Mostrando postagens com marcador Luiz Zveiter. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luiz Zveiter. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de abril de 2010

O PODER JUDICIÁRIO NÃO QUER O JOGO DOS BICHOS E AS MAQUININHAS POR PERTO ...

JORNAL O DIA:
TJ pede retirada de máquinas
Presidente do Tribunal de Justiça solicita à Secretaria de Segurança remoção de caça-níques e pontos de jogo do bicho de locais próximos à sede do judiciário. O DIA flagrou equipamentos perto de delegacias e batalhões também.
Rio - O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Luiz Zveiter, informou ontem que vai solicitar ao secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, a retirada de máquinas de caça-níqueis e pontos de jogo do bicho que funcionam perto do órgão. O DIA também mostrou, na edição de ontem, flagrantes de equipamentos ilegais e pontos de apostas nos arredores de delegacias, batalhões, Polícia Federal e Procuradoria do Estado.
“Há crime de contravenção, o que não podemos tolerar”, disse Zveiter. Ontem, O DIA voltou aos pontos e todos os estabelecimentos flagrados, inclusive o Bar e Restaurante Bingo do Barão, em frente ao 6º BPM (Tijuca), continuavam com máquinas de caça-níqueis e jukeboxes (máquinas de música que também são proibidas, por serem montadas com peças contrabandeadas).
A Polícia Civil disse que não vai se pronunciar. A Secretaria de Segurança não garantiu que iria retirar os equipamentos, mas afirmou que vem atuando contra a contravenção: nos 40 meses de gestão do secretário, foram apreendidos 40 mil maquininhas.
A PM informou que o Serviço Reservado foi ao bar retratado na reportagem e constatou-se que a máquina era uma jukebox. A assessoria da corporação não quis comentar o fato de este tipo de equipamento ter componentes ilegais.
Nos arredores das sedes da Polícia Civil e da Secretaria de Segurança Pública há bares com máquinas operando. No primeiro órgão, a irregularidade ocorre a menos de 100m do prédio principal, próximo ainda a 5ª DP (Mem de Sá), 1ª DP (Praça Mauá) e Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
A assessoria da PF também foi procurada para comentar sobre a existência de caça-níqueis a menos de 20 metros da sede da Superintendência, na Praça Mauá, mas não retornou as ligações.
Niterói e São Gonçalo: devassa no esquema
O Ministério Público Federal quer fazer devassa no esquema de exploração de caça-níqueis em Niterói e São Gonçalo. Só em dezembro, o órgão determinou que a Polícia Federal instaurasse 564 inquéritos com base em denúncias e apreensões de aparelhos com equipamentos contrabandeados.
Esta semana, a PF cumpriu 24 dos 29 mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal em outra investigação. Entre os presos da Operação Alvará está o presidente da Unidos de Vila Isabel, Wilson Vieira Alves, o Moisés, apontado como integrante da banca do bicho, responsável pela distribuição de selos para funcionamento dos caça-níqueis. Em muitos bares de Niterói, a ordem da banca foi para que comerciantes guardassem o equipamento. Eles recebiam de 15% a 20% do lucro bruto da máquina. Desde a ação da PF, apenas algumas jukeboxes estão funcionando, e pertenceriam a pessoas ligadas a Moisés.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

OS FEITORES DO RIO DE JANEIRO.


Ninguém pode ser contra a regulamentação de toda e qualquer atividade comercial, porém o governo não pode retirar o meio de sustento das pessoas sem oferecer uma alternativa.
O emprego formal ou informal é a forma de sustento das famílias.
As imagens que nós assistimos no vídeo do Ricardo Gama nos levam ao seguinte questionamento:
- Sem ter o que vender, como essa senhora terá o que comer?
Os mais de 1.500 demitidos do SAMU como estarão conseguindo sustentar as suas famílias?
E os mais de 1.200 motoristas das vans intermunicipais?
Todos desempregados por Sérgio Cabral.
Isso é uma verdadeira tragédia que ganha maior relevância diante do total silêncio do poder legislativo, do poder judiciário e do ministério público.
Cabral e Paes parecem feitores, senhores da vida e da morte, paladinos do certo, enquanto o "jogo dos bichos" floresce em cada esquina, na CARA da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal, da ALERJ, do Tribunal de Justiça, da Procuradoria Geral de Justiça, do Paes e do Cabral.
Rio, a cidade sem lei, sem ordem e sem vergonha.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

UM GOVERNADOR TOTALMENTE DESEQUILIBRADO.

JORNAL O POVO DO RIO
A IMAGEM DO GENOCÍDIO ESTATAL
Foto: Henrique Esteves


- O GLOBO:
Cabral elogia política de segurança do governo federal, alvo de críticas de Beltrame (leia).
- JORNAL DO BRASIL:
Rio
Cabral: alto número de mortes é resultado de política de enfrentamento.
Vitor Abdala, Agência Brasil
RIO - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse nesta segunda-feira, 9, que o grande número de mortes em supostos confrontos com a polícia (os chamados autos de resistência) em seu governo é resultado de uma política de enfrentamento aos criminosos. Reportagem publicada hoje (9) pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que a média diária de mortes causadas pela polícia é a maior entre os últimos cinco governos (Marcelo Alencar, Anthony Garotinho, Benedita da Silva, Rosinha Garotinho e Sérgio Cabral).
Cabral citou como exemplo de sua política os confrontos entre policiais e criminosos nos Complexos do Alemão e da Penha, em 2007, quando, durante cerca de dois meses, dezenas de pessoas morreram, entre elas, alguns inocentes vítimas de balas perdidas. Em apenas um dia, 19 pessoas foram mortas pela polícia.
“O falso clima de paz que prevalecia no Rio, nós acabamos no início do governo. Quando fizemos uma operação aqui no Alemão, algumas lideranças de movimentos não governamentais vieram me procurar e eu declarei, em alto e bom som, 'não tem acordo'. Não tem acordo no nosso governo. Ponto final”, disse Cabral.
Mesmo depois de dois meses de operações quase diárias, em 2007, e das pequenas operações feitas pela polícia desde então, os Complexos do Alemão e da Penha continuam sendo dominadas por quadrilhas que vendem drogas e que controlam o território com a ajuda de armas longas, como fuzis e metralhadoras.
19:47 - 09/11/2009
As declarações do governo Sérgio Cabral estão eivadas do mais puro autoritarismo e apartadas dos direitos constitucionais de todo cidadão brasileiro, sobretudo do direito à vida.
Ele demonstra claramente, mais um vez, um completo desequilíbrio na gestão da segurança pública ao tentar justificar essa tática genocida do enfrentamento, já criticada por todo o mundo civilizado.
Cabral não recua um milímetro das suas idéias totalmente distantes de qualquer eficácia e que só têm feito alimentar no Rio a CULTURA DA MORTE.
Praticamente reviveu a maldita gratificação faroeste ao gratificar com R$ 350,00 mensais apenas os Policiais Militares que estão em atividade, o que somado ao culto do "bandido bom é bandido morto", nada mais é do que a faroeste fantasiada.
Cabral é assim mesmo, as suas posturas autoritárias e belicistas não nos surpreendem, o que nos deixa indignados é o completo silêncio do Presidente do Tribunal de Justiça, do Procurador Geral de Justiça e do Presidente da ALERJ, diante desse completo absurdo, uma volta ao estágio da bárbarie.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 27 de outubro de 2009

OS 10 MILHÕES DO GOVERNADOR.

Garotinho fez uma gravíssima denúncia no sue blog ao publicar que Sérgio Cabral (PMDB) desviou R$ 10.000.000,00 da área da saúde para gastar em propaganda.
O fato denunciado merece uma rigorosa investigação, considerando que o denunciante comprovou a transferência publicando cópia do DOERJ no qual foi publicada a transferência e considerado acima de tudo o péssimo estado da saúde pública no Estado do Rio de Janeiro.
Salvo melhor juízo, o Presidente da ALERJ, o Presidente do Tribunal de Justiça e o Procurador Geral de Justiça deveriam buscar maiores detalhes sobre o fato denunciado, tendo em vista que não existe subordinação hirárquica entre os poderes e que o Ministério Público é o fiscal da lei.
Vamos aguardar que alguém se movimente.
Enquanto isso o povo continua sofrendo e morrendo nas filas e nos corredores dos hospitais públicos do Rio.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A "CONFISSÃO" DO GOVERNADOR.

Cabral+Dornelles+Álvaro Lins+Itagiba


Eu tenho escrito exaustivamente no nosso espaço democrático que o Estado tem o dever de promover o bem estar da população, desenvolvendo ações que garantam o exercício dos direitos individuais previstos na Constituição Federal, principalmente, o direito à vida.
O Estado não pode promover a insegurança expondo a vida da população.
No Rio de Janeiro, o governo Sérgio Cabral (PMDB) tem promovido seguidamente incursões nas comunidades carentes dominadas pelo tráfico de drogas, tendo conhecimento prévio de que acontecerão confrontos armados, assim sendo, o governo age assumindo o risco da morte de traficantes, policiais e pessoas inocentes.
Isso significa que quando no curso de uma dessas incursões alguém é morto, o governo tem responsabilidade direta nesse fato, que não ocorreria caso o governo, que possui todos os meios, utilizasse metodologias mais inteligentes e eficientes, ao invés de transformar as Polícias Militar e Civil em tropas de assalto.
Portanto, o crime – o homicídio – tem no governo um co-autor, podendo ser até ser interpretado como o principal autor.
Eu já escrevi artigos sobre quem puxa (de verdade) o gatilho, tratando dessa responsabilidade do governo que parece passar despercebida pelo Ministério Público, pelo Poder Judiciário, pelo Poder Legislativo e pelas Comissões de Direitos Humanos.
Ninguém ergue a voz contra essa realidade.
Nem o Procurador Geral de Justiça; nem o Presidente do Tribunal de Justiça e muito menos o Presidente da ALERJ.
Aliás, essas autoridades nem responderam a carta (registrada e com aviso de recebimento) que encaminhei falando sobre essa tragédia no Rio de Janeiro, os 10.000 assassinados/desaparecidos a cada ano.
Esquecem que os poderes se nivelam em responsabilidade e que o governador não é o senhor todo poderoso do Estado do Rio de Janeiro.
Nos últimos dias temos assistido a multiplicidade dessas ações que reputo como “criminosas”, além do descaso do governo estadual com a vida dos Policiais Militares que trabalham sem os equipamentos de proteção individual e coletivo adequados.
O Jornal do Brasil publica matéria na qual Sérgio Cabral (PMDB) assume que conhece o que acontece nessas operações, assim como a insegurança dos Policiai Militares no trabalho:
"Governador evita comentar n º de vítimas em operações policiais no Rio.
(...) Durante inauguração de obras na zona sul do Rio de Janeiro, o governador tentou tranquilizar a população e voltou a reiterar que o principal objetivo das ações policiais é "levar a paz" e devolver às comunidades os territórios ocupados por criminosos, que detêm vários tipos de armas, atuam "covardemente" e "usam moradores de escudo". "Nós enfrentamos uma situação onde o nível de armamento dos marginais é muito grande, quando eles reagem a uma operação da PM é de maneira covarde, com armas letais, quer dizer, estamos enfrentando situações como a do Morro dos Macacos, onde uma arma foi capaz de derrubar um helicóptero, disse o governador".
Diante dessa confissão, o que fará o Procurador Geral do Estado, o Presidente do Tribunal de Justiça e o Presidente da ALERJ?
O dito popular nos ensina:
Quem cala consente!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

ALCANÇAMOS O PONTO DE RUPTURA - ISSO É MUITO GRAVE.

Talvez eu seja hoje o Policial Militar mais itinerante do nosso Rio de Janeiro, nos últimos meses.
O Excluído Fardado já esteve na Cinelândia (algumas vezes), em Copacaba (algumas vezes), em Nova Iguaçu (ficou na viatura), no Leblon, em Ipanema, em Campo Grande, em Duque de Caxias, no Méier, na Estação das Barcas, em Petrópolis (duas vezes), na ALERJ, em frente ao QG da PMERJ e do CBMERJ.
Eu já visitei o QG da PMERJ (várias vezes), o HCPM (algumas vezes), a PPM de Cascadura, o CFAP, a 1a DPJM, a Companhia de Cães, a 4a DPJM, o BPCh, a Companhia de Músicos, o GESAR, os 1o, 2o, 3o, 4o, 5o, 6o, 9o, 13o, 15o, 16o, 22o, 23o, 26o BPMs.
Isso sem falar nos contatos que mantive com centenas de Policiais Militares pelas ruas do Rio de Janeiro.
Afirmo sem medo de errar:
- A tropa da Polícia Militar atingiu o mais alto nível de desmotivação dos últimos 30 anos.
- A população não suporta mais a violência diária e quer mudanças imediatas na segurança pública.
Esses dois parâmetros devem ser o motor propulsor para a implementação de mudanças urgentes, que devem ser desenvolvidas por Sérgio Cabral.
Eu já comuniquei por escrito esse grave quadro ao próprio governo, ao presidente do Tribunal de Justiça, ao presidente da ALERJ e ao Procurador Geral de Justiça, autoridades que nem tiveram, até a presente data, a consideração de responder a um cidadão fluminense, especialista em segurança pública e plenamente identificado.
A inércia dessas autoridades não as isenta da responsabilidade com o povo fluminense, a culpa por isso tudo não é só do governador, afinal os poderes são independentes.
As ruas estão sendo tomadas pelo crime e pelo povo que realiza cada vez mais manifestações, o que significa dizer que os poderes constituídos devem assumir as suas respectivas responsabilidades diante de um governo que fracassou na educação pública, na saúde pública e na segurança pública.
No dia 27 de setembro de 2009, às 10:00 horas, os Bombeiros Militares e os Policiais Militares de todo Estado do Rio de Janeiro marcharam pela aprovação da PEC 300/2008, a justiça salarial para os Militares Estaduais. Será um ato cívico ordeiro e pacífico, com a presença de inúmeros parlamentares dos mais diversos partidos, mas sobretudo com a presença do POVO FLUMINENSE que certamente levará as suas demandas, as suas dores e ombreará conosco.
O dia 27 de setembro marcará um momento histórico como o Rio não vive desde a mobilização pelas DIRETAS JÁ!
Será o nosso grito de socorro e o nosso brado de luta em defesa da cidadania.
Cidadão, não perca a oportunidade de escrever seu nome na história, leve sua família e a sua bandeira do Brasil.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

CARTA ÀS AUTORIDADES FLUMINENSES - 40 DIAS DEPOIS NINGUÉM RESPONDEU.


Cidadão fluminense, encaminhamos ao Governador, ao Presidente do Tribunal de Justiça, ao Presidente da ALERJ, ao Procurador Geral de Justiça e à Procuradora Geral do Estado, a carta aberta publicada nesse espaço democrático que tratou da tragédia dos milhares de assassinados e desaparecidos do Estado do Rio de Janeiro (clique e leia).
Passados mais de 40 dias, nenhuma resposta.
Nem mesmo um comunicado que receberam a correspondência e que oportunamente responderão.
Apesar dessa aparente indiferença com um tema de tamanha relevância, continuaremos a nossa luta e continuaremos defendendo que a responsabilidade pelos milhares de cidadãos assassinados e desaparecidos do Rio de Janeiro, não pode recair apeanas sobre o chefe do poder executivo.
Não aceitamos a indiferença dos poderes legislativo e judiciário, que nem mesmo comentam o fato, um silêncio inexplicável.
Igual caminho segue o Ministério Público, como se esses milhares de corpos pudessem passar desapercebidos.
Urge que os chefes dos poderes busquem soluções em conjunto, não podemos continuar sendo mortos e desaparecendo em números que superam os números de guerras que estão ocorrendo pelo mundo.
Em agosto, alcançaremos mais de 8.000 cidadãos flumineses assassinados ou desaparecidos, isso é uma tragédia.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 2 de julho de 2009

CARTA ENCAMINHADA ÀS AUTORIDADES PÚBLICAS DO RIO DE JANEIRO.

Por um erro de endereçamento, a carta encaminhada à Procuradoria Geral de Justiça, foi devolvida pelo correio.
O que provocou uma nova remessa, conforme recibo.
Assim sendo, a carta encaminhada as autoridades públicas (
clique e leia) foi remetida:
- Ao Exmo Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho;
- Ao Exmo Presidente do Tribunal de Justiça, Luiz Zveiter;
- Ao Exmo Presidente da ALERJ, Jorge Picciani;
- Ao Exmo Procurador Geral de Justiça, Cláudio Lopes Soares; e
- À Exma Procuradora Geral do Estado, Lucia Lea Guimarães.
Vamos aguardar as respostas, ansiosamente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 23 de junho de 2009

OS 10.000 - CARTA ENCAMINHADA AO GOVERNADOR, AO PRESIDENTE DO TJ/RJ, AO PRESIDENTE DA ALERJ E AO PROCURADOR GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.



Obviamente, todo cidadão fluminense pode encaminhar carta de igual teor às mesmas autoridades públicas.
Precisamos começar a exercitar a nossa cidadania.
Mais cidadania, menos circo!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 22 de junho de 2009

WAGNER MEDEIROS - UM CIDADÃO BRASILEIRO - UM EXEMPLO POSITIVO EM UM PAÍS QUE CAMINHA PARA A CLEPTOCRACIA ABSOLUTA.

Quando a população dará devida importância aos gritos de alerta que ecoam das vozes de alguns que, obstinadamente, chamam a atenção do poder público de que é urgente, urgentíssimo, que se dê prioridade ao tema da segurança pública?
Sábado, me chamou atenção, em Copacabana, grupo de 50 pessoas, em torno de baners e cruzes fincadas na areia, em ato de protesto contra o cenário de violência que continua instalado no Rio.
Vejo a área de segurança pública no Rio como um lamaçal em que, com a "água" da retórica e dos interesses políticos se misturam : ineficiência; descaso para com a vida humana, de todos, inclusive dos agentes de segurança; corrupção; perseguições (políticas, carreiristas, doentias e convenientes); promiscuidade entre segmentos do poder constituído e a bandidagem, com esta se desenvolvendo (matam um mosca e vem outra em seu lugar) sem que medidas de fundo sejam adotas por aquele; estruturas e conceitos carcomidos, obsoletos; estratégia de classificar como indisciplinados, e punir e calar, aqueles que não se conformam em viver na lama.
Mas, um ingrediente desse lamaçal merece destaque: a ausência de uma forte política de pessoal, considerando que nada se faz (principalmente, e sobretudo, na área da segurança, em que é essência da profissão o conviver no ambiente dos bandidos) sem o empenho do HOMEM.
Se vale a máxima de que "a vida não tem preço", será o valor de R$ 30,00 o preço de matar e/ou morrer?
Toda esta reflexão, que faço todos os dias, sobre tema que não é o do meu meio profissional, mas o é do meu cotidiano, como vivente nesta cidade, me fez estranhar não ter visto, na mídia, qualquer notícia sobre o evento, embora informado que seus organizadores pediram a divulgação aos principais veículos da imprensa.
Li, num panfleto distribuído, que 10 mil fluminenses morrem, por ano, vitima da violência e que um policial ganha, por dia, R$ 30,00!!
É menos do que ganha, em gorjetas, um senhor onde lavo meu carro.
Como cidadão, já tendo sofrido na carne, como tantos outros, as deficiências da segurança pública, não posso me conformar com isto! Não bastam carros e uniformes novos que, coincidentemente, são ações visíveis que, embora importantes, bem servem aos interesses políticos visando às próximas eleições. É bom que se melhorem os materiais de combate ao crime, mas é fundamental respeito e investimento no HOMEM.
Não pode o Governo deixar de, imediatamente, abandonar a retórica e, não em prestações e com promessas para o futuro, prover condições minimamente adequadas de salários e moradia para policiais que, diuturnamente, expõem suas vidas como principais prestadores dos serviços de segurança pública ao cidadão que paga altos impostos.
E, onde estão os deputados?
Peço que a ALERJ institua uma CPI para apurar, dentre outras questões, como as envolvendo crimes dentro de Batalhões e apropriação indébita de auxilio moradia por integrantes de escalões do comando, como noticiado na imprensa, porque a Polícia do Rio é, em todo o país, não só a que paga menor salário a seus policias, mas a que paga valor que não pode dar dignidade de vida a quem cuida de nossas vidas físicas.
Comentário: 22 de Junho de 2009 10:52
WAGNER MEDEIROS.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

RIO DE JANEIRO: UM GRITO PEDINDO SOCORRO! - SCREAMING FOR HELP! - O HOLOCAUSTO DOS EXCLUÍDOS - CARTAZES.




Cartazes colocados ao redor do "Holocausto dos Excluídos".
Neles são identificados as autoridades públicas que estão no topo das suas instituições, portanto, são os principais responsáveis por elas:
- Os Chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como, o Procurador Geral do Estado do Rio de Janeiro.
A eles precisamos perguntar O QUE FARÃO a respeito desse "filme real de terror", que representam essas mais de 10.000 mortes violentas no Rio de Janeiro, por ano.
Mais de 830 por mês.
Mais de 27 por dia.
Mais de 1 a cada hora.
Em Copacabana, começamos a colher assinaturas para encaminhar documento a essas autoridades e à mídia (não amordaçada) solicitando que eles respondam publicamente a essa pergunta:
- O QUE FARÃO (QUAIS PROVIDÊNCIAS ADOTARÃO)?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DED POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 18 de junho de 2009

CIDADÃO FLUMINENSE - COMPAREÇA AO "UM GRITO PEDINDO SOCORRO", NÃO ESPERE O PRÓXIMO ENTERRO PARA REUNIR SEUS FAMILIARES E SEUS AMIGOS.

Cidadão brasileiro, os profissionais de segurança pública (Policiais Militares, Bombeiros Militares e Policiais Civis) do Estado do Rio de Janeiro, iniciaram no ano de 2007, uma mobilização cívica para reverter o quadro de insegurança, que está aterrorizando a população fluminense.
O nosso primeiro objetivo foi informar ao cidadão fluminense que ele nunca teria uma segurança pública de qualidade, enquanto os Policiais Militares, os Bombeiros Militares e os Policiais Civis, recebesse SALÁRIOS FAMÉLICOS, que os obrigasse ao segundo emprego (bico), que os desgasta fisicamente e estressa emocionalmente.
Atingimos esse objetivo, sobretudo junto aos formadores de opinião, tais como, os jornalistas e os estudiosos do tema do mundo acadêmico.
Por motivos inconfessáveis, fomos duramente reprimidos pelo pode político estadual, que nos exonerou, cortou gratificações, mudou legislações, puniu disciplinarmente e até mesmo, encerrou prematuramente carreiras brilhantes.
Em síntese, o Governo Sérgio Cabral resolveu NÃO SOMAR FORÇAS com os homens e as mulheres de bem das nossas instituições.
No dia 20 de junho de 2009, iniciaremos uma segunda fase da mobilização, agora, com o apoio da sociedade fluminense, que não aceita que 10.000 cidadãos fluminenses sejam assassinados ou desapareçam por ano no Rio de Janeiro.
Um cidadão é assassinado ou desaparece a cada hora!
Portanto, cidadão fluminense, chegou a sua hora, leve seus familiares e seus amigos.
Venha ordeira e pacificamente, porém venha exigir os seus direitos cidadãos.
Não espere para reunir seus familiares e seus amigos no próximo enterro de um ente querido, resultado desse caos na segurança pública.
Venha somar o seu grito, ao nosso grito.
UM GRITO PEDINDO SOCORRO!
Um clamor popular exigindo soluções, que não surgiram após 29 (vinte e nove) meses de governo Sérgio Cabral (PMDB).
Vamos cobrar do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Luiz Zveiter e do presidente da ALERJ, deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), um posicionamento público sobre os 10.000 cidadãos fluminenses que são assassinados ou desaparecem por ano.
Afinal, a conta dos MILHARES DE ASSASSINADOS OU DESAPARECIDOS, não pode recair apenas sobre o poder executivo, considerando que os poderes são harmônicos, porém, INDEPENDENTES.
Eles precisam se posicionar, publicamente e claramente, informando o que pretendem fazer, a cidadania exige isso.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 17 de junho de 2009

MELHOR DARMOS ADEUS AO SENADOR SARNEY E AO PMDB, PARA NÃO TERMOS QUE FECHAR O CONGRESSO NACIONAL.

RIO DE JANEIRO - 2007
40 DA EVARISTOS
É prática comum no curso da implantação de um regime ditatorial, um regime de força, o fechamento do poder legislativo, passando o poder executivo a legislar.
No Brasil, onde estamos começando a "tentar" implantar uma democracia, ainda estamos muito longe da sua concretização, bem como, onde "tentamos" dar um mínimo de cidadania aos milhões de excluídos, vivemos um momento de bagunça institucional.
Senão, vejamos:
- o poder executivo dá vida a tantas Medidas Provisórias, que na prática acaba legislando, claramente;
- embora os três poderes sejam harmônicos, porém independentes, os chefes dos poderes judiciário e legislativo, parecem desconhecer ou não desejarem assumir, a postura de igualdade com o chefe do poder executivo;
- assim, o quadro caótico da nossa realidade, não seria (e não é) responsabilidade exclusiva do chefe do poder executivo (presidente); e
- os escândalos desmoralizam os três poderes, diariamente, os quais perdem toda a credibilidade junto à população brasileira.
Assim, o Brasil virou a casa da mãe Joana, com todo respeito às Joanas desse Brasil, onde a população permanece adormecida em berço esplêndido.
No Rio de Janeiro, vivemos um caos social, com mais de 10.000 cidadãos fluminenses assassinados ou desaparecidos por ano e apesar dessa tragédia, digna de um seriado de terror, o desembargador Luiz Zveiter, chefe do poder judiciário e o deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), chefe do poder legislativo, NADA FALAM.
Parece que eles não têm qualquer responsabilidade sobre essa realidade, que acaba caindo no colo do governador Sérgio Cabral (PMDB), quando ele está no Rio de Janeiro.
Ontem, o senador José Sarney (PMDB), promoveu no plenário do Senado Federal, um momento histórico, um misto de comédia e de tragédia (clique e ouça o discurso).
As suas explicações sobre os atos secretos do senado foram um DIVISOR DE ÁGUAS, diante da total falta de argumentos e da triste tentativa de se transformar em vítima, logo ele, que sempre esteve incluso no poder.
Um dos maiores representantes das oligarquias que comandam o Brasil, demonstrou total incapacidade de se justificar perante o povo.
Um cidadão brasileiro que não sabe que recebe ilegalmente quase R$ 4.000,00 todo mês e que não sabe que seus familiares estão ancorados no poder legislativo federal, demonstra de forma inequívoca, que não tem condições de exercer um cargo público.
A sua tentativa de ser um NOVO LULA, com a frase "EU NÃO SABIA", soou pateticamente...
Adeus Sarney.
Adeus PMDB, o partido corrupto, segundo o Senador Jarbas Vasconcelos o próprio PMDB.
Vamos preservar o poder legislativo.
E, enquanto isso, no Rio de Janeiro, Luiz Zveiter e Jorge Picciani nada falam, apesar de só hoje terem sido assassinados ou simplesmente terem desaparecido (em 8 horas), quase 10 cidadãos fluminenses.
Cada um no seu quadrado, tô nem aí!
COPACABANA - 20 JUN 2009 - 10:00 HORAS:
RIO DE JANEIRO: UM GRITO PEDINDO SOCORRO!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 12 de junho de 2009

CIDADÃO FLUMINENSE, SOLICITE À ALERJ OU AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, UM VEÍCULO BLINDADO E SEGURANÇA PESSOAL PARA SUA ESPOSA E SEUS FILHOS.

Cidadão brasileiro, clique nas manchetes e conheça o terror vivenciado diariamente, pela população do Estado do Rio de Janeiro:
Cidadão brasileiro, a população do Estado do Rio de Janeiro, governado pelo senhor Sérgio Cabral Filho (PMDB), padece vítima da incompetência estatal.
E, ainda, amargura o silêncio do presidente do Tribunal de Justiça e do Presidente da ALERJ, apesar dos 10.000 assassinados ou desaparecidos por ano.
Tais autoridades nada falam, apesar de 1 cidadão fluminense, desaparecer ou ser assassinado por hora.
Um silêncio cruel, diante de tanto sangue!
O governador não se afasta da condenada tática do "tiro, porrada e bomba", um erro que se repete a cada governo do PMDB.
Ele viaja e o Rio sofre.
Na nossa opinião, temos que iniciar uma mobilização cívica para analisarmos a possibilidade do IMPEACHMENT, responsabilizando o gestor maior pelo caos que mata 1 de nós em cada hora.
Ou, então, precisamos requisitar carros blindados e seguranças pessoais para nossas esposas e filhos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICRDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 9 de junho de 2009

GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB) - MAIS UM ESCÂNDALO ENVOLVENDO A POLÍCIA MILITAR.

JORNAL EXTRA:
Caveirão a serviço do tráfico na Maré.
Fernando Torres e Marcos Nunes - Extra
RIO - A Secretaria de Segurança Pública está investigando a informação de que dez policiais militares do 22º BPM (Maré) teriam aberto caminho, com auxílio de um carro-blindado, para que Nei da Conceição Cruz, o Facão, e Márcio José Sabino, o Matemático, invadissem com um bando armado a Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio.

A invasão.
A invasão ocorreu entre a noite do dia 30 de maio e a madrugada do dia 31. A guerra entre traficantes oriundos da Baixa do Sapateiro e bandidos da Vila dos Pinheiros deixou um saldo sangrento de oitos mortos.
Entre as vítimas da guerra está um pedreiro, atingido por uma bala perdida. Oito pessoas ficaram feridas no confronto. Cinco escolas e três creches foram fechadas e ficaram pelo menos três dias sem funcionar.
De acordo com as informações recebidas pela Secretaria de Segurança, baseadas em um Disque-denúncia (2253-1177) e em relatos de moradores da Maré, os policiais militares teriam recebido dos traficantes cerca de R$ 130 mil para participar da invasão.
Em um e-mail recebido pelo Blog "Casos de Polícia", uma testemunha também relatou que um blindado da corporação foi visto, na ocasião, fazendo escolta dos bandidos que estavam invadindo a Vila dos Pinheiros. As denúncias foram repassadas pela Secretaria de Segurança para a Corregedoria Geral Unificada (CGU) e para a Corregedoria da Polícia Militar. Facilitação
As duas corregedorias vão apurar ainda um possível esquema de facilitação por parte dos policiais militares, que, no dia do confronto, entre traficantes, teriam ainda escoltado um caminhão com armas e quentinhas para o bando de Facão, que já havia invadido a favela.
Os traficantes Facão e Matemático cumpriram pena no sistema penitenciário até o mês de abril. A dupla ganhou direito de cumprir pena no regime semiaberto. Os dois deixaram o presídio para trabalhar e não retornaram à prisão.
O EXTRA procurou, ontem a assessoria da Polícia Militar para comentar o assunto. A corporação enviou uma nota à redação no fim da noite: "A PM não coaduna com desvios de conduta e cultua os altos valores da ética e da moral. A denúncia está sendo apurada pela PM", encerra a nota.
O que mais nos surpreende nesse caos de dimensões infinitas é o absoluto silêncio do Chefe do Poder Judiciário do Rio de Janeiro - o presidente do Tribunal de Justiça - e do Chefe do Poder Legislativo - o presidente da ALERJ, pois diante da inércia/incompetência do Chefe do Poder Executivo - governador - tais autoridades públicas deveriam se possicionar publicamente, inclusive propondo ao governo federal a adoção de medidas constitucionais para garantir um mínimo de segurança aos cidadãos fluminens, hoje, entregues à própria sorte.
Aliás, no Rio de Janeiro, tem sorte quem anda em carros blindados e tem forte esquema de segurança para si e para seus familiares.
Sociedade fluminense vamos às ruas!
Dia 20 de junho de 2009, às 10 horas, na Avenida Atlântica (esquina com Avenida Princesa Isabel), vamos fazer ecoar pelo mundo o NOSSO GRITO DE SOCORRO!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO