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sábado, 15 de outubro de 2011

CONVITE PARA PROTESTAR NO LANÇAMENTO DO LIVRO DE JOSÉ DIRCEU - DIA 17 OUT 2011.

O Movimento Acordo Já!, composto por ex-funcionários da Varig e aposentados do Fundo Aerus, que lutam por seus direitos, participaram e convidam a todos e a todas para um grande protesto no lançamento do livro de José Dirceu, a segunda-feira.
EMAIL RECEBIDO:
"Prezados amigos, o chefe do Mensalão (segundo a Polícia Federal) e Presidente do Poder Paralelo (PPP) da Presidente Dilma (segundo denúncias mostradas em cadeia nacional) está lançando um livro e creio que a população deva estar presente para dar-lhe uma verdadeira recepção, digna de um grande "chefe". Repasso o convite para todos os cidadãos de bem, respeitáveis e pagadores de seus impostos. Principalmente aos do setor aéreo em particular os da falida Varig que até hoje sofre com as maracutaias deste "grande chefe" e demais amigos do ex-presidente Lula, PT e seus companheiros sindicais.
Vale à pena homenagear este "grande chefe".
DIA 17 DE OUTUBRO = A partir das 18:30 horas, em frente ao TEATRO OI CASA GRANDE, situado na Rua Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon, Rio de Janeiro.
Tempos de Planície - Editora ALAMEDA
Abraços
Dayse
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 18 de março de 2011

INVERSÃO DE CULPA - DORA KRAMER.

O ESTADO DE SÃO PAULO
Inversão de culpa

16 de março de 2011 | 0h 00
Dora Kramer
O PT abriu o ano de 2011, para quando inicialmente estava previsto o julgamento do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), disposto a ajudar os réus - pelo menos os seus - a se livrar das acusações de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, entre outras.
Adepto das críticas à "judicialização da política", como se convencionou qualificar genericamente decisões judiciais que atrapalham interesses políticos, o PT patrocina a politização do processo resultante de denúncia da Procuradoria-geral da República em 2007.
Esse movimento, obviamente com o objetivo de influir na decisão dos ministros do STF mediante uma absolvição à moda da casa, é percebido no tratamento dado aos principais (do ponto de vista político-partidário) réus.
José Dirceu, o "chefe da quadrilha", nas palavras do autor da denúncia e então procurador-geral Antônio Fernando de Souza, voltou a integrar o diretório nacional do partido.
Com ele haviam sido afastados e também retornaram João Paulo Cunha e José Genoino. Este último recentemente assumiu o posto de assessor especial do Ministério da Defesa e Cunha, para espanto geral, foi levado à presidência da Comissão, note-se, de Constituição e Justiça da Câmara.
Um grupo expressivo, do qual faz parte o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza, defende a volta do ex-tesoureiro e figura símbolo do escândalo, Delúbio Soares, ao partido argumentando que as penas não podem ser "eternas".
Argumento que convenientemente deixa de lado o fato de que a Justiça ainda não se pronunciou. Para o PT o importante é que esse pronunciamento ocorra em um ambiente já insensível aos acontecimentos de 2005, permeado pela impressão geral de que já houve punição suficiente e a conta foi devidamente paga.
Não bastasse, agora que o julgamento foi remarcado para 2012, o PT começa a pôr sob suspeita a isenção do Supremo, difundindo a tese de que julgamento em ano de eleições pressupõe inevitável parcialidade.
Um truque. Bem engendrado, mas insuficiente para convencer alguém de que a culpa de eventual condenação terá sido dos juízes e não dos réus.
Nuclear. O ex-deputado do PV Fábio Feldmann, hoje consultor para assuntos de meio ambiente, compartilha da convicção dos que veem no risco de desastre na usina de Fukushima o início do fim do uso de energia nuclear.
"Se o Japão que é tido como o país mais eficiente na segurança e prevenção está sob a ameaça de uma tragédia nuclear, o que dizer do restante do mundo?", questiona Feldmann, para quem o que ocorre agora no Japão confirma o que os ambientalistas dizem há anos sobre os perigos dessa fonte de energia.
Espasmo. A proposta de criação de uma comissão no Congresso para discutir o destino das usinas nucleares no Brasil pode até ser cheia de boas intenções, mas é o tipo da falsa providência.
Sempre que há algum acontecimento de repercussão aparece a sugestão de se criar um grupo de discussão no Parlamento. A comissão para debater a última crise econômica mundial foi instalada com ares de grande evento. A respeito da qual nunca mais se teve notícia.
O Legislativo brasileiro prestaria melhor serviço se, no lugar de simular interesses grandiloquentes, se interessasse por solucionar problemas mais urgentes. Como, por exemplo, a recuperação da credibilidade do Poder.
À margem. O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, está escandalizado com a atitude da Câmara dos Deputados que simplesmente resolveu não cumprir decisão do STF que assegura a posse dos suplentes de deputados conforme a ordem dos eleitos pelos partidos e não pelas coligações.
"Se um Poder não cumpre uma determinação da Justiça, é de se imaginar que o cidadão comum acredite que igualmente não seja preciso obedecer ao que diz a lei e ao que decide o juiz", diz o ministro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A NAÇÃO TIRIRICA - WALDO LUÍS VIANA.

A NAÇÃO TIRIRICA
Waldo Luís Viana*

“Nesta eleição, nem mesmo cristo
querendo me tira dessa vitória.”
Dilma Rousseff


Esse artigo é uma singela homenagem à socióloga
Maria Lúcia Victor Barbosa

Os últimos acontecimentos da campanha presidencial demonstram a exaustão do modo petista de fazer campanha. Havia no governo e entre os partidários a convicção de que viveriam num céu de brigadeiro, com a candidata escolhida alcançando quase toda a popularidade do presidente, exibida nas pesquisas. No entanto, tal não aconteceu. Em alguns estados, ela vem caindo a olhos vistos e os petistas mais afoitos já pararam até de repartir ministérios...
Numa eleição anômala, plebiscitária, com quase todos os candidatos interpretando uma vertente do pensamento de esquerda, a equação esperta era a de que a candidata biônica iria subir exponencialmente, bastando para isso que o povo tomasse conhecimento de que era indicada pelo presidente para a sucessão. Infelizmente, essa correspondência não se expressou devidamente em pesquisas internas e qualitativas, como demonstram os institutos mais independentes.
Daí o aumento de tom nas hostes petistas, a começar pelo presidente, em Joinville, tentando reverter tendências regionais, com xingamentos a líderes da oposição e expressão do desejo fascista de extinguir pura e simplesmente um dos partidos que não reza segundo a cartilha presidencial. De outro lado, o velho, sempre útil e consagrado ex-chefe da Casa Civil, saindo das sombras, veio afirmar que a liberdade de imprensa no país é excessiva e precisa ser “domada” para não causar problemas.
Esses fatos eleitorais encobrem certa falta de cavalheirismo (fiquemos no eufemismo) de quem estaria unido e coeso em torno da certeza de vitória no primeiro turno. Outro resultado que não esse poderia ser fatal para o esquemão do governo, com cargos estatais a defender e a ideologia disfarçada (ainda) do Foro de São Paulo por continuar.
Entre os formadores de opinião, perplexos com as manifestações suspeitas de quebra de sigilo fiscal e peripécias do manjado tráfico de influência na Casa Civil e o povo mais pobre, anestesiado e agradecido ao grande chefe pelo bolsa-família e outras benesses, encontra-se a maioria silenciosa, que vem demonstrando muito dissabor com os rumos da campanha.
A perspectiva de um comediante obter 1 milhão de votos para deputado federal, em São Paulo, e eleger mais dez vagas dentro de seu partido (a chamada “bancada tiririca”), traz aos cidadãos responsáveis um sofrimento a mais que não pode mais ser disfarçado. Esse segmento sabe até que o palhaço tem razão: “pior do que tá num fica!” E o humorista não veio nem para explicar nem para confundir: apenas nos confirma que os “abestados” somos nós.
Enfim, temos o que governo sempre desejou: a burrice no poder. Quem mandará em nosso mundo serão os milhões de analfabetos funcionais, os que brevemente haverão de abocanhar as cotas nas universidades públicas. Uma inclusão de incompetência, transformada em deboche, sem qualquer premio Nobel. O povo deseducado, afinal, é o fermento das eleições petistas bem-sucedidas e da manutenção de seu poder.
No velho regime militar (eu me lembro), todo mundo tinha medo da política e só falava em futebol. Reinava uma tecnocracia, hipócrita e asséptica. Agora, infelizmente, é bem pior: se você discordar dos mandantes de plantão terá provavelmente o sigilo quebrado, a vigilância policial sobre você e até a ameaça de virar nome de parque. Desde os tempos de Celso Daniel até Yves Hublet, longos desdobramentos históricos de suspeitas, assassinatos e cumplicidade têm sido objeto de surdo protesto de muitos cidadãos, com o correspondente descaso de nossas autoridades. Os malfeitos e as lambanças têm sido movidos para debaixo do tapete. Vide o mensalão do PT...
No Brasil, infelizmente, estamos assistindo à formação de um fascismo burro e búlgaro, baseado na continuação do culto à personalidade, com Lula e Dirceu no coração, ponto eletrônico no ouvido e gordas comissões, agora em pastas e bolsas de griffe.
Um regime típico de perseguição aos denunciantes e de blindagem dos denunciados, considerados sempre os coitadinhos. Em tal estado de coisas, o suspeito, safado e corrupto, torna-se, inexplicavelmente, vítima de calúnia e do desespero de quem denuncia. Quem não conhece os expedientes protelatórios na Justiça para manter a garantia de que tudo no final vire mera piada de salão e motivo de distribuição de renda entre advogados ricos?
Porém – é necessário que se diga – há uma peninha: o governo, que esgotou prematuramente os coelhos da cartola e se vê acuado, precisa ganhar no primeiro turno de qualquer maneira, para não exibir sinais de fraqueza.
Não pode confessar, mas sabe, no íntimo, que a candidata-ventríloqua não tem fôlego político, nem físico, para aguentar a pressão de um segundo turno, que é outra eleição! Ao mesmo tempo, o presidente vem se expondo sem cautela e utilizando a máquina pública para defender a candidata, sem o menor pudor pelo cargo que ocupa. E alguns de nossos juízes e procuradores também fazem parte dessa maioria silenciosa e são capazes, quem sabe!, de responder corajosa e surpreendentemente ao Estado policial em que vivemos.
A primavera vem aí, com seus encantos e sortilégios, apesar de todos os tiriricas da vida... E é cedo demais para dizer que nem Cristo tira a vitória da candidata petista. A história mostra-nos que as pretensas unanimidades são companheiras inefáveis de erros fatais. Sem contar que o último que disse ser mais popular que Jesus Cristo teve o destino que todos conhecem...
Quem sou eu para desejar ou sugerir tais vaticínios, mas sei que os que vencem são aqueles que sabem calçar verdadeira e sinceramente as sandálias da humildade. E este parece, sem dúvida, não ser o caso da candidata do governo.
Nossa nação tiririca, (in)felizmente, não é para principiantes...
* Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta e vai escrever até quando as patrulhas petistas intervierem de vez na Internet. Ele teme que o poder institua, na prática, a frase célebre do Beira-Mar: “tá tudo dominado!” e – convenhamos – não estamos longe disso...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ó, NÃO ADIANTOU NADA - DIOGO MAINARDI.

REVISTA VEJA:
DIOGO MAINARDI
“No fim, Dirceu voltou a tratar da imprensa. Ele antecipou que pretende dizer o seguinte, quando Dilma estiver eleita: ‘Ó, não adiantou nada. Estamos aqui mais quatro anos’. Dirceu está certo. Ó, não adiantou nada”

O problema do Brasil é o excesso de liberdade da imprensa. Quem disse isso, em outras palavras, durante um encontro com sindicalistas baianos, foi José Dirceu. Eu digo o contrário. Eu digo que o problema do Brasil é o excesso de liberdade de José Dirceu.
Duas semanas atrás, em sua página no Twitter, Indio da Costa publicou uma fotografia que resume perfeitamente o excesso de liberdade de José Dirceu. Ele está no Rio de Janeiro, na pista do Aeroporto Santos Dumont, embarcando num jato particular, um Citation 10 com o prefixo PT-XIB. O excesso de liberdade da imprensa permite indagar quem sustenta o excesso de liberdade de José Dirceu.
O plano de José Dirceu para eliminar o problema do excesso de liberdade da imprensa tem duas partes. A primeira parte é a montagem de um sistema estatal que controle a atividade das empresas jornalísticas e que puna qualquer tentativa de fazer aquilo que ele chamou de “abuso do poder de informar”. Isso mesmo: Conselho Federal de Jornalismo. Isso mesmo: Ancinav. Isso mesmo: Confecom.
A segunda parte do plano de José Dirceu é aliar-se a empresários do setor da imprensa exatamente como o PT se aliou a José Sarney e a Renan Calheiros no Congresso Nacional. “O momento histórico que estamos vivendo”, segundo José Dirceu, é ruim para o “movimento socialista internacional”. Por isso, em vez de tentar fazer seu próprio jornal, o PT deve continuar negociando com alguns grandes grupos. Na prática, isso significa garantir o excesso de liberdade do bispo Edir Macedo e da Rede Record.
No mesmo encontro em que apresentou seu plano para eliminar o excesso de liberdade da imprensa, José Dirceu apresentou também seu plano para a reforma política. De acordo com ele, é necessário duplicar ou triplicar imediatamente a quantidade de dinheiro público destinada aos partidos. Ele advertiu que, sem esse dinheiro, o PT prosseguirá com suas práticas de “caixa dois, corrupção, nomeação dirigida, licitação dirigida, emenda dirigida, superfaturamento e tráfico de influência”.
José Dirceu disse que, no poder, o PT valorizou o servidor público. Claro que é verdade: o filho de Erenice Guerra valorizou-se, o outro filho de Erenice Guerra valorizou-se, o irmão de Erenice Guerra valorizou-se, a irmã de Erenice Guerra valorizou-se. José Dirceu falou até sobre a saúde de Dilma Rousseff, desmentindo o que ela própria diz sobre o assunto: “Ela passou por um câncer. E sente muito isso ainda”.
No fim de seu encontro com os sindicalistas baianos, José Dirceu voltou a tratar da imprensa. Ele antecipou que pretende dizer o seguinte, quando Dilma Rousseff estiver eleita: “Ó, não adiantou nada. Estamos aqui mais quatro anos”.
José Dirceu está certo. Ó, não adiantou nada.
Por Diogo Mainardi
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O RIO DE JANEIRO PRECISA DAR A RESPOSTA CLARAMENTE.

O Rio de Janeiro é a caixa de ressonância do Brasil.
Eis uma verdade.
A população do Rio precisa dar uma resposta para todo Brasil, levantar a bandeira contra esta política que ocupa as manchetes policiais do país.
Como votar no PT e em seus aliados, diante uma quantidade de escândalos políticos nunca antes vista na história deste país?
Os escândalos alcançam o topo da pirâmide política, por duas vezes já atingiram o ocupante do segundo cargo em importância no Brasil. Primeiro com José Dirceu e agora com Erenice Guerra, principais assessores do governo Lula. Dilma gravitava ao redor de Lula em todos estes momentos. A gravidade só seria maior se o próprio Lula fosse o acusado.
No Rio, as secretarias estaduais de segurança, administração penitenciária e saúde estão sendo investigadas, as acusações também são gravíssimas.
Como votar no PMDB e seus aliados?
Se a população do Rio não repudiar o PT e o PMDB em outubro terá dado sinal verde para que a lama ultrapasse o nosso pescoço.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A MARCHA DA ESTUPIDEZ - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

A MARCHA DA ESTUPIDEZ
Maria Lucia Victor Barbosa
13/06/2010

O PT aprendeu depois de muitas derrotas como chegar ao poder mais alto da República e nele se manter. Trocou o discurso revolucionário pelo discurso pragmático, utilizou em grande escala a propaganda que engana incautos e aquece emoções, fez acordos com forças políticas e econômicas inimagináveis nos tempos dos petistas éticos, mas não esqueceu o aprendizado anterior de fazer oposição de forma violenta, ameaçadora, implacável, diante da qual nenhum partido ousou o enfretamento adequado, nem mesmo quando estouraram os escândalos que teriam derrubado qualquer presidente da República fosse ele de outro partido.
Uma vez enquistado no poder foi trabalhado o projeto de permanência do PT, estipulado por José Dirceu em pelo menos 20 anos, enquanto Lula da Silva sempre se referia a quatro anos e depois a oito anos como períodos muito curtos para realizações pretendidas.
Sem dúvida, a meta de se manter no mais alto domínio do país foi planejado com esmero. A figura presidencial foi trabalhada com requintes de culto da personalidade, próprios de governantes ególatras. Estimularam as performances circenses de um Lula, que por vezes lembram as de um animador de auditório. E ele cultivou o palavreado chulo, o comportamento inadequado, os atropelos da linguagem na busca de identificação com as massas.
Mas isso não bastava. Além de circo o povo quer pão. O governo petista seguiu à risca a “herança maldita” e até agora tem se dado bem com o importante respaldo do Banco Central sob o comando de Henrique Meirelles, ex- tucano, ex-liberal, hoje PMDB.
Ao mesmo tempo, deu certo a fórmula: bolsas esmola no melhor estilo do voto de cabresto para pobres agradecidos; lucros astronômicos para os ricos, principalmente banqueiros, empreiteiros, grandes empresários. Quanto aos intelectuais, artistas, clérigos, mantiveram o encantamento pelo “proletário de esquerda”.
O Congresso foi anexado ao Executivo através de “mensalões”. O Judiciário sempre pronto para exercer o direito alternativo sujeitou-se ao deboche de Lula da Silva que se crê acima da lei.
Se a herança maldita do PT que inclui loteamento do Estado pelos companheiros, dívidas perdoadas a outros países, esdrúxulas criações de embaixadas como a da Coréia do Norte, mimos aos companheiros e compadres da América Latina que usam e abusam do Brasil, fulminar o próximo presidente, melhor. O caminho está preparado para a volta de Lula da Silva que, alias já se lançou ao terceiro mandato em 2014.
Contudo, se para uso interno o plano de José Dirceu funcionou, a política externa sob o comando de Marco Aurélio Garcia auxiliado, por Celso Amorim, tem sido um retumbante fracasso. O Brasil tem perdido todos os cargos importantes a nível internacional. Faz questão de proteger terroristas e assassinos como Cesare Battisti e outros mais. Dá apoio aos piores ditadores que desrespeitam direitos humanos. Contudo, a patacoada em Honduras, quando a mando de Hugo Chávez o Brasil abrigou em sua embaixada Manoel Zelaya, o pretensioso e ridículo papel de Lula da Silva junto a israelenses e palestinos prometendo-lhes a resolução de seus complexos problemas, não foram nada diante da peça de teatro mambembe dedicada ao astuto companheiro Mahmoud Ahmadinejad.
O resultado da aventura, que teve como única aliada a Turquia, foi a paulada mais monumental já recebida por nossa política externa. O Brasil ficou praticamente falando sozinho no Conselho de Segurança da ONU quando sanções foram votadas contra o Irã. Todos os membros votaram a favor, o Líbano se absteve e a Turquia por pouco não deixou o Brasil na mão.
Mesmo assim, de forma totalmente arrogante e estulta, Lula da Silva e Amorim cantaram vitória. Para uso interno, vá lá, para uso externo não funcionou, pois além de tudo isso ser desmoralizante para o Brasil já começam a entender lá fora quem é de fato o “cara’”.
Mas, por que as sanções são necessárias. Por que o Irã não pode ter a bomba atômica que está prestes a fabricar? Porque o Irã se localiza em zona de tensão, porque o país está sob a égide do perigoso fundamentalismo mulçumano, porque Ahmadinejad já declarou com todas as letras que sua gana de destruição começará por Israel, porque qualquer ataque nuclear não terá vencedores nem perdedores, porque não sobrará nada.
Note-se que Ahmadinejad, que riu das sanções e já ameaça bloquear petróleo para outros países personifica a marcha da estupidez que deixa o planeta numa de suas fases das mais perigosas. Certamente o persa tem adeptos além de Lula, como Fidel Castro que emergiu de seu sarcófago para dar apoio a Ahmadinejad e perverter os fatos ao dizer que Israel é que quer atacar o Irã.
Certamente Lula da Silva gostou do humor negro do déspota cubano a quem chama carinhosamente de democrata. Ele e Fidel lembram um filme passado há tempos: “De como aprendi amar a bomba atômica”. Ambos estão engajados na marcha da estupidez, sob o comando de Ahmadinejad.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.com.br

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 19 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O "GLORIOSO" MENSALÃO DO PT.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
MENSALÃO DO PT: NÃO HÁ PROCESSO, NINGUÉM SAI E AINDA É PROMOVIDO!
(Folha SP, 24)
"O PT oficializou ontem a volta de nomes envolvidos no escândalo do mensalão à direção do partido. Conforme indicação da corrente majoritária da legenda, a CNB (Construindo um Novo Brasil), José Dirceu, João Paulo Cunha e José Genoino irão compor o novo Diretório Nacional, que tomará posse no mês que vem.A campanha da candidata do partido à Presidência, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), promoverá outra reedição: a do grupo de sindicalistas bancários que originou os "aloprados" e desempenhará funções estratégicas, como a centralização da captação de recursos".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ECOS DE BRASÍLIA.

O governador José Roberto Arruda jogou a toalha, diante da certeza da expulsão, desfiliou-se do DEM (leia).
Uma pena pois seria a primeira expulsão de um político acusado de mensaleiro de um partido político, pois os demais acusados estão com a corda toda em outros partidos, sobretudo no PT de José Dirceu.
Enquanto isso o Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal prometem apurar os abusos cometidos contra manifestantes (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DO BRASIL FALTOU TANTA VERGONHA NA CARA...

O GLOBO
DILMA+JOSÉ DIRCEU+BERZOINI= PT

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 23 de agosto de 2009

A TEMPESTADE E O COPO D'ÁGUA - GUILHERME FIUZA.

Há um grande mal-entendido nesse episódio da renúncia à renúncia de Aloizio Mercadante. O líder do PT no Senado não deve ser criticado da forma como está sendo.
Não há problema algum em Mercadante fazer o que fez – anunciar que entregaria a liderança em caráter irrevogável, e depois continuar no posto. Estão fazendo tempestade em copo d’água.
A tempestade é Lula. O copo d’água é Mercadante.
Na condição de copo d’água, o senador petista pode fazer o que quiser. Pode ficar de pé, pode entornar, pode se espatifar, pode ser oferecido com açúcar ou adoçante, tanto faz.
O que importa a rebeldia de Mercadante contra o rolo compressor pró-Sarney? O que importa sua orientação a seus supostos liderados? Quem se importa com suas acrobacias verbais para afagar Collor sem deixar de ser o anti-Collor?
Aloizio Mercadante está nas manchetes por engano. Quem renuncia ou deixa de renunciar a um poder que não tem não é notícia.
Mercadante não é líder de nada. O líder é Lula. E o PT não está em crise. Em crise estão os que atribuíram ao partido o idealismo que Mercadante finge que defende.
Até José Dirceu, o proscrito, é mais líder que Mercadante. Manchete seria se Lula parasse de receber Dirceu na penumbra de seu gabinete. Ele continua lá, zumbindo no ouvido do presidente seus planos magistrais, como a invenção de Dilma Rousseff, a transformação do pré-sal no novo Eldorado, o pacto de sangue com Sarney e Collor contra a mídia burguesa.
Não chateiem o pobre Mercadante. Deixem-no viver em paz sua fantasia de dilemas morais. Se ele dorme do contra e acorda a favor, francamente, não faz a menor diferença.
Guilherme Fiuza
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 18 de agosto de 2009

UM TEXTO DE 2005.

Da Ignorância à Maldade
Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 8 de agosto de 2005
WASHINGTON, DC - Quando você olha um objeto qualquer – um gato, uma cadeira, uma nuvem, um palito de fósforo –, não percebe nele somente o traço essencial que o define pelo nome. Percebe também um conjunto de aspectos secundários que o individualizam e o distinguem de outros entes da mesma espécie. Percebe, por exemplo, que é um gato rajado e não preto, que é grande e gordo em vez de pequeno e magro, que está deitado e imóvel em vez de correr e saltar, que está no sofá da sala e não em cima da mesa da cozinha etc., etc. É esse conjunto de aspectos secundários que diferencia a percepção concreta da mera idéia abstrata de "gato", a qual idéia é sempre a mesma para todos os gatos de todos os tamanhos e cores, percebidos em todos os lugares, posições e atitudes possíveis.
Aristóteles denominava "categorias" esses vários aspectos sob os quais um ente ou coisa é percebido instantaneamente. Perceber com realismo é apreender um objeto, fato ou situação sob as várias categorias, captando com exatidão as diferenças que ele exibe em cada uma delas e articulando- as num todo concreto. É claro que nem sempre essa articulação é intuitiva e instantânea. Às vezes surge uma incongruência qualquer entre os aspectos percebidos, e o todo não se completa intuitivamente. Aí você recorre à conjeturação lógica para tentar completá-lo mentalmente, mas o melhor que a lógica vai produzir então é uma hipótese mais plausível. A verificação da hipótese só pode ser obtida por um segundo exame do objeto. Por exemplo, se a forma externa que ele mostra sugere que é um gato, mas o tamanho parece excessivo para um gato, você pode conjeturar que é uma onça ou tigre, mas só tirará a dúvida se olhar para o bicho de novo, ao menos pela fração de segundo necessária para concluir que está na hora de sair correndo. Em todos os casos e circunstâncias, nada substitui a percepção intuitiva adequada e completa.
Tanto é assim que, mesmo naquelas formas de conhecimento mais elevadas e complexas a que chamamos "ciências", o teste da verdade vem sempre, em última análise, da experiência, isto é, do acesso intuitivo a algum dado de realidade presente. A experiência sistemática é, na esfera das ciências, o equivalente da percepção intuitiva na cognição vulgar ou pré-científica. Os conceitos descritivos e explicativos de qualquer ciência, por sua vez, não são senão aplicações mais especializadas das dez categorias descobertas por Aristóteles (substância, qualidade, quantidade, relação, ação praticada, ação sofrida, lugar, tempo, posição e atitude). O conhecimento da realidade é sempre uma questão de percepção, e percepção é articulação intuitiva de traços percebidos sob as várias categorias. A conclusão inevitável é que a aplicação eficaz dos conceitos científicos depende de uma boa percepção vulgar prévia. A tentativa de aplicar conceitos científicos a realidades mal percebidas resulta apenas em delírio pedante, em histórias da carochinha adornadas com uma aparência de linguagem intelectualmente sofisticada. Na imagem resultante, os traços percebidos são deformados por categorias impróprias e a confusão pode chegar a tal ponto que o trabalho mental de gerações inteiras se torna esforço perdido.
Na percepção de fatos mais complexos do que um gato dormindo, a possibilidade de incorrer nesse erro é enorme, sobretudo quando são fatos públicos sujeitos a deformações operadas por toda sorte de "especialistas" , palpiteiros, ativistas fanáticos e partes interessadas. Maior ainda a possibilidade do desastre quando a comunidade que participa do debate não tem prática do assunto e arrisca, por automatismo, e às vezes com fartura de termos científicos, jurídicos, sociológicos, etc., toda sorte de interpretações deslocadas, adaptadas de experiências vagamente parecidas, tornando ainda mais inacessível a realidade do objeto.
No caso do Mensalão, por exemplo, a incapacidade geral de atinar com a diferença específica do que está acontecendo é produzida pelo seguinte fator: uma década e meia de denúncias, fomentadas astuciosamente pelo partido que num choque de retorno veio a tornar-se depois o principal suspeito delas, criou o hábito de encarar o dinheiro do Estado como o bem mais valioso, superior mesmo ao próprio Estado, e de não conceber os crimes contra o Estado senão sob a categoria do roubo e da corrupção. Isso tornava impossível imaginar a possibilidade de delitos mais vastos e ambiciosos, que assim podiam ser cometidos sem medo ante milhões de olhos cegos.
Ora, o partido que infundiu esse hábito na mente do povo fez isso justamente porque sabia que o calcanhar-de- Aquiles dos adversários a quem desejava destruir estava na sua ânsia de enriquecimento pessoal, coextensiva à sua vacuidade ideológica, à sua completa falta de objetivos político-estraté gicos maiores. Ele, por sua vez, tinha um objetivo político-estraté gico maior: a destruição da ordem democrática, a deglutição do Estado no ventre da onipotência partidária, a criação de um regime socialista nos moldes delineados pelo Foro de São Paulo, o alinhamento do Brasil no eixo comuno-terrorista. Tinha esse objetivo e sabia não apenas que ele era ilegal em si mas que sua realização exigiria o uso de meios criminosos de envergadura jamais ambicionada por seus miúdos adversários. Não se tratava de enriquecer o sr. fulano ou de garantir o futuro do sr. beltrano, corrompendo, para esse fim, meia dúzia de parlamentares e uns quantos funcionários burocráticos. Tratava-se de elevar um partido acima do poder do Estado – e para isso era preciso corromper o maior número de políticos, a classe política inteira se possível, sobretudo e de preferência os virtuais adversários do partido, para que, em caso de perigo, corressem em socorro dele ou pelo menos se abstivessem de dizer o que sabiam contra ele. Tratava-se de comprar tudo e todos, organizadamente, sistematicamente, para que ninguém pudesse denunciar nada sem denunciar-se a si próprio.
Foi para isso, precisamente, que esse partido desencadeou mil e uma campanhas de "ética", fomentando a indústria do denuncismo que ao longo de uma década e meia manteve a nação num permanente estado de sobressalto, sempre à espera de novos e novos escândalos que minavam a confiança do povo nas instituições e o induziam a apostar suas últimas esperanças na idoneidade do denunciante, sem imaginar que ele não produzia denúncias senão como elemento de um plano criminoso infinitamente mais vasto e ambicioso do que todos aqueles delitos isolados contra os quais ele incitava a revolta popular. Desviar contra os corruptos vulgares o potencial explosivo dessa revolta, amortecendo ao mesmo tempo o impacto de crimes incomparavelmente mais graves como o respaldo dado pelo Foro de São Paulo aos narcotraficantes das Farc e aos seqüestradores do MIR – mesmo quando atuavam no território nacional, matando brasileiros, treinando quadrilhas de bandidos nos morros, envenenando crianças com cocaína nas escolas --, foi a tática usada numa longa operação de amortecimento da inteligência pública, de modo a torná-la incapaz de perceber os fatos com suas devidas proporções. A recém-descoberta corrupção petista não é a negação dos velhos slogans "éticos" do partido: é a continuação natural deles, já que não foram inventados senão para prepará-la por meio da camuflagem, do diversionismo e da imbecilização planejada.
Os corruptos à moda antiga apropriavam- se do dinheiro do Estado para seus próprios fins particulares. O PT apropriou-se do Estado, usando o dinheiro dele para suas próprias finalidades estratégicas. Os primeiros deixavam o Estado intacto porque viviam dele, alimentando- se das suas sobras. O PT usou o Estado inteiro como alimento, assimilando- o no sentido estritamente fisiológico do termo, isto é, eliminando-o como entidade independente e recriando-o como elemento da sua própria estrutura.
Hoje está claro que a estratégia seguida para isso ao longo das últimas décadas comportava, antecipadamente, planos alternativos:
PLANO A
Dominar psicologicamente a sociedade por meio da tática dos sobressaltos e da chantagem moralista, e em seguida tomar o Estado quando já não houvesse mais resistência exceto suicida.
PLANO B
Se isso falhasse, entregar à execração pública alguns bodes expiatórios e tentar salvar a aura mágica do símbolo Lula para poder recomeçar tudo de novo.
PLANO C
Se isso também falhasse, salvar ao menos a reputação do esquerdismo como tal, apresentando a corrupção petista não como a implementação lógica de uma estratégia de conjunto e sim como uma "traição" aos belos ideais da esquerda, e transferindo para algum partido secundário – escolhido dentre os muitos do Foro de São Paulo -- o encargo de posar como nova encarnação da moral e dos bons sentimentos.
O plano A falhou porque Roberto Jefferson aceitou o suicídio como meio de resistência. O plano B está falhando. O plano C está em plena realização. A nova encarnação da moralidade é a sra. Heloísa Helena com o seu PSOL. Até militares patriotas estão caindo no engodo, sem perceber que esse partido é tão sujo quanto o PT, já que tem entre seus mentores nada menos que um terrorista, Achille Lollo, condenado na Itália pelo assassinato de duas crianças, escondido durante décadas por padrinhos poderosos e por fim acolhido no Brasil pelo governo petista – um belíssimo curriculum vitae, que em nada perde para o do agente cubano José Dirceu.
Não por coincidência, escrevi com um ano e meio de antecedência que isso ia acontecer (Jornal da Tarde, 12 fev. 2004), e tudo está acontecendo exatamente como descrevi. O Brasil é de uma obviedade acachapante.
No entanto, tão arraigado é o vício mental infundido na população pela propaganda "ética" petista, que ninguém, hoje, parece perceber a diferença entre casos corriqueiros de corrupção e o crime incomparavelmente maior que o PT praticou e está praticando. O que o PT fez não foi desviar dinheiro daqui e dali para constuir piscinas ou alimentar amantes de deputados. Foi criar um macro-sistema de corrupção destinado a neutralizar oposições, a debilitar a capacidade investigativa do Estado e a confundir a população inteira para fazer dela e da própria máquina estatal instrumentos dóceis a serviço da instauração lenta e anestésica de uma ditadura informal sob o nome de democracia.
Isso não é corrupção. É golpe. É conspiração. É alta traição. Para quem se meteu em empreendimento tão ambicioso, tão perverso, tão maligno, ser acusado de mera corrupção é um alívio. Sempre resta a esperança de que seus crimes sejam nivelados assim aos de um P. C. Farias qualquer, sem manchar a reputação dos "ideais" que os inspiraram e sem estrangular a esperança de que o esquema desmantelado possa ser reconstruído em seguida com outros agentes e outro rótulo partidário.
Intoxicada por meio século de "revolução cultural" que tornou a cosmovisão da esquerda a única referência moral vigente, atordoada pela tagarelice "ética" de duas décadas, a nação parece empenhada em tomar os anéis da elite golpista com todo o cuidado para não lhe machucar os dedos. Dissolvendo a percepção da realidade concreta numa sopa de classificações abstratas inapropriadas à situação, ela colabora para que o criminoso, na mais ousada das hipóteses, seja condenado por um crime menor e saia ileso para tentar de novo o golpe maior.
Um sábio que conheci dizia que o pecado tem três etapas: a ignorância, a fraqueza, a maldade. A presente fraqueza moral brasileira é fruto de décadas de ignorância planejada. Só falta um pouco para que a nação passe à última etapa, aderindo a uma ética de Josés Dirceus e celebrando o maquiavelismo petista como a manifestação suprema e única do bem e das virtudes.
PSOL+ Achille Lollo: Deêm uma olhada neste site:
http://wwhttp: //www.conteudo. com.br/providafa milia/quem- e-achille- lollo-pergunte- ao-psolw. conteudo. com.br/providafa milia/quem- e-achille- lollo-pergunte- ao-psol
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 5 de julho de 2009

IL CAPO HA SEMPRE RAGIONE - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

IL CAPO HA SEMPRE RAGIONE
Maria Lucia Victor Barbosa
5/7/2009
Com quais valores se pode educar atualmente uma criança? É dever ensinar aos filhos: sejam honestos, estudem, não mintam, tenham brio, sejam respeitosos?
Em tempos idos isso funcionava. Famílias geravam cidadãos capazes de distinguir entre o certo e o errado, de repudiar o que funcionasse mal. A escola mais que ensinar o alfabeto inculcava desde cedo no indivíduo noções de sociabilidade que incluíam o sentido de pátria. Mesmo a classe política tinha, pelo menos, mais compostura.
Naturalmente sempre houve desonestidade, malandragem, mentira, descaramento, mas a parcela do Brasil que pensava, estudava, trabalhava se distinguia a ponto de dar exemplo. E se costumava dizer que o exemplo vinha de cima, dos pais e das autoridades. Tudo isso ficou para trás.
Certamente o Brasil evoluiu acompanhando a escalada do desenvolvimento mundial, em que pese manter contrastes regionais e disparidades de classe. Entretanto, sofreu brutal involução em termos de valores. Com relação especialmente à classe política, com as honrosas exceções que por ventura existam se pode dizer que o Brasil acanalhou legando como exemplo às futuras gerações mentira, desonestidade, descaramento, falsidade, corrupção.
Dirão os defensores dos crimes e dos erros que se presencia, que foi sempre assim desde que Cabral pisou a Ilha de Vera Cruz. Sem duvida tivemos, para usar uma expressão de José Ortega y Gasset, uma “embriogenia defeituosa”. Toco no assunto longamente em dois de meus livros. Num curto artigo isso é impossível.
Sobre a sociedade seria necessária outra longa análise que avaliasse as transformações mundiais nas quais o Brasil está inserido, tanto para o bem quanto para o mal. Internamente teríamos que pesquisar as mudanças pelas quais passaram a família, a escola, a religião, enfim, nossos mecanismos de controle social. Deixemos isso, talvez, para outro livro e nos fixemos, ainda que rapidamente, no governo:
Em termos governamentais vivemos um paradoxo, pois chegou ao poder o partido que se dizia o único ético, ideológico, dono da verdade. Na quarta eleição presidencial o PT conseguiu colocar no cargo mais alto da República a figura cuidadosamente, longamente trabalhada pelo marketing de um homem de origem humilde. A criatura petista, se relembrada por sua veemente oratória de esquerda simbolizava a redenção do país que, inclusive, seria libertado dos políticos corruptos. Lula e seu partido imaculado nos libertariam dos “300 picaretas”, do Sarney “ladrão”. Nunca mais seriamos conspurcados por caçadores de marajás, por oligarquias indecentes que no poder se locupletam descaradamente.
Mas eis o paradoxo: no poder o PT, que dizia ter o monopólio da ética, se tornou pior que os demais partidos, muito mais imoral, despudoradamente amoral, de um cinismo abjeto quando trata com a mesma naturalidade com que outrora defendia bandeiras de moralidade, suas falcatruas, “mensalões”, dossiês, caixas dois e todos os imorais da República aos quais se associaram.
Seus figurões, como José Dirceu, Antonio Palocci, Gushiken e tantos outros, assim como ministros companheiros ou agregados de outros partidos foram caindo um a um por grossa corrupção. Mas, o que se vê são petistas sempre voltando ao poder porque são cidadãos acima de qualquer suspeita, indivíduos para os quais a lei não funciona, pessoas incomuns eleitas por pessoas comuns que dizem: “se eu estivesse lá faria a mesma coisa.
Vemos, por exemplo, José Dirceu, a todo vapor na campanha de Dilma Rousseff, a ungida de Lula da Silva, aquela que desfeiteia em público com impropérios os que ousam desobedecê-la. O ex-ministro da Casa Civil, deputado cassado, “chefe da quadrilha”, transita com desenvoltura pelo mundo da riqueza que, por sinal, gosta dos lucros que lhe trazem o “pobre operário” e seu partido ex-ético. Dirceu continua a mandar. Faz parte da alta hierarquia mafiosa da República dos pelegos. E Lula, poderoso capo que comanda os três Poderes, ordena ao Senado a permanência de Sarney, não importando o uso e o abuso da coisa pública que vem fazendo indecentemente o oligarca do Maranhão. Afinal, interessa o apoio do PMDB a Dilma Rousseff. É preciso impedir a temida CPI da Petrobras. A ética que se lixe,
Aliás, Lula da Silva tem se aliado também à escória mundial. Terroristas e déspotas dos mais asquerosos são por ele louvados como seus amigos, seus líderes, seus ídolos. Na América Latina está irmanado ao tirano Fidel Castro, ao ditador Hugo Chávez e seus asseclas. Agora Lula diz que o G8 não tem mais expressão. Sonhará ele com outra ordem mundial? Nessa nova ordem é preciso esmagar a pequena Honduras em nome de alegado golpe que não passou de defesa constituição do país contra a ingerência de Hugo Chávez, ditador de fato da Venezuela. Mas o tirano Ahmadinejad com sua eleição fraudada no Irã tem todo apoio de Lula da Silva e do PT.
E que não se diga que é preconceito externar essas verdades. Origem pobre nunca quis dizer mau-caratismo ou safadeza. O rico presidente da República, criatura fabricada por seu desmoralizado partido, tornou-se o capo da máfia governamental. Resultado: no Brasil degradado em República dos Bananas, Il capo ha sempre ragione. Tristes trópicos!
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 20 de junho de 2009

O AIATOLÁ LULA DA SILVA - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA - SOCIÓLOGA.

O AIATOLÁ LULA DA SILVA
Maria Lucia Victor Barbosa
20/06/2009
O presidente Lula da Silva para uso interno, ou seja, no Brasil, é visto por companheiros e admiradores como uma espécie de aiatolá, uma criatura dotada de poderes supremos. Ele paira acima de qualquer suspeita, de qualquer lei, faça o que fizer, diga o que lhe passar pelo bestunto. Frei Betto chamou Lula da Silva de ‘luz do mundo”. A propaganda tratou de divinizar o “pobre operário” no altar da pátria como um redentor capaz de redimir pobres e oprimidos. Funcionou bem a religião de Estado.
Em tempos idos o PT foi uma espécie de seita religiosa com dogmas, credos e auréola. Seus adeptos diziam orgulhosamente pertencer ao único partido ético do Brasil e o fanatismo dos militantes era tal que granjeou ao PT a alcunha de Partido do Taleban, zombaria que os seguidores de Lula-lá reagiam com ira revolucionária.
Da época da “santidade” petista nada restou, pois a chegada ao poder sempre transforma revolucionários naquilo que sempre foram contra. E eles costumam serem mais corruptos, mais aproveitadores, mais gananciosos, mais apegados aos privilégios do que seus antecessores, pouco se lixando para os que outrora disseram defender. Ex-revolucionários costumam ir à forra sublimando seus recalques, vingando-se da vida anterior medíocre, sem brilho, sem a fascinante grandeza que os cobiçados cargos conferem.
O PT foi à forra quando na quarta tentativa emplacou o ex-sindicalista. O grande sacerdote José Dirceu tornou o Estado território sagrado dos companheiros. E do cargo mais alto da República Sindicalista, com o aiatolá Lula, a sacerdotisa Dilma, ou quem for eles não saem mais. Para manter a permanência, contudo, é necessário que Lula garanta e proteja sua “guarda” nada revolucionária que incorpora não só a elite dos companheiros, como os “basij”, “reservistas” constituídos pelos adeptos de outros partidos, de banqueiros, de grandes empreiteiros, de grandes empresários, enfim, o eleitorado pouco mencionado, mas vital para que o PT permaneça por pelo menos mais vinte anos no poder, tempo sempre ventilado sutilmente.
Internamente, segundo pesquisas de opinião, o prestígio de Lula da Silva cresce não só na massa dos agraciados com as bolsas esmolas, mas também em meio à elite financeira que sustenta as custosas campanhas de Lula e dos petistas.
Externamente, contudo, o bestialógico do presidente da República, constante em suas numerosas viagens, além de incidentes diplomáticos como o havido no caso do assassino e terrorista italiano, Cesare Battisti, protegido do Ministro da Justiça, devem esta minando a imagem do próprio país no exterior.
A última conversa de botequim de Lula da Silva aconteceu na ONU, quando comentou em forma de piada futebolística sobre as eleições no Irã e os protestos de milhões de iranianos, eleitores de Mir Hossein Mousavi, que alegam ter havido fraudes no pleito que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad.
O presidente brasileiro afirmou que as manifestações violentas nas quais pessoas morreram e outras ficaram feridas, eram apenas “coisa entre flamenguistas e vascaínos”, “choro de perdedores.” Duvidando das fraudes grosseiras cada vez mais evidentes na eleição iraniana, Lula da Silva contou que pretende fazer mais uma viagem, desta vez ao Irã, e que Ahmadinejad pode vir ao Brasil na hora que quiser.
Anteriormente Ahmadinejad, o homem que odeia os Estados Unidos, prega a destruição de Israel, nega o Holocausto cancelara sua vinda ao Brasil por conta dos protestos de judeus e de movimentos sociais. Contudo, o presidente brasileiro respalda também as detenções arbitrárias e a brutal censura que se estende no Irã aos partidários de Mousavi, inclusive, as feitas na Internet.
Digamos que para uso externo Lula da Silva não fez bonito diante das críticas dos líderes europeus às eleições iranianas, e mesmo perante a neutralidade norte-americana. Ele parecendo exultante diante da vitória do companheiro Ahmadinejad e se uniu a Hugo Chávez, a quem considera um democrata, e ao déspota da Coréia do Norte, Kim Jong-il, nos cumprimentos ao iraniano reeleito, o que evidencia a atual tendência da política externa brasileira de se agregar à escória mundial. E o gracejo, “flamenguistas e vascaínos”, traduziu mais um vexame internacional que fez corar os brasileiros que prezam a democracia, a liberdade e possuem respeito pelos direitos humanos.
Não é à-toa que ONGs internacionais deploram o papel que o Brasil vem tendo no tocante ao apoio dado a países que não respeitam os direitos humanos. Mas, para uso interno, o aiatolá Lula da Silva provoca êxtases e ainda terá reforço considerável na mídia que lhe dá azia, segundo sua afirmação. Além de não sair da TV, de deitar falação no programa semanal de rádio, Café com o Presidente, ele terá uma coluna de perguntas e respostas em jornais e um blog especial – imitação do blog do presidente Barack Obama – para comunicação mais coloquial com eleitores. Tamanho da fonte
Conforme Franklin Martins, ministro da Comunicação Social: “em 2008 (as verbas de publicidade) alcançaram 5.297 órgãos de comunicação em 1.149 municípios – um aumento da ordem de 961%” (O Estado de S. Paulo, 16/06/2009). (*) E, assim sendo, internamente, o aiatolá Lula da Silva seguirá sendo um sucesso.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br
* nota: Perceberam como o poder político manipula a mídia. No Rio de Janeiro, o PMDB faz propaganda no horário nobre da Vênus Platinada, por semanas - SOMANDO FORÇAS).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 28 de maio de 2009

MAIS UMA PIADA DO CIRCO BRASIL, SORRIA CIDADÃO, VOCÊ É O PALHAÇO...

O GLOBO:
CONVICÇÃO.
SÃO PAULO - TESTEMUNHA DE JOSÉ DIRCEU, THOMAZ BASTOS, EX-MINISTRO DA JUSTIÇA, REAFIRMA QUE MENSALÃO NUNCA EXISTIU (clique e leia).
Cidadão brasileiro, conheça mais sobre o MENSALÃO QUE NÃO EXISTIU (clique), ouvindo a Rádio Mensalão e abrindo as malas.
Sinceramente, do jeito que a política brasileira caminha, eu também começo a acreditar que não existiu o MENSALÃO, deve ter existido o SEMANÃO, a "turma" não ia esperar o mês inteiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 26 de abril de 2009