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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

BRASIL - FORÇAS ARMADAS - HISTÓRIA.

"Não nos dêem tais ordens, 
porque não as cumpriremos!"
(Marechal Deodoro, 1887)
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

BAHIA - GREVE DA PM: CONFRATERNIZAÇÃO ENTRE MILITARES FEDERAIS E ESTADUAIS SERÁ CONTADA PELOS HISTORIADORES.

SITE G1/BAHIA:
Aniversariante do dia, general recebe bolo e saudações de manifestantes
General Gonçalves Dias foi homenageado por PMs e familiares. Ele saiu da área isolada pelo Exército e foi ao encontro do grupo (Vejam as fotos, isso será história).
O general Gonçalves Dias, comandante da 6ª região do Exército Brasileiro, e que está à frente da operação na greve dos policiais militares, recebeu um bolo e saudações dos manifestantes que estão do lado de fora da Assembleia Legislativa em comemoração ao seu aniversário, que é nesta terça-feira (7).
Por volta das 12h30, ele saiu da área isolada pelo Exército e foi ao encontro dos manifestantes, policiais militares e familiares de PMs, que estão na área externa. O general foi acompanhando de uma patrulha e conversou rapidamente com os integrantes do movimento.
"Não vamos entrar em confronto, por favor, no meu aniversário não... Vocês sabem que até agora nós trabalhamos muito bem. Vocês foram atendidos, pelo que eu sei, em bastantes reivindicações. Porra, é meu aniversário cara!", brincou o general ao abraçar um dos manifestantes.
Entrega de alimentos
Militares que atuam no cerco à Assembleia Legislativa autorizaram a entrada de alimentos e material de higiene no local na manhã desta terça-feira. A liberação por parte da Comissão de Negociação ocorreu "para atender às necessidades de quatro crianças que estão dentro do prédio", segundo um comunicado divulgado pela Secretaria de Comunicação do Estado.
Segundo o tenente-coronel Márcio Cunha, chefe de comunicação do Exército, foi feito o pedido de liberação em nome das quatro crianças, mas ele alegou não saber se há apenas quatro crianças no local, ou se o número é maior. Ele também alegou não ter detalhes a respeito do material que foi entregue aos grevistas.
"Houve um avanço nas negociações com os manifestantes. Os mantimentos estão sendo entregues sem revista como um voto de confiança aos grevistas, que mantêm um clima de tranquilidade desde a madrugada desta terça-feira. O material está sendo jogado para a área onde eles estão e também estão sendo entregues por familiares e militares que estão do lado de fora", afirmou (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!

domingo, 8 de janeiro de 2012

QUE NÃO MAIS SE OUÇA O DEMÔNIO! - OLIVEIROS S. FERREIRA.

QUE NÃO MAIS SE OUÇA O DEMÔNIO !
( Oliveiros S. Ferreira - 06/01/2012 )
Tomaz, o Cínico, que, de quando em quando, freqüenta esta página, estaria hoje gargalhando, pois já teria tomado conhecimento da última anedota levada ao palco em que se encena essa tragicomédia intitulada “Vem chegando aí o fim do Estado brasileiro”.
Não que se surpreendesse com a greve da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Ceará (ao comando da PM subordinado). Afinal, ele já viu episódios semelhantes em Minas Gerais, na Bahia e não mais se lembra em quantos outros estados da Federação. Da mesma maneira que já se cansou de ver o Exército substituir a PM, patrulhando ruas e dando à população a impressão de que ela está segura. O que impressionou Tomaz, o Cínico, na greve no Ceará e o que ele pôde considerar divertido foi que a presença dos soldados do Exército, armados de fuzis, e a da chamada Força Nacional de Segurança (?) não foram suficientes para tranqüilizar a população. Os jornais e relatos pessoais dão conta de que ela foi tomada pelo medo − e alguns chegaram a falar em terror.
A greve foi uma ação bem orquestrada: em plena alta estação do turismo, os “grevistas” − aspas por pudor, pois, a rigor, o que se viu foi um motim − usaram máscaras para não ser identificados e confiscaram todas as viaturas para que a Força Nacional de Segurança (?) e o Exército não pudessem utilizá-las em patrulha. Em decorrência, viram-se alguns arrastões nas praias, escolas e comércio fechados, ouviram-se vozes amigas sugerindo aos turistas que pedissem as contas nos hotéis e fossem embora, e coisas mais. Algo bem parecido aos toques de recolher ordenados pelo Comando Vermelho... que se deu apesar das garantias da Lei e da Ordem insinuadas pela presença do Exército e da Força Nacional de Segurança...
A falência do Estado (do Estado Nacional, bem entendido) observou-se em seqüência: primeiro, ao demonstrar o Governo do Ceará não ter serviço algum de informação que dissesse às autoridades constituídas que alguma coisa de grave se preparava; depois, na confirmação de que o Governo estadual não tinha condições de enfrentar a turbulência já instaurada, apelando ao Governo federal. Em seguida, pelo envio do Exército para acudir à situação. O normal − pois para isso parece que ela foi constituída − teria sido o envio apenas da Força Nacional de Segurança, dada como organizada exatamente para enfrentar situações desse tipo. Alguém em Brasília julgou que não era bem assim, e o Exército foi engajado. Não sendo mais usado para o que deveria ser, há que dar-lhe o que fazer, pois o ócio pode ser bastante criativo...
Tropa federal na rua, o Governador apelou ao Judiciário, que determinou a imediata cessação da greve e a devolução dos veículos, aplicando multa a cada um dos grevistas e outra, maior, aos cabeças ou quem quer que se dissesse responsável pela crise. E essa crise ganhou maiores proporções quando os grevistas fizeram ouvidos moucos à ordem do Poder Judiciário e continuaram sua greve. Mas o mais triste estava por vir: ao apelo gentil de um Coronel do Exército, que pedia a devolução das viaturas, os mascarados disseram “Não!!!” e nada se alterou.
Perdão, isso não era ainda o mais triste: pior verificou-se logo depois – quando os mascarados decidiram suspender a greve e o Governador do estado lhes concedeu não apenas o aumento solicitado como, mais ainda, acrescentando a vergonha à desonra, decidiu não lhes descontar os dias parados e esquecer-se dos crimes cometidos (greve de policiais militares, furto de veículos públicos, desacato ao Poder Judiciário) dando tudo por bem acabado ou como se nada tivesse acontecido.
O Poder Judiciário foi desmoralizado pelo Executivo estadual. Há quem diga que o Exército idem, pelos grevistas mascarados. O Ministro da Defesa permaneceu calado. E a Presidente da República (apesar de que deva estar preocupada, naturalmente, com o descrédito das instituições) não interrompeu suas férias para cuidar desse assunto tão sério, mas para autorizar o auxílio às vítimas das enchentes no estado do Rio de Janeiro, como se não houvesse quem, em Brasília, pudesse tomar as providências indispensáveis − por telefone ou computador – permitindo-lhe continuar gozando das delícias do mar baiano em uma dependência da Marinha reformada especialmente para recebê-la.
Quando da primeira greve de PMs − creio que na Bahia, durante o Governo Collor de Mello − houve General que confidenciasse a amigos o quão perigoso, para a instituição, seria empregar o Exército em funções policiais sem que pudesse usar as armas para manter a ordem nem, muito menos, prender criminosos. Tudo continuou como dantes. Como dantes, porque o engajamento do Exército na Bahia simplesmente seguiu ou complementou o programa de desmoralização das FFAA já posto em prática quando tropas do Exército correram a garantir a propriedade da família do Sr. Fernando Henrique Cardoso em Minas Gerais contra uma tentativa de invasão (assim se disse) pela PM por ordem do Governador Itamar Franco.
A desmoralização do Judiciário e do Exército são apenas sinais de que o Estado brasileiro sangra a olhos vistos. Poder-se-ia dizer que o Sr. Ministro da Defesa e os Comandantes militares acompanharam apreensivos o que ocorria no Ceará. Só que viam os fatos, se é que os viam, com um binóculo de lentes azuis que, sendo usado ao contrário, deixaram as imagens reduzidas e distantes, em vez de ampliá-las e aproximá-las – no que, afinal, seguiam apenas o exemplo dos altos escalões do Poder Judiciário (agora em férias) e de todo o Congresso Nacional não exatamente em férias, mas em recesso!
O mais grave nesse exercício de desmoralização das Armas do Estado é que o Exército brasileiro, continuadamente empregado em missões de Paz e Ordem (!), aos poucos se transforma naquilo que os Secretários da Defesa dos Estados Unidos sempre desejaram que ele fosse: uma milícia que cuida de manter a ordem interna e de combater o tráfico de drogas, eventualmente utilizável em missões internacionais de Paz (e de Ordem). Não apenas os Secretários da Defesa norte-americanos assim desejavam; já quando Procurador Geral, o que corresponderia ao nosso Ministro da Justiça, o Sr. Robert Kennedy esteve em São Paulo e deixou todas essas coisas muito claramente explícitas. Essa é, pois, uma política de segurança do Estado norte-americano, que, graças a poder contar com Exércitos aliados para ocupação de território alheio e também graças à sua extraordinária capacidade aeronáutica e naval, pode dar-se ao luxo de reduzir seu próprio Exército – não uma política do nosso Estado. Uma política que os ditos guardiões do Estado brasileiro fazem questão de não bem interpretar, e muito se esforçam para que seja bem sucedida.
Um centurião romano qualquer (não faria falta ser um César) diria que os governantes brasileiros, muito religiosos e atentos, respeitam e fazem valer a profecia de São Paulo (citada por Vieira no seu Sermão da Sexagésima - 1655): “Erit tempus, cum sanam doctrinam non sustinebunt. Sed ad sua desideria coacervabunt sibi magistros prurientes auribus. A veritate quidem auditum avertent, ad fabulas auten convertentur.” Ou seja, estamos no tempo em que os homens não mais contam com a doutrina sadia, mas seus ouvidos são adulados, fecham-se à verdade e abrem-se às fábulas. Não só se ouve o Demônio como semeia-se para que ele se farte.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 31 de dezembro de 2011

CEARÁ - GREVE DOS BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES - PODERÃO OCORRER CONFRONTOS COM FORÇA NACIONAL E EXÉRCITO.

1) DIÁRIO DO NORDESTE.
Apenas 22 viaturas da PM fazem a segurança de Fortaleza e da RMF neste sábado
Felipe Lima | 13h51m | 31.12.2011
Apenas 22 viaturas da Polícia Militar, 12 do Batalhão de Choque e quatro da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) fazem a segurança do de Fortaleza e da Região Metropolitana neste momento.
De acordo com o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), dois homicídios foram registrados durante a manhã deste sábado (31) na Barra do Ceará.
Possíveis "arrastões" foram registrados no Centro de Fortaleza. A Polícia ainda está investigando (Vejam a foto das viaturas com pneus vazios).

2) O POVO ONLINE.
Estado se reúne com Força Nacional e Exército para definir estratégia de segurança no Réveillon.
Atualizada às 15:35min, 31/12/2011
A Cúpula da Secretaria da Segurança e Defesa Social do Estado (SSPDS) se reuniu, na manhã deste sábado, 31, com representantes da Força Nacional e do Exército para definir estratégias do efetivo durante a festa de Réveillon em Fortaleza.
A reunião aconteceu a portas fechadas na Companhia de Comando da 10ª Região Militar, após policiais militares e bombeiros deflagrarem greve da categoria e anunciarem paralisação durante as festas de hoje na Capital.
Na reunião, foram definidos os planejamentos iniciais para o Exército Brasileiro atuar com ações policiais, a partir do recebimento da ordem da presidente Dilma Rousseff. De acordo com nota divulgada pela assessoria do Exército, a atuação dos militares tem o intuito de manter a segurança das pessoas e a preservação das instalações e do patrimônio.
Exército do Piauí
Tropas do Exército do Piauí estão se deslocando para o Ceará para integrar a equipe de militares responsável pela segurança das festas de Réveillon no Estado, de acordo com nota divulgada pela assessoria do Exército Brasileiro.
De acordo com a nota, há previsão de chegada de novos integrantes da Força Nacional à Fortaleza.
Entenda a notícia
Durante toda a sexta-feira, 30, o Estado, junto à Justiça Federal e ao Governo Federal, buscou estratégias para garantir efetivo policial em Fortaleza. Ainda na tarde de ontem, foi confirmado o envio de tropas da Força Nacional de Brasília. Já à noite, a presidente Dilma Rousseff autorizou a atuação do Exército no apoio ao Sistema Público de Segurança do Ceará.
Redação O POVO Online.

3) JANGADEIROS ONLINE.
Força Nacional e Exército prometem tomar viaturas que estão em poder de manifestantes
Da Redação às 14:30 de 31/12/2011 - Atualizada às 14:30
Representantes da Força Nacional e do Exército estiveram, no início da tarde deste sábado (31), na 6ª Companhia do 5º Batalhão, no Antônio Bezerra, para pegar as viaturas que estão em poder dos policiais em greve. Os manifestantes não entregaram os veículos, e os membros da Força Nacional e Exército ameaçaram voltar com reforço para tomar os carros.
Caso os representantes cumpram com a ameaça, poderá haver confronto com os manifestantes. Neste momento, a reportagem da TV Jangadeiro está no local.
Há informações de que o Exército também estaria à caminho do 6º Batalhão em Sobral, Região Norte, para liberar o acesso ao prédio.
Leia mais:
Redação Jangadeiro Online, com informações da repórter Caroline Ribeiro.

4) NET 10.
COTIDIANO
16:57:28
Nordeste // GREVE
Governador do Ceará decreta estado de emergência por causa da greve da PM
Publicado em 31.12.2011, às 14h56
Leonardo Heffer Do NE10/Ceará
Cid Gomes, governador do Ceará, decretou situação de emergência no estado devido a greve da Polícia Militar. A paralisação começou na última quinta-feira (29) à noite. Na última sexta-feira (30), o movimento já contava, segundo o presidente da associação, Pedro Queiroz da Silva, com 3.500 policiais.
Para dar apoio na segurança do reveillon em Fortaleza na noite deste sábado, Cid Gomes pediu apoio ao Ministério da Justiça, que enviou a Força Nacional de Segurança. Os homens já estão desde a noite de sexta-feira em Fortaleza, dando apoio à segurança na capital.
Veja na íntegra a nota divulgada pela imprensa do Governo do Ceará sobre o decreto de situação de emergência na cpaital cearense:
"O governador Cid Gomes, conforme o artigo 88, inciso XIX, da Constituição Estadual, e considerando a situação de anormalidade e instabilidade institucional face o cometimento de crimes e infrações disciplinares por militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, decretou situação de emergência em todo o Ceará. O Decreto n° 30.799 foi assinado na última sexta-feira (30) tem efeito imediato e já foi publicado no Diário Oficial do Ceará. O estado de emergênica permite mais agilidade e flexibilidade para que o Estado possa agir para garantir a segurança da população.
"Fica decretada situação de emergência em todo o território do Estado do Ceará, para todos os fins necessários e úteis ao atendimento da situação emergencial e ao restabelecimento do estado de normalidade e proteção da integridade e tranquilidade da sociedade cearense."
GREVE - A greve foi anunciada durante assembleia da categoria no ginásio poliesportivo do bairro da Parangaba, e durante a madrugada os PMs e bombeiros se reuniram na 6º Companhia do 5º Batalhão de Polícia Militar, no bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza. Até a tarde desta sábado (31), PMs continuavam no local.
Durante o movimento, as viaturas usadas pela polícia tiveram os pneus furados para evitar que saíssem para atendimentos. Os polícias pedem anistia para os pms que estão nas manifestações, além de reajuste salarial e aumento no número de policiais.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

RONDÔNIA – BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES EM GREVE.

"Com greve na PM, Exército é convocado para segurança em RO.
Cerca de 1.200 militares já estão nas ruas de Porto Velho e interior. Segundo governo, 1.600 policiais não estão trabalhando no estado.
O governo de Rondônia pediu apoio de tropas do Exército para atuar na segurança nas ruas devido à greve da Polícia Militar no estado. Segundo o governo, 1.200 homens de batalhões do Exército de Rondônia, Acre e Amazonas já estão nas ruas da capital, Porto Velho, e de algumas cidades do interior apoiando o policiamento.
O governo diz que pelo menos 1.600 policiais militares estão em greve.
A informação sobre o envio de tropas do Exército para as ruas foi divulgada pelo general Ubiratn Potty, comandante 17ª Brigada de Infantaria de Selva, que coordena a operação, em entrevista coletiva com o secretário de Segurança do estado, Marcelo Bessa, e o comandante da Polícia Militar de Rondônia, Paulo Cesar de Figueiredo, na tarde de sexta-feira (9).
O secretário disse na ocasião que o governo “não poderá mais conceder aumento e nem anistiar os policiais que aderiram à paralisação” e que houve uma reunião com líderes do movimento grevista buscando o fim da paralisação, mas que não houve acordo.
fonte: G1"
Juntos Somos Fortes!

sábado, 19 de novembro de 2011

A OCUPAÇÃO DA ROCINHA, O COMPLEXO DO ALEMÃO E A LÓGICA.

Prezados leitores, a mídia divulgou inúmeras vezes que o Exército Brasileiro ocuparia o Complexo do Alemão apenas enquanto a Polícia Militar preparava o efetivo para implantar as Unidades de Polícia Pacificador (UPPs), bem como, também já informou que o Exército quer sair do local com brevidade, inclusive em razão dos custos elevadíssimos, o que só não é possível em razão da Polícia Militar ainda não ter se mostrado em condições de assumir.
Tal quadro determinava que não fosse realizada qualquer outra ocupação, antes da Polícia Militar implantar as UPPs no Alemão, liberando o Exército, o que parecia ser uma prioridade.
Isso era lógico.
Apesar dessas verdades, repentinamente, o governo sem ocupar o Complexo do Alemão com Policiais Militares, abre uma nova frente, necessitando mais ainda de novos Policiais Militares. Invade a Rocinha, algo que poderia esperar a solução da situação do Alemão, afinal, o governo estadual estava inerte com relação à Rocinha há quase cinco anos.
Isso foi ilógico.
O Exército Brasileiro foi ouvido?
O que determinou essa invasão intempestiva da Rocinha?
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

NINGUÉM FICA PARA TRÁS! - GENERAL LUIZ EDUARDO ROCHA PAIVA.

NINGUÉM FICA PRA TRÁS!
General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva
Seja escravo de sua consciência, juíza perene de sua vida, e não de cargos e posições, meros passageiros.
Em dezembro de 2009, o governo lançou o Programa Nacional de Direitos Humanos-3 (PNDH3) em pomposa solenidade, cujo brilho foi ofuscado pela repercussão negativa em amplos setores da sociedade. Só o Ministério da Defesa e as Forças Armadas (FA) tomaram, inicialmente, uma posição mais firme em relação ao Programa. Tempos depois, a imprensa, a Igreja, o agronegócio, juristas de renome e outros segmentos manifestaram, também, repúdio a diversas medidas nele preconizadas. O PNDH3 é uma estratégia de ampliação do poder do Executivo, que compromete o equilíbrio entre os Poderes da União, alicerce do regime democrático.
Além disso, o Programa sinaliza a guinada para a linha socialista radical, propósito não declarado, mas perseguido por uma ala com forte presença no Executivo. Hoje, discreta e veladamente, muitas propostas do PNDH3 são aos poucos implementadas, sendo a limitação à liberdade de imprensa a de mais difícil imposição, em face do poder da mídia.
Os pontos do Programa que, naquela oportunidade, mobilizaram o Ministro da Defesa e os Comandantes Militares foram os relativos à revisão da Lei de Anistia e à Comissão da Verdade (CV), que iria apurar as violações aos direitos humanos cometidas por agentes do Estado, deixando de lado as perpetradas pelos componentes da luta armada. O governo concordou em ampliar as investigações, incluindo as violações cometidas, também, por ex-guerrilheiros. Quanto à Lei de Anistia, o STF confirmou a validade nos termos em que foi promulgada, ou seja, abrangendo os dois lados. O Projeto de Lei que cria a CV deu entrada no Congresso Nacional em 2010, mas não foi então apreciado, pois tratava de assunto delicado para entrar em pauta num ano eleitoral.
Com a ascensão do novo governo, o contexto se modificou. A disposição de investigar apenas os abusos praticados por agentes do Estado é declarada publicamente por autoridades do Executivo e aliados. Com base num quadro maniqueísta, fundamentado em versões unilaterais dos fatos ocorridos, haverá intensa campanha para a revisão da Lei de Anistia, ainda uma das metas da esquerda radical-revanchista.
O argumento de que os guerrilheiros, sequestradores e terroristas de outrora ficaram conhecidos e pagaram por seus crimes e que agora seria a vez dos torturadores serem apresentados para uma condenação moral não se sustenta. Nem todos os primeiros são conhecidos, nem todos pagaram por seus crimes e muitos foram libertados em troca da vida de pessoas sequestradas. A Nação não viu a face de todos que planejavam ou executavam assaltos, sequestros e atentados, não conhece os que atuavam na logística das operações, tão responsáveis como os executantes, nem os componentes dos tribunais de justiçamento e execução de guerrilheiros que abandonavam a luta armada.
O povo tem sim o direito de conhecer sua história, portanto merece saber que crimes foram planejados e cometidos por ex-guerrilheiros e ex-guerrilheiras hoje em posições importantes. A Presidente da República teria participado direta ou indiretamente (portanto seria co-responsável) de alguma ação com vítimas? Serão essas autoridades ouvidas pela CV? As vítimas conhecerão os responsáveis por suas sequelas? Outros tantos componentes da luta armada, hoje desconhecidos da Nação, serão apresentados, a exemplo do que será feito com relação aos que os combateram? Os locais onde foram cometidos atentados terroristas, execuções e assaltos e os cativeiros dos sequetrados serão também identificados e sinalizados, para ficarem como marcos históricos das ações dos que pretendiam transformar o Brasil numa ditadura totalitária como as da URSS, Cuba e China?
A CV não poderá deixar sem respostas esses questionamentos, atendo-se a uma investigação unilateral e facciosa das violações ocorridas, sob pena de se desmoralizar e perder totalmente a credibilidade, já discutível pela forma como será composta. Os membros da Comissão vão ser escolhidos pela Presidente da República e a esquerda revanchista quer impedir a participação de quem possa ter tido ligação com os governos militares. Incoerência explícita, pois quem designará os componentes da CV é uma ex-guerrilheira que, quando Chefe da Casa Civil, avalizou a versão original do infausto PNDH3 para a aprovação do então Presidente Lula. Verdade requer imparcialidade.
A História do Brasil, dos conflitos, revoltas e períodos como o da ditadura Vargas, nunca precisou de uma CV para ser conhecida, bastando o trabalho de historiadores e pesquisadores. Além disso, não há nenhuma cisão na sociedade remanescente do regime militar ou as FA não estariam entre as Instituições de maior credibilidade no País. Portanto, a necessidade de reconciliação nacional como alegam os defensores da CV é uma falácia.
A mencionada reação do então Ministro da Defesa e dos Comandantes Militares em 2009 está neutralizada no tocante à CV. A Comissão será, de fato, um tribunal de inquisição, que promoverá o linchamento moral apenas dos que combateram a luta armada, tenham ou não violado direitos humanos. Muitos defenderam o Estado por missão e idealismo, atributo não exclusivo da esquerda como alguns hipócritas propagam.
Chefes militares cultuam hierarquia, disciplina e justiça. São francos com os superiores e cumprem, respeitando a lei e sem alarde, a obrigação moral e funcional de assumir riscos pessoais para defender os subordinados de injustiças. Seria inconcebível abandonar irmãos de armas ante a injustiça que irão sofrer, caso a CV tome o rumo faccioso que prenunciam a sua composição e o foco das investigações. Caberia a quem estivesse no lugar deles a missão que cumpriram nos anos 70 e, se alguns infringiram a lei foram anistiados assim como os assassinos, sequestradores e terroristas, que não contestavam a anistia antes de chegarem ao poder.
A tradição militar reza: ninguém fica pra trás!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

AMAN: CADETE EM COMA.

JORNAL EXTRA:
Aman nega omissão de socorro a cadete que teve morte cerebral
Dicler de Mello e Souza
RESENDE - O Comando da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) informou nesta quarta-feira, por meio de nota, que já instaurou um processo administrativo para apurar os fatos relacionados à morte cerebral do cadete Renan Mendonça Borges Gama, de 23 anos. No entanto, até o momento não foi recebida nenhuma denúncia sobre maus-tratos por parte de militares ou de omissão de socorro à vítima (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

GENERAL CRITICA A "PACIFICAÇÃO" DA DUPLA CABRAL-BELTRAME.

REVISTA VEJA:
General aponta falhas e faz crítica duríssima à política de “pacificação” de favelas dominadas por bandidos no Rio.
Um amigo do blog enviou o texto de crítica duríssima à forma como a administração do governador Sérgio Cabral (PMDB) vem conduzindo a política de “pacificação” de morros e comunidades dominadas por criminosos no Rio de Janeiro que, como se sabe, conta com o apoio do Exército. O autor é o general-de-brigada da reserva do Exército Paulo Chagas.
Publico a crítica do general como contribuição ao debate sobre a política de seguraça pública no Rio de Janeiro.
"Segundo Carl Von Clausewitz: “A guerra é a continuação da política por outros meios”. Isto é, a guerra é fruto de decisões e de ações essencialmente políticas. Nenhuma guerra pode ser vencida sem a definição precisa dos seus objetivos e dos meios disponíveis para fazê-la. Muito menos sem a coragem e a determinação para¸ dentro dos limites da necessidade, empregar a força, em todas as suas gradações.
O estado de paz, antítese do estado de guerra, pode ser obtido pela prevenção, ou dissuasão, ou pela destruição física do inimigo quando este não puder ser desarmado e submetido à vontade do vencedor, em vez de ser morto.
O que tem ocorrido no Rio de Janeiro, com relação à Segurança Pública, a partir da adoção de uma estratégia “pacificadora”, por parte do governo do Estado, é a constatação ou a admissão da existência de um estado de guerra, já que a paz é a antítese da guerra! Ou seja, se buscamos a paz é por que estamos em guerra!
Se é um estado de guerra, há que se identificar com clareza e precisão os objetivos a serem conquistados e os meios a serem empregados para fazê-lo, aí incluídos os equipamentos e as estratégias convenientes para vencer e estabelecer a paz em bases definitivas e claramente dominadas pelo vencedor.
O que se tem visto é a negociação de um “clima de paz” em bases frágeis de garantias dissuasórias, isto é, em inferioridade de condições em relação ao inimigo, ou ainda, na condição de derrotados, ou, pior, nas condições estabelecidas, de forma indireta, pelos “derrotados”, por intermédio de seus aliados no poder político do Estado!
Para negociar a paz, ou “pacificar” em bases sólidas, definitivas, é preciso, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo e destituir do poder todos os seus aliados, aí incluídos os dirigentes políticos, covardes, enganadores e oportunistas que, mais cedo ou mais tarde, criarão condições para desmoralizar ou corromper as forças vitoriosas!
Se fazer a guerra é uma decisão e uma ação essencialmente política e considerando apenas a natureza hipócrita, interesseira e covarde dos políticos brasileiros, esta guerra está perdida! A ação da polícia e do Exército no Rio de Janeiro não é “pacificadora”, porquanto não consegue impor-se aos bandidos, e sim “negociadora”, porque terá sempre que ceder algo antes de obter, em parte, o que precisa conquistar!
Enquanto esta guerra não for tratada como guerra, não haverá a paz que queremos, ou pior, continuaremos a negociar sob as condições do inimigo e acabaremos por ser definitivamente derrotados!
Enquanto imperar o desinteresse ou o medo de assumir a responsabilidade “politicamente incorreta” pelos efeitos colaterais da guerra, não haverá paz.
Enquanto formadores de opinião, certos professores, dirigentes políticos, ONG “da paz” e outros tantos oportunistas comprometidos com o crime, traidores, malfeitores, hipócritas, covardes ou inocentes úteis continuarem a condenar quem “atirou um pau no gato” ou quem não apartou a briga do “cravo com a rosa”, não haverá a paz!
O que impera no Rio de Janeiro, sem sombra de dúvidas, é a desmoralização da lei e da ordem pela covardia de uns e pela conivência de outros! Os filmes da série Tropa de Elite, orientados pela realidade e por quem de fato a conhece e que com ela não é nem foi conivente, já desvendaram as causas e mostraram os caminhos imediatos para chegar-se às condições favoráveis à negociação da paz pela rendição incondicional ou pela destruição do inimigo! Qualquer coisa diferente disso é enganação, politicagem, medo e hipocrisia, não é solução!
Como sempre, torço para estar enganado a respeito desse assunto".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORRGEDOR INTERNO

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

MODELO DE PACIFICAÇÃO POR CABRAL-BELTRAME.

Folha de São Paulo:
04/09/2011 - 20h16
Conflito entre moradores e tropa do Exército deixa um ferido no Rio

CIRILO JUNIOR
DO RIO
Um conflito entre soldados da Força de Pacificação do Exército e moradores do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, deixou pelo menos uma pessoa ferida e outras três detidas, no início da noite deste domingo.
A confusão começou depois que os militares abordaram um grupo de pessoas que fazia uma festa en yna rua no morro da Alvorada. O som da festa estaria alto, e os soldados determinaram que o volume fosse diminuído. Diante da resistência dos moradores, os militares desligaram o som.
Foi o estopim para a revolta. Houve enfrentamento entre moradores e militares, que dispararam tiros de borracha e usaram spray de pimenta para dispersar a multidão. Segundo os moradores, muitas mulheres e crianças foram alvejadas pela ação do Exército. Uma mulher levou um tiro de borracha na boca e foi encaminhada ao hospital Getúlio Vargas.
Três pessoas foram detidas pelo Exército para "averiguação", segundo o major Marcus Bouças, responsável pela comunicação da tropa que está ocupando o Alemão. Segundo ele, a confusão ocorreu por "excesso de bebida" das pessoas abordadas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

UM SARGENTO ESCREVE AO SEU COMANDANTE.

Ao Excelentíssimo Senhor General de Exército
Enzo Martins Peres
Comandante do Exército
De Sarides Ferreira de Freitas
2º Sargento Reformado
Apelo (Faz)

Excelência!
É com extremada contrariedade, robusto constrangimento, exacerbada revolta e imensurável insatisfação que me dirijo a Vossa Excelência, dado o pressuposto, de que meu apelo cairá na vala comum das tergiversações que tem norteado as ações dos Guardiões da Nação e da Constituição Federal, peço vênia!
Nos últimos tempos todas as autoridades, mesmo aquelas sob o compromisso do Sagrado Juramento, estão violentando nossa Lei Maior, estão tratando a Constituição Federal como uma indigna prostituta.
O Supremo Tribunal e o Congresso Nacional estão a serviço do Executivo e ambos denegam o dever maior, qual seja o de “Guardiões da Constituição Federal”. Vão além: são useiros e vezeiros em estuprá-la. O Procurador Geral da República e o Ministério Público, omissos.
General!
Há muito os Três Poderes não são independentes! Só não vê o cego, o mal intencionado ou aqueles que se locupletam neste mar de lama...
Creio piamente que Vossa Excelência não está enquadrada na cegueira, na má intenção ou no locupletar. Destarte, ouso indagar: o que vos impede de agir em defesa da nossa Pátria, como preceitua os vossos deveres, incluso o “Sagrado Juramento.” Se eu, simplório, sei que as vossas atribuições não se restringem a defender a Nação somente de inimigos externos, sendo os
internos mais execráveis, por serem apátridas traidores e com maior rigor devem ser expurgados. Com infinita propriedade Vossa Excelência detém a extensão da fidelidade que Vosso Cargo imputa.
Se factível, rogo justifique a prolongada tergiversação.
Ainda há tempo de remissão.
A Lei prevê revisão anual dos nossos soldos em janeiro.
LEI No 10.331, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2001. Regulamenta o inciso X do art. 37 da Constituição.
Art. 1º As remunerações e os subsídios dos servidores públicos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União, das autarquias e fundações públicas federais, serão revistos, na forma do inciso X do art. 37 da Constituição, no mês de janeiro, sem distinção de índices, extensivos aos proventos da inatividade e às pensões.
Ferindo o preceito constitucional, o governo tem distribuído esmolas, com índices fajutos, em datas aleatórias, sem nunca nos contemplar com a revisão constitucional.
Por dez janeiros, com a vossa cumplicidade, esta regra constitucional não foi cumprida. Gerando uma defasagem de 135%. Creio ser redundante enunciar:
“o presidente da república não pode deixar de cumprir a constituição,” sem arcar com as consequências; com STF e Congresso Nacional a soldo do Executivo, recai sobre vossos ombros restabelecer a normalidade democrática.
Não sabemos em nome do que, não o faz.
Senhor!
A Tropa não espera que um governo comunista a remunere bem. A Tropa quer que o seu Comandante cumpra o papel precípuo de Comando: ser responsável pelo destino dos subordinados. Ser responsável pelo sustento da Tropa é responsabilidade intransferível. A Tropa não é formada por bandoleiros, mercenários, a Tropa serve ao País. Existem Leis que a amparam. Estão à espera de quem as façam valer. Este é o meu apelo; o apelo da Tropa.
“A Defesa da Pátria não pode se subordinar à vontade política - de indivíduos, autoridades ou partidos – e nem aos interesses econômicos – nacionais ou transnacionais. Na defesa da Pátria e dos Poderes Constitucionais, a “iniciativa” (prevista no Artigo 142 da CF), deve ser dos
comandantes das Forças Armadas, em cumprimento do dever de ofício. Agir de forma contrária significa incorrer em crime de responsabilidade ou até de prevaricação, dependendo do caso.”
“Nada mais perigoso do que se fazer Constituição sem o propósito de cumpri-la. Ou de só se cumprir nos princípios de que se precisa, ou se entende devam ser cumpridos – o que é pior (...).. No momento, sob a Constituição que, bem ou mal, está feita, o que nos incumbe, a nós,
dirigentes, juízes e intérpretes, é cumpri-la. Só assim saberemos a que serviu e a que não serviu, nem serve. Se a nada serviu em alguns pontos, que se emende, se reveja. Se em algum ponto a nada serve – que se corte nesse pedaço inútil. Se a algum bem público desserve, que pronto se elimine. Mas, sem a cumprir, nada saberemos. Nada sabendo, nada poderemos fazer que
mereça crédito. Não a cumprir é estrangulá-la ao nascer'”. Pontes de Miranda, em magistério revestido de permanente atualidade.
General!
Não há dignidade em uma Nação , quando os direitos Constitucionais são violados, sob o olhar complacente de quem, por dever de ofício, deve coibir tal prática.
Não há segurança nacional, quando propriedades são destruídas por vândalos, financiados pelo governo federal com verbas públicas.
Não há segurança nacional, quando por opção ideológica, o Comandante em Chefe das Forças Armadas, nega recursos financeiros para manter os poderes dissuasórios, compatíveis à grandeza territorial e as incalculáveis riquezas.
Descumprir uma vírgula da Constituição Federal é crime! Neste desgoverno, todos estão descumprindo-a.
“Por isso, na hora de decidir se age ou não na defesa da pátria e da soberania, o comandante militar não precisa ficar com a dúvida. Quando tiver a obrigação de cumprir o que define a Constituição, não corre risco de ser acusado de “golpista” – como é o temor geral pós-64, que apavora as legiões.”
“O servidor público militar que tiver medo de cumprir a Lei Maior, deve mudar de profissão ou passar para o lado do crime organizado, cuja lei é a barbárie. Não serve para “servir” às Forças Armadas.”
Vossa Excelência sabe que por vossa omissão, os melhores quadros das FFAA estão renunciando à sua vocação primeira, para não passarem pelo constrangimento de na ativa, virar CAMELÔS!
Contando com a vossa aquiescência, nós , os deserdados dos reajustes salariais, que os políticos concedem a si mesmos , esperamos ansiosos , que nos próximos janeiros, Vossa Excelência nos agracie com a revisão anual insculpida na Lei Maior. Por ver a Constituição ser tratada como uma hetera, lesado pela queda do poder aquisitivo dos meus vencimentos , ignizado, extravasei! Dê um basta nesta inconstitucionalidade. “Ultima ratio”.
Respeitosamente,
Sarides Ferreira de Freitas – 2° Sgt Ref IDT 010395151-1 Ex
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 30 de julho de 2011

O SOFRIMENTO DA TROPA DO EXÉRCITO NO COMPLEXO NO ALEMÃO.

PORTAL MILITAR
Situação da tropa nos morros do Rio

29 de julho de 2011.
As denúncias feitas pelo Ministério Público Militar contra moradores dos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, revelam que eles também chegaram a agredir fisicamente as tropas da Força de Pacificação e usaram objetos como enxada, tijolo e até blocos de cimento para atacar as tropas do Exército.
Segundo um levantamento feito pelo iG no site do Superior Tribunal Militar (STM), ao menos 49 pessoas foram denunciadas pela Procuradoria Militar pelos crimes de desacato, desobediência, resistência ou ameaça aos integrantes da Força de Pacificação do Exército, crimes previstos no Código de Processo Penal Militar (CPPM).No dia 8 de junho, uma patrulha do 37º Batalhão de Infantaria Leve abordou quatro suspeitos de tráfico de drogas em um bar. Um dos revistados se negou a colocar as mãos na parede, puxou do bolso o telefone celular e a carteira de identidade. Disse que era trabalhador e que iria chamar o seu advogado. Os militares pediram para que ele desligasse o aparelho.
O morador chamou outras pessoas para ajudá-lo. Segundo a denúncia, quando era levado para dentro da viatura, o suspeito deu um chute no peito de um dos militares e subiu no teto do carro do Exército. A tropa, então, teve que intervir. Um spray de pimenta foi usado e um tiro de bala de borracha foi disparado e atingiu o homem na perna. Ele acabou recebendo voz de prisão.
No dia 18 de maio, um morador desacatou militares na Praça São Lucas, na Vila Cruzeiro. Consta na denúncia que a tropa ordenou que ele parasse. No entanto, o mesmo reagiu e pegou uma enxada para agredir os integrantes do Exército.
Um dos militares, então, acionou sua arma com munição não letal. De acordo com a denúncia, o morador largou a enxada, pegou dois blocos de cimento e atirou um deles na direção da tropa, atingindo um militar. Foi dada voz de prisão ao suspeito que, mesmo assim, teria dado chutes nos integrantes do Exército e ainda tentou tomar um fuzil.
Tentativa de atropelamento
No dia 15 de janeiro, militares patrulhavam a Estrada Vicente de Carvalho, perto da casa de shows Olimpo, quando foram desacatados por transeuntes que, segundo consta em denúncia da Procuradoria da Justiça Militar, estavam obstruindo a passagem da viatura.
A tropa insistiu para que eles deixassem o local, mas os suspeitos se recusaram. Além de terem xingado os militares, um deles ameaçou arremessar um tijolo nos integrantes do Exército. Um militar, então, reagiu e atirou spray de pimenta para contê-lo.
Em outro caso ocorrido no dia 22 de abril e que resultou em denúncia, os militares faziam patrulhamento na esquina das ruas Joaquim de Queirós com Bulhufa, no Alemão, e pediram para que um motociclista parasse. Ele estava com duas pessoas na garupa. Consta nos autos que ele furou o bloqueio e jogou a motocicleta na direção de um militar na tentativa de atropelá-lo.
O suspeito foi perseguido e acabou derrapando com a moto. Foi detido e autuado por constrangimento ilegal e desafio para duelo.
Militar foi agarrado e jogado no chão
No dia 19 de junho, na Rua Aristóteles Ferreira, na comunidade Nova Brasília, no Alemão, militares pediram para que um morador parasse para ser revistado. Consta na denúncia que ele se negou e gritou: "Vocês não têm direito, vocês não mandam em mim".
A tropa tentou imobilizá-lo, mas o morador reagiu. Os autos revelam que, ao receber voz de prisão, ele empurrou um militar. Quando era colocado dentro da viatura, o suspeito agarrou um integrante do Exército, o derrubou no chão e tentou fugir. Os militares tiveram que usar spray de pimenta e munições não-letais para contê-lo.
MORADOR DO ALEMÃO DEU UM CHUTE NO PEITO DE MILITAR.
Morador do Alemão deu um chute no peito de militar, diz denúncia
Suspeitos usaram enxada, tijolo e até blocos de cimento para atacar tropas do Exército
Mario Hugo Monken, iG Rio de Janeiro | 29/07/2011 12:48
As denúncias feitas pelo Ministério Público Militar contra moradores dos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, revelam que eles também chegaram a agredir fisicamente as tropas da Força de Pacificação e usaram objetos como enxada, tijolo e até blocos de cimento para atacar as tropas do Exército.
Segundo um levantamento feito pelo iG no site do Superior Tribunal Militar (STM), ao menos 49 pessoas foram denunciadas pela Procuradoria Militar pelos crimes de desacato, desobediência, resistência ou ameaça aos integrantes da Força de Pacificação do Exército, crimes previstos no Código de Processo Penal Militar (CPPM).
No dia 8 de junho, uma patrulha do 37º Batalhão de Infantaria Leve abordou quatro suspeitos de tráfico de drogas em um bar. Um dos revistados se negou a colocar as mãos na parede, puxou do bolso o telefone celular e a carteira de identidade. Disse que era trabalhador e que iria chamar o seu advogado. Os militares pediram para que ele desligasse o aparelho.
O morador chamou outras pessoas para ajudá-lo. Segundo a denúncia, quando era levado para dentro da viatura, o suspeito deu um chute no peito de um dos militares e subiu no teto do carro do Exército. A tropa, então, teve que intervir. Um spray de pimenta foi usado e um tiro de bala de borracha foi disparado e atingiu o homem na perna. Ele acabou recebendo voz de prisão.
No dia 18 de maio, um morador desacatou militares na Praça São Lucas, na Vila Cruzeiro. Consta na denúncia que a tropa ordenou que ele parasse. No entanto, o mesmo reagiu e pegou uma enxada para agredir os integrantes do Exército.
Um dos militares, então, acionou sua arma com munição não letal. De acordo com a denúncia, o morador largou a enxada, pegou dois blocos de cimento e atirou um deles na direção da tropa, atingindo um militar. Foi dada voz de prisão ao suspeito que, mesmo assim, teria dado chutes nos integrantes do Exército e ainda tentou tomar um fuzil.
Tentativa de atropelamento
No dia 15 de janeiro, militares patrulhavam a Estrada Vicente de Carvalho, perto da casa de shows Olimpo, quando foram desacatados por transeuntes que, segundo consta em denúncia da Procuradoria da Justiça Militar, estavam obstruindo a passagem da viatura.
A tropa insistiu para que eles deixassem o local, mas os suspeitos se recusaram. Além de terem xingado os militares, um deles ameaçou arremessar um tijolo nos integrantes do Exército. Um militar, então, reagiu e atirou spray de pimenta para contê-lo.
Em outro caso ocorrido no dia 22 de abril e que resultou em denúncia, os militares faziam patrulhamento na esquina das ruas Joaquim de Queirós com Bulhufa, no Alemão, e pediram para que um motociclista parasse. Ele estava com duas pessoas na garupa. Consta nos autos que ele furou o bloqueio e jogou a motocicleta na direção de um militar na tentativa de atropelá-lo.
O suspeito foi perseguido e acabou derrapando com a moto. Foi detido e autuado por constrangimento ilegal e desafio para duelo.
Militar foi agarrado e jogado no chão
No dia 19 de junho, na Rua Aristóteles Ferreira, na comunidade Nova Brasília, no Alemão, militares pediram para que um morador parasse para ser revistado. Consta na denúncia que ele se negou e gritou: "Vocês não têm direito, vocês não mandam em mim".
A tropa tentou imobilizá-lo, mas o morador reagiu. Os autos revelam que, ao receber voz de prisão, ele empurrou um militar. Quando era colocado dentro da viatura, o suspeito agarrou um integrante do Exército, o derrubou no chão e tentou fugir. Os militares tiveram que usar spray de pimenta e munições não-letais para contê-lo.
Mais notícias:
1) Morador para militar: “Você só se acha homem com essa farda, vem na mão” (leiam).
2) "Tráfico incita população contra o Exército", diz comandante (leiam).
3) General da Força de Pacificação diz que traficantes de fora transmitem ordens (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 17 de julho de 2011

REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DE 31 DE MARÇO DE 1964.

EMAIL RECEBIDO:
ORDEM DO DIA DO Cmt INTERINO DA 3ª Bda CMec
REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DE 31 DE MARÇO DE 1964

Soldados da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada !
Há 46 anos atrás, o presidente da República, João Goulart, era deposto.
Uns chamam esse acontecimento de golpe militar, outros, de tomada do poder. Para nós, brasileiros, ocorreu a Revolução Democrática de 1964, que afastou nosso querido país de uma ditadura comunista, cruel e sanguinária, que só os irresponsáveis, por opção ou por descuido, não querem enxergar.
A grande maioria de vocês, principalmente os mais jovens, foram cansativamente expostos à idéia transmitida pela propaganda política, inserida nas salas de aula, nos ditos livros didáticos, nos jornais, programas de rádio e de TV, que os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas moralizantes fossem feitas; que para combater os "generais que usurparam o poder" os jovens da época uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela redemocratização do país; que jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia para lutar contra a ditadura.
Mas qual é a verdade sobre o Movimento de 31 de março ?
Para responder a esta pergunta, basta tão simplesmente voltarmos nossas vistas para aquela conturbada época da vida nacional. O país vivia no caos. Greves políticas paralisavam os transportes, as escolas, os bancos etc. Filas eram feitas para comprar alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas era incentivada pelo governo. João Goulart queria implantar suas reformas de base à revelia do Congresso Nacional. Os principais jornais da época exigiam a saída do presidente, em nome da manutenção da democracia. Pediam para que os militares entrassem em ação, a fim de evitar que o Brasil se tornasse mais uma país dominado pelos comunistas. O povo foi às ruas pedindo o fim daquele desgoverno, antes que fosse tarde demais.
E, assim, aconteceu o 31 de março!
Naqueles dias seguintes, editoriais e mais editoriais exaltando a atitude patriótica dos militares eram publicados, nos mesmos jornais que, hoje, caluniam a Revolução...
Os comunistas que pleiteavam a tomada do poder não desanimaram e passaram a insuflar os jovens, para que entrassem numa luta contra seus irmãos, pensando que estariam lutando contra a ditadura. E mentiram tão bem que muitos acreditam nisso até hoje.
E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os cooptaram para as suas organizações terroristas. A luta armada havia começado.
Foram vários atos terroristas: atentados a bomba no aeroporto de Recife, em quartéis do Exército, em instalações diplomáticas de outros países; seqüestros e assassinatos de civis, militares e autoridades estrangeiras em solo brasileiro.
A violência revolucionária havia se instalado.
Naquela época, os terroristas introduziram no Brasil a maneira de roubar dinheiro com assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais. Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de hoje. Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.
As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam, sozinhas, impor a lei e a ordem.
Para não perder o controle da situação, o governo decretou medidas de exceção, pelas quais várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato arbitrário, mas necessário. A frágil democracia que vivíamos não se podia deixar destruir.
Graças ao Bom Deus e Senhor dos Exércitos, vencemos a besta-fera !
Os senhores sabiam disso ? Com quantas inverdades fizeram “a cabeça de vocês” ! Foi a maneira que os comunistas encontraram para tentar justificar a sua luta para implantar um regime do modelo soviético, cubano ou chinês no Brasil.
Por intermédio da mentira, eles deturparam a História e conseguiram o seu intento. Alguns de vocês que não nasceram naquela época, chegam mesmo a acreditar no que eles dizem...
E por que essas mentiras são repetidas até hoje?
Por que passado quase meio século, ainda continuam a nos caluniar? Qual será o motivo desse medo e dessa inveja?
Esta resposta também é simples:
É porque eles sabem que nós, militares, não nos deixamos abater pelas acusações contra as Forças Armadas, porque, na verdade, apenas cumprimos o dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista, perigo esse que já anda ao derredor do nosso Brasil, só que com outra maquiagem.
É porque eles sabem que nós, militares, levamos uma vida austera e cultivamos valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois temos consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que realizar orgias com o dinheiro público.
É porque eles sabem que nós, militares, temos como norma a grandeza do patriotismo e o respeito sincero aos símbolos nacionais, principalmente a nossa bandeira, invicta nos campos de batalha, e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo.
É porque eles sabem que nós, militares, temos orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos.
É porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos militares, ela foi pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminar por inteiro um ideal.
É porque eles sabem que nós, militares, somos disciplinados e respeitamos a hierarquia, ainda que tenhamos divergências com nossos chefes, pois entendemos que eles são responsáveis e dignos de nossa confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.
É porque eles sabem que nós, militares, não nos dobramos à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de 40 anos os maus brasileiros vem impondo à sociedade, com a clara intenção de impor-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutaram pela democracia, quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos,' sempre foi - e continua sendo – o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido.
É porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui a nós, militares, e às Forças Armadas - por maiores que sejam os nossos defeitos e limitações - não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.
Soldados da Brigada Patrício Corrêa da Câmara! Pertencemos ao Exército Brasileiro, brasileiro igual a todos nós e com muito orgulho no coração.
Exército invicto nos campos de batalha, onde derrotamos comunistas, nazi-fascistas, baderneiros, guerrilheiros, sabotadores, traidores da Pátria, conspiradores, predadores do patrimônio público, bandidos e terroristas.
Mas retornemos agora nossas vistas para o presente... O momento é decisivo para o Brasil, e por conseguinte, para todos nós, brasileiros. Mas será que estamos realmente conscientes disso?
Parece que não! O País vive em um clima de oba-oba, tipo “deixa a vida me levar, vida leva eu”... O dinheiro público é distribuído em alguns tipos de bolsas, umas de indisfarçável cunho ideológico revanchista e, outras, voltadas ao assistencialismo, nunca na história desse País visto em tão larga escala... A mídia satura a grande massa, “coincidentemente” o grande colégio eleitoral, com programas televisivos de baixíssima qualidade cultural, de cunho nitidamente apelativo, fabricando falsos heróis, que corroem os valores cristãos do nosso povo... como que distraindo-o, a fim de impedi-lo de enxergar o que anda acontecendo por aqui e ao nosso redor : situações idênticas ocorridas no Brasil e em outros países são tratadas de formas diferenciadas, conforme a simpatia ideológica; a palavra empenhada, as posições firmadas e documentos estratégicos são trocados ou modificados conforme a intensidade da reação da opinião pública, tornando transparente a falta de seriedade no trato dos destinos do Brasil, ou pior, revelando as verdadeiras intenções, ocultas e hediondas. Senão bastasse, serviçais de plantão vem à mídia tentar explicar o inexplicável, isso quando não jogam a culpa na opinião pública, dizendo que foi ela quem entendeu de forma errada ou procuram fazer-se de vítimas face à suposta campanha difamatória, quando na verdade os fatos estão aí, as claras…
No entanto, parece que as pessoas encontram-se anestesiadas, apenas “vivendo a vida”, discutindo qual a melhor cerveja, ou quem deve ser eliminado da casa, se tal jogador deve ser convocado...
O que vemos hoje já era utilizado nos tempos do antigo Império Romano, a estratégia do “pão e circo: dê ao povo comida e diversão de graça e ele esquecerá seus problemas...”
Porém, ao longo da História da civilização, diversas personalidades já apontavam para os perigos desses momentos de desesperança, destacamos : Martin Luther King - “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...” ; Burke - “Para o mal triunfar, basta os homens de bem não fazerem nada...” ; Mario Quintana - “O que mata um jardim não é o abandono ! O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem passa indiferente por ele” ; eRui Barbosa - "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto".
Não ! Não deixaremos que os inimigos da Pátria venham manchar sua honra ou deturpar seus valores cristãos. Não envergonharemos nossos antecessores, os quais nos legaram esse Brasil-Continente, livre e soberano!
Soldados da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, estaremos sempre atentos e, se o Bom Deus e Senhor dos Exércitos assim o desejar, cumpriremos nossa sagrada missão de defender a Pátria. Que seja isso, ou que o sol, sem eflúvio, sem luz e sem calor, nos encontre no chão a morrer do que vivo sem te defender...
ASSINA, MARIO LUIZ DE OLIVEIRA Cmt INTERINO DA 3ª BDA CMEC
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 25 de abril de 2011

VOCÊ CONHECE ESSA ESTÓRIA...

Segunda-feira, 25 de abril de 2011
História dos oito cadetes de pelerine. (AMAN)

No início de 1943, tempo de II Guerra Mundial, a construção da AMAN havia parado por falta de verbas; funcionava no Rio a velha Escola Militar de Realengo, instituição que formou muitos militares conhecidos no século passado, como Castello Branco e os outros generais presidentes.
Naquela época uma das diversões do cadete era montar nos dias de folga. Oito amigos nos fins de semana costumavam cavalgar. Oito companheiros inseparáveis saíam sempre juntos, um ajudava ao outro nos estudos, nas dificuldades. Irmãos por escolha, por opção. Em algumas noites eles costumavam sorrateiramente cavalgar até uma boate de mulheres que havia em Botafogo. Naquela época prostitutas namoravam. Os oitos cadetes vestiam-se apenas com pelerine (capa militar azul marinho sem mangas), botas e o quepe a Príncipe Danilo, o mulherio se assanhava quando eles apareciam. Havia um detalhe: por baixo das pelerines eles nada vestiam, todos nus; faziam farras tremendas no cabaré de Botafogo. Os cadetes cavalgavam nus, dançavam nus, apenas cobertos pela pelerine. Certamente iam nus para os quartos das prostitutas apaixonadas. Era alto risco, se fossem apanhados pela Patrulha Militar pegariam cadeia ou até expulsão.
Certa noite depois de dançar com as mulheres, depois de se deitarem com as “namoradas”, os oito amigos montaram nos cavalos escondidos no mato e com um grito de comando dispararam pela estrada de barro retornando a Realengo. Quando passavam por uma rua, por volta das 23 horas, viram numa esquina escura quatro homens assaltando, batendo num senhor que pedia clemência, que não lhe matassem. Os cadetes, os oitos cavaleiros, não precisaram combinar, puxaram as rédeas e os cavalos dirigiram-se para o local do assalto, com destemor e muita garra desmontaram dos cavalos ainda a galope, agarraram os bandidos. Dois socorreram o cidadão que já devia ter mais de 50 anos, os outros prenderam os marginais. Entregaram os facínoras numa delegacia próxima, e o velho ferido foi deixado num hospital.
Na segunda-feira durante a formatura matinal, o comandante da Escola pediu à tropa para que os cadetes que tinham salvado a vida de um cidadão se apresentarem, o filho desse senhor estava ali para agradecer. Os oito amigos não se revelaram, receio de pegar cadeia. Só depois do comandante muito insistir e promessa de não haver punição, os cadetes se apresentaram. Foram levados à presença do velho no hospital. Era nada mais nada menos que Henrique Lage, um dos homens mais ricos do Brasil, donos de empresas, inclusive o Loyde Nacional, companhia de navios que fazia a costa brasileira. O rico senhor agradeceu aos cadetes e perguntou qual a precisão de cada um, eles dissessem o que queriam, casa ou carro, ou o que fosse. Os oito amigos pediram para pensar. Reuniram-se, discutiram muito. No outro dia foram ao ricaço, nada queriam para eles, pediam que ele ajudasse a terminar a construção da Academia Militar das Agulhas Negras que estava paralisada. O velho deu a ordem, mandou buscar o mais fino mármore de Carrara na Itália para o revestimento, mandou comprar todo o piso da Academia em granito. Até hoje perdura o luxo e a suntuosidade daquele belíssimo conjunto arquitetônico. A AMAN é considerada a mais bonita Academia Militar do mundo, graças à digna história dos oito cadetes, hoje anônimos militares reformados de nomes esquecidos, mas o belo gesto, a coragem, o destemor e o amor à sua Escola tornaram-se lenda, sempre lembrada nas reuniões militares.
COMENTO:
Eu tenho escrito que vivemos tempos difíceis no Brasil e que lamento profundamente a "morte" de Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, entre outros que não estão mais entre nós.
Imagino que letras e músicas maravilhosas eles comporiam e cantariam para que nós as repetíssemos pelas ruas do Brasil lutando pelo fim da implantação do regime cleptocrático.
Penso que todos devemos lamentar a "morte" deles.
Sem dúvida, nos quartéis nos ensinam antigas lições, morrer pela pátria, mas nunca a viver sem razão.
Só tolos pensam assim.
Nos quartéis nos ensinam honra, idealismo, destemor, patriotismo, cidadania, entre outros valores fundamentais para a formação de um ser humano digno.
Se você ainda não acredita nisso, aceite o meu convite,:
Hoje compareça na Candelária, a partir das 19:00 horas e conheça de perto os heróicos Bombeiros Militares do Rio de Janeiro. Os acompanhe na caminhada até o Quartel Central, no Campo de Santana e ganhe tempo, ficando um pouco com eles, enquanto eles acampanham nas proximidades.
Eu garanto, em poucas horas, você aprenderá valores positivos que fora dos quartéis você levaria anos para aprender.
Vamos embora, esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer.
Eles estão fazendo acontecer.
O Brasil precisa de você.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

CARTA PARA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA - CORONEL EB AÉCIO K. COLOMBO DA SILVA.

CARTA DE UM CORONEL EB PARA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
Porto Alegre, 26 de janeiro 2011
Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff
MD Presidenta da República Federativa do Brasil.
Senhora Presidenta.
Algumas casas existem, nesta República onde os homens não fazem greve, não protestam, não portam faixas, não paralisam, nas ruas,o trânsito, não realizam operações-padrão, não estão, pela imprensa, a vociferar vitupérios contra seus chefes e nem se reúnem em sindicato que os defenda.
Apenas, senhora, para eles existe a disciplina, diariamente pregada e executada, desde o alvorecer até aos exaustivos plantões noturnos, porque aos seus membros se ensina também e, desde cedo, que as Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer delas, da lei e da ordem - Art, 142 da Constituição.
Os homens, dessas casas, acostumaram-se às afirmações de seus chefes de que tudo deve ser resolvido, rigorosamente, dentro dos parâmetros impostos pela hierarquia e pela disciplina, sempre buscando o entendimento, e absolutamente, através dos canais competentes.
A esses homens, senhora, que, desde cedo, foram levados a aceitar como verdades absolutas que: no cumprimento do dever o sacrifício é um gozo.que nunca é tarde para mudar de profissão e que o exercício das atividades castrenses é, antes de qualquer coisa, um sacerdócio, é exigida a obrigatoriedade de dedicação exclusiva, sendo-lhes vedado o exercício de qualquer outro tipo de profissão ou atividade, como também, exigido o desempenho de suas atividades funcionais, em regiões diferentes e, às vezes, inóspitas, e sem a mínima estrutura de apoio ao grupamento familiar, no que tange aos aspectos básicos relativos à saúde, à educação, à alimentação e à moradia.
Para eles, senhora, não há, no exercício destas atividades, horários fixos nem limites para as suas cargas horárias e, no cumprimento das missões que lhes são atribuídas, não há diferença entre o que se entende por dia ou noite.
As suas semanas têm, quase sempre, mais de sete dias.
Em seus calendários, os sábados, domingos e feriados não podem ser, de antemão, prometidos para o lazer ou para o repouso (como soe acontecer em outras casas desta República), e a execução de tarefas, por estes homens e nestes dias, não têm, sob qualquer título ou hipótese, nenhuma compensação financeira.
Sujeitos, senhora, a contínuas transferências, isto lhes causa sérios transtornos na organização familiar, pois, não raras vezes, seguem sozinhos, a fim de que não se esboroe o pequeno alicerce que, a duras penas, conseguiram firmar para a construção do seu lar.
É a eles, senhora, determinado o afastamento por períodos de tempo, às vezes longo, em razão das manobras ou dos exercícios de adestramento que realizam e, nestas condições, estão sujeitos a toda ordem de vicissitudes, sem que, para tal, haja a menor compensação pecuniária ou espécie de seguro.
Para eles, senhora, a oportunidade de crescimento, dentro de suas casas profissionais, está na ordem direta de um constante aprimoramento técnico-profissional, físico e intelectual , que lhes determina uma série de desajustamentos, com incidência direta na situação orçamentária familiar, e em alguns casos, mesmo impossibilitados, não se podem furtar à determinação de que se apresentem para reciclagem.
Esses homens, senhora, estão sujeitos à “letras” de rigorosos Regulamentos e Normas Gerais de Ação que os tornam passíveis de penalizações, mesmo que por atitudes tomadas “fora de suas casas profissionais”, estando, à luz do Regulamento Disciplinar, sujeitos a pena de prisão, sem direito à Hábeas Corpus e, sob o güante do Regulamento de Administração, são total e absolutamente responsáveis pelo material que confiado a sua guarda.
E alguns deles, senhora, não podem, sem permissão, transitar sem o uniforme, casar-se, ausentar-se da região de aquartelamento, e toda uma série de restrições impeditivas, sem que lhes caiba a menor chance de queixa ou recurso, estendendo-se, algumas dessas imposições regulamentares, mesmo aos que já estão na reserva, sendo que estes podem ainda ser reconvocados .
“A esses homens, senhora, como fazê-los crer que para eles a Constituição não vale. Como fazê-los entender que para eles a Constituição possui apenas o Art. 142 e mais nada... e que, mesmo assim, têm eles a obrigação patriótica de defender, disciplinadamente e com o sacrifício da própria vida, esse mais nada...” (Saulo Ramos).
Os homens dessas casas, senhora, têm se mantido, disciplinadamente, a espera do reconhecimento das reivindicações que fazem, através de seus chefes, mesmo quando enganados pelos subterfúgios legais do processo da Isonomia que os obrigou, pelos resultados, a buscar, e sempre através dos canais competentes (sem anarquia ou desobediências ), pela justiça, a paridade de seus vencimentos; mesmo quando o Diário oficial da União de 21 de setembro de 1992 lhes reduziu o soldo.
Mesmo quando tiveram alteradas as regras para o cálculo do Adicional de Inatividade, em detrimento de suas parcas bolsas.
Mesmo quando se viram atingidos pela redução da Gratificação de Habilitação Militar e, ainda, quando foram, duramente atingidos pela supressão dos direitos que lhes eram assegurados pela centenária lei das pensões.
Mas esses homens que,disciplinada ordeiramente, esperam, também observam, pelo comportamento de outras casas desta República, que não tem sido este o melhor caminho, para que se lhes sejam assegurados os seus direitos, posto que “aquelas”, ao atropelo da própria Constituição, estão se impondo na marra.
Atenciosamente.
Aécio Kauffmann Colombo da Silva
Cel. Cav. Ref.(032342720-3) - Anistiado Político.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A PEC 300, AS FORÇAS ARMADAS, AS POLÍCIAS MILITARES E O ESTOPIM.

Eu tenho escrito que nós estamos perdendo as oportunidades democráticas de conter o avanço da cleptocracia no Brasil e as eleições de 2010 demonstraram isso claramente. Temos que aprender que a cleptocracia será detida, portanto, que o façamos de forma democrática e o mais rapidamente possível, caso contrário, ela será detida de uma forma ou de outra.
Meu pai foi preso em 1964, ele ficou pouco mais de uma semana no DOPS - Rio de Janeiro, na época eu tinha apenas sete anos e pouco sei a respeito, a não ser a dor de estar afastado dele, o sofrimento familiar. Eu e ele fizemos um pacto tácito sobre essa prisão, ele praticamente nada contou do período no cárcere e eu nada perguntei, acordo que valeu até 1996, quando ele desencarnou e eu perdi a presença física de um dos raros seres humanos que posso citar como exemplo de homem e de vida.
Escrito isso deixo claro que tenho minhas queixas pessoais contra os governos militares, eu e minha mãe temos seqüelas desse período, embora não tenhamos solicitado qualquer compensação financeira do Estado brasileiro. Portanto, deixo claro que os diagnósticos que se seguem não passam nem de perto por um saudosismo do período dos governos militares, por ser um militar estadual, apesar de reconhecer uma série de conquistas nacionais no período dos governos militares.
Ao analisarmos cada fato, através da nossa interpretação, acabamos construindo um diagnóstico, que pode ser correto ou inteiramente equivocado, assim sendo, solicito que usem esse filtro para interpretarem o contido nesse artigo.
Primeiro diagnóstico: a insatisfação.
Tenho amigos nas Forças Armadas e troco informações com vários militares federais sobre diversos assuntos, oportunidades nas quais procuro avaliar entre outras questões, o atual estágio emocional das tropas diante da cleptocracia que se instala no país, em face da responsabilidade das Forças Armadas de defenderem os interesses nacionais.
Conclui que a insatisfação é generalizada, logo abaixo do andar dos Oficiais Generais.
Segundo diagnóstico: faltam lideranças, mas as bases podem despertar.
O soberano só dorme tranqüilo, quando os soldados estão satisfeitos. Essa é uma máxima que não pode ser esquecida, sobretudo quando se vive em uma democracia ainda em construção, como ocorre no Brasil. A insatisfação das tropas é algo muito perigoso considerando que os pátios castrenses são cobertos por uma pólvora invisível, mas que entra em combustão na primeira batida mais forte com o pé no chão, durante uma marcha.
Apesar de tal realidade, no momento não percebo lideranças que possam desencadear o processo de cima para baixo, mas ele pode se iniciar de baixo para cima, não podemos esquecer. Além disso, o estopim pode nem estar dentro dos quartéis das Forças Armadas, podem estar no quartel do lado.
Terceiro diagnóstico: uma greve nacional das Polícias Militares pode começar pelo Norte e Nordeste.
O ano de 2010 terminou com uma corrente de emails percorrendo a internet no sentido de que caso a PEC 300 não fosse votada poderia ser desencadeada uma greve nacional de Bombeiros Militares, Policiais Militares e Policiais Civis. A greve ainda não ocorreu. Sinceramente, como já escrevi nesse espaço, nunca acreditei nessa possibilidade, considerando a falta quase que completa de mobilização nos maiores estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, etc. Mantenho essa posição, porém faço uma ressalva: algumas Polícias Militares do Nordeste e do Norte estão motivadas e podem funcionar como catalisadores de uma greve nacional.
Quarto diagnóstico: o efeito cascata.
A greve geral pode começar pelo Nordeste ou Nordeste e se espalhar.
Iniciada a expansão do movimento grevista, penso que o atual governo deve avaliar a possibilidade das Forças Armadas não reprimirem a mobilização, ao contrário, aderirem a partir das bases. Tal possibilidade significará uma irreversibilidade do movimento e o início do processo de reconstrução nacional com o enfrentamento das forças cleptocráticas.
Caso eu tenha alguma razão, a instalação de um novo governo militar no Brasil pode ter início em uma greve de uma Polícia Militar de um estado do Nordeste ou do Norte.
Os meus diagnósticos podem estar completamente equivocados, aliás, a passividade existente no ar por parte do povo e das forças nacionais, sinaliza contra os meus diagnósticos.
Penso que inclusive você, meu caro leitor, também não acredite nesses diagnósticos, nessas possibilidades, porém me senti na obrigação de torná-los públicos, pois a vida ensina que é melhor prevenir do que remediar, ainda mais considerando que não existem remédios para todos os males.
Por derradeiro, lembro que a história da humanidade ensina que inúmeras mobilizações nacionais começaram com pequenos movimentos classistas ou populares.
No Brasil, o estopim pode ser um honesto Policial Militar do Norte ou do Nordeste.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 5 de fevereiro de 2011

EXÉRCITO BRASILEIRO CORRE RISCO DE SER DESMORALIZADO.

O uso político do Exército Brasileiro na ocupação da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, pode causar um grande desgaste à heróica e gloriosa Força Armada.
Os gestores da segurança pública do Rio de Janeiro beiram o amadorismo e tratam as ocupações apenas com parâmetros políticos, alicerçados no apoio das Organizações Globo, que difundem os êxitos e não divulgam os problemas.
O sofrimento dos Policiais Militares nas UPPs, por exemplo, nunca foi noticiado.
Tal realidade foi mais uma vez comprovada diante da necessidade de divulgar as cinco mortes que ocorreram na área pacificada.
Leiam a manchete da capa:
"Tráfico pode ter matado 5 na Penha".
Agora, o título da reportagem na página 15:
"Assassinatos devolvem o medo à Vila Cruzeiro (leiam)".
Os estudiosos de primeira hora do comportamento da mídia conhecem a importância da capa, pois só ela é exibida nas bancas de jornais, formando a opinião do povão que não lê (nem pode comprar) jornais diariamente.
Qual a mensagem que a manchete da capa transmite?
Quem lê interpreta que as mortes se referem à Vila Cruzeiro pacificada?
Claro que não.
Penso que o Exército Brasileiro deve ter cuidado, o campo está "minado"...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SÉRGIO CABRAL VAIADO NA ALERJ E AS ARBITRARIEDADES DA SUA SEGURANÇA - COMENTÁRIO.

EMAIL RECEBIDO:
"Cabral é sempre vaiado quando se expõe em locais públicos. A voz das ruas exprime indignação com seu governo ( o anterior e o atual ). Sua eleição já no primeiro turno e a do Lindberg põe mais uma vez em dúvida a segurança do voto eletrônico".
TENENTE CORONEL EB FERNANDO BATALHA
Assista novamente o governador sendo vaiado na ALERJ (vídeo).
Aproveite e assista as arbitrariedades e o exemplo negativo da segurança de Cabral (vídeo).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

GUERRA DO RIO: EXÉRCITO CONCLUI INVESTIGAÇÃO COM RAPIDEZ.

O GLOBO NOTÍCIA
Haveria indícios da participação de um tenente e dois cabos no crime.
Será aberto um Inquérito Policial Militar (vídeo).
O Exército concluiu, nesta quarta-feira (26), a sindicância que apurou o envolvimento de militares do Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, no furto a uma casa no local.
Segundo as investigações, há indícios da participação de um tenente e dois cabos no furto de dois aparelhos de ar-condicionado e de uma chopeira.
Integrantes da tropa que também trabalham no Alemão denunciaram o crime.
Nos próximos dias será aberto um Inquérito Policial Militar. De acordo com o Exército, o material furtado foi encontrado na casa do tenente.
No último sábado (22), o Exército informou que tinha afastado trinta militares do patrulhamento no Conjunto de Favelas do Alemão, por suspeita de furto no local.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO