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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

RIO: SEM ESPERANÇAS NO PODER LEGISLATIVO.

A presidência da ALERJ mudou, saiu Jorge Picciani (PMDB) e entrou Paulo Melo (PMDB), ou seja, continuou o PMDB.
Tudo igual.
O Rio permanece sem qualquer esperança com relação ao poder legislativo que continuará sendo a casa do governo, o povo continuará afastado pelas barreiras perimétricas e pela segurança.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

RIO: O TSUNAMI DO DESCASO - A ALERJ ESTÁ INERTE.

672 MORTOS

A ALERJ está de férias!
A magnitude da tragédia e os indícios de responsabilidade direta por parte do governo estadual, não foram capazes de despertar a ALERJ.
Aliás, raros deputados estaduais estão se manifestando publicamente sobre o descaso que resultou em quase 700 mortos.
A ALERJ dorme em berço esplêndido.
Mas vai acordar!
No dia 01 FEV 2011, ao longo da posse dos deputados, a população estará protesto nas suas escadarias e galerias (se permitirem), cobrando a instauração de uma CPI para apurar as responsabilidades do governo estadual no que alguns estão denominando como "genocídio".
Lembramos que também devem ser apurados o descaso com os sobreviventes do Morro do Bumba e o fato da demora de mais de um ano na realização dos estudos de Angra dos Reis.
É hora de EXEMPLIFICAR.
É hora de PUNIR COM RIGOR.
Acorda ALERJ!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

UMA ESPERANÇA PARA O RIO DE JANEIRO.

SITE IG:
Ministério Público denuncia Cabral, Paes, Lindberg e Picciani

O deputado federal eleito Pedro Paulo também está na ação; caso sejam condenados, todos perdem os mandatos e ficam inelegíveis
Manuela Andreoni, iG Rio de Janeiro |
A Procuradoria Regional Eleitoral do Rio denunciou nesta quinta-feira (28) as principais lideranças da aliança entre o PMDB e o PT no estado. A representação por abuso de poder econômico atinge o governador reeleito Sérgio Cabral (PMDB) e o senador eleito Lindberg Faria (PT). Além deles, foram denunciados os peemedebistas Jorge Picciani, presidente da Alerj e candidato derrotado ao Senado; Eduardo Paes, prefeito da capital; e Pedro Paulo, deputado federal eleito. Se condenados, os políticos podem ter seus mandatos cassados e se tornarem inelegíveis por oito anos.
Segundo o Ministério Público Eleitoral (MPE), o abuso aconteceu no dia 15 de agosto em um “café da manhã” com eleitores em um local não especificado pela Procuradoria. Os lanches distribuídos aos presentes seriam doações da empresa Comercial Milano Ltda., que fornece alimentos para a Polícia Militar do Estado do Rio.
O transporte dos presentes até o evento foi feito por 53 ônibus alugados por duas empresas que detêm, juntas, licença de 28 linhas de ônibus na capital: a Transportes São Silvestre S.A. e a Viação Verdun S.A.. Cada veículo foi contratado por R$ 300, sem nenhuma ressalva sobre a quantidade de quilômetro rodados – o que é suspeito para a Procuradoria.
A equipe de fiscalização constatou, tendo em vista também a quantidade de propaganda eleitoral dos candidatos peemedebistas no local, que o evento envolveu “vultuosa infraestrutura e aporte financeiro”. Segundo a ação proposta pela procurado regional Mônica Campos de Ré, “é incontestável a utilização das empresas concessionárias do serviço de transportes no município pelo prefeito Eduardo Paes”. Na representação, Mônica ainda destaca que “a utilização de ampla estrutura do evento em favor dos candidatos teve inegável aptidão para influenciar o pleito”.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 19 de setembro de 2010

terça-feira, 7 de setembro de 2010

RIO: AS ELEIÇÕES 2010, O TRÁFICO DE DROGAS, AS MILÍCIAS E AS UPPs.

As eleições aparecem novamente na vida dos cidadãos fluminenses e com um novo componente com influência muito grande no resultado das eleições: as Unidades de Polícia Pacificadora.
No Rio, o tráfico de drogas sempre teve grande importância nas eleições consideram que as grandes comunidades carentes viravam currais eleitorais. Logo a mistura do tráfico com a política começou a aparecer, fazendo com que maus políticos se interessassem por este segmento e, mais recentemente, o tráfico passou a escolher candidatos segundo os seus interesses.
Na última eleição as milícias surgiram como novidade, considerando que também formavam os seus currais eleitorais, atraindo maus políticos atrás dos milhares de votos.
Em 2010, entram as UPPs, que também formam currais eleitorais, diante da dominação psicológica do governo, quer a qualquer tempo pode desativá-las nas comunidades infiéis.
Em apertada síntese, as centenas de milhares de eleitores que residem nas comunidades carentes integram currais eleitorais das UPPs, das milícias ou do tráfico de drogas.
E quem ganha esses votos na corrida para o Senado e para o governo do Rio?
Cidadão, acompanhe essas ilações.
Nas comunidades dominadas pelas UPPs, os candidatos ao Senado e ao Governo do PMDB são os grandes favoritos, pois aparecem como os PAIS da pacificação.
Nas comunidades dominadas pelo tráfico e pela milícia, os candidatos do PMDB passam a condição de favoritos na razão direta da repressão promovida, considerando que traficantes e milicianos não querem ser incomodados pelo governo.
Assim sendo, nas comunidades dominadas pelas milícias, onde não ocorreu repressão, a ordem deverá ser vote no 15.
Idêntico raciocínio pode ser feito com relação ao Complexo do Alemão e à Rocinha, as maiores em números de eleitores, as quais não foram incomodadas, portanto, o 15 deve ser o favorito.
Obviamente, Dilma e seu 13, seguem na aba.
Tudo isso será esclarecido após as eleições, após a verificação da votação nas comunidades carentes.
O certo é que através de ações políticas, implantando UPP, não reprimindo o tráfico e as milícias, o 15 de Sérgio Cabral e Picciani poderá levar uma vantagem decisiva.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

ELEIÇÕES NO RIO: O SAMBA DO CRIOLO DOIDO.

Eu imagino a cabeça dos cidadãos fluminenses diante dos aparelhos de TV, durante a exibição do horário eleitoral. O que existe de político profissional que passou esses quatro anos malhando Cabral e Picciani, ostentando o 15 no canto superior esquerdo da tela, não é brincadeira. Tem gente até elogiando Picciani e Cabral, uma mudança radical.
A confusão aumenta nas ruas, onde vemos placas de Picciani ao lado de detratores (as) frequentes.
Política não pode ser meio de vida, não pode ser a fonte de sustento, isso torna os seres humanos volúveis demais.
Antes de decidir me candidatar, procurei um partido que fosse de oposição ao PMDB no Rio, pois não teria coragem e nem cara de pau suficiente para ter no meu material de campanha os números 15 e 155.
Eu tenho lado, sou politicamente incorreto.
Eu tenho pele, sou PM, sou mocinho.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

SÉRGIO CABRAL E PICCIANI NA MIRA DO TRE.


ESTADÃO.COM.BR
"O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) está tentando localizar a sede da revista Agito Rio para notificar seus proprietários. A edição deste mês da publicação traz na capa a foto do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), candidato à reeleição, e do deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), que tenta uma vaga no Senado. A revista e candidatos podem ser investigados por possível propaganda irregular e abuso de poder econômico.
Com o título "Picciani e Cabral. Juntos por um Rio Melhor", a revista chamou a atenção do coordenador de fiscalização do TRE na cidade, juiz Paulo Cesar Vieira de Carvalho, que encaminhou o caso para a Procuradoria Regional Eleitoral do Rio. A Agito Rio é vendida nas bancas da cidade por R$ 4,90 e geralmente se dedica a temas culturais e de comportamento. O governo do Estado do Rio e empresas estatais estão entre os anunciantes.
Das 44 edições cujas capas estão expostas no site da revista, apenas outras duas se dedicaram a reportagens políticas. A número 24 apresenta uma matéria sobre os dois anos do governo Cabral, em 2009. Mais recentemente, a edição número 36 apresenta um perfil sobre a primeira dama do Estado, Adriana Ancelmo Cabral.
"Precisamos localizar o endereço da revista para notificar os responsáveis. O problema é que todos os endereços disponíveis na internet e em redes sociais não batem" (*lembram do caso dos super preços da secretaria de saúde, ninguém localiza o endereço da empresa), explicou Vieira de Carvalho. "Vamos apurar e, caso seja comprovada a irregularidade, a publicação poderá ser retirada das bancas. Mas os próximos passos deverão ser definidos pela Procuradoria Regional Eleitoral", disse.
Lula
A reportagem de duas páginas não é assinada e traz uma espécie de perfil de Picciani, acompanhado de fotos suas em companhia de Cabral. A matéria apresenta o candidato ao Senado do PMDB com vários adjetivos, como "exímio articulador" e "com uma habilidade política ímpar".
O editor e vice-presidente da publicação, Afonso Henrique Fontes, ainda publica em sua coluna uma nota intitulada "Unidos pelo Rio". Embaixo de uma foto de Cabral e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de mãos dadas, o texto comemora o que chama de fim da "discórdia política do Rio com o governo federal" e conclui: "Parabenizamos a esses governantes e torcemos para que, no próximo mandato, essa união continue."
Procurados, os responsáveis pela Agito Rio não retornaram as chamadas e os recados deixados na redação da revista ao longo da tarde de hoje".
Comentário nosso (*).
Será que podemos sonhar com IMPUGNAÇÕES?

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 30 de julho de 2010

AS UPPs E A PROPAGANDA ELEITORAL DE SÉRGIO CABRAL (PMDB).

Prezados leitores, repetidas vezes eu tenho escrito que o projeto das UPPs não passa de uma ferramenta eleitoreira do atual governo estadual, hoje eu apresento uma comprovação dessa verdade.
Ontem, eu estive na UPP do Andaraí, a mais nova, inaugurada nesta semana, publicando um vídeo no blog sobre o sofrimento dos Policiais Militares. Hoje eu retornei para verificar a alimentação servida. Os Policiais Militares assumiram seus postos às 06:00 horas, esse artigo está sendo escrito às 14:00 horas, o almoço acabou de chegar. Eles permanecerão de serviço até às 18:00 horas e não será servida qualquer outra alimentação. Como não existem cadeiras, os PMs almoçaram em pé, novamente.
Aproveitei para filmar a propaganda eleitoral nas proximidades da sede da UPP.

Tenho ou não tenho razão, as UPPs são um projeto eleitoreiro ou não?
Espero que o TRE seja tão célere quanto foi no ato realizado por familiares e por amigos dos Policiais Militares, em frente ao QG, na segunda-feira passada.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 18 de julho de 2010

ATO POLÍTICO DE LULA, DILMA ROUSSEFF, SÉRGIO CABRAL, JORGE PICCIANI E OUTROS DA TURMA: A PROVA DO PAGAMENTO AOS MANIFESTANTES.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O REINADO ESTÁ DESABANDO NO RIO.

STJ NA MÍDIA:
O GLOBO | RIO
JUDICIÁRIO | POLÍCIA FEDERAL
No rastro do dinheiro desviado
PF investiga esquema de fraudes com recursos de precatórios que beneficiava ONGs

Antônio Werneck
Um esquema de fraudes com recursos desviados de precatórios do governo federal está levando a Polícia Federal do Rio a investigar repasses milionários para ONGs de fachada ou fantasmas, sediadas na cidade. Uma delas, presidida pelo oncologista Belizário de Lima Pereira, é a chave para desvendar o caminho do dinheiro.
Sem determinação judicial, créditos de cerca de R$ 1,1 milhão foram transferidos ilegalmente, em dois dias, de contas de precatórios do governo na Caixa Econômica Federal para a ONG do médico. Vinte e quatro horas depois, 90% dos recursos foram depositados, por meio de transferências eletrônicas, em contas de terceiros. Até novembro, por coincidência fim do prazo do processo eleitoral no país, estavam agendados repasses eletrônicos da Caixa para a entidade de Belizário num valor total superior a R$ 20 milhões. Tudo supostamente de forma fraudulenta.
O oncologista foi preso em flagrante pela Polícia Federal no dia 1odeste mês na agência da Caixa na Avenida Marechal Câmara, no Centro. Com 50 anos, o médico tinha hábitos simples: morava em Vila Isabel e trabalhava na Clínica da Mulher, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
Mas sua prisão estava vinculada a uma outra atividade: a presidência do Centro de Pesquisas Avançadas Sobre Ações Integradas de Saúde, uma ONG com suposta atuação na área médica, conhecida como Universidade Livre do Brasil, que funcionava no mesmo endereço residencial do médico, Rua Luís Barbosa 15.
No dia da prisão do oncologista, já havia transitado pela conta da organização R$ 1.128.343 em dois depósitos: de R$ 478.343, em 24 de junho passado, e de R$ 650 mil, no dia 1ode julho. Os repasses milionários e atípicos mobilizaram o setor de segurança financeira da CEF e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que conseguiram bloquear parte dos recursos e convocaram o médico à agência. Belizário foi preso por uma equipe de policiais federais do Rio, chefiada pelo delegado Helio Khristian Cunha de Almeida, no momento em que conversava com o gerente. Levado para a sede da Superintendência da PF, na Praça Mauá, o médico foi autuado em flagrante por estelionato e formação de quadrilha, mas se reservou o direito de só falar em juízo.
Consultor financeiro recebeu R$ 90 mil
No rastreamento dos repasses feitos pela Caixa Econômica, ao qual O GLOBO teve acesso, uma outra pessoa aparece: o consultor financeiro José Carlos dos Santos, de 57 anos, morador de Bangu. Em depoimento à PF na última quarta-feira, ele apimentou as investigações: disse que os cerca de R$ 90 mil depositados em sua contas, por transferências eletrônicas da ONG do médico, seriam o pagamento por um trabalho de assessoria que ele teria feito entre os meses de maio e abril, para captar recursos para a Universidade Livre do Brasil. O consultor disse ter como comprovar a realização do serviço.
Mas os detalhes que ele contou depois, também em depoimento à PF, é que causaram surpresa: José Carlos revelou que a documentação para habilitar a ONG do médico para receber recursos para seus projetos foi entregue a um suposto assessor parlamentar de nome Henrique, no gabinete do deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), presidente licenciado da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Foi o suposto assessor parlamentar que teria garantido conseguir os recursos. O consultor disse aos policiais que, até completar toda a documentação necessária, esteve no gabinete da Alerj cinco vezes e falou inúmeras vezes, ao telefone, com Henrique.
— Durante nossos encontros, ele garantiu que haveria a possibilidade de liberar recursos para a ONG.
Em momento algum tive qualquer encontro com o deputado Picciani, inclusive não o conheço. Mas estive no gabinete — contou o consultor.
Ele lembrou que conheceu o oncologista há três meses, quando foi convidado para trabalhar na captação de recursos para a ONG. José Carlos foi apresentado a Belizário por outro consultor financeiro, Sérgio Hélio Viana Barbosa — outro suposto beneficiado pelos repasses da ONG, com R$ 14.350, segundo levantamento do controle de segurança da Caixa. José Carlos afirmou ter sido apresentado, na mesma época, durante um coquetel, a Henrique, que se identificou como assessor parlamentar da Alerj.
O advogado Rogério Baptista Schrago, contratado para defender José Carlos, garantiu que seu cliente tem toda a documentação necessária para provar sua inocência.
— Ele tem 37 anos atuando no ramo de consultoria e as acusações são absurdas. No trabalho que fez para o médico, assinou contrato e usou sua conta pessoal, que mantém há muitos anos no mesmo banco. Alguma coisa está errada, porque as contas de José Carlos foram bloqueadas sem que ninguém saiba afirmar quem determinou — disse o advogado.
Em nota enviada ao GLOBO, a Caixa Econômica Federal, em Brasília, diz que não daria informações sobre o caso, porque a fraude estava sendo investigada. Também observa que “informações sobre eventos criminosos ocorridos dentro das unidades do banco são repassadas apenas às autoridades policiais, contribuindo para o trabalho de inteligência conjunto realizado pela Polícia Federal, Polícia Militar e Polícia Civil”. No mesmo texto, a Caixa garante que, “para combater essas ocorrências, fez parcerias com as organizações policiais, adotando ações de prevenção”. A instituição termina a nota dizendo: “Qualquer crime que tenha relação com o banco está sob responsabilidade direta da delegacia especializada da Polícia Federal, não cabendo à Caixa a divulgação de qualquer informação à imprensa, para não prejudicar as investigações em andamento”.
Na semana passada, uma outra investigação da Polícia Federal do Rio chegou a mais integrantes do grupo que agiu em companhia da falsa freira Lourdes Antunes Marques, em maio deste ano, para tentar sacar R$ 1,8 milhão de precatórios na agência da Caixa Econômica Federal de Icaraí, em Niterói. Foram presos, em operação que contou com a participação do Ministério Público Federal, três acusados: um era gerente da Caixa e os outros seriam aliciadores de funcionários da agência.
Três acusados já estavam detidos.
Ao todo, oito suspeitos já tiveram a prisão decretada e foram denunciados à Justiça Federal.
Presidente licenciado da Alerj nega qualquer envolvimento
Picciani diz que não tem assessor chamado Henrique, citado por consultor ouvido pela Polícia Federal
O deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), presidente licenciado da Assembleia Legislativa do Rio e candidato a uma vaga no Senado Federal, afirmou que já havia sido informado do depoimento prestado pelo consultor José Carlos dos Santos. Categórico, ele rechaçou qualquer possibilidade de envolvimento com o caso. Segundo Picciani, em nenhuma hipótese permitiria qualquer ato criminoso praticado por assessores de seu gabinete.
— Tenho poucos funcionários diretamente ligados a mim, nenhum deles de nome Henrique.
Peço à Polícia Federal que investigue o caso, com o objetivo de identificar e prender esse grupo de bandidos — disse Picciani.
O inquérito sobre o caso foi aberto pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delefaz) da Polícia Federal. Picciani chamou a atenção para um detalhe.
— Por que não prenderam o Henrique, se ele supostamente despacha no meu gabinete na Alerj? Você há de convir que não deve ser difícil, com o nível da inteligência da PF, identificar e prender o tal Henrique — disse o deputado.
O parlamentar fez questão de salientar que não conhece qualquer dos envolvidos na investigação sobre fraudes com recursos de precatórios federais.
— Outra coisa que quero deixar bem claro: não conheço Belizário, Hélio ou José Carlos.
Nunca tratei com qualquer tipo de ONG e só quem fala pelo meu gabinete sou eu. Também não tenho qualquer acesso à Caixa Econômica Federal. E jamais apresentei projeto para captar recursos para a área de saúde em qualquer nível: municipal, estadual ou federal.
Portanto, não há qualquer hipótese de esse sujeito estar falando a verdade — garantiu Picciani.
Para o deputado, o assunto precisa ser tratado com cuidado e responsabilidade pela Polícia Federal, já que ele vai disputar uma eleição difícil para o Senado Federal. Picciani acrescentou: — Em meu gabinete, não há espaço para receber pessoas, exceto na minha sala. Não há hipótese de ter havido reunião no meu gabinete.
O deputado estadual afirmou que está à disposição para prestar qualquer esclarecimento.
— Estou à disposição da Polícia Federal para levar o consultor para o meu gabinete, para que ele explique onde esteve com o tal Henrique. Eu quero deixar claro que não há hipótese nenhuma de o José Carlos estar falando a verdade. E você deve imaginar: um consultor com tantos anos de atividades, como ele diz, não tem escritório e precisa levar documentos para alguém? Quem é José Carlos? Onde ele exerce suas atividades? São questões importantes que precisam ser esclarecidas.
É uma história muito inverossímil — afirmou o presidente licenciado da Alerj.
Picciani disse acreditar que a Polícia Federal não terá qualquer dificuldade para esclarecer o fato o mais rapidamente possível.
— É muito fácil a Polícia Federal chegar aos suspeitos e prendê-los — disse o deputado.
AVANTE POLÍCIA FEDERAL, DERRUBE OS CASTELOS DO RIO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O TERCEIRO ANIVERSÁRIO DA CARTA DOS CORONÉIS BARBONOS E AS 840.000 PÁGINAS VISITADAS!






Nós estamos construindo um sólido espaço democrático na internet, algo que deve ser motivo de satisfação para todos que contribuem para o sucesso do blog do Coronel Paúl, o nosso blog. Uma conquista que deve servir como motivação para que prossigamos na luta pela construção de uma segurança pública de qualidade, eficiente, desenvolvida por profissionais cidadãos, dignamente remunerados, respeitados em seus direitos e com as adequadas condições de trabalho.
Não resta qualquer dúvida: JUNTOS SOMOS FORTES!
O nosso blog se aproxima das 850.000 páginas visitadas, na época em que a carta dos Coronéis Barbonos (Pro Lege Vigilanda) completa três anos de entregue ao governo do Estado do Rio de Janeiro (leiam).
O histórico documento é um espelho sintético da gravidade da situação vivenciada pela Polícia Militar e pelos Policiais Militares, representado por doze itens, nenhum deles solucionado por Sérgio Cabral (PMDB), alguns inclusive pioraram na gestão Cabral.
O Pro Lege Vigilanda faz parte da história da Polícia Militar, como cada Coronel Barbono e cada integrante dos 40 da Evaristo, idealistas e destemidos Policiais Militares. A eles se somam todos os Policiais e Bombeiros Militares, ativos e inativos, as pensionistas, os familiares e os amigos que ao longo desses três anos têm participado das nossas lutas nas ruas do Rio de Janeiro e na internet.

Não resta qualquer dúvida: JUNTOS SOMOS FORTES!
Nos próximos três meses viveremos uma fase especial na construção dessa nova história da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, a nossa mobilização na campanha eleitoral de 2010, quando elegeremos um Presidente, um governador, dois senadores, deputados federais e estaduais, que estejam afinados com a nossa luta por cidadania.
Quem não está do nosso lado, está contra nós, como Sérgio Cabral e o PMDB.
Sérgio Cabral (PMDB) pensa que está com a faca e o queijo na mão para ser reeleito, apesar do fraquíssimo desempenho como governador, mesmo tendo recebido apoio de todos os lados. A campanha dele será riquíssima; o tempo na televisão será o maior; tem apoio de 15 partidos; tem milhões de dinheiro público investidos em propaganda; domina a ALERJ; tem o apoio de Dilma Rousseff; tem o apoio de José Sarney; tem o apoio de Michel Temer; tem o apoio de Picciani e tem o apoio completo de boa parte da mídia fluminense.
Como vencê-los?
Só conheço uma saída, o FUNCIONALISMO PÚBLICO se motivar e investir o tempo livre na campanha contra a reeleição de Sérgio Cabral (PMDB), motivos não nos faltam.
Cada funcionário é um formador de opinião junto à população, portanto, basta estar motivado e agir.
Nós, funcionalismo e população, podemos vencê-los.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 22 de junho de 2010

RIO: DELEGADOS DE POLÍCIA CONSEGUEM AUMENTOS DIFERENCIADOS.

O DIA:
Os delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro, negociando em separado com Sérgio Cabral (PMDB) e Picciani (PMDB), conseguiram um aumento extraordinário, oito vezes maior que o obtido pelos Policiais Civis (10%).
Os delegados nunca participaram das lutas salariais que têm sido desenvolvidas por Policiais Civis, Policiais Militares e Bombeiros Militares no Rio desde 2007.
Penso que a "tiragem" deve exigir o mesmo reajuste.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O PMDB ESTÁ DESTRUINDO O RIO DE JANEIRO.

O GLOBO:
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 15 de abril de 2010

DEPUTADO JORGE PICCIANI (PMDB) - PRESIDENTE DA ALERJ.


Esse senhor quer ser senador ...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 13 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O SILÊNCIO - PROFESSOR MARCELO ADRIANO NUNES DE JESUS.

No meu último texto intitulado “Desabafo de um Brasileiro”, chamei a atenção dos leitores para refletirem de forma acurada nos candidatos que disputam uma vaga no Executivo e Legislativo no pleito marcado para outubro próximo.
Por outro lado, imagino que tenha perdido o meu tempo, haja vista uma olhada na formação do Congresso Nacional e nas Câmaras Estaduais e constatar que as “figuras” são sempre as mesmas, não há nenhuma mudança, ou melhor, a mudança que existe se dá como na época das Capitanias Hereditárias; aqueles que lá estão colocam seus filhos em seus lugares. Veja o caso do deputado estadual pelo Rio de Janeiro Jorge Picciani. O que esse sujeito fez de relevante na política fluminense? E seu filho Leonardo, deputado federal? Agora lança mais um, Rafael, candidato a deputado estadual. Francamente, o brasileiro é uma piada em termos de consciência e memória histórica. Será que ninguém se lembra que o senhor Picciani foi denunciado pelo Ministério Público Federal por manter trabalhadores em forma de escravidão em suas fazendas no Mato Grosso? Sinceramente às vezes penso que me trabalho é vão, que nada, absolutamente nada daquilo que ajudo a construir em salas de aulas servirá de alguma coisa no sentido de se mudar o estabelecido, igualmente a mesma sensação se dá em relação àquilo que escrevo. Nada servirá para alguma coisa. O que sinto, é a sensação de angústia tão presente nos escritos de Heiddeger!
A coragem realmente não é uma qualidade de todos, mais ainda a verdade. Pessoas vivem em suas mentiras e as vivem como se fossem verdades. De que adianta reclamar que as coisas não vão bem e manter as mesmas pessoas há décadas no poder? Do que adianta protestar com o vizinho acerca das inúmeras improbidades administrativas cometidas por pessoas públicas se na verdade foi você quem os elegeu? Do que adianta indignar-se com a corrupção se você aceita que um candidato pague sua conta de luz ou patrocine seu time de futebol e considere essa atitude “normal”? É muita hipocrisia!
Aos poucos, vou começando a entender o silêncio da inteligentsia brasileira. Eles têm razão. Nossos discursos são como palavras ao vento. O brasileiro gosta é de futebol e carnaval, afinal, seguem à risca a ideologia que emburrece e do Pão e Circo.
A cantora Elis Regina na música “Como Nossos Pais” logo nos primeiros versos dizia que “o sinal está fechado pra nós, que somos jovens”, eu acrescentaria que realmente o sinal está fechado, mas para as cabeças pensantes desse país, que não veem nenhuma perspectiva de mudança no atual quadro da mentalidade brasileira. Estamos isolados. Mas apesar do quadro sombrio e que já sabemos qual será o resultado, vamos continuar na luta. O desânimo, não raro, é inevitável, porém, mas do que nunca é preciso prosseguir. Se seremos felizes? Não sei, mas A LUTA CONTINUA.
Marcelo Adriano Nunes de Jesus.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 14 de fevereiro de 2010

ALIANÇA COM O PMDB, O ABRAÇO DE AFOGADO NAS ELEIÇÕES DE 2010.

JORNAL O DIA:
Informe do DIA: Picciani atira
Fernando Molica.

Rio - "Presidente da Assembleia Legislativa e do PMDB-RJ, Jorge Picciani parte para o ataque: afirma que a candidatura de Anthony Garotinho (PR) ao governo iria prejudicar a votação de Dilma Rousseff. Provável candidata à Presidência, a ministra, no Rio, seria apoiada por Garotinho e Sérgio Cabral.
Segundo Picciani, aliado de Cabral, o palanque duplo teria efeito desastroso para Dilma. Isto, pelos prováveis ataques que serão trocados entre o ex e o atual governador. “O que ela vai fazer quando o Garotinho criticar o governo Cabral?”, questiona.
Importância do Rio
De acordo com Picciani, Fernando Gabeira (PV) seria
beneficiado pela briga, o que abriria espaço para José Serra, provável candidato do PSDB à Presidência. Afirma que uma boa votação no Estado é fundamental para que Dilma anule a vantagem de Serra em Minas".
Se você quiser não ser eleito em 2010, o PMDB é o caminho mais curto no Rio de Janeiro.
Você pode escolher duas formas para perder através do PMDB:
- Concorrendo pela legenda; e
- Aliando-se ao PMDB.
O partido tem uma rejeição fantástica nas ruas do Rio de Janeiro e não haverá gasto em propaganda que reverta essa tendência, penso eu.
A minha opinião está alicerçada em dezenas e dezenas de atos cívicos que tenho participado nas ruas, onde o ódio ao governo Cabral é impressionante, sendo que Eduardo Paes (PMDB), após apenas um ano na cadeira, conseguiu tornar-se o inimigo público número um do Rio.
Cabral terá todo o funcionalismo público fazendo campanha pública contra a sua reeleição, esse poderio é praticamente imbatível, são centenas de milhares de eleitores gritando Fora Cabral, isso em cada canto desse nosso estado.
Quem subir no palanque de Sérgio Cabral será vaiado, eis a verdade.
Quem der a mão ao PMDB no Rio receberá o abraço do afogado.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

TERÇA-FEIRA - 09 FEV 2010 - ALERJ - ATO CÍVICO.

No dia 09 de fevereiro de 2010, terça-feira, será realizado um ato cívico na ALERJ para apoiar a instauração da CPI proposta pelo deputado estadual Alessandro Mollon (PT), para abrir algumas caixas pretas do governo do Rio de Janeiro.
A ALERJ, que deveria ser a casa do povo, mas que na verdade é a casa de Sérgio Cabral (PMDB), parece refratária a essa CPI e o síndico, o deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), já deixou claro que não irá instalar nenhuma CPI em desfavor do dono da casa.
Nada mais lógico...
Portanto, cabe ao povo fluminense exigir essa instalação, caso contrário nunca descobriremos o que existe dentro dessas caixas pretas.
Conclamos Sérgio Cabral a apoiar a instalação da CPI publicamente, afinal, quem não deve, não teme...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A CPI DO PT PERDEU O ÔNIBUS - ELIO GASPARI.

Domingo, 7 de fevereiro de 2010
A CPI do PT do Rio perdeu o ônibus - Elio Gaspari
O DEPUTADO Alessandro Molon (PT-RJ) está coletando assinaturas para instalar uma CPI destinada a abrir a caixa-preta da Agetransp, a agência reguladora dos serviços do Metrô, dos trens da SuperVia e das barcas do Rio de Janeiro. Grande ideia, mas ficou faltando interesse pela mãe de todas as caixas, a das companhias de ônibus municipais. Em geral, as CPIs dão em nada, quando não resultam em coisa pior, mas nem isso a bancada do governador Sérgio Cabral aceita. Seu anjo de guarda, o deputado Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa, anuncia que vetará a iniciativa.
O Metrô do Rio tem transportecas arrogantes que mexem nos ramais sem se preocupar com o suplício que impõem aos clientes. A SuperVia tem trem que sai por aí sem maquinista e seguranças que chicoteiam os passageiros. As companhias de ônibus têm mais: cultivam um política extorsiva de tarifas e, com a cumplicidade dos prefeitos, bloqueiam a implantação do Bilhete Único, prometido por Cabral em 2007 e pelo seu prefeito, Eduardo Paes, em 2008, quando pedia votos.
Governadores, prefeitos, amigo$ e caixa$ de campanhas colocaram o Rio numa situação socialmente humilhante. Até 2004, quando a prefeita Marta Suplicy instituiu o Bilhete Único em São Paulo, as duas cidades estavam num mesmo patamar de desgraça no transporte público. Hoje, 50% dos paulistanos avaliam que os serviços de ônibus e de trens estão entre bom e ótimo. O Metrô vai a 82%. No Rio, esse índice de satisfação talvez não seja atingido nem entre os diretores das concessionárias.
O vexame não é consequência da herança escravocrata, do patrimonialismo ibérico ou da mudança da capital para Brasília. É obra de governos demófobos. Quem fez a diferença em São Paulo foram administradores petistas e tucanos que decidiram tirar o transporte público da vala.
Basta comparar a situação nas duas cidades.
O paulistano paga R$ 2,70 pelo seu Bilhete Único, tem direito a quatro viagens de ônibus num intervalo de três horas. O novo bilhete intermunicipal do Rio custa R$ 4,40, com direito a duas viagens de ônibus, trem ou metrô, por duas horas.O Bilhete Único de São Paulo atende a todo o município e é usado em 12 milhões de viagens/dia. No Rio essa tarifa só existe para percursos intermunicipais. Estima-se que venha a atender 1,5 milhão de viagens/dia.
Desde ontem, com a nova tarifa municipal de R$ 2,35, um trabalhador que toma dois ônibus para chegar ao trabalho, mais outros dois na volta para casa (ao longo de 25 dias), gasta R$ 235. O de São Paulo gasta R$ 135. Com a diferença de R$ 100, tem direito a sete refeições de R$ 13,75 no carro-chefe do Mc Donald's (BigMac, batatas fritas na porção média, e um refrigerante médio). Para ele, almoço grátis existe.(Na comparação com o bilhete intermunicipal do Rio, a diferença cai para seis refeições.)
O sistema de transportes públicos do Rio fez uma opção preferencial pela tunga dos passageiros dos ônibus. Antes da criação do bilhete intermunicipal de R$ 4,40, o cidadão que fazia duas viagens sobre trilhos pagava, e continuará pagando, R$ 3,80. Noutra modalidade de integração, passageiros de quatro cidades da Baixada Fluminense pagam R$ 4,00 pelo percurso ônibus-metrô. Os dois sistemas, privados e lucrativos, atendem cerca de 20 mil passageiros/dia.
A política de tarifas dos ônibus, do Metrô e dos trens do Rio é paleolítica. Nenhum concessionário dá desconto de fidelidade aos usuários. Em São Paulo a passagem de Metrô custa R$ 2,65. Se o cliente compra 50, fica por R$ 2,33. (Sobram R$ 16 para o McDonald's.) O Metrô do Rio prometeu esse tipo de desconto e quem acreditou fez papel de paspalho (inclusive o signatário). A Fetranspor carioca, que administra os altos interesses das empresas de ônibus, criou um RioCard, prometeu o programa de descontos e bobo foi quem acreditou (inclusive, de novo, o signatário).
FOLHA DE SÃO PAULO - ELIO GASPARI
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO