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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
REFLEXÃO: TRÊS ANOS ATRÁS, ANTES DAS UPPs, O GOVERNADOR ...
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UPP
quinta-feira, 5 de maio de 2011
UPPs: O MARTÍRIO DOS POLICIAIS MILITARES.
Nossos leitores sabem que a desorganização é a marca registrada das UPPs, uma bagunça que penaliza ainda mais os sofridos Soldados da Polícia Militar.
As condições de trabalho são precárias, em algumas inexiste água potável e sanitários disponíveis para os PMs.
Os que são obrigados a trabalhar dentro dos containers, denominam tais instalações como "bepinho", uma alusão ao antigo Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar, atual UP-PMERJ. As condições e as escalas são tão ruins que lembram um pequeno presídio.
Os EPIs não atendem as necessidades, vários PMs são obrigados a usar coletes Extra G, mesmo sendo do tamanho P, M ou G, pois só existem coletes no tamanho Extra G.
Cada UPP tem uma escala própria, existindo disparidades enormes ente serviços e folgas de uma UPP para outra.
O prefeito Eduardo Paes atrasa frequentemente a gratificação de R$ 500,00.
O governador Sérgio Cabral corta as gratificações do POEPP (R$ 350,00), assim que os PMs são classificados nas UPPs.
Os Policiais Militares que fizeram concurso para trabalharem no Interior, conforme previsto no edital, estão sendo obrigados a permanecer nas UPPs.
O comando da PMERJ gasta desnecessariamente cerca de R$ 300.000,00 por mês para apagar auxílio transporte para esses PMs do Interior, quando deveria obedecer o edital, encaminhando todos eles para os seus municípios, colocando nas UPPs PMs que moram no Rio de Janeiro. Eu comuniquei esse desperdício de dinheiro público ao Ministério Público, mas penso que foi arquivada a comunicação.
Prezados leitores, essas irregularidades você já conheciam, acrescentem mais algumas:
As viaturas marca Nissan das UPPs circulam sem as placas, uma grave irregularidade.
Os PMs estão enfrentando uma série de dificuldades para que seus dependentes sejam atendidos nos hospitais e clínicas da PMERJ, em razão da não expedição do cartão do FUSPOM. Alguns estão esperando há mais de oito meses.
Inúmeros não conseguem apanhar nas lojas especializadas as armas que compraram com seus parcos salários, pois o CRAF também está demorando meses para ser liberado.
É o caos completo.
As UPPs são o maior exemplo de desorganização em instituições militares, uma vergonha para a Polícia Militar e um sofrimento para os jovens Soldados da Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Exc-CORREGEDOR INTERNO
As condições de trabalho são precárias, em algumas inexiste água potável e sanitários disponíveis para os PMs.
Os que são obrigados a trabalhar dentro dos containers, denominam tais instalações como "bepinho", uma alusão ao antigo Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar, atual UP-PMERJ. As condições e as escalas são tão ruins que lembram um pequeno presídio.
Os EPIs não atendem as necessidades, vários PMs são obrigados a usar coletes Extra G, mesmo sendo do tamanho P, M ou G, pois só existem coletes no tamanho Extra G.
Cada UPP tem uma escala própria, existindo disparidades enormes ente serviços e folgas de uma UPP para outra.
O prefeito Eduardo Paes atrasa frequentemente a gratificação de R$ 500,00.
O governador Sérgio Cabral corta as gratificações do POEPP (R$ 350,00), assim que os PMs são classificados nas UPPs.
Os Policiais Militares que fizeram concurso para trabalharem no Interior, conforme previsto no edital, estão sendo obrigados a permanecer nas UPPs.
O comando da PMERJ gasta desnecessariamente cerca de R$ 300.000,00 por mês para apagar auxílio transporte para esses PMs do Interior, quando deveria obedecer o edital, encaminhando todos eles para os seus municípios, colocando nas UPPs PMs que moram no Rio de Janeiro. Eu comuniquei esse desperdício de dinheiro público ao Ministério Público, mas penso que foi arquivada a comunicação.
Prezados leitores, essas irregularidades você já conheciam, acrescentem mais algumas:
As viaturas marca Nissan das UPPs circulam sem as placas, uma grave irregularidade.
Os PMs estão enfrentando uma série de dificuldades para que seus dependentes sejam atendidos nos hospitais e clínicas da PMERJ, em razão da não expedição do cartão do FUSPOM. Alguns estão esperando há mais de oito meses.
Inúmeros não conseguem apanhar nas lojas especializadas as armas que compraram com seus parcos salários, pois o CRAF também está demorando meses para ser liberado.
É o caos completo.
As UPPs são o maior exemplo de desorganização em instituições militares, uma vergonha para a Polícia Militar e um sofrimento para os jovens Soldados da Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Exc-CORREGEDOR INTERNO
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UPP
sábado, 30 de abril de 2011
AS UPPs E A DESQUALIFICAÇÃO DA TROPA.
Eu conversava com um grupo de Oficiais e Praças da Polícia Militar, dias atrás, quando surgiu um tema que eu ainda não havia considerado com relação às UPPs, o fato delas terem ao longo do tempo um efeito colateral terrível, a desqualificação da tropa.
Tenho que concordar, a observação foi corretíssima.
É fácil entender como as UPPs funcionam como um fator de desqualificação.
O governo Sérgio Cabral resolveu colocar Policiais Militares recém saídos do Centro de Formação de Praças, o CFAP - 31 de Voluntários, nas Unidades de Polícia Pacificadora, sob a alegação de que eles não tinham os vícios dos mais antigos.
Isso é uma realidade, eles não tem vícios, todavia, esqueceu o governo que eles também não possuem experiência prática, esse é o problema.
Nas UPPs, os ilícitos continuam funcionando, apenas de forma mais discreta, isso faz com que as ocorrências se limitem apenas a desentendimentos entre moradores ou entre moradores e Policiais Militares, vez por outra, surge uma pequena apreensão de drogas.
Imersos neste universo restrito de ocorrências policiais, os PMs das UPPs acabam ficando prejudicados no tocante ao aprendizado prático, essa é uma verdade inquestionável.
Em breve, teremos milhares de Cabos de Polícia que só sabem atuar em desentendimentos.
Nenhum deles terá experiência em confrontos policiais, por exemplo.
Como agirão quando estiverem diantes de um tiroteio em via pública?
Em pouco mais de uma década teremos milhares de Sargentos, inteiramente despreparados.
Nunca ouvi qualquer informação oriunda do governo que esclarecesse como esse grave problema será solucionado.
O que fará o governo no futuro?
Retirará esses PMs e os colocará nos batalhões, trocando os cabos por novos Soldados saídos do CFAP?
E como fará isso e continuará implantando mais UPPs?
Como tenho escrito, as UPPs são o símbolo do CAOS, operacional e administrativo.
Quem sabe se a mídia perguntar para Sérgio Cabral ou Beltrame, eles ofereçam um esclarecimento aceitável.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Tenho que concordar, a observação foi corretíssima.
É fácil entender como as UPPs funcionam como um fator de desqualificação.
O governo Sérgio Cabral resolveu colocar Policiais Militares recém saídos do Centro de Formação de Praças, o CFAP - 31 de Voluntários, nas Unidades de Polícia Pacificadora, sob a alegação de que eles não tinham os vícios dos mais antigos.
Isso é uma realidade, eles não tem vícios, todavia, esqueceu o governo que eles também não possuem experiência prática, esse é o problema.
Nas UPPs, os ilícitos continuam funcionando, apenas de forma mais discreta, isso faz com que as ocorrências se limitem apenas a desentendimentos entre moradores ou entre moradores e Policiais Militares, vez por outra, surge uma pequena apreensão de drogas.
Imersos neste universo restrito de ocorrências policiais, os PMs das UPPs acabam ficando prejudicados no tocante ao aprendizado prático, essa é uma verdade inquestionável.
Em breve, teremos milhares de Cabos de Polícia que só sabem atuar em desentendimentos.
Nenhum deles terá experiência em confrontos policiais, por exemplo.
Como agirão quando estiverem diantes de um tiroteio em via pública?
Em pouco mais de uma década teremos milhares de Sargentos, inteiramente despreparados.
Nunca ouvi qualquer informação oriunda do governo que esclarecesse como esse grave problema será solucionado.
O que fará o governo no futuro?
Retirará esses PMs e os colocará nos batalhões, trocando os cabos por novos Soldados saídos do CFAP?
E como fará isso e continuará implantando mais UPPs?
Como tenho escrito, as UPPs são o símbolo do CAOS, operacional e administrativo.
Quem sabe se a mídia perguntar para Sérgio Cabral ou Beltrame, eles ofereçam um esclarecimento aceitável.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL, ONDE ESTÃO OS "CHEFÕES" DO TRÁFICO?
Prezado leitor, responda rápido essa pergunta sobre um assunto que a mídia chapa branca não deixa esfriar:
- Quantas UPPs foram instaladas pela dupla Cabral-Beltrame até a presente data?
(...)
Essa foi fácil ...
Uma mais difícil, em quantos municípios do Estado do Rio de Janeiro foram instaladas essas UPPs?
(...)
Concordo, essa foi mais difícil.
Uma pior:
- Quantos municípios existem no Rio de Janeiro?
(...)
- Quantas UPPs foram instaladas pela dupla Cabral-Beltrame até a presente data?
(...)
Essa foi fácil ...
Uma mais difícil, em quantos municípios do Estado do Rio de Janeiro foram instaladas essas UPPs?
(...)
Concordo, essa foi mais difícil.
Uma pior:
- Quantos municípios existem no Rio de Janeiro?
(...)
E, finalmente, a complexa:
- Quantos "chefões" do tráfico de drogas foram presos com as instalações das UPPs e com a retomada da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão?
(...)
Tenho certeza que você acertou todas, assim mesmo fornecerei o gabarito:
A dupla instalou 13 UPPs.
Todas foram instaladas no município do Rio de Janeiro, apesar do Rio de Janeiro possuir 92 municípios.
Nenhum, nenhum "chefão" do tráfico foi preso.
Governador Sérgio Cabral, onde estão os "chefões" do tráfico?
Vossa excelência faz alguma ideia?
E Beltrame, sabe algo sobre eles?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
- Quantos "chefões" do tráfico de drogas foram presos com as instalações das UPPs e com a retomada da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão?
(...)
Tenho certeza que você acertou todas, assim mesmo fornecerei o gabarito:
A dupla instalou 13 UPPs.
Todas foram instaladas no município do Rio de Janeiro, apesar do Rio de Janeiro possuir 92 municípios.
Nenhum, nenhum "chefão" do tráfico foi preso.
Governador Sérgio Cabral, onde estão os "chefões" do tráfico?
Vossa excelência faz alguma ideia?
E Beltrame, sabe algo sobre eles?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 16 de outubro de 2010
Ê, HOJE TEM ARRASTÃO.
JORNAL EXTRA:
BANDIDOS FAZEM ARRASTÃO NO TÚNEL SANTA BÁRBARA (leia).
Adaptação:
"Ê, tem granada na pista
Ê, iê, iê
Ê, hoje tem arrastão
Ê, todo mundo roubar
UPP, Chega de UPP, José
J'ouviu
Olha o arrastão que parece não ter fim
Ê, meu irmão, me traz salvação prá mim
Santa Bárbara, não passo mais aí
Quero me mudar daqui
Ê, foge sem vacilar
Ê, iê, iê
Ê, já vem vindo o arrastão
Ê, é a granada na pista
Vem, vem prá rede povão
Pra mim
Valha-me Deus, Nosso Senhor do Bonfim
Nunca, jamais, se viu tanto fuzil assim
Santa Bárbara, não passo mais aí
Quero me mudar daqui.
Ê, tem granada na pista
Ê, iê, iê
Ê, hoje tem arrastão
Ê, todo mundo roubar
UPP, Chega de UPP, José
J'ouviu
Olha o arrastão que parece não ter fim
Ê, meu irmão, me traz salvação prá mim
Olha o arrastão que parece não ter fim
Ê, meu irmão, me traz salvação prá mim"
Perdoem o atentado contra esta jóia da música popular.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
BANDIDOS FAZEM ARRASTÃO NO TÚNEL SANTA BÁRBARA (leia).
Uma homenagem ao FALSÁRIO que planejava as estratégias desenvolvidas em defesa da nossas vidas, na secretaria de segurança da dupla Cabral-Beltrame.
ARRASTÃO (Edu Lobo e Vinícius de Moraes).Adaptação:
"Ê, tem granada na pista
Ê, iê, iê
Ê, hoje tem arrastão
Ê, todo mundo roubar
UPP, Chega de UPP, José
J'ouviu
Olha o arrastão que parece não ter fim
Ê, meu irmão, me traz salvação prá mim
Santa Bárbara, não passo mais aí
Quero me mudar daqui
Ê, foge sem vacilar
Ê, iê, iê
Ê, já vem vindo o arrastão
Ê, é a granada na pista
Vem, vem prá rede povão
Pra mim
Valha-me Deus, Nosso Senhor do Bonfim
Nunca, jamais, se viu tanto fuzil assim
Santa Bárbara, não passo mais aí
Quero me mudar daqui.
Ê, tem granada na pista
Ê, iê, iê
Ê, hoje tem arrastão
Ê, todo mundo roubar
UPP, Chega de UPP, José
J'ouviu
Olha o arrastão que parece não ter fim
Ê, meu irmão, me traz salvação prá mim
Olha o arrastão que parece não ter fim
Ê, meu irmão, me traz salvação prá mim"
Perdoem o atentado contra esta jóia da música popular.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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sábado, 18 de setembro de 2010
CONDUTA ELEITOREIRA DA SEGURANÇA PÚBLICA EXPÕE AO RISCO DE MORTE POLICIAIS E POPULAÇÃO DO RIO.
Tenho escrito artigos sobre o uso eleitoreiro da segurança pública no Rio, através da implantação das denominadas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), pode ser considerando como um "crime" contra a população fluminense e os Policiais Militares e Civis. O apoio de parte da mídia ao projeto, interessada na reeleição de Sérgio Cabral (PMDB), fez com que ele se transformasse na principal bandeira de Cabral, com grande apoio social. O apoio tem sido tão grande que nem os abusos que estão sendo cometidos contra os Policiais Militares do interior estão sendo noticiados, circulando apenas pelos blogs da internet, assim como, as péssimas condições de trabalho a que estão submetidos. Na UPP do Andaraí não existe nem água potável para os Policiais Militares beberem.
Ao esconder a verdade, a imprensa acabou fazendo com que os próprios candidato de oposição tenham medo de falar as verdades sobre as UPPs, acabando por reforçarem o processo, enaltecendo a sua única virtude: a segurança da população da comunidade.
Eu sou Coronel de Polícia, tenho a obrigação de tratar as UPPs tecnicamente e não politicamente, como tem sido feito.
Não contesto que as UPPs trouxeram tranquilidade para os moradores das comunidades assistidas e que valorizaram imóveis ao redor. Efeitos que ocorreriam em qualquer lugar do estado que recebesse um super policiamento, como o que acontece nas UPPs. Existe UPP onde a relação policial x morador é de um policial para cada cinquenta moradores, algo absurdamente superdimensionado, considerando que a ONU prega uma relação de duzentos e cinquenta moradores para cada policial, em casos graves de criminalidade. Todavia, por dever de ofício, tenho que destacar algumas consequências desta ação politiqueira, como tenho feito quase que diariamente, para a maior parte da população fluminense, a que não é assistida pelas UPPs.
Eis alguns problemas:
1) As UPPs não implantam a ordem e a legalidade, apesar da preença maciça da polícia, todos os ilícitos continuam ocorrendo: tráfico de drogas, transporte clandestino, jogo dos bichos, máquinas caça-níqueis, venda clandestina de gás, etc. A mídia já noticiou tais fatos. Isso desmoraliza a polícia e o governo.
2) Na implantação das UPPs, o governador avisa aos traficantes com antecedência, os quais deixam a comunidade com seus fuzis e seguem para outra comunidade, aumentando a concentração de criminosos no local. O governo não prende os criminosos, apenas os transfere, algo inconcebível. Cabral transferiu traficantes da Zona Sul para regiões menos nobres, nas quais os confrontos armados terão menor repercussão.
3) Ao instalar uma UPP, o governo Sérgio cabral (PMDB) deveria promover a prisão dos traficantes e a apreensão das armas e das drogas.
4) Ao chegarem nas outras comunidades, os traficantes transferidos não conseguem emprego nas bocas de fumo, que precisam manter a rentabilidade e não podem inchar a folha de pagamento. Diante de tal verdade, os transferidos precisam investir em outras atividades criminosas e levam seus fuzis para as ruas, roubando carros, fazendo arrastões e atacando policiais, com está ocorrendo diariamente no Rio.
5) Os Policiais Militares trabalham totalmente desmotivados nas UPPs, considerando que são violentados pelo governo que desrespeitou vários de seus direitos, inclusive os previstos no edital do concurso de 2008. Alguns estão recorrendo ao poder judiciário para garantir os seus direitos. Alguns Policiais Militares chegam a demorar oito horas para se deslocarem de casa para o trabalho.
6) O governo promove, salvo melhor juízo, uma improbidade administrativa que deve estar custando mais de R$ 200.000,00 por mês, quando ao invés de respeitar os direitos dos PMs do interior e colocar PMs do Rio nas UPPs, paga RioCards de até R$1.800,00 mensais para que esses PMs do interior não possam alegar que não possuem dinheiro para a passagem. Tal fato já foi comunicado por mim ao Ministério Público.
7) Em cada UPP inaugurada, o desrespeito é o idêntico. Vou visitar as que foram inauguradas nesta semana e comunicarei a situação no blog.
8) Sérgio Cabral (PMDB) ainda zomba de nós ao afirmar que 90% dos envolvidos com o tráfico de drogas se recuperam com a chegada das UPPs. Qual a fonte deste dado?
Encerro com uma frase politicamente incorreta, mas que expressa a minha real preocupação, diante da transferência dos traficantes e seus fuzis feita pelo governo Sérgio Cabral (UPP):
- Cidadão cuidado, a UPP ainda pode matar você!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Ao esconder a verdade, a imprensa acabou fazendo com que os próprios candidato de oposição tenham medo de falar as verdades sobre as UPPs, acabando por reforçarem o processo, enaltecendo a sua única virtude: a segurança da população da comunidade.
Eu sou Coronel de Polícia, tenho a obrigação de tratar as UPPs tecnicamente e não politicamente, como tem sido feito.
Não contesto que as UPPs trouxeram tranquilidade para os moradores das comunidades assistidas e que valorizaram imóveis ao redor. Efeitos que ocorreriam em qualquer lugar do estado que recebesse um super policiamento, como o que acontece nas UPPs. Existe UPP onde a relação policial x morador é de um policial para cada cinquenta moradores, algo absurdamente superdimensionado, considerando que a ONU prega uma relação de duzentos e cinquenta moradores para cada policial, em casos graves de criminalidade. Todavia, por dever de ofício, tenho que destacar algumas consequências desta ação politiqueira, como tenho feito quase que diariamente, para a maior parte da população fluminense, a que não é assistida pelas UPPs.
Eis alguns problemas:
1) As UPPs não implantam a ordem e a legalidade, apesar da preença maciça da polícia, todos os ilícitos continuam ocorrendo: tráfico de drogas, transporte clandestino, jogo dos bichos, máquinas caça-níqueis, venda clandestina de gás, etc. A mídia já noticiou tais fatos. Isso desmoraliza a polícia e o governo.
2) Na implantação das UPPs, o governador avisa aos traficantes com antecedência, os quais deixam a comunidade com seus fuzis e seguem para outra comunidade, aumentando a concentração de criminosos no local. O governo não prende os criminosos, apenas os transfere, algo inconcebível. Cabral transferiu traficantes da Zona Sul para regiões menos nobres, nas quais os confrontos armados terão menor repercussão.
3) Ao instalar uma UPP, o governo Sérgio cabral (PMDB) deveria promover a prisão dos traficantes e a apreensão das armas e das drogas.
4) Ao chegarem nas outras comunidades, os traficantes transferidos não conseguem emprego nas bocas de fumo, que precisam manter a rentabilidade e não podem inchar a folha de pagamento. Diante de tal verdade, os transferidos precisam investir em outras atividades criminosas e levam seus fuzis para as ruas, roubando carros, fazendo arrastões e atacando policiais, com está ocorrendo diariamente no Rio.
5) Os Policiais Militares trabalham totalmente desmotivados nas UPPs, considerando que são violentados pelo governo que desrespeitou vários de seus direitos, inclusive os previstos no edital do concurso de 2008. Alguns estão recorrendo ao poder judiciário para garantir os seus direitos. Alguns Policiais Militares chegam a demorar oito horas para se deslocarem de casa para o trabalho.
6) O governo promove, salvo melhor juízo, uma improbidade administrativa que deve estar custando mais de R$ 200.000,00 por mês, quando ao invés de respeitar os direitos dos PMs do interior e colocar PMs do Rio nas UPPs, paga RioCards de até R$1.800,00 mensais para que esses PMs do interior não possam alegar que não possuem dinheiro para a passagem. Tal fato já foi comunicado por mim ao Ministério Público.
7) Em cada UPP inaugurada, o desrespeito é o idêntico. Vou visitar as que foram inauguradas nesta semana e comunicarei a situação no blog.
8) Sérgio Cabral (PMDB) ainda zomba de nós ao afirmar que 90% dos envolvidos com o tráfico de drogas se recuperam com a chegada das UPPs. Qual a fonte deste dado?
Encerro com uma frase politicamente incorreta, mas que expressa a minha real preocupação, diante da transferência dos traficantes e seus fuzis feita pelo governo Sérgio Cabral (UPP):
- Cidadão cuidado, a UPP ainda pode matar você!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
UNIDADES PACIFICADORAS DE BAIRROS (UPB).
A população que mora na Zona Norte espera que Sérgio Cabral (PMDB) comece a inaugurar as Unidades Pacificadoras de Bairros (UPB), colocando centenas de Policiais Militares em cada bairro, afinal o direito à vida é comum a todas as pessoas.
SITE G1:
‘Estou arrasado’, diz noivo de mulher atropelada após roubo de carro
Segundo ele, noiva não reagiu e foi atropelada por carro em alta velocidade.
Wallace Rodrigues diz que ela fez cirurgias e estado de saúde é estável.
‘Estou arrasado’, diz noivo de mulher atropelada após roubo de carro
Segundo ele, noiva não reagiu e foi atropelada por carro em alta velocidade.
Wallace Rodrigues diz que ela fez cirurgias e estado de saúde é estável.
“Estou arrasado”. Foi assim que Wallace Rodrigues resumiu o susto que ele e a noiva Janaína Souza tomaram na manhã deste domingo, quando ladrões armados de fuzis roubaram o carro em que o casal estava.
Diferente do que a polícia havia informado mais cedo, Wallace conta que a noiva não tentou fugir dos ladrões. Depois de levarem o veículo, os dois estavam a pé no viaduto de Benfica, no subúrbio do Rio, quando ela foi atingida por um táxi em alta velocidade. O taxista parou para ajudá-los e ela foi levada em estado grave para o hospital Souza Aguiar, no Centro.
"Falei: 'nós vamos ser assaltados'", diz vítima
“Percebi que o veículo na frente estava reduzindo a velocidade e falei pra ela: ‘nós vamos ser assaltados’. Soltei o cinto de segurança dela e o meu e falei: ‘não reage, entrega tudo na boa, vai dar tudo certo'. A gente manteve a tranquilidade, entregamos tudo, o que eles pediram. Eles saíram com o carro, coisa de segundos, quando nós estávamos parados no meio do viaduto, viramos pro lado, vinha um veículo. Eu consegui sair, tentei tirar minha noiva, mas não deu tempo, foi rápido. A situação era desesperadora”, contou Wallace.
De acordo com ele, além do motorista que a atropelou e estava em estado de choque, um outro táxi que vinha no sentido contrário também parou para ajudá-los. Além do carro, os criminosos levaram R$ 1,5 mil, que era o pagamento de Janaína, além de celulares, pulseira, anéis e cordão.
Com os ladrões no celular
Após o ocorrido, Wallace chegou ligar para o próprio telefone. “É uma situação revoltante. Atenderam os assaltantes, pedindo desculpa pelo que aconteceu pra minha mulher. Eles falaram: ‘deixamos seu veículo ali na frente porque a gente viu o que aconteceu. Tá tudo'”, diz ele, relembrando a conversa.
Janaína e Wallace pretendem se casar no ano que vem, quando ela se forma em enfermagem. No hospital, diz o noivo, ela passou por cirurgias no braço, perna e rosto. “Ela está lúcida , conversou comigo, perguntou, como qualquer mulher vaidosa, como estava o rosto. Mas está só inchado, vai dar certo.”
O carro da vítima foi recuperado na entrada da Favela do Jacarezinho por policiais militares. O caso foi registrado na 21º DP (Bonsucesso).
JUNTOS SOMOS FORTES!Diferente do que a polícia havia informado mais cedo, Wallace conta que a noiva não tentou fugir dos ladrões. Depois de levarem o veículo, os dois estavam a pé no viaduto de Benfica, no subúrbio do Rio, quando ela foi atingida por um táxi em alta velocidade. O taxista parou para ajudá-los e ela foi levada em estado grave para o hospital Souza Aguiar, no Centro.
"Falei: 'nós vamos ser assaltados'", diz vítima
“Percebi que o veículo na frente estava reduzindo a velocidade e falei pra ela: ‘nós vamos ser assaltados’. Soltei o cinto de segurança dela e o meu e falei: ‘não reage, entrega tudo na boa, vai dar tudo certo'. A gente manteve a tranquilidade, entregamos tudo, o que eles pediram. Eles saíram com o carro, coisa de segundos, quando nós estávamos parados no meio do viaduto, viramos pro lado, vinha um veículo. Eu consegui sair, tentei tirar minha noiva, mas não deu tempo, foi rápido. A situação era desesperadora”, contou Wallace.
De acordo com ele, além do motorista que a atropelou e estava em estado de choque, um outro táxi que vinha no sentido contrário também parou para ajudá-los. Além do carro, os criminosos levaram R$ 1,5 mil, que era o pagamento de Janaína, além de celulares, pulseira, anéis e cordão.
Com os ladrões no celular
Após o ocorrido, Wallace chegou ligar para o próprio telefone. “É uma situação revoltante. Atenderam os assaltantes, pedindo desculpa pelo que aconteceu pra minha mulher. Eles falaram: ‘deixamos seu veículo ali na frente porque a gente viu o que aconteceu. Tá tudo'”, diz ele, relembrando a conversa.
Janaína e Wallace pretendem se casar no ano que vem, quando ela se forma em enfermagem. No hospital, diz o noivo, ela passou por cirurgias no braço, perna e rosto. “Ela está lúcida , conversou comigo, perguntou, como qualquer mulher vaidosa, como estava o rosto. Mas está só inchado, vai dar certo.”
O carro da vítima foi recuperado na entrada da Favela do Jacarezinho por policiais militares. O caso foi registrado na 21º DP (Bonsucesso).
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 12 de julho de 2010
GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB): A "ESCRAVIDÃO" DOS POLICIAIS MILITARES.
Os nossos leitores têm acompanhado a luta diária que temos desenvolvido no intuito de reverter o estado de quase "escravidão" vivenciado pelos Policiais Militares do interior do RJ, que foram colocados nas UPPs, à revelia do edital do concurso e nos batalhões da Capital, na condição de adidos.
Eu noticiei o assassinato de um deles, que servindo no 13o BPM, como não tinha dinheiro para ir para casa e estava "morando" no 5o BPM, resolveu passear no Centro do Rio, quando estava de folga e foi assassinado, ao ser reconhecido como Policial Militar na Lapa.
Uma tragédia.
Penso que Sérgio Cabral (PMDB) ou Beltrame, um dos dois, deveria ter sido o portador da notícia sobre o assassinato dos jovens para seus familiares, assim poderiam apresentar as "desculpas do governo".
Hoje informo que estive conversando com amigos desse Policial Militar. Constrangidos ainda com o assassinato do amigo, eles informaram que recebem líquido pouco mais de R$ 900,00 por mês e gastam só de passagem casa-quartel, R$ 320,00 por mês.
Como vivem esses jovens heróis do Rio com o que sobra?
Como sustentam suas famílias?
Por que esses jovens Policiais Militares não estão no interior?
Simples, Sérgio Cabral (PMDB) não quer, deseja passar uma imagem de um Rio de Janeiro policiado e para isso sacrifica todo mundo.
Cabe destacar que os comandantes dos batalhões têm feito opossível para amenizar o sofrimento, criando alojamentos e escalas especiais, porém o sofrimento é muito grande. Um sofrimento que só tem um culpado:
SÉRGIO CABRAL (PMDB), o rei do Rio!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Eu noticiei o assassinato de um deles, que servindo no 13o BPM, como não tinha dinheiro para ir para casa e estava "morando" no 5o BPM, resolveu passear no Centro do Rio, quando estava de folga e foi assassinado, ao ser reconhecido como Policial Militar na Lapa.
Uma tragédia.
Penso que Sérgio Cabral (PMDB) ou Beltrame, um dos dois, deveria ter sido o portador da notícia sobre o assassinato dos jovens para seus familiares, assim poderiam apresentar as "desculpas do governo".
Hoje informo que estive conversando com amigos desse Policial Militar. Constrangidos ainda com o assassinato do amigo, eles informaram que recebem líquido pouco mais de R$ 900,00 por mês e gastam só de passagem casa-quartel, R$ 320,00 por mês.
Como vivem esses jovens heróis do Rio com o que sobra?
Como sustentam suas famílias?
Por que esses jovens Policiais Militares não estão no interior?
Simples, Sérgio Cabral (PMDB) não quer, deseja passar uma imagem de um Rio de Janeiro policiado e para isso sacrifica todo mundo.
Cabe destacar que os comandantes dos batalhões têm feito opossível para amenizar o sofrimento, criando alojamentos e escalas especiais, porém o sofrimento é muito grande. Um sofrimento que só tem um culpado:
SÉRGIO CABRAL (PMDB), o rei do Rio!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sexta-feira, 12 de março de 2010
UPP NO ALEMÃO, SÓ EM 2011...
JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO
...Ou seja, só no próximo governo.JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
A VERDADE SOBRE AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA.
Eu não estava lá, portanto, não sei como os fatos que motivaram as reportgaens que se seguem ocorreram, porém eu tenho visitado as Unidades de Polícia Pacificadora e posso afirmar, sem medo de errar, que as condições de trabalho dos Policiais Militares são péssimas.
Os jovens Policiais Militares que integram as UPPs sofrem toda sorte de dificuldades, que começam nos deslocamentos casa-UPP-casa, alguns percorrem mais de 300 quilômetros (dormem duas horas por noite) e continuam nas condições precárias que vivenciam no trabalho diário. As escalas são impróprias, o que somado ao pouco repouso, os sobrecarregam física e psicologicamente. A própria alimentação é disponibilizada de forma inadequada, uma vez por dia, embora o turno seja de 12 horas, inclusive fazendo com que Policiais Militares se alimentem em pé, no posto de serviço (via pública), comendo em quentinhas.
Policiais Militares comendo em quentinhas no meio da rua, esse é o retrato mais fiel das UPPs do Cabral.
Isso sem falar que eles não recebem o RioCard e que enfrentaram grandes dificuldades no período de formação (Curso de Formação de Praças).
Os Policiais Militares que trabalham em UPPs o fazem em condições degradantes, conforme o contido no relatório que estou encaminhando ao Ministério Público e à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ, na esperança de que essas condições sejam revertidas.
Ratifico que não sei o que aconteceu, mas afirmo que esses jovens Policiais Militares estão sendo transformados em "homens bomba", tamanho o desgaste a que estão submetidos.
Eis a verdade.
Leiam e assistam as reportagens:
JORNAL DO BRASIL:
Tiros e protesto de moradores no Pavão-Pavãozinho.
JB Online.
RIO - "Tiros para o alto e protesto de moradores marcaram o início da madrugada no Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Tudo começou quando os policiais da Unidade de Polícia Pacificadora pediram que um comerciante baixasse o volume do som do bar. Everton Benvindo, de 22 anos, que teria desacatado e desobedecido à ordem dos policiais, e foi preso em seguida.
Revoltados com a prisão, os moradores queimaram pneus, usaram coquetéis molotov e tentaram fechar a Estrada do Cantagalo, principal acesso ao morro.
Em resposta, os policiais efetuaram disparos para alto para dispersar a multidão".
JB Online.
RIO - "Tiros para o alto e protesto de moradores marcaram o início da madrugada no Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Tudo começou quando os policiais da Unidade de Polícia Pacificadora pediram que um comerciante baixasse o volume do som do bar. Everton Benvindo, de 22 anos, que teria desacatado e desobedecido à ordem dos policiais, e foi preso em seguida.
Revoltados com a prisão, os moradores queimaram pneus, usaram coquetéis molotov e tentaram fechar a Estrada do Cantagalo, principal acesso ao morro.
Em resposta, os policiais efetuaram disparos para alto para dispersar a multidão".
TV GLOBO:
Assistam a reportagem (vídeo).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚLCORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA: O POLICIAL MILITAR ESCRAVIZADO E HUMILHADO.
Prezados leitores, continuo avançando na reportagem investigativa sobre as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), um dos projetos eleitoreiros de Sérgio Cabral (PMDB), na busca aflita por chances de reeleição, as quais diminuem a cada dia.
O sentimento é de decepção e de revolta.
A gestão da modernidade se mostra subserviente, má gestora e inteiramente despreocupada com o homem, o Policial Militar, o patrimônio da Polícia Militar.
Concluirei as investigações logo que retornar de Brasília e devo estar entregando as comunicações no dia 08 FEV 2010, à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ; ao Ministério Público da Cidadania e da Tutela Coletiva e ao Ministério Público da AJMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
O sentimento é de decepção e de revolta.
A gestão da modernidade se mostra subserviente, má gestora e inteiramente despreocupada com o homem, o Policial Militar, o patrimônio da Polícia Militar.
Concluirei as investigações logo que retornar de Brasília e devo estar entregando as comunicações no dia 08 FEV 2010, à Comissão de Direitos Humanos da ALERJ; ao Ministério Público da Cidadania e da Tutela Coletiva e ao Ministério Público da AJMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 23 de janeiro de 2010
UPPs: SOBRAM POLICIAIS NAS COMUNIDADES CARENTES E FALTAM POLICIAIS NAS RUAS.

Rudolph Giuliani teria dito sobre as UPPs, cobrando uma fortuna:
- Vocês não podem simplesmente retirar policiais das ruas das cidades para colocá-los nas comunidades carentes.
A minha falecida avó, a amada Dona Maria Paúl, diria o mesmo e sem cobrar nada:
- Não se veste um santo descobrindo outro.
Ratifico que a OCUPAÇÃO como solução para o controle do tráfico de drogas nas comunidades é uma verdade conhecida há muito tempo, que não foi implementada antes exatamente em face desse equilíbrio, o que foi desprezado por completo no PROJETO POLÍTICO DAS UPPs.
Cabral quer se reeleger e nessa direção que se danem os valores técnicos, o que importa são os votos dos moradores.
Talvez a assessoria do governador devesse fazer uma melhor avaliação numérica a respeito do número de votos que serão obtidos nas comunidades atendidas e o número perdido nas demais áreas do Rio de Janeiro, penso que perceberão que politicamente também foi uma grande besteira.
A relação policial-morador nessas comunidades carentes é a melhor do universo, enquanto as ruas ficam cada vez mais vazias de policiamento, basta percorrer a cidade à noite, sobretudo fora da Zona Sul.
A reportagem mostra essa face das UPPs.
Só nos resta uma mobilização popular clamando para que sejam instaladas as Unidades Pacificadoras de Bairros, as UPBs.
O Rio está abandonado...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
A EVOLUÇÃO: OS DPOs, OS GPAEs E AS UPPs - A ESPERANÇA: AS UPBs.
MARCHA DEMOCRÁTICA - CBMERJ - PMERJ
17 FEV 2008
A implantação das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) na Zona Sul tem alcançado um sucesso midiático extraordinário e trouxeram a sensação de paz para as comunidades carentes onde foram implantadas, isso é inquestionável.
A forma de implantação merece críticas, inclusive em virtude do Estado não ter invadido também as comunidades com os serviços públicos e os ordenamentos necessários, o que já era de se esperar na atual gestão governamental.
As UPPs estão sendo implantadas na Zona Sul em comunidades dominadas por uma das facções que vendem drogas no Rio de Janeiro, como a Rede Globo tem noticiado através do seu comentarista Rodrigo Pimentel, algo que também merece uma melhor explicação além do tamanho das comunidades.
Todavia, apesar das minhas críticas ácidas ao governo estadual, me colocando na condição de mordador de uma dessas comunidades, aplaudiria a iniciativa, apesar dos pesares.
Entretanto, como especialista na área e por uma questão de justiça, devo destacar que as Unidades de Polícia Pacificadoras são na verdade grandes Destacamentos de Policiamento Ostensivo (DPOs), empregados pela Polícia Militar há décadas no Rio de Janeiro.
A única diferença é o efetivo empregado e as novas instalações adaptadas.
No passado, alguns desses DPOs foram comandados também por Oficiais (Tenentes de Polícia) e tiveram efetivos maiores, com cerca de 10 Policiais Militares por turno, como o existente na Comunidade do Jacarezinho, na área do 3o BPM. Uma experiência que retrocedeu com o passar do tempo, em razão dos problemas com efetivos.Na busca da verdade, devo destacar ainda que os DPOs não tinham mais qualquer sentido também há muito tempo, diante da sua completa ineficiência, com seus efetivos atuais de 2, 3 ou 4 Policiais Militares por turno de serviço.
O Coronel Ubiratan pretendia desativá-los em 2007, como Mário Sérgio fez agora, porém não conseguiu implantar essa idéia, talvez na época não fosse politicamente aceita, como é atualmente.
Na Polícia Militar alguns os DPOs começaram a evoluir para Grupamentos de Policiamento em Áreas Especiais (GPAEs), com efetivos maiores, sendo que o do Morro do Cavalão, em Niterói, é uma história de sucesso no controle da venda de drogas ilícitas na comunidade.
Mário Sérgio fez pesadas críticas aos GPAEs, esquecendo que as UPPs nada mais são do que GPAEs com um efetivo maior.
Cidadão, uma UPP é um GPAE com maior efetivo, enquanto um GPAE é um DPO com maior efetivo, simples.
A grande pergunta que surge é por qual motivo não foram empregados efetivos maiores, como os empregados nas UPPs, nas comunidades carentes antes de 2008?
Simples, para não diminuir o efetivo nas ruas do Rio de Janeiro.
Essa foi a opção de Cabral, uma alternativa política e não a implantação de uma política de estado, com a participação de todos.
Eles implantará mais algumas UPPs até as eleições de outubro/2010 e usará o sucesso midiático como plataforma política, prometendo que no próximo governo implantará um sem número.
Logo teremos os novos Super DPOs (UPP), novos Capitães comandando e menos Policiais Militares nas ruas do Rio de Janeiro.
Em tom de gozação, na internet tem surgido um pedido ao governador, a implantação nas UPB, as Unidades Pacificadoras de Bairros, nas outras "Zonas" do Rio de Janeiro, as populações agradeceriam penhoradamente, a coisa anda muito feia por esse lado dos túneis.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
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