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sábado, 22 de janeiro de 2011

A FUNDAÇÃO COBRA CORAL, O GOVERNO SÉRGIO CABRAL E OS 1.000 MORTOS DA REGIÃO SERRANA DO RIO.

BLOG DO FERNANDO PEREGRINO
Sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
1) CABRAL GASTA COM FUNDAÇÃO COBRA CORAL MAS NÃO INVESTE EM METEREOLOGIA (leia).
2) R$24 MILHÕES DOADOS À FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO DARIA PARA CONCLUIR O SISTEMA DE METEREOLOGIA ESTADUAL (leia).
3) CABRAL(2007): "NO MEUGOVERNO EU NÃO VOU INVESTIR EM METEREOLOGIA" (leia).
4) JN: GOVERNO CABRAL INTERROMPEU APOIO AO SISTEMA DE METEREOLOGIA POR FALTA DE ENTROSAMENTO ENTRE OS GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAL ?! (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 4 de dezembro de 2010

CIDADÃO FLUMINENSE: VEJA QUEM GANHOU NAS REGIÕES DOMINDAS PELAS MILÍCIAS?

No Rio de Janeiro, as milícias são a facção criminosa que mais cresce, rivalizando com as bandas podres. As milícias sempre tiveram apoio da banda podre da política fluminense, a mais poderosa, tal verdade é de domínio público.
O Estadão (São Paulo) nos brinda com um mapa onde pode verificar por região os votos de Dilma e Serra no Município do Rio de Janeiro.
Corra o mouse e veja quem venceu (e como venceu) nas áreas dominadas por milicianos (acesse o mapa).
Eu espero que um órgão da imprensa do Rio produza trabalho semelhante sobre o primeiro turno para o governo do Rio, gostaria de saber quem venceu nas áreas dos milicianos.
Quem sabe o Estadão ou a Folha de São Paulo possam prestar tal serviço.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

POR QUE A SERPENTE NÃO SAIU DO OVO ANTES DAS ELEIÇÕES DO RIO DE JANEIRO?

Tive a oportunidade de conhecer Zuenir Ventura no CFAP 31 de Voluntários, onde ele fez uma palestra, convidado pelo então comandante, Coronel de Polícia Caros Alberto Fernandes Neves.
Faz muito tempo, foi na década de noventa, eu era Capitão de Polícia.
A impressão foi excelente.
Hoje, lendo o artigo de Zuenir Ventura, no jornal O Globo, lembrei do nosso amado CFAP, um dos berços de formação dos Policiais Militares. No 31 de Voluntários aprendemos valores como idealismo e destemor, algo que muitos
na Polícia Militar parecem ter guardado em alguma gaveta da memória, infelizmente.
Zuenir escreveu sobre as milícias (A serpente saiu do ovo), destaco o seguinte trecho do artigo:
“(...) Além disso, (deputado estadual Marcelo Freixo) figurou no “Tropa de Elite 2” como se fosse o mocinho Diogo Fraga, embora isso não tivesse tido influência na sua votação, já que o filme foi lançado depois da eleição. (...)”.
Concordo com Zuenir.
Penso que se o filme fosse exibido antes das eleições, Marcelo Freixo poderia ter uma votação ainda maior do que a alcançada, pois ele era um dos mocinhos da película, que ao final se associa ao super herói, o Tenente Coronel Nascimento, personagem que não representa ninguém da Polícia Militar. É mera ficção, Diogo Fraga não, ele é Freixo.
E os outros personagens? São reais ou fictícios?
Tenho escrito que estranhei o fato do filme não ter sido exibido antes da eleição, assim como, o fato desta vez não ter vazado para a pirataria.
O certo é que exibido antes das eleições e com a fantástica propaganda que tem sido feita, o filme poderia fazer com que os eleitores identificassem no filme o Marcelo Freixo, o apresentador de TV, o secretario de segurança e o governador que luta para ser reeleito.
Freixo ganharia mais votos, todavia, as outras ilações seriam prejudiciais aos candidatos reais, pois todos no filme são bandidos.
Quem seria identificado com o governador bandido do filme que tenta a reeleição?
Gabeira, Peregrino, Cabral ou outro?
O escolhido pelo povo para a associação perderia muitos votos.
Cidadão, qual é a sua opinião?
Quem é o governador do “Tropa de Elite 2”?
No Rio, o filme “Tropa de Elite 2” foi a serpente que não saiu do ovo antes das eleições.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

DEBATE PARA O GOVERNO DO RIO DE JANEIRO.

O debate acabou sem ter um vencedor, mas teve um perdedor: Sérgio Cabral (PMDB).
A sua atuação foi pífia, destacando a insistência em citar as emendas do deputado federal Fernando Gabeira (PV), na tentativa de macular a sua atuação, logo ele, que teria faltado a mais de 170 sessões do Senado Federal, conforme os profissionais de saúde exibem em faixas nos atos Fora Cabral.
Outra tecla insistentemente acionada por Cabral foi tentar parecer que caiu de pára-quedas no Rio quando assumiu o governo em 2007, alegando décadas de descaso, esquecendo que ele fazia parte da gestão como presidente da ALERJ.
Gabeira foi bem, poderia ter ido melhor. Foi o primeiro a comentar publicamente o abuso de autoridade que está sendo praticado contra os Policiais Militares que residem no interior e que estão obrigados a ficar no Rio para serem empregados nas UPPs, um tema que trato com freqüência no nosso blog.
Peregrino (PR) colocou Sérgio Cabral (PMDB) várias vezes nas cordas e Cabral se esquivou sem responder as perguntas.
Alguns escândalos da gestão Cabral foram citados, outros foram esquecidos, como a terceirização das viaturas da Polícia Militar.
As parcerias com milicianos foram lembradas, mas a parceria com Álvaro Lins (PMDB) foi esquecida.
O tom cônico ficou com Peregrino (PR) que plantará milhões de árvores e que citou as UPAs como Unidades de Péssimo Atendimento.
Os jornais desta quarta-feira não deverão retratar a verdade do debate, mas se o fizerem, as chances de um segundo turno aumentarão.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 28 de setembro de 2010

RIO DE JANEIRO: DEBATE PARA O GOVERNO.


Hoje acontecerá mais um debate entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro, desta feita será na TV Globo, às 22:00 horas. Novamente assistiremos ao duelo entre o Rio real (oposição) e o Rio que só existe na propaganda do governador Sérgio Cabral (PMDB).
As UPAs inauguradas contra a falta de pediatras nas UPAs, os remédios que estragaram e as compras superfaturadas de insumos hospitalares. As UPPs que pacificam contra o aviso, a não prisão e a transferência de criminosos para áreas menos "nobres" do Rio. A terceirização das viaturas da Polícia Militar contra o inquérito civil público instaurado pelo MP para investigar o referido contrato, em face dos valores elevadíssimos.
Cidadão, você vive no mundo real, não esqueça desta verdade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

RIO DE JANEIRO: DEBATE - ELEIÇÃO 2010 - .REDE BANDEIRANTES.

O debate foi bom, penso que apenas Cabral tenha decepcionado seus eleitores, pois seu desempenho foi muito ruim, sobretudo na primeira metade. Ele resolveu "malufar", ou seja, ao ser questionado sobre algum tema difícil, Cabral não respondeu ao perguntado, optando por falar sobre outras coisas, tática que foi denunciada pelos debatedores. A defesa da própria esposa também seguiu essa linha, optou por falar bem dela, mas não explicou as relações absurdas que ela mantém com empresas que possuem contratos com o Rio de Janeiro. Nada explicou também sobre os escândalos da saúde e ficou em situação muito difícil sobre o acidente em Angra dos Reis, quando negou a acusação feita por Gabeira e este de forma inteligente solicitou que a mídia verificasse nesta sexta-feira. Se a razão estiver com Gabeira, Cabral ficará desmoralizado.
O tom mais bizarro foi Cabral tentar se desvincular do casal Garotinho, atribuindo a eles e a Cesar Maia todos os males do Rio. Cabral pensa que o povo é burro, pois todos sabem que ele foi apoiado pelo casal para ser eleito em 2006, além disso, o nome Cesar Maia representa muitos votos, inclusive junto ao funcionalismo público, onte todos o querem como governador.
Tenho dúvidas se Cabral comparecerá em outro debate, ontem ele só perdeu. A sua sorte foi a pequena audiência da TV Bandeirantes, o que poderá ser minimizado com a inserção do debate no youtube, o que fará com que seu fraco desempenho seja de conhecimento de milhões.
Gabeira foi muito bem, Peregrino foi bem e Jefferson Moura tentou ser a alternativa, o novo.
Vamos aguardar as repercussões.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 29 de julho de 2010

PROPAGANDA ELEITORAL DE SÉRGIO CABRAL É APREENDIDA.

A TRIBUNA - NITERÓI
Nos últimos dias estive na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Magé, e Região dos Lagos. Diante do mar de placas de candidatos que atravessei, as placas da família Picciani (PMDB) e de Sérgio Cabral (PMDB) estavam por todos os lados. Sinceramente, não posso estimar o número de placas que visualizei, muito menos estimar quanto teria custado todo esse material de propaganda, mas posso dizer sem errar que uma fortuna, pois procurei saber em uma gráfica quando custava o metro quadrado dessas placas, obtendo a resposta que R$ 49,00.
Se o mundo das gráficas funciona como o mundo dos remédios comprados pela secretaria de saúde de Sérgio Cabral (PMDB), onde quanto maior a quantidade, maior o preço, segundo um Coronel do Corpo de Bombeiros assessor do secretário de saúde, entrevistado pela Rede Globo, o custo total deve ser sido astronômico.
É muito dinheiro.
Um fato interessante eu presencie no Município de Saquarema, onde só existem placas e adesivos do deputado Paulo Melo (PMDB), algo impressionante, um "monopólio" de propaganda eleitoral.
Outro aspecto de extrema relevância é o fato de que Sérgio Cabral é candidato único ao governo do Rio, pelo menos se considerarmos as placas espalhadas nas ruas e estradas, pois não vi sequer uma placa de Fernando Gabeira (PR) e vi poucas do Peregrino (PR). Uma pessoa que chegue hoje ao Rio não terá dúvidas, só existe um candidato para a cadeira do Palácio Guanabara: Cabral.
Essa verdade torna os resultados da última pesquisa Data Folha preocupantes para Sérgio Cabral (PMDB) e seus aliados. Na pesquisa expontânea, quando se pergunta ao entrevistado em quem votará, 75% não citaram o nome de Cabral, o candidato único. Em seguida, quando são apresentados os nomes dos candidados ao entrevistado, 47% não votarão em Sérgio Cabral.
Eis a verdade, a campanha eleitoral está aberta.
Temos que aguardar as outras campanhas chegarem às ruas e às estradas, assim como, temos que aguardar os resultados da campanha que o funcionalismo público fará contra Sérgio Cabral (PMDB), para que possamos ter um quadro real.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 13 de dezembro de 2009

CARO GOVERNADOR CABRAL - FERNANDO PEREGRINO.

Caro governador Cabral
Fernando Peregrino, Jornal do Brasil
RIO - Desde o início do seu mandato, o senhor nos vendeu a ideia de que bastaria um bom relacionamento com o presidente Lula para que as questões entre o governo federal e o estado do Rio fossem resolvidas. E que a culpa do contencioso de Brasília com o Rio era dos governos anteriores, e daí, como um cacoete, todos ao redor repetiam: agora o Rio vai!
Pena que, agindo assim, deixou de examinar os fatos como eles são. Apesar de o senhor estar cercado de assessores prontos para darem um “choque” de gestão, invisível, por enquanto. Deixaram de lembrar-lhe, por exemplo, que nos últimos anos o país assistiu a um gradativo e profundo ocaso do federalismo fiscal.
Desde FHC até hoje, a União vem concentrando a arrecadação fiscal com o aumento das contribuições que não são distribuídas pelos demais entes federados. Esses – estados e municípios – passaram a ser meros pedintes subservientes ao governo federal. Com isso, abriam mão de sua autonomia, de fazer suas próprias políticas públicas, e eram instados a adular o governo central e seus asseclas burocratas para obter verbas.
No caso do Rio de Janeiro é mais grave. Em se tratando de ICMS, por iniciativa de um senador de outro estado cuja economia concorre com a do Rio, foi inscrita na Constituição a proibição à cobrança desse imposto estadual na origem quando se trata de petróleo (artigo 155), não por acaso, nossa maior riqueza. Os ex-governadores Garotinho e Rosinha apenas lutaram para correção dessa injustiça fiscal, que retira quase R$ 4 bilhões por ano do estado do Rio.
Recurso esse, governador Cabral, maior que o PAC do Rio. Aliás, muito mais valioso, porque não subtrai nossa autonomia de estado federado. Porque não nos obriga a fazer concessões descabidas e passar por essa situação vexaminosa em relação ao nosso direito constitucional sobre o pré-sal.
O senhor sabe que a elite que o adula, parte dela, se omitiu em defender os interesses do Rio para obter os créditos negados do metrô e da recuperação da BR 101, uma vergonha nacional em território fluminense. No primeiro caso, só através da Justiça foi possível; no segundo, até obra em estrada federal o governo estadual anterior teve que fazer para reduzir os riscos de acidentes rodoviários.
A grande mídia, com raras e honrosas exceções, silencia, enquanto “... nossa pátria era subtraída”, como na canção de Chico Buarque. Mas o senhor sabe o quanto nosso estado é credor da União, e há muitos anos, desde a fusão e a retirada da capital para Brasília...
A União, mesmo com Chagas Freitas, Marcello Alencar, Moreira Franco, Brizola, mostrou-se sempre reticente aos direitos federativos de nosso estado. Veio o senhor, e novos tempos foram anunciados: harmonia e abundância. Segurança, saúde e educação, em pouco tempo, seriam problemas do passado, dizia. Ledo engano.
A luta política não funciona assim. Sobretudo quando se trata de repartir riquezas. Não fosse a história para ensinar, o velho ditado é sábio: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. A descoberta do pré-sal serviu para isso. Retiraram as participações especiais do novo modelo. Reduziram os royalties para os estados e municípios produtores de 52,5% para 34% e distribuíram os restos pelos demais estados e a União, mesmo os não produtores, rasgando a Constituição, diria o ilustre jurista Humberto Soares.
E agora? O senhor, que não se preparou para defender diligentemente os altos interesses do Rio de Janeiro, corre atrás do prejuízo. Sua bancada federal desunida agora é incapaz de esboçar uma reação eficaz. Só resta a mídia, que lhe é generosa.
Mas é o Rio e suas políticas públicas que podem perder. O senhor mesmo admite que o estado não tem recursos para pagar salários dignos a professores, nem aos policiais, bombeiros, ou médicos...
São muitos os prejuízos. Mas, caro governador, com toda a franqueza, o pior de todos os prejuízos, considero um: o péssimo papel pedagógico de mostrar que a deslealdade faz parte da política. Que não há ideais na política, apenas o pragmatismo. Que não há partidos políticos sinceros, apenas cartórios. Que a Federação é simplesmente uma palavra, sem consequência. Que personagens da história como Tiradentes, José do Patrocínio, Nilo Peçanha, Vargas, Brizola, Darcy, e tantos outros, lutaram sem ideais.
Lamento, caro governador, mas nessa quadra de anos a Federação ficou menor. Ficou demonstrado que não podemos confundir bom relacionamento com estratégia política de obter direitos. Não estamos mais no Império.
Finalmente, releve se assessores tentarem desqualificar este desabafo. Afinal, mais da metade deles integrou os governos anteriores que o senhor chamou de, no mínimo, beligerantes...
Respeitosamente.
Fernando Peregrino é ex-secretário estadual de Ciência e Tecnologia, além de mestre em engenharia de produção pela Coppe/UFRJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO