignos, sem segurança pública de qualidade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 9 de outubro de 2010

COM A PALAVRA CIRO GOMES, COORDENADOR DA CAMPANHA DE DILMA ROUSSEFF.


Se eu fosse o Serra faria deste vídeo a minha propaganda eleitoral.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO