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sábado, 28 de janeiro de 2012

A MOBILIZAÇÃO DOS BOMBEIROS, POLICIAIS MILITARES E POLICIAIS CIVIS – O CULTO AOS LÍDERES, ERRO GROSSEIRO E PRIMÁRIO.

Em 2005, eu e o Coronel de Polícia Esteves começamos a idealizar a formação de um grupo de Coronéis para defender a PMERJ e lutar contra a subserviência ao poder político da corporação. O grupo só pode ser efetivado em 2007, sendo denominado como o grupo dos Coronéis Barbonos.
Pergunto:
Eu quis ser o líder? Não. Ao contrário, sempre lutei pelo colegiado, tendo cobrado até um rodízio na concessão das entrevistas às redes de televisão que estavam presentes em todas as nossas reuniões.
Em 2009, quando ninguém no Rio de Janeiro estava lutando pela aprovação da PEC 300/2008 (hoje PEC 446), eu organizei e financiei a primeira marcha sobre o tema, isso na Praia de Copacabana.
Pergunto:
Eu quis ser o líder? Não. Inclusive solicitei ao final da caminhada que fosse criada uma comissão para gerir a mobilização, o que foi feito na época e que atualmente se perdeu.
Em 2011, os Bombeiros iniciaram uma mobilização, eu participo desde o começo. Aliás, o único Coronel PM ou BM que participa desde os primeiros passos e que participou de todos os atos até hoje.
Pergunto:
Eu quis ser líder? Não. Nem poderia, o movimento era dos Bombeiros.
Caro leitor, nesse ponto você pode estar se perguntando, por que o Coronel Paúl nunca quis liderar os movimentos?
Simples. Primeiro eu sempre defendi o trabalho em conjunto (equipe), onde todos atuam como colaboradores para o sucesso, para o alcance dos objetivos. Nunca considerei nenhuma função mais importante que outra, afinal as nossas instituições funcionam como um sistema de papéis, onde cada um é imprescindível para o resultado desejado. Além disso, cultuar lideranças só enfraquece a mobilização. Elas devem existir sempre, elas são importantíssimas, elas impulsionam o movimento, porém devem permanecer embutidas no processo interno, onde serão certamente valorizadas ao seu tempo.
Leitores, os senhores lembram em 2007/2008 quando quiseram enfraquecer a mobilização e me colocaram como líder dos Coronéis Barbonos na mídia. Dias depois o jornal Extra estampou na capa que “Caiu o Líder dos Barbonos”, divulgando (antecipando) que eu seria exonerado da função de Corregedor Interno. O próprio secretário de segurança confirmou a minha ida para a DGP, mas eu resisti e não fui exonerado. O furo do jornal Extra virou uma “barriga”, como dizem no vocabulário jornalístico, mas tudo terminou muito bem entre o Coronel Paúl e os jornalistas do Extra.
Lembram em 2011, no calor da mobilização do SOS Bombeiros, que a imprensa destacou que havia interesse político, pois vários líderes dos Bombeiros já tinham sido candidatos a cargos eletivos.
Pois é...
Cultuar lideranças só serve para dar destaque aos cultuados, nada acrescentam de positivo para a mobilização, só agregam negatividades, inclusive dois defeitos terríveis da espécie humana: a vaidade e a inveja.
Infelizmente, igual resultado provoca o mau uso da religiosidade, por exemplo. Considero muito importante que diante do trabalho em conjunto de centenas (milhares) de pessoas que ocorra no início dos trabalhos um minuto de reflexão, no qual os que não professam qualquer religião possam refletir positivamente sobre o que será desenvolvido e para que os religiosos possam fazer seu culto, seu momento de ligação com o divino, mas isso em silêncio, para que um não atrapalhe o outro. Considero isso perfeito, mas em contra partida impor uma religião gritando ao microfone e/ou entoando cânticos exclusivamente de uma religião, isso só desagrega e deve ser repudiado e não estimulado. O movimento SOS Bombeiros insistiu nesse erro o tempo todo. Espero que amanhã já exista uma evolução para o minuto de reflexão, o respeito a fé de cada um e não imposição de uma religião para o movimento, a religião do líder. Isso não levou a nenhuma vitória e ainda fez com que surgissem incontáveis críticas de vários setores.
Escrito isso, no próximo artigo revelo quem foi o líder de fato do extraordinário movimento SOS Bombeiros e que deverá ser o líder da nova fase da mobilização, mas não esqueçam, uma liderança interna e não para dar palanque para ninguém.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

BELTRAME QUER COLOCAR MAIS DE 60.000 NA PMERJ, EM 2007 OS CORONÉIS BARBONOS RECOMENDAVAM PARAR COM AS INCORPORAÇÕES.

O secretário de segurança Beltrame está destruindo o presente e o futuro da Polícia Militar incorporando milhares de novos PMs, privilegiando a quantidade em detrimento da qualidade, isso para atender o projeto político das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP).
Beltrame não tem compromisso com a PMERJ (nem com a PCERJ), seus compromissos são políticos, o que faz com que tenha uma postura paradoxal, pois enquanto fala nas entrevistas que os PMs ganham muito mal, ele incha a Polícia Militar, agigantando a corporação, mesmo sabendo que quanto maior o efetivo, menores serão os salários.
Certamente, ele não aprovaria que o efetivo da sua Polícia Federal fosse aumentado de pouco mais de 10.000 para 100.000 Policiais Federais, diante da necessidade da instituição cumprir as suas missões constitucionais, pois isso acabaria com os excelentes salários que recebem.
Em julho de 2007, início do governo Sérgio Cabral (PMDB), os Coronéis Barbonos alertavam para esse e outros problemas (Leiam a carta).
Eu republico o item que trata especificamente do problema:
Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2. Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores. Em conseqüência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente.
Os Coronéis Barbonos queriam salvar a Polícia Militar, nem Sérgio Cabral e nem Beltrame tem tal preocupação. Isso fez com que os Barbonos fossem exonerados e aposentados compulsoriamente, eles estavam atrapalhando.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 26 de novembro de 2011

OS CORONÉIS BARBONOS DO MARANHÃO.

SITE POLICIALBR:
Coronéis Ivaldo e Melo afirmam que não desistirão do movimento gevista na PMMA.
O coronel Ivaldo Barbosa desmentiu a informação de alguns blogs governistas, que afirmaram que ele e o coronel Francisco Melo, estavam arrependidos por comandarem o movimento e com receio de serem presos.
Ao ser indagado sobre a informação de que o coronel Melo teria ligado para a promotora da Justiça Militar, Maria do Socorro Assunção Gomes, para amenizar sua situação, Ivaldo sorriu e disse que são apenas notícias sem fundamento de alguns blogs que querem prejudicar o movimento grevista. E ligou na mesma hora para Melo, que negou a informação e afirmou que não vai abandonar os manifestantes (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

sábado, 15 de outubro de 2011

BOMBEIROS RESPONDEM MENSAGEM DO COMANDANTE GERAL.

Sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Réplica!
''A hora não é de nos dividirmos, de guerrearmos como se pertencessemos a instituições diferentes. Somos unos e indivisiveis, pertencentes a um só Corpo. O calor, a fumaça, o rigor dos mares e florestas , o desafio das alturas, o atendimento pré-hospitalar, a força dos desastres naturais, a imagem do rosto de cada uma das vítimas dos inúmeros socorros de que participamos criam entre nós um sentimento único.
Não somos aventureiros. A maioria absoluta de nós não tem ambições políticas. De minha parte, tenho orgulho de comandar o nosso Corpo de Bombeiros, entretanto, não tenho com este ou com aquele Senador ou Deputado, nenhum tipo de vínculo que privilegie benefícios individuais em detrimento do compromisso com o nossa instituição. Aceito o desafio de lutar dignamente pelos nossos ideais.
Não peço votos. Peço apenas o imprescindível apoio e confiança de todos para representar a nossa Corporação.
Creio firmemente em Deus. Vivo desta crença e da convicção de que juntos, se todos quisermos, de forma responsável e honesta, poderemos fazer grande coisas.
Vamos fazê-las!!! ''
Cmte geral do CBMERJ-Cel Sergio Simões.
As palavras acima estão publicadas no site do Cbmerj, assinadas pelo sr. Comandante Geral.
Ignorando completamente a argumentação descabida acerca da política, que é tão absurda que nem vale a pena comentar (nossa luta é por dignidade! Será que ainda não conseguiram entender?), gostaríamos de fazer algumas considerações.
Em primeiro lugar, vejam bem o seguinte: o Cel Simões é o único secretário de estado e comandante Geral de todo o BRASIL.
E, por que isso acontece, senhores?
Isso só acontece, senhores, por que os seus bombeiros (''aventureiros'') decidiram lutar corajosamente por DIGNIDADE!! Somos BOMBEIROS ou aventureiros (vocês decidem), que lutam não só pela corporação, mas, principalmente, pelo ser humano, que, diariamente, arrisca sua vida no cumprimento da mais nobre e árdua missão, salvar vidas!
O ser humano, bombeiro militar, está doente e não aguenta mais ouvir discursos, que não trazem solução efetiva para os nossos problemas. NÃO queremos paliativos, queremos SOLUÇÃO!! Não queremos mais ouvir do nosso representante que estamos ''JUNTOS''. Queremos ver, efetivamente, uma postura de líder, de bombeiro!!
Estamos à beira do caos em nossa corporação e não devemos mais omitir da população e do governador o que está acontecendo. Os bombeiros pedem socorro!! Esta é a realidade!! O discurso precisa ser verdadeiro e mostrar, que se não houver uma resposta de fato, uma tragédia de repercussão internacional pode acontecer. NÃO AGUENTAMOS MAIS!! Estamos há seis meses lutando e o governador literalmente IGNORA a trágica situação que estamos vivendo.
O momento é o AGORA!! A SUA tropa, sr. comadante geral do CBMERJ, quer uma solução!! A sua tropa quer um líder comprometido acima de tudo com o bombeiro militar!! Não esconda do governador a gravidade da situação!! O nosso compromisso é com a população !! O nosso lema é 'vida alheia e riquezas salvar'!! Ou mudou ?? Mostre para o governador a REALIDADE !! O senhor é o comandante e a solução de tudo está nas suas mãos !! O momento é decisivo !! Ou o senhor está com a tropa, de fato, ou o senhor está com o governador. Não esqueça: o senhor É O NOSSO COMANDANTE GERAL. Traga a solução defintiva para SUA tropa.
NÓS ESTAMOS COM O SENHOR, SE O SENHOR ESTIVER CONOSCO.
Respeitosamente,
SOS BOMBEIROS - Movimento pela DIGNIDADE!!
COMENTO:
Eu apoio a luta dos Bombeiros desde a reunião que participei na Barra da Tijuca, onde estive como convidado, fato que estou reproduzindo em livro, pois aprendi que temos que deixar a verdade histórica materalizada, caso contrário, os interesses pessoais e políticos constroem uma mentira e colocam no lugar da verdade.
O pedido de união do Comandante Geral é oportuno, concordo com ele, discordo apenas do movimento que deve ser feito para promover a união.
Não é a tropa que deve se unir ao Comandante Geral, mas o Comandante Geral que deve se unir à tropa, abrindo mão, se necessário for, dos seus cargos e das suas gratificações, como fizeram os Coronéis Barbonos em 2007/2008.
O que a tropa quer é dignidade.
O primeiro a lutar por isso precisa ser o Comandante Geral, isso é fato.
Repito, a palavra de ordem no Corpo de Bombeiros é união, não tenho dúvida. 
União de Coronéis e Soldados em defesa da Instituição e contra um governo que só mal tem feito ao CBMERJ.
Aliás, o melhor lugar para materializar tal união é a Praia do Leblon, Posto 12, no dia 30 OUT 2011, a partir das 10:00 horas.
Lá devem estar Coronéis e Soldados, lutando, ordeira e pacificamente, rogando as bençãos de Deus e o apoio da população, para o resgate do heróico e glorioso Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.
BRADOU GERAL!
O Dia D da união é o dia 30 OUT 2011.
Os cabeças brancas deverão estar na testa, como eu estive no dia 27 JAN 2008.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CORONÉIS BARBONOS E 40 DA EVARISTO: E SE ELES VOLTASSEM?

Volta e meia me perguntam sobre os Coronéis Barbonos e os 40 da Evaristo, quando explico que o grupo dos Barbonos se desfez oficialmente e que os 40 simplesmente desapareceram como grupo, embora ainda existam remanescentes dos dois grupos que continuam lutando.
Atualmente, sou o único Barbono que participa constantemente da luta pela cidadania, os outros estão tocando suas vidas, um direito inalienável deles.
No tocante aos 40 da Evaristo, alguns deles estão na luta pela PEC 300 e na mobilização dos Bombeiros Militares, ainda não desistiram de lutar.
Volta e meia também me perguntam o que aconteceria se eles voltassem?
Respondo que é praticamente impossível a volta dos Coronéis Barbonos, quase tão impossível quanto o surgimento de um novo grupo de Coronéis da ativa da Polícia Militar, formado por ocupantes das funções mais importantes, dispostos a lutar pela tropa, como fizeram os Barbonos.
Penso ser mais fácil a volta dos 40 da Evaristo, considerando o núcleo duro que permanece na luta.
Sem dúvida, se o grupo dos 40 da Evaristo se unisse aos Bombeiros Militares, a mobilização ganharia uma força maior ainda e seria renovada, algo necessário nesse momento.
Os Bombeiros estarão reunidos no Clube dos Portuários, na sexta-feira, dia 23 SET 2011, certamente alguns membros dos 40 da Evaristo estarão presentes e quem sabe não podem conversar sobre essa possibilidade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

POLICIAL MILITAR. MOSTRA TUA CARA, NÃO SEJA O PRÓXIMO "PEDINTE".

BLOG DO RVCHUDO.
POLICIAL MILITAR. MOSTRA TUA CARA, NÃO SEJA O PRÓXIMO "PEDINTE".
Segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Plagiando Cazuza
PM
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
PM
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim...

Policial é uma profissão de risco, em especial o Policial Militar, que diuturnamente patrulha as ruas do Estado do Rio de Janeiro no combate incessante ao crime. A consequência de acidentes e incidentes no exercício da função, geralmente é a morte ou sequelas irreversíveis.
Policial é uma profissão de risco, em especial o Policial Militar, que diuturnamente patrulha as ruas do Estado do Rio de Janeiro no combate incessante ao crime. A consequencia de acidentes e incidentes no exercicio da função, geralmente é a morte ou sequelas irreversiveis.
"O RESGATE DA CIDADANIA DO PM”
“GRUPO DOS BARBONOS”
Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar.
A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares integrantes e de seus dependentes.
Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal.
Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006.
Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios".
O sistema de saúde da PMERJ está capengando, não consegue acompanhar a demanda com a entrada de efetivo e o não dimensionamento de suas intalações. O custeio se faz com recursos descontados dos contra cheques dos militares e com a devida contrapartida do Estado, o que não ocorre e nem é cobrado pelo Comando.
O "31 de Voluntários" e os "Treme Terra", combateram no Paraguai, atendendo o chamado da Pátria para junto com a Triplice Aliança, reforçar o efetivo militar do Brasil.
Hoje, os descendentes, o efetivo da PMERJ, é "comprado pelo governo com "gratificações" de diversos valores, dividindo a tropa e a mantendo "inerte" com o que acontece. As gratificações acabam, somem assim que o PM for afastado por qualquer motivo, inclusive se ferido em serviço.
Os pedintes de amanhã.
Meu texto não tem a intenção de ofensa, e sim de alerta. Um alerta para o próximo pedinte, que está a caminho, já que o Estado certamente o abandonará assim que não for mais útil.
Não sou um sonhador, sou realista. Começam a aparecer os resultados do "massacre" aplicado contra os Militares Estaduais. Policiais Militares feridos em serviço buscam ajuda nas redes sociais e diversos meios de comunicação. Precisava isso? (leiam a íntegra).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL: ESTÁ NA HORA DE CHAMAR O CORONEL UBIRATAN DE VOLTA.

Exmo Sr Governador Sérgio Cabral (PMDB), caso vossa excelência tivesse um mínimo de compromisso com a felicidade da população fluminense ou com o futuro da segurança pública no RJ ou pelo menos com a sobrevivência da Polícia Militar, eu faria uma mobilização em frente ao Palácio Guanabara para solicitar que o Coronel Ubiratan fosse resgatado.
Infelizmente, vossa excelência só tem compromissos consigo e com seus interesses, portanto, o meu esforço seria inútil.
O Coronel Ubiratan, o último Comandante Geral da PMERJ, está fazendo uma falta gigantesca.
Desde a sua desastrada e injusta exoneração, a Polícia Militar acentuou sobremaneira o seu declínio. A Corporação perdeu completamente a sua identidade e todos os seus valores. A hierarquia foi destruída com Soldados ganhando mais do que Sargentos. A banda podre vai muito bem obrigado. A tropa está abandonada. Os salários são os piores do Brasil; as condições de trabalho são péssimas; o recrutamento, a seleção e a formação são uma lástima e os Coronéis são MUDOS.
Governador, vossa excelência empurrou a PMERJ para o abismo e os Coronéis nem gritam, são MUDOS, assistem a queda apenas conferindo o extrato bancário para verificar se a gratificação faroeste e/ou a gratificação de comando continuam implantadas.
Governador, a exoneração de Ubiratan representou a queda da melhor geração de Coronéis que a PMERJ já produziu, a derradeira esperança da Corporação, o que restou só podia dar no que deu, um fracasso retumbante.
Como prescindir de Coronéis como Esteves, Vivas e Lyrio, citando três exemplos, sem causar um grande estrago institucional?
Impossível!
A geração Pitta, prefiro nem comentar.
A geração caveira está levando a Polícia Militar para o cemitério.
A PMERJ agoniza e com ela a segurança pública.
A insegurança é um sentimento comum a todos os cidadãos fluminenses.
Governador, caso vossa excelência tivesse autonomia para exonerar Beltrame, o que não pode fazer, eu aconselharia que Ubiratan ocupasse o prédio da Central do Brasil, a população do Rio só teria a ganhar.
Pelo menos tente convencer Ubiratan a voltar e a tentar salvar o que resta da PMERJ, antes que nada mais exista para ser recuperado.
Pense sobre isso, excelência.
Enquanto pensa leia o livro "Cabral contra Paúl - A PM de Joelhos", tenho certeza que vai gostar, pois irá aprender muito sobre a subserviência política da PMERJ, o câncer que está destruindo a Corporação, sob as vistas dos Coronéis MUDOS.

JORNAL O DIA:
10/2/2008 01:22:00
Ubiratan Angelo: 'PM deve ser valorizado'

Ex-comandante exonerado admite que permitiu manifestações salariais da tropa, conta que vereador queria manter polícia longe de Rio das Pedras e revela que, depois de sua saída, não foi procurado pelo governador
Gustavo de Almeida e Vania Cunha
Quase duas semanas após ser exonerado, o ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ubiratan Angelo, abre a nova casa e os bastidores de seus 13 meses de gestão, numa entrevista exclusiva a O DIA. Na conversa, insiste que a passeata liderada pelo ex-corregedor Paulo Ricardo Paúl não teve relação com sua exoneração. E assume: permitiu duas grandes manifestações feitas por PMs ano passado, embora não tenha autorizado o protesto que teria resultado em sua queda. Longe da farda, à vontade, de chinelos e bermuda, Ubiratan confessa que, pelos ataques de dezembro de 2006, acabou administrando uma polícia para a guerra — mesmo sua formação sendo prioritariamente comunitária. Critica as delegacias de Polícia Civil que concentram flagrantes, lembra histórias curiosas e afirma que teve dificuldades para instalar um grupamento na Favela de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, área dominada por milícias. Sobre a crise dos Barbonos — grupo de oficiais que defende melhoria salarial —, pondera: “Não sou um Barbono, eles se juntaram sem me chamar para nada”.
— Como o senhor recebeu a notícia da exoneração?
— Quando fui escolhido para comandante-geral, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, perguntou: “Estou convidando o senhor para ser o próximo comandante-geral, o senhor aceita?”. Na saída, muito desconcertado, ele disse: “Vou precisar do seu cargo”. Eu respondi: “O cargo é de quem nomeia, secretário. Um dia, entrei aqui coronel PM e saí comandante-geral. Hoje, entro aqui comandante-geral e saio coronel PM. Isto ninguém me tira”.
— Quais os motivos de sua demissão?
— Vou dizer o que eu acho que não tenha sido. Em primeiro lugar, a passeata (27 de janeiro) não tinha sido a primeira e nem a segunda. Depois, ninguém sabe disto, mas o secretário me passou cinco missões no dia seguinte. Se o secretário planejasse me exonerar por isso, não iria me passar cinco missões à tarde. A minha percepção do meu processo de exoneração é a de que vinha sendo construído há um bom tempo. Parecia que alguém ou alguma coisa queria que eu desistisse. Nem se o capitão Nascimento (do filme ‘Tropa de Elite’) me colocasse no saco, eu pediria para sair.
— O senhor sempre disse que seu sonho era ser comandante-geral...
— Exatamente. Desde o dia em que eu disse que queria ser comandante-geral, em 2003, começou o processo. Ficava sabendo de notícias de que não ia assumir, vi coisas acontecendo comigo. Eu não agradava a alguém, só não sabia o motivo. Durante a minha gestão, foi anunciada a minha queda diversas vezes. Dia 15 de janeiro, durante o aniversário de minha filha, fui surpreendido por uma série de comandantes de outros estados me perguntando por que eu havia pedido exoneração. Os parabéns da minha filha sendo cantados e eu dizendo que não pediria demissão. Espalharam estes boatos.
— O senhor apoiava o movimento dos Barbonos?
— Nunca fui Barbono. Eles criaram o grupo e me deixaram de fora. Não me excluíram, o objetivo era que eu não participasse. Mas quase todos são contemporâneos de escola. Só que, na posse, disse que lutaria pela dignidade e pelo salário do policial militar. Como iria desautorizar passeatas com esse fim? As duas primeiras passeatas, em junho, realmente autorizei. Não autorizei esta última, mas também não desautorizei. Proibi terminantemente que entrassem na rua do governador.
— E por que não proibiu a manifestação?
— Foi opção minha. O soldado não pode se manifestar à frente do comandante. Eu não teria como falar com todos sobre isso. Já imaginou se consigo evitar que os coronéis comparecessem e deixo os oficiais mais baixos ficarem à frente? Imaginemos que fossem lá tenentes e sargentos sem saber que desautorizei. Quem deveria puni-los? O comandante-geral. Não achei que, naquele momento, fosse justo com eles. O policial precisa ser mais bem tratado, reconhecido.
— Mas eles protestaram mesmo assim...
— É. O policial está sempre garantindo a segurança de milhões de pessoas e não recebe nenhum elogio. O PM sai do serviço depois que acaba a ocorrência. Se tiver uma e a central de flagrantes for longe — tem algumas que ficam a 30, 40 quilômetros do batalhão —, tem que ir. Isso estava na nossa reivindicação: as concentradoras de flagrantes, que fazem com que eu perca capilaridade na rua. Isso existe para economia de recursos da Polícia Civil. E para a PM? É gasto do erário, tempo do policial na rua.
— Em sua posse, o senhor falou em três bases: respeito ao PM, proteção do cidadão e potencialização da ética, hierarquia e disciplina. Conseguiu cumprir?
— Não. Prometi lutar, isso eu cumpri. Prometo aquilo que posso fazer. Mas não por que alguém me impediu, os fatos que aconteceram me obrigaram a fazer outras opções táticas. Não tenha dúvida que o PM é um cidadão, deve ser valorizado.
— Antes mesmo da exoneração do ex-corregedor, a saída dele já era comentada. Por que o senhor o manteve no cargo?
— Eu queria, quando assumi, que o Paúl continuasse corregedor. Mas ele queria ir para a Diretoria de Ensino e Instrução (DEI). Cheguei a pensar para a Corregedoria no coronel Celso Araújo, que comandava o batalhão de Resende. No fim, disse a Paúl para ficar até o fim de 2007, que depois iria para a DEI. Para não cumprir minha palavra, tinha de acontecer algo imponderável. Sair do cargo não é imponderável, um dia iria acontecer. Tenho que me planejar para o que vai acontecer daqui a 10, 20 anos, mesmo sabendo que não estarei lá. A instituição é mais importante que quem está comandando (leiam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 3 de setembro de 2011

CABRAL CONTRA PAUL - É O "JUNTOS SOMOS FORTES"

BLOG do RVCHUDO
sábado, 27 de agosto de 2011
CABRAL CONTRA PAUL - É o "JUNTOS SOMOS FORTES"

Este Blog não poderia deixar de fazer referência ao acontecimento do "Dia do Soldado", quando nasceu o bravo "Duque de Caxias". Neste 25 de agosto de 2011, o relato de uma luta desigual. De um lado a legalidade e de outro, um "DITADOR".

Quinta feira, 25 de agosto na AME, aconteceu o lançamento do livro “Cabral contra Paúl”. No evento estiveram presentes simpatizantes da causa, ávidos por conhecimento da realidade que assola a Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro.
O livro narra a jornada do Coronel Paúl que, junto com outros coronéis de sua turma, formou o intitulado “Coronéis Barbonos”, em referência ao Histórico prédio onde está instalado o Comando da PMERJ. Em 2007, o grupo divulgou o histórico documento “Pro Lege Vigilanda” (Para a vigilância da lei), que foi encaminhado a diversas Autoridades do Estado.

Embora os anseios da Corporação fossem promessas de campanha do Governador Sergio Cabral, este em nenhum momento de sua gestão honrou a palavra, mostrando-se extremamente vaidoso, inclusive utilizando-se de objetos fascistas para manter sua vontade.
Descrédito, perseguição, traição e ganância ilustram o desenrolar da história, estando hoje, o Coronel Paúl entrincheirado, como tantos outros, em luta pela restauração da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstas na Constituição federal de 1988, hoje tão aviltada (leiam a íntegra).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 21 de agosto de 2011

AMANHÃ - REUNIÕES - OS BOMBEIROS MILITARES DO RIO DE JANEIRO VENCERÃO!

Nos anos de 2007 e 2008 cresceu no seio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro o embrião das mobilizações organizadas na luta por melhores salários e por adequadas condições de trabalho, isso faz parte da história das duas corporações e parte dessa luta está inserida no meu primeiro livro impresso, Cabral contra Paúl - A Polícia Militar de joelhos, que será lançado na próxima quinta-feira, dia 25 de agosto de 2011.
O embrião continuou crescendo através da insistência de um pequeno grupo em permanecer lutando nas ruas e hoje podemos afirmar que a nossa luta é por cidadania plena e pela construção do militarismo cidadão, pondo fim a nossa condição de cidadãos de segunda classe ou meio cidadãos, com restrição inexplicável de nossos direitos constitucionais.
Nesse cenário de mudanças surgiu o maior movimento de militares ocorrido no Brasil em todos os tempos, isso em termos numéricos, a mobilização dos Praças do Corpo de Bombeiros Militares, que chegou a reunir quase 30.000 pessoas na Praia de Copacabana. A mobilização conquistou uma força tão poderosa que contagiou a população e o apoio aos mobilizados passou a ser muito grande, enquanto isso, o algoz desses heróis, o governador Sérgio Cabral (PMDB), alcançava uma rejeição quase que completa, em face do seu péssimo governo.
O escrito até esse momento faz parte da história, nada pode ser negado, uma história que não seria considerada crível por quem não conhecesse o movimeto e comparecesse nesse domingo no Aterro do Flamengo, no intuito de acompanhar a mobilização dos SOS BOMBEIROS na Meia Maratona do Rio.
O grupamento de Bombeiros deu um show, mostrando que a ideia da participação no evento foi excelente, entretanto, apenas cerca de 30 BMs e familiares compareceram para apoiar os participantes.
A convocação feita no site oficial não foi atendida pela tropa, essa é a realidade.
O que isso significa?
Difícil precisar.
Todos nós que temos participado dessas páginas gloriosas escritas pelos Praças do CBMERJ, usando o nosso ferramental mental, podemos produzir inúmeras interpretações.
Quem estará certo ou errado ao final?
Difícil determinar, todavia, penso que na maioria das interpretações surgirá uma opinião comum no sentido de que a mobilização está se enfraquecendo. Aliás, não creio que qualquer Bombeiro ou familiar conclua na direção contrária, ou seja, que a mobilização está em fase de crescimento.
Os que concordam que estamos em um processo de diminuição da mobilização estão preocupados, certamente, considerando que todos nós queremos que os Bombeiros vençam e alcancem todos os seus objetivos:
- Salário líquido de R$ 2.000,00.
- Auxílio-transporte.
- Fim das gratificações.
- EPIs em perfeitas condições.
Nesse ponto, devo dirigir-me aos companheiros que estão preocupados, como eu estou, considerando que os que consideram que tudo está correndo bem não precisam das minhas opiniões.
Prezados Bombeiros e familiares, nada está perdido, vocês vencerão!
Eu continuo fazendo essa afirmação escudado na forma de mobilização dos Praças, algo impressionante.
Obviamente, o caminho para a vitória passa por reestruturações. É indispensável um planejamento muito bem feito, que minimize esforços físicos e mentais, diminua o gasto de dinheiro, além de proteger a tropa contra os riscos desnecessários. Entretanto, não basta apenas entender que planejar é preciso. Antes de começarmos a planejar temos que adotar uma série de decisões, algumas duras, pois sem o estabelecimento desses parâmetros, os quais nortearão o planejamento, corremos o risco de planejarmos na direção errada.
A título de colaboração cito algumas questões que ainda não foram pensadas, discutidas e votadas democraticamente, as quais considero como as mais importantes:
- Queremos que a mobilização seja de todo CBMERJ com Oficiais e Praças unidos?
- Acreditamos que o governador Sergio Cabral (PMDB) atenderá às solicitações?
- A forma como está sendo conduzida a mobilização pela comissão organizadora está sendo a melhor?
- Nós precisamos de uma nova associação?
- A mobilização deve ser laica?
- Devemos aceitar a participação de políticos nos nossos atos?
- Devemos investir seriamente na convocação dos Policiais Militares?
Respondidos esses questionamentos, poderemos nos sentar e planejarmos juntos as reestruturações necessárias para que a vitória seja alcançada.
Penso que sem essa avaliação e sem essas decisões, a vitória será muito mais difícil de ser alcançada.
É hora de reconhecer erros e acertos, antes que a insatisfação se transforme em um grande obstáculo para a vitória.
É preciso se mexer!
Em tal direção, hoje soube no Aterro do Flamengo, que alguns companheiros pretendem se reunir na ALERJ, amanhã, às 14:00 horas, para conversarem sobre a mobilização, o que considero apropriado e oportuno.
E, antes de alguém sugira que planejam um golpe contra a comissão, que eles (as) estão pretendendo derrubar alguém ou dividir a mobilização, lembro que os reunidos estarão no exercício dos seus direitos e melhor ainda será se levarem as suas propostas para a reunião que se realizará às 19:00 horas, no SINDSPREV, amanhã, com a comissão e os representantes das OBMs.
Por derradeiro, alguém viu algum político apoiando os Bombeiros no Aterro do Flamengo, nesse domingo?
Não dei sorte, não vi nenhum.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

TV GLOBO - RJ TV - ENTREVISTA COM O CORONEL DE POLÍCIA MENEZES - CORREGEDOR INTERNO DA POLÍCIA MILITAR.

O RJ TV entrevistou nessa semana o Coronel de Polícia Ronaldo Antônio de MENEZES, o Corregedor Interno da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O Oficial esclareceu os problemas envolvendo a demissão de Praças e de Oficiais acusados da prática de crimes e tratou da fase atual da Corregedoria Interna, a qual citou como sendo "a mais bem estruturada de recursos humanos e materiais do país".
Assistam a entrevista que durou cerca de cinco minutos (vídeo).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 23 de julho de 2011

LIVRO “CABRAL CONTRA PAÚL” – A POLÍCIA MILITAR DE JOELHOS” – LANÇAMENTO – PREVISÃO.

Prezados leitores, o nosso primeiro livro impresso “Cabral contra Paúl – A Polícia Militar de joelhos” deverá ser lançado no dia 25 de agosto de 2011, aproveitando as comemorações do "Dia do Soldado". A previsão é que o lançamento seja feito na Associação dos Militares Estaduais do Rio de Janeiro (AME-RJ), local que considero ideal em face das diversas reuniões que foram realizadas nessa associação ao longo da histórica luta dos 40 da Evaristo e dos Coronéis Barbonos. Ontem, acertei os primeiros detalhes com o vice-presidente da AME-RJ, Coronel José Maria.
Pretendo que além do lançamento do livro seja realizada uma exposição de fotografias das nossas reuniões e marchas realizadas pela amiga e fotógrafa Angela Castaldi, o que além de abrilhantar o evento, permitirá que todos e todas que participaram da história da PMERJ possam adquirir as fotos que materializem e comprovem para a eternidade, o seu engajamento no "Juntos Somos Fortes!".
Penso que tudo será acertado e, antecipadamente, convido e agradeço a todos e a todas que contribuíram para a conclusão desse sintético documento histórico de uma época de idealismo, destemor e amor corporativo vivenciados na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ONDE ESTÃO OS CORONÉIS BARBONOS E OS 40 DA EVARISTO?

A pergunta que serve de título para esse artigo é recorrente nos comentários e nos emails que recebemos. Ela é lógica, considerando que os 40 da Evaristo e os Coronéis Barbonos foram os responsáveis pelas mobilizações nos anos 2007-2008, portanto, nada mais natural do que eles estarem participando da grande mobilização dos militares estaduais que está em andamento.
Infelizmente, não sei responder, mas devo informar que alguns integrantes desses grupos têm participado das atuais mobilizações.
O Capitão BM Lauro Botto e o Capitão BM Salma integravam os 40 da Evaristo, citando dois exemplos. Eu e o Coronel PM Vivas integrávamos o grupo dos Barbonos, citando outros exemplos.
Lembro que o grupo dos Coronéis Barbonos foi dissolvido atendendo pedidos de alguns integrantes, que na época não queriam ter seus nomes vinculados aos atos que realizávamos para manter viva a chama da luta. Além disso, o grupo inicial de nove foi diminuído logo com a saída do Coronel PM Pitta e, atualmente, um ex-Barbono é o atual Corregedor Interno da Polícia Militar, portanto, impedido de lutar contra o governo. Na verdade apenas sete poderiam participar. Hoje só eu e Vivas frequentamos os atos, sendo que meu grande amigo só participa quando o trabalho lhe permite uma folga, o que é muito raro.
No tocante aos 40 da Evaristo, um dos principais motores do grupo foi o então Major PM Wanderby, que atualmente exerce a função de Sub-Corregedor Interno, estando tão impedido, quanto o Corregedor. O Major PM Luiz Alexandre sofreu e ainda sofre uma série de represálias, mas ainda participa, vez por outra. Pouco sei sobre os outros integrantes do grupo que se afastaram, portanto, desconheço os seus motivos.
Sem dúvida, o retorno dos Barbonos e dos Evaristo daria um grande impulso a nossa luta, mas parece que não podemos sonhar com essa possibilidade, pelo menos no momento.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 19 de maio de 2011

LIVRO "CABRAL CONTRA PAÚL - A POLÍCIA MILITAR DE JOELHOS" - LANÇAMENTO.

Em três dias, o livro "Cabral contra Paúl - A Polícia Militar de joelhos" estará sendo distribuído e vendido.
O vídeo faz uma breve apresentação do livro.

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 9 de maio de 2011

CORONÉIS BARBONOS – 40 DA EVARITSO – UM TOQUE.

Meus caros amigos Coronéis Barbonos, vocês são testemunhas do quanto eu tenho evitado envolvê-los na mobilização que nunca parou no Rio de Janeiro, desde que os 40 da Evaristo foram para as ruas do Rio de Janeiro pela primeira, isso em 2007, na Praia de Copacabana.
Tenho respeitado a decisão sobre o fim do grupo e o fato de que cada um está vivendo a sua vida, desenvolvendo novas atividades ou simplesmente se dedicando à vida familiar.
Confesso que vontade não faltou de telefonar ou encaminhar emails para vocês e contar tudo o que tenho vivenciado ao lado dos Bombeiros Militares desde o dia 17 ABR 2011 e, nos últimos atos, na companhia de um grupo crescente de Policiais Militares.
Apesar da grandeza do momento atual, não telefonarei e nem encaminharei emails para vocês, convidando para que compareçam em um ato, continuarei respeitando a decisão do grupo e de cada um. Todavia, não estaria sendo justo com vocês se não informasse pelo menos através desse espaço democrático, que volta e meia alguns mobilizados perguntam por vocês e pelos 40 da Evaristo, inclusive lembrando que participaram dos nossos atos, sobretudos das nossas duas marchas democráticas.
É bom constatar que os Barbonos e os 40 da Evaristo ainda não foram esquecidos, alguns ainda lembram de nós.
Um abraço fraterno.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 1 de maio de 2011

CORONÉIS BOMBEIROS MILITARES, UM GRUPO DIFÍCIL DE ENTENDER.

Nós, os Bombeiros e Policiais Militares mobilizados estamos lutando por cidadania para todos os militares estaduais, um esforço que ultrapassa o quarto ano, alternando momentos de maior e de menor mobilização. Dezenas de atos foram realizados nesse período, raros com mais de mil participantes, alguns com centenas, a maioria com dezenas e muitos apenas com um ou dois manifestantes. Essa será uma luta longa, não poderia deixar de ser, considerando o estágio de indigêngia que vitimou as tropas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Se lutamos por cidadania, o que inclui a luta por liberdade, não podemos condenar os que decidem não participar da mobilização, pois isso é um direito. Podemos sim criticá-los, tendo em vista que serão beneficiados pela luta de terceiros, portanto, como são interessados nos resultados, deveriam fazer parte do processo de lutas.
Infelizmente, temos muitos fatores que dificultam a generalização da mobilização: o medo natural que existe em todos nós; o risco de perder as gratificações; o receio de ser transferido e a existência da própria banda podre, que retira muitos da luta salarial, por não precisarem de salários para viver.
Diante dessa complexidade de fatores, o caso que me causa mais estranheza é o que envolve o grupo dos Coronéis Bombeiros Militares, ratificando que todos tem liberdade de escolçher se participam ou não.
Em 2007/2998, na mobilização dos 40 da Evaristo e dos Coronéis Barbonos, tivemos dezensa de Coronéis da ativa da Polícia Militar nas marchas e nas reuniões na AME/RJ (antigo Clube dos Oficiais), mas nenhum Coronel Bombeiro Militar.
Na atual mobilização, três anos depois, com o grupo de Coronéis BM renovado em parte, novamente não apareceu nenhum até hoje.
A primeira vista, podemos concluir que o risco de perder os comandos e as gratificações seja o fator determinante, assim nenhum deles quer sofrer tal sanção.
Sim, pode até ser essa a resposta, mas como explicar a ausência dos Coronéis e Tenentes Coronéis do Corpo de Bombeiros que estão na DGP, sem função, na conhecida geladeira?
Eles não recebem gratificações.
Como explicar o não comparecimento deles?
Além disso, recentemente foi encaminhado ao Ministério Público e à ALERJ um documento em desfavor do comando geral, contendo o nome de muitos deles, que se dizem prejudicados pelo comando, o que obviamente os coloca no lado oposto ao do Coronel BM Pedro Machado, comandante geral.
Por que esses Coronéis não ombreiam com a tropa?
Não posso considerar que tenham um medo exagerado, assim sendo, sou forçado a concluir que a interpretação mais lógica seja de que não querem ficar mal com o governo, diante da possível exoneração do comandante geral e um possível aproveitamento futuro.
Escrito isso, destaco ainda a inércia dos Coronéis inativos, algo mais incompreensível ainda.
Certo ou errado nas minhas considerações, não consigo entender os Coronéis do Corpo de Bombeiros Militar.
Quem sabe na terça-feira, dia 03 MAI 2011, eles não me surpreendam.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O MILITARISMO CIDADÃO: OS 40 DA EVARISTO E OS CORONÉIS BARBONOS.

Os sonhos acabaram?
Tenho certeza que não, pelo menos não em todos.
O militarismo cidadão que os Praças do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro estão solidificando neste ano, começou em 2007, incialmente com os 40 da Evaristo, grupo de Oficias e Praças da PMERJ e do CBMERJ, ainda em 2007, surgiu o grupo dos Coronéis Barbonos, composto por Oficiais da Polícia Militar.
Os sonhos dos 40 da Evaristo e dos Coronéis Barbonos acabaram?
A repressão mata os sonhos?
Tenho certeza que não, pelo menos não em todos, pois nas atuais mobilizações existe pelo menos um Coronel Barbono, o organizador desse blog e alguns 40 da Evaristo, como o Capitão Bombeiro Militar Lauro Botto, por exemplo.
No dia 03 MAI 2011, às 13:00 horas, os Bombeiros Militares voltarão a se reunir no Largo do Machado, penso que seja um ótimo momento para que os Barbonos e os 40 da Evaristo, os que não deixaram os sonhos morrerem, retornem à luta por cidadania.
Bombeiros e Policiais Militares, Praças e Oficiais, Soldados e Coronéis, unidos na solidificação do militarismo cidadão.
Que sejam bem-vindos todos os que não perderam os sonhos, deles será a vitória.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 13 de abril de 2011

POLÍCIA MILITAR: NOVA SOLENDIDADE FEITA ÀS ESCONDIDAS.

Ontem, a Polícia Militar conseguiu tirar todo o brilho de uma homenagem que foi feita aos Policiais Militares que se destacaram positivamente no massacre que ocorreu em uma escola municipal da rede dirigida pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB).
A Polícia Militar escondeu a homenagem no salão nobre do Quartel dos Barbonos, certamente atendendo um anseio do governo Sérgio Cabral (PMDB) que temia uma manifestação contra os baixos salários.
Ora quem paga BONS salários, não teme manifestações com cunho salarial, portanto, para evitar tais mobilizações, basta que Sérgio Cabral (PMDB) comece a pagar BEM e deixe de pagar o PIOR salário do Brasil pago para Policiais Militares.
No governo Sérgio Cabral (PMDB) a Polícia Militar passou a se esconder, o medo começou na exoneração do Coronel de Polícia Ubiratan, quando pela primeira vez em duzentos anos de história das Polícias Militares no Brasil, um comando geral foi trocado às escondidas, longe da tropa e do povo. No dia uma tropa do BOPE foi posicionada estrategicamente em pontos do Quartel dos Barbonos, quem sabe para atirar em algum mobilizado que aparecesse para protestar.
O medo instalado naquele dia parece ter se perpetuado, pois quando Pitta foi exonerado, dando a cadeira 01 para Mário Sérgio, todos se esconderam novamente entre quatro paredes.
Isso tudo é muito triste.
Mário Sérgio pode sair a qualquer momento, será que o novo detentor da cadeira 01 também assumirá escondido da tropa e do povo?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 10 de abril de 2011

O TEMPO DOS CORONÉIS DE VERDADE E OS CORONÉIS MUDOS DA GESTÃO DA MODERNIDADE.

O tempo dos Coronéis de verdade.
Entrevista do Coronel de Polícia Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira, na época Diretor Gerfal de Finanças ( Coronel Barbono).

Perdão, volto ao tema da mudez dourada, neste breve artigo escrito no final de mais um domingo.
Vez por outra, recebo um boletim ostensivo da Polícia Militar através de email, única maneira de lê-los, pois sempre tive o acesso negado a essa peça informativa, nunca conseguindo obter uma senha que permitisse a leitura pela internet.
Lendo o Bol PM encontro nomes de inúmeros Coronéis de Polícia citados em suas páginas, a maioria jovens Oficiais que foram promovidos ao último posto no governo Sérgio Cabral.
Uma coisa é certa: nunca antes na história bicentenária da PMERJ a corporação teve tantos Coronéis.
Um significativo número deles nunca trabalhou comigo, portanto, não os conheço de perto, não posso avaliar os seus comportamentos no cotidiano da corporação, mas conheço muitos deles e, sinceramente, penso que esses sofreram um processo de perda da fala progressivo.
Lembro dos que quando Majores e Tenentes Coronéis sempre foram críticos ácidos da inércia dos Coronéis de Polícia com relação ao poder político. Criticavam duramente, elevavam a voz e batiam no peito, afirmando que se fossem Coronéis isso ou aquilo não estaria ocorrendo contra a Polícia Militar.
Pois é...
O tempo passou e eles ficaram mudos.
O governo Sérgio Cabral faz o que quer com a PMERJ, destrói os nossos principais valores e nenhum deles abre a boca em defesa da instituição.
Talvez tenha ocorrido algum problema alérgico com a proximidade das estrelas douradas da garganta, um efeito que inibiu as cordas vocais.
Antes tão falantes, valentes e audaciosos, agora nulos por completo.
Obviamente, temos exceções, graças aos céus.
Penso que tenha chegado o momento de separarmos o joio do trigo e estratificarmos o último posto da Polícia Militar em alguns níveis.
Coronéis mudos e Coronéis falantes.
Coronéis 1, 2, 3, etc.
Coronel inteiro e meio Coronel.
Coronéis de verdade e pseudo Coronéis.
Enquanto isso não ocorre, eu faço a minha estratificação:
CORONÉIS e coronéis.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARFDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 9 de abril de 2011

POR QUE DESISTIMOS?

O médico recomendou repouso enquanto não ficar esclarecido o mal estar que me acometeu na quinta-feira, ordem que me fez ficar em casa, faltando inclusive a uma importante reunião com os homens brabos do mar, peço que aceitem minhas desculpas.
Confesso que ficar restrito obrigatoriamente me incomoda, gosto do movimento, da ação transformadora. O ficar quieto me coloca pensativo em demasia, viajo pelo passado e não foi diferente neste sábado.
Por que desistimos?
Passei a buscar essa resposta após uma rápida viagem no tempo a partir de 2007, constatando que vi os seguintes movimentos surgirem e desaparecerem no Rio de Janeiro: 40 da Evaristo; Coronéis Barbonos; Fora Cabral; Fora Sarney; Cadê Patrícia; MUSPE; PEC 300; Funcionalismo da Saúde; SAMU; IASERJ; Topiqueiros; entre outros.
Antes que vozes enfurecidas se levantem, deixo claro que sei que alguns deles ainda sobrevivem, mas de forma tímida, sem a força dos primeiros momentos e graças ao grande esforço de alguns poucos abnegados.
Participei de todos eles, vi milhares de pessoas em alguns, centenas em outros e na maioria deles apenas pequenos grupos de mobilizados.
Por que desistimos?
Penso que descobrir essa resposta (ou essas respostas) significará um grande avanço pois poderemos matar o inimigo que nos imobiliza e isso poderá significar o crescimento das mobilizações, algo indispensável para o sucesso.
Caro leitor, qual é a sua opinião?
Por que desistimos?
Eu sei que a raiz do problema está na nossa falta de cidadania crônica, algo que decorre da nossa péssima educação pública, a que é oferecida a maioria da população.
Isso é um fato, mas será só isso?
Alguns dizem que somos assim acomodados por sermos um povo que nunca lutou, apesar de uma invasão aqui e uma guerra ali, tendo conseguido a própria independência sem grande lutas, sem muito sangue derramado.
Não somos um povo heróico, na verdade temos poucos, raros, heróis.
Tente citar cinco heróis nacionais, meu leitor, veja como essa é uma tarefa quase impossível.
Talvez a miscigenação do povo tenha feito o espírito guerreiro dos índios e dos negros se perder, assim como o aventureiro dos valentes portugueses.
Sim, em outras palavras, penso que somos frouxos, não me leve a mal.
Atualmente, surgiu um novo movimento no Rio: "Não toquem nos Blogueiros".
Uma mobilização de apoio ao blogueiro Ricardo Gama, vítima de um atentado e que luta pela liberdade de expressão.
A grande pergunta que faço neste momento é quanto tempo durará a mobilização? Pois no fundo sei que logo desistiremos.
Por que desistimos?
Peço que me ajudem a entender o motivo de desistirmos tão facilmente, pois assim também conseguirei entender um outro questionamento que muito me incomoda:
Por que eu ainda não desisti?
Ando me considerando meio anormal e menos brasileiro...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de março de 2011

FINALMENTE, PARECE QUE CABRAL VAI CONSEGUIR DERRUBAR UM PARA CIMA: MÁRIO SÉRGIO.

BLOG DO GAROTINHO:
Mais um tiro certeiro do blog

Reprodução do Radar on line, da VEJA
Basta vocês lerem a última nota que postei ontem no blog “Mudanças à vista na Polícia Militar” pra verem que eu estava certo. O coronel Mário Sérgio deve ir mesmo para a Força Nacional de Segurança, vai “cair pra cima”. A nota acima do jornalista Lauro Jardim confirma o que divulguei antes de toda a imprensa.
Só existe uma questão que a nota do Radar on line, da VEJA, não atentou. A ida do coronel Mário Sérgio para a Força Nacional de Segurança não tem nada a ver com a ocupação do Alemão, como Cabral quer fazer as pessoas acreditarem. É um prêmio pelos serviços prestados nos bastidores políticos, isso ninguém terá coragem de falar.
Querem ver uma coisa, que todos na Polícia Militar sabem perfeitamente? O coronel Mário Sérgio não comandou coisíssima nenhuma no Alemão, até porque foi um dos últimos a chegar lá. Enquanto a guerra acontecia, Mário Sérgio ficou no 22º batalhão, na Maré, a quilômetros de distância do Alemão, dando entrevistas.
O centro de comando estava no 16º batalhão, em Olaria, onde três coronéis realmente planejaram, comandaram e executaram a ocupação do Complexo do Alemão. São eles, Álvaro Garcia, Marcus Jardim e Luiggi. E na linha de frente encarando os bandidos, o coronel Paulo Henrique, comandante do BOPE, que logo após o sucesso da operação, por vaidade do comandante-geral Mário Sérgio, foi punido com uma transferência para Niterói.
Essa é a verdade dos fatos. O resto é conversa fiada de Cabral.
ANTHONY GAROTINHO
11/03/2011 12:37
Mais um nome na sucessão do comandante-geral da PM

Como eu antecipei, o coronel Mário Sérgio está indo para o comando da Força Nacional de Segurança. Já soube de fonte segura, que Beltrame soube de tudo depois, está furioso. Mário Sérgio só não assumirá o cargo se não quiser ou se for "queimado" nas próximas horas.
Surgiu mais um nome no páreo para suceder Mário Sérgio. Trata-se da coronel Ana Ceciliano, que foi diretora de Ensino da PM. Quem a apadrinha é o subsecretário de Beltrame, Roberto Sá.
ANTHONY GAROTINHO
COMENTO:
Se o deputado federal Garotinho estiver certo e Mário Sérgio cair para cima, será uma vitória de Sérgio Cabral, a primeira após duas tentativas sem êxito: Beltrame, que iria para a SENASP e Sérgio Côrtes, que seria ministro da saúde.
Garotinho tem citado prováveis substitutos para Mário Sérgio:
1) Pinheiro Neto, o preferido da situação na PMERJ, pois daria continuidade à gestão da modernidade e do BOPE na corporação, apesar do absoluto fracasso. Contra ele o fato de ter pouca experiência e fazer parte da desastrada gestão da modernidade.
2) Aristeu Leonardo, que tem força política, ótimo relacionamento com a mídia e tem a seu favor outro fato recente e importante. Leonardo seria alcançado pela alteração no Estatuto do Policial Militar feita por Sérgio Cabral, em 2008, para prejudicar os Coronéis Barbonos. Pelo que recordo, ele foi promovido em dezembro de 2006, última promoção do governo Rosinha. Portanto seria transferido para a inatividade nesse início de ano pois completaria 30 anos de serviço e atingiria o tempo limite (4 anos), isso se continuasse na Assessoria Parlamentar, mas ele foi oportunamente movimentado para um CPA, onde está blindado (não irá para a reserva mesmo atingindo o tempo limite) . Isso pode ser um indício dele estar nos planos de alguém. Se alguém for o governo ou interessante para ele, deve ser o escolhido, caso contrário, sem chances.
3) Siciliano, tem a seu favor o fato da PMERJ nunca ter sido comandada por uma mulher, o que parece pouco, mas não é. A nomeação seria inédita, situação que daria muita repercussão na mídia, com incontáveis entrevistas, algo que Cabral adora. Contra ela o fato de estar na "geladeira" (DGP sem função há algum tempo).
No reino dos boatos, cabe destacar que os nomes de Álvaro Garcia (EMG), Millan (ex-EMG e atual GCG) e Milagres (EMG e ex-GCG) não estão sendo citados, nem o de Marcus Jardim (1o CPA).
Sinceramente, algo me diz que Cabral não irá por esses caminhos, a Polícia Militar precisa de uma injeção muito forte contra o fortalecimento da banda podre, deverá buscar um comandante com esse perfil.
A quem diga que a dupla está escolhida, comando geral e EMG, vamos aguardar o recado que Sérgio Cabral dará para a tropa da PMERJ, após a Operação Serra Pelada (Complexo do Alemão), nossa maior vergonha em 200 anos de história.
Perdão, ia esquecendo, quem escolhe é o Beltrame, Cabral não se mete nisso.
E que Mário Sérgio seja muito feliz!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO