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domingo, 1 de abril de 2012

RIO: MANIFESTANTE COSPE NO ROSTO DE OFICIAL DO EXÉRCITO E GABEIRA DESMACARA A LUTA ARMADA..

Prezados leitores, bom dia!
O ESTADO DE SÃO PAULO:
Militares da reserva são cercados por manifestantes na Cinelândia, no Rio
PM usou gás de pimenta e bombas de efeito moral; evento marca o aniversário do golpe de 64.
29 de março de 2012.
RIO - Dezenas de militares da reserva que assistiram ao debate "1964 - A Verdade" ficaram sitiados no prédio do Clube Militar, na Cinelândia, no centro do Rio, na tarde desta quinta-feira, 29. O prédio foi cercado por manifestantes que impediram o trânsito pelas duas entradas do imóvel.
O evento marcou o aniversário do golpe militar de 1964 e reuniu militares contrários à Comissão da Verdade. Ao fim do evento, eles tentaram sair, mas foram impedidos por militantes do PC do B, do PT, do PDT e de outros movimentos organizados que protestavam contra o evento (Leiam mais e vejam as fotos).
Assistam o vídeo que circula na internet sobre esse ato vergonhoso:

E, para finalizar, assistam o vídeo no qual Fernando Gabeira desmascara a luta armada, que nunca teve a intenção de implantar uma democracia no Brasil e sim uma ditadura do proletariado. Tal verdade histórica, afirmada por um ex-integrante da luta armada, serve de base para que possamos entender os atos ditatoriais que tem se espalhado pelo Brasil e, sobretudo, no Rio de Janeiro, onde o governo viola ostensivamente direitos constitucionais, leis e prerrogativas contra seus opositores.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MÉDICOS REPROVADOS.

O Estado de S.Paulo
03 de janeiro de 2011
Médicos reprovados

Os resultados do projeto-piloto criado pelos Ministérios da Saúde e da Educação para validar diplomas de médicos formados no exterior confirmaram os temores das associações médicas brasileiras. Dos 628 profissionais que se inscreveram para os exames de proficiência e habilitação, 626 foram reprovados e apenas 2 conseguiram autorização para clinicar. A maioria dos candidatos se formou em faculdades argentinas, bolivianas e, principalmente, cubanas.
As escolas bolivianas e argentinas de medicina são particulares e os brasileiros que as procuram geralmente não conseguiram ser aprovados nos disputados vestibulares das universidades federais e confessionais do País. As faculdades cubanas - a mais conhecida é a Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana - são estatais e seus alunos são escolhidos não por mérito, mas por afinidade ideológica. Os brasileiros que nelas estudam não se submeteram a um processo seletivo, tendo sido indicados por movimentos sociais, organizações não governamentais e partidos políticos. Dos 160 brasileiros que obtiveram diploma numa faculdade cubana de medicina, entre 1999 e 2007, 26 foram indicados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Entre 2007 e 2008, organizações indígenas enviaram para lá 36 jovens índios.
Desde que o PT, o PC do B e o MST passaram a pressionar o governo Lula para facilitar o reconhecimento de diplomas cubanos, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira têm denunciado a má qualidade da maioria das faculdades de medicina da América Latina, alertando que os médicos por elas diplomados não teriam condições de exercer a medicina no País. As entidades médicas brasileiras também lembram que, dos 298 brasileiros que se formaram na Elam, entre 2005 e 2009, só 25 conseguiram reconhecer o diploma no Brasil e regularizar sua situação profissional.
Por isso, o PT, o PC do B e o MST optaram por defender o reconhecimento automático do diploma, sem precisar passar por exames de habilitação profissional - o que foi vetado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira. Para as duas entidades, as faculdades de medicina de Cuba, da Bolívia e do interior da Argentina teriam currículos ultrapassados, estariam tecnologicamente defasadas e não contariam com professores qualificados.
Em resposta, o PT, o PC do B e o MST recorreram a argumentos ideológicos, alegando que o modelo cubano de ensino médico valorizaria a medicina preventiva, voltada mais para a prevenção de doenças entre a população de baixa renda do que para a medicina curativa. No marketing político cubano, os médicos "curativos" teriam interesse apenas em atender a população dos grandes centros urbanos, não se preocupando com a saúde das chamadas "classes populares".
Entre 2006 e 2007, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara chegou a aprovar um projeto preparado pelas chancelarias do Brasil e de Cuba, permitindo a equivalência automática dos diplomas de medicina expedidos nos dois países, mas os líderes governistas não o levaram a plenário, temendo uma derrota. No ano seguinte, depois de uma viagem a Havana, o ex-presidente Lula pediu uma "solução" para o caso para os Ministérios da Educação e da Saúde. E, em 2009, governo e entidades médicas negociaram o projeto-piloto que foi testado em 2010. Ele prevê uma prova de validação uniforme, preparada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC, e aplicada por todas as universidades.
Por causa do desempenho desastroso dos médicos formados no exterior, o governo - mais uma vez cedendo a pressões políticas e partidárias - pretende modificar a prova de validação, sob o pretexto de "promover ajustes". As entidades médicas já perceberam a manobra e afirmam que não faz sentido reduzir o rigor dos exames de proficiência e habilitação. Custa crer que setores do MEC continuem insistindo em pôr a ideologia na frente da competência profissional, quando estão em jogo a saúde e a vida de pessoas.
COMENTO:
Pensar que ainda temos mais quatro anos da turma de Lula pela frente.
Deus nos salve.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MODELO CUBANO NÃO FUNCIONA MAIS - FIDEL CASTRO.

SITE G1:
'Modelo cubano não funciona mais nem mesmo para nós', diz Fidel
Ex-presidente admitiu que o modelo não tem apelo para ser exportado.

Especialista diz que declaração deve abrir espaço para reformas em Cuba.
O ex-presidente cubano Fidel Castro admitiu que o "modelo cubano" não tem mais apelo para ser exportado para outros países. A declaração faz parte de uma longa entrevista que concedeu à revista americana "The Atlantic Monthly", cuja segunda parte foi publicada nesta quarta-feira (8). Questionado pelo o jornalista Jeffrey Goldberg se achava que o modelo cubano ainda poderia ser exportado para algum lugar, Fidel respondeu: "O modelo cubano não funciona mais nem mesmo para nós".
Segundo Julia Sweig, diretora de pesquisas sobre a América Latina no Council of Foreign Relations, que acompanhou o jornalista em sua viagem a Cuba, "ele não rejeitou as ideias da revolução", mas apenas admitiu que sob o "modelo cubano" o Estado tem um papel grande demais na vida econômica do país. Segundo ela, trata-se de uma forma de abrir espaço para que Raúl Castro, irmão de Fidel que está no poder desde que ele saiu da Presidência, faça as reformas necessárias para abrir a economia do país (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 30 de abril de 2010

JUVENTUDE REBELDE.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Juventude Rebelde

Boa matéria da revista Veja sobre jovens cubanos que desafiam, de uma forma ou de outra, a ditadura dos irmãos Castro - e são perseguidos por isso. Os terríveis atos subversivos dessa gente reacionária incluem músicas contra o regime, mensagens antirevolucionárias em tênis e camisetas e, como já sabemos, blogs atualizados a duríssimas penas. Na reportagem, presenças dos nossos já bastante conhecidos Yoani Sánchez e Gorki Águila (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 15 de março de 2010

CINISMO EXPLÍCITO - SOCIÓLOGA MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

CINISMO EXPLÍCITO
Maria Lucia Victor Barbosa
10/03/2010

O presidente da República é um homem de sorte incomensurável. Deixou a vida o levar e o destino lhe foi radiosamente propício. Somente um pequeno azar obscureceu mês passado, de modo fugaz, seu prestígio internacional, nada que os terremotos que abalaram o Chile não pudessem providencialmente distrair as atenções da rápida urucubaca ocorrida em Cuba quando foi ofertar generosos US$ 300 milhões de dólares ao seu ídolo Fidel Castro, contribuição que será paga por nós, contribuintes brasileiros.
Justamente em 23 de fevereiro, dia em que Luiz Inácio aportava eufórico nos braços dos queridíssimos irmãos Castro, um cubano negro, operário, “preso de consciência”, de nome Orlando Zapata Tamayo, teve o mau gosto de morrer depois de ter sido torturado nas masmorras cubanas e enfrentado uma greve de fome com meio de pedir condições humanas para os demais encarcerados e liberdade para seu país.
O martírio de mais um cubano nem de longe poderia incomodar os irmãos Castros acostumados a esse tipo de morte para eles insignificante e rotineira. Entretanto, um grupo de dissidentes cubanos que esperavam que Luiz Inácio intercedesse por eles, tendo enviado uma carta nesse sentido ao governo brasileiro, devem ter se desiludido com a indiferença do “cara”, suas esquivas, suas palavras sem nexo. E mais decepcionados ainda devem ter ficado se puderam ver a foto de Luiz Inácio junto aos Castro.
Na fotografia estampou-se a imagem de um Luiz Inácio esbanjando largo sorriso eufórico, rosto delirante de júbilo, face mais arredondada por irradiante felicidade, um deslumbramento abjeto diante do grande companheiro Fidel enquanto o corpo martirizado de Orlando Zapara Tamayo esfriava no caixão e outros dissidentes eram presos.
A cena, para quem tem um mínimo de sensibilidade e capacidade de indignação, era algo vil, torpe, nauseante. Um show explícito de cinismo do déspota de Cuba irmanado ao salvador da pátria brasileiro. Aviso sinistro para os ingênuos que acreditarem no seletivo Programa de Direitos Humanos elaborado pelo PT, a ser posto em prática pela comissária de Luiz Inácio.
Luiz Inácio culpou Tamayo por sua morte. Marco Aurélio Garcia comentou com ares de enfado que violações de direitos humanos têm em toda parte. E Raúl Castro, depois de por a culpa nos Estados Unidos, afirmou: “Em meio século não assassinamos ninguém, aqui ninguém foi torturado”.
Nesse momento em que escrevo outro dissidente, o jornalista Guilhermo Fariñas, está em greve de fome e se dizendo disposto a morrer para honrar Orlando Zapata Tamayo. Recorde-se, então, de maneira sumária, dado o pequeno espaço de um artigo, como funcionam os direitos humanos em Cuba. Os dados foram pesquisados na obra “O Livro Negro do Comunismo”:
Desde 1959, mais de cem mil cubanos foram presos. Entre 15.000 e 17.000 pessoas foram fuziladas.
A Unidade Militar de Apoio à Produção (UMAP) funcionou entre 1964 e 1967. Produziu verdadeiros campos de concentração para onde eram levados religiosos católicos (como o arcebispo de Havana, Monsenhor Jaime Ortega), protestantes, homossexuais e quaisquer indivíduos considerados “potencialmente perigosos para a sociedade”. Maus tratos, isolamento, subalimentação era o regime dos campos da UMAP.
No violentíssimo regime penitenciário cubano, inclusive, são exploradas as fobias dos detidos. À tortura física se junta a tortura psíquica. As celas não costumam ter água nem eletricidade e o preso que se pretende despersonalizar é mantido em completo isolamento.
Entre as mais tenebrosas prisões cubanas pode ser citada a de Cabana. Em 1982 cerca de cem prisioneiros foram ali fuzilados. A “especialidade” de Cabana eram as masmorras de dimensões reduzidas chamadas de ratoneras (buracos de ratos). Cabana foi desativada em 1985, mas as torturas e execuções prosseguiram em Boniato, prisão de alta segurança onde reina violência sem limites.
No universo carcerário de Cuba a situação das mulheres não é menos dramática. Mais de 1.100 mulheres foram condenadas por motivos políticos desde 1959. As presas, entregues ao sadismo dos guardas passam por sessões de espancamento e humilhações de todos os tipos.
Muito mais se poderia apresentar sobre “direitos humanos” em Cuba. Encerremos, porém, com a nova piada do presidente Luiz Inácio. Entrevistado pela Associated Press sobre a existência de mais dissidentes cubanos em greve de fome Sua Excelência saiu-se com essa: “imagine se todos os bandidos que estão presos em São Paulo fizessem greve de fome e pedissem a liberdade”?
Como se nota primeiramente, Luiz Inácio concorda com os irmãos Castro no sentido de que presos políticos cubanos são bandidos de alta periculosidade para a sociedade e não defensores da liberdade. Segundo, ele não larga a campanha, pois bandido só em São Paulo. Culpa do Serra, naturalmente.
Luiz Inácio disse ainda, num chiste bastante cínico, que “temos de respeitar a determinação da Justiça do governo cubano de deter as pessoas em função da legislação de Cuba”. Lamentavelmente o presidente do Brasil não se dá ao respeito.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 14 de março de 2010

O LULA PRESIDENTE E O LULA CANDIDATO NÃO SÃO A MESMA PESSOA.

O GLOBO

Eu não tenho dúvida, existem dois Lulas, um que lutava para ser eleito presidente com a bandeira da ética na política e outro que foi eleito.
Fisicamente idênticos, são diametralmente opostos em vários aspectos, embora mantenham comportamentos semelhantes e linguajar característico, o que deve ser fruto de anos de treinamento.
Obviamente, nunca foram vistos juntos e ninguém conhece o paradeiro do Lula candidato.
Quem sabe um dia tudo se revele ...
Lula candidato (Elio Gaspari):
- Olha, Fernando, você vai levar para a biografia a morte desses caras".
Lula presidente (Revista Época):
- "A greve de fome não pode ser utilizada como um pretexto de direitos humanos para liberar as pessoas".
Penso que existam dois PTs ...
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 9 de março de 2010

OS AMIGOS TIRANOS DE LULA.

REVISTA ÉPOCA
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

BLOG LIBERTAD MATTERS - CÁLICE.

Segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Cálice
Em Havana para rodar mais um filme sobre a incensadíssima música cubana, um grupo de documentaristas estrangeiros entrevistava articulado habitante local quando foi surpreendido pela intervenção desesperada e confusa de um segundo homem, aparentemente bastante alcoolizado. Identificado mais tarde como Juan Carlos Gonzales Marcos(ou "Panfilo"), o bêbado interrompeu a fala de seu companheiro e se pôs a dar um único recado para aquela equipe de gringos com a qual teve a sorte de esbarrar: ele estava com fome (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 21 de novembro de 2009

UM "GENERAL DE REPUBLIQUETA", ÁLVARO GARCIA EXPÕE A POLÍCIA MILITAR À CHACOTA.

O GLOBO:
REPÓRTER DE CRIME.
Nova ordem mundial
PM do Rio está na contramão da liberdade na internet
A PM completou 200 anos em maio, mas parece que continua tentando olhar para um passado sem futuro. No dia em que a blogueira cubana Yoani Sánchez - perseguida pela ditadura de seu país - ganhou o mundo por conseguir uma entrevista exclusiva com o presidente Obama - para seu blog
Generacíon Y, o comandante-geral em exercício da PM, coronel Álvaro Garcia, fez um discurso inflamado condenando blogueiros e twitteiros que criticam a Polícia Militar (ver aqui). Um discurso que me lembrou muito aquelas palavras de censura à imprensa e à liberdade da sociedade civil nas ordens do dia dos quartéis, em dias de festa da falecida ditadura militar.
Não acredito que seja uma coincidência os dois episódios ocorrerem no mesmo dia - um envolvendo personalidades na internet e outro no mundo real do 15o BPM, em Caxias, com um oficial do primeiro escalão. O show de jornalismo cidadão que Yoani (
ouça a entrevista dela ao GLOBO) dá em seu blog - pelo qual já sofreu na pele, ao ser agredida e ameaçada de sequestro por agentes da polícia política cubana - serve também para se situar onde está a cúpula da PM, em pleno século XXI - no atraso.
Como um general de republiqueta, o comandante-geral em exercício, coronel Álvaro Garcia, disse:
- Não vamos nos deixar levar por esses covardes que tentam macular a nossa imagem. Eles ficam atrás de blogs ou Twitters, mas, se fossem corajosos, falariam em público e não por meio de denúncias apócrifas. Não deixeis cair em tentação. Não deixeis vos levar por aqueles que não mereciam estar aqui.
Embora sem dúvida ocorram exageros e ofensas, as denúncias anônimas da blogosfera e twitosfera policial devem ser levadas em conta pelas corregedorias das polícias. Não se pode atacar denunciantes sem antes verificar a suposta veracidade das denúncias feitas por eles. Um deles, o principal alvo do discurso do coronel, é sem dúvida o twiteiro
Boca de Sabão - formado por oficiais e praças da PM, que denunciam irregularidades e corrupção na PM do Rio.
O discurso também teve cheiro de provocação ao tenente-coronel Roberto Alves de Lima, que foi transferido para a Direção Geral de Pessoal, a DGP. Segundo apurou o blog Casos de Polícia e Segurança, do "Extra", a "relação do tenente-coronel Roberto com a cúpula da Secretaria de Segurança foi prejudicada por sua participação em movimentos de reinvidicação por melhores condições de trabalho". Pelo pouco que conheço do coronel Roberto deixo meu testemunho pessoal, de que é um desperdício para a sociedade ter um oficial como esses na geladeira, que é como se chama na prática a DGP.
Apesar de o próprio comandante-geral, em viagem de serviço em Paris, ter sido um dos primeiros a aderir às mídias digitais e garantir que não persegue o Boca de Sabão, usuário do Twitter, o coronel Mário Sérgio tomou uma bola nas costas do subordinado (o coronel Garcia) ou então ainda não conseguiu convencer seus auxiliares de que a internet veio para ficar. A corporação precisa entender que o mundo mudou e aprender a lidar com a liberdade dessa mídia. Uma das formas mais simples e em benefício da sociedade seria abrir inquéritos para se investigar as denúncias feitas pela twitosfera policial. Sem medo de que elas sejam a expressão mais pura da realidade.
JORGE ANTÔNIO BARROS
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

HOMOFOBIA EM CUBA.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Minority Report cubano
A organização não-governamental espanhola COLEGAS denunciou no começo desse mês mais um episódio no
recrudescimento da perseguição a homossexuais em Cuba (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SANGUE, SUOR, LÁGRIMAS E BRAVATAS.

O GLOBO:
Sangue, suor, lágrimas e bravatas
NELSON MOTTA
O comandante Raúl Castro já avisou ao povo que a coisa está feia e que a crise mundial exige sacrifícios de todos. Não é novidade: é o que os cubanos já vêm fazendo nos últimos 50 anos. Os sábios do Partido, os grandes planejadores, os faróis do socialismo, concluíram que a única solução será arrendar 40% das terras férteis do Estado, que estão ociosas, e mandar o povo plantar o que comer. Patria o muerte!
Depois de 50 anos de reforma agrária, fazendas coletivas, cooperativas rurais, agricultura comunitária, todas as formas de coletivização agrícola socialista foram postas em prática — e resultaram em incontestável fracasso. Do contrário não haveria tanta terra ociosa, tanta gente desempregada e tanta escassez de alimentos na ilha, depois de 50 anos de "povo no poder".
Os companheiros cubanos vão descobrir que uma agricultura produtiva não se faz com vontade politica e patriotismo, mas com máquinas modernas e tecnologia, e é movida pelo empreendedorismo e pela busca de remuneração para seus trabalhadores e investidores. Mas o perfeito idiota latino-americano é fiel ao modelo fidelista. Socialismo o muerte!
O comentarista de economia da TV estatal cubana, Ariel Terrero, na prática um porta-voz do governo, falou claro: "O arrendamento de terras estatais a 80 mil pessoas, que afinal é colocar a propriedade estatal nas mãos dos produtores, poderia ser aplicado a outros setores, como os serviços alimentícios, o comércio varejista e outras áreas onde é realmente impossível, diante da diversidade e dos objetivos dos negócios, que o Estado administre diretamente. São necessárias fórmulas mais dinâmicas, mais inteligentes, de entender a propriedade, de administrar um serviço ou uma cafeteria."
Levaram 50 anos de sangue, suor, lágrimas e bravatas, sobre multidões de mortos, para chegar ao óbvio. Logo vão descobrir que, como no Brasil, é o agronegócio bem-sucedido que multiplica e barateia os alimentos, cria empregos e gera divisas para o país importar os equipamentos de que precisa para se modernizar e crescer.
Se continuarem assim, os cubanos vão acabar caindo numa democracia.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 3 de abril de 2009

31 DE MARÇO DE 1964 - DEPUTADO FEDERAL FLÁVIO BOLSONARO.

Texto do Discurso O SR. FLÁVIO BOLSONARO:
– Sr. Presidente Caetano Amado, hoje são 31 de março do ano de 2009, passados exatos 45 anos de um dos movimentos mais importantes da história do Brasil contemporâneo. Ao contrário do que disse o Deputado Luiz Paulo, que para ele é motivo de luto, para mim é motivo de muito orgulho e agradecimento aos militares deste País. Quero aqui fazer uma leitura bastante sintetizada, para mostrar como se portava a imprensa naquela época, como foi noticiado todo esse conjunto de acontecimentos no ano de 1964.
(Lendo)
“A Contra-revolução Democrática de 31 de março de 1964 ocorreu como reação da sociedade brasileira em face da iminência de uma revolução que pretendia instalar no Brasil, mediante financiamento e orientação externos, um regime comunista aos moldes de Cuba. Quanto aos eventuais excessos havidos, o que aconteceria se a sociedade não conseguisse impedir a aventura dos que se diziam democratas e, treinados, armados e financiados por uma ordem mundial totalitária – e a ela submissos –, pretendiam impor-se a todos os brasileiros? Onde estão os dissidentes cubanos? Quem foram os anistiados de Cuba que posteriormente puderam regressar e retomar suas vidas? Quais presos políticos, em Cuba, lograram ser absolvidos pelos tribunais na plena vigência do processo revolucionário? Quantos foram os cidadãos daquele país sumariamente condenados e executados? Quem verdadeiramente tem a pretensão de conhecer a história mais recente do Brasil não deve limitar a sua pesquisa aos livros, alguns deles tendenciosos, carregados de ranço. Aos livros deverá ser juntada pesquisa séria, imparcial, com representantes de todos os segmentos sociais que vivenciaram os episódios, e ainda a leitura de jornais, revistas e outros documentos de época, disponíveis com fartura na internet e em bibliotecas”. (Interrompe a leitura)
Passo a fazer a leitura, Sr. Presidente, de trechos de reportagens publicadas no instante dos fatos, em 1964. Revista O Cruzeiro.
(Lendo)
“O dia 1º de abril estava claro. Às 7h55, o Governador Carlos Lacerda recebe o Manifesto dos Generais, que lhe iria ser lido após o hasteamento da Bandeira Nacional, às 8 horas, através da Rádio Inconfidência, de Minas Gerais. Às 8h30, Juracy Magalhães entra em Plenário e conferencia com Carlos Lacerda. Às 10h45, o Presidente do Tribunal de Justiça, Dr. Vicente de Faria Coelho, chega e conferencia com o Chefe do Executivo. Às 13h15, entra em Palácio o Sr. Armando Falcão. As notícias se aceleram. Às 16 horas há o momento de maior emoção para o Governador Carlos Lacerda: tanques do Exército, que se encontravam no Palácio das Laranjeiras, estão agora guarnecendo o Palácio da Guanabara. O Chefe do Executivo Carioca, ao ouvir a notícia, chora e exclama: ‘Graças a Deus! Deus está conosco!’ Foi uma reação em cadeia. Anunciada a viagem do Presidente a Brasília e a vitória das Forças Revolucionárias, milhares de pessoas saíram às ruas, gritando, pulando, num verdadeiro carnaval. Grupos mais exaltados e tomados de fúria incendiaram o prédio da UNE, na Praia do Flamengo, quando os dirigentes comunistas da entidade já haviam desaparecido e abandonado sua trincheira. Os mesmos grupos depredaram e incendiaram o Última Hora, na Praça da Bandeira. Isso foi um pouco de vingança e excesso condenável, pois a massa, o povo carioca, queria apenas viver aquelas horas de vitória e não vingar-se daqueles que tinham sido vencidos”.
(Interrompe a leitura)
Vejamos o que diz a reportagem de O Cruzeiro sobre a UNE.
(Lendo)
“17h30. Praia do Flamengo, nº132 – Sede da UNE. Grupos de jovens atiravam bombas incendiárias, coquetéis molotov, para o interior da UNE, àquela altura abandonada pelos dirigentes da entidade estudantil. Tinham fugido, sob as vaias dos que se aproximavam do local. Duas atitudes. Uma senhora acompanhou os acontecimentos da UNE com o comentário: “Vi arder na UNE uma permanente provocação aos sentimentos cívicos e democráticos dos cariocas”. Um senhor, cidadão muito sério, pediu licença para os Policiais e disse: “Quero colocar amanhã aqui, substituindo essa faixa em que os estudantes desafiavam a ordem constituída uma outra em que se leia que será instalada brevemente, neste mesmo lugar, uma escola”. Os Policiais e Bombeiros, que pouco depois chegaram para combater o incêndio, disseram que encontraram nas salas da UNE armas e munições”.
(Interrompendo a leitura)
Assim, termina a matéria da Revista O Cruzeiro.
(Lendo)
“À tardinha, dois tiros vinham do Leme. Era o sinal da vitória, que acionou o gatilho da explosão popular e tudo se misturou na chuva, alegria e carnaval refletidos nos olhos dos Soldados que ocupavam o Forte de Copacabana, patrulhas do Posto Seis. Uma história: homens, mulheres e crianças, empunhando bandeiras e lenços brancos, comemoravam o que ficou sendo o carnaval da vitória. Das janelas dos apartamentos, em toda a Zona Sul, eram estendidos lençóis e colchas numa homenagem à vitória da revolução. E duas chuvas se misturavam no espaço: a que caía de muito alto, de água, e a de papéis picados. E uma caravana de automóveis buzinando, vespas nas avenidas e ruas de Copacabana, de Botafogo, do Jardim Botânico, do Leblon e Ipanema – era a festa da vitória!” Um outro veículo de imprensa, o Jornal O Globo, publicou em seu editorial de 2 de abril de 1964 uma matéria, cujo trecho passo a fazer a leitura também:
(Lendo)
“Vive a Nação dias gloriosos, porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opiniões sobre temas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem, graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas que, obedientes a seus chefes, demonstraram a falta de visão dos que tentaram destruir a hierarquia e a disciplina. O Brasil livrou-se de um governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições. Como dizíamos no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições como se vinha fazendo diante da nação horrorizada. Salvos da colonização, que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares que os protegeram de seus inimigos. Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era sorte da democracia do Brasil que estava em jogo. A esses líderes civis devemos igualmente externar a gratidão de nosso povo. O movimento vitorioso não pertence a ninguém: é da pátria, do povo e do regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer ideia enquadrada dentro dos princípios constitucionais que objetive o bem do povo e o progresso do país.”
Para concluir, então, Sr. Presidente, estes são trechos não de políticos, mas da imprensa que, como hoje, publica os fatos que acontecem, publica a reação do povo, e publica, de fato, como aconteceu toda essa contrarrevolução de 64 por intermédio dos militares. E para encerrar minhas palavras, nunca será demais renovar um desafio jamais respondido. Por que estranho motivo, aqueles que - sob a orientação de Cuba, da extinta URSS e até mesmo da China de Mao - com o passar dos anos e beneficiados pelas liberdades democráticas sempre presentes no Brasil, jamais se atrevem a quaisquer críticas e perseguições, prisões, torturas, fuzilamentos e desrespeito aos direitos humanos naqueles países exportadores do modelo dito democrático, que pretendiam instalar em nosso País?
Em que pese dificuldades, falhas, desigualdades, chegou o Brasil, até o dia de hoje, sem experimentar sequer a sombra da violência vivida nos países onde foi implantado o totalitarismo comunista. Fidel Castro e Ernesto “Tche” Guevara, hoje cultuados pelo Presidente e sua equipe de ministros, por alguns que se julgam intelectuais e por um sem número de ignorantes, mataram, torturaram, perseguiram e construíram uma Cuba tão boa para seu povo que, inexistindo barreiras – oceano e intenso policiamento – ficaria despovoada, já que a maioria de seus felizes e satisfeitos cidadãos tratariam de fugir, como já o fazem, correndo tantos riscos!
Essas são as minhas palavras e também as palavras de dois grandes veículos da imprensa, à época, do ano de 1964. É importante resgatarmos a história. Hoje nós vemos, principalmente nos bancos universitários, muitos livros tendenciosos, que contam uma parte da história totalmente desvinculada e afastada da realidade aos seus universitários, o que acaba criando um verdadeiro clima de antagonismo e reprovação aos militares. Não foi o que aconteceu na época. Pelo contrário, as reportagens mostram - e provam - qual era o sentimento do povo no ano de 1964: de grande alegria, de grande emoção e de grande cumplicidade com as Forças Armadas. Atualmente, no meu ponto de vista, e de milhares e milhões de brasileiros, há um sentimento de grande agradecimento aos militares que naquela época nos livraram de uma ditadura comunista.
Muito obrigado, Sr. Presidente.
O SR. PRESIDENTE (Caetano Amado) – Nobre Deputado Flávio Bolsonaro, tem tanto cubano feliz que, para sair de Cuba, está saindo até em tora de madeira ou embarcado em pneu.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 25 de março de 2009

JORNALISTA MARLEN GONZALEZ ENTREVISTA "CHE GUEVARA".

Entrevistadora deixa desconsertado o ator que representa Che Guevara.
Estimados colegas:
Confiram "ao vivo e a cores" a saia justa que passou o ator Benício Del Toro:
Para quem não tiver tempo, aí vai a transcrição do diálogo:
Em entrevista à jornalista Marlen Gonzalez, Benicio del Toro gaguejou, ficou mudo e, por fim, deve ter se arrependido amargamente da dita cuja.
A primeira pergunta: "por que estrear um filme sobre Che Guevara numa cidade (Miami) onde vivem tantos cubanos vitimados por um sistema que ainda está implantado em Cuba? É uma provocação?"
Benicio gagueja. E ela completa: "O filme traz uma imagem positiva do Che, e imagine que, se fosse sobre Hitler, estaria ofendendo aos judeus.."
Ele diz que o Che não criou campos de concentração. E ela: "Estamos falando sobre assassinos. Não é o mesmo crime assassinar uma pessoa, cem ou cem mil?" E acrescenta: "Você sabia que o Che, quando esteve encarregado da prisão de La Cabaña, mandou fuzilar pessoalmente mais de 400 pessoas?"
Benicio del Toro fala de pena de morte e ela contesta, já que foram execuções sumárias, sem julgamento..
Ele afirma então que eram terroristas ligados ao ex-ditador Batista. (Santa inocência!).
Ela o contesta, dizendo que foram assassinados por suas opiniões contra o governo revolucionário, por suas consciências.
Ele fica muuuito desconfortável.
A jornalista indaga por que o filme não mostra os fuzilamentos, os disparos que o próprio Che deu, em execuções, a sangue frio.
O ator não sabe.
E, por fim, ela pergunta se Benicio conhece a seguinte declaração de Che Guevara:
"A forma mais positiva e mais forte que há, à parte de toda ideologia, é um tiro em quem se deve dar em seu momento".
"Não me lembro, exatamente", responde ele.
E ela lhe presenteia com o livro "Guevara: Misionero de la Violencia", escrito por Pedro Corzo, historiador cubano e ex-preso político na ilha.
Ah, claro: a jornalista Marlen Gonzalez é de origem cubana. É muito importante que seja divulgado ao máximo, para que se evite que os comunistas de todo o mundo continuem patrocinando filmes e propagandas que só tencionam fazer uma lavagem cerebral na juventude, e nas pessoas mal informadas distorcendo completamente a verdadeira história do mundo nos últimos 90 anos!!!!
Ou continuar faturando muito dinheiro com o marketing de um herói de barro!!!
Este outro vídeo mostra a revolta dos Cubanos exilados em Miami contra este assassino da bandeira vermelha com a estrela amarela:
Toda história é como uma moeda, tem lá seus dois lados.
CAMPANHA CONTRA A IDOLATRIA DE UM ASSASSINO!
Geraldo Sellins.
gsellins@gmail.com

Os falsos heróis estão por todo lado, eles justificam as suas ações covardes, alegando que só agiram assim para defender instituições, ideologias ou nacionalismo, quando na verdade só pensavam em si próprios!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 20 de março de 2009

O EXPURGO NO REGIME CUBANO PODE SER UM ATO DEFENSIVO - ANDRÉS OPPENHEIMER.

Eu recebi do leitor André Falleiro um link para artigos do "Site da Sacralidade", onde são postados interesses artigos:
Um deles é o "Expurgo no Regime Cubano pode ser um Ato Defensivo":
"Os "castrólogos", ou praticantes da obscura ciência que é a interpretação das mudanças na ditadura dos irmãos Castro, em Cuba, estão divididos com relação ao significado do expurgo realizado no governo nas últimas semanas. Alguns o consideram como sinal de mudança, outros o vêem como sinal de resistência a mudança".
Acesse o link e leia a íntegra do artigo:
http://www.sacralidade.com.br/mundo2008/0121.cuba.html


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO