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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

EM SE COMPRANDO TUDO DÁ ...VOTOS.

Os homens são tão simplórios, e se deixam de tal forma dominar pelasnecessidades do momento, que aquele que saiba enganar achará sempre quem sedeixe enganar.
(Maquiavel)
Nunca na história deste país se fez tão pouco caso da honra, de tal maneira se desprezou a ética, tanto se usou de meios escusos para corromper, para enlamear instituições, para comprar consciências. A amarga sensação que fica é a da total perda, por parte de um grande número de homens públicos, de qualquer noção de honestidade, de dignidade, de honradez. O atual governo, contrariando todos os princípios apregoados enquanto estava na oposição, abandonou completamente o decoro no trato da coisa pública e partiu para o uso de um verdadeiro rolo compressor, comprando tudo e todos a sua volta, desde que possam, de alguma forma, interferir em seus objetivos.
Recordemos o esquema do mensalão, quando um grupo de aliados do Presidente, gente de dentro do governo, usou meios escusos para organizar a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo, com o objetivo de comprar o apoio de parlamentares e, em última instância, perpetuar no poder seu grupo político. O então Procurador-geral da República, Dr Antônio Fernando de Souza, apresentou uma denúncia contundente contra os principais envolvidos no escândalo. Ficou de fora o Presidente da República que alegou desconhecer o esquema. Em termos jurídicos, a desculpa valeu. O Procurador-geral retirou-o da denúncia por não ter encontrado evidências firmes de seu envolvimento. Agora, firulas jurídicas à parte, parece pouco provável que alguém, dotado de capacidade de reflexão, tenha acreditado na história. A ser verídico o desconhecimento, cairíamos na dúvida que, à época, circulou na internet: será que temos um Presidente aparvalhado, incapaz de entender fatos que acontecem ao seu redor, protagonizados por seus mais íntimos colaboradores?
Em outra vertente, há o Bolsa Família, sem dúvida o maior programa de compra de votos do mundo. Trata-se de um programa que gera dependência, antes de estimular o desenvolvimento humano. As pessoas atendidas, recebendo o benefício sem nenhuma necessidade de contrapartida, ficam desestimuladas até de buscar emprego. Mesmo a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) chegou a afirmar que o programa “vicia” e que deixa os beneficiários “acomodados”. Não é que alguém seja contra a minorar a aflição de quem tem fome. O problema é que o programa parte de uma premissa falsa ao confundir pobreza com fome. A esses últimos é mais do que justo assistir com recursos públicos. Aos pobres, a melhor ajuda que o governo poderia dar é investir corretamente em educação. Mas não, confundindo conceitos, prefere manter um Bolsa Família hiperdimensionado, gastando recursos que fazem falta à educação, uma vez que, assim como está, o retorno nas eleições, em termos de votos, tem sido muito compensador.
A comprovação de que não são todos os pobres no Brasil que estão famintos veio de uma pesquisa do IBGE, realizada em 2004 – Pesquisa de Orçamentos Familiares. Em uma parte dessa pesquisa, ficou constatado que o índice de pessoas abaixo do peso estava menor do que aquele considerado normal pela OMS. E, para a perplexidade dos que acenam com a necessidade de combater a fome para manter e ampliar o programa, verificou-se que, entre nós, a obesidade é um problema mais crítico do que a fome.
Não satisfeito em aliciar parlamentares para sua base de sustentação política e populações desassistidas para aumentar suas possibilidades eleitorais, o governo trata, também, de evitar qualquer problema nas ruas, em termos de manifestações públicas de desagrado contra os muitos desvios de ética praticados por seus correligionários e aliados. Nada melhor,então, do que colocar a União Nacional dos Estudantes igualmente em seu balcão de negócios. É assim que o governo, da mesma forma que faz com sindicatos, resolveu patrocinar a UNE. As verbas federais, dessa forma, passaram a irrigar o movimento estudantil, seja em termos de patrocínio, como aconteceu em seu último congresso nacional, seja com a destinação de alguns milhões para a reconstrução de sua sede, seja, ainda, com o pagamento de generosas“mesadas” a seus dirigentes. Com isso, foi neutralizado o espírito combativo que era a marca do movimento estudantil e eliminou-se toda possibilidade de agitações de rua indesejáveis. Um exemplo disso ocorreu no referido congresso, quando houve um protesto contra a CPI da Petrobras. Em outros tempos, seria a UNE a primeira a se mobilizar para exigir a completa elucidação dos fatos. Agora, sem sequer conhecer os resultados de uma CPI que nem começou, faz oprotesto. Passam por cima da necessidade de se investigar denúncias de irregularidades em uma empresa cujo maior acionista é o governo, em um congresso que era patrocinado por esse mesmo governo. E o presidente da UNE tem a desfaçatez de dizer que não vê nada de errado nisso.
Com a prática da compra indiscriminada de todos que possam atrapalhar os desígnios do governo, este foi perdendo todos os escrúpulos. Conseguindo manter níveis elevados de popularidade, julga-se acima do bem e do mal, capaz de tudo, inclusive de defender crimes praticados por aliados, pouco se importando com a ética e com a moralidade pública. Pouco se importando com a evidência de que está corrompendo os brios de toda uma nação que, em um dia não tão distante, teve orgulho de se proclamar brasileira.
Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO
Presidente do Clube Militar
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 14 de abril de 2009

DEMOCRACIA À BRASILEIRA - V Alte SERGIO TASSO VASQUEZ DE AQUINO.

DEMOCRACIA À BRASILEIRA , 2009.
VAlte(Ref) Sergio Tasso Vasquez de Aquino.
Ao sair ontem do Clube Militar, onde fora participar da Sessão Solene Comemorativa do 45º Aniversário da Revolução Democrática de 31 de março de 1964 e assistir à conferência “Desenvolvimento Econômico Brasileiro nas Décadas de 60 e 70”, do Prof. Ubiratan Iório, deparei-me com aglomeração ruidosa de jovens desocupados à porta, portando camisetas da UNE- União Nacional dos Estudantes.
Tomavam praticamente toda a calçada fronteira à entrada principal, deixando pouquíssimo espaço para os transeuntes e para quem saísse do interior do prédio. Faziam intenso ruído com instrumentos de sopro, cornetas e apitos, e tambores, e desfraldavam faixas com palavras de ordem insultuosas aos militares.
Aos gritos, agrediam verbalmente quem deixava o interior do Clube. Eu próprio fui saudado com o vociferante coro, repetido muitas vezes e por tantas vozes, de “Assassino! Assassino! Terrorista! Terrorista!”
Sou um homem de 72 anos de idade, de cabeça branca, mas lúcido, forte e firme das pernas, graças a Deus. Estava mais do que corretamente vestido, de terno e gravata; nada fizera para atrair tamanha ira descontrolada! Em qualquer situação normal, sou um senhor que deveria merecer todo o respeito e toda a consideração. É fato comum, nas viagens de metrô, outros jovens, de outro estofo e formação, que não o daquela malta ensandecida, oferecerem-me seus lugares para sentar, o que sempre recuso polidamente, mas com uma ponta de orgulho pela gentileza, educação e senso de solidariedade que demonstram aqueles compatriotas.
Meus direitos constitucionais de associação e reunião pacíficas, de ir e vir, e minha própria integridade física foram desconsiderados e ameaçados por aquela súcia de bobalhões, tristes marionetes que não sabem o que dizem e o que fazem, todos, sim, instrumentos e sequazes dos verdadeiros assassinos e terroristas, que liquidaram friamente pelo menos 126 inocentes, nas suas torpes ações de guerrilha e terrorismo a serviço da implantação de cruel e sanguinária ditadura comunista no Brasil!
No triste momento que vivi, tive uma demonstração real da “democracia” que hoje vivemos no País. De um lado, a pressão e a opressão da massa sem controle, a não ser a dos cordões ideológicos que a comandam, que, gozando dos favores e do apoio oficiais, aos gritos, com violência e na marra, impõe sua vontade e realiza seus malfeitos, como, por exemplo, MST e assemelhados.
Do outro, a posição e a atitude “politicamente corretas” das forças encarregadas de zelar pela manutenção da lei e da ordem e pela segurança interna, que não intervêm e ficam apenas acompanhando e observando os eventos desenrolarem-se, como no caso das forças policiais de tantos estados em que se desata a atividade invasora criminosa do mesmo MST. Quando saí à rua, não vi qualquer policial que estivesse ali para garantir-me e apenas um solitário soldado do Exército postava-se, qual sentinela, à porta do Clube Militar.
A continuar a presente “correlação de forças” (expressão tão ao gosto dos marxistóides de todas as tendências e calibres), bem podemos antever quais serão os trágicos resultados!
Que Deus e os brasileiros dignos desse nome salvem o Brasil!
Rio de Janeiro, RJ, 1 de abril de 2009.
VAlte SERGIO TASSO VASQUEZ DE AQUINO.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 12 de abril de 2009

CLUBE MILITAR - PAINEL - A CRISE ECONÔMICA MUNDIAL.

O Clube Militar (Rua Santa Luzia -0 Centro - RJ) realizará no dia 29 de abril, às 15:00 horas, um painel sobre o tema "A CRISE ECONÔMICA MUNDIAL", tendo como painelistas o Professor Marcos Coimbra e o Professor Ubiratan Iório.
O livro "BRASIL SOBERANO" de autoria do Professor Marcos Coimbra, poderá ser adquirido no local; na sede do CEBRES, à Av. Mal Câmara 233-Bloco A-2º andar, de 14:00h às 17:00h; na sede da AEPET-Edifício De Paoli-sala 2904-no horário comercial ou na na livraria Argumento-Copacabana-Rua Barata Ribeiro 502-loja A.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO