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domingo, 16 de outubro de 2011

ATENÇÃO - BOMBEIROS MILITARES - AMANHÃ - CINELÂNDIA - VAMOS LEVAR NOSSO GRITO.

ATO EM DEFESA DOS ROYALTIES DO PETRÓLEO.
Data: 17 OUT 2011 (amanhã).
Local: Cinelândia - Centro do Rio.
Horário: 17:00 horas.
Bombeiros e Policiais Militares, vamos levar nosso grito para a Cinelândia.
Eu estarei lá!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ROYALTIES: O RIO NÃO PODE SER PREJUDICADO.

Considero Sérgio Cabral (PMDB) o pior governador que assolou o Rio de Janeiro nos últimos anos, porém não posso deixar de concordar com ele quando afirma que estão prejudicando seriamente o futuro do Rio com as manobras perpetadas no Senado Federal no tocante ao recebimento dos royalties.
O texto aprovado no Senado viola até o direito adquirido, tamanho o seu absurdo.
É certo que Cabral administrou mal a luta pelos interesses do Rio, não conseguiu nem mesmo administrar o problema no seio do PMDB, o seu partido, todavia não adianta apenas crucificar mais esse fiasco da sua gestão, temos que nos unir para lutar pelo Rio, o Rio é nosso.
Obviamente, a luta não pode ser nos moldes do circo montado na marcha em defesa do Rio organizada por Cabral e sua turma, com a participação maciça de funcionários públicos liberados de suas funções.
A população deve lutar pelos seus interesses, temos que aprender a exercermos a nossa cidadania, sem a participação desses políticos que só contribuem para agravar os problemas do Rio.
A luta tem que nascer no seio da população, assim será digna e justa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 17 de março de 2010

GABEIRA COMPARECERÁ À PASSEATA.

GABEIRA ESTARÁ AO NOSSO LADO NA PASSEATA DOS ROYALTES

"Embora não tenha sido convidado pelos organizadores, no caso o Governo, vou à passeata de amanhã na Candelária. Digo não fui convidado, porque nas etapas anteriores, quando se coordenava a reação fluminense , fui duas vezes chamado ao Palácio, juntamente com a bancada do Rio. Mas desde quando preciso ser convidado para ir à uma passeata? Foi minha atmosfera rotineira na juventude. Centenas de vezes percorri o trecho entre Candelária e Cinelândia e agora, apesar de deputado de quatro mandatos, nada melhor do que marchar entre as pessoas, longe dos palanques oficiais.
A luta pelos royalties é justa. Quando se trata de algo correto como defender o Rio estou pronto para lutar ao lado de todos, inclusive potenciais adversários políticos. O governador reclamou da imprensa porque ela mencionou o uso predatório dos royalties em alguns municípios, no passado recente. Minha posição é esta: não há contradição entre lutar pelos royalties e exigir que sejam bem gastos, isto é, gastos para melhorar a vida do povo.
Nas minhas peregrinações pelo interior, não encontrei nenhuma cidade que tivesse um comitê de cidadãos acompanhando o desenrolar desses gastos. Não há transparência porque ninguém mostra precisamente como o dinheiro é empregado, ele é confundido com o restante das verbas da cidade.
Vamos vencer esta batalha dos royalties. Quanto mais transparência houver nos gastos, quanto melhor aplicados os recursos, mais força teremos, no futuro, para evitar as tentativas de desviar esses recursos do estado. Recursos necessários porque a exploração do petróleo, como demonstrei em vários discursos, significa custos adicionais para o estado que o produz.
Fernado Gabeira."
Fonte: gabeira.com.br
Ótima oportunidade para começarmos a demonstrar ao nosso futuro governador as nossas insatisfações e necessidades.
JUNTOS SOMOS FORTES,
LAURO BOTTO- TENENTE BOMBEIRO MILITAR

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 16 de março de 2010

ATO EM DEFESA DO RIO: VERDADES OU MENTIRAS?


Eu tenho recebido vários comentários a respeito da situação dos Policiais Militares com relação ao ato público convocado pelo governador Sérgio Cabral, que ocorrerá amanhã a partir das 16:00 horas, com concentração na Candelária.
Citarei alguns deles solicitando aos Policiais Militares que confirmem ou desmitam:
- A Polícia Militar entrará em regime de prontidão a partir das 08:00 horas de amanhã;
- Folgas foram suspensas;
- Policiais Militares do interior do estado também estão sendo escalados no policiamento;
- Comenta-se que milhares de Policiais Militares serão escalados para policiar o evento; e
- O mais absurdo de acreditar, Policiais Militares de folga estariam sendo escalados para participarem do evento em trajes civis.
Amanhã, conheceremos a verdade.
Eu estarei ombreando com os Policiais e os Bombeiros Militares que participarão do evento defendendo o Rio e lutando pela nossa cidadania.
Os mobilizados estarão com camisas, faixas e cartazes da nossa luta pela PEC 300.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 15 de março de 2010

O FIASCO DE SÉRGIO CABRAL.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
CAP. I - ROYALTIES DO PETRÓLEO. "AS LEIS POLÊMICAS DEVEM SER LEIS DISCRETAS"!
1. Em 1984, o senador Nelson Carneiro, acompanhado do secretário de fazenda do Estado do Rio, iniciava o processo de convencimento com vistas a se aprovar a Lei dos Royalties do Petróleo. Em uma reunião com os prefeitos da região confrontante com a Bacia de Campos, realizada em Casimiro de Abreu, as razões e termos desta lei foram apresentados aos prefeitos.
2. Um dos prefeitos vazou a reunião que o Senador queria, ainda sem publicidade nesta fase. Após a reunião, a imprensa procurou o secretário Cesar Maia, que deu todas as informações e detalhes. Após a entrevista, o Senador colocou seu braço direito no ombro do secretário, o elogiou pela entrevista e disse: “Mas não está na hora, secretário. As leis que podem ser polêmicas, devem ser leis discretas. Devem surpreender só na fase de votação aos adversários ou interessados”. Assim foi e em 1985 foi aprovada a Lei n. 7.453, a Lei dos Royalties.
3. Na assembleia constituinte se estabeleceu, também de forma discreta, a aprovação do que seria o parágrafo primeiro do artigo 20, dando caráter constitucional à cobrança dos royalties do Petróleo. Nem na lei de 1985, nem neste dispositivo constitucional, nem nas leis posteriores de regulamentação do artigo 20, ocorreram quaisquer conflitos. Todas as tramitações deslizaram de forma "discreta".
4. Só em 2003, o deputado do PT-SC, Mauro Passos, iniciou o processo de questionamento da distribuição, com a autoria do projeto de lei 1.618. Não tramitou. Prevaleceu a ação discreta dos que não queriam alterar o direcionamento dos recursos relativos à lei.
5. Como disse o senador Francisco Dornelles no Globo de ontem (14): "Não adianta levar uma mensagem de guerra, precisamos de uma mensagem de paz e discutir a dosagem da mudança."
CAP. II - ROYALTIES DO PETRÓLEO! VERBORRAGIA E OS CONFLITOS!
1. Com a decisão do governo federal de antecipar e pedir urgência para as leis relativas ao Pré-Sal, a questão da distribuição dos royalties voltou a ser debatida. A precipitação e o histrionismo do governador do Estado do Rio culminaram com a realização de reunião com o presidente Lula debaixo dos holofotes da imprensa. Frases de efeito e finalmente uma agressividade eleitoreira do governador, criaram constrangimento ao presidente e produziram uma réplica de ministro presente, dando ao projeto de lei cores e luzes de um debate eleitoral.
2. O relator, deputado H. Alves, manteve para todas as bacias existentes, e nelas a de Campos, os mesmos critérios. E em relação ao Pré-Sal, abriu à participação de estados e municípios não confrontantes. A reação do governador do Estado do Rio foi juvenil. Pensando que a Câmara de Deputados é a Assembleia Legislativa do ERJ, reclamou com Lula e pediu que este interviesse. Mas isso só fez agravar a situação.
3. Finalmente, o Governador do ERJ partiu para a agressão e a galhofa, atacando os deputados federais. Isso deu origem a um movimento chamado de "sossega leão", numa referência ao golpe de jiu jitsu. Foi feita uma emenda (emenda Ibsen) definindo uma distribuição através dos Fundos de Participação (FPE e FPM) e afetando até a situação atual, o que criou uma hipótese de caos pela supressão de recursos aos municípios e ao ERJ.
4. É a lei "Sossega Leão".
CAP. III - ROYALTIES DO PETRÓLEO. "ESSA LEI NÃO É PARA VALER"!
1. Com a aprovação da lei na Câmara de Deputados, com 369 votos ou 72% dos deputados, alterando até a distribuição atual, o governador voltou a produzir cenas explícitas de histrionismo e desequilíbrio. Chorou sem lágrimas, numa aula inaugural, voltou a agredir os deputados e agora convoca uma passeata na quarta-feira, como se isso afetasse minimamente esse processo, além de criar mais fatos e agressões.
2. Se tivesse se acalmado, parasse de usar a chantagem como argumento (Não vamos ter Olimpíadas! Não vamos pagar os aposentados! Etc.) e procurasse quem de direito, ou seja, os senadores seniores, saberia que a lei da Câmara não é para valer, que o Senado vai fazer um substitutivo nos termos da proposta do relator na Câmara.
3. Com isso, não se tira um centavo da distribuição atual e se flexibiliza a distribuição da longa Bacia do Pré-sal, que vem de Santa Catarina ao Espírito Santo, garantindo ao ERJ e seus municípios uma fatia mais que proporcional. A lei funcionou como a história do "bode". Quando se souber que o Senado vai alterar, haverá um alivio.
4. No entanto, o que acontecerá é o retorno aos termos do relator na Câmara, aquilo contra o que o governador ERJ vociferou tanto. Se o governador tivesse mantido a calma (com Lexotan, Valium, Somalium ou Sossega Leão), poderia ter ido um pouco além da proposta do relator. Agora, ficará com ela como substitutivo no Senado e dará Graças a Deus.
5. Se seguisse a experiência do senador Nelson Carneiro, mergulharia na humildade, partiria para uma tramitação discreta, contataria os senadores seniores, sem imprensa. Além de saber o que passou e que a lei não é para valer, ainda poderia conseguir algum ganho adicional. Prefere, na quarta-feira, antecipar o processo eleitoral com uma turma gritando o seu nome e outra o do ex-governador. E, mais uma vez, provocando o Congresso.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

17 MAR 2010: UMA FESTA PARA "TODOS".

Quem não nasceu ontem, conhece muito bem o que está por trás das lágrimas de Sérgio Cabral e da iniciativa de promover um grande ato público em defesa do Rio e contra a covardia.
Segundo Sérgio Cabral, sem os royalties o Rio deixará de existir e não restará alternativa para o povo fluminense que não seja migrar para outro estado da federação, deixando para trás esse território esplendoroso.
Não terá Copa, nem Olimpíada.
Nem mesmo o fraco campeonato carioca continuará existindo.
Nem carnaval.
Tudo acabará, será o fim do Rio.
As trombetas do apocalipse soarão.
Por favor, puxe o freio de mão, caro cidadão, o Rio não vai acabar.
A emenda ainda precisa ser aprovada no Senado e seguir para Lula, na verdade, esse caso está apenas um passo à frente da Emenda Aglutinativa 1/2010 (PEC 300 e PEC 446), que teve o seu texto básico aprovado em primeiro turno. E, nós, Bombeiros e Policiais Militares sabemos que ainda não existe um centavo em nossos bolsos fruto da PEC 300.
O desejo de Cabral é fazer uma grande festa política na próxima quarta-feira.
Cabral pretende sair dessa festa como um herói que salvou o Rio e toda a sua população da hecatombe total, pois sabe que a chance dessa nova regra ser aprovada em um ano eleitoral é pequena.
Além disso, quem garante o sucesso na extração do petróleo na camada do pré-sal?
Alguém está se endividando em nome do povo do Rio contando com esses royalties?
Eles estão sendo incorporados em algum orçamento?
Nesse caso, os responsáveis por esse endividamento que respondam no poder judiciário.
Estão querendo contar com o ovo de uma galinha que ainda nem nasceu!
Cidadão fluminense, apesar de tudo isso, devemos comparecer ao ato cívico, sobretudo os funcionários públicos, para defender "os prováveis direitos futuros" do Rio de Janeiro, mas também para expor as verdades sobre o desgoverno Sérgio Cabral.
Os que mamam nas tetas do Rio estarão todos lá, nenhum deles faltará, portanto, nós que sofremos pelo Rio e por sua população, diariamente, temos que marcar presença com as nossas reivindicações.
Temos que mostrar o Rio de verdade.
A mídia estará lá e dessa vez não poderá evitar de exibrir as imagens com as nossas faixas favoráveis à PEC 300 e contra os R$ 30,00 por dia, que recebemos para arriscarmos a nossa vida.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 13 de março de 2010

RIO DE JANEIRO: FUNCIONALISMO FARÁ CAMPANHA ABERTA CONTRA SÉRGIO CABRAL E SEUS ALIADOS.

JORNAL O DIA:
Joaquim Levy: 'Sem condições de dar reajuste'

Rio - Antes conhecido por ser contido em suas declarações, o secretário estadual de Fazenda, Joaquim Levy, não mede esforços para defender os interesses do Rio quando o assunto é distribuição dos royalties de petróleo. Em entrevista a O DIA, no Palácio Laranjeiras, Levy mais uma vez não poupou palavras para exemplificar as perdas em todo o estado. Principalmente para o funcionalismo público, cujos salários serão congelados até o desfecho do drama. O secretário também foi o primeiro a alertar que os aposentados e pensionistas sofreriam com o modelo de divisão dos royalties, resultado da drástica diminuição no repasse dos valores ao Rio Previdência. Para Joaquim Levy, a atitude da Câmara dos Deputados de aprovar a Emenda Ibsen, que afeta diretamente o Rio de Janeiro, foi uma atitude impensada, de quem não sabia o que estava acontecendo. O secretário também diz acreditar que o Brasil vai apoiar os esforços que o estado faz contra a emenda.
O DIA: O governo estadual estava se programando para anunciar o reajuste salarial deste ano em abril. As novas perspectivas de distribuição dos royalties de petróleo mudam o posicionamento do estado quanto ao reajuste de 2010?
Levy: Se a situação atual persistir (mudança na regra de divisão dos royalties), o estado não terá condições de dar reajuste nenhum. Será impossível pensar nisso, vai ficar suspenso. É por isso que essa irresponsabilidade, como disse o governador Sérgio Cabral em Brasília, tem efeito em toda a população do Rio de Janeiro.
O pacote de bondades, assim denominado pelo governo, já não contemplaria Educação, Saúde e Segurança Pública, por causa das gratificações criadas nos últimos meses, assim como a incorporação do Nova Escola. A ‘minoria’ também corre o risco de ficar sem aumento?
Enquanto tiver essa ameaça, não dá para falar sobre nada. Muito menos em projetos para categorias. Dentro da reforma de gestão, consideramos, por exemplo, contadores. Que é uma categoria pequena, mas muito importante. Os contadores nos ajudam a saber que o dinheiro está sendo bem-empregado, verificar se teve algum desvio. Há interesse de dar um tratamento especial esse ano. Com essa ameaça, temos que repensar isso também.
Qual o efeito da medida nos aposentados e pensionistas do estado?
Essa emenda disparatada, votada por congressistas — que acho que não sabiam o que estava acontecendo —, se virasse lei amanhã, nós iríamos perder R$ 5 bilhões por ano, que é todo o dinheiro que vai para o Rio Previdência. Teríamos 200 mil aposentados e pensionistas que ficariam sem a fonte de recurso constitucional, fonte que hoje é administrada com toda a seriedade pelo estado. A consequência, lógico, como o estado não iria querer deixar essas pessoas sem dinheiro, pois é um direito delas, seria afetar todo o resto do governo. Não seria só em cima dessas 200 mil pessoas, que já é um número muito grande, seria sobre todos os cidadãos. Recai sobre todo o trabalho que estamos construindo.
Quais seriam as áreas afetadas?
Praticamente todas, na área da Saúde, entre outras. Seria uma desorganização. O que é mais maluco é espalhar os royalties para o Brasil inteiro, espalhando um pinguinho em cada lugar. Estão querendo pegar os royalties, que são R$ 5 bilhões, que não vão fazer a mínima diferença para os outros estados, mas que é a nossa única fonte de recursos. Espalhar isso para os outros estados não vai mudar nada lá, vai nos quebrar, mas não vai trazer benefícios para ninguém. É uma loucura, uma emoção. Quando as pessoas falam de petróleo, elas começam a sonhar, ter atitudes emocionais.
Como o senhor avalia a emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), que foi aprovada pela Câmara dos Deputados e modifica o sistema de distribuição?
Essa emenda significa que o Rio de Janeiro vai receber 1% dos royalties de petróleo e outros 99% irão para outros estados. Alguns estados iam receber, por exemplo, seis vezes mais que o Rio de Janeiro, o próprio Rio Grande do Sul, do deputado que propôs isso, vai receber quase o dobro do Rio. Tudo estado não produtor de petróleo, tudo isso em cima do petróleo que a gente produz no Rio. Estão querendo tirar o pouco que a gente ganha nas compensações, para dar um pouquinho para cada um. Cada um vai ficar um pouquinho mais contente, não faz o menor sentido. Isso é muito ruim para o Brasil inteiro e não vai trazer nenhum benefício. Aliás, o Rio de Janeiro devia ganhar muito mais com o petróleo. Aqui o petróleo que sai do Rio, não fica um tostão. Vai para São Paulo, que ganha imposto em cima disso. Lá no Ceará, é o nosso petróleo que faz as coisas andarem, não ganhamos um centavo com o petróleo que sai daqui".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A MARCHA DOS ROYALTES - 17 MAR 2010 - CINELÂNDIA - 16:00 HORAS.

SITE G1:
Governo do Rio convoca população para protesto contra corte dos royalties
Manifestação está marcada para quarta-feira (17), no Centro.
Governador diz que estado será muito prejudicado se emenda for aprovada.
O governo do estado anunciou nesta sexta-feira (12) uma manifestação contra a emenda que altera a divisão dos royalties do petróleo. A população será convocada para uma caminhada, no Centro do Rio, na próxima quarta-feira (17).
Segundo o governo do estado, o ato “Contra a covardia, em defesa do Rio” terá como objetivo unir as forças políticas e da sociedade pelo veto à chamada emenda Ibsen Pinheiro, que redistribui royalties do petróleo e pode tirar R$ 7 bilhões do estado ao ano.
A emenda ainda precisa passar por votação no Senado e pela aprovação do presidente Lula.
Segundo a Secretaria de Obras, operários que trabalham nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio serão liberados para participar da manifestação.
Concentração será na Candelária
A manifestação terá concentração na Candelária, no Centro do Rio, e seguirá pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia, onde haverá um ato público.
Na quinta-feira (11), o governador Sérgio Cabral disse que a aprovação da emenda, ocorrida na quarta-feira (10) no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, foi “um linchamento contra o Rio”.
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também pretende realizar um protesto contra a aprovação da emenda federal. De acordo com a Alerj, a manifestação deve ocorrer na terça-feira (16), no Palácio Tiradentes, no Centro. Além dos 70 deputados e das 28 entidades que compõem o fórum, serão convidados prefeitos e secretários de estado (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 12 de março de 2010

PT OU PMDB, QUAL É PIOR?


As matérias são do IG, copiei do blog do Garotinho.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 11 de março de 2010

JORNAL DA SEGURANÇA PÚBLICA - ANO I - 048 - 11 MAR 2010.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA

Ex-CORREGEDOR INTERNO

SÉRGIO CABRAL SÓ ATRAPALHA ...

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
PRÉ-SAL: HISTRIONISMO DO GOVERNADOR PREJUDICOU O ESTADO DO RIO!
1. Estar com a posição certa na defesa do Rio não basta. Há que se adotar a postura e método adequados, de forma a transformar a posição certa em vitória. Uma postura histriônica e autoritária do Governador do Estado do Rio deixou tudo a perder. Sua agressividade juvenil com a Câmara de Deputados ajudou os que queriam mudar o projeto a aglutinar forças. A visão autoritária de que o presidente Lula pode tudo, por cima do poder legislativo, da mesma forma. Não pode.
2. Depois deste festival de equívocos, o governador deveria baixar os faróis, sair dos holofotes, parar de falar besteiras agressivas para capitalizar eleitoralmente e ir -com discrição, sem imprensa, manso e humilde- ao senado conversar com os senadores, que farão a revisão da lei. Entender a conjuntura em que se vive e levar uma proposta intermediária que garanta os recursos do Estado do Rio e que os recursos da União -já obesa de tributos- possam, esses sim, ser usados para a demanda que outros Estados e Municípios colocam.
3. Essa derrota acachapante tem um responsável: o Governador do Estado do Rio. Não havia projeção que se pudesse chegar a isso, seis meses atrás. Sua agressividade histriônica produziu uma derrota extrema que ninguém imaginava.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 11 de abril de 2009

REVIST ÉPOCA - CORRUPÇÃO - AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO SOBR SUSPEITA.

A ANP sob suspeita.
Criada para fiscalizar o setor, a Agência Nacional do Petróleo virou caso de polícia por dois escândalos: liberar subsídios suspeitos para usineiros e royalties de exploração de petróleo para empresa ligada a um de seus diretores.
Isabel Clemente e Andrei Meireles.
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista ÉPOCA de 10/abril/2009.
O GESTOR.
Haroldo Lima, diretor-geral da ANP e membro do PCdoB. Em sua gestão, o partido ganhou cargos e os escândalos se multiplicaram.
Nos últimos anos, quando a crise global não aparecia nos pesadelos de ninguém, o petróleo do pré-sal e a exportação de etanol eram celebrados como promessas de ganhos fabulosos e imensa prosperidade para o Brasil. Em 2009, em plena recessão global, o pré-sal foi para os arquivos à espera de uma melhor oportunidade e nossas principais matrizes de energia ocupam um universo de escândalos, suspeitas e operações obscuras ocorridas no interior da Agência Nacional do Petróleo (ANP), agência nascida para regular o funcionamento de empresas ligadas ao petróleo e a outros combustíveis, como o etanol.
Num país onde a aparelhagem política é um expediente frequente para entregar fatias inteiras do Estado à exploração dos amigos, não chega a ser surpresa que a ANP tenha se transformado numa reserva do PCdoB, legenda que nasceu como braço nacional da versão albanesa do comunismo e hoje é uma aliada disciplinadíssima do governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Em torno de Haroldo Lima, ex-deputado e membro do Comitê Central do PCdoB que ocupa o cargo de diretor-geral na ANP – o posto máximo na estrutura da agência –, gravitam nove dirigentes em posições estratégicas de comando, participação tão destacada que determinados observadores fazem justiça ao lendário bom humor do Rio de Janeiro, onde fica a sede da ANP, dizendo que o governo Lula criou a ANP do B. Membro da Comissão Estadual do PCdoB do Maranhão, Allan Kardec Duailibe Barros Filho comanda uma diretoria. Outros três dirigentes do partido são chefes de escritório, em São Paulo, no Distrito Federal e na Região Nordeste. Outros dois são superintendentes. Os demais ocupam lugares em diversas assessorias (confira quadro na próxima página).
Saiba mais
»Um presente de R$ 178 milhões da ANP para os usineiros
Clássica barreira destinada a impedir a transparência de órgãos públicos, o aparelhamento da ANP conseguiu manter na sombra, por anos, duas situações escandalosas e preocupantes. Na área do etanol, a agência transformou-se numa usina de subsídios envoltos em mistério. Além de um pacote de R$ 178 milhões, revelado por ÉPOCA na semana passada, dirigido a usineiros que afirmam não ter recebido o dinheiro, sabe-se agora de novos acertos. Eles totalizam R$ 50 milhões, saídos dos cofres do governo em condições parecidas. Na liderança das operações, distribuindo pagamentos e fazendo contatos em Brasília, aparece um empresário conhecido nos gabinetes políticos: o lobista Paulo Afonso Ricardo Braga, de São Paulo.
Há muitas interrogações sobre os negócios do lobista Paulo Afonso. De acordo com um documento registrado em cartório por Paulo Afonso e pelos usineiros – ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade –, a comissão cobrada por ele na operação ficou entre 28% e 31% do total que fosse obtido – uma margem altíssima, sob qualquer aspecto. Ela lhe daria uma remuneração em torno de R$ 50 milhões pelo negócio. Uma soma tão grande reforça o mistério sobre o verdadeiro destino de parte do dinheiro, num ambiente em que a troca de favores com políticos e personalidades influentes no governo muitas vezes é indispensável para fechar um acordo financeiro como o obtido pelos usineiros.
Paulo Afonso é procurador da Binfield Overseas Co., uma empresa offshore com sede no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. De acordo com a documentação, Paulo Afonso tem poderes absolutos sobre a Binfield Overseas, embora não seja seu proprietário. Oficialmente, a offshore é sócia da brasileira Binfield Participações. A outra sócia é Cilene de Oliveira, ex-empregada doméstica da família de Paulo Afonso. Cilene reside numa casa simples de alvenaria num bairro pobre da Zona Sul de São Paulo. A suspeita é que Cilene ocupe o papel de laranja de Paulo Afonso – o que só contribui para tornar seus negócios ainda mais estranhos.
No capítulo petróleo, a situação também é suspeita. Acumulam-se episódios, em várias áreas da ANP. Muitos deles começaram a ser investigados pela PF, mas, em seguida, o caso foi se arrastando, se arrastando, até parar sem conclusão clara. Um deles envolve um episódio de extorsão. A história é chocante pelo início, pelo meio e pelo fim. Interessada em registrar uma empresa, uma advogada denuncia que lhe pediram uma propina de R$ 50 mil para conseguir o que queria. Ela chegou a gravar conversas com um alto funcionário que lhe dizia estar fazendo o pedido em nome do braço direito de Haroldo Lima, o superintendente de abastecimento Edson Menezes Silva, ex-deputado federal pelo PCdoB. Mas o assunto não andou. O registro não saiu e a denúncia ainda não levou a lugar nenhum. A ANP diz que colabora com as autoridades e aguarda o desfecho das investigações.
Outro caso, mais grave, está registrado num relatório atribuído à área de inteligência da Polícia Federal. O suspeito é o engenheiro Victor de Souza Martins, diretor da ANP, acusado de usar o cargo em benefício de uma empresa de consultoria, chamada Análise, de que detém 80% de participação acionária – a fatia restante pertence a sua mulher, Josënia Bourguignon Seabra. Como Victor é irmão do jornalista Franklin Martins, atual ministro da Comunicação Social do governo Lula e um dos mais influentes auxiliares do presidente, o caso ganhou uma dimensão política especial – de acordo com especialistas em petróleo, uma injustiça, pois Victor Martins teria méritos próprios para chegar a diretor da agência.
Clique e leia mais.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 8 de abril de 2009

POLÍCIA FEDERAL INVESTIGA IRMÃO DE MINISTRO DO GOVERNO LULA.


POLÍCIA FEDERAL INVESTIGA SUPOSTO DESVIO DE ROYALTIES DA PETROBRAS; ANP NÃO VÊ INDÍCIO DE IRREGULARIDADE.
Cirilo Júnior.
A Polícia Federal confirmou que abriu inquérito para apurar supostos desvios no pagamento de royalties de petróleo da Petrobras para prefeituras do Rio. (...) Segundo artigo publicado na revista Veja desta semana um dos investigados seria Victor Martins, diretor da Agência Nacional de Petróleo e irmão do ministro das Comunicações, Franklin Martins. (clique e leia).


GOVERNO DO PT, UM GOVERNO SOB CONSTANTE INVESTIGAÇÃO.
NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS SE DEMOROU TANTO PARA FALAR SOBRE A POSSIBILIDADE DE UM "IMPEACHMENT"


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 7 de abril de 2009

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

Investigação.
PF apura suposto desvio de royalties do petróleoA manchete do Globo (íntegra para assinantes) informa que a Polícia Federal está investigando supostas fraudes no pagamento de royalties da exploração de petróleo a prefeituras do Estado do Rio de Janeiro. A irregularidade estaria em desembolsos acima dos valores estipulados para determinados municípios. De acordo com a revista Veja, um dos envolvidos na investigação da PF seria Victor Martins, diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que nega qualquer irregularidade.
Política.
As regalias da Assembleia Legislativa de São Paulo.
O Estadão de hoje traz mais uma prova de como é difícil, para a maior parte dos parlamentares brasileiros, lidar com noções de economia de dinheiro público. Em tempos de crise econômica, a Assembleia Legislativa de São Paulo mantém antigas regalias a seus deputados, como gabinetes especiais para ex-presidente, ex-primeiro-secretário e ex-segundo-secretário, com direito a carro oficial e cargos de confiança. O benefício vale por até dois anos após o parlamentar deixar o cargo, e não exige que se abra mão do gabinete de deputado “comum”. Ou seja, por esse período, ele pode acumular estruturas. Outra mostra de desperdício, segundo o jornal, foi a criação, em fevereiro, de mais dois gabinetes para vice-presidentes – já havia dois. Para o presidente da Casa, Barros Munhoz (PSDB), não há motivo para preocupação. “Claro que temos defeitos, mas eles são tão pequenos perto das aberrações que vemos na imprensa sobre o Congresso.”
O presentão aos usineiros.
São fartas as evidências de irregularidades numa operação em que o governo federal teria destinado R$ 178 milhões a um grupo de 53 usinas, que cobravam subsídios atrasados pela produção de álcool referentes aos anos de 2002 e 2003. O pagamento, feito no fim do ano passado, ocorreu num prazo muito rápido em comparação com a fila dos precatórios, na qual estão os cidadãos “comuns”. O caso, revelado pela edição de ÉPOCA deste fim de semana, envolve figuras importantes do círculo político de Brasília: o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo; o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Haroldo Lima; e o deputado José Mentor (PT-SP), suspeito de ter feito lobby para os usineiros. O mais grave é que boa parte desse dinheiro pode nem ter chegado às mãos dos usineiros – ou seja, teria sido desviado no meio do caminho. Esperam-se esclarecimentos do governo.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO