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sábado, 17 de março de 2012

RIO: SAÚDE OLÍMPICA.

Prezados leitores, bom dia!
O GLOBO:
Após assaltos a hospitais, Sindicato dos Médicos recorre ao MP.
Funcionários pedirão que órgão pressione o governo do estado para que ofereça mais segurança às unidades públicas de saúde.
RIO - Após um homem ter assaltado médicos no Hospital Federal do Andaraí e no Gaffrée e Guinle, na Zona Norte, nesta semana, o Sindicato dos Médicos vai entrar com uma representação no Ministério Público pedindo que o órgão pressione o governo do estado para que ofereça mais segurança às unidades públicas de saúde.
— Lidamos com o quadro de insegurança na rede pública de saúde há pelo menos dez anos. Não se pode levar em conta apenas estes últimos casos de assaltos — reclama o presidente do sindicado, Jorge Darze.
Em um ano, a 18ª DP (Praça da República) registrou 12 casos de furtos no interior do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, no Maracanã. A maioria dos registros foi feita por médicos da unidade que perderam objetos pessoais, levados por criminosos que atacam a qualquer hora.
A médica obstetra Cláudia D’Elia, por exemplo, ficou sem a bolsa, a mochila e o laptop. Há um ano, em 15 de março de 2011, ela acordou e encontrou seus pertences revirados no chão do banheiro do quarto do plantonista.
— Morro de medo até hoje. Se eu acordasse, poderia ser agredida ou morta. Não temos segurança alguma. Liguei para a direção reclamando e um colega me disse que o computador de lá tinha sido levado. Até lá os bandidos agem. Entra quem quiser. Já roubaram o carro de uma médica no pátio do hospital. É um absurdo — relata.
O diretor do hospital, Antonio Carlos Iglesias, informou que quatro novos postos de vigilância foram criados. Segundo ele, são mais 16 vigilantes. Ele disse que o hospital vai instalar câmeras de segurança (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A IMPRESSIONANTE BLINDAGEM DA IMPRENSA DO RIO AO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME.

Uma greve geral na segurança pública do Rio de Janeiro está anunciada há dias, a data proposta é o dia 10 FEV 2012. Ninguém desconhece o caos que se transformará o Rio sem Policiais Militares, Policiais Civis e Bombeiros Militares. O Rio que está próximo do seu carnaval famoso internacionalmente. O Rio de que sediará jogos da Copa 2014. O Rio que sediará as Olimpíadas de 2016. Apesar dessas verdades, ninguém entrevista o secretário estadual de segurança sobre a greve anunciada.
Qual a explicação para tamanha blindagem da imprensa ao redor de Beltrame?
Juntos Somos Fortes!

domingo, 25 de setembro de 2011

A LISTA DE 20 PROMESSAS AVISA QUE A FÁBRICA DE VIGARICES INVENTOU O CONTO DA OLIMPÍADA.

REVISTA VEJA.
Augusto Nunes.
O País quer Saber.
19/09/2011.
A lista de 20 promessas avisa que a fábrica de vigarices inventou o conto da olimpíada.
Para emplacar a candidatura do Rio a cidade-sede da Olimpíada de 2016, o Planalto, o presidente Lula, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes endossaram o colosso de promessas apresentadas oficialmente ao Comitê Olímpico Internacional pela cartolagem brasileira. Entre as mais vistosas, delirantes, malandras, lucrativas ou simplesmente irresponsáveis, a coluna selecionou 20 maravilhas que, passados dois anos, não saíram da imaginação da turma que festejou em Zurique a conquista patriótica. Segue-se a lista, que reproduz sem correções nem retoques o que está escrito no “caderno de encargos” que garantiu a escolha do Rio:
1. Entregar à iniciativa privada a administração do Maracanã, em regime de concessão, até julho de 2013.
2. Despoluir a Baía de Guanabara.
3. Transformar a Zona Portuária em um bairro residencial de entretenimento e turismo.
4. Plantar 24 milhões de árvores na cidade até 2016.
5. Criar uma política de tolerância zero ao desmatamento da Mata Atlântica, para acelerar a regeneração do Parque Nacional da Pedra Branca e da Floresta da Tijuca, e estender à medida aos mangues da Barra e às proximidades das instalações esportivas.
6. Tratar e reciclar 100% do lixo sólido gerado durante os preparativos e operação dos Jogos de 2016 em parceria com comunidades carentes.
7. Recuperar até junho de 2016 a Baía de Guanabara, além de rios e córregos, em particular o sistema lagunar da Barra da Tijuca.
8. Eliminar todos os lixões ilegais da cidade até 2010.
9. Criar novas estratégias para a reciclagem do lixo e enviar o entulho das novas construções para usinas de reciclagem.
10. Implantar mecanismos para reaproveitar a água das chuvas e um sistema de economia de energia elétrica com o uso de painéis solares nas instalações esportivas e nas vilas a ser construídas.
11. Gerar 50 mil empregos temporários e 115 mil permanentes em áreas como turismo, gestão de esporte, construção civil e comércio, entre outras.
12. Construir uma Vila Olímpica no terreno da Cidade do Rock com 17,7 mil camas, um centro de treinamento que reúna equipamentos de 11 esportes olímpicos e oito paraolímpicos, empreendimento que será habitado por cerca de 2.400 famílias após o término do evento.
13. Criar uma praia particular para os atletas (Reserva).
14. Implantar o projeto Jovens Embaixadores: a partir de março de 2015, alunos das escolas do Rio estudarão os valores Olímpicos e Paraolímpicos, os esportes e também a cultura dos países que participarão das Olimpíadas.
15. Investir, até 2012, R$ 3,35 bilhões no Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) para implantar medidas preventivas de combate à violência.
16. Criar uma força única e integrada de segurança sob a coordenação da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
17. Investir R$ 731 milhões (em valores de setembro de 2009) em projetos de segurança para o evento.
18. Ter, em 2016, 100% da frota de ônibus do Rio equipada com combustíveis limpos, como o biodiesel e o etanol.
19. Criar barreiras acústicas para os novos corredores de transporte, com o plantio de árvores ou paisagismo.
20. Concluir a linha de metrô até a Barra da Tijuca.
Os cartolas do COI e o Brasil decente caíram no conto da olimpíada, outra invenção produzida pela usina de vigarices tropicais. Como atesta o vídeo abaixo, o produto foi testado pela primeira vez no Pan-2007. Funcionou muito bem e aumentou a fortuna de meio mundo. Como não deu cadeia, o lançamento oficial está em curso ─ e em escala ampliada. Os brasileiros que pagam impostos ainda estarão convalescendo da Copa da Roubalheira quando lhes for apresentada a conta da Olimpíada da Ladroagem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 28 de agosto de 2011

BLOG SEGURANÇA PÚBLICA: UM CONTO DE FARDAS.

UMA CIDADE OLÍMPICA: A ENXADA, A ORDEM UNIDA, O MARACANÃ E A JUÍZA ACCIOLI; O ÔNIBUS ALVEJADO E A CORRUPÇÃO. A POLÍCIA (AINDA MILITAR) DO FALIDO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. E NÃO HAVERÁ VOLTA.
Quem é sabe: os termos acima possuem íntima e perigosa ligação: falta de recursos de um lado, resultados trágicos do outro. Mas somente com o assassinato da juíza é que as coisas começaram a tomar forma (somente quando os “do alto” forem ameaçados e atacados seremos respeitados).
As grades do condomínio não trazem mais proteção, como diz a letra da música. Aliás, nunca trouxeram. Somente os separaram da realidade vividas por nós, pobres mortais. Deste lado, do lado real, o nosso real, vive-se o dia-a-dia, pós-dia, à noite, na guerra, da ida ao trabalho e a volta para casa, “3 pra ir 5 pra voltar”. Quem vive o real sabe.
A enxada caleja as mãos. A pele torna-se grossa. Áspera. E nos ensina, num aperto mútuo, separando o “real nosso do real deles”. Andamos juntos no treinamento, mas somos separados na batalha. Cada um por si. Eu estou bem. Está bom. “Tá ruim, mas tá bom”, ensinam alguns aos desavisados. Ordeiramente unidos no campo de ensino; desordenadamente separados no campo de batalha.
Depois de “formados” no tiro-porrada-e-bomba, os civis fardados, ordeiramente bem treinados e instruídos no campo de ensino, vão à guerra, como todo bom militar – vive-se uma guerra – a polícia é militar – combater o cidadão criminoso, rebelde. 5 horas pra voltar? Não. Não há volta. O tiro-porrada-e-bomba aprendido no campo de ensino interrompe a volta do rebelde trabalhador desgraçado. Sim. Não há mais volta. As horas de serviço externo em dias de jogos de futebol no Maracanã e no Engenhão me ensinaram a não ter volta. Só chegada. Já diz a nossa escala de serviço, em letras garrafais: “De 08:00 ao término”. Não. Não há término. Não há volta.
Não houve volta para “aquela” juíza, a Accioli. (Sou brasileiro e já me falha a memória...). Seu martelo pesado contra o sistema corrupto deu cabo à sua vida. Uma andorinha, como nome pomposo de “Estado-juiz”, voou sozinha ao destino previamente estabelecido no campo de ensino. Os assassinos bem treinados e ordeiramente unidos num sistema altamente qualificado de seleção lhe tiraram a volta.
Mais policiamento, diz o cidadão. Mais policiamento, determina o CMT Geral. Usam-se todos. Até nós, do escritório, do burocrático. Do “serviço interno”. É normal. São sete anos sem uma reciclagem sequer. Anos sem treinamento adequado. Anos e anos longe da atividade-fim. Mas vamos às ruas “proteger o cidadão”. Não haverá volta.
A cidade é olímpica. É o Rio de Janeiro. O “legado” servirá para amenizar as mortes dos cidadão inocentes. Nos lembraremos. Da juíza, de... do... bem, nos lembraremos.
Mais homens, diz Cabral. Mais homens então são “recrutados”. UPP. Círculo de segurança. Olimpíadas. Copa.
Mais mortes (de inocentes), vê a população. Mais homens então são excluídos. UP/PMERJ. Sem segurança. Sem saúde. Sem educação.
Domingo tem FLAxVAS, no Engenhão...
...E não haverá volta.
Postado por Oliveira SD PM às Sábado, Agosto 27, 2011
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A QUALQUER MOMENTO PODE SER ANUNCIADO QUE BRASIL PERDEU A COPA 2014.

Ninguém tem dúvida de que tanto a FIFA, quanto o COI, possuem planos "B" para a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016, pois ninguém em sã consciência pode confiar em um país que ruma a passos largos para a construção de um regime cleptocrático.
O mundo sempre esperou que ocorressem no Brasil escândalos sobre o superfaturamento das obras para a Copa e as Olimpíadas, as dispensas de licitação e as ações "emergenciais".
Tudo isso sempre esteve previsto, porém, o dia 03 JUNHO 2011 trouxe para o mundo esportivo internacional uma preocupação muito maior: a absoluta falta de segurança para a realização dos eventos.
O FRACASSO COMPLETO do governo estadual (Sérgio Cabral, Beltrame e assessores) em impedir que militares estaduais desarmados, acompanhados de familiares e avisando previamente, conseguissem atingir o seu objetivo: TOMAR o Quartel General do CBMERJ.
Obviamente, ninguém mais acredita que o Rio de Janeiro reúne condições mínimas para garantir a segurança dos jogos, diante das ameaças de ações terroristas, por exemplo.
Penso que a qualquer momento deverá ser anunciado que o Brasil perdeu a organização da Copa 2014.
Só nos resta promover uma reformulação total no governo estadual e na área da segurança pública para que possamos voltar a sonhar em sediar as Olimpíadas de 2016.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 1 de junho de 2011

COI PODE CANCELAR OLIMPÍADAS NO BRASIL - A IMPORTÂNCIA DO ABAIXO-ASSINADO.

O ESTADÃO.
COI pode cancelar Jogos e mesmo assim pedir indenização, diz contrato

RIO - Os superpoderes garantidos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para si mesmo no contrato para realização dos Jogos de 2016 no Rio incluem cancelar unilateralmente a Olimpíada, não ser processado por esse cancelamento e até acionar na Justiça a prefeitura carioca e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) por isso. Segundo tradução do texto integral do inglês, obtida com exclusividade pelo Estado, o COI "deve ter o direito de extinguir" o documento e de "remover os direitos de realização dos Jogos" na cidade, mas poderá reivindicar ressarcimento por eventuais prejuízos pela não-realização do evento.
Além disso, o município do Rio de Janeiro, o COB e o Comitê Organizador dos Jogos (COJ) - batizado depois Rio 2016 - se comprometem a não pedir ao COI indenização pela suspensão, a indenizá-lo e a não processa-lo.
O instrumento legal, em sua cláusula 65, prevê quatro possibilidades de cancelamento da Olimpíada. Uma é que o Brasil, antes da cerimônia de abertura ou durante os Jogos, esteja em guerra, desordem civil, sob boicote, sob embargo da comunidade internacional, em situação oficialmente reconhecida como estado de beligerância ou "se o COI tiver razões plausíveis para a acreditar que a segurança dos participantes (...) fosse ameaçada seriamente ou colocada em risco".
Outra é que o acordo explicitado na Seção (cláusula) 5 - o compromisso de todas as instâncias estatais brasileiras com os Jogos - não seja respeitado. Uma terceira é que a Olimpíada não se realize. A última é a mais ampla: se "houver qualquer violação" pelo Rio, pelo COB ou pelo COJ de "qualquer obrigação material" do contrato, da Carta Olímpica ou da lei.
Em todas as hipóteses, a iniciativa de extinção do contrato é do COI. O texto foi assinado em 2 de outubro de 2009 por seus dirigentes, Jacques Rogge e Richard Carrión, pelo presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, e pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB). Nesta quinta, pelo terceiro dia, o Estado tentou entrevistar o prefeito sobre o texto que firmou, mas sua assessoria informou que ele não poderia falar. Depois de, no primeiro dia, alegar que estava em reunião e, na quarta, não dar resposta, Paes, geralmente acessível à imprensa, mandou assessores dizerem que precisava viajar para Lausanne, na Suíça, para participar de um seminário, e não teria tempo de falar com o repórter.
Rito. O contrato fixa um ritual para seu eventual cancelamento. O texto diz que, se ocorrer alguma das contingências previstas na "Seção" (cláusula) 65, o COI "terá o direito" de notificar, por carta, telefax ou entrega especial com confirmação de recebimento, o Rio, o COB e o COJ, em conjunto ou individualmente. Ele deverá convocar "qualquer ou todas as partes para remediar ou providenciar a correção" das contingências especificadas pelo COI em 60 dias a contar da data de apresentação do comunicado, mas se a data do envio for 120 ou menos dias antes da cerimônia de abertura, o período cairá à metade do número de dias da data de envio até a abertura.
Ainda na cláusula 65, parágrafo (b) (II), é avisado que, se depois do aviso os problemas apontados pelo COI não tiverem sido remediados "de forma satisfatória de acordo com o COI", dentro do prazo estipulado, "o COI poderá, sem qualquer aviso, cancelar imediatamente a organização dos Jogos pela Cidade, o CON (COB) e o COJ e extinguir esse Contrato imediatamente, sem que incorram prejuízos ao direito do COI de reivindicar quaisquer danos".
O mesmo parágrafo estabelece as imunidades legais do COI. Diz o dispositivo: "Em caso de cancelamento dos Jogos pelo COI ou a extinção deste Contrato pelo COI, por qualquer razão, a Cidade, o CON e o COJ devem abdicar de quaisquer reivindicações e direitos de qualquer natureza relativos a indenizações, danos ou quaisquer compensações e concordar em indenizar e isentar o COI, seus oficiais, membros, diretores, funcionários, consultores, agentes e outros representantes, de quaisquer reivindicações de terceiros ou julgamentos relativos ao cancelamento ou extinção do Contrato. É responsabilidade do COJ a notificação de todas as partes com as quais foram feitos contratos relativos ao conteúdo desta Seção" (cláusula).
Fonte: http://www.estadao.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

É HORA DE DIZER SIM À VIDA E NÃO À COPA E ÀS OLIMPÍADAS.

O ESTADO DE SÃO PAULO
JAMIL CHADE
Governo brasileiro admite à ONU despreparo em tragédias

O governo brasileiro admitiu à Organização das Nações Unidas (ONU) que grande parte do sistema de defesa civil do País vive um 'despreparo' e que não tem condições sequer de verificar a eficiência de muitos dos serviços existentes. O Estado obteve um documento enviado em novembro de 2010 por Ivone Maria Valente, da Secretaria Nacional da Defesa Civil (Sedec), fazendo um raio X da implementação de um plano nacional de redução do impacto de desastres naturais. Suas conclusões mostram que a tragédia estava praticamente prevista pelas próprias autoridades.
Diante do tsunami que atingiu a Ásia e do aumento do número de desastres naturais no mundo nos últimos anos, a ONU foi pressionada a estabelecer um plano para ajudar governos a fortalecer seus sistemas de prevenção. Em 2005, governos chegaram a um acordo sobre a criação de um plano de redução de risco para permitir que, até 2015, o mundo estivesse melhor preparado para responder às catástrofes.
Uma das criações da ONU, nesse contexto, foi o Plano de Ação de Hyogo (local da conferência onde o acordo foi fechado). No tratado, a ONU faz suas recomendações de como governos devem atuar para resistir a chuvas, secas, terremotos e outros desastres. Ficou também estabelecido que os 168 governos envolvidos se comprometeriam a enviar a cada dois anos um raio X completo de como estavam seus países em termos de preparação para enfrentar calamidades e o que estavam fazendo para reduzir os riscos.
Na versão enviada pelo próprio governo do Brasil ao escritório da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres, no fim de 2010, as constatações do relatório nacional são alarmantes. 'A maioria dos órgãos que atuam em defesa civil está despreparada para o desempenho eficiente das atividades de prevenção e de preparação', afirma o documento em um trecho. Praticamente um a cada quatro municípios do País sequer tem um serviço de defesa civil e, onde existe, não há como medir se são eficientes.
'Em 2009, o número de órgãos municipais criados oficialmente no Brasil (para lidar com desastres) alcançou o porcentual de 77,36% dos municípios brasileiros, entretanto, não foi possível mensurar de forma confiável o indicador estabelecido como taxa de municípios preparados para prevenção e atendimento a desastres', diz o documento em outra parte.
Limitações. No relatório, o Brasil é obrigado a dar uma resposta ao desempenho em determinados indicadores sugeridos pela ONU. Em um dos indicadores - que trata de avaliação de risco de regiões - o governo admite ter feito avanços, 'mas com limitações reconhecidas em aspectos chave, como recursos financeiros e capacidade operacional'. Na avaliação de risco, por exemplo, o governo admite que não analisou a situação de nenhuma escola ou hospital no País para preparar o documento.
O próprio governo também aponta suas limitações em criar um sistema para monitorar e disseminar dados sobre vulnerabilidade no território. O governo também reconhece que a situação é cada vez mais delicada para a população. 'A falta de planejamento da ocupação e/ou da utilização do espaço geográfico, desconsiderando as áreas de risco, somada à deficiência da fiscalização local, têm contribuído para aumentar a vulnerabilidade das comunidades locais urbanas e rurais, com um número crescente de perdas de vidas humanas e vultosos prejuízos econômicos e sociais', diz o documento assinado por Ivone Maria.
Consequência. 'A não implementação do Programa (de redução de riscos) contribuirá para o aumento da ocorrência dos desastres naturais, antropogênicos e mistos e para o despreparo dos órgãos federais, estaduais e municipais responsáveis pela execução das ações preventivas de defesa civil, aumentando a insegurança das comunidades locais', afirmou o relatório.
O órgão também deixa claro que o Brasil estaria economizando recursos se a prioridade fosse a prevenção. 'Quando não se priorizam as medidas preventivas, há um aumento significativo de gastos destinados à resposta aos desastres. O grande volume de recursos gastos com o atendimento da população atingida é muitas vezes maior do que seria necessário para a prevenção. Esses recursos poderiam ser destinados à implementação de projetos de grande impacto social, como criação de emprego e renda', conclui o documento.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

URGENTE: OPTAR POR SALVAR VIDAS, DESISTIR DA COPA E DAS OLIMPÍADAS.

Eu recebi esse email do amigo Tenente Coronel EB Ref Fernando Batalha, o qual promoveu uma reflexão no sentido de que está mais que na hora, considerando o que acontece pelo país e especialmente no Rio de Janeiro, de OPTARMOS POR SALVAR VIDAS.
Prezados leitores, leiam o texto e TENTEM DISCORDAR do seu conteúdo:
"As tragédias do Rio, São Paulo e Minas, recorrentes ano a ano, como se fossem eventos sazonais, devido à existência de cerca de um milhão (!) de moradias em áreas de risco deveriam motivar o governo federal a cancelar todas as obras das olimpíadas e da copa do mundo, que serão aplicadas na construção de majestosos estádios, realocando as verbas orçamentárias o assentamento desses moradores em áreas sem risco. Serão necessários aproximadamente um trilhão de reais, que o erário público poderá, a curto prazo, reunir, cortando as despesas supérfluas.
Concito as pessoas de bem deste país a iniciarem uma campanha visando à apresentação de um PL, tal como foi feito com a Lei da Ficha Limpa. Teremos contra nós os poderosos lobbies, mas a causa é nobre e o povo brasileiro nos apoiará.
Abs. Batalha"
Mãos à obra.
Os mortos da Região Serrana não assistirão a Copa e as Olimpíadas.
Vamos salvar vidas, Copas e Olimpíadas existirão muitas outras para o Brasil organizar, quando o seu povo tiver cidadania plena.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 15 de janeiro de 2011

RIO DE JANEIRO – UMA VITRINE ESTILHAÇADA POR FALTA DE PREVENÇÃO

Muito oportuno o trecho da matéria do cineasta Cacá Diegues publicada no O Globo de hoje, dia 15. Especialmente onde ele diz: “Ninguém se lembra de quem evita o incêndio, a natureza exibicionista do espetáculo humano exige que só celebremos os heróis que apagam o fogo e salvam suas vítimas. Mas prevenir é sempre mais eficiente e completo que remediar – e ainda sai mais barato”.
Nos 35 anos ininterruptos que permaneci no Corpo de Bombeiros nunca vi um elogio aos profissionais que atuavam na área de prevenção de incêndios. Pelo contrário, eles eram e são, sempre, questionados sobre as exigências por pessoas que, na maioria das vezes, não levam em conta os benefícios de tais providências.
Infelizmente, os nosso políticos, com raríssimas exceções, também agem assim. A ocupação desordenada do solo é responsabilidade deles, que pouco ou nada fazem pra evitar. Em alguns casos a concessão de “habite-se” não exige o Certificado de Aprovação dos bombeiros, visando acelerar a arrecadação do IPTU.
Na área da Defesa Civil não é diferente. O investimento na prevenção não dá visibilidade. São obras dispendiosas que não dão um retorno imediato. Enquanto que nas catástrofes, mesmo com perda de vidas, como agora, os holofotes se acendem e, ainda, se beneficiam do repasse de verbas do governo federal. A insensibilidade é tamanha que obrigou a nossa Presidente Dilma, em recente reunião no Rio, a advertir alguns prefeitos que reivindicavam tais recursos para a reconstrução de seus Municípios, que a prioridade no momento é o resgate e o socorro ás vítimas, para evitar mais mortes.
A otimização na aplicação das verbas de reconstrução é outro fator que deixa a desejar. A tragédia do Morro do Bumba está aí como exemplo.
O que me deixa bastante esperançoso, no momento, é a proximidade da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016. O Rio de Janeiro é uma vitrine e não pode permanecer estilhaçada. O mundo está nos assistindo.
JORGE DA CONCEIÇÃO LOPES – Coronel R/R do CBMERJ
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

COBERTOR CURTO - MARCOS ESPÍNOLA.

Marcos Espínola: Cobertor curto
Advogado criminalista

Rio - As mudanças no Rio de Janeiro nos últimos anos vêm despertando um novo olhar não só da população como também de investidores e empresários, o que resgata a tradição da cidade como centro nervoso da economia em inúmeros segmentos. Somado a isso, outro fator positivo é o inegável potencial natural inexistente em qualquer outro lugar do mundo.
Mas, certamente, o ápice dessa euforia recente se deve à bem-sucedida ação na área da segurança pública e à conquista do direito de sediar jogos e a final da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Hoje, os governantes das três esferas gozam do prestígio e reconhecimento de uma gestão baseada na união e atenta a pontos até então desprezados pelo Poder Público.
Porém, o atual cenário nos comprova a tese do cobertor curto, no qual se “cobre a cabeça, mas os pés ficam de fora”, e isso carece de total atenção. A tragédia na Região Serrana, repetindo a catástrofe em Angra dos Reis e Niterói, não nos deixa mentir. Em verdade, episódios como esses são esperados, o que constata a ainda fraca política urbana e de proteção das encostas no estado.
Infelizmente, vivemos uma notória contradição, pois se de um lado atraímos olhares admirados, mas, por outro, a indignação é inevitável, pois estamos falando de centenas de vidas e lares destruídos em todos os verões. Famílias inteiras pagando o preço do velho descaso das autoridades.
Torcemos pelo Rio. Vibramos e reconhecemos cada passo dado em prol de uma cidade e um estado melhor, mas continuamos amargando falhas irreparáveis, evidenciando que, se o assunto é gestão pública, as prioridades devem ser estabelecidas para que um setor não se destaque enquanto outros sofrem as consequências do abandono.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 4 de dezembro de 2010

GUERRA DO RIO: NOVO ELEMENTO PARA AVALIAÇÃO.

Independente dos resultados alcançados, pífios ou não, algo que precisa ser bem definido é o que motivou a "meia intervenção" federal no Rio de Janeiro, com o emprego das Forças Armadas.
O artigo de Lya Luft na Revista Veja desta semana é muito interesse.
O RISO DOS TRAFICANTES
"Comenta-se à boca pequena que alguma caneta poderosíssima no exteriro estava por deletar o Brasil como acolhedor da Olimpíada e da Copa, devido à violência e consequente insegurança (...).
Prezado leitor, você já tinha lido algo a respeito dessa hipótese?
REVISTA VEJA:
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

BRAZIL: GANGS BATTLE POLICE IN RIO DE JANEIRO SLUMS.

THE NEW YORK TIMES:
World Briefing | The Americas
Brazil: Gangs Battle Police in Rio de Janeiro Slums
By MYRNA DOMIT
Published: November 24, 2010

The police raided more than a dozen slums in Rio de Janeiro on Tuesday in an effort to quell violent attacks by gangs that have raised questions about security in the city chosen to host the 2014 World Cup and the 2016 Olympic Games. Heavily armed criminals have blocked busy streets, robbed drivers and burned at least nine cars since Sunday, according to the police and the Brazilian news media. The Rio State secretary of public security, José Mariano Beltrame, said the attacks were a retaliation by gang members for a government program to pacify violent slums, in part by installing a special community police forc.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

RIO DE JANEIRO - NOTÍCIAS.

Ontem, tivemos uma quinta-feira normal no Rio de Janeiro.
Assaltos, arrastões, tiroteios, população em pânico, tudo normal.
A sexta-feira promete a mesma normalidade.
Vida que segue no Rio sem lei, sem ordem e sem vergonha.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

OLIMPÍADAS: ATENÇÃO, MUITA ATENÇÃO, POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO.

Cidadão fluminense, você lembra do barulho feito com a Cidade da Música?
O grande problema destacado foi o aumento do valor da obra, a qual começou com um custo e depois teve este valor aumentado.
Pois é ...
Leiam com atenção esta reportagem sobre o custo das Olimpíadas 2016.
FOLHA ONLINE:
Rio fará novo orçamento da Olimpíada

27/10/2010 por Has Tv
O dossiê de candidatura do Rio-2016 tem 20 páginas dedicadas a finanças. Consultorias nacionais e internacionais foram contratadas para chegar ao custo estimados dos Jogos Olímpicos cariocas: R$ 28,6 bilhões.
Mas esse orçamento é classificado apenas como “referência” pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB). Segundo ele, a previsão oficial de gastos para a competição só será conhecida daqui a mais um ano.
“Estamos na fase de projeto. Não dá para ter uma ideia de valores, até para não sermos cobrados depois. Dois anos após a conquista [dos Jogos] é que vamos saber o orçamento mais próximo do que será o real”, disse Paes.
Defendeu ainda que não entende que essa nova estimativa de valores passe a impressão de estouro da previsão inicial, como ocorreu no Pan-2007, cujos gastos foram multiplicados por oito.Questionado posteriormente sobre o orçamento da candidatura, o prefeito afirmou que era apenas uma “base”, uma “referência”.
Para embasar o seu raciocínio, o prefeito declarou que em Londres-2012 o processo foi o mesmo, com orçamento oficial dois anos depois de definida a sede olímpica.
Em sua palestra, pouco antes da entrevista de Paes, o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair reconheceu que é comum haver estouros de orçamento nos Jogos. Admitiu que isso ocorreu em Londres, ao ser questionado sobre a diferença entre o valor previsto na candidatura e o utilizado atualmente.
“Considerável [a diferença]. Variável. Difícil de contar. Ficaria surpreso se houver Jogos em que o orçamento foi igual do início ao final”, declarou o ex-premiê.
A estimativa inicial do custo de Londres era de R$ 6,4 bilhões. Dois anos depois, esse número foi revisto. Foi multiplicado por quatro e atingiu R$ 25,1 bilhão. A mídia inglesa tem noticiado que o valor deve ser maior.
Se o processo se repetisse no Rio, o gasto dos Jogos ultrapassaria R$ 100 bilhões.
Por enquanto, os valores citados por Paes e pelo governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), são mais modestos.
Os dois falam em folga no caixa de prefeitura e do governo, o que já permitiu o início dos investimentos, como os projetos de três corredores de ônibus pela cidade.
A prefeitura obteve US$ 1 bilhão do Banco Mundial. O governo do Estado aumentou a capacidade de seu endividamento, o que lhe permite empréstimos de R$ 2 bilhões em 2010 e possivelmente, R$ 2,5 bilhões no ano que vem.
O projeto olímpico inicial prevê o predomínio do uso de recursos públicos, sem precisar a fatia de cada esfera nesse total. Não é à toa que “o orçamento é a parte mais difícil e sensível” dos Jogos, segundo Blair.
Fonte: Folha Online
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 7 de agosto de 2010

A CRISE DE 2011 - CESAR MAIA.

FOLHA DE SÃO PAULO:
A crise de 2011

Já é consensual que o ano de 2011 não será parecido com o ano eleitoral de 2010. A favor do atual governo, lembre-se o governo anterior em 1998, ano de eleição. Nos dois casos, cenas explícitas de populismo cambial e populismo fiscal.
Essa combinação do real sobrevalorizado, juros reais baixos, deficit externo explosivo, deficit público nominal crescente e dívida pública bruta em relação ao PIB em nível recorde não é sustentável. A conta terá que ser paga, claro, com menor crescimento da economia em 2011 e maior desemprego.
O vetor resultante é um só: vença quem vencer a eleição, haverá um freio de arrumação por parte do governo, em 2011. Pode-se pensar em seus desdobramentos econômicos. Mas há outros que exigiriam que o atual governo e os candidatos a presidente assumissem ainda em campanha.
Trata-se da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016. O calendário desses grandes eventos avança. O tempo efetivo para as obras chega ao limite. Das 12 subsedes da Copa de 2014, as obras só começaram para valer em um estádio. E, em maio de 2013, pelo menos cinco deverão estar prontos para a Copa das Confederações.
O Maracanã, imprescindível para 2013, ainda se encontra em fase de licitação. O estádio de SP nem se sabe onde será ou se será. Um estádio desses num país com previsibilidade de obras e financeira não leva menos de dois anos e meio. Começando em 2011, o limite já está alcançado para 2013. E sem garantia de fluxo financeiro.
Aqui, os recursos serão públicos federais. E o freio de arrumação exigirá um fluxo muito mais complexo de liberações. Ou os Estados têm como adiantar os recursos para garantir o cronograma ou esse não será cumprido. Entre a medição de uma etapa de obra e a liberação por um banco estatal, lá se vão 45 dias.
Mais grave a Olimpíada de 2016, pois para esta não há jeitinho. Nenhuma obra urbana imprescindível começou.
O trecho do metrô da zona sul já não ficará pronto até maio de 2016. O corredor Barra-Zona Norte, uma obra de quatro anos e meio, da mesma forma. E ambos contam com parte substancial de recursos federais.
Da mesma forma, o parque olímpico onde serão construídos novos equipamentos esportivos só estará liberado após a relocalização do autódromo. As vilas, olímpica, de jornalistas e do COI, que no total abrigarão cinco vezes mais que a Vila do Pan, nem sequer têm localizações definidas, menos ainda a modelagem.
Exigirão, mais uma vez, recursos federais. Ou as autoridades estaduais, esportivas e federais incluem o ano atípico de 2011 em seus planos, ou poderemos todos, ter surpresas desagradáveis.
CESAR MAIA
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 7 de abril de 2010

145 MORTOS, A TRAGÉDIA DO DESCASO SÓ AUMENTA.

O Rio vive uma de suas maiores tragédias.
A população que padece diariamente com a insegurança pública, os transportes deficitários, a saúde em frangalhos, as ruas esburacadas e a educação que não forma cidadãos, enfrenta nesses últimos dias mais um resultado macabro do descaso dos governantes.
Vivemos no terceiro mundo, não temos a mínima infra-estrutura necessária para uma cidade moderna e sonhamos com mega eventos, para os quais claramente não estamos preparados.
Cidadão, leia as matérias do jornal O Globo (leia) e tenha consciência da nossa realidade, a hora é de colocar os pés no chão e de adotar as medidas inadiáveis para que possamos viver com um mínimo de dignidade no Rio, o segundo estado em arrecadação do Brasil.
Cento e quarenta e cinco mortos e ninguém preso!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

SÉRGIO CABRAL, O INSUPERÁVEL EM VIAGENS.

BBC BRASIL:
29/01/2010 - 16h27
Em Londres, Sérgio Cabral minimiza risco de segurança para Rio-2016
"O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), voltou nesta sexta-feira a minimizar a possibilidade de que ocorram problemas de segurança no Rio durante os Jogos Olímpicos de 2016.
Após encontro com representantes do comitê organizador da Olimpíada de Londres-2012, na capital britânica, Cabral lembrou do investimento dos governos federal, estadual e municipal de mais de R$ 1,8 bilhão na segurança do Rio.
Ele também mencionou a criação, na última terça-feira, das Bolsas Copa e Olímpica, para reforçar os salários dos profissionais de segurança pública nas capitais que sediarão os eventos em 2014 (Copa do Mundo) e 2016.
"Eu não tenho a ilusão de acabar com o negócio das drogas. O que eu tenho é a certeza de que, com essa nossa política de Estado, nós vamos conseguir acabar com o poder paralelo, com o controle das armas nas comunidades do Rio", disse. "Hoje quase 200 mil pessoas vivem a paz de poder dormir sem o poder paralelo nessas comunidades." "O problema do tráfico de drogas é mundial. Em Londres, em Paris, em Nova York, em Lisboa, em Tóquio, as pessoas consomem drogas", concluiu.
O mesmo argumento foi usado pelo presidente do Comitê Olímpico Brasileiro e do comitê organizador da Rio-2016, Carlos Nuzman, que acompanhou Cabral em Londres.
"Segurança é um problema que acontece em todo o mundo. E nós não temos terrorismo", disse.
Tony Blair Nuzman, Cabral e o ministro dos Esportes, Orlando Silva, estão em Londres pela primeira vez desde que o Rio foi confirmado como a cidade-sede dos Jogos de 2016.
Os representantes brasileiros visitaram o Parque Olímpico que está sendo construído no leste da capital britânica e se encontraram com membros da Olympic Delivery Authority (ODA), órgão governamental responsável por desenvolver e construir as instalações e a infraestrutura dos Jogos - no que o Brasil pretende usar como modelo para a Autoridade Pública Olímpica (APO), que poderá ser presidida por Silva.
O trio deve ainda se encontrar, neste sábado, com o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, que estava no poder quando Londres se candidatou e foi anunciada como sede dos Jogos de 2012.
"Ele tem uma larga experiência a nos passar sobre toda a estratégia de Londres depois que ela levou a Olimpíada, em 2005, até o fim de seu mandato, em 2007. É exatamente nessa fase de planejamento que nós estamos agora, e ouvir, aprender, é muito importante", disse Cabral.
'Não-ansiedade' Segundo ele, a principal lição de Londres para os representantes da Rio-2016 é o profissionalismo.
"É muito importante notar a 'não-ansiedade' dos organizadores de Londres", disse. "É natural que a sociedade, a imprensa e as organizações façam cobranças. Mas Londres passou dois anos fazendo apenas planejamento, para depois começar a construir e isso foi muito importante." Nuzman anunciou ainda que a Rio-2016 contratou uma agência britânica para cuidar da contratação de diretores e executivos do comitê organizador. A mesma empresa foi responsável por montar os quadros dos Jogos de Londres e dos Jogos de Inverno de Vancouver.
"Vamos procurar pessoas no mercado brasileiro e internacional. Deve haver alguns estrangeiros pois vamos precisar de pessoa com experiência em Olimpíadas", afirmou".
Eu sou obrigado a concordar com a opinião de Cabral sobre a segurança do Rio, o Rio é seguro, bastam algumas providências:
1) Se desloque preferencialmente em helicópteros;
2) Não sendo possível, utilize veículos blindados e com escolta armada; e
3) Tenha ao seu inteiro dispor mais de 200 profissionais para prover a sua segurança e a de seus familiares.
Basta isso, vocvê se sentirá seguro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

AEROCABRAL: QUAL É A FINALIDADE?

Cidadão, por favor, acompanhe esse raciocínio.
Sérgio Cabral teve alguma participação na realização do PAN de 2007?
Não.
Ele teve alguma participação na escolha do Rio para a Copa do Mundo de 2014?
Não.
Alguma participação na escolha do Rio para as Olimpíadas de 2016?
Não.
Cabral estará no exercício de algum cargo eletivo no poder executivo em 2014 ou 2016?
Não, Cabral no Rio nunca mais!
Então, o que ele vai fazer visitando as instalações olímpicas da Inglaterra no dia 29 JAN 2010?
E depois, em Madri, como Ancelmo Goes noticia nesse feriado de São Sebastião?
Sinceramente, penso que só estará aumentando o seu recorde:
- O governador que mais viajou no exercício do mandato em toda a história do Brasil!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

CNN - FAREED ZAKARIA DUVIDA DA CAPACIDADE DO BRASIL EM SEDIAR AS OLIMPÍADAS.

O GLOBO:
BRASIL COM Z.
ZAKARIA DUVIDA DA CAPACIDADE DO RJ SEDIAR AS OLIMPÍADAS (assista ao vídeo).
Essa notícia vai para todos que ficaram zangados com a piada do Jay Leno. No seu programa, GPS, na CNN, o apresentador Fareed Zakaria criticou os últimos acontecimentos no Brasil, incluindo o apagão, e a derrubada de um helicóptero no Rio de Janeiro, e questionou a capacidade do país de sediar as Olimpíadas de 2016. Zakaria, que desde 2000 é editor das edições internacionais da “Newsweek,” revista com alcance a 24 milhões de leitores pelo mundo, não poupa detalhes capazes de deixar em pé o cabelo de qualquer gringo.
“Essa semana, durante um blecaute, várias ações de gangues foram registradas no estádio ‘Americana,’ que está sendo preparado para abrigar a abertura e o fechamento das Olimpíadas de 2016,” disse. Usando imagens da Rede Record e da Globo, Zakaria conta aos telespectadores americanos que “apenas dias depois da euforia causada pela escolha do COI, uma guerra contra o tráfico de drogas, que já dura décadas, deixou 40 pessoas mortas, e os bandidos estão tão bem armados que conseguiram derrubar um helicóptero policial."
Embora o leitor possa descontar o impacto do quadro “What in the World,” seguimento do GPS em que Zakaria dá uma opinião editorial, fica difícil negar os fatos citados. Zakaria fez algo que o blogueiro evita fazer aqui no blog: comparou o Brasil aos EUA.
“Um estudo lançado essa semana revelou que a polícia do Rio de Janeiro matou mais de 10 mil cidadãos nos últimos 11 anos,” disse.
O apresentador da CNN compara o Rio, uma cidade de 6 milhões de residentes, com mil mortes anuais causadas por disparos policiais, com Nova York, cidade com 8 milhões de moradores, onde policiais mataram apenas 13 pessoas em 2008. Ao contrário de Leno, comediante que fez uma piada que revela a desinformação da sua equipe sobre o Brasil, atacar o conhecimento de Zakaria não seria a melhor tática. Ele, que já entrevistou o presidente Lula em abril, chega a comparar as mazelas brasileiras a chinesas.
“Eu não espero que o presidente Lula, o político mais popular do mundo, com aprovação na casa dos 80%, resolva todos os problemas antes das Olimpíadas de 2016, com a mesma competência que os chineses demostraram antes de Beijin 2008.”
As críticas de Zakaria foram feitas apenas 48 horas depois que a “Economist” chegou às bancas com o título “O Brasil decola.” A revista inglesa diz que “a desconfiança contra o Brasil está mal colocada. Porque a China pode estar ajudando a economia mundial a sair da recessão, mas em 2014 o Brasil vai se tornar a quinta economia mundial, ultrapassando a Inglaterra e a França.”
Mas para Zakaria, as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro serão “um grande teste para o futuro.”
“Porque se países como o Brasil, Índia e África do Sul, querem entrar na grandes ligas internacionais eles têm que melhorar suas ações em eventos como esses. Do contrário, O Comitê Olímpico Internacional vai achar que é mais seguro escolher cidades como – não sei – Chicago,” concluiu Zakaria, mostrando ainda estar ressentido com a derrota da cidade americana.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 24 de outubro de 2009

RIO 2016 OLYMPIC GAMES UNSAFE! - O RIO A CIDADE FELIZ!

O GLOBO - CHICO
RIO 2016 OLYMPIC GAMES UNSAFE!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO