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domingo, 13 de fevereiro de 2011

RIO: MILHARES DE MORTOS – 30 DIAS – NINGUÉM INVESTIGADO.

894 MORTOS
412 DESAPARECIDOS
MILHARES DE DESABRIGADOS

Angra dos Reis, Morro do Bumba, Morro dos Prazeres e Região Serrana, milhares de mortos e nenhuma autoridade pública responsabilizada. Lembramos que diversos especialistas em defesa civil deixaram claro que o número de mortos seria menor, caso não ocorressem as causas humanas concorrentes para os resultados.
A não retirada das vítimas das áreas de risco, a inexistência de um monitoramento eficaz das chuvas e a falta de sistemas de alerta para a população podem ser citadas como causas concorrentes que tem o homem como autor.
O povo deve cobrar investigações para apurar responsabilidades.
Eu fiz comunicações ao Ministério Público e à ALERJ solicitando investigação.
Faça a sua parte e cobre as investigações, não espere que um familiar ou amigo morra para reclamar, será tarde demais.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

MILHARES DE MORTES NA REGIÃO SERRANA - INVESTIGAÇÃO.

Milhares de cidadãos fluminenses morreram no último período de doze meses em virtude de causas naturais e humanas, que resultaram nas tragédias de Angra dos Reis, Morro do Bumba e Região Serrana, a última delas.
Um mês se passou, corpos ainda estão sendo localizados na Serra, os desaparecidos são centenas, os desabrigados são milhares e os prejuízos materiais são ainda incalculáveis. Apesar da gravidade desses fatos, ainda não foi noticiada a instauração de investigação para apurar os responsáveis pelas causas humanas que concorreram para tudo isso.
Será que a impunidade continuará?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 29 de janeiro de 2011

NOVA FRIBURGO: GRAVÍSSIMA DENÚNCIA.

Será verdade?
A mídia pode investigar.
COMENTÁRIO POSTADO:
“Tinha duas barragens em Nova Friburgo: uma em Muri e outra em Conselheiro Paulino. Entretanto, as barragens se romperam com a tromba d'agua, e nossos governantes juntos com a mídia golpista estão abafando o caso!!!”
Cadeia para os governantes omissos!!!"
Anônimo
Penso que isso precisa ser esclarecido.
Quem souber de algo que confirme ou desminta esse comentário, por favor, escreva.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 22 de janeiro de 2011

CADEIA NELES: ANTES QUE NOVAS TRAGÉDIAS ACONTENÇAM.

BLOG PALAVRA DE SÁ:
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
CADEIA NELES: antes que novas tragédias aconteçam.

Ninguém em sã consciência seria capaz de afirmar, existir país que não possua problemas sociais. É claro que problemas existem, até porque os governantes são seres humanos, passíveis de falhas e incapazes de governar com perfeição. Mas também está longe de mim em querer eximi-los dos problemas sociais e dos problemas estruturais existente em nossas cidades. Aí seria demais, pois todos aqueles que passaram pelo Poder e ou aqueles que ali se encontram tem sua parcela, e grande, de responsabilidade dos problemas que a sociedade ora se defronta.
Portanto sem nenhum medo de errar, posso afirmar que foram e são eles os principais culpados da crise social e estrutural porque passa o nosso País. E não venham com heranças malditas, porque cada um tem sua parcela nesta herança.
Lógico que nós, responsáveis pela eleição dessas lideranças também temos a nossa culpa, primeiro por não escolher bem, segundo porque não exercemos os nossos direitos e cobrar dos eleitos as medidas necessárias que promovam a melhoria da qualidade de vida. Sabemos que o que nossos políticos o que mais odeiam é sofrer pressão popular, esta, talvez, seja uma das razões de fugirem das suas bases após eleição, a forma encontrada de não serem cobrados, coisa que eles detestam.
Não sou expert em sociologia, porém, tenho minha opinião formada a respeito dos problemas sociais existentes, principalmente quando o assunto gira em torno das desigualdades e da exclusão que grande parte da população está submetida, principalmente por falta de vontade e políticas públicas que visem o bem estar de toda a sociedade.
Sabemos que os problemas sociais são muito complexos e os seus acontecimentos se interligam formando uma cadeia sucessiva de fatos, que vão se incorporando, e quando damos por nós, a situação chega ao ponto de calamidade.
São problemas que vão da gravidez precoce, do domínio do tráfico na área onde as pessoas residem e normalmente em comunidades carentes e onde o Poder Público está sempre ausente, o uso do corpo para se prostituir e como forma de obter algum recurso financeiro. Portanto, conviver com dificuldade financeira faz parte do seu dia-a-dia, obrigando a muitos jovens deixarem de freqüentar a escola para trabalhar e ajudar nas despesas familiares. O somatório destes problemas traz como resultado imediato, o aumento das desigualdades em nosso País.
Diante das dificuldades impostas, muitos se abrigam em locais inapropriados e que, mais cedo ou mais tarde, se tornarão astros dos filmes gerados pelas calamidades, fruto de desabamentos e quando não mortes. Neste momento, surgem os governantes com os discursos decorados e demonstram uma solidariedade apenas para que possam ficar bem na fita. Passada a situação, esquecem as promessas e ficam no aguardo de novas calamidades, para que possam se utilizar da imprensa e mostrar uma sensibilidade que não possuem. Já estamos cansados dos mesmos discursos e das mesmas desculpas. O que se pede são ações práticas, coisa que não é comum em nossos governantes.
Portanto, diante das últimas calamidades principalmente a ocorrida no Rio de Janeiro, o que ninguém mais engole é a eterna desculpa de que “ocorreram mais chuvas do que o esperado”. Estes argumentos já nos cansaram pois se repetem a cada nova tragédia e sempre são dadas por todos os gestores públicos, diante do fato, o qual se repete anualmente.
Qualquer cidadão consciente sabe que os efeitos da ocupação desenfreada de áreas que deveriam ser preservadas ou quando o ser humano no afã de querer se utilizar dos espaços em proveito próprio resolve alterar a natureza, mais cedo ou mais tarde esta natureza irá reagir em igual proporção da ofensa recebida.
Diante do ocorrido, não apenas no Rio de Janeiro, mas também em São Paulo, Minas Gerais, Bahia e onde ocorrer tragédias de igual magnitude, podemos concluir que as vítimas, são resultados de políticas públicas ineficientes e ineficazes, devendo ser responsabilizados os políticos e não a natureza. Afinal que fizeram eles para evitar? Pois todos sabem que recursos sempre existiram, mais eles pouco se preocupam talvez em razão do percentual a receber seja pequeno.
Assim, não é permitido nos tempos atuais, da alta tecnologia, que se culpe a natureza pela desordem climática, pois os fenômenos são detectáveis e muitos deles são conhecidos há décadas, como o El Nino, não se admitindo, pois, deixar que o clima venha causar os estragos como anualmente se assiste, sem que nenhum custo ou ônus político os seus responsáveis tenham que assumir.
Desta forma, comungo com aqueles que defendem que os dirigentes municipais, estaduais e federais sejam processados por homicídio culposo, como forma de estancar este caos de injustiça e impunidade reinante em nosso País. O que assistimos no Rio de Janeiro, e com certeza em abril iremos assistir na Bahia e em outros Estados, é talvez o maior exemplo de crueldade praticada ao ser humano, ao permitir que famílias se alojem em encostas carcomidas e vales entulhados por ocupações criminosas, sem que o Poder Público interfira.
Tenho plena certeza que, no dia em que o gestor público de todas as esferas do Poder, seja ele prefeito, governador, secretário ou Ministro de Estado, enxergar a mais remota possibilidade de ir para a cadeia pelas mortes causadas e que poderia ter sido evitada, em lugar de incentivar com a sua omissão, tragédias como a que assistimos no Rio de Janeiro, com certeza, deixaríamos de assistir as nossas cidades apresentar o quadro arquitetônico que a sua grande maioria apresentam: cidades feias, decrépitas e vulneráveis a qualquer mudança climática.
Muitas ações contra o Estado ou a administração pública as pessoas até tem impetrado, mas seria bom saber que o Estado ou o Gestor Público na hora de pagar a conta, retira de nós, os contribuintes. Portanto, somos nós os apenados. O correto seria responsabilizar o Gestor como pessoas físicas, pelos crimes ocorridos ou que cometem contra a vida, por negligência e omissão.
Está na hora daqueles que se elegem com milhões de promessas serem penalizados criminalmente e na justiça comum, sem qualquer privilégio.
O que ocorreu no Rio de Janeiro deve servir de alerta, principalmente ao dep. Aldo Rabelo relatou do projeto de lei número 1876/99, que no afã de agradar ao agro negócio transfigurou o Código Florestal, onde reduz à metade as áreas de preservação em margens de rio, dispensa da reserva legal propriedades pequenas ou médias e consolida os desmatamentos ilegais.
Assim, ao folhearmos as fotografias aéreas das avalanches em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, dá para qualquer leigo ver nas imagens o que havia antes nos pontos mais atingidos. E pelo quadro observado podemos imaginar o que o novo Código Florestal vai produzir no campo.
Portanto, só nos resta uma esperança de que tragédias como estas no futuro deixem de ocorrer. E a esperança reside no JUDICIÁRIO BRASILEIRO e no MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, que deveriam começar a criminalizar e processar os administradores públicos pela omissão e ações preventivas não executadas, aliado as autorizações e licenças para que se utilize das áreas de riscos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

TRAGÉDIA DA REGIÃO SERRANA - OPINIÃO DE ESPECIALISTAS - SOLICITAÇÃO - URGENTE.

Prezados leitores, solicito que encaminhem por emails (celprpaul@yahoo.com.br) artigos (ou links) que contenham opiniões de especialistas em defesa civil com a brevidade possível.
Diante da falta de notícias sobre a instauração de procedimentos investigatórios para apurar a possível responsabilidade dos homens públicos na tragédia que pode ter provocado mais de 1.000 mortes na Região Serrana, estou tentando reunir o maior número de informações possíveis para comunicar ao Ministério Público e à ALERJ.
Agradeço antecipadamente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O MARKETING CÍNICO DO DILÚVIO ANUNCIADO - JOSÉ NÊUMANNE.

O ESTADO DE S. PAULO
O marketing cínico do dilúvio anunciado

José Nêumanne
Os números assustadores da tragédia provocada pelas enxurradas que se seguiram aos temporais na serra fluminense (o dobro dos mortos das similares em 1967, quando a área atingida ficou restrita apenas a Petrópolis) fazem emergir da lama que deslizou montanha abaixo, destruindo tudo e enlutando famílias, constatações e reflexões que, mesmo inúteis e inócuas, não podem deixar de fluir.
A primeira pergunta sem resposta é a que estabelece uma conexão entre a ameaça à camada de ozônio pelo aquecimento global e fenômenos meteorológicos como esses. Chove desde que o mundo é mundo e chuvas como as que desabaram sobre a formosa área acontecem desde o tempo em que o calor das fogueiras de nossos ancestrais caçadores certamente não ameaçava a camada de ozônio nem alterava o rumo ou o volume de correntes marítimas e tampouco causava tempestades. Não dá para garantir nem para negar que aguaceiros de tal porte possam ter caído no tempo das cavernas e desabrigado algumas famílias de habitantes primitivos daquelas plagas. Mas não se podem comparar esses eventos na Pré-História com este num planeta superpovoado, onde aquele privilegiado conjunto de morros e vales é disputado por qualquer apreciador de uma bela vista - o pobretão da favela ou o ricaço capaz de construir sua mansão na encosta. Para o primeiro vale a advertência que começou a ser feita desde que os refugiados da Guerra de Canudos, não tendo onde morar, fincaram suas choças nos morros que ornam a Baía de Guanabara, que encantou Cole Porter, e chamaram seus arruados de "favelas", em homenagem a um arbusto do sertão.
É claro que a ocupação de áreas de risco pelos carentes de moradia é um drama que se amplia na proporção em que aumentam as famílias que não têm onde morar e mínguam as habitações que elas podem adquirir ou construir. Em metrópoles como Rio e São Paulo, restam-lhe poucas alternativas às encostas sobre as quais a ganância da indústria imobiliária ainda não depositou suas ambições de enriquecimento. Em regiões aprazíveis e próximas de um grande centro, caso da preferida pela família imperial para se refugiar da canícula litorânea, não há escolha para os pobres de Jó que improvisam seus tetos ou a burguesia endinheirada em busca de paz, conforto e ar puro. Em Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo e adjacências, barracos ou palacetes não podem ser construídos em planuras, porque planuras não há. Há, sim, montanhas que sobem para o céu e descem para o vale. E vales que, debaixo das encostas, aguentam o peso do lodaçal que desliza quando a vegetação não consegue conter o desbarrancamento e desce a avalanche.
Sob o peso monumental dessa lama desmoronam barracos de lata e sólidas construções centenárias. Reclamar da ocupação indiscriminada de mananciais e áreas de risco com a cumplicidade da politicagem demagógica é chover no molhado, mas necessário. Porque não há tragédia coletiva que mobilize um homem público brasileiro em posto de mando a desafiar os carimbadores de fatos consumados e os grileiros da boa-fé do populacho sem teto.
No caso da serra fluminense, o buraco fica bem mais embaixo e o lamaçal vem de muito mais acima. Esta tragédia de proporções ainda não totalmente conhecidas mostra que não há áreas sem risco no território atingido. A serra só não é arriscada em sítios selvagens onde não existam prédios, pessoas, bens ou animais. Essa evidência não inutiliza a necessidade da responsabilização com nome, endereço, cargo e eventual pena em caso de culpa para os homens públicos que compram seus mandatos ao custo da mortandade nas tragédias das chuvas de verão. Mas torna relativa a justificativa única da permissão de construir em lugar impróprio, pois ali, como esta chuva mostrou, nenhum é apropriado.
Então, que fazer? Adquirir aparelhos de previsão meteorológica para permitir que cidades sejam evacuadas antes que o céu desabe sobre as montanhas? A tecnologia salva vidas, mas seu poder de fazê-lo é limitado. A constatação sazonal de que as autoridades locais foram avisadas pelos técnicos de que choveria é aleivosa, porque não há prefeito capaz de evacuar uma cidade do tamanho de Petrópolis cada vez que a meteorologia previr não o dilúvio universal, mas "chuvas de moderadas a fortes". Se muitos habitantes da região se recusam a deixar casas dependuradas no abismo e isoladas pela lama, como imaginar que alguém, de sã consciência, possa convencer almas contadas aos milhares a abandonarem seus lares? E irem, aliás, para onde? Para o sambódromo? Para o Maracanã? Ora, essa!
O que revolta é ler a promessa de Dilma agora, que, feita por Lula há cinco anos, nunca foi cumprida, de instalar um infalível sistema de alerta para prevenir tragédias como esta. Pois se trata de marketing improvisado que escarnece da dor das vítimas. E saber que aquela região não dispõe de um plano B similar ao treinamento que os bombeiros fazem para prevenir incêndios em prédios. Pior: União, Estados e municípios apelidam de defesa civil algo que não defende ninguém de nada, e sempre termina sobrando para militares destreinados que correm feito baratas tontas de um lado para outro, ajudando heroicamente alguns, mas sem organização capaz de promover uma eventual evacuação improvável ou de socorrer as vítimas do dilúvio anunciado.
O Estado brasileiro é incompetente para prevenir e para remediar porque não estuda, não trabalha, não treina e não aprende com as tragédias pretéritas para evitar que as futuras sejam ainda maiores. Militares e civis limitam-se a garantir a própria impunidade no discurso vago e impessoal, repetido e pluripartidário dos mandatários de plantão. É uma situação vergonhosa que só poderia ser amenizada se esses maganões fossem identificados e punidos na forma da lei. Mas como fazê-lo, se são eles que fazem as leis?
Jornalista e escritor, é editorialista do "Jornal da Tarde"
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Exc-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

RIO - O TSUNAMI DO DESCASO - ALGUÉM TEM QUE FICAR PRESO!

Hoje foi realizado o primeiro ato cívico-democrático no Rio de Janeiro para cobrar a responsabilidade dos governantes em razão do descaso (omissão) que contribui para a morte de mais de mil cidadãos fluminenses, no período de um ano, nas tragédias de Angra dos Reis, Morro do Bumba (Niterói) e da Região Serrana.
Salvo melhor juízo, essa foi a primeira vez que cidadãos fluminenses se mobilizaram para publicamente cobrar responsabilidade de governantes.
É hora de dar um basta nas justificativas absurdas dos governantes que culpam a chuva e, pior, culpam as vítimas, como se elas tivessem escolhido viver nas piores condições possíveis, inclusive em áreas de risco.
É hora de um governante ser responsabilizado PESSOALMENTE nas esferas PENAL, CIVIL e ADMINISTRATIVA. Obviamente, caso o governante tenha desenvolvido as suas atribuições, tendo a sua providência sido impedida pela ação do Ministério Público ou do Poder Judiciário, nesse caso a responsabilidade deve recair sobre o promotor de justiça e/ou juiz.
O fundamental é que alguém seja responsabilizado PESSOALMENTE e não o Estado, pois nessa situação a conta recairia sobre a sofrida população.
A punição rigorosa será a MELHOR PREVENÇÃO para evitarmos novas tragédias, pois certamente os outos governantes irão providencia a tecnologia disponível há muito tempo para monitorar chuvas e alertar a população.
Assistam o vídeo do ato.

O próximo será realizado na ALERJ, no dia 01 FEV 2011, dia da posse dos deputados estaduais, a partir das 10:00 horas.
Divulguem!
Participem!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O BRASIL É O PAÍS DA IMPUNIDADE, VENHA FAZER HISTÓRIA E COMEÇAR A MUDAR ESSA TRAGÉDIA.

No início de 2010, a terra deslizou em Angra dos Reis, dezenas de cidadãos morreram e ninguém foi punido. Poucos meses depois, a terra deslizou no Morro do Bumba (Niterói), matando dezenas de cidadãos, novamente ninguém foi punido. Na semana passada, a terra deslizou na Região Serrana matando centenas de cidadãos, existindo ainda centenas de desaparecidos, mas dessa vez alguém terá que ser PUNIDO COM TODO RIGOR.
A população do Rio não pode continuar aceitando que a culpa seja jogada nos mortos, que não podem se defender, e na chuva.
Existem indícios claros de omissão por parte do poder público, portanto, deve ser instaurada de imediato uma investigação para determinar quem são os culpados e garantir que sejam PUNIDOS COM TODO RIGOR.
Cidadão fluminense, venha fazer parte da história, o Brasil não pode continuar sendo o país da impunidade, caso contrário, continuaremos a enterrar nossos amigos e familiares.
PRIMEIRO ATO CÍVICO-DEMOCRÁTICO DE PROTESTO CONTRA AS MORTES NA REGIÃO SERRANA DO RIO.
Objetivo: Cobrar a imediata investigação sobre os fatos para identificar TODOS os culpados e puni-los com rigor.
Local: Rua Pinheiro Machado, em frente ao Palácio Guanabara.
Horários:
Início: 12:00 horas.
Término previsto: 14:00 horas.
Precursora: 10:00 horas (preparar o dispositivo).
Atividades:
- Construção do corredor de sangue.
- Panfletagem.
- Exibição de faixas e de cartazes.
Convidados: TODOS os cidadãos fluminenses.
A Rede Record cobrirá o ato.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO - O TSUNAMI DO DESCASO: TEMOS QUE EXIGIR PUNIÇÕES!

JORNAL O DIA
Em Teresópolis, homem congela corpo de filho para desacelerar decomposição
Rio - O marceneiro Gevanildo Lopes da Cunha, 33 anos, de Santa Rita, em Teresópolis, disse nesta terça-feira ter ajudado um amigo a guardar o corpo do próprio filho, vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro, dentro de uma geladeira - mesmo desligada com a falta de luz. Segundo ele, a decisão foi tomada para desacelerar a decomposição do corpo, enquanto as equipes de busca não conseguiam chegar para recolher. "Foi para o cachorro não comer. Depois, o helicóptero levou e ele foi enterrado", afirmou (leia).
COMENTO:
Temos que fazer tudo que for necessário para punir os responsáveis por essa tragédia.
Amanhã, começamos a cobrar em frente ao Palácio Guanabara. No dia 01 FEV 2011, cobraremos na ALERJ, depois no Ministério Público e no Tribunal de Justiça.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

711 MORTOS - AMANHÃ COMEÇAREMOS A COBRAR A INVESTIGAÇÃO E A PUNIÇÃO DOS CULPADOS - ESPERAMOS VOCÊ LÁ!

711 MORTOS
CENTENAS DE DESAPARECIDOS

Cidadão fluminense, caso você ainda esteja em dúvida se deve ou não comparecer ao Primeiro Ato Público para Cobrar a Investigação e a Punição dos culpados pelos quase mil mortos da Região Serrana, que será realizado amanhã, a partir das 10:00 horas, em frente ao Palácio GB e com cobertura da Rede Record de Televisão, leia essa notícia:
SITE G1:
Número de vítimas na Região Serrana já passa de 700
Somente em Friburgo, foram encontrados 335 corpos soterrados.
Teresópolis tem o segundo maior número de mortos, 285 (leia).
Se ainda assim você optar por não comparecer, o aconselho a evitar olhar para espelhos, o que verá o envergonhará, certamente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

DEPUTADO WAGNER MONTES RECEBEU COMISSÃO DE ESPOSAS E PENSIONISTAS DE POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES.

Conforme o prometido o deputado estadual Wagner Montes (PDT) recebeu nessa terça-feira representantes da comissão de esposas e pensionistas de Policiais Militares e Bombeiros Militares.
A reunião foi proveitosa, tendo sido equacionado por completo o fato ocorrido na sexta-feira passada, quando em face de um desencontro a comissão não foi recebida na Rede Record.
O deputado se mostrou disposto a apoiar a luta justa das esposas e pensionistas dos PMs e BMs, que entregaram uma pauta das principais reivindicações.
No transcorrer do encontro, o deputado Wagner Montes acertou com o jornalismo da Rede Record uma cobertura para o ato que será realizado amanhã, quarta-feira, 19 JAN 2011, às 11:00 horas, em frente ao Palácio Guanabara, quando será hipotecada solidariedade às centenas de vítimas fatais da Região Serrana e cobrado o início das investigações para apurar os responsáveis, para que não se repita o que ocorreu em Angra dos Reis e no Morro do Bumba, casos em que até a presente data ninguém foi responsabilizado pelas mortes.
Diante do exposto, considerando a grande audiência da Rede Record e do programa Balanço Geral, cresce em importância a presença da população fluminense no ato, sobretudo de quem perdeu parentes ou amigos na Região Serrana.
Participem!
Divulguem por emails, telefones e nas redes sociais.
Postarei um breve vídeo sobre a reunião no próximo artigo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

TRAGÉDIA: POLICIAIS MILITARES DE FRIBURGO ESTARIAM DESAPARECIDOS.

A notícia é apócrifa, portanto, deve ser analisada com cautela, porém não custa nada a imprensa perguntar a situação à Polícia Militar.
COMENTÁRIO POSTADO:
"Coronel, Policiais Militares do 11º BPM estão desaparecidos desde o primeiro dia da catastrofe, e ninguem parece dar importancia a isso. O número de Policiais desaparecidos é tão grande que diariamente estão sendo deslocadas viaturas de outros batalhões para cobrir aquelas áreas, em principal da Cidade de Nova Friburgo".
Eu recebi também um informe no sentido de que junto aos três Bombeiros Militares de folga que morreram ao tentarem salvar pessoas, existia um Subtenente da Polícia Militar, igualmente de folga, que teria sido confundido com um quarto Bombeiro Militar.
Não consegui confirmar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O TSUNAMI DO DESCASO GOVERNAMENTAL - DENÚNCIA GRAVÍSSIMA.

EMAIL DE UMA MORADORA DE TERESÓPOLIS.
Moro em Teresópolis, no bairro do Golfe, próximo à ponte do Imbuí, vizinho aos bairros do Caleme, Posse e Campo Grande, algumas das regiões mais afetadas pela tragédia Tive que abandonar minha casa, voltei dois dias depois, conversei com muita gente que perdeu alguém nesse trágico incidente, ví caminhões passando transportando corpos cobertos por lonas, mas o cheiro que rastreava o trajeto não deixava margens de dúvidas quanto à carga transportada.
Na primeira madrugada da tragédia, estive frente a frente com uma senhora abrigada por uma vizinha que teve sua casa de 3 andares desabada, e sobre a qual havia ficado soterrada por algumas horas.
O tempo inteiro tentava acompanhar a razoabilidade das informações fornecidas pela mídia, obtidas pelos órgãos do município, e fazendo contas superficiais, me parecia um pouco absurdo um número tão baixo de vítimas. Qualquer um que esteja acompanhando os noticiários já se deu conta de que há encostas que foram totalmente devastadas, em locais onde havia muitas casas. A impressão que se tem é a de que Deus marcou as montanhas com a marca de Seus dedos.
O Fantástico acabou de anunciar o TOTAL de mortos na tragédia da região serrana do Rio, 678 mortos até agora (não me lembro que dia é hoje). No entanto, acabei de receber um telefonema de uma voluntária da área médica que está trabalhando na limpeza dos corpos que chegam aos montes a cada hora, e, pasmem, ela afirmou que somente ela já havia lavado cerca de 300 corpos, somente aqui em Teresópolis, SOMENTE ELA!!!!!
Contou que alguns peritos vindos de outras localidades estão sofrendo de sobrecarga psicológica dado ao número absurdo de corpos, agora chegando já em decomposição.
Muitos irão perguntar o porque de as autoridades omitirem o número real de vítimas, e a resposta é muito simples: RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO POR AUSÊNCIA OU OMISSÃO DE SERVIÇO.
Há em Teresópolis um mapa das áreas de risco que já deveriam ter sido desocupadas e não foram. A existência deste mapa é anterior à tragédia. Ou seja, esse número absurdo de mortos poderia ter sido evitado, e o Estado sabe disso. E devido a tal fato, o Estado poderá ser responsabilizado a pagar indenização por cada vítima que residia em uma das áreas mencionadas em tal mapa. É por isso que em uma tragédia de dimensões tão angustiantes, os dados oficiais se restringem à apenas 300 mortos, ou menos, em Teresópolis.
Devemos lembrar que apesar de a tragédia não ter atingido somente a população mais carente, como ocorreu no Morro do Bumba, é fato que em bairros mais afastados, famílias inteiras foram dizimadas, e seus nomes serão facilmente "esquecidos" nas estatísticas.
Estou vendo o mundo desabar à minha volta,literalmente! E descobrir que a verdade está sendo omitida, me deixa muito mais angustiada do que já estou.
Todos os voluntários deveriam ser intimados a fornecer informações sobre o número de corpos que passaram por suas mãos. Seria uma batalha difícil, mas não impossível, se a população se unisse para cobrar a verdade e sua consequente responsabilidade. A voluntária disse que o número de mortos já deve ser de aproximadamente 2000 mortos.
COMENTO:
A mídia (isenta) investigativa poderia tentar apurar a denúncia.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO: O TSUNAMI DO DESCASO GOVERNAMENTAL - NOTÍCIAS.

Acabo de receber um informe (ainda não confirmado) que um helicóptero do Exército Brasileiro quase caiu na Região Serrana, na luta para salvar os sobreviventes.
O dado foi transmitido por quem teria ouvido o comentário dos ocupantes da aeronave.
Os heróis seguem arriscando a própria vida e os salários continuam miseráveis, inclusive nas Forças Armadas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

DILMA MANDA CABRAL PARAR DE PEDIR VERBAS E BATE NO ALIADO: "VOCÊ DEVE TER VERGONHA E RENUNCIAR".

ALERTA TOTAL - JORGE SERRÃO.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Dilma manda Cabral parar de pedir verbas e bate no aliado: “Você devia ter vergonha e renunciar”
Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net/
Por Jorge Serrão
Sexta-feira passada, a Presidenta Dilma Rousseff comprovou que seu estilo de governar não poupa sequer os aliados ou amiguinhos. Por telefone, Dilma quase reduziu a pó o governador Sérgio Cabral. No momento mais tenso da conversa entre ambos, Dilma chegou a gritar que Cabral devia ter vergonha e renunciar. A bronca de Dilma em Cabralzinho foi presenciada por amigos dela.
Dilma recomendou que Cabral pare de reclamar por verbas. Lembrou que, desde 2008, o governador fluminense já fora alertado pelo governo federal de que as chuvas poderiam causar uma tragédia no Estado. Dilma concluiu que a administração de seu aliado pouco fez para evitar os efeitos das chuvas que produziram centenas de mortes.
Dilma também criticou Cabral por se ausentar do Rio de Janeiro, em períodos críticos, como os de começo de ano. A Presidenta ponderou que pega muito mal, em toda catástrofe, o vice-governador Luiz Fernando Pezão sempre aparecer, primeiro, como a voz oficial, enquanto o governador tira férias.
Quem ouviu a conversa no viva voz jura que Cabralzinho chegou a chorar com as duras críticas da Mãe Dilma. A mídia amestrada dará uma linha sequer sobre a bronca privada de Dilma em Cabralzinho. O assunto "não interessa" no momento de exploração jornalística da desgraça de milhares de pessoas.
Leia, abaixo, os artigos de Arlindo Montenegro (Conto do Vigário) e de João Bosco Leal (Políticos canalhas ou canalhas políticos?)
Risco das decisões
Pode chegar a R$ 1 bilhão a obra de preparo do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014, caso se confirme o comprometimento estrutural do velho estádio.
Estima-se que sejam necessários mais de R$ 2 bilhões para refazer pontes, estradas e moradias, devastadas pelas chuvas e pela omissão governamental, em três cidades da Região Serrana do Rio de Janeiro.
O risco de atraso no cronograma para a copa-negócio da Fifa e a pressão urgente para realocar recursos destinados a obras emergenciais pós-catástrofe são as dores de cabeça do momento de Sérgio Cabral.
O sucesso (ou fracasso) de suas decisões afetará seu projeto político de ser candidato a vice-presidente na eleição de 2014.
Tragédia prevista
Um estudo pelo Instituto de Pesquisa Tecnológicas para a Prefeitura de São Paulo denuncia que 115 mil pessoas vivem em 407 áreas de alto risco de deslizamentos ou enchentes.
O alarmante relatório do IPT recomenda que os cidadãos de risco deveriam abandonar suas casas imediatamente, principalmente na época de chuvas fortes e concentradas.
Das 407 áreas mapeadas pelo estudo, nada menos que 43% delas ficam na Zona Sul, onde 50 mil pessoas vivem precariamente em 12 mil moradias.
Genocídio
Ivo Marcelino comenta que o ocorrido na região serrana do Rio e em outros locais é simplesmente assassinato em massa.
Veja em http://dl.dropbox.com/u/10255345/08-Enchentes.pdf%20que que, desde 2001, tudo sobre enchentes no Rio de Janeiro está fartamente documentado no Convênio Brasil-Alemanha.
Existe também um outro volune dessa coleção sobre revitalização de rios: http://dl.dropbox.com/u/10255345/11-Revitalizacao.pdf
Problema militar
O Alto Comando do Exército Brasileiro pode ter mais um desgaste com a chefona-em-comando Dilma.
A pedido de petistas, a Presidente pode interceder junto ao General Enzo Peri em socorro de um Capitão que está preso desde o dia 9 de dezembro do ano passado, no Rio Grande do Sul.
Aliado do governador Tarso Genro, o militar Luis Fernando de Sousa foi candidato derrotado a deputado federal pelo PT gaúcho, e agora é acusado pelo EB por crime de deserção.
Por problemas médicos, pois é diabético, o Capitão cumpre Prisão Domiciliar na residência funcional, em General Câmara (RS).
Polêmica
A defesa do militar alega que esse processo de deserção é uma farsa e tem por objetivo colocar o Cap Luis Fernando em descrédito, bem como desprestigiá-lo perante o público interno, já que o crime de deserção é considerado um pecado mortal para os militares.
Advogados do Capitão alegam que o Exército cometeu um erro, ao determinar sua reversão para o serviço ativo após as eleições, no dia 21/10/2010, contrariando a legislação em vigor (portaria 043 DGP, art 1° Inciso IV).
Pela lei, a reversão só deveria ter ocorrido após a proclamação oficial do pleito - que ocorreu dia 03/11/2010.
Festejando
A Presidenta Dilma Rousseff e seu padrinho político, Extalinácio da Silva, serão homenageados pelo PT na festa de 31 anos do partido, em 10 de fevereiro.
Mas como o PT está no vermelho (com dívidas de R$ 27,7 milhões da campanha da Dilma), fará uma festa menos faraônica que a do que no ano passado, quando comemorou três décadas.
No evento, Lula deve receber de volta o título de presidente de honra do partido.
Salve o imortal
Luiz Inácio Lula da Silva já faz jus à imortalidade – mesmo que não possa ser membro da Academia Brasileira de Letras, já que ele mesmo confessa que nunca gostou muito de livros.
O ex-Presidente vai receber uma homenagem máxima de seu clube futebolístico do coração – que já o nomeou “Presidente de Honra”.
Chamará Luiz Inácio Lula da Silva o estádio que o Corinthians construirá, em Itaquera, na Zona Leste paulistana, para sediar a Copa do Mundo de 2014.
Foro do Brasil
O grupo de estudos estratégicos Foro do Brasil fará sua XI Assembleia no dia 23 de fevereiro de 2011, em São Paulo.
O professor Manoel Gonçalves Ferreira Filho será o palestrante do tema: “Constituição dos Partidos políticos no Brasil”.
O local e horário do encontro serão definidos esta semana.
Retorno triunfal
Lugar onde imperam a ignorância e a miséria econômico-moral parece não ter mesmo saída.
Vestindo um elegante terno preto e com a esposa Veronique Roy a tiracolo, o ex-ditador Jean-Claude ''Baby Doc'' Duvalier voltou domingo ao devastado Haiti.
Exilado na França desde 1986, quando foi deposto por um levante popular após 15 anos de governo, ''Baby Doc'' foi recebido festivamente por seus aliados.
É a história sempre se repetindo como farsa no Terceiro (i)Mundo.
Quem tem tem medo...
Um ex-banqueiro suíço - que foi um dos primeiros homens a usar o site WikiLeaks para publicar documentos internos - prometeu divulgar hoje novos dados sobre contas bancárias no exterior.
Rudolf Elmer, que foi demitido do Banco Julius Baer em 2002 e que vai a julgamento na Suíça na quarta-feira por quebra de sigilo bancário, entregará mais dados ao WikiLeaks em uma coletiva de imprensa em Londres.
Os dados são de pelo menos três instituições bancárias, incluindo o Julius Baer, e cobrem o período de 1990 a 2009.
Como muito brasileiro otário jogou dinheiro em tais instituições, já tem gente de bolso de alta estirpe tremendo nas bases...
Rede Social
O drama cinematográfico sobre o Facebook está com uma mãozinha no Oscar.
A Rede Social faturou quatro prêmios Globo de Ouro.
Como melhor filme de drama, melhor diretor (David Fincher), melhor roteiro e trilha sonora, o filme tem tudo para faturar o mais cobiçado prêmio do cinema mundial.
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
JORGE SERRÃO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 16 de janeiro de 2011

EXÉRCITO TERIA ASSUMIDO O CONTROLE DAS OPERAÇÕES NA REGIÃO SERRANA.

Recebi informe (não confirmado) que o Exército Brasileiro estaria assumindo o comando central das operações na Região Serrana do Rio, em face da desorganização do governo estadual, fato evidente.
Caso seja confirmada essa intervenção federal branca no território fluminense, será a segunda, pois a primeira está em andamento na área da segurança pública, no Complexo do Alemão.
Vou buscar esclarecer do informe.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

GOVERNO SÉRGIO CABRAL: RIO 626 - QUEM FICARÁ PRESO?

O GLOBO
A secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil divulgou às 15h30m, mais um balanço parcial do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil estadual em relação às vítimas fatais, desabrigados e desalojados na Região Serrana, por causa das chuvas.
Vítimas fatais:
Teresópolis: total de 268 vítimas
Sumidouro: total de 19 vítimas
Petrópolis: total de 56 vítimas
Nova Friburgo: 283 vítimas
TOTAL DE 626 MORTOS
Desalojados e Desabrigados
Petrópolis: desalojados 3.600, desabrigados 2.800
Teresópolis: desalojados 960, desabrigados 1.280
Nova Friburgo: desalojados 3.220, desabrigados 1.970
COMENTO:
O POVO QUER SABER:
QUEM FICARÁ PRESO?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO: 610 MORTOS - É HORA DE PUNIR GOVERNANTES! - O POVO TEM QUE EXIGIR.

"Cabral e Dilma culparam os outros e o povo"
Por Elio Gaspari, do GLOBO

NO ANO PASSADO, quando as chuvas provocaram a morte de 148 pessoas em Angra dos Reis e na Ilha Grande, o governador Sérgio Cabral estava em sua casa de Mangaratiba, a pouco mais de uma hora da cena das tragédias, e levou mais de um dia para dar o ar de sua graça. Veio com uma lição:
“Eu não faço demagogia. Houve um tempo em que governador aparecia ao lado de traficante, como se ele fosse o John Wayne. Aqui, estavam dois secretários da área. Quem deve vir são as autoridades públicas que podem de fato dar solução e comando ao problema”.
Como dizia John Wayne, “o amanhã é a coisa mais importante da vida”. A conta de 2010 fechou com 316 mortos, passou-se um ano, e as chuvas voltaram. Desta vez, Sérgio Cabral não estava em Mangaratiba, mas no exterior.
Quando desembarcou no Rio, já haviam sido contados mais de 300 corpos por conta de temporais que começaram dois dias antes. (Os mortos passaram de 500.) Ao chegar, Cabral contrariou sua lição de 2010 e visitou as áreas afetadas. Foi acompanhado pela doutora Dilma Rousseff, que ensinou: “A moradia em área de risco no Brasil é a regra, não é a exceção”.
Falta explicar por qual critério Dilma e Cabral definem “áreas de risco”. O centro de Friburgo? A cidade de Areal? Bairros urbanizados onde viviam pessoas que pagam IPTU? Em 2010, a explicação demofóbica para a morte de mais de 30 pessoas no morro do Bumba, em Niterói, sustentou que a patuleia estava em cima do que fora um lixão. Estava, com a permissão da prefeitura, e ninguém foi responsabilizado. A essa explicação, somou-se a do catastrofismo ambiental. Para quem gosta de falar em calamidades climáticas, vale lembrar que, na Austrália, onde choveu mais do que no Rio, os mortos foram 25 e há dezenas de desaparecidos.
Como no ano passado, os governantes anunciaram esmolas para já e planos para amanhã. Daqui até janeiro do ano que vem, Sérgio Cabral e Dilma Rousseff poderiam atender ao pedido que Carlos Lyra e Vinicius de Moraes encaminharam a Xangô: “Pôr pra trabalhar gente que nunca trabalhou”.
COMENTO:
Artigo excelente.
O povo precisa por um fim na irresponsabilidade criminosa dos governantes.
A cidadania exige que a população exija a PUNIÇÃO dos responsáveis, TODOS os responsáveis
.
Os mais de seiscentos mortos DEVEM SER SUFICIENTES para colocar PELO MENOS UM GOVERNANTE (POLÍTICO) NA CADEIA.
Na 4a feira, 19 JAN 2011, em frente ao Palácio Guanabara, começaremos a cobrar as providências para a IDENTIFICAÇÃO e a PUNIÇÃO administrativa, civil e penal de TODOS.
Na posse dos deputados na ALERJ (01 FEV 2011) repetiremos o ato de protesto e cobrança.
O Tribunal de Justiça e a Procuradoria Geral serão os próximos locais.
Cadeia!
É hora de alguém ficar PRESO!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

VOCÊ SABIA QUE O GOVERNO SÉRGIO CABRAL "ACABOU" COM A SECRETARIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL DO RIO DE JANEIRO?

RIO - 610 MORTOS

O governo Sérgio Cabral anexou a Defesa Civil estadual à Secretaria Estadual de Saúde, transformando a Defesa Civil em uma subsecretaria (site do governo Cabral).
O secretário de saúde é o médio Sérgio Côrtes.
No seu discurso de posse, no dia 01 JAN 2007, Sérgio Cabral disse:
"Meu querido Sérgio Côrtes, Secretário de Saúde e de Defesa Civil, com a sua rica experiência no Instituto Nacional de Trauma Ortopedia, médico militante numa área tão importante para o povo do Rio de Janeiro como é a saúde e a defesa civil (...). (leia o discurso)
.
Cabral nomeou um médico para chefiar a Defesa Civil.
O comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar é o Subsecretário de Defesa Civil : Pedro Marcos Cruz Machado.
Aliás, no portal do governo o Corpo de Bombeiros sumiu...
Os Corpos de Bombeiros são da área da segurança pública, conforme mandamento constitucional (artigo 144), porém, atropelando a constituição, o governo do Rio anexou o CBMERJ à Secretaria de Saúde, todavia, ele nem aparece no organograma (site do governo Cabral - estrutura). Observem que a Polícia Militar e a Polícia Civil aparecem na Secretaria de Segurança, mas o Corpo de Bombeiros não aparece na Saúde.
Se alguém ACHAR os Bombeiros Militares na estrutura, por favor, informe.
Quem sabe não foi por isso que os Bombeiros Militares não ganharam a gratificação de R$ 500, 00 que Cabral pagou para os PMs, PCs e agentes penitenciários?
O organizador do pagamento deve ter pego o organograma para distribuir a gratificação e como o CBMERJ não está incluído...
Obviamente, não podemos atribuir os mais de 610 homicídios culposos que ocorreram na Região Serrana, ao fato do Rio não ter mais uma Secretaria de Defesa Civil, ter virado uma subsecretaria ou pela área ter passado a ser chefiada por um médico, mais esses fatos devem ter feito que a Defesa Civil ficasse com menor importância.
Prezado leitor, qual a sua opinião?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ONU CONFIRMA: OMISSÃO DE GOVERNANTES MATOU AS PESSOAS NO RIO DE JANEIRO.

ÚLTIMO SEGUNDO
Falta de planejamento fez chuva no Brasil matar mais que na Austrália, diz especialista da ONU
Para Margareta Wahlström, Brasil deve tomar medidas básicas como monitorar áreas de risco e montar um sistema de alerta
A falta de "comunicação" e de um plano de emergência fez com que as fortes chuvas na região serrana do Rio resultassem em uma tragédia maior do que a ocorrida em Queensland, na Austrália, também submersa recentemente pelas águas. A opinião é de Margareta Wahlström, subsecretária-geral da ONU para a Redução de Riscos de Desastres.
"Por causa da ocorrência de ciclones, a Austrália já tinha começado a se preparar para o imprevisível. As autoridades sabem como evacuar as áreas e a população escuta as orientações pelo rádio", explicou à BBC Brasil.
No país da Oceania, inundações em três quartos do Estado de Queensland haviam provocado 15 mortes até a última quinta-feira. Na serra fluminense, o saldo de mortos passou de 400 na tarde do mesmo dia.
Para Wahlström, o Brasil poderia ter evitado mortes se tivesse planos de emergência eficazes. Ela cita como exemplo iniciativas de outros países em desenvolvimento, como a Indonésia, que "apesar de ser uma nação pobre, têm planos de evacuação diante de ameaças de terremoto e de erupção de vulcão, por exemplo". "São iniciativas que salvam vidas", diz ela.
Monitorar as áreas de risco e montar um sistema de alerta - com a designação de um líder para orientar a população e a criação de abrigos pré-definidos para receber moradores - são medidas consideradas básicas por Wahlström para evitar mortes como as ocorridas em Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo.
"As pessoas precisam saber para onde ir e como ir, qual seria o caminho mais seguro. Uma solução comum são centros comunitários preparados para receber a população", afirmou à BBC Brasil.
Wahlström tem mais de 25 anos de experiência em gestão de catástrofes e coordenou pelas Nações Unidas a assistência às comunidades atingidas pelo tsunami de 2004 na Ásia.
Em 2010, viu de perto no Rio de Janeiro as consequências da chuva no início do ano. No mês passado, esteve em Queensland, no local que está sendo assolado pelas enchentes.
"No Brasil, ainda há muito a ser feito em termos de planejamento urbano. Os governos têm que trabalhar com a população e realmente proibir construções em áreas de risco. Muitas regulamentações existem, o problema é que nem sempre são cumpridas", disse a subsubsecretária-geral da ONU para a Redução de Riscos de Desastres.
Segundo Wahlström, os desastres naturais nos últimos 10 anos provocaram prejuízos de quase US$ 1 trilhão na economia global. São perdas que poderiam ser em grande parte evitadas.
Um estudo citado pela representante da ONU aponta que, para cada US$ 1 investido em prevenção, é possível economizar pelo menos US$ 7 em resgates e reconstrução. "Não é necessário sofrer assim. Há uma escolha (a ser feita), e a escolha é planejar.
"O número de desastres vai continuar crescendo, e todo investimento em planejamento é um bom investimento", opinou.
COMENTO:
É hora de PUNIR GOVERNANTES, não o Estado ou a chuva, a responsabilidade deve ser PESSOAL.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO