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terça-feira, 11 de agosto de 2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

BRASIL: UM PAÍS SEM VERGONHA.

Revista Veja - O Filtro - Juliano Machado:
PMDB ataca oposição e deve arquivar mais 7 denúncias contra Sarney.
"A Folha de S.Paulo (para assinantes) descreve em detalhes mais um capítulo da degradação do Senado, que ontem teve direito a bate-boca entre Renan Calheiros (PMDB-AL) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). A discussão aconteceu depois de o PMDB de José Sarney encomendar parecer favorável à abertura de um processo no Conselho de Ética contra o líder tucano Arthur Virgílio por quebra de decoro parlamentar. Os peemedebistas afirmam que Virgílio é “réu confesso”, pois admitiu ter mantido um funcionário fantasma em seu gabinete, enquanto as acusações contra José Sarney não passam de notícias sem comprovação. Em cima desse argumento, o Conselho de Ética, presidido pelo aliado Paulo Duque (PMDB-RJ), deve arquivar hoje mais sete denúncias contra o presidente do Senado. Se a oposição quiser reabrir os processos contra Sarney, vai precisar do voto dos parlamentares petistas no Conselho de Ética, que também são decisivos para a abertura de um processo contra Virgílio. À Folha (para assinantes), Ricardo Berzoini, presidente do PT, disse que não cabe arquivamento sumário no caso das denúncias sobre os atos secretos, mas não quis se comprometer a aprovar um possível recurso da oposição".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O FILTRO - JULIANO MACHADO.

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
- Mais uma denúncia:
A Fundação José Sarney, cuja finalidade é preservar um acervo da época em que o presidente do Senado foi presidente da República, repassou verba de patrocínio da Petrobras a um dos diretores da entidade, informa a Folha de S.Paulo (para assinantes). Em pelo menos uma ocasião, a fundação contratou a empresa do diretor do Núcleo de Processamento de Dados da instituição, Sidney Gonçalves Costa Leite, para um serviço terceirizado. Em 2007, a SGC Leite & Cia recebeu R$ 6.500 para capacitar funcionários. Leite confirma a informação e diz que foi contratado em uma emergência porque conhecia o sistema de computação disponível. A pressão para Sarney (PMDB-AP) deixar o comando do Senado só aumenta. A anulação dos 663 atos secretos não produziu o efeito esperado no plenário, segundo O Estado de S.Paulo. Um grupo de parlamentares do PSDB, DEM, PSOL e PDT pediu ontem a renúncia de Sarney.
- Quem te viu, quem te vê!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva dividiu o palanque ontem com o senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL), no lançamento da primeira obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em Alagoas. E foi só elogios ao antigo rival e ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que não estava presente: “Eu quero aqui fazer justiça ao comportamento do senador Collor e do senador Renan, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado”. A provável candidata do PT à Presidência, a ministra Dilma Rousseff, também estava no evento, no qual foi distribuído um jornal com a manchete: “Presidente Lula da Silva apoia senador Collor de Mello para Governo de Alagoas”, mostra versão impressa de O Globo.
- As vitórias e as derrotas do clã Sarney:
José Sarney (PMDB-AP) ganha uma, como a nomeação de um aliado para a comissão que vai investigá-lo no Senado, mas perde outras. As denúncias que surgiram desde março contra o presidente do Senado agora vão na direção de seus filhos. O empresário José Fernando Sarney foi indiciado ontem pela Polícia Federal sob acusação, entre outros crimes, de fraudar documentos para favorecer empresas em contratos com estatais, noticia o Estadão. No caso de Roseana Sarney, governadora do Maranhão, uma reportagem do jornal O Globo diz que ela está sendo investigada pelo Ministério Público por contrato firmado entre o governo e uma associação, na poca presidida pelo banqueiro Edemar Cid Ferreira. Na apuração, a dúvida paira sobre valores que passam de R$ 2 milhões pagos a mais pelo governo à associação em apenas um contrato.
- A pizza de Lula:
Os trabalhos da CPI da Petrobras nem começaram, mas já surge a primeira crise entre Senado e o governo após a instalação da comissão. A declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que senadores da oposição são “bons pizzaiolos” gerou protestos. Na reação mais contundente, senadores disseram que é no Planalto que fica o forno para assar pizzas. Com a troca de farpas, sobrou para o governo. Em retaliação às declarações do presidente, o Senado rejeitou por 30 votos a 20 a recondução do diretor da ANA (Agência Nacional de Águas). Acuados, governistas trataram de encerrar rapidamente a sessão e deixar a avaliação de outras indicações para agosto, segundo a Folha de S.Paulo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

OS COMPADRES - EDITORIAL - FOLHA DE SÃO PAULO.

OS COMPADRES
Folha de SP
"Nem tudo saiu dentro do previsto na passagem do mandatário da República por Palmeira dos Índios, Alagoas".
O helicóptero da Presidência era muito grande para pousar próximo à barragem da qual parte uma adutora financiada pelo PAC. Aboliu-se o desembarque porque, como explicou o presidente, "podia dar problema". O plano alternativo também falhou. A ideia era demonstrar ao vivo as maravilhas da adutora a ser inaugurada. A torneira que traria água até opalanque, porém, não foi instalada. "Lamentavelmente, não deu tempo de agente fazer a obra, e a torneira não pôde chegar aqui", justificou Lula, na terra outrora governada pelo autor de "Vidas Secas", GracilianoRamos.
Dadas as circunstâncias um tanto restritivas, o presidente resolveu inaugurar algo mais abstrato: "Um outro jeito de fazer política no nosso país". Antes dele, discursou, as decisões do governo eram tomadas na base do compadrio; prevalecia "a política dos amigos". Lula valeu-se do fato de inaugurar obra ao lado de um governador do PSDB, Teotonio Vilela Filho, para persuadir de que os tempos mudaram.
O presidente exagerou. Todos os que já se sentaram na sua cadeira se viram compelidos a alargar seus horizontes político-partidários. A atitude faz parte do instinto de sobrevivência de todo governante e é necessária para que a democracia funcione. Mas a generosidade de Lula nesse aspecto tem sido maior que o seu helicóptero.
Ainda em Alagoas, o presidente rasgou elogios a uma notória dupla de congressistas. "Quero aqui fazer justiça ao comportamento do senador Collor e do senador Renan, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado."
Dias antes, Lula fizera "justiça" ao ex-presidente José Sarney e expusera o PT a mais um vexame histórico.
O presidente da República torna-se o fiador do que há de mais retrógrado na política brasileira. Abençoa de bom grado o compadrio - bem como sua matriz, o patrimonialismo - que displicentemente afirma combater. O uso de contratos, cargos e dinheiro públicos para beneficiar amigos e parentes é o roteiro monótono do interminável escândalo do Senado.
Alguns de seus protagonistas gozam da proteção de Lula.
Os modernistas inventaram a metáfora da antropofagia para designar a sua plataforma estética. Cabia devorar a tradição, como os caetés devoraram o bispo Sardinha, para dar à luz algo novo e vigoroso -no caso, uma cultura nacional.
Na relação entre Lula e os velhos oligarcas, não se sabe ao certo quem é devorado e quem devora.
Parecem todos desfrutar do mesmo banquete de privilégios e mandonismo.
No século 21, o presidente Lula e seus compadres dão sobrevida ao Brasil decadente retratado por Graciliano Ramos -um mundo que já deveria estar sepultado.?
Editorial da Folha de SP - 16/07/09.
E, ainda tem, gente que insiste que isso aqui é uma democracia...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 14 de junho de 2009

SENADOR RENAN CALHEIROS DO PMDB, VOSSA EXCELÊNCIA LEMBRA?



Cidadão brasileiro, você lembra?
Pois é ...
Ele está mandando de novo.
E, você, cidadão brasileiro, continua também na mesma situação, você nada mais é do que o BOBALHÃO DA CORTE, no CIRCO BRASIL!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 11 de junho de 2009

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

REVISTA VEJA - UM CASO DE AMOR COM O NOSSO DINHEIRO.


A Revista Veja dessa semana estampa na capa:

"UM CASO DE AMOR COM O NOSSO DINHEIRO"

"COMO OS CORRUPTOS FICAM MILIONÁRIOS NA POLÍTICA"

A entrevista do Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) continua repercutindo, embora o assunto esteja sendo tratado de forma silenciosa, pelo governo brasileiro.
Quem cala consente?

A revista publica uma grande reportagem (folha 45 a folha 58), imperdível!
Ela traça uma trajetória patrimonial de alguns políticos, eleitos por você, brasileiro.

1. RENAN CALHEIROS:
- Em 1978, quando entrou na política: um fusca.
- Em 2009, patrimônio estimado: 10 milhões de reais.

2. JADER BARBALHO:
- Em 1974, quando entrou na política: Um carro e uma casa.
- Em 2009, patrimônio estimado: 30 milhões de reais.

3. JOAQUIM RORIZ:
- Em 1991, declarado à receita federal: 500.000 reais.
- Em 2009, patrimônio estimado: 200 milhões de reais.

4. ROMERO JUCÁ:
- Em 2002, declarado à receita federal: 360.000 reais.
- Em 2009, patrimônio estimado: 2 milhões de reais.

5. NEWTON CARDOSO:
- Em 1972, quando entrou na política: 4,9 milhões de reais.
- Em 2009, patrimônio estimado: mais de 3 bilhões de reais.

Brasileiro até quando você vai continuar ignorando essa realidade!

QUEM CALA CONSENTE!

Enquanto isso, no Rio de Janeiro, um Soldado da Polícia Militar recebe de soldo menos que um salário mínimo, para arriscar a sua vida em defesa da sociedade fluminense!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O BEIJO - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

A socióloga Maria Lucia Victor Brabosa encaminhou através de email o artigo que transcrevo a seguir:

O BEIJO
MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA
11/01/2008

"Somos o país do “viva e deixe viver” e já se foi o tempo em que alguém se preocupava com a vida íntima dos outros. Nesse sentido, não deixa de ser significativa a mudança de termos para designar relações humanas. Por exemplo, não se diz mais amante, mas namorada ou namorado. Num passado não muito distante, mas que ficou no século passado, namoro era um tipo de conhecimento prévio de um casal, que não passava de passeio de mãos dadas ou, no máximo, de um beijo roubado no escurinho do cinema. Agora “fica-se” ou mora-se junto para melhor conhecimento das potencialidades físicas e outras mais do namorado ou da namorada.
Não vou discutir essas mudanças em termos morais ou se foram boas ou ruins. Não é esse meu propósito. O tema é complexo, envolve mudanças sociais e deveria trazer argumentações de ordem psicológica, como o impacto sobre a vida dos jovens com respeito à transitoriedade dos relacionamentos amorosos. Tampouco discorrerei aqui sobre as alterações da instituição familiar à luz dos divórcios ou das ligações fora do casamento tradicional. Um artigo que contemplasse esses temas ficaria melhor numa revista especializada e teria outra dimensão.
Em todo caso, a introdução serve apenas para comentar se ainda existem certos limites em nossa sociedade com relação à moral, ou se ingressamos de vez na era da amoralidade, ilustrada de forma exemplar pelo lixo televisivo, Big Brother Brasil, que retorna para gáudio dos telespectadores.
Quero, então, me reportar a um determinado beijo na boca que anda rolando pela Internet, esse fabuloso meio de comunicação. E não me digam que a Internet é excludente. Cada vez mais pessoas têm acesso a essa telepatia moderna, seja nas escolas, seja nas Lan houses, seja nos domicílios. E ao em vez de excluir, a Internet inclui os que não tem acesso á grande mídia, e que podem assim expressar livremente seu pensamento. Por isso, esse espetacular meio de comunicação é temido e excluído em regimes totalitários como nos da China e de Cuba onde é proibido pensar.
Mas, voltemos ao beijo. Nada contra essa manifestação que se supõe amorosa. O amor é o que há de mais fundamental na vida humana. Entretanto, quando se vê a senadora Ideli Salvati agarrando o rosto do senador José Sarney e pespegando um beijo na boca do aliado, ocorre perguntar se, apesar da liberalização dos costumes, tal ato está de acordo com o ambiente do Congresso.
Resta também saber, se a esposa do Senador Sarney foi tão benevolente com a cena quanto a mulher do senador Renan Calheiros, que foi de uma compreensão de “Amélia” com relação a “namorada” do seu importante marido que, aliás, se safou incólume de todas as acusações e ainda deu risada, pois somos uma sociedade muito engraçada que tudo perdoa.
De todo modo, a imagem que circula pela Internet valendo, como se diz, mil palavras simboliza uma coisa: a entrega do PT ao PMDB. Algo que seria impossível de ser imaginado em passado recente. Mas a ética do PT ficou também no século passado. E se a palavra do presidente só vale (e olhe lá) para o ano em que é pronunciada, como ficou claro na explanação do ministro Guido Mantega com relação ao aumento de impostos, imagine-se de um século para outro. Vale tudo, vende-se tudo para se alcançar e manter o poder.
O beijo deve ter sido também a senha para a negociação de cargos postos no balcão do Planalto à disposição do PMDB que, inclusive, indicou o senador e ex-pianista, Edson Lobão, para o ministério de Minas e Energia, Isto apesar da ameaça de apagão elétrico e da falta de gás, que foi negaceado pelo companheiro Evo Morales. Parece, pois, que o PMDB deseja muito mais que um beijo.
E enquanto se sucedem beijos e afagos, líderes governistas querem ressuscitar a famigerada CPMF e a Igreja e o MST pedem mais impostos para penalizar os ricos. Nenhum povo aceitou de forma subalterna a exorbitância tributária dos governantes que sempre levaram a melhor parte das arrecadações. Mas isso foi em outros séculos e parece que o brasileiro “moderno” adora ser o contribuinte otário que sustenta o luxo das cortes.
Num outro extremo nada amoroso, José Dirceu, o “chefe da quadrilha dos mensaleiros” e que ficou com apelido de Duas Caras desnudou o partido e jogou setas para todos os lados na entrevista dada à revista Piauí. Entre outras coisas, o deputado cassado ressuscitou o caso da sede do PT em Porto Alegre que, segundo ele teria sido construída com dinheiro de caixa 2 providenciado pelo pobre Delúbio (antes foi dito que era com dinheiro de bicheiros) e atacou até o filho do presidente, o Lulinha, “aquele que não se importa com a verdade”. Claro que foram mágoas com a Telebrás e a Telecom, o que poderia explicar a vendeta. Dirceu, um exemplo marcante de marxismo de mercado, nega que falou o que falou e foi para Recife fazer implante de cabelo. Será que vai voltar com outra cara?
Ao final desse singelo artigo fica uma sugestão: incluir os senadores Ideli Salvati e José Sarney no BBB. Fariam, sem dúvida, o maior sucesso. Sinal dos tempos."
mlucia@sercomtel.com.br
MARIA LÚCIA VICTOR BARBOSA
SOCIÓLOGA
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORREGEDOR INTERNO