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quarta-feira, 25 de maio de 2011

LIBERTÁRIOS APOIAM DIA SEM IMPOSTO NO RIO DE JANEIRO.

O Instituto Millenium realizou um protesto em várias cidades do Brasil: Dia Sem Imposto.
No Rio a mobilização foi em um posto de combustíveis do bairro de Botafogo, onde a gasolina foi vendida sem impostos, ou seja, o valor diminuiu em mais de 53%.
Integrantes do Liber - Partido Libertário - estiveram presentes e fizeram uma divulgação do partido através da distribuição de panfletos e recolheram assinaturas para o registro do partido.
Panfleto:

Frente (leiam).
Verso (leiam).
Eu estive presente apoiando o Dia Sem Imposto e os integrantes do Libertários.


Conheçam o Libertários e o liberalismo:
- www.pliber.org.br
- twitter @sejaliber
- www.facebook.com/sejaliber
- www.formspring.me/libertarios
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

FUNCIONALISMO PÚBLICO DA SAÚDE - EU APOIO ESSA LUTA JUSTA.

"JUS BRASIL NOTÍCIAS:
Promotoria ajuíza ação contra Secretaria de Estado da Saúde
Extraído de: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro - 04 de Maio de 2010.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde, ajuizou ação civil pública contra a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil. O objetivo da ação é fazer com que o Governo do Estado cumpra a lei estadual 3.948/02, dando efetiva implantação do plano de cargos, carreiras e salários dos profissionais da área da saúde.
Na ação, o MP requer ao Juízo da 14ª Vara de Fazenda Pública o reconhecimento da situação de ilegalidade do Estado pela ausência de implantação do plano de carreira, cargos e salários dos profissionais de saúde previsto na lei 3.948/02".
Ao longo da nossa luta em defesa dos profissionais de segurança pública (PEC 300) construímos um grande grupo de amigos e amigas, aprendemos a lutar com eles, ombreando em cada luta justa. Assim ocorreu na luta ao lado dos profissionais da educação e da saúde; do Movimento Acordo Já; do Movimento Fora Sarney; da ONG Rio de Paz; do Movimento Fora Cabral; do Partido Libertários; Campanha Ficha Limpa; etc. Tudo na direção da garantia dos direitos e do exercício da cidadania plena.
Tenho convicção de que "JUNTOS SOMOS FORTES!".
Não podemos esquecer que a força de cada mobilização é a soma da força de cada um de nós que ainda não perdeu a capacidade de se indignar, portanto, participar é preciso.
Contem comigo, conto com vocês, o Brasil precisa da nossa mobilização.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 28 de fevereiro de 2010

PARTIDO LIBERTÁRIOS: ATO CÍVICO CONTRA O PNHD-3 E PELA LIBERDADE!


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PARTIDO LIBERTÁRIOS: MANIFESTAÇÃO CONTRA O PNDH-3 E PELA LIBERDADE!

Panfleto distribuído no ato cívico realizado neste domingo, na orla da Zona Sul (Leblon).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

LIBERTÁRIOS: VOCÊ CONHECE O LIBERTARIANISMO?

Você conhece o libertarianismo?
A República Islâmica do Irã, fundada em 1979 pelo Aiatolá Khomeini, é um Estado ditatorial: censura educação, imprensa e cultura, cerceando a liberdade de expressão em todos os meios e formas; estabelece limites e constrangimentos os mais diversos à prática de cultos não islâmicos, descrimina oficialmente os seus praticantes e veda expressamente o proselitismo religioso; criminaliza o homossexualismo e executa homossexuais; realiza pleitos eleitorais sob condições as mais precárias, com candidatos aprovados pela cúpula do regime e todo um enorme espectro de ideologias (o comunismo, por exemplo) proibidas de serem representadas por partidos ou mesmo vocalizadas publicamente, vítimas da censura mencionada; financia sabidamente grupos terroristas que cometem atentados contra civis israelenses; condena as mulheres do país a existências apenas muito parcialmente autônomas, submetidas que estão por lei a pai ou marido mesmo após a maioridade. Por tudo isso, diferentes grupos protestam aqui hoje contra a visita do atual Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil do Presidente Lula: associações feministas, judaicas, evangélicas, gls - todas têm suas motivações particulares para repudiar o encontro e lembrar o que será solene e previsivelmente ignorado nas conversações entre os dois chefes de estado, as condições precárias dos direitos humanos mais elementares no país dos aiatolás.
Mas o que afinal une grupos a princípio tão diferentes em uma mesma passeata? Que elemento estaria por trás dessas demandas específicas, desses alertas que são também clamores por mudanças, por melhoras em um país tão distante do nosso? O fato é que, percebida ou não pela maioria dos participantes desse protesto, a idéia-força que explica grande parte da revolta expressa nesse dia é uma só: o desejo por liberdade - por mais liberdade. Gays querem liberdade para amar a seu modo; judeus e evangélicos querem liberdade para viver e expressar plenamente suas crenças, suas verdades reveladas; mulheres querem a liberdade dos homens iranianos, a que lhes é negada por defeito de nascimento; indivíduos, homens e mulheres, de todas as idades, políticas e religiões, querem as liberdades de ler, ouvir, assistir o que quiserem e de falar sobre o que desejarem. Querem apenas - a luta deles é só essa! - ser livres, como queremos todos nós.
E ser livre é o que o libertarianismo quer para você. Filosofia política de base liberal, o pensamento libertário quer lhe garantir o direito de ser o que você desejar, desde que não agrida o outro e seus próprios direitos; princípio simples, que ensinamos às crianças na escola - mas que raras vezes seguimos nós mesmos ao nos comportarmos e, mais importante, definirmos políticas públicas. Mas ainda assim um princípio elementar que ensinamos e consideramos importante - importante o suficiente para decidirmos lutar por ele.
Se você concorda com a importância desse princípio para a formação de uma sociedade efetivamente justa, o convidamos, sem cerimônia, a conhecer o libertarianismo e os brasileiros que se empenham na sua defesa, hoje devotados à constituição de um partido político próprio - um partido diferente em si, na sua luta contra a política como limitadora das liberdades e potencialidades humanas. Conheça-nos, leia nossos textos e tire suas próprias conclusões a respeito: afinal, você é livre - mas nem tanto, como esperamos que acabe por perceber e se decida por lutar ao nosso lado até alcançarmos a mais completa e efetiva liberdade.
LIBERTÁRIOS: NOSSO COMPROMISSO É COM A LIBERDADE
www.libertarios.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 22 de novembro de 2009

VISITA DE AHMADINEJAD - ATO CÍVICO - MEIA LIBERDADE DE EXPRESSÃO.


Hoje eu resolvi acompanhar o meu filho comparecendo ao ato cívico “Passeata pela Paz, Diversidade e Liberdade conta a Visita de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil”, que ocorreu na Avenida Atlântica, conforme o anunciado nesse espaço democrático.
Felipe e alguns amigos resolveram apoiar a mobilização e aproveitar para divulgar o partido político que pretendem criar, o Libertários (
http://www.libertarios.com.br/), distribuindo cópias do panfleto que publicarei em um artigo em separado.
O ato foi um grande sucesso, ordeiro e pacífico, com a participação de quase mil pessoas (os organizadores falaram em cinco mil, um erro de avaliação) e com excelente cobertura da mídia.
Antes de sair de casa, o meu “espírito santo de orelha” aconselhou-me a não vestir a camisa “Fora Cabral!” (barra direita), considerando que a manifestação certamente reuniria pessoas do nível social mais elevado e que isso poderia incomodá-las, diante da possível proximidade com o poder político local.
Vesti a camisa do “Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!"
Todavia, como o ato pregava também a liberdade de expressão, resolvi fazer uma adaptação, fixando o cartaz que ganhei dos topiqueiros do “Movimento Fora Cabral!” no mastro da minha bandeira do Brasil, conforme fica evidenciado na foto que ilustra esse artigo.
Ao chegarmos Felipe foi se reunir com seus amigos e eu fiquei próximo a um grupo que estava no local, quando fui abordado por uma senhora que educadamente disse que eu não poderia ficar no local, pois a manifestação não era política. Argumentei que ela estava cerceando a minha liberdade e que o ato era contra um político, o presidente do Irã. Ela não compreendeu e insistiu que eu saísse, quando para evitar constrangimentos expliquei que ficaria na periferia dos manifestantes, o que não a deixou satisfeita. Entreguei o meu cartão pessoal e afastei-me educadamente, continuando na periferia do grupo e longe da mídia.
Utilizando o megafone em volume baixo, transmiti algumas mensagens gravadas sobre o extermínio promovido pelo governo fluminense dos pretos, pobres e favelados, o que não agradou a algumas pessoas presentes ao ato.
Fui sendo abordado seguidamente por manifestantes, um total de sete, que insistiam que eu não poderia permanecer nas proximidades, obviamente, eles desconheciam que o ato estava sendo realizado em uma via pública e não em um recinto particular.
Em dado momento, educadamente, um jovem abordou-me com o mesmo discurso, tendo eu usado os mesmos argumentos, quando sou surpreendido com a seguinte expressão:
- Senhor, eu estou solicitando educadamente, mas não posso garantir que outros participantes ajam da mesma forma.
O jovem tinha cerca de vinte anos e devia estar emocionado pela própria mobilização que lembrava do holocausto, que deve ter vitimado sua ascendência, assim sendo, identifiquei-me como Coronel de Polícia e aconselhei o jovem manifestante a orientar aos outros participantes que agissem democraticamente.
Conversamos alguns minutos, entreguei um boletim informativo do meu blog e toda animosidade se dissipou na tranqüilidade da conversação.
Segui a manifestação até o local de encerramento, onde foi cantado o hino nacional e foram soltos balões brancos.
Por derradeiro, deixo claro que as abordagens não foram da organização do evento e considerei todas elas manifestações pessoais, pois os organizadores nunca iriam cercear a minha liberdade, considerando que várias pessoas vestindo camisas da vereadora Patrícia Amorim, que concorre a presidência do CR Flamengo, estavam entre os manifestantes e a própria vereadora passou pelo local. Além disso, o deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB) foi uma das pessoas que discursou no evento, portanto, democraticamente, o “Fora Cabral!”, não poderia ser coibido nesse ato político contra o presidente do Irã.
Parabéns aos organizadores e aos participantes.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO