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quarta-feira, 13 de abril de 2011

DINHEIRO PÚBLICO - PESQUISA - SOS.

Prezado leitor, peço a sua colaboração para uma pesquisa.
Você tem notícia de algum país onde o governo dê mais dinheiro público para quem não trabalha do que no Brasil?
Aqui os governos federal, estadual e municipal são pródigos em dar o dinheiro público (nosso dinheiro) para pessoas que não trabalham, que não contribuem para o erário, mas vivem às custas dele.
São as bolsas, os cheques, os programas qualquer coisa que funcionam como vertedouros ininterruptos dos frutos do trabalho suado de parte dos brasileiros.
Governantes usam o dinheiro público como se fosse o dinheiro deles, fazendo o que bem agradar a eles, o que é proibido com relação às verbas públicas. Eles hoje não dão mais camisas, dentaduras e bonés. Aliás, isso é proibido. Nos nossos tristes dias eles dão bolsas pagas com o nosso dinheiro.
Por favor, me ajudem na pesquisa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A RELAÇÃO ENTRE O BOLSA FAMÍLIA DE LULA E AS UPPs DE CABRAL.

TRABALHE DURO - JOÃO MELLÃO NETO.
No início dos anos 1700, quando a revolução comercial já era um fator determinante do progresso e do desenvolvimento das nações, um pensador espanhol teria escrito um ensaio defendendo a tese de que o seu país não deveria entrar naquela competição, porque seria um esforço desnecessário. A Espanha, na época, possuía reservas em metais preciosos suficientes para comprar tudo o que seu povo necessitava. Esse mesmo argumento poderia ser válido, um século depois, nos anos 1800, para não embarcar na aventura industrial.
O resultado é que o império espanhol ruiu, as suas decantadas reservas se dissiparam e a outrora pujante nação ibérica amargou mais de dois séculos de decadência. Está voltando ao proscênio agora, quando nem o seu governo nem o seu povo se pautam mais por aquela enganosa opulência do passado.
De certa forma, é esse mesmo problema que inviabiliza o progresso e o desenvolvimento de muitos países que vivem, atualmente, da riqueza fácil gerada pela extração de petróleo. Para que, afinal, arregaçar as mangas? O ouro negro supre todas as carências...
Não é à toa que entre os países mais pobres da África figuram - em aparente paradoxo - os que possuem as maiores reservas mundiais de diamantes e pedras preciosas. A posse de recursos naturais abundantes e de fácil extração já causou a desgraça de muitas nações, através dos tempos.
O que dizer, então, quando a falsa abundância não provém de riquezas reais, mas de programas assistenciais promovidos pelos governos locais? Os analistas isentos e imparciais seriam unânimes em afirmar que, nesse caso, o caminho da perdição seria ainda mais curto.
E se tais políticas paternalistas estivessem sendo promovidas num país pobre e desprovido de maiores recursos? Aí, então, seria suicídio - afirmariam os estudiosos -, uma nação deliberadamente atirando em seus próprios pés.
Pois é esse exatamente o caso do Brasil e do seu programa Bolsa-Família. Segundo se vangloria o próprio governo, o programa já contempla 11 milhões de famílias, alcançando, assim, entre um quarto e um terço de toda a população brasileira. Trata-se de um exemplo ímpar: em toda a História universal, somos o único povo que logrou escapar da miséria com mesadas.
Argumentos para defender o Bolsa-Família não faltam. O difícil é acreditar que o programa seja viável para sempre. Pode-se argumentar, a favor dele, que, em termos imediatos é uma forma eficaz de combater os malefícios causados pela miséria. Sem dúvida. Mas trata-se de um paliativo - um remédio que cuida dos efeitos, e não das causas da moléstia. Assim sendo, o seu efeito não é duradouro e tampouco definitivo.
Há pelo menos três aspectos cruciais que estão eivando a iniciativa:
- não se está exigindo, na prática, nenhuma contrapartida dos beneficiários;
- não se está fixando um prazo máximo para a concessão do benefício; e
- o valor do benefício pago está-se revelando muito elevado.
Benefício concedido sem reciprocidade é esmola. E esmola não cria cidadãos ativos. Cria, isso sim, mendigos.
Benefício concedido para sempre não é uma ajuda, mas sim um privilégio. E privilégios não geram indivíduos independentes. Geram, quando muito, um massa disforme de parasitas.
Benefício com valor elevado não complementa o trabalho, mas o substitui. Não gera trabalhadores, mas desocupados. Em vez de pessoas ativas, uma multidão apática de ociosos. Um exército de pensionistas totalmente dependentes da boa vontade dos governantes.
Se o objetivo final de Lula e do PT é criar um gigantesco curral eleitoral, eles estão sendo muito bem-sucedidos. Os "bolsistas" do famigerado programa estarão sempre dispostos a sufragar os candidatos que o governo recomendar. Mas se o que se pretende é emancipar as pessoas, então o Bolsa-Família está se revelando uma grande excrescência.
Como está escrito na porta do Inferno de Dante, "abandonai todas as esperanças, vós que entrais", aqueles que se inscrevem no "Bolsa-Família" hão de saber que dele jamais sairão. As suas virtudes ativas, a sua independência, a sua cidadania, tudo isso, enfim, é impiedosamente moído tão logo se ingressa no programa. A ética do trabalho e do esforço como a única forma legítima de prosperar na vida deixa de existir já na soleira da porta.
Como reza o ditado, montar num tigre é fácil, o difícil é desmontar dele depois.
O Bolsa-Família é um programa que, uma vez implantado, não há mais como descartá-lo. Os milhões de beneficiários já estão acostumados com o aporte mensal do dinheiro fácil. Como dizer a eles que dali em diante deveriam suar o rosto para obtê-lo?
Tanto para o governo como para a oposição, propor o fim do Bolsa-Família seria eleitoralmente desastroso. E o programa, assim, se impõe como algo definitivo. Aqueles que trabalham hão de votar na oposição, já aqueles que não trabalham votarão sempre no governo. Como estes últimos se estão tornando maioria, o continuísmo parece ser um prognóstico evidente.
Como é economicamente impossível pôr a totalidade dos brasileiros sob o guarda-chuva do Bolsa-Família -- alguém tem de pagar a conta --, teremos no País, doravante, duas classes de cidadãos: a dos que sustentam e a dos que são sustentados pelo Bolsa-Família.
Quanto a você, que está lendo este artigo, a recomendação do governo é a seguinte: "Trate de trabalhar duro! Além da sua família, há mais 11 milhões de famílias que dependem de você!"
COMENTO:
Gostei muito do artigo.
Fácil de compreender e expõe com clareza as chagas do Bolsa Família.
No Brasil, governantes estão agindo na direção de continuarem no poder e não na direção de promoverem o bem público.
No Rio, o governo Sérgio Cabral para continuar no poder, simplesmente, transferiu centenas de traficantes (e seus fuzis) de uma comunidade carente para outra seguidamente, tendo apoio quase integral da mídia, na qual investiu mais de 400 milhões do nosso dinheiro.
Em termos de política de segurança pública isso é um completo absurdo, em nenhum lugar do mundo civilizado se tira criminosos armados de um lado e joga em outro, tais ações deveriam estar sendo condenadas por todos, inclusive pelos órgãos de controle social.
E ainda chamam isso de pacificação.
A mídia, por sua vez, só faz matérias onde os traficantes saíram, as comunidades "pacificadas", não fazem nas comunidades que recebem os traficantes, comunidades antes sem ou com pouca violência, agora sob a mira de fuzis.
Só querem o poder, o povo que se dane.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

EU CONCORDO PLENAMENTE.

O GLOBO - 06 JAN 2011
DOS LEITORES
"SE NÃO HÁ DINHEIRO PARA REAJUSTAR O SALÁRIO DE QUEM TRABALHA, COMO PODEM REAJUSTAR O BOLSA FAMÍLIA"
(Rodrigo Borges de Campos Netto)

Simples e perfeito!
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 23 de maio de 2010

EDUARDO PAES COPIA O LULISMO POPULISTA.


Lula, o presidente, em dois momentos de sua vida política, usou o denominado "bolsa família" como estratégia, primeiro, identificando como uma forma de comprar votos, quando era oposição, depois de eleito, usou e abusou de ampliar o programa de comprar votos.
Eduardo Paes, que segue Cabral, que segue o populismo lulista da "compra" de votos marcarada de ações sociais, aumentará no Rio de Janeiro o valor do Bolsa Família, gerando uma despesa da ordem de R$ 140 milhões por ano (O Globo - capa - 23 MAI 2010).
Cidadão, apenas como parâmetro, informo que o Hospital Quinta Door, referência no atendimento médico, pelo que se sabe, foi todo remodelado e equipado com um gasto de R$ 40 milhões.
Caso a comparação seja com o salário mensal de um Soldado da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros, R$ 140 milhões pagam o salário anual de mais de 11.000 profissionais de segurança pública.
Lula faz escola, sem dúvida, ele é "o cara" para uma parcela dos políticos brasileiros.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 4 de março de 2010

EMENDA AGLUTINATIVA (PEC 300- PEC 446) - MÁS NOTÍCIAS.

GLOBO ONLINE:
Clima pré-eleitoral
Base governista quer barrar projetos 'populares' que aumentam gastos públicos
Cristiane Jungblut
BRASÍLIA - "A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) protocolou nesta quinta-feira requerimento para que o projeto do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que prevê
aumento do benefício do Bolsa Família de acordo com o desempenho educacional das crianças , passe pelo plenário do Senado. O governo pretende barrar o projeto, que foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Educação. Outros projetos também estão na mira da base governista.
Na Câmara, na próxima semana, a primeira providência é tentar reverter a votação da última terça-feira, quando a Casa aprovou o texto principal de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que fixa na Constituição um
piso nacional provisório para policiais civis, policiais militares e bombeiros , nos valores de R$ 3,5 mil para soldados e R$ 7 mil para oficiais.
" No ano eleitoral, é mais adequado deixarmos de fora temas que despertem paixões "
Além disso, a PEC prevê a elaboração de uma lei criando um piso nacional definitivo, bem como um fundo da União para complementar o pagamento dos salários, quando os estados não tiverem condições financeiras de fazê-lo.
O texto aprovado foi considerado um desastre pelo governo e recebeu críticas de governistas e oposicionistas, apesar de o placar amplamente unânime na votação, durante a qual as galerias estavam lotadas de policiais.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), propõe um acordo: ou se retira os valores do piso da Constituição, deixando apenas a previsão de que uma lei criará o piso nacional dos policiais. Ou, se isso não ocorrer, simplesmente não se conclui a votação dos destaques apresentados ao texto principal.
- No ano eleitoral, é mais adequado deixarmos de fora temas que despertem paixões ou de conteúdo eleitoral. Não se pode fazer uma pauta de afogadilho - disse Vaccarezza, que conta apoio de setores do PSDB".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

BOLSA FAMÍLIA - ALGUMAS VERDADES.

Nas 85 cidades do país com maior cobertura do Bolsa Família, só 1,3% da população trabalha com carteira assinada
PRESIDENTE VARGAS, MA - O emprego formal é praticamente inexistente nos municípios brasileiros no topo da lista de beneficiários do Bolsa Família. Em Presidente Vargas, no Maranhão, contam-se nos dedos de uma mão empregos com carteira assinada no setor privado. Segundo reportagem de Regina Alvarez na edição deste domingo do jornal O GLOBO, o município tem 10 mil habitantes e 2.292 domicílios; 1.832 famílias (80%) recebem o auxílio do governo e só quatro pessoas têm emprego com carteira, segundo o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho.
A reportagem mostra ainda que, entre os cem municípios com maior cobertura do programa, 85 têm informações disponíveis sobre emprego formal. Juntos, abrigam um milhão de habitantes e 259 mil domicílios, sendo que 184,3 mil famílias recebem o Bolsa Família - 71%. Já os empregos com carteira assinada no setor privado somam 14,1 mil, o equivalente a 1,3% dessa população.
A precariedade do emprego formal nessas cidades - municípios pobres, com população abaixo de 30 mil habitantes - não tem relação direta com a concessão do Bolsa Família. Existem barreiras anteriores ao programa que impedem o acesso dos trabalhadores a empregos: a baixa escolaridade e a falta de capacitação profissional. As parcas vagas com carteira assinada no comércio de Presidente Vargas exigem ensino médio.
Segundo a reportagem de Regina Alvarez, os beneficiários do Bolsa Família em Presidente Vargas não estão no mercado formal nem no informal. O programa mantém as crianças na escola, mas a maioria das famílias está acomodada com o benefício, que varia de R$ 22 a R$ 200. Elas têm medo de perdê-lo ao adicionar outra fonte ao rendimento familiar. Assim, não demonstram interesse em cursos de qualificação profissional.
- Relutei em aceitar a ideia, mas é a realidade. As famílias estão acomodadas, e não tem sido fácil tirá-las da acomodação. Acreditam que podem se manter com cento e poucos reais - afirma Ivete Pereira de Almeida, secretária de Assistência Social da prefeitura de Presidente Vargas.
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Donos de estabelecimentos em município maranhense sabem até a senha dos beneficiários
CAJAPIÓ E PRESIDENTE VARGAS, MA - Sem agência bancária nas cidades, todo mês, 3.300 benefícios do Bolsa Família são pagos pela Caixa por meio de máquinas instaladas em pequenos comércios, e os abusos são recorrentes. Quem recebe um valor quebrado, de R$ 112 ou R$ 132, por exemplo, tem que levar R$ 2 em mercadorias do próprio estabelecimento. De acordo com reportagem de regina Alvarez na edição de domingo do jornal O GLOBO, na maioria dos casos, são os comerciantes que digitam a senha do cartão do beneficiário e boa parte do dinheiro já fica por ali para pagar a "compra fiado".
- Eu peço troco (dinheiro trocado) no Bradesco, mas é difícil. Se não tem troco, o jeito é levar os R$ 2 em mercadorias - diz José de Ribamar Amaral.
Proprietário do Comércio do Amaral, ele é o "correspondente bancário" credenciado pela Caixa em Cajapió, um pequeno município de dez mil habitantes, distante 330 quilômetros de São Luís, se o percurso for feito por terra.
Segundo a reportagem, Amaral acha tudo perfeitamente normal. Tem conta no Bradesco de uma cidade vizinha e todo final de mês retira os recursos do Bolsa Família para repassar às 1.500 famílias que recebem o benefício no seu município. Também não vê problema em digitar a senha na hora de sacar o dinheiro do caixa.
- O problema é que 90% não sabem digitar. Me dão a senha e eu digito.
Se o benefício é de R$ 102, eles pagam R$ 100 e dizem que tem que pegar alguma coisa no valor de R$ 2 - diz Maria do Espírito Santo, 25 anos, dois filhos, moradora de Presidente Vargas.
O município tem 1.800 beneficiários do Bolsa Família, que enfrentam todo mês filas enormes debaixo de um sol escaldante na frente do Armazém do Puluca. Este é o apelido de Edson Nicário, dono do único estabelecimento credenciado para o pagamento do auxílio federal.
Os abusos cometidos pelo comerciante já foram denunciados ao Ministério Público e à superintendência da Caixa, em São Luís, mas nenhuma providência foi tomada, informa a secretária de Assistência Social da Prefeitura de Presidente Vargas, Ivete Pereira de Almeida.
fonte:
http://tinyurl.com/yfdo9m4
Reportagem Jornal O Globo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

EM SE COMPRANDO TUDO DÁ ...VOTOS.

Os homens são tão simplórios, e se deixam de tal forma dominar pelasnecessidades do momento, que aquele que saiba enganar achará sempre quem sedeixe enganar.
(Maquiavel)
Nunca na história deste país se fez tão pouco caso da honra, de tal maneira se desprezou a ética, tanto se usou de meios escusos para corromper, para enlamear instituições, para comprar consciências. A amarga sensação que fica é a da total perda, por parte de um grande número de homens públicos, de qualquer noção de honestidade, de dignidade, de honradez. O atual governo, contrariando todos os princípios apregoados enquanto estava na oposição, abandonou completamente o decoro no trato da coisa pública e partiu para o uso de um verdadeiro rolo compressor, comprando tudo e todos a sua volta, desde que possam, de alguma forma, interferir em seus objetivos.
Recordemos o esquema do mensalão, quando um grupo de aliados do Presidente, gente de dentro do governo, usou meios escusos para organizar a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo, com o objetivo de comprar o apoio de parlamentares e, em última instância, perpetuar no poder seu grupo político. O então Procurador-geral da República, Dr Antônio Fernando de Souza, apresentou uma denúncia contundente contra os principais envolvidos no escândalo. Ficou de fora o Presidente da República que alegou desconhecer o esquema. Em termos jurídicos, a desculpa valeu. O Procurador-geral retirou-o da denúncia por não ter encontrado evidências firmes de seu envolvimento. Agora, firulas jurídicas à parte, parece pouco provável que alguém, dotado de capacidade de reflexão, tenha acreditado na história. A ser verídico o desconhecimento, cairíamos na dúvida que, à época, circulou na internet: será que temos um Presidente aparvalhado, incapaz de entender fatos que acontecem ao seu redor, protagonizados por seus mais íntimos colaboradores?
Em outra vertente, há o Bolsa Família, sem dúvida o maior programa de compra de votos do mundo. Trata-se de um programa que gera dependência, antes de estimular o desenvolvimento humano. As pessoas atendidas, recebendo o benefício sem nenhuma necessidade de contrapartida, ficam desestimuladas até de buscar emprego. Mesmo a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) chegou a afirmar que o programa “vicia” e que deixa os beneficiários “acomodados”. Não é que alguém seja contra a minorar a aflição de quem tem fome. O problema é que o programa parte de uma premissa falsa ao confundir pobreza com fome. A esses últimos é mais do que justo assistir com recursos públicos. Aos pobres, a melhor ajuda que o governo poderia dar é investir corretamente em educação. Mas não, confundindo conceitos, prefere manter um Bolsa Família hiperdimensionado, gastando recursos que fazem falta à educação, uma vez que, assim como está, o retorno nas eleições, em termos de votos, tem sido muito compensador.
A comprovação de que não são todos os pobres no Brasil que estão famintos veio de uma pesquisa do IBGE, realizada em 2004 – Pesquisa de Orçamentos Familiares. Em uma parte dessa pesquisa, ficou constatado que o índice de pessoas abaixo do peso estava menor do que aquele considerado normal pela OMS. E, para a perplexidade dos que acenam com a necessidade de combater a fome para manter e ampliar o programa, verificou-se que, entre nós, a obesidade é um problema mais crítico do que a fome.
Não satisfeito em aliciar parlamentares para sua base de sustentação política e populações desassistidas para aumentar suas possibilidades eleitorais, o governo trata, também, de evitar qualquer problema nas ruas, em termos de manifestações públicas de desagrado contra os muitos desvios de ética praticados por seus correligionários e aliados. Nada melhor,então, do que colocar a União Nacional dos Estudantes igualmente em seu balcão de negócios. É assim que o governo, da mesma forma que faz com sindicatos, resolveu patrocinar a UNE. As verbas federais, dessa forma, passaram a irrigar o movimento estudantil, seja em termos de patrocínio, como aconteceu em seu último congresso nacional, seja com a destinação de alguns milhões para a reconstrução de sua sede, seja, ainda, com o pagamento de generosas“mesadas” a seus dirigentes. Com isso, foi neutralizado o espírito combativo que era a marca do movimento estudantil e eliminou-se toda possibilidade de agitações de rua indesejáveis. Um exemplo disso ocorreu no referido congresso, quando houve um protesto contra a CPI da Petrobras. Em outros tempos, seria a UNE a primeira a se mobilizar para exigir a completa elucidação dos fatos. Agora, sem sequer conhecer os resultados de uma CPI que nem começou, faz oprotesto. Passam por cima da necessidade de se investigar denúncias de irregularidades em uma empresa cujo maior acionista é o governo, em um congresso que era patrocinado por esse mesmo governo. E o presidente da UNE tem a desfaçatez de dizer que não vê nada de errado nisso.
Com a prática da compra indiscriminada de todos que possam atrapalhar os desígnios do governo, este foi perdendo todos os escrúpulos. Conseguindo manter níveis elevados de popularidade, julga-se acima do bem e do mal, capaz de tudo, inclusive de defender crimes praticados por aliados, pouco se importando com a ética e com a moralidade pública. Pouco se importando com a evidência de que está corrompendo os brios de toda uma nação que, em um dia não tão distante, teve orgulho de se proclamar brasileira.
Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO
Presidente do Clube Militar
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 1 de setembro de 2009

SÉRGIO CABRAL (PMDB) FOI VAIADO MAIS UMA VEZ.

Cabral é vaiado em evento de formatura de jovens beneficiários do Bolsa Família no Rio:
RIO - "A formatura de centenas de jovens do projeto Plano Setorial de Qualificação dos Beneficiários do Bolsa Família (Planseq), nesta terça-feira, no Maracanãzinho, está sendo em clima de campanha eleitoral. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), foi recebido com vaias por militantes da UNE e formandos da Baixada Fluminense, principalmente de Nova Iguaçu.
Cabral não escondeu a contrariedade e durante boa parte do evento ficou com a cara fechada. Ele chegou a acenar para o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), pré-candidato ao governo do estado em 2010, que estava no mesmo palanque. O prefeito Eduardo Paes (PMDB) chegou a chamar um assessor no palanque para reclamar das vaias.
Durante o seu discurso, o presidente Lula fez questão de comentar o caso. Ele criticou os que vaiaram o governador.
- Não é justo politicamente ou socialmente correto num evento com este em que as pessoas têm a oportunidade de ter uma profissão as divergências políticas se manifestarem com vaias. Amanhã os jornais só vão dizer que vaiaram, mas não a importância desse evento.
O grupo de estudantes é coordenado pelo diretor de Direitos Humanos da UNE nacional, Rodrigo Mondego, que é filiado ao PT. Ele disse que o protesto contra Cabral é por causa da falta de verbas para a Uerj".
Sinceramente, o Rio nunca teve um governador tão mal assessorado.
Será que ninguém avisou ao governador que o povo não gosta dele e que o funcionalismo público o odeia.
Cabral não participe de atos públicos.
Se for inevitável, leve uma grande turma de simpatizantes para puxar umas palmas.
Atualmente, vossa excelência seria vaiado até em reunião de condomínio.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 17 de maio de 2009

O ASSISTENCIALISMO DO PT, COM O NO$$O DINHEIRO, NÃO TEM LIMITES.

FOLHA DE SÃO PAULO.
Governo agora quer incluir sem-terra no Bolsa Família.
Em vez de cestas básicas, acampados passariam a receber cartões do programa.
Em 2008, União distribuiu 925,5 mil cestas a 225 mil famílias - uma cesta a cada quatro meses; com o cartão, benefício passa a ser mensal.
EDUARDO SCOLESE.
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA.
O governo federal fará uma varredura nos acampamentos da reforma agrária para, ainda neste ano, incluir todos os sem-terra no Bolsa Família. O objetivo é trocar a cesta básica pelo cartão do programa.No ano passado, por exemplo, o governo distribuiu 925,5 mil cestas de alimentos a 225 mil famílias cadastradas em acampamentos pelo interior do país. A média foi de uma cesta básica a cada quatro meses.
Com o cartão do programa, o benefício à família será mensal, em dinheiro, o que permitirá ao governo interromper a distribuição da cesta.
"A cesta não incentiva o desenvolvimento do comércio local. A ideia é que, a médio prazo, não tenha mais esse atendimento [com cestas]", afirma Lúcia Modesto, secretária de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Essa iniciativa encontra resistência no MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), que vê na ampliação do Bolsa Família um risco de desmobilização de suas bases.
Questionado sobre esse possível efeito do programa, o ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) afirmou:
"Se eles [sem-terra] vão ficar desmobilizados, não é problema do Estado. É um problema do movimento".
Para José Batista de Oliveira, da coordenação nacional do MST, o agravamento da crise econômica provocará o aumento das mobilizações pelo país, o que justificaria a necessidade da reforma agrária."
O Bolsa Família não vai resolver os problemas dos acampados, que têm consciência e não querem viver de uma ajuda do governo. Eles querem trabalhar na terra, cuidar da família e colocar os filhos na escola. As políticas assistenciais são importantes, mas insuficientes para abrir perspectivas de futuro para as famílias."
A inclusão no Bolsa Família não levará em conta a eventual participação dos sem-terra em invasões de terra ou na montagem de barracos numa área com a reintegração de posse determinada pela Justiça.
Não há uma verba específica para atender os sem-terra no Bolsa Família. O orçamento de 2009 será ampliado em R$ 400 milhões, atingindo R$ 11,8 bilhões, para incluir novas famílias cadastradas pelo país, todas as que hoje recebem cestas básicas do governo federal, como os acampados, quilombolas, atingidos por barragens e indígenas.
Até 2010, a meta do governo é ampliar o número de famílias atendidas dos atuais 11,1 milhões para 12,9 milhões. Ao final deste ano, já serão 12,3 milhões atendidas (incluindo os acampados).
Esse processo vinha sendo costurado há ao menos três anos no governo, mas ganhou impulso com um recente pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) para que, ao final de 2010, nenhuma família considerada "pobre" (com renda per capita abaixo de R$ 137) esteja fora do programa.
Como estima-se que muitas delas estejam nos acampamentos, coube então ao Desenvolvimento Social e ao Desenvolvimento Agrário encontrar uma fórmula para incluí-las.As prefeituras, responsáveis pelo cadastramento dos beneficiários, farão a varredura nos acampamentos num prazo de três meses, para saber quantas das 225 mil famílias se encaixam no perfil de renda do programa, mas ainda não possuem o cartão do Bolsa Família.
Um obstáculo operacional foi solucionado: as prefeituras poderão incluir o nome do acampamento no espaço destinado ao "endereço" da família.
Além do cadastro, caberá às prefeituras oferecer serviços de saúde e vagas nas escolas aos filhos dos sem-terra. Os beneficiários do Bolsa Família são obrigados a cumprir condicionalidades para se manter no programa, como a frequência mínima de 85% nas aulas.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 6 de maio de 2009

MAIS UM ESCÂNDALO NO GOVERNO LULA, ADIVINHE QUEM VAI PAGAR PELAS FRAUDES DO BOLSA FAMÍLIA?

O Jornal Nacional acaba de noticiar:
- Foi constatado que 312.000 benefícios pagos do programa Bolsa Família são fraudes!
Pergunto:
- Quem devolverá o dinheiro público (o nosso dinheiro) utilizado nessas fraudes?
A resposta é simples:
- Você!

Aliás, EU, TU, ELE, NÓS e VÓS!
Os únicos que não são otários são "ELES!"

Brasileiro é tão "bonzinho"...

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 2 de março de 2009

INCORPORADOS À PAISAGEM - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

INCORPORADOS À PAISAGEM.
Maria Lucia Victor Barbosa.
27/02/2009.


A entrevista concedida pelo senador peemedebista, Jarbas Vasconcelos, à revista Veja de 18/02/2009, causou profundo incomodo não declarado, mas percebido, ao PMDB, ao PT e demais partidos.
O senador nada disse que já não tivesse sido dito, mas o fato de ter desferido suas críticas numa revista nacional do porte da Veja, o peso de sua trajetória política e de sua importância dentro do PMDB, ajudaram na repercussão de suas palavras, especialmente num momento em não existem no Brasil, como venho sempre repetindo, partidos, instituições ou lideranças de oposição, exceto posturas isoladas como, por exemplo, a do senador paranaense, Álvaro Dias, que se destaca no PSDB, partido que mais parece linha auxiliar do PT.
Justamente por conta da inexistência de reais oposições, que se tornaram importantes as declarações de Jarbas Vasconcelos. Ele quebrou a mesmice da bajulação, da sujeição, do oportunismo, da politicagem reinante e ergueu sua voz que ressoou no silêncio conveniente dos salões palacianos onde comanda qual gigantesco Leviatã, o Executivo.
O político pernambucano que foi duas vezes prefeito, duas vezes governador e no momento é senador, mostrou-se desencantado a ponto de dizer que não tem mais nenhuma vontade de disputar cargos. O tempo dirá se isso vai prevalecer. Em todo caso, o desencanto do senador Jarbas Vasconcelos tem várias origens:
A primeira deriva da conduta do PMDB, que ele diz ser hoje “um partido sem bandeiras, sem propostas, sem um norte, uma confederação de líderes regionais” e, também, “uma máquina de clientelismo”. Na verdade, características de todos partidos brasileiros.
Outra fonte do desencanto do senador Vasconcelos é claramente estampada na entrevista com relação ao PT, mais especificamente, com relação a Lula da Silva. E coisa mais impressionante a ressaltar: impressiona ser o senador o primeiro a dizer que o rei está nu.
Até agora, ninguém ousara desfazer a “blindagem” cuidadosamente construída pelo PT em torno daquele que é sua garantia de continuidade no poder. Nem o ex-deputado Roberto Jefferson, que escancarou os porões fétidos do “mensalão” e que entrou para a história ao ordenar ao homem mais poderoso da República, José Dirceu, que deixasse rapidamente o cargo para não comprometer o chefe, no que foi prontamente obedecido, ousou acusar o presidente da República de qualquer falta. Pelo contrário, em sua visão Lula da Silva era um homem bom, inocente, que de nada sabia, e que chorou ao saber das travessuras dos seus “aloprados”.
Já o senador Jarbas foi claro ao dizer em trechos da entrevista: “Com o desenrolar do primeiro mandato, diante dos sucessivos escândalos, percebi que Lula não tinha nenhum compromisso com reformas ou com ética”. “O mundo passou por uma fase áurea, de bonança, de desenvolvimento, e Lula não conseguiu tirar proveito disso”. “Esperava-se que um operário ajudasse a mudar a política, com seu partido que era o guardião da ética. O PT denunciava todos os desvios, prometia ser diferente ao chegar ao poder. Quando deixou cair a máscara, abriu a porta para a corrupção”.
O senador foi bastante cuidadoso ao dizer que “a corrupção sempre existiu, que não foi inventada pelo PT e por Lula”, que está impregnada em todos os partidos, inclusive, no seu, mas, acrescentou: “é fato que o comportamento do governo contribuiu para a banalização da corrupção”.
Vasconcelos não poupou críticas ao assistencialismo e ao marketing de Lula que mantêm sua popularidade em alta e afirmou: “o Bolsa Família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo”. Sem dúvida, uma ofensa de lesa majestade, que deve ter soado insuportável para o PT que, de modo inusitado não esboçou reação, assim como não reagiu o PMDB quando seu correligionário, inclusive, apontou de modo nada elogioso para figuras importantes do partido, tais como, José Sarney e Renan Calheiros, sendo que se referiu a este como “o maior beneficiário deste quadro político de mediocridade em que os escândalos não incomodam mais e acabam se incorporando à paisagem”.
Desencantado e frustrado se mostrou também Jarbas Vasconcelos por não conseguir dar no senado a contribuição que gostaria, na medida em que se tornou um dissidente do seu partido.
Mas, quantos brasileiros estão desencantados por se sentirem incapazes de alterar o quadro vigente de corrupção, de mediocridade, de populismo? Quantos sonham em resgatar valores que impeçam os escândalos se incorporem à paisagem? Sem dúvida muitos, à espera de quem unifique sua insatisfação. O senador Jarbas Vasconcelos deu a partida para que se manifeste a oposição. Que outros o sigam, para que a paisagem comece a mudar ainda que lentamente.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

SENADOR JARBAS VASCONCELOS - O PMDB É CORRUPTO E O BOLSA FAMÍLIA É O MAIOR PROGRAMA DE COMPRA DE VOTOS.

Jornal do Brasil - IQUE

As graves denúncias feitas pelo Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) comunicando a corrupção no PMDB e a compra de votos pelo governo Lula, através do programa Bolsa Família, continuam repercutindo na mídia.
A repercussão não é proporcional ao teor das denúncias, o que era de se esperar, considerando que a “mídia chapa branca” existe no país.
Aliás, a regra entre o PODER e essa “MÍDIA CHAPA BRANCA” é a seguinte:
- Se é bom para o PODER, essa MÍDIA repercute, repercute muito!
- Se é ruim para o PODER, essa MÍDIA não repercute a matéria, trabalhando pelo esquecimento ou aguardando o próximo escândalo, que não tardará.
Um escândalo abafa o outro!
Um exemplo concreto de tema proibido é a mobilização cívica dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares por melhores salários e adequadas condições de trabalho.
Os “40 da Evaristo” e, sobretudo, “Os Coronéis Barbonos” são temas proibidos, pois são ruins para o PODER, que execrou Oficiais dignos e com carreiras brilhantes, que lutavam pelas suas Instituições e em favor da prestação de um melhor serviço para a Sociedade Fluminense.
E voltando as acusações...
O jornal O Globo – que leio diariamente - tem feito a sua parte, esclarecendo por exemplo que dos 20(vinte) senadores do PMDB, 8(oito) estão sendo investigados pelo Supremo Tribunal Federal – quase 50% da bancada!
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/02/16/oito-senadores-do-pmdb-sao-investigados-no-stf-754443957.asp
Informa ainda que o PMBD - acusado de corrupção - administrará 151 bilhões de reais – dinheiro público – nosso dinheiro.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/02/16/pmdb-controlara-151-bilhoes-em-2009-754443364.asp
O PSOL aperta o cerco.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/02/17/psol-insiste-que-jarbas-vasconcelos-cite-casos-de-corrupcao-concretos-no-pmdb-754454056.asp
O jornal O Dia publicou que as acusações não enfraquecem o PMDB, segundo Deputado Michel Temer, presidente da Câmara de Deputados.
http://odia.terra.com.br/brasil/htm/temer_diz_que_criticas_de_vasconcelos_nao_fragilizam_pmdb_230416.asp
A oposição busca o Tribunal Superior Eleitoral por considerar propaganda eleitoral o encontro de prefeitos com Lula e com Dilma.
Eu concordo plenamente.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/02/18/oposicao-vai-ao-tse-para-punir-lula-dilma-por-propaganda-eleitoral-em-encontro-de-prefeitos-754469447.asp
O Jornal Folha de São Paulo também publicou matéria sobre o assunto:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u505899.shtml
O PMDB apóia Lula, preside o Senado e a Câmara, vamos acompanhar as investigações, principalmente, nós, os funcionários públicos, para os quais nunca existe dinheiro público para a concessão de aumentos salariais.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA