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sexta-feira, 24 de junho de 2011

CONFORMISMO INACEITÁVEL E SUICIDA - VAlte Ref SERGIO TASSO VÁSQUEZ DE AQUINO.

CONFORMISMO INACEITÁVEL E SUICIDA
* VAlte (Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino

Antigamente, por exemplo nos tempos em que eu e meus contemporâneos éramos educados no lar, na igreja e na escola, os brasileiros recebíamos lições, para a vida, baseadas nos ensinamentos éticos e morais que plasmavam nossa sociedade, em que eram promovidos o Bem e a Justiça como riquezas supremas, a virtude como norma de vida, a ser incessantemente buscada e praticada, o estudo, o esforço e o trabalho honrado como fontes legítimas de progresso pessoal e de ascensão, inclusive material, a caridade e a bondade para com os semelhantes como guias comportamentais. Ao mesmo tempo, eram francamente indigitados e combatidos o mal, a mentira, o emprego do poder e da força para oprimir e escravizar, as ações fraudulentas e desonestas, a esperteza e o engodo para amealhar riqueza, o vício e toda forma de desvio ético-moral e os comportamentos e atitudes atentatórios aos bons costumes. Era assim, pois, formada a base da nacionalidade.
Hoje, infelizmente, é preciso reconhecer que tudo mudou. O drama, que chega ao trágico, pode ser mundial, mas assume feição extremamente agravada no Brasil dos nossos amores e das nossas esperanças. Parece que voltamos aos tempos de Noé, logo antes do dilúvio!
Toda sorte de indignidade é estimulada e cometida, com toda a tranquilidade, às escâncaras e, até, com certo orgulho pervertido da parte dos praticantes, diante da indiferença, mesmo do aplauso da maioria das pessoas, intoxicadas por falsos conceitos de “liberdade, autodeterminação, direitos humanos” e que tais, de livre curso e ampla difusão. Tudo é permitido, tudo é relevado, tudo é justificado, tudo é perdoado! Os maiores absurdos!
Está difícil, beirando o impossível, apontar-se uma pessoa ou grupo de pessoas, um partido político que realmente possam merecer a esperança e a confiança dos homens e mulheres de bem, para serem investidos de poder político, seja administrativo-executivo, seja legislativo, em seus diferentes níveis, para realizar o bom governo e elaborar as leis que tornem melhor e mais justo o ambiente social e mais feliz, mais próspero e mais consciente o povo. São escândalos e escândalos que se sucedem, em perversa e diuturna rotina, envolvendo incentivo aos maus costumes, à violência, e desprezo pelo direito e pela dignidade da pessoa humana, desvios de recursos públicos, enriquecimentos ilícitos, advocacia administrativa e legislação em causa própria, exercício da função pública como fonte apenas de indevidas vantagens e benesses pessoais, grupais e corporativas, com total desconsideração pelas reais e terríveis necessidades de governados e representados.
A penúltima barbaridade, já que uma nova estará certamente em gestação neste momento, é configurada pelo incentivo e pela promoção à ignorância e à incultura, patrocinados, apoiados, justificados e defendidos pelo Ministério da Educação!
O mais aterrador é que tudo se passa sem grandes esboços de reação, mesmo da parte daqueles que, funcionalmente e nos variados setores e níveis de atividade, teriam a missão e o dever de defender e zelar pelo Brasil, o patrimônio nacional, a moral e os bons costumes. O povo, coitado, normalmente parece estar à matroca, porque sem lideranças capazes de lhe apontar o bom rumo e impulsioná-lo de acordo. De tempos em tempos, quase que espontaneamente e por milagre, consegue mobilizar-se sozinho por uma boa causa. Aí, encontra o sucesso, como no caso da anulação, por pressão popular, da famigerada compra de carros de luxo para os vereadores do Rio de Janeiro, o que o deveria estimular a, mais vezes e sempre, fazer valer seu múnus de legítimo titular da soberania diante dos desmandos dos depositários infiéis!
A apatia, a insensibilidade, a tibieza, o conformismo com que os diversos e variados comandos de setores influentes da vida nacional, e o próprio povo, têm deixado de reagir diante das ostensivas e continuadas pregação e aplicação do mal entre nós, da destruição programada de tudo o que é bom e virtuoso, são injustificáveis, altamente preocupantes e perigosos. Todo o mundo parece estar conformado com os fatos correntes, aparentando crer que tudo tem de ser assim mesmo, que não adianta lutar para tentar mudar a situação!
Outro fosse o nível de educação, cultura, consciência política e de cidadania do nosso povo, estariam ruas e praças lotadas de protestantes contra os desmandos e absurdos a que rotineiramente assistimos e que, de forma tão cruel, mancham e atrasam nossa vida nacional. Completamente diferente seria, também, a representação política, nos legislativos e nos governos, pela existência do voto consciente, com conhecimento de causa e voltado para a solução real dos problemas e para realização do Bem Comum, e não tão facilmente influenciável e manipulável por mensagens e apelos demagógicos e falsas promessas. Mas não! Os profetas e construtores do caos, os aproveitadores do erário e das vulnerabilidades das gentes comprazem-se em incentivar e manter generalizadas a ignorância e a incultura que, infelizmente, atingem tão significativo espectro da população, para mais facilmente perpetrarem seus perversos desígnios!
AQUELES QUE TIVERAM A BÊNÇÃO E A GRAÇA DE RECEBEREM OS DONS DA ILUMINAÇÃO INTELECTO-CULTURAL-ESPIRITUAL, DE USUFRUIREM DE UMA VIDA MELHOR E DE MAIORES OPORTUNIDADES, NÃO TÊM O DIREITO DE SE OMITIR, DE FINGIR QUE TUDO ESTÁ BEM. É PRECISO QUE DEMONSTREM CORAGEM E PATRIOTISMO!
Cada um dos bons brasileiros, não importa a limitação do seu poder real ou de sua esfera de atuação, deve fazer tudo ao seu alcance para devolver nosso País e nossos hábitos político-administrativos, públicos e privados, aos bons e certos caminhos. Falando, escrevendo, trabalhando, dando bom exemplo, ensinando, denunciando os malfeitos e os malfeitores, lutando contra o mal e o vício e seus difusores e praticantes, rezando... Não há nação que resista à erosão continuada da expressão psicossocial do poder nacional, à destruição da ética, da moral, dos valores e das tradições, para erigir em seu lugar, como exemplos e modelos, comportamentos e valores totalmente contrários ao que é reto, bom e virtuoso, como sempre entendemos até o passado recente. Foi essa crença antiga que nos serviu de inspiração e propulsão, e permitiu dar andamento, até então, ao Grande Projeto Nacional Brasileiro, de construção da Pátria digna e justa, temente a Deus e obediente aos Seus Mandamentos, a “livre terra de livres irmãos” dos nossos sonhos mais caros!
Rio de Janeiro, RJ, 18 de maio de 2011
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

REVOLUÇÃO SILENCIOSA - DIEGO CASAGRANDE.

REVOLUÇÃO SILENCIOSA
*Diego Casagrande, jornalista - Porto Alegre/RS*

Não espere tanques, fuzis e estado de sítio.
Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevês e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades.
Não espere tanques nas ruas.
Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades.
Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas.
Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.
A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida.
Ela é bem diferente.
É hoje silenciosa e sorrateira. Sua meta é o subdesenvolvimento.
Sua meta é que não possamos decolar. Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas.
Corrói a valoração do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem. Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática.
Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos não serve.
Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações.
Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser "humano" e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros.
Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando.
Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por consequência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.
Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem.
A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público.
Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.
A constatação que faço é simples.
Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental - que é óbvio faz parte da revolução silenciosa - as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário.
Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males.
E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população.
Ao contrário, ele sempre descambou para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.
No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo.
São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa.
Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos.
Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis betos e mantendo professores que ensinam às cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que "tem" e é "dono" de algo, enquanto outros nada têm.
Como se houvesse relação de causa e efeito.
Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro "Geografia", obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora.
Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro.
O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade.
Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de "alguns" e que assentamentos e pequenas propriedades familiares "são de todos".
Aprendem que "trabalhar livre, sem patrão" é "benefício de toda a comunidade".
Aprendem que assentamentos são "uma forma de organização mais solidária... do que nas grandes propriedades rurais".
E também aprendem a ler um enorme texto de... adivinhe quem?
João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros.
O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence.
Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que "meninos e meninas, a nova geração de assentados... formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST".
Essa é a revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas.
Nada mais totalitário.
Nada mais antidemocrático.
Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista.
Tristes são as consequências.
Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio.
Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes.
Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim.
A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.
O antídoto para a revolução silenciosa?
Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, fazer pensar, incomodar os agentes da Stazi silenciosa.
Não há silêncio que resista ao barulho.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

CIDADÃO BRASILEIRO, EVITE A "OBESIDADE MÓRBIDA".

O RETROCESSO DEMOCRÁTICO - Por IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
O retrocesso democrático
Ives Gandra da Silva Martins
29.5.2010
- A proposta da criação do Conselho Federal de Jornalismo levanta, pela primeira vez, em âmbito nacional, a discussão sobre a existência, no governo Lula, de um projeto para reduzir o Estado Democrático de Direito, no Brasil, a sua mínima expressão.
Tenho para mim que existe um risco concreto de estar sendo envidada uma tentativa de impor um controle sobre a sociedade, se possível com a implementação de um ''direito autoritário'', desrespeitando até mesmo cláusulas pétreas da Constituição.
De início, quero deixar claro não considerar que o governo federal esteja agindo de má-fé, ao pretenderem seus integrantes impor uma república de cunho socialista, visto que nunca esconderam suas preferências, quando na oposição, pelos caminhos de Fidel Castro, de Chávez e da ditadura socialista chinesa. Prova inequívoca é o tratamento absolutamente preferencial que dão ao ditador cubano.
O que estão pretendendo impor é apenas o que sempre pregaram - embora não tenham sido eleitos para implementar programa com esse perfil. Tenho-os, entretanto, por gente de bem, que acredita num projeto equivocado de governo e de Estado - ou seja, num modelo a ser desenvolvido sob seu rigoroso controle, se possível sem oposição, que deve ser conquistada ou
eliminada.
Como primeiro passo, sinalizaram que adotaram a economia de mercado, com o objetivo de não assustar investidores nacionais e internacionais, e desarmaram resistências, escolhendo uma competente equipe econômica, que desempenha papel distante dos moldes petistas, mas relevante para manter a economia em marcha e assegurar investimentos externos. É a melhor parte do governo.
A partir daí, todos os seus atos foram e são de controle crescente da sociedade. Passo a enumerar os sinais que justificam os meus receios:
1) MST - Trata-se de um movimento que pisoteia o direito, desobedecendo ordens judiciais, invadindo propriedades produtivas - muitas vezes, destruindo-as - e prédios públicos. Embora seu principal líder dê-se o direito de chamar o ministro Pallocci de ''panaca'', recebe passagens grátis do governo para pregar a desordem e a subversão. O ministro da Reforma Agrária, que o incentiva, diz, todavia, que o fantástico número de invasões - o maior que já se verificou, na história do país - é normal.
Esse senhor, que saiu do MST, apóia abertamente as constantes violações da lei e da Constituição. A idéia básica é transferir toda a terra produtiva para as massas do MST.
2) Judiciário - A reforma objetiva calar um poder incômodo, que, muitas vezes, no exercício da sua função, impõe limites ao Executivo. Por isto o governo defende o controle externo desse poder, quando não admite a imposição de controle semelhante para outras carreiras do Estado, como, por exemplo, a Receita Federal e a Polícia Federal.
3) Jornalismo - O Conselho Federal do Jornalismo não objetiva outra coisa que calar os jornalistas, visto que hoje já há mecanismos legais (ações penais e por danos morais) para responsabilizar os que comentem abusos no exercício da profissão.
4) Controle da produção artística - Como na Rússia e na Alemanha nazista, pretende o governo controlar a produção artística, cinematográfica e audiovisual.
5) Agências reguladoras - Pretende-se suprimir a autonomia que a legislação lhes outorgou, para atuarem com base em critérios técnicos, e submetê-las mais ao controle do chefe do Executivo e menos dos ministérios, como se pode constatar dos anteprojetos que a imprensa já trouxe à baila.
6) Energia elétrica - O projeto é nitidamente re-estatizante.
7) Reforma Trabalhista - Pretende-se retirar o poder normativo da Justiça do Trabalho, reduzindo a força de um poder neutro.
8) Sistema ''S'' - Estuda-se, nos bastidores, retirar dos segmentos empresariais as contribuições para o Sistema ''S'', que permitem que Senai, Sesc etc. funcionem admiravelmente na preparação de mão-de-obra qualificada e recuperação de jovens sem estudo, com o que se retirará parte da força da livre iniciativa, representada pelas CNA, CNC, CNI e outras, de reagir a regimes autoritários. A classe empresarial ficará enfraquecida, se isto ocorrer.
9) Universidade - O fracasso da universidade federal está levando ao projeto denominado ''Universidade para todos''. Por ele, revoga-se, mediante lei ordinária, a imunidade tributária outorgada pela Constituição, retirando-se das escolas privadas - que fazem o que o governo deveria fazer, com os nossos tributos, e não faz - 20% de suas vagas. Como essas escolas já têm quase 30% de inadimplência, o projeto é forma de inviabilizá-las ou transferi-las para o governo.
10) Sigilo bancário - Embora haja cláusula imodificável, na Constituição, assegurando que o sigilo bancário só pode ser quebrado mediante autorização judicial, há projeto para permitir à Polícia Federal a sua quebra. Se ato desse teor for editado, terá, o governo, até as próximas eleições, acesso aos dados financeiros da vida de todos os cidadãos brasileiros, o que lhe permitirá um poder de fogo e de pressão jamais visto, nem mesmo durante o período de exceção militar.
Poderia enumerar outros pontos.
Não ponho em dúvida, volto a dizer, a honestidade dos integrantes do governo, até porque conheço quase todos, sou amigo de alguns, e estou convencido de que acreditam que essa é a melhor solução para o Brasil. Como eu não acredito que seja - pois entendo que nada substitui a democracia e que qualquer autoritarismo é um largo passo para a ditadura - e como não foi esse o programa de governo que os levou ao poder, escrevo este artigo na esperança de levar pelo menos os meus poucos leitores a meditarem em se é este o modelo político que desejam para o nosso país.
(*) - Ives Gandra da Silva Martins - Jurista, renomado professor de Direito.
OS PORÕES DO PT - — SINDICALISTA CONTA TUDO: GRUPO FEZ TRABALHO SUJO PARA LULA E CONSEGUIU CULPAR SERRA.
Mais um sindicalista decidiu revelar os porões do PT. A VEJA desta semana traz uma reportagem de Policarpo Junior e Otávio Cabral sobre a atuação de um grupo de sindicalistas que produzia dossiês para a campanha do PT em 2002. Um de seus expoentes era Wagner Cinchetto, que concedeu uma entrevista estarrecedora à revista. O mais espantoso é que Cinchetto não se diz santo, não. Ele confessa, por exemplo: “Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula.”
Isso foi em 1989.
Em 2002, ele já estava trabalhando para o PT. O mais surpreendente de sua confissão: o objetivo era atingir todos os inimigos de Lula naquela ano e jogar a culpa nas costas do tucano José Serra. E assim se fez. E assim noticiou a imprensa! A ação mais vistosa, revela o sindicalista, foi o caso Lunus, a operação da Polícia Federal que recolheu na sede da empresa do marido de Roseana Sarney a bolada de R$ 1,34 milhão em dinheiro vivo. José Sarney sempre acusou Serra de estar metido na operação, e isso foi determinante na sua aliança com… Lula — que era, na prática, o chefão do grupo que havia destruído a chance de a filha se candidatar à Presidência.
Outro alvo dos petistas foi Ciro Gomes — na verdade, seu então candidato a vice, Paulo Pereira da Silva, que também tinha a certeza de que estava sendo alvo de… Serra!
Segundo Cinchetto, Lula sempre soube de tudo. No comando da operação, ele informa, estavam Ricardo Berzoini e Luiz Marinho, hoje presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Leiam a entrevista:
Qual era o objetivo do grupo?
A idéia era atacar primeiro. Eu lembro do momento em que o Ciro Gomes começou a avançar nas pesquisas. Despontava como um dos favoritos.
Decidimos, então, fazer um trabalho em cima dele, centrado em seu ponto mais fraco, que era o candidato a vice da sua chapa, o Paulinho da Força.
Eu trabalhava para a CUT e já tinha feito um imenso dossiê sobre o deputado. Já tinha levantado documentos que mostravam desvios de dinheiro público, convênios ilegais assinados entre a Força Sindical e o governo e indícios de que ele tinha um patrimônio incompatível com sua renda. O dossiê era trabalho de profissional.
Os dossiês que vocês produziam serviam para quê?
Fotografamos até uma fazenda que o Paulinho comprou no interior de São Paulo, os documentos de cartório, a história verdadeira da transação. Foi preparada uma armadilha para “vender” o dossiê ao Paulinho e registrar o momento da compra, mas ele não caiu. Simultaneamente, ligávamos para o Ciro para ameaçá-lo, tentar desestabilizá-lo emocionalmente. O pessoal dizia que ele perderia o controle. Por fim, fizemos as denúncias chegarem à imprensa.
A candidatura Ciro foi sendo minada aos poucos. O mais curioso é que ele achava que isso era coisa dos tucanos, do pessoal do Serra.
Isso também fazia parte do plano?
Como os documentos que a gente tinha vinham de processos internos do governo, a relação era mais ou menos óbvia. Também se dizia que o Ciro tirava votos do Serra. Portanto, a conclusão era lógica: o material vinha do governo, os tucanos seriam os mais interessados em detonar o Ciro, logo…
No caso da invasão da Lunus, que fulminou a candidatura da Roseana, aconteceu a mesma coisa.
Vocês se envolveram no caso Lunus?
A Roseana saiu do páreo depois de uma operação sobre a qual até hoje existe muito mistério. Mas de uma coisa eu posso te dar certeza: o nosso grupo sabia da operação, sabia dos prováveis resultados, torcia por eles e interveio diretamente para que aparecessem no caso apenas as impressões digitais dos tucanos. Havia alguém do nosso grupo dentro da operação. Não sei quem era a pessoa, mas posso assegurar: soubemos que a candidatura da Roseana seria destruída com uns três dias de antecedência. Houve muita festa quando isso aconteceu.
Nunca se falou antes da participação do PT nesse caso…
O grupo sabia que o golpe final iria acontecer, e houve uma grande comemoração quando aconteceu. Aquela situação da Roseana caiu como uma luva. Ao mesmo tempo em que o PT se livrava de uma adversária de peso, agia para rachar a base aliada dos adversários… Até hoje todo mundo acha que os tucanos planejaram tudo. Mas o PT estava nessa.
Quem traçava essas estratégias?
O grupo era formado por pessoas que têm uma longa militância política.
Todas com experiência nesse submundo sindical, principalmente dos bancários e metalúrgicos. Não havia um chefe propriamente dito. Quem dava a palavra final às vezes eram o Berzoini e o Luiz Marinho (atual prefeito de São Bernardo do Campo). Basicamente, nos reuníamos e discutíamos estratégias com a premissa de que era preciso sempre atacar antes.
O então candidato Lula sabia alguma coisa sobre a atividade de vocês?
Lula sabia de tudo e deu autorização para o trabalho. Talvez desconhecesse os detalhes, mas sabia do funcionamento do grupo. O Bargas funcionava como elo entre nós e o candidato. Eu ajudei a minar a campanha do Lula em 1989, com aquela história da Lurian. Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula. O grupo se preparou para evitar que ações como aquelas pudessem se repetir - e fomos bem-sucedidos.
De onde vinham os recursos para financiar os dossiês?
Posso te responder, sem sombra de dúvida, que vinham do movimento sindical, principalmente da CUT. Se precisava de carro, tinha carro. Se precisava de viagem, tinha viagem. Se precisava deslocar… Não faltavam recursos para as operações. Quando eu precisava de dinheiro, entrava em contato com o Carlos Alberto Grana (ex-tesoureiro da CUT), o Bargas ou o Marinho.
Quem mais foi alvo do seu grupo?
O plano era gerar uma polarização entre o Serra e o Lula. Por isso se trabalhou intensamente para inviabilizar a candidatura do Garotinho, que também podia atrapalhar. Não sei se o documento do SNI que ligava o vice de Garotinho à ditadura saiu do nosso grupo, mas posso afirmar que a estratégia de potencializar a notícia foi executada. O Garotinho deixou de ser um estorvo. E teve o dossiê contra o próprio Serra. Um funcionário do Banco do Brasil nos entregou documentos de um empréstimo supostamente irregular que beneficiaria uma pessoa ligada ao tucano. Tudo isso foi divulgado com muito estardalhaço, sem que ninguém desconfiasse que o PT
estava por trás.
Por Reinaldo Azevedo
É assustador!
Pouco posso acrescentar, além do contido nestes artigos, assim sendo, prefiro fazer uma comparação. Hoje estou muitos quilos acima do meu peso normal, o qual já é superior ao peso ideal, o que deveria ostentar. Não acordei com esse excesso de um dia para o outro, como em um passe de mágica, esse acúmulo foi sendo construído minuto após minuto, através de uma alimentação inadequada e da falta de atividade física regular. O resultado final é que engordei, o estágio atual.
Cidadão brasileiro, cuidado para não engordar, isso ocorre naturalmente, lentamente. Aliás, cuidado para não perder toda a liberdade, isso também vai ocorrendo devagar, sem que a maioria perceba.
Lembro que para resolver a obesidade mórbida, a cirurgia é a opção.
Contra a falta de liberdade, a opção é a luta.
Aconselho a todos que evitem a obesidade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 8 de setembro de 2009

BRASIL DESFIBRADO - MARIA LUCIA VITCOR BARBOSA.

BRASIL DESFIBRADO
Maria Lucia Victor Barbosa
05/09/2009
Por conta de nossa formação histórica nunca tivemos uma mentalidade onde sobressaíssem valores que caracterizam certos povos. Quando a enorme colônia portuguesa foi dividida em capitanias hereditárias iniciou-se mais que uma divisão territorial uma cultura, cujos traços mais evidentes foram o individualismo, o autoritarismo, o patrimonialismo, o anticapitalismo.
Formaram-se naquelas sociedades dispersas traços culturais traduzidos em valores, atitudes, costumes, usos, tradições e comportamentos. Era uma maneira de ser, uma visão de mundo que definitivamente não incluía o sentido de pátria, nem o de espírito público, nem o de bem comum. No Brasil que aos poucos ia se moldando imperavam famílias patriarcais, em torno de cada uma gravitava um complexo clânico e uma massa de dependentes. Todos dependiam do senhor patriarcal e este foi a origem do poder personalizado que até hoje se cultua no Brasil. Dentro de suas circunstâncias este senhor subordinou os interesses gerais aos seu interesses particulares, exatamente o contrário do que existiu na formação de sociedades democráticas. Assim, desde o início, gerou-se no Brasil a sociedade desigual, onde a família e a clientela daquele senhor todo-poderoso se acomodaram de maneira passiva na dependência de um “pai” armado de castigo e recompensa.
Um longo estudo de nossa história seria impossível num pequeno artigo. Esse vôo mais longo eu tentei em um de meus livros, “América Latina – Em Busca do Paraíso Perdido”. Mas apenas como entendimento do presente a partir do passado, recordo que com a vinda da corte portuguesa, em 1808, instalaram-se de uma vez por todas no Brasil as características do velho Estado português. Como escreveu Raymundo Faoro em “Os Donos do Poder”: “os reis portugueses governaram o reino como a própria casa, não distinguindo o tesouro pessoal do patrimônio público”. E o Estado brasileiro nasceu também corrupto na medida em que para tudo se dependia dele, do seu excessivo quadro de funcionários, da morosidade típica do burocrata, correndo soltas as propinas para aligeirar licenças, fornecimentos, processos, despachos, etc. Em toda parte do desajeitado e ineficiente leviatã traficavam-se influências, negociava-se a coisa pública em proveito próprio.
Não se pode negar que o Brasil, em que pese manter seus contrastes regionais, suas disparidades de classes, em grande parte modernizou-se através de um processo de urbanização e industrialização. Estratos modernos se concentraram em centros urbanos mais adiantados, notadamente em São Paulo. Esse progresso, inclusive, provoca temor aos nossos vizinhos sul-americanos que nos vêem como imperialistas. Entretanto, persiste no país a mentalidade inicial, com agravantes que fazem parte da era de mediocridade, de vulgaridade, de ausência de valores, de decadência moral, intelectual e artísticas, traços que marcam a humanidade como um todo em que pese os grandes avanços científicos e tecnológicos alcançados no mundo de agora.
Impressiona observar um Brasil desfibrado nas cenas que se desenrolam no presente. Se sempre houve um poder centralizador, que a partir do Executivo subordinava o Legislativo e o Judiciário, o atual governo, “pai” armado de castigo e recompensa, interfere conforme seus interesses pessoais de poder no Congresso onde uma Câmara subalterna só faz o que seu “chefe” mandar. Se no Senado reside alguma oposição, posta em foco recentemente a figura de seu presidente lembrou tempos patriarcais, complexos clânicos, clientelas, abuso de poder, algo que como apontou José Sarney, não difere do comportamento da maioria de seus pares. Já o Judiciário, incluindo sua instância mais alta, segue a tradição da impunidade que premia os poderosos, percorre a trilha ilustrada pelo antigo ditado que se dizia nas colônias espanholas: “La ley se acata pero no se cumple. Sem medo de ser feliz, Antonio Palocci é alçado a candidato enquanto o caseiro mergulha nas trevas do esquecimento e das dificuldades.
Sem lei ficam desprotegidas as pessoas comuns, avança o estado de anarquia, fenece o Estado Democrático de Direito, deturpa-se a democracia, acentua-se o vale tudo da política onde apenas interessa o poder pelo poder. Quanto ao povo convertido em plebe é apenas mansa massa de manobra, anestesiada, tangida pela propaganda enganosa, pelo populismo, pelas ilusões do teatro de torpezas em que a política se aprofunda.
Já não se distingue mais quem comanda a Nação, se bandidos ou mocinhos, se narcotraficantes ou instituições e, significativamente, quando o presidente da República posa para a posteridade com um colar de folhas de coca e abraçado com um representante do “socialismo do século 21” , chega-se à triste conclusão de que fazemos parte de um Brasil desfibrado. Pior, desfibrado por nossa complacência, por nossa aquiescência, por nossa cumplicidade. Não é emblemático que o povo fique sempre do lado dos bandidos e não dos policiais?
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 15 de abril de 2009

"AS ZELITES E AS ZESQUERDAS NAS ZAMÉRICAS" - ALEXANDRE CARVALHAES ROSETTE - CORONEL DE POLÍCIA.

Nestes últimos anos a América Latina está tentando dar uma guinada para a esquerda com um discurso meio atrasado, anacrônico e fora do contexto histórico.
Falam dos males da globalização e debatem isso. Os “zesquerdistas” de várias partes do mundo se organizam em Fóruns onde debatem meios de impedir a integração social, cultural e econômica entre os países.
Parece brincadeira! Produzem até relatórios! Alguns até trocam idéias através de e-mail (provavelmente chamado por eles de “carta eletrônica”), sem se tocarem que isso se deve à “maldita” Internet, uma invenção imperialista ! A máxima é o “socialismo ou muerte”, como disse o Chapolin “Carajo” Colorado da Venezuela, que na ânsia de implementar sua “revolucion bolivariana” impediu até a imagem de Papai Noel por acreditar ser um símbolo da cultura norte-americana.
Quanta besteira! Enquanto o Chapolin vai tomando essas atitudes pitorescas e caricatas, o povo distraído parece nem perceber que está sendo subtraído em tenebrosas transações, como diria o “zesquerdista“ Chico Buarque.
Esse sentimento de nacionalismo só não existe nas “zesquerdas” brasileiras quando o assunto é defender os interesses internos. Eles acreditam na tal dívida histórica do Brasil com os vizinhos. São “românticos”. Não resta dúvida, porém, que se fôssemos levar essa idéia ao pé da letra ainda falaríamos tupi-guarani; afinal português é língua do imperialismo lusitano, certo?
A deturpação mental de alguns “revolucionários” tupiniquins chega a tal ponto que se encontra na rede mundial de relacionamentos, Orkut, o seguinte comentário sobre um trágico episódio havido no Rio de Janeiro:
“...está indignado com a "barbárie" do assassinato do João Hélio? Você quer pena de morte, redução da maioridade penal, quer alerta nacional, polícia na rua, exército, força tarefa e o escambau? ha ha ha classe média! Estão colhendo o fruto que a burguesia plantou, que o capitalismo gerou...”.
A declaração deste “botocudo” não merece comentário. Como diria um outro amigo: “só não relincha porque tem beiço curto”!
Mas voltemos ao “zesquerdismo” das “Zaméricas”.
Quais seriam os horizontes culturais para esses jovens que rejeitam essa “prosperidade burguesa”?
Não os que optam por intercâmbios em países desenvolvidos, que vão a busca da evolução do conhecimento e dos muitos avanços conquistados através desse conhecimento. Os países asiáticos são símbolos da importância e da necessidade desse intercâmbio na formação de empresários, intelectuais e líderes. São os países que mais enviaram estudantes para os EUA e Europa nas últimas décadas. Agora já estão se transformando em produtores e exportadores de conhecimento, a maior riqueza da sociedade contemporânea.
Mas e os nossos jovens “zesquerdistas”?
Aonde podem fazer intercâmbio cultural?
Faltam países socialistas!
Mas eles têm que ir!
Por isso, para cuidar desses pobres e infelizes “sem-intercâmbio”, vamos preparar um roteiro de viagens para o segmento; para esse “nicho de mercado”.
Mercado sim ! Porque mesmo sendo companheiros, vão ter que pagar.
A Venezuela não vale, é muito próxima e não acrescentaria nada, além do mais, o Chapolin Colorado não permitiria a intromissão de uns rebeldes brasileiros. Poderiam “subverter” a cabeça dos estudantes de lá.
A Bolívia é um bom destino, principalmente para a especialização em ataque biológico. O primeiro módulo será: como disseminar a febre aftosa.
A turma que dizimou o cacau na Bahia tem direito a um desconto.
A Albânia... esquece!
A ex-socialista Rússia é um destino legal, quer dizer: até letal, já que a especialidade é em métodos de contaminar e matar adversários com venenos radioativos. Alô turma que queima pneus e prejudica a camada de ozônio! Usar plutônio contra o prefeito é mais eficiente e não colabora para o aquecimento global.
Tinha a França.
Ah, Paris! Paraíso e berço da revolução e sonho dos “zesquerdistas” chiques. Destino certo de intelectuais socialistas, que adoram tomar um cafezinho em suas cafeterias charmosas enquanto falam bem de Cuba. Pena que acabou, com a eleição de Sarkozy, o “direitista”.
Tem Cuba também, e lá teremos várias opções de cursos. Tem o de formação de professores de bóias-frias, onde o “zesquerdista” faz um aperfeiçoamento em corte de cana sem o uso de máquinas. Outra opção é o curso de medicina. Trariam pra cá todos os avanços conquistados lá. Só tem um probleminha: o mesmo sistema de saúde pública de uma ilha daquele tamanho, sendo implantada em um país do tamanho do Brasil aumentaria muito o índice de VDM (*).
Mas esse é o desafio!
Para se adequar à cartilha da boa prostituta do Ministério brasileiro do Trabalho (ele existe mesmo), Cuba, que ano após ano vem se despontando como paraíso do turismo sexual, oferece o curso de boas maneiras para a prostituta. O legal para as “zerquerdas” é que lá a figura do cafetão foi estatizada, e diante do sucesso no combate à desigualdade social depois da estatização do cafetão, Cuba disponibiliza seus conhecimentos para os “zesquerdistas” que sonham com uma estatização ampla, geral e irrestrita.
Tem o Irã, também. Mas alguns dirão: “- não é socialista” ; mas como é contra o imperialismo americano, também vale. Mas já aviso: as mulheres vão ter que seguir as regras e usar o xador, o que é fantástico para quem condena essa “mostração” ocidental. Esse destino é indicado para as “zesquerdistas” desprovidas do “padrão ocidental de beleza”.
O último destino é a Coréia do Norte, onde a principal atração é o cabelinho estranho do ditador Kim Jong II. Mas lá o forte mesmo é a bem sucedida implantação de um programa de combate à fome, a base de sopa de grama e canibalismo. Lindo, todos comendo todos. Para os “zesquerditas” gordinhos seria bem interessante: um Spa na marra !
É isso aí. “Socialismo ou muerte”!
E viva a integração das “Zaméricas”!
E viva a comunhão das “Zesquerdas”!
(*) índice de VDM – Vai Dar Merda
ALEXANDRE CARVALHAES ROSETTE
CORONEL DE POLÍCIA

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O "GAROTINHO" BOLIVIANO.

G1.GLOBO.COM:
EVO MORALES ANUNCIA GREVE DE FOME PARA APROVAR LEI ELEITORAL NA BOLÍVIA.
O Presidente é acompanhado por líderes sindicais e sociais.
Prazo do Congresso para regulamentar lei venceu na quarta-feira. (clique e leia).


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 15 de março de 2009

O QUE FALTA PARA QUE O MST SEJA RECONHECIDO COMO UMA ORGANIZAÇÃO PARAMILITAR - KLAUBER PIRES.

06.03.2009.
O QUE FALTA PARA QUE O MST SEJA RECONHECIDO COMO UMA ORGANIZAÇÃO PARAMILITAR?
Klauber Pires.
"Reza a nossa Constituição, em seu art. 5º, inciso XVII: "- é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar". Pois, a pergunta que não quer calar é clara e eloqüente, e não deixa margem a interpretações metafóricas: O que falta para que o Poder Judiciário dissolva o MST por se revestir como uma associação de caráter paramilitar?
Será a falta de armamento?
Sempre quando instados a responder pelos milhares de facões (terçados) e foices e vá lá, uma ou outra enxada, os líderes do MST vêm com esta: "- são os nossos instrumentos de trabalho". Eu, pelo menos, não tenho nenhuma dúvida de que eles dizem a mais absoluta verdade: afinal, são os instrumentos com os quais eles decapitam seus inimigos, derrubam cercas, carneiam gado alheio, juntam galhos secos para incendiar as benfeitorias e controlam a entrada e saída dos seus territórios conquistados com mais rigor do que qualquer posto alfandegário.
Será a falta de uniformes?
Quem não conhece o uniforme do MST?
Calça e camisa vermelha e boné padronizado com o símbolo do movimento. Eles possuem também tendas padronizadas, e todo o aparato logístico de um exército em campanha.
Será a atitude dispersa dos seus membros, a falta de disciplina e hierarquia?
Quem não viu esta gente marchar em organizadíssima fila indiana?
Quem ainda não os viu em rigorosa formação, a ponto de corar os Dragões da República?
Quem ainda não soube o que acontece aos integrantes que ousam desobedecer às ordens de seus líderes?
Será a ausência de uma ideologia, de símbolos e de ritos?
Então não pregam abertamente o socialismo como meta de tomada de poder?
Então não cultivam seus heróis, Che Guevara, Fidel, Mao e até a Dorothy Stang?
Então não entoam seus hinos nas suas marchas e nas academias militares, tais como a escola Florestan Fernandes?
Então não possuem sua própria bandeira?
Será a falta de ações típicas de combate?
Quem ainda não conhece as suas táticas de guerra de guerrilha, quando resistem às polícias militares que vêm dar cumprimento às reintegrações de posse?
Neste caso, ouçamos o que diz o Deputado Federal Raul Jungmann ao Estado de São Paulo:
"-Sim, durante o governo de Fernando Henrique, o Amorim depredou em mais de uma ocasião a sede do Incra no Estado. Também esteve à frente de uma ação que terminou com um carro do Incra incendiado. Ele chegou a invadir e atacar um navio com coquetéis molotov, para protestar contra o embarque de grãos transgênicos. Para mim são sinais claros de quem cultiva o estilo militarista, brigadista. Quem for à fazenda que ele transformou em sede de operações, na região de Caruaru, verá que se parece com um bunker, com suas paredes decoradas com fotos do guerrilheiro Che Guevara. Ele (Jaime Amorim, líder do MST em Pernambuco) trabalha protegido por vários postos de controle de entrada e saída de pessoas, rodeado por gente armada."(Extraído do blog do jornalista Reinaldo Azevedo, em 05 de março de> 2009).
O que falta para entender que o MST já demonstrou que pode ocupar, a uma só ordem, todas as principais rodovias, ferrovias, usinas hidrelétricas e qualquer outra instalação que julguem estratégicas para uma pronta dominação territorial militar?
Falta um sistema de informações?
Pois o MST possui seu próprio serviço de Inteligência, a Inteligência do Movimento (INTEMO), que tem por objetivo obter dados sobre quaisquer pessoas ou organizações que afetem os interesses do MST. (MAIER, Félix. Annus Gramscii. 17/03/2002. Acesso em 05/03/2009. Disponível em http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0135.htm).
Falta uma logística?
Pois o MST, além de viver com grossos repasses por parte do governo federal, também conta com o patrocínio dos governos estaduais e municipais por onde chega com as suas caravanas, isto sem contar com a Igreja Católica e com inúmeras organizações estrangeiras.
Numa etapa que podemos chamar de plano superior, em que o MST já abertamente assassina pessoas e os chama de "aquilo", e é defendido descaradamente pelo ministro da Justiça Tarso Genro, que defende ser isto apenas a realização de uma ação mais arrojada, somente a cumplicidade ou a covardia de quem tem por dever pôr um ponto final a isto podem explicar tal notório silêncio.
Aos doutos senhores e doutas senhoras dos Ministérios Públicos e do Poder Judiciário, que devem zelar pela justiça, pela ordem e pela democracia, creio que não tenho como ser mais óbvio. Se a fala do Excelentíssimo Sr. Presidente do STF e do CNA, Gilmar Mendes, não for compreendida como um especial momento histórico, a nossa civilização estará irremediavelmente perdida.
A todo homem e mulher de bem, que deseja trabalhar em paz e segurança e deixar para os seus filhos um país digno de se viver, furtar-se neste momento a expressar a sua indignação é amaziar-se com o crime, a violência e a revolução socialista.
Por favor, imprimam este artigo e o leiam para seus amigos e amigas. Escrevam notas conjuntas nos jornais, mesmo nos classificados - é baratinho.
Aos empresários, tanto do setor rural como do industrial e lojista, é hora de arregaçar as mangas. Parem, por favor, com tanta inércia! Arranjem fundos e organizem campanhas com esta idéia. Vocês são tão criativos na hora de defender seus produtos! Pois sejam um pouquinho nesta hora de defender as suas propriedades e até as suas vidas!
A cada blogueiro solicito gentilmente divulgar esta nota como forma de nos unirmos em pensamento. Vale, claro, também, que todos usem de suas próprias palavras, mas que o façam como uma pauta permanente, para que a idéia ganhe força.
Somente o claro repúdio da sociedade a este movimento terrorista será capaz de mobilizar as autoridades, colocar os bandidos na cadeia e dar alguma orientação a milhares de pessoas humildes que, por falta de opções ou fraqueza de caráter aceitam participar de tão horrível causa".
A música APESAR DE VOCÊ foi quase um hino na luta pela democratização do Brasil.
Hoje que vivemos tristes dias e a minha gente (homens e mulheres de bem) andam OLHANDO PRO CHÃO, a música deve ser revivida, pois nunca foi tão atual.
O Brasil se transformou em um "país" sustentado por uma única lei:
- A Lei de Gérson.
Os corruptos sucateiam o dinheiro público - nosso dinheiro -, enriquecendo ilicitamente, sem nenhum pudor.
Hoje, são eles que mandam.
Foram eles que inventaram este estado.
Cabe a nós, "desinventá-lo"!
HOJE VOCÊ É QUEM MANDA,
FALOU, TÁ FALADO,
NÃO TEM DISCUSSÃO, NÃO.
A MINHA GENTE HOJE ANDA,
FALANDO DE LADO
E OLHANDO PRO CHÃO, VIU.
VOCÊ QUE INVENTOU ESTE ESTADO,
INVENTOU DE INVENTAR,
TODA A ESCURIDÃO.
VOCÊ QUE INVENTOU O PECADO,
ESQUECEU-SE DE INVENTAR
O PERDÃO.
APESAR DE VOCÊ,
AMANHÃ HÁ DE SER
OUTRO DIA.
EU PERGUNTO A VOCÊ
ONDE VAI SE ESCONDER
DA ENORME EUFORIA.
SINTETIZANDO:
O BRASIL NÃO AGUENTA MAIS O PT E O RIO DE JANEIRO NÃO AGUENTA MAIS O PMDB!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

SÓ SE SALVARÃO OS QUE SABEM NADAR - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

No Manual del Perfecto Idiota Latinoanericano, de Plínio Apuleyo Mendoza, Carlos Alberto Montaner e Alvaro Vargas Llosa, o capítulo sobre Cuba começa com a seguinte citação: “Só salvarão os que sabem nadar”. Explicam os autores, sendo que Montaner é Cubano, que a frase memorável pertence a um cantor de nome Cataneo e foi pronunciada na manhã de 8 de janeiro de 1959 quando Fidel Castro entrava em Havana. Acrescentam que desde então Cataneo ficou conhecido como o profeta.
Fidel e seus guerrilheiros provocaram entusiasmo e simpatia e a população cubana apoiou, através de suas organizações, o líder que prometia trazer para o país progresso e justiça ao derrotar o ditador Fulgêncio Batista, golpista que depusera em 10 de março de 1952 o presidente Carlos Prío Socarrás. Também a América Latina sucumbiu ao carisma daquele salvador da pátria que prometia restituir a Cuba as liberdades que a ditadura de Batista confiscara ao povo.
Entretanto, como é comum acontecer nas revoluções, Fidel Castro traiu os anseios dos cubanos e se tornou um dos mais sanguinários ditadores latino-americanos. Antes, paladino da liberdade subtraída por Batista, no poder reprimiu com mão de ferro os que não concordavam com ele.
Conforme dados citados por Reinado Azevedo em artigo na Veja de 27/02/2008: “Fidel mandou matar em julgamentos sumários 9.479 pessoas”. “Estima-se que os mortos do regime cheguem a 17.000” . E conforme a professia de Cataneo, dois milhões de cubanos fugiram para os Estados Unidos, sendo que não foram poucos os que morreram tentando a travessia para a liberdade. Mostra Azevedo, que isso corresponderia a “27 milhões de brasileiros no exílio”.
Este é o herói, o estadista, o humanista, o democrata exaltado por Lula da Silva, Oscar Niemeyer, Chico Buarque, Frei Betto e tantos outros como José Dirceu que chora diante do comandante e adquiriu sua segunda cara em Cuba. Dirceu , outrora guerrilheiro marxista sem-tiro é agora capitalista inserido na globalização e gerentão dos negócios do chefe.
Dois anos depois de apear Batista Fidel fez aliança com a União Soviética e o regime comunista foi estabelecido formalmente em Cuba em abril de 1961. Contudo, apesar de Cuba passar a ser sustentada pela potência comunista, Fidel só conseguiu produzir miséria. Os alimentos foram racionados (e continuam), o salário do trabalhador cubano foi aviltado (e assim permanece), todas as liberdades, incluindo a religiosa, foram anuladas.
A pobreza dos cubanos é culpa dos Estados Unidos por conta do embargo, dirá esquerda, inclusive, a petista, que hoje pratica marxismo de mercado e esbanja luxo e consumo através dos cartões corporativos.
A culpa norte-americana é uma das mentiras inventada por Fidel e disseminada largamente. Mas o que de fato existiu foi uma proibição de comércio de empresas dos Estados Unidos com Cuba, como represália aos confiscos do governo cubano a propriedades norte-americanas. Isso, contudo, nunca impediu que produtos dos Estados Unidos chegassem à Ilha vindos do Canadá, Venezuela ou Panamá.
Com o colapso do império soviético Cuba passou por maus pedaços. Foram, então, encorajados investimentos estrangeiros. Para tanto o comunista Fidel promoveu uma abertura ao capital estrangeiro de forma quase indecente. Ofereceu mão-de-obra barata, ausência de conflitos trabalhistas, livre remessa de lucros de sócios estrangeiros para o exterior, inexistência de imposto de renda durante o tempo estabelecido em cada contrato, nenhum encargo social para as empresas.
Todas essas vantagens excepcionais atraíram a Cuba especialmente espanhóis (maiores investidores em turismo), canadenses (mineração), italianos (telecomunicações) enquanto se processavam as associações com norte-americanos (indústria farmacêutica, etc.) apesar da choradeira de Fidel referente ao embargo.
Entretanto, apesar da “abertura econômica” o povo cubano vive numa pobreza franciscana e afastado dos “negócios entre amigos” processados pelo governo. Contrastando com a miséria de sua gente, Fidel Castro foi classificado pele revista Forbes como o sétimo homem mais rico do mundo. Quanto aos nativos é proibido freqüentar os melhores lugares da Ilha, todos reservados aos estrangeiros a poder do turismo e dos seus efeitos colaterais, a prostituição.
Deve-se ainda dizer, que Hugo Chávez substituiu a União Soviética no sustento da Ilha caribenha, e que o Brasil também tem dado generosamente seu quinhão ao democrático companheiro Fidel Castro.
Com a renúncia de Fidel, depois de quase um século de opressão, cogita-se sobre quem será seu sucessor e se haverão profundas mudanças em Cuba.
Provavelmente as mudanças serão lentas até que a múmia caquética do déspota cubano se una no além a de outros monstros que infernizaram seus povos. Com relação ao seu sucessor, na América Latina, sem dúvida, é Hugo Chávez com seu socialismo do século XXI.
Cabe, então, lembrar, inclusive ao presidente Lula da Silva, o pensamento de Winston Churchill: “O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja”. “Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria”.
25 de fevereiro de 2008.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO