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domingo, 25 de março de 2012

RIO: CRIMES PRATICADOS PELO GOVERNO CONTRA OS POLICIAIS MILITARES E OS BOMBEIROS MILITARES SERÃO INVESTIGADOS.

Prezados leitores, bom dia!
COMENTÁRIO POSTADO:
CONVOCAÇÃO - REUNIÃO NO SINDSPREV.
COMISSÃO DE DEPUTADOS FEDERAIS, JUNTAMENTE COM A COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA VEM AO RJ DIA 29/03 PARA INVESTIGAR ILEGALIDADES E EXCESSOS COMETIDOS PELO GOVERNO CONTRA BOMBEIROS E PMs GREVISTAS.
Na próxima quinta feira, dia 29/03, uma Comissão composta por Deputados Federais, Representantes do Ministério da Justiça e da Secretaria Nacional de Direitos Humanos virá ao Rio de Janeiro ouvir Bombeiros, PMs, Advogados, Familiares e Parlamentares Estaduais sobre a repressão e todas as ilegalidades cometidas pelo Governo Cabral quando da Greve destas categorias.
A proposta é convocar e reunir todos os Bombeiros e PMs que tenham sido presos, processados, transferidos arbitrariamente, expulsos e que estejam respondendo a processos disciplinares, sejam soldados ou oficiais, para discutirmos uma forma coordenada de defesa destas pessoas tanto na esfera política, quando na jurídico-institucional.
O local deste encontro será na Sede do SINDSPREV-RJ, na Rua Joaquim Silva, 98A na Lapa. O horário confirmaremos na 2ª feira, pois aguardamos a marcação dos vôos dos Parlamentares para poder organizar aqui.
Pedimos a todos que divulguem esta convocatória, que a compartilhem nos blogs de acesso a categoria para que possamos garantir a presença de todos. Será um momento importante na luta pela defesa de todos. Qualquer dúvida entrar em contato com 25881582 ou 1284.( GABINETE DA DEPUTADA JANIRA ROCHA)
Muito importante que os companheiros que comparecerem tragam cópias de seus procedimentos disciplinares para análise da Comissão.
Comento:
Eu entregarei cópias das representações que fiz ao Ministério Público, à Corregedoria Geral Unificada e às Comissões de Direitos Humanos do Senado, Câmara dos Deputados, ALERJ e OAB/RJ. Além disso, encaminharei cópias dos meus recursos contra a minha indicação ao Conselho de Justificação e sobre a nomeação do colegiado, bem como, cópia de representação feita contra o atual comandante geral. Provavelmente, entregarei ainda cópia da representação que farei junto ao Conselho Nacional de Justiça, diante da ilegalidade da minha prisão, pois pretendo encaminhá-la na próxima terça-feira.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 10 de março de 2012

RIO: PRISÃO DOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES – HORA DE RESPONSABILIZAR QUEM NOS JOGOU NOS “PORÕES” DE BANGU 1.

SITE: JORNAL DO BRASIL
A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Auditoria da Justiça Militar do Rio, foi convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Foi dela que partiu a decisão de mandar o cabo Benevenuto Daciolo, líder da greve dos bombeiros, para o Complexo Penitenciário de Bangu.
A convocação para a participação da juíza na audiência pública "As liberdades públicas e individuais e as afrontas ao Estado Democrático de Direito no estado do Rio de Janeiro" partiu do deputado estadual Paulo Ramos (PDT) e foi aprovada pelo presidente da comissão, Marcelo Freixo (PSOL).
A Associação de Magistrados da Justiça Militar, a Ordem dos Advogados no Rio de Janeiro e a Associação Brasileira de Imprensa também participarão da audiência, para a qual o secretário de Segurança José Mariano Beltrame foi convidado.
Além de aceitar o pedido de prisão preventiva de Daciolo, a juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros também aceitou a denúncia dos 439 bombeiros que protestaram no Quartel-Central da Corporação no ano passado e, semanas depois, lhes negou o relaxamento de prisão.
Comento:
Lembro que o Comandante Geral da PMERJ está assumindo que foi dele a ordem de colocar os Oficiais e Praças da PMERJ em Bangu 1. Ele deve ser convocado. Eu já o denunciei ao Ministério Público e à Corregedoria Geral Unificada. Aliás, o Comandante Geral do CBMERJ também deve ser ouvido, pois circulou a informação que a ordem foi dele com relação aos Bombeiros.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O MINISTÉRIO PÚBLICO, AS COMISSÕES DE DIREITOS HUMANOS E OS GRAVES PROBLEMAS VIVENCIADOS PELOS NOVOS SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR.

A gravidade dos problemas que estão sendo enfrentados pelos alunos do Curso de Formação de Soldados do CFAP determina que os fatos devem ser comunicados ao fiscal da lei, o Ministério Público.
Nada justifica o fato da Polícia Militar ceder aos interesses políticos do governador Sérgio Cabral (PMDB), entupindo o CFAP com 2.500 alunos, sem ter a estrutura indispensável para atender as demandas decorrentes.
O simples fato dos alunos terem que comprar os uniformes que deveriam receber já constitui motivo mais que suficiente para que responsabilidades sejam apuradas e cobradas.
Nessa direção, solicito aos alunos do CFSd e aos seus familiares que continuem encaminhando os problemas para o nosso blog, assim poderemos com a maior brevidade possível, comunicar ao Ministério Público.
As denúncias podem ser feitas através de comentários postados no blog e ainda encaminhadas para o email: celprpaul@yahoo.com.br
Os que preferirem podem fazer contado por meio do blogfone: (21) 78716377.
Penso que além do MP, as comissões de Direitos Humanos da ALERJ e da OAB/RJ devem comparecer ao CFAP 31 de Voluntários e conversar com os alunos em separado, pois só com essa garantia eles se manifestarão livremente, pois o medo de represálias é grande.
Grato pela confiança.
JUNTOS SOMSO FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 30 de junho de 2011

POR QUE A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS NÃO ATUA QUANDO AS VÍTIMAS SÃO BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES?

Um grande mistério, considerando que Bombeiros e Policiais Militares são sujeitos de todos os direitos humanos, como todos os outros seres humanos desse planeta azul.
Eu tenho comunicado desrespeitos aos direitos humanos de Bombeiros e de Policiais Militares à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, mas ainda não tive qualquer notícia sobre as ações desenvolvidas e nem li, ouvi ou assisti qualquer notícia sobre essas ações na mídia.
Os desrespeitos aos Policiais Militares que sofrem uma série de constrangimentos nas UPPs é um exemplo.
Vou continuar aguardando.
Direitos humanos para TODOS!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

GUERRA DO RIO: DENÚNCIAS DE VIOLAÇÕES SEGUIRÃO PARA ONU E OEA.

O GLOBO
"ONGs levam denúncias de abusos de PMs durante ocupação do Complexo do Alemão a ONU e OEA
Fabio Vasconcellos e Taís Mendes
RIO - Um relatório produzido por ONGs e que já está com deputados da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, em Brasília, menciona a suposta ocorrência de uma execução, além de roubos e torturas, praticados por PMs durante a ocupação dos complexos da Penha e do Alemão. O documento, contendo 19 relatos de moradores, foi entregue à cúpula da Secretaria estadual de Segurança na semana passada e será entregue nesta terça-feira às Relatorias Especiais sobre Tortura e Execuções Sumárias, Arbitrárias ou Extrajudiciais da ONU e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA.
Alguns casos são relatos genéricos de moradores; outros são depoimentos com mais detalhes, de pessoas que afirmaram a integrantes de ONGs terem sofrido violência física e psicológica por parte de policiais. Os relatos não incluem, no entanto, denúncias de moradores sobre o tempo em que as comunidades eram subjugadas por traficantes.
De acordo com o documento, um homem identificado apenas como João Lennon, de 25 anos, teria sido executado em 28 de novembro na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão. O caso foi relatado a integrantes da Justiça Global, que visitaram os dois complexos por três dias com outras ONGs, como a Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência e assessores da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj. Vizinhos de João Lennon, que seria viciado em crack e cunhado de um traficante, contaram que ele foi levado para dentro de casa por policiais e, em seguida, foram ouvidos disparos. O corpo teria sido retirado do local pelos PMs, ainda segundo moradores.
Um outro caso que consta do documento é o de um morador, também da Nova Brasília, que diz ter sido torturado por PMs - apesar de não ter ficado com marcas de violência. O morador contou que ele e outras duas moradoras, de 14 e 15 anos, foram algemados por volta das 8h e só liberados no fim do dia, depois de percorrem toda a favela com PMs, que queriam informações sobre armas e drogas. Os policiais teriam ainda ironizado quando o morador mostrou que tinha um crachá de trabalho. Segundo o documento elaborado pelas ONGs, o morador afirmou que, em determinado momento, os policiais o mandaram fechar os olhos e, com o cano de um fuzil em seu peito, gritavam que iriam matá-lo. Em outro momento, segundo o relato, os policiais teriam usado as três vítimas como escudo, durante uma troca de tiros com bandidos. Após horas sob o controle dos policias, inclusive com agressões como chutes e socos, os três moradores foram liberados, mas teriam ouvido dos PMs que deveriam deixar a favela. Não há registro de marcas das agressões no relatório das ONGs.
Pelo documento, que foi divulgado pelo deputado federal Chico Alencar (PSOL), da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o filho de um morador teria sido torturado com sufocamento. De acordo com o relato, PMs invadiram uma casa no dia 28 no Complexo da Penha e, após descobrirem que um dos moradores que tinha passagem pela polícia e estava no sistema semiaberto, teriam iniciado ums sessão de tortura. O rapaz foi levado para um dos quartos por dois policiais, e lá, segundo o documento, teria sido submetido a sessões de violência por mais de uma hora, com um saco plástico e agressões físicas. Apesar dos gritos da vítima, os pais do rapaz nada teriam podido fazer pois estariam na sala da casa sob a vigilância de um outro PM. Conforme o relato, o jovem teria sido levado depois pelo policiais e apresentado à imprensa como traficante. Também neste caso, o documento não registra marcas de torturas nas vítimas.
Na quinta-feira 2 de dezembro, duas casas que ficam próximas a um boca de fumo no Alemão teriam sido invadidas por homens do Bope. O documento elaborado pelas ONGs diz que os policiais estariam à procura de R$ 100 mil deixados por traficantes, e teriam dito que pagariam R$ 10 mil para quem indicasse onde estava o dinheiro. Numa das casas, depois de quebrar móveis e eletrodomésticos, teriam iniciado uma sessão de torturas com choque elétrico num dos moradores. Segundo o relato, a vítima teve as mãos e os pés amarrados. A violência teria durado cerca de meia hora.
Uma outra moradora contou aos integrantes das ONGs que estava em casa com os filhos quando chegaram policiais acompanhados de um X9 (informante) encapuzado. Segundo o relato, os policiais teriam afirmado que tinham informações de que existiriam armas e drogas na casa. Uma criança de 2 anos, que estava na casa, teria sido torturada. No relato, consta que a moradora foi jogada numa cama, espancada e espetada com uma escopeta nas costas. Ela disse que não fez exame de corpo de delito porque se sentia ameaçada.
Em nota, a Secretaria de Segurança informou que o secretário José Mariano Beltrame não tomou conhecimento do conteúdo do relatório. Segundo a secretaria, "desde o dia da ocupação, quando a imprensa apresentou as primeiras denúncias, agentes das corregedorias passaram a trabalhar no Complexo do Alemão. Cerca de 50 procedimentos apuratórios foram abertos desde então, mas, devido à fragilidade dos testemunhos ou das provas apresentadas, os órgãos de controle pediram mais prazo para aprofundar as investigações". Ainda segundo a nota, a pedido do secretário, a Defensoria Pública do estado pôs uma equipe para atender às queixas da população local.
Diretora da Justiça Global, Sandra Carvalho não chegou a visitar as comunidades, mas finalizou o relatório a ser enviado nesta terça à ONU e à OEA. Ela disse que o documento final sugere aos organismos internacionais que peçam esclarecimentos às autoridades brasileiras sobre as denúncias. O relatório também solicita uma visita do relator da ONU nas comunidades.
- Em 2007, o relator esteve no Alemão e fez um relatório de denúncia de abuso policial na comunidade. O Brasil foi cobrado pela ONU e um segundo relatório, com certeza, será muito ruim para o país. O que temos de relatos demonstra a realidade do que está acontecendo. As denúncias são graves e mostram que os moradores continuam sofrendo com a presença da polícia - disse ela.
Apesar de até segunda-feira não ter lido o relatório, o deputado Marcelo Freixo (PSOL), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, destacou que ouviu denúncias semelhantes quando visitou as favelas após a ocupação:
- Também recebi algumas pessoas no meu gabinete e imagino o teor das denúncias. Da mesma forma que recebi relatos de policiais cordiais, recebi queixas de policiais agressivos".
COMENTO:
O Estado não pode agir como bandido, portanto, todas as denúncias devem ser apuradas.
Pessoalmente, lamento que ainda não recebi qualquer notícia sobre as investigações da Comissão de Direitos Humanos da ALERJ sobre as denúncias que fiz contra a violação de direitos dos Policiais Militares que estão trabalhando obrigados nas UPPs, inclusive com desrespeito ao edital do concurso.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 7 de setembro de 2010

JORNAL DA SEGURANÇA PÚBLICA - ANO I - 097 - 06 SET 2010.

A UPP ÔCA (1 minuto).

Na UPP do Andaraí, a mais nova, os Policiais Militares se alimentam em pé, pois não existem cadeiras, comendo alimentação servida em quentinhas que chegam frias. Além disso, são mochileiros, não possuem armários para guardar seus fardamento e equipamentos, o que faz com que levam esse material no trajeto casa-trabalho-casa, assim sendo, correm risco de morte no caso de serem abordados por criminosos.
Na sede da UPP não existe água potável disponível.
As viaturas da UPP do Andaraí foram retiradas das outras UPPs, iniciando o processo de canibalização do projeto eleitoreiro.
Os que servem afastados dos dois containers, durante o dia precisam usar os banheiros cedidos pelo comércio ou por moradores, durante a madrugada usam o mato como banheiro. Logo alguém fotografará um PM fazendo necessidades fisiológicas no mato, expondo a Polícia Militar a mais um ridículo.
Lembro que a maioria dos PMs que estão nas UPPs, fizeram concurso para trabalharem nos municípios da Baixada Fluminense e do interior, mas estão obrigados nas UPPs.
As UPPs violam os direitos básicos dos PMs, que são obrigados a trabalhar em turno de 12 horas em pé.
A Comissão de Direitos Humanos da ALERJ foi cientificada dessas violações aos direitos humanos, há mais de dois meses, mas ainda não se manifestou. Parece que para a ALERJ os PMS não são seres humanos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 15 de agosto de 2010

DEPUTADO MARCELO FREIXO, OUÇA OS POLICIAIS MILITARES QUE TRABALHAM NAS UPPs, DEIXE AS FESTAS PARA DEPOIS.

O DIA
Penso que será muito mais produtivo o deputado marcelo Freixo ouvir os jovens Policiais Militares que estão sendo sacrificados nas UPPs. Pode aproveitar a representação que eu fiz na Comissão de Direitos Humanos da ALERJ sobre essas violações, meses atrás, afinal, Policial Militar também é ser humano.
A questão das festas pode ficar para depois, o mais importante é resgatar a condição de ser humano dos Policiais Militares que trabalham nas UPPs. Isso é URGENTE.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 20 de maio de 2010

RIO DE JANEIRO:PREFEITOS DESMORALIZADOS POR SÉRGIO CABRAL.

Coronéis Barbonos
Sérgio Cabral, o único governador que perseguiu
Coronéis honestos da PMERJ
A Polícia Militar tem aberto vagas nos seus concursos para novos Policiais Militares trabalharem nos municípios do interior do Rio de Janeiro, com vagas definidas no edital dos concursos.
A formação desses novos Policiais Militares tem sido realizada nos próprios batalhões desses municípios, porém, após a conclusão dos cursos, Sérgio Cabral não está permitindo que esses Policiais Militares trabalhem no interior, um direito previsto nos editais.
Eles estão sendo colocados nas UPPs da Zona Sul, como os integrantes da primeira turma do concurso de 2008 e no início dessa semana, os integrantes da segunda turma do mesmo concurso, foram deslocados para reforçarem o policiamento nos batalhões do município do Rio.
Eu denunciei o primeiro caso ao Ministério Público e à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ.
A situação é tão absurda que Sérgio cabral, que não aceita ser contrariado, está pagando R$ 1.700,00 de RioCard para Policiais Militares que moram no interior do estado, quase o dobro do salário, para mantê-los nas UPPs, ao invés de permitir a ida deles para o inetrior, como o edital previa.
Basta que a mídia compareça na UPP da Ladeira dos Tabajaras, por exemplo, para confirmar essa verdade, conversando em "off" com os Policiais Militares. Inclusive a mídia poderia fazer uma matéria sobre os containers que continuam servindo de alojamento.
O erário público está sendo depauperado.
Cidadão fluminense, existem Policiais Miliatres que consomem mais de sete horas apenas no deslocamento de casa para o 19o BPM (UPP). Você acha que esses Policiais Militares, esgotados pela viagem, ficam acoradados durante à noite ou dormem?
Diante dessa realidade, os PREFEITOS desses municípios estão sendo desmoralizados pelo governador, pois não têm força política para fazer com que os direitos dos jovens Policiais Militares sejam respeitados e ainda, perdem efetivo para aplicar no policiamento.
Cabral é o REI DO RIO, o resto é súdito.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 19 de maio de 2010

POLÍCIA MILITAR - GRAVE DENÚNCIA - PRELIMINAR.

Prezado leitor, para que você possa entender a denúncia que postaremos ainda hoje no nosso blog, recomendo a leitura dos documentos abaixo, que foram entregues ao Ministério Público e a Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, no dia 09 FEV 2010.
No Ministério Público eles estão sendo analisados na 3a Promotoria do MP da Cidadania e da Tutela Coletiva.



A seguir, cópia do edital do concurso onde constam a distribuição das vagas, inclusive para os Municípios do interior do Rio de Janeiro. Os editais são considerados como as leis do concurso.
A nossa denúncia guarda relação direta com o desrespeito aos direitos dos Policiais Militares por parte do governo Sérgio Cabral, especificamente, pela atual gestão da Polícia Militar, como está ocorrendo nos fatos denunciados na documentação que ilustra esse artigo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA - A VERDADE.

Hoje fiz o prometido, entreguei uma comunicação à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ e ao Ministério Público, contendo a verdade sobre as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Tratei, entre outros, dos seguintes temas:
- o descumprimento do edital do concurso;
- a penúria dos Policiais Militares que deveriam estar lotados em outros municípios (dormir em bancios da rodoviária, dormir duas horas por dia, etc) e que estão obrigados nas UPPs da Zona Sul;
- a escala desumana de 12 x 24 horas + 12 x 48 horas, para policiamento à pé, com turno de 12 horas;
- o pagamento do RioCard para uma minoria;
- as placas balísticas inadequadas (tamanho Extra G) que colocam em risco os Policiais Militares;
- o fato de terem treinado com um tipo de armamento e estarem trabalhando com outro; e
- o fato dos Policiais Militares se alimentarem na rua, em pé, uma vez por dia, com alimentos servidos em quentinhas.
Tenho certeza que as providências serão adotadas e responsabilidades serão cobradas, afinal "O Policial Militar é o patrimônio da PMERJ".
Desde já me coloco à disposição de qualquer órgão da mídia brasileira que queira publicar uma matéria sobre as UPPs.
Cidadão, você sabe quantos Policiais Militares trabalham em cada turno na UPP do Batam?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O CAOS DAS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA (UPPs) - RELATÓRIO.


O nosso espaço democrático completou dois anos de existência no mês de setembro do ano passado, nesse período nós conseguimos construir uma relação de confiabilidade com um grande número de leitores e de colaboradores, tanto com relação aos integrantes das instituições militares estaduais (Policiais Militares e Bombeiros Militares), quanto com realação à população em geral.
A nossa credibilidade faz com que inúmeras denúncias sejam encaminhadas rotineiramente na forma de comentários ou através de emails e do blogfone.
Todas as denúncias que recebemos nós encaminhamos para as instituições militares (Corregedoria Interna) ou para o Ministério Público, inclusive na próxima segunda-feira entregaremos uma série de denúncias (aproximadamente dez) recebidas na Polícia Militar, na esperança de que recebam o tratamento adequado e que sejam INVESTIGADAS com a necessária isenção e dedicação.
Se isso não ocorrer, como foi feito na denúncia encaminhada em desfavor do ex-Corregedor Interno, que não foi investigada por ser aanônima, segundo a Polícia Militar; agiremos na mesma direção, comunicaremos o fato ao Ministério Público na tentativa de efetivar a investigação, mesmo a contragosto daatual gestão.
Vez por outra, resolvemos avançar um pouco a respeito das denúncias recebidas. como foi o caso das denúncias sobre a terceirização das viaturas da PMERJ, onde avançamos um pouco no conhecimento dos fatos denunciados e encaminhamos uma comunicação mais robusta ao Ministério Público que abriu uma ação civil pública para apurar os fatos.
Idêntica linha de ação adotamos com relação às denúncias que recebemos sobre as FAMOSAS Unidades de Polícia Pacificadora, o carro chefe da propaganda do governador Sérgio Cabral, na combalida área da segurança pública.
Visitamos várias UPPs instaladas e ficamos horrorizados com o que constatamos, um total desrespeito ao Policial Militar, o PATRIMÔNIO DA PMERJ, como está escrito em vários muros de quartéias da Polícia Militar.
Seria melhor mandar apagar essa frase dos quartéis, elas beiram a hipocrisia.
Jovens Policiais Militares que deveriam estar sendo muito bem recebidos na corporação, estão aprendendo a odiar a Polícia Militar, tamanho o descaso com que estão sendo tratados.
Sem dúvida, esses jovens nunca conseguiram aprender qualquer noção de direitos humanos, tendo em vista o completo abandono imposto a eles.
Os fatos são muito graves e envolvem inclusive a exposição desnecessária ao risco de morte desses Policiais Militares.
Tudo muito triste, o retrato fiel de uma corporação que não respeita os seus integrantes.
Enquanto isso parte da mídia segue festejando as UPPs dando seguimento aos seus acordos com o governo, esse cliente que só nesse ano gastará R$ 180 milhões em propaganda governamental (eleitoral).
Na segunda-feira farei as comunicações (documentos e vídeos anexos) ao Ministério Público e a Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, afinal, Policial Militar também é ser humano ou não...
Fiz a minha parte, cumpri o meu dever e o meu compromisso com aqueles que denunciaram.
Mandem novas denúncias.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA: O POLICIAL MILITAR ESCRAVIZADO E HUMILHADO.

Prezados leitores, continuo avançando na reportagem investigativa sobre as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), um dos projetos eleitoreiros de Sérgio Cabral (PMDB), na busca aflita por chances de reeleição, as quais diminuem a cada dia.
O sentimento é de decepção e de revolta.
A gestão da modernidade se mostra subserviente, má gestora e inteiramente despreocupada com o homem, o Policial Militar, o patrimônio da Polícia Militar.
Concluirei as investigações logo que retornar de Brasília e devo estar entregando as comunicações no dia 08 FEV 2010, à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ; ao Ministério Público da Cidadania e da Tutela Coletiva e ao Ministério Público da AJMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

SÃO PAULO: POLICIAIS CIVIS SÃO SUSPEITOS DA PRÁTICA DE EXTORSÃO NA TRAGÉDIA QUE RESULTOU NA MORTE DE UM JOVEM.

FOLHA DE SÃO PAULO:
Policiais praticavam extorsão, diz secretaria.
Segundo a pasta, os dois estavam de folga em uma área fora da região onde trabalham, sem autorização dos superiores.
Duas alunas foram atingidas por disparos; o policial sobrevivente e o informante foram presos por extorsão mediante sequestro.
"Uma operação clandestina realizada por policiais civis de São Paulo terminou em troca de tiros na porta de uma escola no Grajaú -na zona sul da capital. Um policial e um estudante de 17 anos, que acabara de sair da aula, morreram. Outras duas estudantes e um criminoso ficaram feridos.De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o agente Luiz Carlos Burgo Breslizek, 28, e o carcereiro Washington Luiz Albino Pereira, 38, sem autorização nem conhecimento de seus superiores, tomaram emprestado o carro de um informante (Márcio Soares de Souza, 38) para realizar a prisão de dois suspeitos de tráfico.
Nenhum dos policiais trabalhava na região e ambos estavam de folga. Pereira alegou que eles investigavam desmanches clandestinos e viram os dois homens traficando. Breslizek morreu ainda no local.
A Secretaria da Segurança, porém, afirma que os dois policiais foram ao local para extorquir dinheiro dos dois supostos traficantes William Sobral Pinheiro dos Santos, 19, e Rollyson Ramon Nogueira, 19. Com eles, segundo os policiais, foi apreendida pequena quantidade de cocaína e maconha.
Os dois suspeitos foram algemados e colocados no veículo. Além dos dois policiais, o informante também participava da operação. Avisados, quatro colegas dos supostos traficantes seguiram o veículo, cercaram o Gol e começaram a disparar.
O policial morreu com a arma na cintura. O outro conseguiu disparar três vezes. Os bandidos, segundo a polícia, dispararam pelo menos 20 vezes contra o veículo.
Alunos que haviam deixado a Escola Estadual Roberto Mange, por volta das 21h30, ficaram no meio do tiroteio.
Além do jovem Lucas Cordeiro Gomes, que morreu, os tiros atingiram as alunas Adriana Silva de Arruda, 15, e Aryane Karoline Magalhães, 17. "Pensei que tinha levado uma pedrada na perna", contou Adriana. A bala atravessou sua perna esquerda, acima do joelho. Seu estado é estável.
Já Aryane disse para a mãe, a artesã Luciana Alves dos Santos, 40, que pensou que o som dos tiros era o barulho de escapamentos de motos. A bala se alojou perto da coluna da menina e foi retirada em cirurgia. Ela não corre risco de morte.
O policial sobrevivente e o informante foram presos por extorsão mediante sequestro.
Os dois supostos traficantes foram presos por tráfico. Um deles foi baleado durante o tiroteio e permanecia internado.
Nem Breslizek nem Pereira eram ou foram investigados pela Corregedoria. A Folha não localizou os advogados do policial preso e do informante".
Temos que aguardar a conclusão das investigações para formarmos uma opinião, essa deve ser a regra. Todavia, não podemos colocar vendas sobre os nossos olhos e não abordar o gravíssimo problema que se transformou o envolvimento de agentes da lei com as práticas criminosas.
É dever do governo "limpar" as polícias e isso só será possível quando forem construídas Corregedorias Internas dotadas de todos os recursos humanos e materiais indispensáveis para viabilizar as investigações.
A atividade correcional deve estar diretamente ligada ao Ministério Público, como forma de controle e de garantia aos agentes correcionais.
No Rio de Janeiro, a Polícia Militar retomou em 2005 os investimentos na área correcional, o que fez com que o efetivo correcional aumentasse, se aproximando de 1% do efetivo total da PMERJ e que fosse dobrado o número de Delegacias de Polícia Judiciária Militar.
Esse processo se estagnou em 2008 e sofreu um grande retrocesso na atual gestão com o enfraquecimento de todo aparelho correcional.
Em 2008, Sérgio Cabral revogou o decreto estadual número 41.140/2008 que dava garantias ao efetivo da Corregedoria Interna e não implantou o Gabinete Geral de Assuntos Internos, embora tenha aprovado a sua criação, órgão que amplificaria o controle interno e que possibilitaria uma melhor investigação, sobretudo das denúncias envolvendo comandantes, chefes e diretores.
A atual gestão desviou dezenas de Policiais Militares da área correcional, os colocando na atividade operacional, como preconizou Rodrigo Pimentel, ex-BOPE, conforme reportagem que já publicamos nesse espaço democrático.
Comuniquei esse esvaziamento ao Ministério Público e à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, considerando ser inteiramente inexplicável essa desarticulação das ações correcionais em uma Polícia Militar que padece com desvios de conduta diariamente.
A alegação da necessidade de aumentar o efetivo nas ruas é inteiramente vazia de significado, considerando que existem milhares de Policiais Militares cedidos a outros órgãos, os quais deveriam ser recuperados para aplicação na atividade operacional.
Vamos aguardar esses resultados esperando que o Ministério Público e a ALERJ não aceitem essa desculpa esfarapada.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

CORREGEDORIA INTERNA: CUMPRINDO O NOTICIADO.

Comunicações encaminhadas para:
- Comissão de Direitos Humanos da ALERJ;
- Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ;
- Ministério Público (Cidadania); e
- Ministério Público (AJMERJ).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 26 de junho de 2009

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA OAB/RJ.

Hoje, mais um Policial Militar foi assassinado, em decorrência da tática do "tiro, porrada e bomba", empregada pelo governador Sérgio Cabral.
No atual governo, apenas em serviço, estamos próximos de atingir 60 (sessenta) Policiais Militares assassinados, um a cada 15 (quinze) dias.
Deixam viúvas e órfãos, se transformam em Bandeiras Nacionais.
Cumpre destacar que a maioria desses Policiais Militares está sendo assassinada durante confrontos armados com traficantes de drogas, em operações com ordem ou com aquiescência da secretaria de segurança pública, sendo que prevenir e reprimir o tráfico de drogas, não é missão da Polícia Militar, assim sendo, tal ordem, salvo melhor juízo, constitui um flagrante desvio de função constitucional.
Hoje, em entrevista para a mídia o Comandante do 23 BPM, Tenente-Coronel de Polícia Lima Castro, foi profundamente infeliz ao assumir a responsabilidade que é da Polícia Federal, reprimir o tráfico de drogas em comunidades carentes.
O artigo 144 não deixa qualquer margem a dúvida, cabe a Polícia Federal (e não a Polícia Militar) prevenir e reprimir o tráfico de drogas, missão que não está sendo cumprida no Estado do Rio de Janeiro.
Cabe ainda à Polícia Federal reprimir o contrabando de armas.
Quem deve incursionar em comunidades carentes, dominadas pelo tráfico de drogas é a Polícia Federal.
Do exposto conclui-se que, deliberadamente, Policiais Militares estão sendo mandados para cumprir missão de Policiais Federais e estão sendo assassinados em decorrência dessa ordem absurda e contrária aos preceitos constitucionais.
Urge que a Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ adote as providências indispensáveis para preservar a vida dos Policiais Militares e para responsabilizar os autores das ordens que resultaram em cerca de 60 (sessenta) Policiais Militares assassinados.
Além da OAB/RJ, a Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, bem como, todas as Associações de Classe de Policiais Militares devem adotar as mesmas medidas.
Prevenir e reprimir o tráfico de drogas é missão específica da Polícia Federal.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 15 de março de 2009

PUNIÇÃO DE CORONEL BARBONO - REPERCUSSÃO NA MÍDIA ( 26 ).

O GLOBO:
NOTAS.
APOIO A CORONEL.
A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da ALERJ já recolheu 29 assinaturas de deputados para um abaixo-assinado que será entregue ao Governador Sérgio Cabral solicitando a anulação da punição ao Coronel PM Ronaldo Antônio de MENEZES. O Oficial foi liberdado ontem após quatro dias de prisão em Niterói, porque escreveu artigo explicando a deteriorização da segurança pública.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO