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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O CIDADÃO FLUMINENSE É EXPLORADO PELOS GOVERNANTES.

TRIBUNA DA IMPRENSA
Segunda-feira, 01 de agosto de 2011 | 11:03
Entre os impostos, o mais perverso é o IPTU. No Rio, a situação é pior, devido à extorsiva alíquota de 1,2%, quase 3 vezes maior do que a de Brasília, e a Prefeitura quer tomar o imóveis dos inadimplentes.
Carlos Newton
Morar numa habitação digna é um dos direitos humanos e sociais mais importantes, embora pouca gente perceba isso. Mas em qualquer cidade brasileira, para morar, você precisa pagar IPTU. Apenas os favelados estão isentos, embora todos sabiam que existam verdadeiras mansões nas favelas e até prédios de sete andares, como ocorre na Rocinha.
Em todas as cidades, muitos moradores não conseguem pagar o IPTU e ficam ameaçados de perderem seus imóveis. O problema é mais grave no Rio de Janeiro, por ser a metrópole que cobra a maior alíquota, e a Prefeitura hoje se empenha em mover mais de um milhão de ações executivas, para levar a leilão os imóveis em débito.
Em São Paulo, ao contrário, o poder público demonstra compreensão com os inadimplentes e renegocia seus débitos. De 2006 a 2010, os pagamentos de impostos renegociados trouxeram aos cofres da Prefeitura paulistana R$ 2,5 bilhões, havendo mais R$ 1,6 bilhão a serem recebidos nos próximos anos. Na versão que acaba de ser lançada, o contribuinte poderá renegociar dívidas em atraso referentes a ocorrências até o fim de 2009 – no programa anterior, em 2010, era possível parcelar débitos apenas até 2006.
O secretário de Finanças da Prefeitura de São Paulo, Mauro Costa, afirmou que “com o programa, damos a oportunidade para pessoas físicas e jurídicas equacionarem seus débitos com a Prefeitura, de modo a não comprometer o seu fluxo de caixa presente e futuro.”
Em apenas dez dias de vigência do novo programa, 6.683 contribuintes renegociaram seus débitos, no valor bruto de R$ 152 milhões. Com os descontos, a quantia cai para R$ 86 milhões.
O programa é reaberto todos os anos, e as renegociações realizadas entre 2006 e 2010 garantiram até agora R$ 2,5 bilhões para São Paulo. Nos próximos anos, há outro R$ 1,6 bilhão que deve chegar ao caixa da Prefeitura. A soma desses dois valores se refere a uma quantia bruta total renegociada de cerca de R$ 12 bilhões, numa conta que considera um desconto médio na casa de 65%.
As condições são as mesmas que vigoram desde o primeiro programa. O prazo máximo de parcelamento é de dez anos. Para débitos tributários, há redução de 75% da multa e de 100% dos juros de mora, no caso de pagamento em uma só parcela.
O desconto da multa cai para 50% se houver parcelamento. Para débitos não tributários, existe diminuição de 100% dos juros de mora, tanto para quem optar por pagar uma parcela como para quem parcelar a dívida. No caso do parcelamento em 12 prestações, há juros de 1% ao mês; em até 120 parcelas, há a correção pela taxa Selic.
NO RIO O CIDADÃO É MASSACRADO
Como se sabe, as alíquotas cobradas de IPTU no Rio de Janeiro (1,2%) são verdadeiramente confiscatórias. No entanto, os políticos e burocratas, que se beneficiam com esse confisco, são contra qualquer iniciativa no sentido de que seja cobrada alíquota mais justa de IPTU ou que ocorra qualquer acordo para a redução do imposto, a exemplo de São Paulo.
Argumentam que “o bom pagador acabará se sentindo “lesado” caso seja adotado qualquer programa de redução”. Isso é o mesmo que dizer que um cidadão que foi assaltado se sentir “lesado” em razão do assaltante ter roubado menos de seu vizinho.
Recentemente, em GLOBO, foi publicado um artigo intitulado “Justiça, corrupção e impunidade”, de Marco Antônio Villa, residente no interior de São Paulo/SP. Ele mostra que ninguém mais acredita na Justiça, por estar comprometida com os demais poderes, reconhecidamente corruptos.
No Rio de Janeiro, realmente a Justiça está amasiada com a Prefeitura na cobrança do IPTU confiscatório, pois há grande número de funcionários municipais trabalhando nas Varas de Fazenda, instruindo processos e utilizando dezenas de computadores que a Prefeitura doou para a dita “Justiça”. Esse fato liquida a exigida independência entre os poderes, exigida pelo artigo 2º de nossa desrespeitada Constituição Federal.
Como sempre diz o professor Jorge Brennand, que recentemente escreveu um livro para denunciar o exagero na cobrança do IPTU, “a Justiça do Rio de Janeiro não está combatendo esse confisco, porque é sócia muito bem remunerada nele”.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 7 de março de 2011

POVO BRASILEIRO - SERÁ QUE A PIADA É UMA GRANDE VERDADE.

Povo do Brasil.
Povo brasileiro.
Brasileiro.
O mundo está em ebulição constante, povos se mobilizaram frequentemente ao longo da história da humanidade contra governantes ditadores e contra governantes ineficazes.
Nas últimas semanas, a temperatura mais alta está no Oriente Médio, um calor que se alastra com milhões de pessoas ocupando as ruas e lutando contra governos e pela sua cidadania plena.
No Brasil não tem sido diferente, milhões de pessoas estão ocupando as ruas, multidões se comprimem nas praças públicas, prontas para "lutar" até a exaustão. Os brasileiros que estão nessas batalhas não são cidadãos revoltados que lutam contra a cleptocracia que se instala no país, eles são seguidores de Momo, foliões que correm atrás de bandinhas e de gigantescos trios elétricos.
A motivação não é cidadania, mas sim a alegria descontrolada e injustificável, diante da realidade nacional atual.
O brasileiro é burramente alegre, me perdoem a ofensa.
Vivemos em um país onde pagamos a maior carga tributária do mundo, sem qualquer contrapartida em serviços públicos de qualidade e somos "felizes".
Os serviços públicos são lastimáveis. Saúde, segurança e saúde públicas são precárias, como no Rio de Janeiro, onde várias pessoas morrem diariamente pelo fato de não existirem vagas em leitos de CTIs nos hospitais públicos; onde o ensino médio é um dos piores do país e onde as polícias saqueiam moradores e comerciantes, como ocorreu na Serra Pelada (Complexo do Alemão).
No Brasil, a cada dia aumenta o número de pessoas que não trabalham e que recebem mensalmente salários (bolsas) pagos com o dinheiro de quem trabalha, enquanto os escândalos políticos se sucedem semanalmente na mídia, um maior que o outro, mas todos sem qualquer punição, tornando cleptocráticos cada vez mais ricos e somos "felizes".
No Rio, as polícias recebem os piores salários pagos no Brasil aos policiais, embora o estado seja o segundo em arrecadação. Apesar dessa verdade o número dos policiais que comparecem nos atos públicos de reivindicação é risível, cerca de meia dúzia, o que sinaliza que salário não é importante para a grande maioria dos policiais.
Penso que está chegando o momento de acreditarmos na piada antiga, aquela na qual Deus está distribuindo as catástrofes pelo mundo e parece ter esquecido de colocar qualquer uma delas no Brasil, que fica isento dos terremotos, maremotos, furacões, etc. Alertado sobre o possível esquecimento, Deus teria respondido:
- Vocês verão o povinho que colocarei lá.
Sinceramente, isso não me parece mas uma piada, mas uma grande verdade.
Povo do Brasil.
Povo brasileiro.
Brasileiro.
Respeitosamente, povinho frouxo esse nosso!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 5 de julho de 2010

AS "QUADRILHAS" DOS HOMENS DE BEM, A ÚNICA SAÍDA PARA O BRASIL.

Hoje, dia cinco, pago a minha principal despesa familiar, o plano de saúde, um ato que sempre trás tranqüilidade e revolta, sentimentos opostos. A tranqüilidade decorre da possibilidade maior de poder promover a saúde dos meus familiares e a revolta tem como causa a necessidade da contração de um plano particular, pagando os maiores impostos do mundo, como essa alíquota de imposto de renda de 27,5%.
Escrevo isso para demonstrar como é imperioso que o cidadão participe do governo do seu país, algo que o brasileiro não gosta de fazer. Nós tratamos a política como algo que não faz parte da nossa vida, como se o simples fato de cumprirmos o dever de votar, resolvesse todos os nossos problemas. Votamos e cobramos, reclamamos pelas esquinas, mas não participamos. A nossa omissão é tão grande, que chega ao cúmulo da grande maioria não lembrar o nome dos candidatos nos quais votou na eleição passada, o que impede qualquer tipo de cobrança efetiva, pois não sabemos de quem cobrar, assim sendo, continuamos só reclamando, nada mais.
É tempo de ação, hora de participação.
A política brasileira ainda não chegou ao fundo do poço de lama, apenas pelo fato desse poço de lama não ter fundo, portanto, poderá ficar cada vez pior.
Todos conhecem o diagnóstico – a caminho da cleptocracia - e a solução - mudar os políticos - mas ninguém quer botar o sino no pescoço do gato, poucos querem participar ativamente fazendo campanha aberta contra os maus políticos, gerando uma corrente de limpeza. Isso faz com que os que mamam nas tetas desses maus políticos, os apadrinhados, ganhem uma importância gigantesca nas eleições, pois eles não poupam esforços para continuar se alimentando da má política. Eles votam nos seus patrões; a cada segundo procuram convencer as pessoas sobre as qualidades do chefe; participam de todas as convenções, comícios, passeatas e encontros; vestem camisas; colocam faixas, cartazes e se esgotam na boca de urna. Eles são a corrente que mantém a lama no poço, o poço sem fundo da política nacional.
Eis a realidade.
Cidadão brasileiro, não existe outra solução para purificar a política brasileira, que não passe pela mobilização das pessoas de bem, as quais precisam ter a mesma disposição dos que sugam o país no poço político. Nós temos que ter o pode de conspirar na direção do bem, como eles conspiram na direção errada. Não esqueçam as forças do mau se unem naturalmente, isso é próprio das atividades ilícitas, a necessidade da cumplicidade, a importância dos esquemas e dos acordos.
Obviamente, não sabemos ser tão bons quanto eles, profissionais do mau, nas articulações, mas precisamos tentar construir o grupo dos profissionais do bem da política brasileira.
A campanha começa na terça-feira, seis de julho, faça a sua parte, serão apenas três meses, mas que terão reflexos nos próximos quarenta e oito meses, portanto, o sacrifício é mais do que válido.
Cumpra o seu dever, ingresse na corrente de depuração da política nacional, participe ativamente da campanha eleitoral. Escolha os seus candidatos e trabalhe para que eles sejam eleitos e, simultaneamente, espalhe aos ventos a verdade sobre os maus políticos, faça campanha contra eles.
No Rio de Janeiro, o funcionalismo público avalia como péssimo o governo Sérgio Cabral (PMDB), o que teve as melhores condições de realizar um ótimo governo nas últimas décadas e fracassou completamente. Diante dessa verdade, o funcionalismo estadual está se organizando para que Sérgio Cabral (PMDB) não seja eleito, algo que o funcionalismo pode fazer, diante do poder de formação de opinião de cada servidor público, bastando apenas que a categoria esteja mobilizada.
Servidores públicos fluminenses, isso significa que se Cabral for reeleito, a culpa será nossa, principalmente nossa.
Não vivam com esse enorme peso na consciência.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 4 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

CARGA TRIBUTÁRIA BRASILEIRA OU A ESCRAVIDÃO DA CLASSE MÉDIA.

A popularidade de Lula, fruto da falta de cidadania de nosso povo, faz dele um ser acima do bem e do mal, que ultrapassa os limites do certo e do errado e que ingressa no mundo mitológico.
Ao comentar a carga tributária de alguns países, inferior a 9%, Lula abusou de falar besteiras para justificar os quase 40% do Brasil. Ninguém mandou Lula calar a boca, nem desligou o microfone, isso seria politicamente errado, ofender a sua popularidade.
E, assim segue Lula, repleto de popularidade e sem qualquer conteúdo.
Prezados leitores, conheçam esse absurdo que faz com que um cidadão de classe média trabalhe mais de quatro meses a cada ano, apenas para sustentar o populismo lulista.
ASSOCIAÇÃO CLASSE MÉDIA - ACLAME (conheça).
IMPOSTOS FEDERAIS
• II - Imposto sobre a importação de produtos estrangeiros
• IE - Imposto sobre a exportação de produtos nacionais ou nacionalizados.
• IR - Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza
• IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados
• IOF - Imposto sobre Operações Financeiras
• ITR - Imposto Territorial Rural
• IGF - Imposto sobre Grandes Fortunas (não esta sendo aplicado)
Taxas Federais
• Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - Lei 10.870/2004
• Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981
• Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA - Lei 10.165/2000
• Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - Lei 10.357/2001, art. 16
• Taxa de Emissão de Documentos
• Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
• Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - Lei 10.834/2003
• Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004
• Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999
• Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus - Lei 9960/2000
• Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da Lei 9933/1999
• Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
• Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.)
• Taxas de Saúde Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18
• Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004
• Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998
• Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
Contribuições Federais
• INSS Autônomos e Empresários
• INSS Empregados
• INSS Patronal
• FGTS (contribuição)
• Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS – Lei Complementar 110/2001
• PIS/PASEP (contribuição) - Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Publico (PASEP)
• COFINS - Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social
• CSLL - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
• Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000
• Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação"
• Contribuição ao Funrural – LC 11/71
• Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955
• Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
• Contribuição à Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968
• Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001
• Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
• Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974
• Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) – Lei 5.070/96 e Lei 9.472/97.
• Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) – art. 6 da Lei 9.998/00.
• Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) – art. 6 do Decreto-lei 1.437/75 e art. 10 da IN SRF 180/02.
• Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) – Lei 10.893/04
• Fundo da Marinha Mercante (FMM) - Lei 10.893/04
IMPOSTOS ESTADUAIS
• ICMS - Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços
• IPVA - Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores
• ITCD - Imposto sobre Transmissões Causa Mortis e Doações de Qualquer Bem ou Direito
Taxas Estaduais
• Taxa de Emissão de Documentos
• Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
IMPOSTOS MUNICIPAIS
• IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana
• ITBI - Imposto sobre Transmissão Inter Vivos de Bens e Imóveis e de Direitos Reais a eles Relativos
• ISS - Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza
Taxas Municipais
• Taxa de Coleta de Lixo
• Taxa de Conservação e Limpeza Pública
• Taxa de Emissão de Documentos
• Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
Contribuições Municipais
• Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002
• Contribuições de melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
OUTRAS TAXAS
• Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - Lei 7.940/1989
• Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
OUTRAS CONTRIBUIÇÕES
• Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990
• Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Lei 8.621/1946
• Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993
• Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942
• Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991
• Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946
• Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946
• Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP)
• Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993
• Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
• Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
• Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
• Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
• Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
O pior é que todo esse conjunto não produz serviços públicos essenciais de qualidade. O cidadão brasileiro de classe média ainda tem que pagar escola particular, plano de saúde e seguros.
Um país onde o povo não tem acesso à cidadania é um país que se assemelha a uma ditadura.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

OS 2/5 DO INFERNO BRASILEIRO.

EMAIL RECEBIDO:
Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O Quinto dos Infernos". A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento do inconfidente que mais se expôs, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Donde se conclui que atualmente, a carga tributária que nos aflige é perto do dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, ou seja, pagamos hoje "dois quintos dos infernos"...
Pois é...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 26 de maio de 2009

BRASIL: A MAIOR CARGA TRIBUTÁRIA DO PLANETA E SEM A CONTRAPARTIDA DE OFERECER SERVIÇOS PÚBLICOS DE QUALIDADE.

EXTRA:
JUNTOS SOMOS FORTES!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

ATO CÍVICO - UM DIA SEM IMPOSTO NA GASOLINA (R$ 2,54 PARA R$ 1,27).

JORNAL EXTRA:
Protesto faz gasolina cair pela metade por um dia.
Vivian Pereira Nunes.
"Vemos que a cobrança da Cide não está colaborando para a melhoria das estradas, que continuam esburacadas "
RIO - O preço do litro da gasolina caiu pela metade nesta segunda-feira no posto que fica na Rua General Goes Monteiro, 195, Botafogo, em frente ao Canecão, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Em lugar dos R$ 2,54 cobrados normalmente, os motoristas que chegaram primeiro ao local estão pagando R$ 1,27, o valor que o combustível sairia todos os dias se não houvesse a cobrança de impostos sobre o produto (
clique e leia).
Confira o vídeo "Um dia sem impostos".

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 27 de maio de 2008

FIM DO TRABALHO ESCRAVO, PARA ESSE ANO!

Email recebido:
Comemore!
À meia-noite de hoje você deixará de trabalhar para pagar impostos.
Não sei se você sabe, mas é isso que você tem feito desde 1º de janeiro: trabalhar única e exclusivamente para pagar tributos ao Estado. Pelo menos é isso que diz um estudo publicado recentemente pelo IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
A partir de amanhã, porém, você estará liberado para pensar nos seus compromissos particulares: suas contas, sua alimentação, suas roupas, sua educação, sua saúde, sua segurança...
Em tudo, enfim, já que este Estado que lhe consome cinco meses de trabalho ao ano não consegue lhe oferecer nem o básico: a educação, a saúde e a segurança públicas (...)
E, quando você tiver completado 35 anos de trabalho, este Estado que confiscou 17 anos dos seus rendimentos vai lhe garantir uma aposentadoria que não cobrirá nem mesmo a conta da farmácia.
É ou não é trabalho escravo?
Pois então aproveite, como puder, os próximos meses.
(...)
E em janeiro começa tudo de novo.

DIAS E ANOS TRABALHADOS PARA PAGAR TRIBUTOS DURANTE A VIDA DO BRASILEIRO.

28/04/2008, Fonte:
IBPT

Em 2008 o brasileiro nasce condenado a trabalhar metade da sua vida para pagar tributos.
A carga tributária sobre renda, consumo e patrimônio já consome 148 dias de trabalho do brasileiro; neste ano, cada cidadão trabalhará até 27 de maio para pagar impostos, taxas e contribuições.
A expectativa de vida atual do brasileiro é de 72,3 anos.
Em 1900, a expectativa de vida era de 33,4 anos, enquanto que a expectativa de pagamento de tributos era de 3,92 anos;
Em 1950, a expectativa de vida era de 42,6 anos e a expectativa de pagamento de tributos era de 6,82 anos;
Em 2000, a expectativa de vida era de 70,5 anos e a expectativa de pagamento de tributos era de 23,31 anos;
Em 2008, a expectativa de vida é de 72,3 anos e a expectativa de pagamento de tributos é de 29,29 anos;
O brasileiro que nasce em 2008 trabalhará metade de sua vida para pagar tributos e em 108 anos a expectativa de vida do brasileiro cresceu 116%, enquanto que a expectativa de pagamento de tributos aumentou 245%.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

A DESTRUIÇÃO DO PAÍS

A DESTRUIÇÃO DO PAÍS
Prof. Marcos Coimbra


Membro efetivo do Conselho Diretor do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (CEBRES), Professor aposentado de Economia na UERJ e Conselheiro da ESG.

"Há quinze anos, conversando com um amigo médico, antigo chefe do setor de controle de endemias e epidemias do ministério da Saúde, ele afirmou-nos que todas as doenças que estavam erradicadas no Brasil voltariam a atacar a população.
Perguntamos as razões.
Respondeu que houve o aparelhamento político-partidário do setor, trazendo como conseqüências a incompetência na gestão, a má aplicação de recursos, o progressivo abandono dos programas de prevenção e erradicação devidos, enfim, o abandono.
Presenciando a triste situação enfrentada agora com a ameaça real de um surto de febre amarela no país, recordamo-nos da conversa havida e reconhecemos a veracidade da informação, infelizmente.
O pronunciamento do ministro da Saúde, em cadeia nacional, foi emblemático. Quase ninguém acreditou no que disse. Há sinais evidentes demais que a situação é séria. De início, tentou negar o já visível. Depois, tentou demover as pessoas da idéia de se vacinarem. É lógico que não existem vacinas em quantidade suficiente. Como o risco atinge a maior parte do Brasil, não só os seus habitantes, como as pessoas que para lá se dirigem, devem ser vacinadas. Não há um sistema de mobilização confiável para atingir todo o universo necessário. Pessoalmente, já tentamos três vezes, infrutiferamente. Na primeira, o posto estava fechado. Na outra só vacinam 3ªs e 5ªs. Na última, só havia 50 doses que se esgotaram emmenos de uma hora. E a guarda municipal gentilmente informou que havia uma clínica particular, perto dali, que aplicava a vacina por R$ 180,00 cada. Até o momento, cinco mortes e seis casos confirmados e dezenas a confirmar.E o pior. Outras doenças voltarão. E continuaremos a não possuir os meios suficientes para combatê-las e proteger a população.
A desculpa de falta de recursos não procede. Afinal, o país paga anualmente R$ 160 bilhões de juros apenas da dívida interna.
Possui37 ministérios e assemelhados, com cerca de 30.000 afilhados políticos, nomeados não por sua competência, mas sim por indicações partidárias.
Obras ciclópicas são entregues a grandes empreiteiras, superfaturadas, através de licitações suspeitas.Grandes fortunas surgem em curto espaço de tempo, em especial de políticos e lobistas.
A carga tributária é de primeiro mundo e a contrapartida em serviços é de terceiro.
O cidadão é obrigado a recorrer aos serviços da iniciativa privada na infra-estrutura social (saúde, educação e segurança).
A blindagem de carros passa a ser rotina. Contudo, até os serviços privados, mesmo regiamente pagos, são de qualidade inferior aos antes fornecidos pelo setor público.Na infra-estrutura econômica, o panorama não é muito diferente.
Nas comunicações, somos controlados, de fato, por empresas estrangeiras.Nos transportes, a cada dia que passa, mais estradas construídas com recursos públicos, são privatizadas. Enquanto a malha rodoviária, sob a responsabilidade do setor público, deteriora-se, chegando ao limite da insegurança.
A malha ferroviária não progride.
Nos transportes aéreos, permanece o caos.
Os portos não suportam a demanda.
Há o nó logístico.
Na energia, aumenta o risco da elevação de preços, do racionamento e do apagão?
A cada afirmativa de Lula de que não há risco, mais a população acredita que haverá.
Até o presidente da ANEEL já acendeu a luz amarela,reconhecendo um fato do conhecimento público. A briga entre os ministérios do meio-ambiente e energia é inconcebível.No campo da segurança nacional, há pelo menos treze anos, as Forças Armadas brasileiras estão sendo perseguidas, por quem não as aprecia e procura vingar-se do sucesso de suas ações no passado.
Os salários dos militares estão brutalmente aviltados.
Um oficial-general no posto de Almirante-de-Esquadra percebe o salário inicial de diversas carreiras de Estado.
Há uma evasão crescente de quadros bem preparados e o desestímulo a quem pretendia entrar na carreira das Armas, bem como a quem lá permanece.
Os equipamentos bélicos estão sucateados nas três Forças, que operam com material de até 40 anos de fabricação. Nossa indústria bélica foi sendo progressivamente destruída.
A criação do exótico ministério da Defesa contribui para o agravamento da situação, entregue a neófitos.
Nossos vizinhos da América do Sul, com fundadas razões,renovam seu material bélico e presenciamos, com tristeza, o declínio da nossa capacidade dissuasória.
Parece que querem acabar, pouco a pouco, com nossas Forças Armadas, empregando o método do torniquete?
Os insensatos não pensam no futuro e nas conseqüências adversas da prática nefasta.Na política externa, depois do acerto do distanciamento progressivo da subserviência à potência hegemônica, os seus dirigentes deixam-se levar pela ideologia pregada pelo Foro de São Paulo e perdem a noção do que consulta aos interesses nacionais, envolvendo-se em polêmicosepisódios, como o da recente libertação de duas reféns colombianas em possível troca por dinheiro e apoio político a um grupo terrorista com notórias ligações com o narcotráfico (lembram-se do Fernandinho Beira-Mar?), que mantém mais de 700 prisioneiros em condições subumanas.Alguém precisa fazer algo imediatamente!

Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Sítio: www.brasilsoberano.com.br
Artigo escrito em 15.01.2008 para o Monitor Mercantil.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

JORNAL DO BRASIL - 21/01/2008 - PAGAMOS MAL OS QUE NOS SERVEM

O artigo transcrito a seguir foi publicado no Jornal do Brasil e no JB Online:

Pagamos mal aos que nos servem e protegem
Marcus Quintela - Engenheiro
"Os brasileiros, de um modo geral, criticam, o tempo todo, a qualidade dos serviços públicos no país, reclamam dos políticos que eles próprios elegeram, e exigem, por direito, o retorno para a população, na forma de benefícios coletivos, dos impostos, taxas e contribuições que lhes são impiedosamente cobrados. Sem dúvida alguma, penso que isso é legítimo e democrático, até porque pagamos o maior número de tributos do mundo, nossa carga tributária corresponde, absurdamente, a quase 40% do PIB, a economia não cresce e a maioria do povo brasileiro ainda carece das necessidades humanas básicas, ou seja, não recebe saúde, saneamento básico, nutrição, habitação, educação, segurança e transporte.
Então, qual seria a solução? Como eu não tenho uma solução imediata e definitiva para esse problema e não gostaria de recair naquela velha máxima de que o povo não sabe votar e deveria escolher melhor seus governantes e legisladores etc e tal, vou defender a tese de que a qualidade dos serviços públicos brasileiros é diretamente proporcional às condições de vida e bem-estar dos servidores, à conscientização da sociedade, ao nível de eqüidade social e ao bom senso político. Além disso, penso que os governantes deveriam entender que os baixos níveis salariais da imensa maioria dos servidores públicos, civis e militares, que efetivamente trabalham, ou seja, "carregam o piano", custam muito caro para a sociedade como um todo. Cabe ressaltar que não considero salário sinônimo de competência, ainda mais quando a vida nos mostra que existem servidores bem remunerados que trabalham pouco e servidores mal remunerados que trabalham até demais.
Como exemplo, vou citar apenas três serviços públicos essenciais para a sociedade, que são mal prestados e pagam salários humilhantes, depreciativos e insuficientes para o sustento digno de uma família: educação, saúde e segurança. Nossos professores trabalham muito, não têm tempo para reciclagem e atualização e são obrigados, muitas vezes, a atuarem em outras atividades para complementar suas rendas. Na área da saúde, as condições físicas e técnicas são precárias e insalubres e é muito comum encontrarmos servidores atuando em mais de um local, de forma estafante, para também conseguirem uma renda melhor. Nossos policiais, especialmente os militares, trabalham sob pressão o tempo todo, sem equipamentos e armamentos adequados, com falta de logística e inteligência de apoio, moram quase de forma clandestina nas grandes cidades, pois não podem revelar suas identidades. Além disso, essas três categorias de servidores, em muitos casos, moram em favelas, vestem-se mal, não têm lazer e suas famílias sofrem com os riscos a que estão expostos diariamente.
Salvo as raríssimas exceções existentes em nosso país, os servidores públicos que nos servem e nos protegem não são adequadamente treinados e equipados e ainda recebem salários incompatíveis com a responsabilidade e a complexidade das tarefas que realizam. Logicamente, isso jamais pode servir como justificativa para a incompetência, inoperância e negligência durante a prestação dos serviços públicos.
Por fim, cabe aqui mais uma questão: como os serviços públicos poderiam ser prestados em nível de excelência? À primeira vista, bastaria o Estado contratar pessoal qualificado, alicerçado por um plano de cargos e salários condigno e imune às ingerências políticas, implantar sistemas de gestão e fiscalização informatizados, isentos e inexpugnáveis, e possuir mecanismos de premiação e punição desses recursos humanos. Penso que somente essas ações já trariam motivação, orgulho e auto-estima para os servidores públicos, e, como conseqüência, ocorreria, em curto prazo, a melhoria natural dos serviços públicos. Caro leitor, deixo para reflexão este instigante, provocativo e polêmico assunto, com o simples objetivo de abrir discussão e criar um fórum de debates sobre o retorno de nossos tributos na figura da prestação de serviços públicos".
[ 21/01/2008 ] 02:01
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORREGEDOR INTERNO