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segunda-feira, 25 de maio de 2009

CONVERSANDO SOBRE OLIGARQUIAS...

A minha memória realmente não vai lá das pernas, todavia, a tuma mobilizada não deixa escapar nada.
A amiga Maria Christina postou o seguinte comentário no nosso espaço democrático, relativo ao artigo:
Sr. Cel. Paúl:
Segunda feira, 25/05/2009 às 12:23 hs - 19 visitantes online!
Mas sobre esta integração entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, não devemos esquecer que o nosso Governador do Estado, Sr. Sérgio Cabral Filho, foi casado com a irmã do Governador do Estado de Minas Gerais, Sr. Aécio Neves.
A relação entre os dois sempre foi ótima, uma vez que o Sr. Aécio é tio de filho(s) do Sr. Cabral.
E o Sr. Aécio é neto do saudoso ex-Presidente da República, Sr. Tancredo Neves, e sobrinho do Senador Sr. Francisco Dornelles...
Mas isso é apenas, um adendo...
Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS
25 de Maio de 2009 12:35
Sem dúvida, preciso exercitar a minha memória e nesse sentido, espero que os testes encaminhados pela amiga Gabriela Gonçalves ajudem em muito.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A DEFESA DA DEMOCRACIA QUE ESTAMOS CONSTRUINDO.

A amiga Maria Christina há alguns dias perguntou-me se eu estava passando para a extrema direita, considerando os emails que ela estava recebendo do Grupo Guararapes.
Tranquilizei a amiga, afirmando que por natureza, sou contra qualquer extremismo, possua a tendência que possuir.
Entretanto, acredito por inteiro que a discussão de qualquer tema, sempre trará resultados positivos, tendo em vista que podemos identificar e utilizar o melhor de cada linha de raciocínio (a síntese).
Sou a favor da democracia, como forma de governo.
Sou contra todo e qualquer autoritarismo.
Creio que só os homens, juntos, podem construir uma sociedade justa, ordeira, igualitária e progresista.
Assim sendo, não sou refratário a nenhuma linha, apenas não aceito ser conduzido em nenhuma direção, que eu não considere a mais adequada para o bem estar social.
Preciso ser convencido, só assim, diante de argumentos concretos, sigo um caminho que antes não imaginava.
Leio os textos do Grupo Guararapes e absorvo valores positivos de patriotismo, algo que anda raro nestas terras brasileiras.
Não prego a retomada do poder pelos militares, ao contrário, prego a manutenção da democracia a todo custo, o que não significa dizer que estou satisfeito com a "democracia brasileira".
Eis o cerne da questão, ainda não vivemos em uma democracia.
Ao escrever que os militares deveriam determinar que os corneteiros realizassem os seus toques, na entrada dos portão das armas, de modo que todos pudessem ouvir, estou primando pela manutenção da democracia. Aliás, talvez o mais correto seria escrever:
- Estou desejando a implantação da democracia no Brasil!
Isso, como sabem os leitores dessas linhas, eu afirmo que vivemos em um conjunto de oligarquias, não em uma democracia.
Não devemos confundir a possibilidade de votar com democracia, considerando, por exemplo, que nem todos tem liberdade para votar.
O voto de cabresto não é uma peculiaridade do coronelismo nordestino, atualmente, no Rio de Janeiro, centenas de milhares de cidadãos fluminenses, votam segundo a vontade de senhores feudais contemporâneos.
No Rio existem várias comunidades que não pertencem ao Estado Brasileiro, que possuem as suas próprias "leis" e os seus próprios "governantes".
O que significa que o "governo do povo", no Rio de Janeiro, na verdade, não passa do governo de grupos, grupos de interesses.
Quem não se recorda da importância das milícias para a eleição dos candidatos oriundos da área de segurança pública?
O Globo publicou uma matéria histórica sobre o assunto.
Pergunto, será que as milícias foram devidamente reprimidas, no período pré-eleitoral?
Respondo: NÃO!
Como chamar essa realidade de democracia.
Uma democracia onde votam analfabetos (completos) e uma quantidade gigantesca de analfabetos funcionais (70%).
Então, o governo do povo é aquele constituído por quem representa os que não sabem ler, ou, embora sabendo ler, não conseguem interpretar o que leram?
Nós ainda estamos distantes de um regime democrático e de um estado democrático de direito.
Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário produzem escândalos com tamanha rapidez, que chegamos a pensar que eles brotam por geração espontânea.
Isso não é estado democrático de direito.
A própria liberdade não existe em sua plenitude, permitindo que possamos exercer os nossos direitos constitucionais.
Só permitem que utilizemos os direitos que eles acham convenientes.
Um exemplo claro ocorreu no Rio de Janeiro, onde os Coronéis Barbonos e os 40 da Evaristo, foram e estão sendo vítimas do mais puro autoritarismo.
Ratifico, a democracia é a melhor forma de governo, porém ela precisa que existam alguns pressupostos para crescer e prosperar.
O povo, em nome do qual se governa, deve ter acesso à educação pública de qualidade, para que possa compreender a importância do voto e ainda, conhecer em quem vota.
Votos não podem ser trocados pelo assistencialismo populista, isso não é democracia, uma "chuva de bolsas".
E, voltando ao corneteiro, o som das cornetas deve amedrontar esses políticos corruptos de todos os cantos, de todas as horas e de todas as matizes.
A corrupção destrói a democracia.
Eles precisam ter medo de serem presos e terem seus bens (+ ascendentes e descendentes diretos) confiscados.
Por derradeiro, defendo a democracia, a democracia que ainda estamos construindo (falta muito), sendo essa a razão de gritar que estamos perdendo as saídas democráticas para acabar com essa corrupção endêmica.
O mensalão deveria ter significado o IMPEACHMENT do Presidente Lula, nós deixamos a caravana passar.
Se continuarmos assim, não haverá alternativa, teremos que defender a democracia com a ponta do SABRE!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 26 de abril de 2009

A INDIGNAÇÃO DE UMA CIDADÃ DESCE A SERRA.

O GLOBO:
A minha amiga Gabriela, que mora na cidade imperial, escreve indignada:
"Coronel, a cidade de Pedro anda com suas praças arborizadas bem cheias de debates. Todos estão entristecidos em saber que um de seus filhos anda viajando com o dinheiro alheio. Leandro Sampaio, 22 viagens - o que se sabe! O que mais revolta, é saber que vai ficar por isto mesmo, vão mudar umas coisinhas ali, outras lá, mas logo terá outro escândalo (já está tendo) e aí, vamos viajar a custa dos otários do povo brasileiro. A falta de justiça neste país é algo muito sério e chega a dar ânsia de vômito. Tudo anda tão à vontade, sem limite e respeito, que é normal chegar para a imprensa e dizer ao povo: “Ministério Público é o c______! Não tenho medo de ninguém. Da imprensa, de deputados. Pode escrever o c______ aí.”, palavras de Ciro Gomes, deputado federal, homem público e quem não gostou que se dane. Sou uma criatura que gosta de ler tudo que vê pela frente, o que presta e o que não presta está na minha mira. Tenho lido muitas opiniões,visto alguns debates e todo mundo está com seu discurso, sua revolta, seus anseios na ponta da língua. Coronel, para quê? Sinceramente,o que o senhor viu mudar realmente nestes seus anos de lutas? Coloque na balança, por exemplo, os anos de labuta que o senhor enfrentou na polícia militar. O que mudou? A politicagem diminuiu? Por mais otimista que eu ainda insista em ser, não acho que nesta minha oportunidade de vida algo vai mudar. Provavelmente o senhor dirá: Amiga Gabriela, estou plantando a semente, quero ver meus netos terem uma vida melhor. Eu direi: Muito nobre! Mas o senhor não merece ter uma vida melhor? Eu também quero viver bem, não quero mais viver no Brasil do futuro. Quero o presente. Quero chegar no meu local de trabalho e não ver idosos cansados em uma fila desde a madrugada, esperando atendimento e remédios. Não quero ver crianças mendigando pelas ruas, pedindo dinheiro a fim de cheirar crack para matar a fome. Eu quero viver um país justo agora! A bagunça é tanta, que até o Supremo Tribunal Federal, orgão que deveria ser o topo da seriedade deste país, vê-se no meio da lama e já é motivo de charge nos meios de comunicação, (...). Estou muito cansada dos discursos e revoltas labiais, as atitudes não acontecem e isto está angustiando meus pensamentos(...) Tenho um pai orgulhoso, mas o mendigo que dei um pacote de biscoito hoje de manhã na praça (...)é mais feliz que eu. Coronel, saber ler e interpretar é uma porcaria e causa depressão nestes tempos modernos. Tenho refletido se não seria interessante largar tudo,virar hippie e me esconder em alguma cidade sem energia elétrica e onde para não passar fome tenha que plantar e colher. Acho que a teimosia tem lá seu lado bom, só de sacanagem serei mais honesta ainda".
GABRIELA.
Ela deixou fluir a indignação de todo cidadão brasileiro que teve acesso a uma educação de qualidade, construindo cultura, o que deveria significar felicidade.
Conhecer é poder!
O poder de mudar o mundo, não o poder de submeter o mundo.
Porém, como ser feliz, sendo culto, nesse país que caminha para a cleptocracia?
Como interagir com os nossos jovens - o futuro - e conseguir provar que o Brasil tem jeito?
Impossível.
O voto do mais culto é igual ao voto do analfabeto.
O analfabeto que é coptado pelo assistencialismo dos governos oligárquicos que se expandem pelo país.
Um país que o Presidente se orgulha de não ter tido acesso à educação; que diz que não lê jornal; que é cercado de pessoas acusadas de crimes e que apoia para sucedê-lo uma terrorista.
Um país de Ciro Gomes, eterno candidato à presidência da república, que materializa como ninguém, que eles não temem nada e nem ninguém.
Leia o discurso formador de opinião do grande político brasileiro (O Globo).
Gabriela tem razão, a hora é de ação, estamos perdendo a oportunidade de encontrarmos soluções democráticas, pacíficas e ordeiras.
Eu não vejo outra saída para começarmos a mudar o Brasil:
- IMPEACHMENT!
Urgentemente, precisamos usar tal instrumento da democracia.
O país agoniza...
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL DE BARBONO

sábado, 25 de abril de 2009

CIDADÃO BRASILEIRO, O MINISTRO JOAQUIM BARBOSA É UM HERÓI NACIONAL!

“Vossa Excelência não está falando com seus capangas do Mato Grosso...”
Uns chamam de ditadura militar, outros de revolução militar, não sei como você denomina o momento histórico vivenciado pelos brasileiros, porém, você não pode se afastar das verdades que cercam o período iniciado em 1964 e findo em 1982, com a reabertura política.
Não podemos tampar os olhos para os desaparecidos, os exilados, os torturados, os mortos; todavia, também não podemos esquecer os assaltos a bancos, os seqüestros, as torturas e as mortes.
Cada um de nós deve ter vivo na memória os atos da direita e os atos da esquerda, o extremismo e o terrorismo.
As bombas de ambos os lados, enfim, tudo deve estar marcado na geração do período citado, caso contrário, continuaremos a ver esse espaço de tempo com a visão míope de um olho só, obviamente, uma visão parcial, longe da verdade.
E qual o motivo de escrever os parágrafos anteriores, iniciando com a frase do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa?
História, apenas história.
O ano de 1964 foi um marco histórico para o país, não importa quais sejam os seus parâmetros, não importa se você se considera um vencedor ou um derrotado, você viveu a história.
A história que você viveu novamente ao ouvir a frase:
-“Vossa Excelência não está falando com um dos seus capangas de Mato Grosso...”
O Ministro Joaquim Barbosa rompeu os grilhões, sacudiu o tapete, espalhou a sujeira e fez história.
Ele mostrou ao Brasil que o presidente do Supremo Tribunal tinha capangas, os capangas do “coronelismo político”, os capangas das "oligarquias" que destroem o Brasil.
O Supremo Tribunal Federal está nu!
E, o Brasil também.
A mídia publicou incontáveis matérias sobre a discussão entre os Ministros do Supremo, porém, ninguém fez o link indispensável - perdoem a prepotência desse jornalista (Coronel de Polícia) sem diploma -, com a reportagem da Revista Carta Capital, que publiquei no artigo anterior.
Não continuem a ler estas linhas, sem antes ler o artigo, para que tudo possa estar contextualizado.
Cidadãos brasileiros, o Ministro Joaquim Barbosa é um herói nacional, deve ser ovacionado nas ruas, devemos erguer bustos em sua homenagem em cada esquina desse Brasil varonil.
Ele quebrou o “Muro da Ignorância”, expôs as vísceras de um país que está sendo destruído pela corrupção das oligarquias, que fincam as suas raízes em todos os poderes.
Ele não teve medo, teve uma coragem espartana, devemos ombrear com ele, não podemos continuar temendo as ímpias falanges, gritem de suas janelas:
- “Vossa Excelência não está falando com um dos seus capangas de Mato Grosso...”
Gritem à plenos pulmões, tenham coragem, abandonem esse berço esplêndido, o Brasil precisa de nós.
E, quando falo do Brasil, não o faço de forma piegas, falo da nossa descendência, dos nossos filhos e netos, que herdarão essa terra onde se plantando tudo dá.
É claro que não me dirijo a todos os brasileiros, esse espaço alcança apenas centenas de pessoas diariamente, falo para os que não estão inseridos nos 70% de analfabetos funcionais dessa pátria amada.
Sim, só nós podemos mudar o Brasil.
O sistema domina o povo facilmente, distribuindo pão e circo.
O circo é farto: novelas, futebol, samba, carnaval, funk, big brother, Faustão, Sílvio Santos, Fantástico, Gugu Liberato, Luciana Gimenez, Wagner Montes, Luciano Hulk, etc.
O pão?
Basta uma bolsa qualquer coisa, um sistema de cotas que "garanta" uma mesa farta no futuro e coisa e tal...
Só você que agora lê essas linhas pode dar um basta.
A população aculturada, vítima da educação pública precária, essa nada pode, quando muito pode pintar a cara e sair às ruas, porém, nada mudará.
É preciso entender que os militares só saíram do poder quando quiseram, uma decisão dos poderosos, nem uma vírgula a mais.
Se quisessem, ainda estariam no comando e você tendo como Presidente um Oficial General, não duvide, a população fica satisfeitíssima com pão e circo, samba e futebol, big brother e Faustão.
Será que você acha que eles não poderiam distribuir as mesmas bolsas e manter você antenado no ridículo big brother, o "GRANDE IRMÃO" e suas câmeras em cada lar.
O Ministro Joaquim Barbosa fez a parte dele, abrir o “Véu de Ísis”, mostrou o Brasil sem qualquer fantasia.
Agora é a nossa vez.
Juntos Somos Fortes!
Grite com toda sua coragem, BASTA!
Terrorista é terrorista, não me venham mudar a história, querendo construir uma nova história, como fazem os regimes totalitários.
Não queiram educar as nossas crianças de modo que elas pensem que Lula é um herói.
O PT está cheio de criminosos e o seu lugar tenente, o PMDB, também.
Herói é o Ministro Joaquim Barbosa.
Nós precisamos enfrentá-los e dizer em alto e bom som:
- Não voto em Dilma Russeff, não voto em terrorista!
Sim, eu sou “politicamente incorreto”.
Eu faço parte da mídia do contra-golpe, como disse Reinaldo Azevedo.
Eu grito:
- “Vossa Excelência não está falando com um dos seus capangas de Mato Grosso...”
- “Vossa Excelência é integrante das oligarquias que estão matando o país!”
- “Minha senhora, a senhora é uma terrorista, nada mais, nada menos.
Cidadão brasileiro, a bola está com você.
Vida longa ao Ministro Joaquim Barbosa.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 18 de abril de 2009

FADO TROPICAL MARANHENSE - OLIGARQUIA SARNEY.

Chico Buarque e Ruy Guerra construíram uma poesia de refinada leitura, em tempos de cravos e de bananas.
Ontem, ela voltou à minha memória, quando pensava nas oligarquias que governam o Brasil.
Eis um trecho:

"(...) Se trago as mãos distantes do meu peito
É que há distância entre intenção e gesto
E se meu coração nas mãos estreito
Me assombra a súbita impressão de incesto
Quando me encontro no calor da luta
Ostento a aguda empunhadora à proa
Mas o meu peito se desabotoa
E se a sentença se anuncia bruta
Mais que depressa a mão cega executa
Pois senão o coração perdoa"(...)
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um império colonial.

Solicitando licença aos autores:
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal,
Ainda vai tornar-se um grande Maranhão!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO