sábado, 3 de março de 2012

O DESMONTE DO ESTADO DE DIREITO - ALMIRANTE REFORMADO MARIO CESAR FLORES.

O ESTADO DE SÃO PAULO:
O desmonte do Estado de Direito.
03 de março de 2012.
Mario Cesar Flores - O Estado de S.Paulo
O artigo 42 da Constituição brasileira diz que "os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados (...)". Esse preceito é complementado pelo parágrafo 1.º do mesmo artigo, que estende aos militares dos Estados as disposições do parágrafo 3.º do artigo 142, relativas aos militares das Forças Armadas, cujo inciso IV afirma que "ao militar são proibidas a sindicalização e a greve". As paralisações de policiais militares, conduzidas por associações que driblam a proibição constitucional da sindicalização, não podem, portanto, ser entendidas juridicamente como greves. São motins travestidos de greve, inconcebíveis num Estado de Direito - o que, salvo uma ou outra exceção, não tem obstado ser o término das greves-motins negociado (!) entre sublevados e autoridades, comumente com a rendição, ao menos parcial, à pressão ilegal. Curiosamente, a mídia insiste em chamar de greve a paralisação de policiais e bombeiros militares, dando ao que é explicitamente inconstitucional a ilusão semântica de constitucionalidade.
Em junho de 2011 o Rio de Janeiro viveu um drama dessa natureza: o motim de seus bombeiros militares, por aumento salarial. Aumento, em princípio, de fato conveniente, embora discutível quanto ao equilíbrio entre o nível pretendido e o possível; errado foi procurá-lo via ilegalidade agressiva à ordem e à margem do canal hierárquico. A receptividade, aparentemente simpática, do governador do Estado do Rio de Janeiro das decisões da Assembleia Legislativa fluminense e do Congresso Nacional, que inibiram, respectivamente, as punições administrativas e penais de amotinados, não foi exatamente uma sinalização de alerta contra esse tipo de descalabro...
Episódio mais grave: a greve-motim da Polícia Militar da Bahia em fevereiro deste ano vem conferindo à questão uma tonalidade dramática, com a disseminação de violência e criminalidade - saques, assaltos, furtos, roubos e assassinatos -, de que o povo e a vida societária são vítimas. No caso baiano, transpareceu o desconforto da autoridade executiva, marcada por passado sindical com apoio a greves, de se contrapor ao descalabro usando o peso do rigor legal. A afirmação do governador de que não haveria punição para quem não tivesse praticado vandalismo aparenta sugerir que ato ilegal - no caso, a greve-motim - não está sujeito a punição corretiva, por mais que tenha prejudicado o povo, quando não acompanhado por violência explícita. Pode não ter sido essa a intenção, mas deixou a impressão.
Além do aspecto legal: não é lógico aceitar serem socialmente legítimas as greves-motins de policiais e bombeiros militares. É, no mínimo, discutível que, sob a retórica tolerante pretendida como democracia, se permita que minorias organizadas, vivendo em razoável (ao menos no cenário brasileiro) segurança social, protegidas por vantagens não estendidas ao trabalhador não público, sujeitem o povo a sacrifícios transformados em instrumento de pressão sobre o Estado na barganha por reivindicações, em geral, indiferentes à responsabilidade fiscal. Detalhe insólito: nas greves-motins, naturalmente propensas a atos contrários à ordem, a culpa pelas consequências de eventuais enfrentamentos é atribuída por seus atores às forças da ordem - invadir, ocupar e bloquear seriam ações lícitas, recompor a ordem seria violência. Um líder dos ocupantes da Assembleia Legislativa da Bahia deixou claro na TV que se as forças federais tentassem a restauração da ordem as consequências seriam da responsabilidade de quem a tivesse determinado. Os atores da desordem seriam inocentes...
Circunstâncias como as manifestas na Bahia podem chegar à conveniência de se considerar - prudentemente, mas com coragem cívica à altura do problema - a hipótese do estado de defesa, previsto no artigo136 da Constituição "para preservar ou prontamente restabelecer (...) a ordem pública ou a paz social (...)". Ou do estado de sítio (dependente de autorização do Congresso), previsto no artigo 137 para o caso de "comoção grave de repercussão nacional (...)" onde o governo estadual constitucionalmente responsável não consegue manter a ordem, por insuficiência de meios ou por inapetência de viés sindical ou eleitoreiro. Em ultima análise, e de conformidade com o inciso III do artigo 34 da Constituição, podem sugerir até mesmo a intervenção federal para "pôr termo a grave comprometimento da ordem pública".
Esse quadro confuso nos leva a aventar a contragosto algo contrário à nossa tradição e à nossa cultura: a revisão da condição militar dos policiais e bombeiros, por eles vilipendiada. Os alicerces dessa condição, a hierarquia e a disciplina, têm de ser respeitados para preservar a sua virtude, indispensável à segurança das instituições e do povo diante do poder armado. Se o "ânimo" dos policiais e a pusilanimidade nacional acharem dispensável esse respeito, então a dúvida começa a ter algum infeliz cabimento.
Imaginemos o caos nacional caso a tolerância com o desapreço pela condição militar se estendesse às Forças Armadas, se a tropa do Exército em serviço policial na Bahia declarasse que só cumpriria o seu dever se a sua remuneração fosse revista - e as Forças Armadas fossem incluídas na PEC 300, cuja referência, a remuneração da Polícia Militar do Distrito Federal, é encargo da União...! O despautério seria justa e compreensivelmente inaceitável. Mas para a Polícia Militar é tolerável?
A continuar a prática inconstitucional, e se o paroxismo policial militar vier a se entender pelo Brasil afora, em conluio hostil ao povo e ao Estado - como já se estendeu, sensacionalista, traumático e perigoso, ao Rio de Janeiro -, estaremos caminhando para o desmonte do Estado democrático de Direito, posto à mercê do corporativismo de categorias fortes do setor público - com o provável consequente crescimento da sedução do salvacionismo, no povo refém e vítima...
Almirante de Esquadra Reformado.
Oportunamente, comentarei o artigo.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 2 de março de 2012

DOMINGO - 04 MAR 2012 - REUNIÃO DE FAMILIARES E AMIGOS DE PMs E BMs.

Familiares e amigos de Bombeiros e Policiais Militares se reunirão em um ato público no domingo, dia 04 MAR 2012, às 10:00 horas, em frente ao Hotel Copacabana Palace, situado na Praia de Copacabana.
A população está convidada.
Também participarão do ato os familiares dos PMs que continuam presos em Bangu 1, acusados de participação no homicídio da juíza patrícia Acioly. A permanência deles na penitenciaria fere o Estatuto dos Policiais Militares e os Códigos de Processo Penal e Processo Penal Militar. Os PMs devem ser acautelados em uma Organização Policial Militar. A justificativa de que a UPPMERJ (antigo BEP) não é segura, não merece prosperar, pois se isso é verdade, a culpa é do próprio governo estadual, que deve adotar as providências necessárias. Desrespeitar o direito dos PMs, em face de uma incompetência do governo, significa um grande desrespeito, sendo injustificável.
Os familiares desses PMs estarão vestindo uma camisa de cor preta com a seguinte frase:
"Nós também queremos Justiça! 
Absolvam os inocentes!"  
Juntos Somos Fortes!

CBMERJ - APROVADO AUMENTO DE QUADRO DE OFICIAIS DE ADMINISTRAÇÃO DOS BOMBEIROS

EMAIL RECEBIDO:
APROVADO AUMENTO DE QUADRO DE OFICIAIS DE ADMINISTRAÇÃO DOS BOMBEIROS.
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta quinta-feira (01/03), em discussão única, o projeto de lei 1.240/12, em que o Governo do Estado aumenta as vagas do Quadro de Oficiais de Administração (QOA) do Corpo de Bombeiros, “cujos integrantes são oriundos dos diversos quadros de Praças existentes”. Serão 34 novas vagas – nove das quais realocadas após redução no quadro de médicos – distribuídas em três patentes: Major, Capitão e 1º Tenente. “Este projeto permite a promoção mais rápida dentro dos quadros dos Bombeiros, tanto de praças quanto de oficiais. É mais uma medida de valorização da carreira que garante, no final da contas, melhor remuneração”, elogiou o líder do Governo na Casa, André Corrêa (PSD).
Juntos Somos Fortes!

GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB) - SEGURANÇA PÚBLICA É PRIORIDADE...

JORNAL EXTRA:
Blindados da Polícia Civil estão parados por falta de manutenção e tropa de elite da instituição fica desprotegida.
Paulo Carvalho
Os policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) são a tropa de elite da Polícia Civil do Rio. Mas estão a pé e desprotegidos na hora de entrar em favelas dominadas pelo tráfico ou apoiar operações de delegacias. Há pelo menos oito meses, os dois veículos blindados da especializada não sabem o que é entrar numa comunidade: estão estacionados com problemas no pátio da Core, ao lado do prédio da Chefia de Polícia Civil, no Centro do Rio. Na Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), o blindado também está parado.
Na sexta-feira passada, o inspetor André Ximenes, de 42 anos, que chefiava uma equipe de 11 homens da Core numa operação — sem blindados — na favela de Manguinhos foi atingido nas duas pernas por um tiro de metralhadora disparado por um traficante. Durante 50 minutos, ele perdeu sangue, encurralado pelos bandidos, até conseguir auxílio de um blindado do 22º BPM (Maré), que resgatou os agentes.
A vulnerabilidade das equipes nas ruas fazem com que outros veículos, como as picapes, fiquem avariados durante confrontos. Duas delas estão quebradas e fazem parte do cemitério de carros avariados que se tornou o pátio da delegacia.
A operação em que Ximenes foi baleado fazia parte de um projeto da Polícia Civil de pacificar a região que será ocupada pela Cidade da Polícia, perto de uma das entradas do Jacarezinho.
Ximenes foi baleado nas esquinas da Avenida dos Democráticos com Dom Hélder Câmara, por volta das 19h30m da última sexta-feira. Dois bandidos passaram pelo local armados com uma pistola. Eles jogaram o veículo no meio da rua e fugiram. Quando os policiais tentaram recuperar a moto, foram atacados.
De acordo com informações dos próprios agentes da Core, o blindado mais antigo passa por problemas na parte elétrica. Já o modelo mais novo, criticado pelo seu tamanho por não caber em vielas, está com os pneus em péssimas condições de uso. A situação chegou a tal ponto que as equipes da Core estão evitando realizar operações à noite, por não terem os carros blindados no apoio.
— Foram momentos em que eu achei que fosse morrer. Depois de baleado, me escondi num barraco e vi tiros passando pela nossa cabeça e granadas sendo arremessadas pelos bandidos. A todo momento eu pedia apoio pelo rádio. Foi preciso que um blindado da Polícia Militar chegasse para que conseguíssemos sair da favela. Perdi muito sangue enquanto esperava pela ajuda. Se estivéssemos com o blindado, poderíamos ter saído mais rapidamente da favela. No hospital, ainda ouvíamos os traficantes dando tiros para o alto, como se estivessem comemorando o fato de terem baleado um policial durante o confronto. Os bandidos estavam posicionados em cima das lajes. Isso foi o que complicou tudo, porque eles eram uns 50 e nós, apenas 11 — contou Ximenes ao EXTRA (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

CHAVISMO ENTRA NO ESTADO DO RIO: ESTADO DE DIREITO É ATROPELADO! - CESAR MAIA.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
CHAVISMO ENTRA NO ESTADO DO RIO: ESTADO DE DIREITO É ATROPELADO!
(Colunista Cristina Grillo - Folha de SP, 02) 
1. A audiência no conselho disciplinar do Corpo de Bombeiros, que decide segunda-feira se expulsa da corporação o cabo Benevenuto Daciolo, líder do movimento grevista da categoria, recusou o pedido de advogados do militar para que fosse prorrogado o prazo de sua defesa. Com a rotina da cidade -quase- toda suspensa, é um pedido razoável, em nome do direito de ampla defesa. Ainda mais levando-se em consideração o decreto do governador Sérgio Cabral, publicado no dia 10 de fevereiro, que reduziu de 30 para 15 dias os prazos para que os Conselhos de Disciplina da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros julguem infrações cometidas.
2. Foi negado também à defesa o pedido para que fosse anexada ao processo a íntegra das gravações telefônicas, autorizadas pela Justiça da Bahia, nas quais Daciolo conversa com deputados sobre a greve. Do processo contra o militar constam apenas os trechos veiculados no "Jornal Nacional". Não se trata de defender este ou aquele lado. A questão é: todos nós, sem exceção, temos direito ao que, no linguajar jurídico, chama-se de devido processo legal, garantido pela Constituição Federal. Dele deriva outro direito fundamental: o da ampla defesa. Fica difícil alguém defender-se sem conhecer o inteiro teor das acusações -no caso, sem que constem do processo todas as gravações feitas na Bahia.
Comento:
Faço minhas as palavras de um advogado:
O Rio de Janero vive o ARMAGEDON JURÍDICO.
Juntos Somos Fortes!

GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB) - ENCARCERAMENTO ILEGAL DOS HERÓIS EM BANGU 1 - SILÊNCIO DA IMPRENSA.

Os dias se sucedem e a cada linha que se revela das entranhas dos atos que resultaram no encarceramento ILEGAL dos Bombeiros e dos Policiais Militares em Bangu 1, os que lutam no Rio de Janeiro por melhores salários há mais de cinco anos, os indícios de ações apartadas da legalidade aumentam.
Hoje sabemos que o encarceramento NÃO FOI DETERMINADO pelo poder judiciário, nem poderia ser, pois os seus integrantes conhecem os direitos e as prerrogativas dos PMs e dos BMs, estabelecidos não só nas leis estatutárias, mas também nos códigos de processo penal e processo penal militar, entre outros textos legais.
Diante dessa verdade, a decisão pelo encarceramento em Bangu 1 foi administrativa. Surge então a pergunta:
Quem administrativamente foi responsável por esse ato que, em tese, constitui abuso, constrangimento ilegal e tortura (física e psicológica)?
O Comandante Geral da PMERJ tem assumido que a ordem para o encarceramento dos PMs em Bangu 1 foi dele, assim assumindo toda a responsabilidade pelas ilícitos praticados contra os PMs.
E, no caso dos BMs, quem deu a ordem? Será que foi o Comandante Geral do CBMERJ?
Onde estão as respostas?
O mais estranho nisso tudo é que diante de fato de tamanha gravidade, a imprensa do Rio de Janeiro silenciou.
Por que nenhum repórter foi perguntar ao governador se foi ele quem deu a ordem?
Por que nenhum repórter foi perguntar ao secretário de segurança se foi ele quem deu a ordem?
Por que nenhum repórter foi perguntar ao secretário de administração penitenciária se foi ele quem deu a ordem?
Por que nenhum repórter foi perguntar ao Comandante Geral da PMERJ se foi ele CONFIRMA que foi ele quem deu a ordem com relação ao encarceramento dos PMs? 
Por que nenhum repórter foi perguntar ao Comandante Geral do CBMERJ se foi ele quem deu a ordem com relação ao encarceramento dos BMs? 
Obviamente, caso o Comandante Geral da PMERJ e do CBMERJ assumam que a ordem foi deles, cabe ao repórter perguntar ao governador, por que eles ainda estão no exercício de suas funções diante da prática de tamanha ilegalidade?
Por que a imprensa se calou sobre tema tão relevante e que afronta diretamente os direitos humanos?
Tenho certeza que o Ministério Público, a CGU e as comissões de direitos humanos do Senado, da Câmara dos Deputados, da ALERJ e da OAB/RJ, não se calarão, já que receberam representações denunciando essas ilegalidades praticadas contra os PMs e BMs da banda boa, os que lutam por salários justos.
Eu encaminharei esse artigo para a minha lista de jornalistas, espero que algum deles se interesse em noticiar os fatos, afinal, a função social da imprensa é divulgar a verdade e não se calar.
Peço a todos os leitores que copiem e encaminhem para os seus contatos no Brasil e no exterior, assim como, divulguem nas redes sociais.
Juntos Somos Fortes!

DOMINGO - ATO PÚBLICO - COPACABANA - AGRADECIMENTO.

Ontem, eu fui informado que os organizadores do ato de domingo dispensaram o caminhão de som que tinha sido cedido pelo SINPOL. Aproveito para agradecer ao Presidente do SINPOL, Fernando Bandeira, a cessão do caminhão e a sua constante colaboração nos atos dos Bombeiros, Policiais Militares e Policiais Civis.
Juntos Somos Fortes!

RIO DE JANEIRO: SAÚDE PÚBLICA, A VERDADE.

Prezados leitores, como era esperado, o governo estadual e a prefeitura já responderam as acusações de que a saúde pública do estado e do município do Rio de Janeiro estão entre as piores do Brasil. Usaram a fórmula de sempre, a culpa é do passado.
Penso que a melhor maneira de avaliar a saúde pública municipal e estadual é entrevistar os usuários do sistema, basta a imprensa comparecer nos hospitais municipais e estaduais e perguntar aos usuários (vítimas?) dos sistemas de saúde.
Juntos Somos Fortes!

UMA SOLUÇÃO PRÓPRIA DAS DITADURAS.

No Rio de Janeiro, os serviços públicos são péssimos e os servidores públicos recebem os piores salários do Brasil. Ninguém precisa ser um gênio para identificar que existe uma forte relação entre essas duas verdades. Diante desse caos, a população e os servidores protestam nas ruas, nada mais natural.
O que faz o governo?
Acusa todas as mobilizações ordeiras e pacíficas, verdadeiros exercícios de cidadania, de serem atos políticos e acusa todos os mobilizados de serem aliados de políticos de oposição.
Simples!
A simplicidade própria das ditaduras que não aceitam a crítica e que tentam impor as suas versões como sendo a verdade, o que fazem usando sobretudo a imprensa, que é dominada através da força ou através do estabelecimento de relações comerciais nas quais o governo passa a ser o principal anunciante.
Juntos Somos Fortes!

POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO: ORDEIRA E PACIFICAMENTE, DIGAM NÃO AO AUMENTO DAS BARCAS.

JORNAL O DIA:
Manifestantes prometem novos protestos contra aumento do preço das barcas
Felipe Freire
Rio - O protesto contra o aumento da tarifa das barcas vai prosseguir. Pelo menos é o que prometem os manifestantes que ocuparam nesta quinta-feira a Estação Araribóia das barcas em Niterói, na Região Metropolitana. Um novo ato deve ser realizado ainda nesta tarde, só que dessa vez na estação da Praça XV, às 17h. No sábado, dia do reajuste, também haverá protesto assim como na segunda-feira pela manhã.
"O adiamento demonstra o medo da Barcas S/A. Sé é possível adiar é possível cancelar o aumento", disse Felipe Garcez, um dos líderes do movimento. A passagem das barcas vai passar R$ 2,80 para R$ 4,50. Com o cartão, o valor vai ser de R$ 3,10. A diferença será subsidiada pelo governo do estado, através do Fundo Estadual de Transporte.
Cerca de 50 homens do Batalhão de Choque (BPChq), 12º BPM (Niterói) e Guarda Municipal reforçaram a segurança. Pelo menos 500 pessoas utilizaram carro de som e cartazes com mensagem de repúdio ao aumento. Houve também distribuição de adesivos e "apitaço". Pelo menos seis homens do Batalhão de Choque ficaram localizados dentro da estação com escudos. Segundo a Barcas S/A, tratava-se apenas de um posicionamento estratégico. Os policiais também utilizaram máscaras de proteção contra gás lacrimogênio.
Proibido pela Justiça de participar do ato, políticos do PSOL estiveram no local. O partido pode pagar R$ 5 milhões caso haja algum dano ao patrimônio público. Um oficial de Justiça esteve na estação e entregou notificação aos manifestantes do PSOL (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

O QUE ELES (ELAS) QUEREM?

O governo federal (PT) parece constantemente motivado para a adoação de posturas revanchistas com relação aos militares federais, não aceita a anistia ampla, geral e irrestrita, que beneficiou inúmeros (as) de seus "companheiros". Até nos clubes militares, organizações de natureza civil, eles querem interferir, parecem cegos na ânsia por vingança. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, contrariando diversas leis, agindo de forma ditatorial, o governo estadual (PMDB) encarcera Bombeiros e Policiais Militares que lutam há mais de cinco anos por melhores salários, na penitenciaria Bangu 1, projetada para isolar os criminosos mais perigosos do Rio de Janeiro. Bombeiros e Policiais Militares da banda boa, pois quem integra a banda podre não luta por melhores salários. Pior, Sérgio Cabral (PMDB) quer expulsá-los sumariamente.
O que eles (elas) querem?
Juntos Somos Fortes!

QUEM ESTÁ APOSTANDO EM TENSÃO MILITAR E AFRONTANDO A LEI SÃO DILMA E CELSO AMORIM, O MEGALONANICO, NÃO EU! EU APOSTO NA LEI - REINALDO AZEVEDO.

Prezados leitores, bom dia!
Blog do Reinaldo Azevedo:
01/03/2012
Quem está apostando em tensão militar e afrontando a lei são Dilma e Celso Amorim, o Megalonanico, não eu! Eu só aposto na lei.
Para não variar, as hostes do petismo e do JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista) estão empenhados na inversão dos fatos e da lógica.
As Forças Armadas da ativa são disciplinadas e não se manifestam sobre temas políticos. Silenciam, em nome da disciplina, até mesmo sobre aquilo que lhes diria respeito de perto, já que a comandante-em-chefe, legalmente, é a presidente Dilma Rousseff. Isso faz com que suportem como superior imediato um Celso Amorim, que tem com a área militar a mesma intimidade que Marcelo Crivella tem com a piaba, nomeado que foi ministro da Pesca. É, a propósito, aquele ministério que, depois de criado, viu o déficit do setor explodir. Superávit mesmo, só o de contratação de companheiros para a repartição, inclusive a mulher de um terrorista, levada para a pasta pelas mãos da então ministra Dilma Rousseff, pessoalmente. Os companheiros são sempre muito fiéis aos seus…
Os dois textos em que militares da reserva se manifestam não têm nada de indisciplina ou de ilegalidade. Eles estão amparados na lei. Se decidirem levar a coisa adiante e recorrer da punição, a questão pode ir parar no Supremo. E então vamos ver se a lei vale ou não no país. Se os militares de farda não podem falar essa obviedade, eu, que não uso farda, posso. É de lei que querem falar? Então vamos lá.
1: A ATUAÇÃO DE MARIA DO ROSÁRIO
Ao afirmar que a Comissão da Verdade pode levar à condenação criminal deste ou daquele, Maria do Rosário, ministra dos Direitos Humanos dada a fazer juízos singulares sobre uma porção de coisas (é aquela que não viu agressão aos direitos humanos em Cuba…), desrespeita a Lei da Anistia, cuja validade foi explicitada pelo Supremo. Pergunto: por que uma ministra, justamente aquela diretamente relacionada com a Comissão da Verdade, pode fazer uma afirmação contra a ordem jurídica e confessar que tem um interesse subterrâneo no assunto, a saber: condenar pessoas à revelia da lei? Maria do Rosário afrontou o texto da lei e a decisão do Supremo, não os militares da reserva.
A sempre excelente Dora Kramer comete hoje, em sua coluna no Estadão, o que considero um desvio de análise. É crítica à manifestação dos reservistas — até aí, opinião dela, um direito sagrado —, acusando a sua ociosidade, sob o argumento de que o Supremo barraria mesmo ações judiciais e de que só o Congresso poderia alterar a Lei da Anistia, o que não vai acontecer. Contraponho duas coisas às observações de Dora:
a - quem finge ignorar a Lei da Anistia e a decisão do Supremo é Maria do Rosário; os militares da reserva apenas apontaram esse aspecto deletério da atuação da ministra;
b - nem o Congresso pode rever a Lei da Anistia porque:
b1 - uma lei não retroage para aplicar punições;
b2 - Não é só a Lei da Anistia, a 6683, de 1979, que garante a anistia ampla, geral e irrestrita para crimes políticos e “conexos”. A própria Emenda Constitucional nº 26, de 1985, QUE É NADA MENOS DO QUE AQUELA QUE CONVOCA A ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE, incorporou, de fato, esse fundamento. Está no artigo 4º da emenda (em azul):
Art. 4º É concedida anistia a todos os servidores públicos civis da Administração direta e indireta e militares, punidos por atos de exceção, institucionais ou complementares.
§ 1º É concedida, igualmente, anistia aos autores de crimes políticos ou conexos, e aos dirigentes e representantes de organizações sindicais e estudantis, bem como aos servidores civis ou empregados que hajam sido demitidos ou dispensados por motivação exclusivamente política, com base em outros diplomas legais.
§ 2º A anistia abrange os que foram punidos ou processados pelos atos imputáveis previstos no “caput” deste artigo, praticados no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979.
Assim, minha cara Dora, a anistia está inscrita na própria lei que marca, formalmente, o fim da ditadura militar no Brasil. Declarar a sua invalidade seria declarar inválido o próprio processo constituinte. Não! Nem o Congresso pode mudar isso.
Por que dona Maria do Rosário não instala logo a tal comissão?
Por que dona Maria do Rosário não decide atuar nos limites da lei e pronto?
Por que dona Maria do Rosário não cumpre o seu papel institucional e pára de fazer marola inútil?
2: A ATUAÇÃO DE ELEONORA MENICUCCI
Eleonora Menicucci, ministra das Mulheres, tem todo o direito de julgar heróica a sua própria atuação, e as demais pessoas têm todo o direito de submeter a sua visão particular de história aos fatos. Em seu discurso de posse, depois de ter dito à imprensa uma impressionante penca de bobagens, exaltou aqueles seus dias de militância no Partido Operário Comunista como “luta pela democracia”. Lá vou eu com um daqueles desafios que não vivem a fase do confronto porque as pessoas correm: Dona Eleonora me envie uma só evidência histórica de que o POC quisesse “democracia”, e eu nunca mais escrevo; vou criar galinhas. O mesmo se diga das organizações terroristas às quais Dilma pertenceu.
Amparados na lei
Amparados na Lei 7.524, os militares da reserva fizeram um análise dos fatos, e é o texto legal que lhes garante, “respeitados os limites estabelecidos na lei civil (…), independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público”.
Fim de papo!
- Dilma e seus ministros estão obrigados a se subordinar à Lei da Anistia;
- Dilma e seus ministros estão obrigados a se subordinar à própria lei que criou a Comissão da Verdade, que não prevê a revanche;
- Dilma e seus ministros estão obrigados a se subordinar à Lei 7.524
Os imbecis parem de onda. Eu estou defendendo o triunfo das leis. Quem está apostando em tensão militar, sabe-se lá com que propósito, são Dilma Rousseff e Celso Amorim, o Megalonanico, não eu!
Eu estou, como sempre, apostando na legalidade.
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 1 de março de 2012

MULHERES DE MILITARES FAZEM PROTESTO EM BRASÍLIA.

DIÁRIO DO NORDESTE:
Mulheres de militares fazem protesto em Brasília
Agência Estado | 18h34m | 01.03.2012
A presidente da União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas (UNEMFA), Ivone Luzardo, tentou subir nesta terça-feira (1º) a rampa do Planalto, em protesto por "melhorias salariais para os militares", "respeito aos presidentes dos Clubes Militares" e uma "política do governo para atendimento às mulheres dos militares que são impedidas de estudar e ter uma profissão por terem de acompanhar os maridos frequentemente transferidos pelo País". Foi impedida pelos seguranças e criou um alvoroço em frente ao Palácio do Planalto.
Ivone protocolou um pedido de audiência com a presidente Dilma Rousseff para o dia da Mulher, 8 de março, quando quer apresentar diretamente a ela as reivindicações da categoria.
O protesto foi rápido. As mulheres exigem o pagamento de 28,86%, que já teria sido aprovado pelo STF e seria devido à categoria desde 1993, mas que o Ministério do Planejamento não atende. "Subimos a rampa para gerar um fato político e chamar a atenção para os nossos problemas. Hoje foi só a amostra grátis do que vamos fazer daqui para frente e a PM e os Bombeiros estão ao nosso lado", ameaçou Ivone, ao lado de Marina Bavaresco, outra esposa de militar, que estava usando uniforme camuflado.
Os militares têm protagonizado polêmicas políticas desde as vésperas do Carnaval, quando os presidentes dos Clubes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica publicaram um manifesto contra a presidente Dilma Rousseff e duas ministras do governo, que têm dado declarações pregando a revogação da lei de anistia. Por pressão de Dilma, os presidentes dos clubes foram obrigados a retirar o manifesto. Na terça-feira, novo manifesto foi divulgado, reafirmando as críticas do primeiro e dizendo que não reconheciam a autoridade do ministro da Defesa, Celso Amorim.
Irritada com a publicação de novos protestos, a presidente Dilma Rousseff determinou ao ministro da Defesa, Celso Amorim, que punisse com repreensão os 98 que assinaram o "alerta à nação - eles que vem, por aqui não passarão", incluindo 15 generais, todos da reserva. Revoltados com a reprimenda, o número de adesões na manhã desta quinta-feira pulou para 235, incluindo 27 generais. E as adesões ao documento não param de chegar, segundo os organizadores do movimento.
Comento:
No Rio de Janeiro está crescendo o movimento das esposas de Policiais Militares e de Bombeiros Militares, elas deverão estar no ato de domingo, 04 MAR 2012, às 10:00 horas, em frente ao Hotel Copacabana Palace.
Penso que unir as mobilizações das esposas dos militares federais e estaduais fará nascer uma grande ferramenta de luta para a conquista de melhores salários e de adequadas condições de trabalho para os militares.
Juntos Somos Fortes!

RIO É A CAPITAL COM PIOR NOTA NA SAÚDE PELO IDSUS.

SITE IG:
Rio é a capital com pior nota na saúde pelo IDSUS.
Rio - Longa espera pelo atendimento, poucos médicos, falta de especialidades e problemas em equipamentos. Esse foi o cenário encontrado pelo iG nesta quarta-feira, após a visita a cinco unidades públicas de saúde no Rio. Levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde – Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012) – aponta que a cidade tem o pior desempenho no acesso e na qualidade dos serviços de saúde pública entre todas as capitais do País.
O ranking do IDSUS é liderado por Vitória (7,08), Curitiba (6,96) e Florianópolis (6,67). O Rio teve 4,33 de pontuação. A reportagem foi às ruas da capital fluminense para verificar o que esse número representa no dia a dia. Foram visitados os hospitais Salgado Filho (rede municipal), Getúlio Vargas (estadual) e Geral de Bonsucesso (federal), além da UPA 24h da Penha (estadual) e do Centro de Saúde César Pernetta (municipal). A situação encontrada você confere a seguir.
Pacientes insatisfeitos
“Não estamos aqui para ver televisão”, reclamou uma mulher, que aguardava atendimento em um saguão com uma TV ligada. “Quando a senhora for atendida, reclame com o médico”, respondeu a atendente. Outra paciente dormia no banco. Eram 16h e a camareira Jurema de Souza, de 41 anos, esperava ser chamada desde as 11h. Com dores pelo corpo, de cabeça, torcicolo e tendinite, ela foi ao Centro Municipal de Saúde César Pernetta, no Méier, Zona Norte do Rio, após ter sido atendida na UPA de Marechal Hermes, quase 10 km dali.
“Lá, eles aplicaram uma injeção para aliviar um pouco a dor e pediram para vir pra cá completar a consulta e porque não davam atestado para apresentar no trabalho. Preciso desse documento, senão vão descontar R$ 21 pelo meu dia”, disse Jurema. “Minha filha também não estava sentindo-se bem quando saí de casa, mas preferiu ficar passando mal porque o atendimento demora muito. Mas acho que até 17h saio daqui”, completou, com esperanças.
Alguns pacientes relatavam que um equipamento usado nos exames de sangue tinha quebrado e só havia voltado a funcionar após cerca de três horas. A reportagem questionou a recepcionista qual era o tempo de espera pelo atendimento. Ela respondeu que havia um clínico geral recebendo os pacientes e foi taxativa. “Não vou te enganar, vai demorar muito. Tem gente esperando desde as 10h. Olha quantos estão na sua frente”, disse, mostrando um calhamaço de fichas.
Busca pelo atendimento
Poucos metros dali, ainda no bairro do Méier, a situação era menos crítica no Hospital Municipal Salgado Filho. A dona de casa Joyce Rosa, de 29 anos, aguardava a saída do marido que havia quebrado um dedo após prendê-lo na porta do carro. Chegaram à unidade do Méier às 14h e duas horas e meia depois ele foi chamado. Um período considerado curto para os padrões da saúde pública.
O casal, no entanto, estava fora de casa desde as 9h. Já havia passado pelo posto médico de Santa Cruz e Hospital Estadual Rocha Faria, mas as unidades não possuíam ortopedistas. “Quem não tem plano de saúde está perdido. É um descaso total. Não sei para quê pagamos impostos”, questionou ela, com o filho de dois anos no colo. A criança estava um pouco febril e também acabou sendo atendida no Hospital Salgado Filho.
Emergência escondida
A noite estava começando e a movimentação era intensa no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, Zona Norte do Rio. Vizinha ao Complexo do Alemão, a unidade possui uma das principais emergências da cidade. Na ala pediátrica, aproximadamente 100 mães aguardavam atendimento para seus filhos. A recepcionista informou que dois pediatras estavam de plantão e algumas pessoas aguardavam desde manhã.
A reportagem não pôde conferir como estava a sala de espera da emergência para adultos porque o local só era acessado por pacientes. Os acompanhantes deveriam deixar os enfermos e depois aguardar do lado de fora. Angustiadas, algumas pessoas reclamavam da falta de notícias e relatavam o cenário existente no interior do hospital: saguão lotado e alguns pacientes em macas aguardando atendimento.
A dona de casa Vera Lúcia da Silva, de 50 anos, questionava a demora. O irmão de 38 anos tinha sofrido uma convulsão, caído da escada e batido com a cabeça, o que gerou um ferimento grande. Segundo ela, uma tomografia havia sido realizada, mas, uma sutura, não. “Chegamos às 15h e já são 19h. É um absurdo. Colocaram uma fralda geriátrica na cabeça dele”, contou. As atendentes da emergência de adultos não informaram quantos médicos estavam de plantão.
UPA lotada
Perto dali, na UPA 24h da Penha, alguns pacientes aguardavam do lado de fora da unidade porque a sala de espera estava lotada. “Aqui não tem distribuição de senha, meu amigo. Vamos organizando como dá. Às vezes, no grito”, disse um paciente inconformado. A recepcionista informou que a situação estava conturbada porque estava ocorrendo a troca de plantões, mas não soube dizer quantos médicos estavam trabalhando, apenas que havia clínicos gerais.
Na UPA, o atendimento funcionava da seguinte forma: o paciente aguardava na fila improvisada do lado de fora, depois era convocado para preencher uma ficha, uma pré-seleção era feita e, então, ocorria o direcionamento ao médico. Eram mais de 19h e algumas pessoas aguardavam desde as 11h. Elas comentavam que um homem com falta de ar havia morrido no local à tarde, aguardando atendimento. A Secretaria Estadual de Saúde informou em nota que o paciente teve uma parada cardíaca enquanto esperava a realização de exames.
Desesperado, o comerciante Leandro Fernandes chegou à UPA com o pai Aloísio Fernandes, 67, na cadeira de rodas. O aposentado possui um problema urinário e não ia banheiro havia dois dias. Antes de chegar à UPA, o paciente já tinha passado pelo posto de saúde de São João de Meriti (Baixada Fluminense) e hospitais Geral de Bonsucesso e Getúlio Vargas. Os dois primeiros não possuíam urologistas. O terceiro possuía, mas precisava de um encaminhamento da UPA.
“Estamos na rua desde meio-dia.Vergonha é pouco para essa situação. Ver seu pai com uma idade avançada passando por isso. Só sinto vontade de chorar”, disse.
“Nem os animais são tratados assim”
Na porta do Hospital Geral de Bonsucesso um cartaz informava: “Estamos atendendo apenas casos de risco de morte e pacientes encaminhados da UPA, GSE e SAMU”. Questionada pela reportagem, a atendente disse que dois clínicos gerais estavam de plantão. Um ortopedista também estava, mas realizava uma cirurgia demorada. Não havia pediatras. “Estamos com superlotação. Essa é uma unidade apenas de suporte”, informou.
Para organizar o atendimento, os casos eram divididos por cores de fichas. Documentos vermelhos e amarelos tinham urgência. Azuis e verdes não eram urgentes. A autônoma Leice Monteiro, de 44 anos, estava no hospital desde meio-dia. Às 20h30 foi informada das cores das fichas e, para sua tristeza, descobriu que a sua havia sido classificada como verde.
“Por que não avisaram antes? A recepcionista disse que não tem previsão de atendimento para mim, ainda mais agora que trocou o plantão. Pelo visto, aqui você só é atendido se estiver baleado, à beira da morte”, disse a moradora de Ramos, que estava com dores pelo corpo e placas vermelhas nas pernas, nos braços e no rosto.
Antes do Hospital Geral de Bonsucesso, ela já havia passado pelas UPAs da Vila do João, da Maré e de Bonsucesso. “O ser humano é muito maltratado, nem os animais são tratados assim. É um absurdo chegar a uma unidade de saúde e não ser atendido. É nosso direito, o mínimo. Não vou esperar mais. Vou para casa. Lá, pelo menos, eu tenho uma cama para deitar”, declarou, quando já passava das 21h.
As informações são do repórter Anderson Dezan, do IG.
Juntos Somos Fortes!

'ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO" - A LISTA DE SIGNATÁRIOS CONTINUA AUMENTANDO...

BLOG A VERDADE SUFOCADA:
01/03 - ALERTA À NACÃO - Lista atualizada
"ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar (leia aqui), a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
Texto completo
O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.
A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns.
O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP).
O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria.
Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade” ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.
Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e os Oficiais superiores por ordem de adesão.
OFICIAIS GENERAIS
1 -Gen Pedro de Araujo Braga
2 - Gen Valdésio Guilherme de Figueiredo
3 - Gen Gilberto Barbosa de Figueiredo
4 - Gen Roberto Viana Maciel dos Santos
5 - Gen Francisco Batista Torres de Melo
6 - Gen Amaury Sá Freire de Lima
7- Gen Cássio Cunha
8 - Gen Aloísio Rodrigues dos Santos
9 - Gen Ulisses Lisboa Perazzo Lannes
10 - Gen Iberê Mariano da Silva
11 - Gen Marco Antonio Tilscher Saraiva
12 - Gen Aricildes de Moraes Motta
13 - Gen Eduardo Cunha da Cunha
14 - Gen Tirteu Frota
15 - Gen Miguel Monori Filho
16 - Gen César Augusto Nicodemus de Souza
17 - Gen Geraldo Luiz Nery da Silva
18 - Gen Marco Antonio Felício da Silva
19 - Gen Newton Mousinho de Albuquerque
20 - Gen Paulo César Lima de Siqueira
21 - Gen Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira
22 - Gem Hamilton Bonat
23 - Gen Elieser Girão Monteiro
24 - Gen Pedro Fernando Malta
25 - Gen Gilberto Serra
26 - Gen Mauro Patrício Barroso
OFICIAIS SUPERIORES
1 - Cel Carlos de Souza Scheliga
2 - Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra
3 - Cel Ronaldo Pêcego de Morais Coutinho
4 - Capitão-de-Mar-e-Guerra Joannis Cristino Roidis
5 - Cel Seixas Marques
6 - Cel Pedro Moezia de Lima
7 - Cel Cláudio Miguez
8 - Cel Yvo Salvany
9 - Cel Ernesto Caruso
10 - Cel Juvêncio Saldanha Lemos
11 - Cel Paulo Ricardo Paiva
12 - Cel Raul Borges
13 - Cel Rubens Del Nero
14 - Cel Ronaldo Pimenta Carvalho
15 - Cel Jarbas Guimarães Pontes
16 - Cel Miguel Netto Armando
17 - Cel Florimar Ferreira Coutinho
18 - Cel Av Julio Cesar de Oliveira Medeiros
19 - Cel.Av.Luís Mauro Ferreira Gomes
20 - Cel Carlos Rodolfo Bopp
21 - Cel Nilton Correa Lampert
22 - Cel Horacio de Godoy
23 - Cel Manuel Joaquim de Araujo Goes
24 - Cel Luiz Veríssimo de Castro
25 - Cel Sergio Marinho de Carvalho
26 - Cel Antenor dos Santos Oliveira
27 - Cel Josã de Mattos Medeiros
28 - Cel Mario Monteiro Campos
29 - Cel Armando Binari Wyatt
30 - Cel Antonio Osvaldo Silvano
31 - Cel Alédio P. Fernandes
32 - Cel Francisco Zacarias
33 - Cel Paulo Baciuk
34 - Cel Julio da Cunha Fournier
35 - Cel Arnaldo N. Fleury Curado
36 - Cel Walter de Campos
37 - Cel Silvério Mendes
38 - Cel Luiz Carvalho Silva
39 - Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha
40 - Cel Wadir Abbês
41 - Cel Flavio Bisch Fabres
42 - Cel Flavio Acauan Souto
43 - Cel Luiz Carlos Fortes Bustamante Sá
44 - Cel Plotino Ladeira da Matta
45 - Cel Jacob Cesar Ribas Filho
46 - Cel Murilo Silva de Souza
47 - Cel Gilson Fernandes
48 - Cel José Leopoldino
49 - Cel Evani Lima e Silva
50 - Cel Antonio Medina Filho
51 - Cel José Eymard Bonfim Borges
52 - Cel Dirceu Wolmann Junior
53 - Cel Sérgio Lobo Rodrigues
54 - Cel Jones Amaral
55 - Cel Moacyr Mansur de Carvalho
56 - Cel Waine Canto
57 - Cel Moacyr Guimarães de Oliveira
58 - Cel Flavio Andre Teixeira
59 - Cel Nelson Henrique Bonança de Almeida
60 - Cel Roberto Fonseca
61 - Cel Jose Antonio Barbosa
62 - Cel Jomar Mendonça
63 - Cel Carlos Sergio Maia Mondaini
64 - Cel Nilo Cardoso Daltro
65 - Cel Vicente Deo
66 - Cel Av Milton Mauro Mallet Aleixo
67 - Cel José Roberto Marques Frazão
68 - Cel Luiz Solano
69 - Cel Flavio Andre Teixeira
70 - Cel Jorge Luiz Kormann
71 - Cel Aluísio Madruga de Moura e Souza
72 - Cel Aer Edno Marcolino
73 - Cel Paulo Cesar Romero Castelo Branco
74 - Cel Carlos Leger Sherman Palmer
75 - Cel Gilberto Guedes Pereira
76 - Cel Carlos da Rocha Torres
77 - Cel Paulo Soares dos Santos
78 - Cel Mário Luiz de Oliveira
79 - Cel Wilson Musco
80 - Cel Luiz Fontoura de Oliveira Reis
81 - Cel Rubens Reinaldo Santana
82 - Cel Arthur Paulino Tapajoz de Souza
83 - Cel Josimar Gonçalves Bezerra
84 - Cel Affonso Correa de Araújo
85 - Cel Era Derli Stopato da Fonseca
86 - Cel Elmio David Dansa de Franco
87 - Cel Antonio Carlos Pinheiro
88 - Cel Av Silvio Brasil Gadelha
89 - Cel Av Sílvio Barreto Viana
90 - Cel Jorge Caetano Souza do Nascimento
91 - Cel Sérgio Augusto Machado Cambraia
91 - Cel Manoel Soriano Neto
92 - Cel Nelson Roque Vaz Musa
93 - Cel Rubens Vaz da Cunha
94 - Cel Mário Muzzi
95 - Cel Luiz Caramuru Xavier
96 - Cel Av Valdir Eliseu Soldatelli
97 - CMG (FN) Guilherme Gonzaga
98 - CMG Cesar Augusto Santos Azevedo
99 - Cel José Alberto Neves Tavares da Silva
100 - Cel Pedro Figueira Santos
101 - Cel Respício Antonio do Espírito Santos
102 - Cel Av Silvio da Gama Barreto Viana
103 - Cel Djair Braga Maranhoto
104 - Cel Airton Alcântara Gomes
105 - Cel Arcanjo Miguel Vanzan
106 - CMG Francisco Heráclio Maia do Carmo
107 - Cel Ary Vieira Costa
108 - Cel Ricardo Perera de Miranda
109 - CMG Edmundo Amaral Baptista
110 - Cel Coronel Nicolau Loureiro Neto
111 - Cel AV Sérgio Ivan Pereira
112 - CMG Geraldo da Fonseca
113 - Cel Nelsimar Moura Vandelli
114 - Cel Cesar Augusto de Jesus Magalhães
115 - Cel Rogério Oliveira da Cunha
116 - Cel José Augusto de Castro Neto
117 - Cel Benedito Luiz Longhi
118 - CMG Rogério Ferreira Esteves
119 - Cel Albérico da Conceição Andrade
120 - Cel Orlando Galvão Canário
121 - Cel AV José Alfredo de Tolosa Andrade
122 - Cel Pedro Arnóbio de Medeiros
123 - Cel Sérgio dos Santos Lima
124 - Cel Cezar Nunes de Araújo
125 - Cel Ivan Fontelles
126 - Cel Paulo Soares de Souza
127 - Cel Renato Brilhante Ustra
128 - Cel Ariel Rocha de Cunto
129 - Cel Rui Pinheiro Silva
130 - Cel Milton Moraes Sarmento
130 - Cel Paulo Sérgio da Silva Maia
131 - Cel Ney de Oliveira Waszak
132 - Cel Vanildo Braga Vilela
133 - Cel Aimar Baptista da Silva
134 - Cel Stelson Santos Pontes de azevedo
135 - Cel Jorge Baptista Ribeiro
136 - Cel Av Luiz Sérgio de Azevedo Ferreira
137 - Cel Ademar Antonio Eberl Garlippe
138 - Cel Luiz Osório Marinho Silva
139 - Cel Carlos Luiz Affonso
140 - CMG Francisco Santoro
141 - Cel Edilberto Gardona
142 - Cel Antonio Carlos de Andrade Pinheiro
143 - Cel Lauro Luck de Castro e Souza
144 - Cel Nelson Albuquerque Júnior
145 - Cel Joaquim Izídio Neto
146 - CMG Sérgio Ricardo Ferreira
147 - Cel Luiz Alberto Rosa Apel
148 - Cel Nilson Lemgruber Correa
149 - Cel Mario Miquelino Cunha Filho
150 - CMG Percival de Araújo Costa
151 - Cel Lencarte Lopes
152 - Cel Marcus Aurélius Minervino
153 - Cel Ricardo Dias Paiva
154 - Cel Antonio Francisco da Silva Polck
155 - Cel Everton Cesar Seraphim
156 - Cel Edson Ferreira Santiago
157 - Cel Ricardo Henrique O' Reilly
158 - Cel Cantídio Dantas
159 - Cel Rui Garavelo Machado
1 - T Cel Osmar José de Barros Ribeiro
2 - T Cel Mayrseu Cople Bahia
3 - T Cel José Cláudio de Carvalho Vargas
4 - T Cel Aer Jorge Ruiz Gomes
5 - T Cel Era Gilson Neves Campos
6 - T Cel Ronaldo Binari da Silva Freire.
7 - T Cel Aer Paulo Cezar Dockorn
8 - T Cel Nilton Setta
9 - T Cel Reinaldo Granato
10 - T Cel Fernando Batalha Monteiro
11 - T Cel Carlos Guimarães Ferreira
12 - T Cel Emerson Celso Nascimento Barroso
13 - T Cel Ricardo Cooper de Almeida
14 - T Cel José Nunes de Oliveira
15 - T Cel José Acioli Toscano Neto
16 - T Cel Silva Freire Nunes Oliveira
17 - Cap de Fragata Rafael Lopes Matos
18 - Cap De Fragata Theotônio Toscano
19 - T Cel José Nunes Oliveira
20 - T Cel Mario Santana Lima Junior
21 - T Cel José antonio Barbosa Franco
22 - T Cel Odone Corso
23 - T Cel Esp Av José Garcia Gomes
24 - T Cel Cunha Juan Enrique Vergara Canto
25 - T Cel Paulo Roberto Correa de Barros
26 - T Cel Roberto Campos Zuquim
27 - T Cel Ronaldo Tito Vieira do Canto
28 - T Cel Osmar José Gomes
29 - T Cel Jarbas de Souza
1 - Maj Paulo Roberto Dias da Cunha
2 - Maj Aer Josias de Freitas Duarte
3 - Maj Era Pedro Roberto Raffs Machado
4 - Maj Era Silvestre Beal
5 - Cap de Corveta Ernesto Moraes
6 - Maj Júlio Augusto de Oliveira Soares
Oficiais Capitães
1 - Cap Aer Antonio Pinto
2 - Cap Nildo Brands
Oficiais subalternos
1 - 1º Ten Aldeir Vieira Jacques
2 - 1º Ten Erion Renato Franco Pozzobon
3 - 2º Ten José Vargas Jiménez
4 - 2º Ten Aparecido Brumer
Subtenentes
1 - Sub Ten Antonio Carlos mesquita do Amaral
2 - Sub Of (FN) Ronaldo José Ribeiro
3 - Sub Of Antonio Correa da Silva Filho
Sargentos
1 - 1º Sgt (FN) Geraldo bandeira André
2 - 2º Sgt Sarides Ferreira de Freitas
CIVIS
1 - Fernado Antoniazzi
2 - Marcus Antonio Marques Noleto
3 - Murilo Patriota
4 - Carlos Portugal
5 - Adelino Mac Cord Paulo Abud
6 - Luis Augusto Muller
7 - Barbara Betsy Santiago
8 - Maria Joseíta Silva Brilhante Ustra - responsável pelo site www.averdadesufocada.com
As novas adesões serão incluídas - inclusive de civis - ao serem solicitadas pelo e-mail : marco.felicio@yahoo.com
Comento:
Eu solicitei a minha inclusão através do email, já tinha solicitado em um artigo no blog.
Juntos Somos Fortes!

REVISTA VEJA - SEM LIMITES PARA A IDIOTIA - UM MINUTO COM AUGUSTO NUNES.


Juntos Somos Fortes!

PMERJ - CBMERJ - PROCESSOS ADMINISTRATIVOS DISCIPLINARES.

Eu recebi alguns emails perguntado se era verdade o noticiado de que o Cabo BM Daciolo poderá ser expulso na próxima 2a feira. O que me fez escrever esse breve artigo. Eu não conheço o contido nos autos do PAD e nem quando foi iniciado, mas pelo que li na imprensa, na 2a feira ocorrerá a decisão dos membros (colegiado). Se a memoria não está traindo o organizador desse blog, o primeiro recurso da defesa é exatamente com relação a  tal decisão, caso seja desfavorável ao Bombeiro Militar. Seguem-se outros recursos na área administrativa com relação à decisão do Comandante Geral do CBMERJ e ao secretário estadual de defesa civil. Portanto, a decisão final não ocorrerá no início da semana que vem.
Juntos Somos Fortes!

RIO DE JANEIRO - ANIVERSÁRIO - PEDIDO.

A cidade do Rio de Janeiro completa mais um ano de sua fundação (01 MAR 1565), parabéns!
O que pedir?
Democracia já!
Juntos Somos Fortes!

FORÇAS ARMADAS: AMORIM MANDA PUNIR 100 OFICIAIS DA RESERVA.

JORNAL O GLOBO:
Forças Armadas vão punir os cem militares que assinaram manifesto.
Eles contestaram a autoridade do ministro da Defesa, Celso Amorim.
BRASÍLIA - O ministro da Defesa, Celso Amorim, decidiu nesta quarta-feira, em conversa com os três comandantes militares, que os cem oficiais da reserva que assinaram o manifesto "Alerta à Nação - eles que venham, aqui não passarão" serão repreendidos por suas respectivas forças. A punição pela indisciplina depende do regulamento de cada um, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, e varia de uma simples advertência até a exclusão da força. Mesmo militares da reserva podem ser excluídos.
Nesse texto, os militares da reserva criticaram a interferência do governo no site do Clube Militar e o veto a um texto ali publicado que critica a presidente Dilma Rousseff e duas ministras. Nesse "Alerta à Nação", os oficiais afirmam não reconhecer "qualquer tipo de autoridade ou legitimidade” de Celso Amorim.
"Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade", diz o documento (Leiam).
Comento:
Disciplina não é sinônimo de subserviência, como tenho escrito nesse espaço democrático desde a sua criação, assim como, urge que entendam que militares federais e estaduais não podem ser tratados como "meio cidadãos", aos quais são impostas restrições de direitos, baseadas em regulamenteos draconianos e muitos deles anteriores à constituição cidadã de 1988.
Juntos Somos Fortes!

RIO DE JANEIRO: PMERJ - CBMERJ - "ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO".

Prezados Oficiais da PMERJ e do CBMERJ, os senhores assistiram passivamente Oficiais e Praças de suas heróicas corporações militares serem atirados nos "porões" de Bangu 1, como se fossem os piores criminosos do Rio de Janeiro. A inércia dos senhores está tendo continuidade na forma como estão sendo instaurados e desenvolvidos IPMs e PADs objetivando condenar e expulsar sumariamente esses "criminosos" que estão lutando por melhores salários, inclusive para os senhores e suas famílias. 
Diante desse quadro aterrador, deixo uma pergunta para os senhores Oficiais:
- De quem herdaram tanta passividade?
Não li uma nota de qualquer um dos nosos clubes ou associações.
Juntos Somos Fortes!

DILMA E AMORIM QUEREM QUE FORÇAS ARMADAS PUNAM RESERVISTAS QUE ASSINARAM MANIFESTO.

BLOG DO REINADLDO AZEVEDO:
29/02/2012
às 22:44
Dilma e Amorim querem que Forças Armadas punam reservistas que assinaram manifesto. “Ó glória de mandar! Ó vã cobiça!”
Ai, ai… Vou ter de lembrar trecho da Estrofe 95 de Os Lusíadas, de Camões, quando O Velho do Restelo recomenda cuidado aos portugueses… Assim:
“Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
Desta vaidade, a quem chamamos Fama!
Ó fraudulento gosto, que se atiça
C’uma aura popular, que honra se chama!”
A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Defesa, Celso Amorim, continuam tomados pela “glória de mandar”, um “fraudulento gosto”, como definia o Velho… Os dois decidiram mandar as três Forças — Exército, Marinha e Aeronáutica — punir os militares da reserva que assinaram um novo texto de protesto. Dilma é a primeira presidente a arrumar confusão com os clubes militares e com reservistas. Por quê? Por causa da “glória de mandar”, da “vã cobiça”.
*
O ministro da Defesa, Celso Amorim, decidiu nesta quarta-feira, em conversa com os três comandantes militares, que os cem oficiais da reserva que assinaram o manifesto “Alerta à Nação - eles que venham, aqui não passarão” serão repreendidos por suas respectivas forças. A punição pela indisciplina depende do regulamento de cada um, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, e varia de uma simples advertência até a exclusão da força. Mesmo militares da reserva podem ser excluídos.
Nesse texto, os militares da reserva criticaram a interferência do governo no site do Clube Militar e o veto a um texto ali publicado que critica a presidente Dilma Rousseff e duas ministras. Nesse “Alerta à Nação”, os oficiais afirmam não reconhecer “qualquer tipo de autoridade ou legitimidade” de Celso Amorim.
“Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade”, diz o documento.
Como no manifesto vetado no site do Clube Militar, o documento de terça-feira também critica a criação da Comissão da Verdade. “A aprovação da Comissão da Verdade foi um ato inconsequente, de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo”.
O texto publicado no site do Clube Militar atribuía à ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e à ministra da Secretaria Especial de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, declarações que estariam a serviço do que classificaram de “minoria sectária”, disposta a reabrir feridas do passado. O primeiro manifesto polêmico foi assinado pelos presidentes do Clube Militar, Renato Cesar Tibau Costa; do Clube Naval, Ricardo Cabral; e do Clube da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista, todos já na reserva.
No texto, dizem que Rosário vem apregoando a possibilidade de apresentação de ações judiciais para criminalizar agentes da repressão, enquanto Eleonora teria usado a cerimônia de posse - em 10 de fevereiro - para tecer “críticas exacerbadas aos governos militares”, sendo aplaudida por todos, até pela presidente. Eleonora foi presa durante a ditadura militar e, na cadeia, conheceu Dilma.
O texto diz ainda que o Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante e diz que as Forças Armadas são a instituição com maior credibilidade na opinião pública.
Por Reinaldo Azevedo.
Juntos Somos Fortes!

"ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO" - EU TAMBÉM ASSINO.

BLOG DO REINALDO AZEVEDO:
29/02/2012
às 4:11
Íntegra de novo manifesto de militares da reserva
“ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.
A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns.
O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP).
O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria.
Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade” ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.
Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e os Oficiais superiores por ordem de adesão.
OFICIAIS GENERAIS
Gen Gilberto Barbosa de Figueiredo
Gen Amaury Sá Freire de Lima
Gen Cássio Cunha
Gen Ulisses Lisboa Perazzo Lannes
Gen Marco Antonio Tilscher Saraiva
Gen Aricildes de Moraes Motta
Gen Tirteu Frota
Gen César Augusto Nicodemus de Souza
Gen Marco Antonio Felício da Silva
Gen Bda Newton Mousinho de Albuquerque
Gen Paulo César Lima de Siqueira
Gen Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira
Gen Elieser Girão Monteiro
OFICIAIS SUPERIORES
T Cel Carlos de Souza Scheliga
Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra
Cel Ronaldo Pêcego de Morais Coutinho
Capitão-de-Mar-e-Guerra Joannis Cristino Roidis
Cel Seixas Marques
Cel Pedro Moezia de Lima
Cel Cláudio Miguez
Cel Yvo Salvany
Cel Ernesto Caruso
Cel Juvêncio Saldanha Lemos
Cel Paulo Ricardo Paiva
Cel Raul Borges
Cel Rubens Del Nero
Cel Ronaldo Pimenta Carvalho
Cel Jarbas Guimarães Pontes
Cel Miguel Netto Armando
Cel Florimar Ferreira Coutinho
Cel Av Julio Cesar de Oliveira Medeiros
Cel.Av.Luís Mauro Ferreira Gomes
Cel Carlos Rodolfo Bopp
Cel Nilton Correa Lampert
Cel Horacio de Godoy
Cel Manuel Joaquim de Araujo Goes
Cel Luiz Veríssimo de Castro
Cel Sergio Marinho de Carvalho
Cel Antenor dos Santos Oliveira
Cel Josã de Mattos Medeiros
Cel Mario Monteiro Campos
Cel Armando Binari Wyatt
Cel Antonio Osvaldo Silvano
Cel Alédio P. Fernandes
Cel Francisco Zacarias
Cel Paulo Baciuk
Cel Julio da Cunha Fournier
Cel Arnaldo N. Fleury Curado
Cel Walter de Campos
Cel Silvério Mendes
Cel Luiz Carvalho Silva
Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha
Cel Wadir Abbês
Cel Flavio Bisch Fabres
Cel Flavio Acauan Souto
Cel Luiz Carlos Fortes Bustamante Sá
Cel Plotino Ladeira da Matta
Cel Jacob Cesar Ribas Filho
Cel Murilo Silva de Souza
Cel Gilson Fernandes
Cel José Leopoldino
Cel Evani Lima e Silva
Cel Antonio Medina Filho
Cel José Eymard Bonfim Borges
Cel Dirceu Wolmann Junior
Cel Sérgio Lobo Rodrigues
Cel Jones Amaral
Cel Moacyr Mansur de Carvalho
Cel Waine Canto
Cel Moacyr Guimarães de Oliveira
Cel Flavio Andre Teixeira
Cel Nelson Henrique Bonança de Almeida
Cel Roberto Fonseca
Cel Jose Antonio Barbosa
Cel Cav Ref Jomar Mendonça
Cel Nilo Cardoso Daltro
Cel Carlos Sergio Maia Mondaini
Cel Nilo Cardoso Daltro
Cel Vicente Deo
Cel Av Milton Mauro Mallet Aleixo
Cel José Roberto Marques Frazão
Cel Luiz Solano
Cel Flavio Andre Teixeira
Cel Jorge Luiz Kormann
Cel Aluísio Madruga de Moura e Souza
Cel Aer Edno Marcolino
Cel Paulo Cesar Romero Castelo Branco
Cel CARLOS LEGER SHERMAN PALMER
Capitão-de-Mar-e-Guerra Cesar Augusto Santos Azevedo
TCel Osmar José de Barros Ribeiro
T Cel Mayrseu Cople Bahia
TCel José Cláudio de Carvalho Vargas
TCel Aer Jorge Ruiz Gomes.
TCel Aer Paulo Cezar Dockorn
Cap de Fragata Rafael Lopes Matos
Maj Paulo Roberto Dias da Cunha
OFICIAIS SUBALTERNOS
2º Ten José Vargas Jiménez
Por Reinaldo Azevedo
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MILITARES DA RESERVA REDIGEM NOVO DOCUMENTO COM CRÍTICAS AO GOVERNO: "ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO".

Prezados leitores, bom dia!
BLOG DO REINALDO AZEVEDO:
29/02/2012
às 6:07
Militares da reserva redigem novo documento com críticas ao governo: “Eles que venham. Por aqui não passarão”
A presidente Dilma Rousseff — e algo me diz que o fez estimulada por Celso Amorim, ministro da Defesa — resolveu escolher a desnecessidade. E fez bobagem! No dia 16, os três clubes militares divulgaram uma nota protestando contra intervenções da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Mulheres). Consta que a soberana não gostou e, em nome da subordinação que mesmo o militares da reserva devem aos respectivos comandos — e, pois, a ela própria e a Amorim —, cobrou que o texto fosse retirado do ar. Foi…
Ocorre que os clubes militares são entidades associativas que têm o direito de protestar contra o que bem entender, nos limites da lei. Opinião de uma entidade que reúne reservistas não é sublevação — um exagero à altura de Amorim, que é chegadito a dar demonstrações ociosas de autoridade. Mas foi tratada como se fosse. Naquele texto, os militares destacam um trecho do discurso de Dilma Rousseff, tão logo eleita, e o contrastaram com intervenções das duas ministras. Leiam trechos:
“Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte, não haverá discriminação, privilégios ou compadrio. A partir da minha posse, serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.”
No dia 31 de outubro de 2010, após ter confirmada a vitória na disputa presidencial, a Sra Dilma Roussef proferiu um discurso, do qual destacamos o parágrafo acima transcrito. Era uma proposta de conduzir os destinos da nação como uma verdadeira estadista.
(…)
Ao completar o primeiro ano do mandato, paulatinamente vê-se a Presidente afastando-se das premissas por ela mesma estipuladas. Parece que a preocupação em governar para uma parcela da população sobrepuja-se ao desejo de atender aos interesses de todos os brasileiros.
(…)
Na quarta-feira, 8 de fevereiro, a Ministra da Secretaria de Direitos Humanos concedeu uma entrevista à repórter Júnia Gama, publicada no dia imediato no jornal Correio Braziliense, na qual mais uma vez asseverava a possibilidade de as partes que se considerassem ofendidas por fatos ocorridos nos governos militares pudessem ingressar com ações na justiça, buscando a responsabilização criminal de agentes repressores, à semelhança ao que ocorre em países vizinhos. Mais uma vez esta autoridade da República sobrepunha sua opinião à recente decisão do STF, instado a opinar sobre a validade da Lei da Anistia. E, a Presidente não veio a público para contradizer a subordinada.
Dois dias depois tomou posse como Ministra da Secretaria de Política para as Mulheres a Sra Eleonora Menicucci. Em seu discurso a Ministra, em presença da Presidente, teceu críticas exacerbadas aos governos militares e, se auto-elogiando, ressaltou o fato de ter lutado pela democracia (sic), ao mesmo tempo em que homenageava os companheiros que tombaram na refrega. A platéia aplaudiu a fala, incluindo a Sra Presidente. Ora, todos sabemos que o grupo ao qual pertenceu a Sra Eleonora conduziu suas ações no sentido de implantar, pela força, uma ditadura, nunca tendo pretendido a democracia.”
(…)
Voltei
Nunca apoiei, não apóio e não apoiarei insubordinação militar. Mas reitero que os três clubes militares (do Exército, da Marinha e da Aeronáutica) têm caráter associativo e, antes de mais nada, lembre-se, não dispõem de armas. Acima, vai uma análise de caráter político, concernente à categoria, que está perfeitamente adequada ao regime democrático. Em tempo: no mérito, o texto está certo nas duas coisas:
a) a fala de Maria do Rosário, com efeito, afronta decisão do Supremo;
b) Eleonora pertenceu a um grupo terrorista que nunca quis saber de democracia.
Que mal há em lidar com a verdade?
Dilma e Amorim não tinham de bulir com os clubes. Mas sabem como é a tentação do mando… Pressionaram para que a nota fosse retirada do ar. Agora, em novo texto, divulgado nesta terça, 98 militares da reserva reafirmam os termos daquele primeiro manifesto e publicam um protesto ainda mais duro, intitulado: “ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO” (leia íntegra). O documento está na Internet, à espera de adesões (íntegra aqui). Seguem trechos:
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser à sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.
(…)
O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) à altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP).
(…)
Voltei
Pois é. Entre os signatários, estão 13 oficiais generais. Militares da reserva não provocam crise. Já uma Dilma e um Amorim meio destrambelhados… Desde a redemocratização, é a primeira vez que um presidente da República tem esse tipo de comportamento. E foi uma tolice.
Sei não… Acho que estão faltando um pouco de habilidade a Dilma na relação com os militares e, quem sabe?, um tantinho de decoro. Ontem, por exemplo, houve uma cerimônia de homenagens póstumas na Base Aérea do Galeão, no Rio, ao primeiro-sargento Roberto Lopes dos Santos e ao suboficial Carlos Alberto Figueiredo, que morreram no sábado tentando combater o incêndio na Estação Antártica Comandante Ferraz. Estavam lá Amorim, o vice-presidente Michel Temer e o comandante da Marinha.
Dilma tinha outros compromissos. Os dois corpos foram levados ao Rio em um Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB). Os militares foram promovidos ao posto de segundo-tenente, admitidos na Ordem do Mérito da Defesa, e suas respectivas famílias receberam a Medalha Naval de Serviços Distintos.
Mas onde estava Dilma? Em Recife, entregando 480 unidades habitacionais a famílias que foram removidas de palafitas, no bairro de Brasília Teimosa. Estava longe da notícia não-virtuosa. O evento renderia uma fotografia mais alegre. Não foi uma atitude muito decorosa da comandante-em-chefe das Forças Armadas…
PS - Comentem com moderação. Este blog não apóia arroubos de autoritarismo do governo nem manifestações de quebra da ordem legal — em consonância, diga-se, com militares da ativa e da reserva.. Já dei palestra duas vezes no Clube Militar do Exército. Nunca ouvi por ali, nem remotamente, a defesa da indisciplina.
Por Reinaldo Azevedo
Juntos Somos Fortes!