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segunda-feira, 1 de junho de 2009

BRASILEIRO NÃO VOTA, DÁ PALPITE.

O Governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) já anunciou que é candidato à reeleição; os Governadores José Serra (PSDB) e Aécio Neves (PSDB) disputam a indicação do partido para a candidatura à presidência da República; o Presidente Lula (PT) indica a Ministra Dilma Russeff (PT) para sucedê-lo e ela inicia uma jornada pelo Brasil para ficar o mais conhecida possível das massas.
Sem dúvida, a campanha eleitoral de 2010 já começou há muito tempo, na luta pela conquista do executivo federal e pelos executivos estaduais.
Dilma Russeff tem sido a mais criticada, a oposição acusa o Presidente Lula de estar usando de forma eleitoreira as obras do PAC, onde sempre comparece, seja para celebrar o início ou o final das obras, sempre acompanhado da ministra, que deu uma repaginada no visual, ganhando suavidade.
O Presidente está certo, ele precisa apresentar Dilma Russeff para o país, não basta que ela ocupe páginas dos jornais diários, ela precisa estar nas ruas no meio dos excluídos, precisa ser vista por eles.
Lula ganhou assim uma eleição e uma reeleição, poderia ganhar outras e tem grande chance de fazer a sucessão.
A estratégia é perfeita, a candidata precisa ser vista pelo povo, considerando que ninguém dá um palpite sem conhecer o objeto do palpite.
Cidadão fluminense, imagine que você tenha um sonho com um golfinho, um sonho mágico onde ele afirma que fará você ficar rico, sem explicar como.
Você ao sair para o trabalho, no dia seguinte, cruza com um dos incontáveis “pontos do jogo dos bichos” espalhados pelo Rio e resolve arriscar um palpite e diz para o apontador:
- Quero jogar R$ 50,00 no golfinho!
Logo se percebe, que você nada entende dessa ilegalidade, pois não existe golfinho no “jogo dos bichos”. Além disso, com R$ 50,00 no grupo de um bicho, você recebe apenas R$ 900,00, caso ele dê na “cabeça” – primeiro prêmio -, não ficaria rico.
Você não conhece os bichos do jogo e deu um palpite absurdo (errado), você precisa conhecer os bichos para dar um palpite que possa se concretizar. Não se aposta em quem não concorre.
Brasileiro não vota, brasileiro dá palpite!
Apartada da educação de qualidade, a maioria da população brasileira, não tem capacidade de votar, no sentido real da palavra.
É incapaz de produzir um voto que signifique a construção de valores democráticos, pois sem educação, nada consegue perceber relacionado com cidadania.
Quem não recebe condições de se educar dignamente, nunca conseguirá entender o que seja cidadania, portanto, nunca votará, sempre dará um mero palpite.
Pelo exposto, o Presidente Lula deve mostrar Dilma Russeff nos quatro cantos do Brasil, assim ela poderá receber milhões de palpites, como ele já recebeu.
Esses malditos palpites acorrentam o país, impedem a cidadania e a democracia, a grande maioria dos brasileiros faz perpetuar as oligarquias que dominam o Brasil.
Só nos resta torcer para que na eleição de 2010, dê zebra na cabeça!
No “jogo dos bichos” tem zebra?
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A DEFESA DA DEMOCRACIA QUE ESTAMOS CONSTRUINDO.

A amiga Maria Christina há alguns dias perguntou-me se eu estava passando para a extrema direita, considerando os emails que ela estava recebendo do Grupo Guararapes.
Tranquilizei a amiga, afirmando que por natureza, sou contra qualquer extremismo, possua a tendência que possuir.
Entretanto, acredito por inteiro que a discussão de qualquer tema, sempre trará resultados positivos, tendo em vista que podemos identificar e utilizar o melhor de cada linha de raciocínio (a síntese).
Sou a favor da democracia, como forma de governo.
Sou contra todo e qualquer autoritarismo.
Creio que só os homens, juntos, podem construir uma sociedade justa, ordeira, igualitária e progresista.
Assim sendo, não sou refratário a nenhuma linha, apenas não aceito ser conduzido em nenhuma direção, que eu não considere a mais adequada para o bem estar social.
Preciso ser convencido, só assim, diante de argumentos concretos, sigo um caminho que antes não imaginava.
Leio os textos do Grupo Guararapes e absorvo valores positivos de patriotismo, algo que anda raro nestas terras brasileiras.
Não prego a retomada do poder pelos militares, ao contrário, prego a manutenção da democracia a todo custo, o que não significa dizer que estou satisfeito com a "democracia brasileira".
Eis o cerne da questão, ainda não vivemos em uma democracia.
Ao escrever que os militares deveriam determinar que os corneteiros realizassem os seus toques, na entrada dos portão das armas, de modo que todos pudessem ouvir, estou primando pela manutenção da democracia. Aliás, talvez o mais correto seria escrever:
- Estou desejando a implantação da democracia no Brasil!
Isso, como sabem os leitores dessas linhas, eu afirmo que vivemos em um conjunto de oligarquias, não em uma democracia.
Não devemos confundir a possibilidade de votar com democracia, considerando, por exemplo, que nem todos tem liberdade para votar.
O voto de cabresto não é uma peculiaridade do coronelismo nordestino, atualmente, no Rio de Janeiro, centenas de milhares de cidadãos fluminenses, votam segundo a vontade de senhores feudais contemporâneos.
No Rio existem várias comunidades que não pertencem ao Estado Brasileiro, que possuem as suas próprias "leis" e os seus próprios "governantes".
O que significa que o "governo do povo", no Rio de Janeiro, na verdade, não passa do governo de grupos, grupos de interesses.
Quem não se recorda da importância das milícias para a eleição dos candidatos oriundos da área de segurança pública?
O Globo publicou uma matéria histórica sobre o assunto.
Pergunto, será que as milícias foram devidamente reprimidas, no período pré-eleitoral?
Respondo: NÃO!
Como chamar essa realidade de democracia.
Uma democracia onde votam analfabetos (completos) e uma quantidade gigantesca de analfabetos funcionais (70%).
Então, o governo do povo é aquele constituído por quem representa os que não sabem ler, ou, embora sabendo ler, não conseguem interpretar o que leram?
Nós ainda estamos distantes de um regime democrático e de um estado democrático de direito.
Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário produzem escândalos com tamanha rapidez, que chegamos a pensar que eles brotam por geração espontânea.
Isso não é estado democrático de direito.
A própria liberdade não existe em sua plenitude, permitindo que possamos exercer os nossos direitos constitucionais.
Só permitem que utilizemos os direitos que eles acham convenientes.
Um exemplo claro ocorreu no Rio de Janeiro, onde os Coronéis Barbonos e os 40 da Evaristo, foram e estão sendo vítimas do mais puro autoritarismo.
Ratifico, a democracia é a melhor forma de governo, porém ela precisa que existam alguns pressupostos para crescer e prosperar.
O povo, em nome do qual se governa, deve ter acesso à educação pública de qualidade, para que possa compreender a importância do voto e ainda, conhecer em quem vota.
Votos não podem ser trocados pelo assistencialismo populista, isso não é democracia, uma "chuva de bolsas".
E, voltando ao corneteiro, o som das cornetas deve amedrontar esses políticos corruptos de todos os cantos, de todas as horas e de todas as matizes.
A corrupção destrói a democracia.
Eles precisam ter medo de serem presos e terem seus bens (+ ascendentes e descendentes diretos) confiscados.
Por derradeiro, defendo a democracia, a democracia que ainda estamos construindo (falta muito), sendo essa a razão de gritar que estamos perdendo as saídas democráticas para acabar com essa corrupção endêmica.
O mensalão deveria ter significado o IMPEACHMENT do Presidente Lula, nós deixamos a caravana passar.
Se continuarmos assim, não haverá alternativa, teremos que defender a democracia com a ponta do SABRE!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 14 de abril de 2009

DEMOCRACIA À BRASILEIRA - V Alte SERGIO TASSO VASQUEZ DE AQUINO.

DEMOCRACIA À BRASILEIRA , 2009.
VAlte(Ref) Sergio Tasso Vasquez de Aquino.
Ao sair ontem do Clube Militar, onde fora participar da Sessão Solene Comemorativa do 45º Aniversário da Revolução Democrática de 31 de março de 1964 e assistir à conferência “Desenvolvimento Econômico Brasileiro nas Décadas de 60 e 70”, do Prof. Ubiratan Iório, deparei-me com aglomeração ruidosa de jovens desocupados à porta, portando camisetas da UNE- União Nacional dos Estudantes.
Tomavam praticamente toda a calçada fronteira à entrada principal, deixando pouquíssimo espaço para os transeuntes e para quem saísse do interior do prédio. Faziam intenso ruído com instrumentos de sopro, cornetas e apitos, e tambores, e desfraldavam faixas com palavras de ordem insultuosas aos militares.
Aos gritos, agrediam verbalmente quem deixava o interior do Clube. Eu próprio fui saudado com o vociferante coro, repetido muitas vezes e por tantas vozes, de “Assassino! Assassino! Terrorista! Terrorista!”
Sou um homem de 72 anos de idade, de cabeça branca, mas lúcido, forte e firme das pernas, graças a Deus. Estava mais do que corretamente vestido, de terno e gravata; nada fizera para atrair tamanha ira descontrolada! Em qualquer situação normal, sou um senhor que deveria merecer todo o respeito e toda a consideração. É fato comum, nas viagens de metrô, outros jovens, de outro estofo e formação, que não o daquela malta ensandecida, oferecerem-me seus lugares para sentar, o que sempre recuso polidamente, mas com uma ponta de orgulho pela gentileza, educação e senso de solidariedade que demonstram aqueles compatriotas.
Meus direitos constitucionais de associação e reunião pacíficas, de ir e vir, e minha própria integridade física foram desconsiderados e ameaçados por aquela súcia de bobalhões, tristes marionetes que não sabem o que dizem e o que fazem, todos, sim, instrumentos e sequazes dos verdadeiros assassinos e terroristas, que liquidaram friamente pelo menos 126 inocentes, nas suas torpes ações de guerrilha e terrorismo a serviço da implantação de cruel e sanguinária ditadura comunista no Brasil!
No triste momento que vivi, tive uma demonstração real da “democracia” que hoje vivemos no País. De um lado, a pressão e a opressão da massa sem controle, a não ser a dos cordões ideológicos que a comandam, que, gozando dos favores e do apoio oficiais, aos gritos, com violência e na marra, impõe sua vontade e realiza seus malfeitos, como, por exemplo, MST e assemelhados.
Do outro, a posição e a atitude “politicamente corretas” das forças encarregadas de zelar pela manutenção da lei e da ordem e pela segurança interna, que não intervêm e ficam apenas acompanhando e observando os eventos desenrolarem-se, como no caso das forças policiais de tantos estados em que se desata a atividade invasora criminosa do mesmo MST. Quando saí à rua, não vi qualquer policial que estivesse ali para garantir-me e apenas um solitário soldado do Exército postava-se, qual sentinela, à porta do Clube Militar.
A continuar a presente “correlação de forças” (expressão tão ao gosto dos marxistóides de todas as tendências e calibres), bem podemos antever quais serão os trágicos resultados!
Que Deus e os brasileiros dignos desse nome salvem o Brasil!
Rio de Janeiro, RJ, 1 de abril de 2009.
VAlte SERGIO TASSO VASQUEZ DE AQUINO.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 7 de abril de 2009

DIA DO JORNALISTA - PARABÉNS A TODOS OS PROFISSIONAIS DE IMPRENSA.

(TIM LOPES)

O cidadão patrocina o Estado que utiliza os seus servidores públicos para promover o bem estar social do povo.
Portanto, o patrocinador tem o direito inalienável de receber serviços públicos de qualidade.
No Brasil, tal lógica não funciona, o cidadão sofre com uma carga tributária gigantesca - uma das maiores do mundo -, porém não recebe adequadamente os serviços essenciais.
Isso precisa mudar, nós merecemos que a realidade brasileira esteja em conformidade com a lógica, ou seja, pagamos e recebemos a contrapartida.
Infelizmente, a todo instante, percebemos que o dinheiro público é pessimamente empregado, isso de forma sistemática, fazendo com que faltem recursos públicos para remunerar adequadamente os servidores públicos, o que conduz a um Estado ineficiente.
A mudança necessária passa primeiro pela transparência do emprego do nosso dinheiro e isso só é possível com a transparência das instituições públicas.
Nenhuma instituição pública pode sonegar ou omitir informações necessárias à formação da opinião pública, assim sendo, os seus mandatários tem o dever de promover a total transparência.
O cidadão tem direito de conhecer tudo a respeito das instituições públicas, a democracia exige tal clareza.
Seguindo essa linha de raciocínio, percebemos a importância da liberdade de expressão, direito consagrado na constituição federal, que não pode ser violado.
Toda instituição pública que tentar impedir o direito à liberdade de expressão de seus funcionários públicos, no concernente ao interesse público, está cometendo um ato arbitrário e contrário aos princípios democráticos.
Se os dirigentes de uma instituição pública se calam, atendendo ao politicamente correto, permitem que qualquer funcionário público dessa instituição, se manifeste para atender ao interesse social.
O funcionário público que se calar diante de fatos irregulares ou ilegais relacionados à instituição pública a que pertence, estará sendo conivente com tais fatos.
E cito um exemplo concreto, no qual a transparência precisa acontecer:
_ A Polícia Militar e a Polícia Civil não cumprem as suas missões constitucionais com relação ao jogo dos bichos, situação evidenciada em cada esquina do Rio de Janeiro.
É dever dos seus mandatários esclarecer ao povo fluminense porque não reprimem tal contravenção, o silêncio deles determina que Policiais Militares e Policiais Civis tragam o tema para discussão pública.
O povo fluminense precisa saber a motivação para a omissão.
As instituições policiais do estado do Rio de Janeiro devem explicar porque agem de tal forma, a população fluminense precisa conhecer as razões, sobretudo quando se apregoa a realização de "choques de ordem" no município do Rio de Janeiro.
Cidadão Fluminense, perceba o absurdo, uma equipe do choque de ordem retira os ambulantes de uma calçada, apreende mercadorias, porém não prende em flagrante o apontador do "jogo dos bichos", isso chega a ser imoral, além de ser ilegal.
A DEMOCRACIA EXIGE A TRANSPARÊNCIA DE TODAS AS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS.
Nenhuma instituição pública pode sonegar dados que sejam do interesse público ou particular (cidadão).
A DEMOCRACIA NÃO SOBREVIVE ONDE NÃO EXISTE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Sufocar esse direito é matar a democracia.
A DEMOCRACIA NÃO EXISTE ONDE A IMPRENSA NÃO SEJA LIVRE E SOBERANA, TENDO ACESSO A TUDO QUE FOR RELACIONADO COM OS SERVIÇOS PÚBLICOS.
Impedir que a imprensa tenha acesso a dados necessários à formação da opinião pública é sonegar um direito ao povo.
A violência não é contra a imprensa, a violência dessa omissão atinge ao povo.
Hoje é o dia do jornalista, parabéns a todos os profissionais de imprensa, que lutam diariamente pela preservação da democracia, através das informações que transmitem aos cidadãos brasileiros.
O Brasil ainda não aprendeu a ser transparente, precisamos do esforço de todos para que o nosso direito à informação seja amplo, geral e irrestrito.
Imprensa brasileira, parabéns!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 24 de março de 2009

PODRES PODERES - CAETANO VELOSO.



Caetano Veloso
Composição: Caetano Veloso
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Motos e fuscas avançam
Os sinais vermelhos
E perdem os verdes
Somos uns boçais...
Queria querer gritar
Setecentas mil vezes
Como são lindos
Como são lindos os burgueses
E os japoneses
Mas tudo é muito mais...
Será que nunca faremos
Senão confirmar
A incompetência
Da América católica
Que sempre precisará
De ridículos tiranos
Será, será, que será?
Que será, que será?
Será que esta
Minha estúpida retórica
Terá que soar
Terá que se ouvir
Por mais zil anos...
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Índios e padres e bichas
Negros e mulheres
E adolescentes
Fazem o carnaval...
Queria querer cantar
Afinado com eles
Silenciar em respeito
Ao seu transe num êxtase
Ser indecente
Mas tudo é muito mau...
Ou então cada paisano
E cada capataz
Com sua burrice fará
Jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais
Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais...
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede
São tantas vezes
Gestos naturais...
Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo
Indo e mais fundo
Tins e bens e tais...
Será que nunca faremos
Senão confirmar
Na incompetência
Da América católica
Que sempre precisará
De ridículos tiranos
Será, será, que será?
Que será, que será?
Será que essa
Minha estúpida retórica
Terá que soar
Terá que se ouvir
Por mais zil anos...
Ou então cada paisano
E cada capataz
Com sua burrice fará
Jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais...
Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais...
Enquanto os homens
Exercem seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede
São tantas vezes
Gestos naturais
Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo...
Indo mais fundo
Tins e bens e tais!
Indo mais fundo
Tins e bens e tais!
Indo mais fundo
A letra parece que foi elaborada ontem...
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO


LIVRO BRASIL SOBERANO - LANÇAMENTO - 26/03/2009.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 21 de março de 2009

REVOLUÇÃO DE 1964 - JORNALISTA JOSÉ MARIA E SILVA.

Revolução de 1964.
O Regime Militar de 64 é a muleta moral dos intelectuais - eles o acusam de todos os crimes para melhor acobertarem os próprios.
José Maria e Silva.
www.josemariaesilva.com
"A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida."
Paulo Freire, em Pedagogia do Oprimido, defendendo os fuzilamentos sumários comandados por Che Guevara e Fidel Castro.
Com quantas vidas se faz uma ditadura?
Na belíssima novela de John Boyne, O Menino do Pijama Listrado, essa pergunta é respondida pelo espanto de Bruno, um menino de nove anos. Sempre que ele se surpreende com o mundo do Fúria à sua volta, seus olhos se arregalam, sua boca faz o formato de um O e seus braços caem ao longo do corpo. A obra, uma elegia à inocência da vida que não sabe da morte, deveria ser lida - e meditada - pelos 3.949 intelectuais que, até agora, assinaram um manifesto contra a Folha de S. Paulo, repudiando o editorial "Limites a Chávez", publicado em 17 de fevereiro último, no qual a ditadura militar brasileira é indiretamente chamada de "ditabranda".
O Menino do Pijama Listrado (o livro, não vi o filme) demonstra, metaforicamente, a abissal diferença entre um regime autoritário (circunscrito à esfera política) e um regime totalitário (que permeia todas as instâncias sociais).
As primeiras reações ao editorial da Folha partiram da socióloga Maria Victória Benevides, professora da Faculdade de Educação da USP, e do advogado Fábio Konder Comparato, professor aposentado pela mesma instituição.
Esquecendo-se que a universidade que representam arrasta até hoje um cadáver insepulto (o do estudante de medicina morto num trote em 1999), Benevides e Comparato encenaram uma indignação que jamais sentiram diante das quase 100 mil mortes perpetradas pela Trindade Cubana (Fidel, Guevara e Raúl Castro) - 17 mil na boca dos fuzis, em execuções sumárias, e 80 mil nos dentes dos tubarões, em fuga para os Estados Unidos.
Como a Folha de S. Paulo chamou a atenção para essa dúbia moral de Benevides e Comparato, lembrando que eles jamais protestaram contra a ditadura cubana, os dois intocáveis uspianos se sentiram feridos e, em resposta, fizeram o que os intelectuais de esquerda mais sabem fazer quando são pegos sem argumentos - conclamaram o rebanho para um manifesto.
O inefável Antonio Candido, decano dos intelectuais de esquerda, encabeça o repúdio à Folha, que também conta com figuras como o indefectível Emir Sader, intelectual que, diante de Che Guevara, cai de joelhos por terra, parafraseando a missa: "Guevara, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo".
Quem duvida que Emir Sader é capaz dessa oração diante do guerrilheiro argentino, leia o que ele escreveu num artigo publica do em Carta Maior:
"Não vou gastar palavras inúteis para falar do Che. Basta reproduzir algumas das suas frases, que selecionei para o livro Sem Perder a Ternura".
Também diante de Marx e Fidel, Sader emudece:
"O que falar de Marx que permaneça à sua altura?
O que escrever sobre Fidel?"
Se o ensino superior no Brasil, público e privado, não fosse mero aparelho ideológico da esquerda, Emir Sader jamais teria virado doutor em ciência política pela USP e professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de orientador de teses e dissertações. Sem dúvida, estaria até hoje tentando passar no vestibular e sendo reprovado sempre, por não ter argumentos para retratar personagens da história. Que universidade isenta aceitaria um aluno que, ao ouvir falar de Marx, Guevara e Fidel, não fosse capaz de articular uma só palavra e se comportasse feito os silvícolas do Anhangüera, embriagado pelo álcool incandescente da revolução?
Já imaginaram se um intelectual de "direita" dissesse não ter palavras diante de Karl Popper?
Seria acusado de ignorante e charlatão. Emir Sader é um paradigma da universidade brasileira.
Ele é a prova cabal de que, por trás da cantilena de "produção do conhecimento" , o que há nos mestrados e doutorados do país é uma usina de produção de marxismo e derivados.Estou plenamente convicto de que a universidade brasileira não é solução para nada - ela é parte essencial do problema. As principais mazelas do Brasil são fomentadas artificialmente pela universidade, que, desde a década de 50, na ânsia de criar um novo mundo, especializou-se em destruir o existente. Isso fica muito claro quando se estuda a origem social dos guerrilheiros que pegaram em armas contra o regime militar. Eles vieram, em sua maioria, das universidades. Não tinham o menor apoio popular. Como é que o povo podia apoiar um bando de tresloucados que, de arma em punho, pregavam a derrubada de uma ditadura imaginária?
Porque até o final de 1968, com a edição do AI-5, só havia ditadura na imaginação dos universitários.Foi exatamente durante os propalados "Anos de Chumbo" que o Brasil viveu uma das maiores efervescências culturais de sua história, com os festivais, a imprensa alternativa, a Tropicália, o Cinema Novo, Chico e Vandré, Caetano e Gil. Ao contrário de Cuba, onde Chico Buarque seria fuzilado ou condenado a 20 anos de prisão se falasse mal de Fidel Castro, no Brasil, o máximo que lhe aconteceu foi ser admoestado pelos militares, o que lhe garante até hoje uma conta bancária maior do que seu indiscutível talento.
Num ambiente assim, existe alguma razão plausível para se pegar em arma ou até para se perpetrarem atentados terroristas, como fizeram muitos grupos guerrilheiros?
Obviamente, não.
Em toda guerra, os primeiros sacrificados são os inocentes, portanto, a opção pela luta armada para derrubar um regime só se justifica quando e se regime é sanguinário e opressivo, incidindo sobre toda a vida social e não apenas sobre a esfera política. Era o que acontecia na terra do Menino do Pijama Listrado, daí o Levante do Beco de Varsóvia, em 1943, quando judeus desesperados - não tendo senão uma morte horrenda como alternativa - preferiram abreviar a vida numa luta suicida contra as tropas nazistas.
Mas esse não era o caso do Brasil dos militares.
Aqui, os guerrilheiros eram homens e mulheres bem nascidos que, por puro espírito de aventura, jogavam fora o futuro como médicos, engenheiros e advogados e se arvoravam a libertadores da pátria, sem notar que a maioria esmagadora da população - provavelmente mais de 90 por cento - não se sentia oprimida nem pedia para ser libertada.
Pelo contrário, o regime instalado em 1964 teve forte apoio popular e quando começou a ser repudiado nas urnas, em 1974, com a expressiva vitória do velho MDB, esse repúdio era mais de caráter econômico que político.
A inflação estava recomeçando e os pobres votaram contra a "carestia", que é como chamavam a inflação na época.
Já escrevi repetidas vezes, mas a ocasião me obriga a escrever de novo: quem acha que no Brasil houve uma ditadura sanguinária, totalitária, nos moldes nazistas (é essa a visão que se tem dos militares nas escolas) deve ler Pedagogia do Oprimido, o panfleto de auto-ajuda marxista do pedagogo Paulo Freire.
Esse livro - que faz uma defesa explícita da luta armada e santifica Che Guevara, Fidel Castro e Mao Tsé-Tung - foi publicado em pleno ano de 1970, no Rio de Janeiro, pela Editora Paz e Terra, ligada aos padres da Teologia da Libertação. Em 1981, Pedagogia do Oprimido já estava na 10ª edição. Um verdadeiro best-seller, levando em conta que não é um livro comercial e o Brasil tinha muito menos estudantes universitários do que tem hoje.
Ora, se o regime militar foi o período "mais sombrio da nossa história", como dizem os intelectuais de esquerda, como se explica o sucesso editorial de uma obra que o combatia?
Em Havana seria possível publicar um livro do gênero contra Fidel Castro, o santo fardado de Buarques e Sáderes?
Mas nem é preciso recorrer à ditadura cubana para demonstrar que os intelectuais brasileiros mentem descaradamente quando dizem que o regime militar de 64 foi uma ditadura sanguinária. A própria história recente do Brasil - contada mentirosamente por eles - mostra a contradição em que incorrem. É só comparar a "Revolução de 30" com a "Ditadura Militar" (ponho as expressões entre aspas para remeter ao modo como os dois períodos costumam ser chamados nos livros de história).
Qual a diferença entre os dois períodos?
A rigor, nenhuma.
Salvo o fato de que Getúlio Vargas era um ditador civil, obviamente apoiado por militares, porque toda ditadura precisa de armas.
Sob o ponto de vista da repressão, Vargas foi muito pior do que os militares. O seu período, sim, foi literalmente "anos de chumbo". Enquanto os militares procuraram preservar as instituições, garantindo eleições legislativas e a independência do Judiciário, Vargas centralizou todos os poderes em suas mãos, destituindo governadores e nomeando interventores em seu lugar. São Paulo se rebelou, na chamada Revolução Constitucionalista de 32, e Vargas bombardeou o Estado - o episódio mais sangrento da história brasileira no século passado, apesar de ofuscado pela preferência dos intelectuais pela Guerrilha do Araguaia.
Todavia, mesmo quem não pegava em armas, não ficava ileso.
O escritor Graciliano Ramos, individualista nato, incapaz de arregimentar qualquer movimento político, acabou sendo preso durante quase um ano, num presídio comum, sem julgamento.
Seu único crime: escrever o romance São Bernardo, entre outros escritos tidos como comunistas. Bem que merecia, mas não teve indenização alguma pelo arbítrio de que foi vítima.
Ao contrário dos fanfarrões que pegaram em armas contra os militares, o Velho Graça tinha vergonha na cara.
Se a sanguinária ditadura de Getúlio Vargas merece, nos livros de história, o epíteto de "Revolução de 30" (justificadamente, por sinal), por que os governos militares não podem ser chamados de "Revolução de 64", levando em conta que também mudaram a face do Brasil?
Vargas já era ditador desde o início de seu governo, antes mesmo da implantação do Estado Novo, em 1937, quando a tresloucada Intentona Comunista de 35 levou ao recrudescimento do regime. Já os militares só foram verdadeiramente ditadores a partir de 12 de dezembro de 1968, quando editaram o AI-5, obrigados pelos atos de terror da esquerda armada, treinada e financiada por Fidel Castro e abençoada por intelectuais como Paulo Freire. Mesmo assim, foi uma ditadura cirúrgica, circunscrita aos inimigos declarados do regime. Tanto que não chegou a matar nem 500 pessoas, como reconhecem os próprios autores de esquerda nos balanços que fizeram do período. As vítimas inocentes, em sua maioria, tombaram por terem sido usadas como escudo pelos adversários do regime.
Um dos argumentos de Maria Victoria Benevides para criticar o editorial da Folha é que não se mede ditadura com estatísticas:
"Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar `importâncias´ e estatísticas".
Em artigo publicado, na terça-feira, 24, o jornalista Fernando de Barros e Silva, editor de Brasil da Folha, corrobora a tese da socióloga:
"Algumas matam mais, outras menos, mas toda ditadura é igualmente repugnante. Devemos agora contar cadáveres para medir níveis de afabilidade ou criar algum ranking entre regimes bárbaros?"
Claro que devemos - respondo eu.
Todo crime só se iguala em repugnância para aquele que é sua vítima, mas para quem o analisa de fora, especialmente se esse alguém for um historiador, há uma enorme diferença entre matar 100 pessoas ou matar 100 mil.
Se Hitler tivesse matado apenas uma centena de judeus, o nazismo seria a encarnação do mal no imaginário do mundo contemporâneo?
Só não vê que ditadura também se mede com estatísticas aqueles que têm medo dos números. Ao ver que nenhuma ditadura capitalista até hoje conseguiu igualar os mais de 100 milhões de mortos do comunismo no mundo, a esquerda inventou esse argumento falacioso de que uma só morte perpetrada por uma ditadura diminui toda a humanidade, como se o homem-massa da revolução marxista tivesse lugar na poesia metafísica de John Donne. Justamente a esquerda, que não faz conta do individuo de carne e osso, só da massa de manobra da revolução. O regime militar não apenas matou muito menos gente do que outros regimes autoritários - também foi capaz de criar um modelo de ditadura que deveria ser exportado.
Toda ditadura costuma ser encarnada por um homem só, que se torna escravo do poder que concentra, perdendo inclusive os freios morais. Daí a profusão de ditadores sádicos, pessoalmente sedentos de sangue humano.
No Brasil isso não ocorreu.
Os militares criaram uma espécie de ditadura institucional, em que o poder não era encarnado por nenhum homem, mas pela instituição - as Forças Armadas. Nem o principio federativo foi quebrado num primeiro momento, como ocorreu de imediato com a ditadura de Getúlio Vargas.
Antes do recrudescimento da luta armada, ainda houve eleição para governadores e, mesmo depois que elas foram suspensas, o legislativo continuou funcionando. Essa quase normalidade institucional propiciou até o surgimento e fortalecimento de uma oposição que jamais houvera em toda a história do Brasil - a oposição institucional, criada e mantida pelas próprias entranhas do Estado.
Boa parte do chamado movimento social - que hoje alimenta o PT e demais partidos de esquerda - começou a ser construído graças a esse processo de institucionalização do país gestado pelos militares.
Começando pelas próprias universidades federais - cobras a quem os militares deram asas. A Reforma Universitária feita pelos militares em 1968 profissionalizou o ensino superior no país, instituindo antigas reivindicações da própria comunidade acadêmica, como dedicação exclusiva de docentes, introdução de vestibular unificado e implantação de mestrados e doutorados.
Valendo-se dessa estrutura, os intelectuais de esquerda se infiltraram nas universidades e, a partir delas, forjaram em todo o país um movimento social de proveta, destinado não a resolver problemas, mas a fomentá-los.
Um exemplo são os quase 50 mil homicídios que ocorrem anualmente no país.
Eles decorrem, em grande parte, da irresponsabilidade doentia dos intelectuais brasileiros, que, à força de pressionar o Congresso Nacional, levaram à completa lassidão das leis penais, hoje irreversível, já que a mentalidade pueril da esquerda parece ter contaminado até os ministros do Supremo.
Não é a toa que o ministro Gilmar Mendes deixa entrever que, a qualquer momento, pode soltar nas ruas 189 mil dos cerca de 440 mil presos do país, muitos deles homicidas e estupradores. Aí, sim, teremos um verdadeiro genocídio da população indefesa, em parte porque a esquerda, com o objetivo de demonizar os militares, transformou o falacioso conceito de direitos humanos num dogma divino.
Como se vê, a criminalização paranóica dos militares só atende a um objetivo - esconder que os intelectuais de esquerda forjaram um país muito pior que o deles.

Publicado no Jornal Opção, de Goiânia, em 1º de março de 2009.

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia também:
”Uma data que não pode ser esquecida”.
"Você pode não nos ver, mas nós estivemos, estamos e estaremos sempre presentes".


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 20 de março de 2009

BLOGUEIROS, CUIDADO!

BLOG LIBERTAD MATTERS:
http://libertadmatters.blogspot.com/2009/03/opositor-deixa-o-vladimir-putin-e-e.html

OPOSITOR DEIXA O VLADIMIR PUTIN E É INTERNADO À FORÇA EM HOSPÍCIO.
Da AFP (UOL Notícias). Leia a íntegra.

"Demonstrando mais uma vez que a democracia russa é só para ingleses, americanos, franceses e outros trouxas ocidentais verem, o Kremlin retoma mais uma costumeira prática dos seus tempos áureos soviéticos: internar opositores em hospícios.
Há uma semana, um tribunal em São Petersburgo aceitou a "solicitação" de um centro psiquiátrico para internar Vadim Charuchev, criador e organizador de uma rede de debates na internet com o nome de "V Kontakte (Em contato), que critica abertamente o regime de Putin. O detalhe mais bonito é que o pobre louco foi internado sem que qualquer diagnóstico fosse feito".


Ainda bem que no Brasil vivemos em uma "democracia".


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 18 de março de 2009

A LENIÊNCIA DAS "FORÇAS VIVAS DA SOCIEDADE" - GENERAL VALMIR FONSECA AZEVEDO PEREIRA.

"As "Forças Vivas da Sociedade" seriam os segmentos constituídos pelos formadores de opinião, indivíduos ou grupos, entidades, capazes de mobilizar, senão a totalidade, pelo menos segmentos da sociedade.
No Brasil, a definição soa como uma hilariante lorota. Não existem nem as "Forças Vivas" muito menos a "Sociedade", esta no seu sentido mais pertinente de conjunto unido pelos mesmos propósitos nacionais.
As "Forças Vivas" esta entidade abstrata que poderia assombrar os crápulas, os inescrupulosos, os corruptos e toda a sorte de malfeitores e malandros, com suas denúncias contundentes, não é mais do que um arremedo, um mero murmúrio inaudível aos ouvidos já moucos ou desinteressados de uma sociedade, cujos únicos apanágios são a passividade e a letargia, propositadas.
Na falta das "Forças Vivas", restam - nos um punhado de suicidas, os quais se atrevem a lutar e a denunciar, que caminhamos a galope em direção a ditadura comunista, conforme preconizado por Gramsci.
À nossa volta, assistimos estarrecidos países que alegremente, com o aval da maioria do populacho que, fagueiro, tem endossado novas cartas magnas, elaboradas para atender legalmente os desígnios de uma cartilha de esquerda.
Risonha e trefegamente, sem remorsos e sem delongas, populações inteiras entregam, "de mão beijada", o futuro democrático da nação aos destemperos de novos caudilhos populistas, sublinhando desavergonhadamente, com sua rubrica a submissão dos poderes judiciários e legislativos ao poder executivo.
E as "Forças não Vivas", mas reconhecidamente espertas aplaudem, euforicamente.
Nota - se, perfeitamente, que a liberdade de ação adquirida hoje pelo executivo é imitada pelos companheiros de esquerda que dominam os diversos escalões do poder e escancarada e desabridamente, literalmente governam a seu bel prazer os seus "feudos".
As decisões, as ações, as medidas, as portarias e normas editadas por alguns Ministérios e Autarquias, pela FUNAI, pelo IBAMA e congêneres são uma clara evidência de que o que vale é o fato consumado. Documento assinado é lei, aplique - se e doa a quem doer, cumpra ou vá reclamar ao bispo. A recente anistia do terrorista italiano e a rápida prisão e extradição para Cuba dos atletas cubanos que buscaram asilo no Brasil pelo Ministro da Justiça, nos mostram a dimensão do seu alcance, ao que parece ilimitado e incontrolável
O domínio total do executivo ocorre aos poucos, sem reação. Pode ser percebido através de leis e portarias de pouca ou nenhuma ressonância, ou mesmo de outras, de início repudiadas, mas que retornam travestidas e são aprovadas, após negociações e pequenos ou grandes custos.
Lembrai - vos da Venezuela, da Bolívia e, futuramente, do Equador e, quem sabe, do Brasil.
É bom lembrar que os ônus, não importando o seu tamanho, nada custam aos envolvidos, pois na maioria são escambos que envolvem cargos da alçada do Estado e verbas da própria Nação.
Assim, em surdina, ao arrepio da leniência ou incompetência das "Forças Vivas", dia - a - dia afundamos um pouco mais.
Mas não esqueçam, ainda poderá ficar pior".
Brasília, DF, 09 de março de 2009.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 15 de março de 2009

O QUE FALTA PARA QUE O MST SEJA RECONHECIDO COMO UMA ORGANIZAÇÃO PARAMILITAR - KLAUBER PIRES.

06.03.2009.
O QUE FALTA PARA QUE O MST SEJA RECONHECIDO COMO UMA ORGANIZAÇÃO PARAMILITAR?
Klauber Pires.
"Reza a nossa Constituição, em seu art. 5º, inciso XVII: "- é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar". Pois, a pergunta que não quer calar é clara e eloqüente, e não deixa margem a interpretações metafóricas: O que falta para que o Poder Judiciário dissolva o MST por se revestir como uma associação de caráter paramilitar?
Será a falta de armamento?
Sempre quando instados a responder pelos milhares de facões (terçados) e foices e vá lá, uma ou outra enxada, os líderes do MST vêm com esta: "- são os nossos instrumentos de trabalho". Eu, pelo menos, não tenho nenhuma dúvida de que eles dizem a mais absoluta verdade: afinal, são os instrumentos com os quais eles decapitam seus inimigos, derrubam cercas, carneiam gado alheio, juntam galhos secos para incendiar as benfeitorias e controlam a entrada e saída dos seus territórios conquistados com mais rigor do que qualquer posto alfandegário.
Será a falta de uniformes?
Quem não conhece o uniforme do MST?
Calça e camisa vermelha e boné padronizado com o símbolo do movimento. Eles possuem também tendas padronizadas, e todo o aparato logístico de um exército em campanha.
Será a atitude dispersa dos seus membros, a falta de disciplina e hierarquia?
Quem não viu esta gente marchar em organizadíssima fila indiana?
Quem ainda não os viu em rigorosa formação, a ponto de corar os Dragões da República?
Quem ainda não soube o que acontece aos integrantes que ousam desobedecer às ordens de seus líderes?
Será a ausência de uma ideologia, de símbolos e de ritos?
Então não pregam abertamente o socialismo como meta de tomada de poder?
Então não cultivam seus heróis, Che Guevara, Fidel, Mao e até a Dorothy Stang?
Então não entoam seus hinos nas suas marchas e nas academias militares, tais como a escola Florestan Fernandes?
Então não possuem sua própria bandeira?
Será a falta de ações típicas de combate?
Quem ainda não conhece as suas táticas de guerra de guerrilha, quando resistem às polícias militares que vêm dar cumprimento às reintegrações de posse?
Neste caso, ouçamos o que diz o Deputado Federal Raul Jungmann ao Estado de São Paulo:
"-Sim, durante o governo de Fernando Henrique, o Amorim depredou em mais de uma ocasião a sede do Incra no Estado. Também esteve à frente de uma ação que terminou com um carro do Incra incendiado. Ele chegou a invadir e atacar um navio com coquetéis molotov, para protestar contra o embarque de grãos transgênicos. Para mim são sinais claros de quem cultiva o estilo militarista, brigadista. Quem for à fazenda que ele transformou em sede de operações, na região de Caruaru, verá que se parece com um bunker, com suas paredes decoradas com fotos do guerrilheiro Che Guevara. Ele (Jaime Amorim, líder do MST em Pernambuco) trabalha protegido por vários postos de controle de entrada e saída de pessoas, rodeado por gente armada."(Extraído do blog do jornalista Reinaldo Azevedo, em 05 de março de> 2009).
O que falta para entender que o MST já demonstrou que pode ocupar, a uma só ordem, todas as principais rodovias, ferrovias, usinas hidrelétricas e qualquer outra instalação que julguem estratégicas para uma pronta dominação territorial militar?
Falta um sistema de informações?
Pois o MST possui seu próprio serviço de Inteligência, a Inteligência do Movimento (INTEMO), que tem por objetivo obter dados sobre quaisquer pessoas ou organizações que afetem os interesses do MST. (MAIER, Félix. Annus Gramscii. 17/03/2002. Acesso em 05/03/2009. Disponível em http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0135.htm).
Falta uma logística?
Pois o MST, além de viver com grossos repasses por parte do governo federal, também conta com o patrocínio dos governos estaduais e municipais por onde chega com as suas caravanas, isto sem contar com a Igreja Católica e com inúmeras organizações estrangeiras.
Numa etapa que podemos chamar de plano superior, em que o MST já abertamente assassina pessoas e os chama de "aquilo", e é defendido descaradamente pelo ministro da Justiça Tarso Genro, que defende ser isto apenas a realização de uma ação mais arrojada, somente a cumplicidade ou a covardia de quem tem por dever pôr um ponto final a isto podem explicar tal notório silêncio.
Aos doutos senhores e doutas senhoras dos Ministérios Públicos e do Poder Judiciário, que devem zelar pela justiça, pela ordem e pela democracia, creio que não tenho como ser mais óbvio. Se a fala do Excelentíssimo Sr. Presidente do STF e do CNA, Gilmar Mendes, não for compreendida como um especial momento histórico, a nossa civilização estará irremediavelmente perdida.
A todo homem e mulher de bem, que deseja trabalhar em paz e segurança e deixar para os seus filhos um país digno de se viver, furtar-se neste momento a expressar a sua indignação é amaziar-se com o crime, a violência e a revolução socialista.
Por favor, imprimam este artigo e o leiam para seus amigos e amigas. Escrevam notas conjuntas nos jornais, mesmo nos classificados - é baratinho.
Aos empresários, tanto do setor rural como do industrial e lojista, é hora de arregaçar as mangas. Parem, por favor, com tanta inércia! Arranjem fundos e organizem campanhas com esta idéia. Vocês são tão criativos na hora de defender seus produtos! Pois sejam um pouquinho nesta hora de defender as suas propriedades e até as suas vidas!
A cada blogueiro solicito gentilmente divulgar esta nota como forma de nos unirmos em pensamento. Vale, claro, também, que todos usem de suas próprias palavras, mas que o façam como uma pauta permanente, para que a idéia ganhe força.
Somente o claro repúdio da sociedade a este movimento terrorista será capaz de mobilizar as autoridades, colocar os bandidos na cadeia e dar alguma orientação a milhares de pessoas humildes que, por falta de opções ou fraqueza de caráter aceitam participar de tão horrível causa".
A música APESAR DE VOCÊ foi quase um hino na luta pela democratização do Brasil.
Hoje que vivemos tristes dias e a minha gente (homens e mulheres de bem) andam OLHANDO PRO CHÃO, a música deve ser revivida, pois nunca foi tão atual.
O Brasil se transformou em um "país" sustentado por uma única lei:
- A Lei de Gérson.
Os corruptos sucateiam o dinheiro público - nosso dinheiro -, enriquecendo ilicitamente, sem nenhum pudor.
Hoje, são eles que mandam.
Foram eles que inventaram este estado.
Cabe a nós, "desinventá-lo"!
HOJE VOCÊ É QUEM MANDA,
FALOU, TÁ FALADO,
NÃO TEM DISCUSSÃO, NÃO.
A MINHA GENTE HOJE ANDA,
FALANDO DE LADO
E OLHANDO PRO CHÃO, VIU.
VOCÊ QUE INVENTOU ESTE ESTADO,
INVENTOU DE INVENTAR,
TODA A ESCURIDÃO.
VOCÊ QUE INVENTOU O PECADO,
ESQUECEU-SE DE INVENTAR
O PERDÃO.
APESAR DE VOCÊ,
AMANHÃ HÁ DE SER
OUTRO DIA.
EU PERGUNTO A VOCÊ
ONDE VAI SE ESCONDER
DA ENORME EUFORIA.
SINTETIZANDO:
O BRASIL NÃO AGUENTA MAIS O PT E O RIO DE JANEIRO NÃO AGUENTA MAIS O PMDB!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO