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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

NÃO REELEJA NINGUÉM.

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
- O PT estremece com Sarney:
Obedecendo a ordens diretas do Palácio do Planalto, os três senadores do PT no Conselho de Ética votaram a favor de José Sarney (PMDB-AP) e ajudaram a manter arquivados todos os 11 processos contra o presidente da Casa. O resultado abriu uma crise sem precedentes na bancada petista, informa o Estadão. Flávio Arns (PT-PR) anunciou que deixará o partido. Aloizio Mercadante (PT-SP), líder do partido que ameaçou deixar o cargo há dois dias, diz que fica, mas está isolado pelo Planalto. “O PT jogou a ética no lixo e vai ter de achar outra bandeira”, disse Arns. A oposição também criticou o posicionamento do partido. “O PT arrebentou a sua história”, afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). O arquivamento das denúncias contra Sarney foi determinado horas antes da reunião do Conselho de Ética, na sede provisória do governo Lula, com seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho. Alguns senadores, conta a manchete da Folha (para assinantes), votaram constrangidos, fora do microfone. Em seguida, conforme combinado entre governo e oposição, PT e PMDB votaram a favor do arquivamento do processo contra o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM). José Sarney e sua tropa de choque consideraram resolvida a crise do Senado.
- O PT estremece sem Marina:
Horas antes do desfecho do caso José Sarney no Senado, a senadora Marina Silva dava o primeiro sinal do que o PT vai ter de enfrentar a partir de agora ao anunciar sua saída do partido, depois de 30 anos de militância. “Não tenho mais a ilusão de partidos perfeitos”, disse ela. Em carta enviada ao presidente do PT, Ricardo Berzoini, Marina afirmou que não há mais espaço dentro do partido para suas ideias. Nascida na Amazônia (morou no interior do Acre até os 16 anos, quando foi alfabetizada), Marina filiou-se ao PT em 1985 e ajudou a fundar o partido do Acre. Em 1995 chegou ao Senado e foi reeleita em 2002, mas deixou o cargo para assumir o Ministério do Meio Ambiente, onde entrou em choque direto com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do governo Lula ao Planalto. Na época do embate, como lembra a Folha (para assinantes), Marina chegou a afirmar que “perdia o pescoço, mas não perdia o juízo”.
- Mais denúncias contra Sarney:
A manchete do Estadão mostra que, no mesmo dia em que José Sarney (PMDB-AP) foi absolvido pelo Conselho de Ética, a direção-geral da Casa validou 45 atos secretos, entre eles os que deram emprego a parentes e aliados do senador. Continuam oficialmente empregadas Maria do Carmo Macieira, sobrinha de Sarney, Nathalie Rondeau, filha do ex-ministro e afilhado político, Silas Rondeau, e Alba Lima, mulher de Chiquinho Escórcio, aliado do senador. A direção alega que os anistiados têm exercido sua função devidamente. Outros 34 servidores nomeados por atos secretos, inclusive o namorado da neta de Sarney, aguardam análise. Já a Folha (para assinantes) traz reportagem contando que a sócia de uma das netas de Sarney foi nomeada duas vezes por atos secretos. Entrevistada pela Folha, Zenicéia de Assis afirmou que pediu emprego para Fernando Sarney, filho do senador, e que assessores do gabinete do presidente da Casa ligaram diretamente para ela para avisar sobre as nomeações.
- Conta difícil:
Na primeira divulgação de resultados depois da saída da secretária Lina Vieira do comando, a Receita Federal derrapou. Em julho, o governo arrecadou de impostos, taxas e contribuições menos do que a média do ano. O resultado foi pior do que esperava o Ministério da Fazenda. Os contribuintes deixaram no cofre da União R$ 58,7 bilhões, quantia 9,4% menor que a de julho do ano passado. A Folha (para assinantes) lembra que quedas na arrecadação em momentos de economia retraída são comuns, pois trata-se basicamente de uma parte dos salários de trabalhadores e lucros e vendas de produtos de empresas. Mas ressalta que, desta vez, o declínio da arrecadação supera em muito o da produção e da renda do país. Além da queda na arrecadação, o endividamento do governo aumentou. Não por causa da receita menor, mas principalmente pelo aporte de capital no BNDES, para que o banco público elevasse financiamentos para empresas no período mais agudo da crise econômica mundial.
- TCU vê sobrepreço na Petrobras:
Chegou à CPI da Petrobras o primeiro lote de documentos com o resultado de uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). Eles mostram que há indícios de superfaturamento de pelo menos R$ 121 milhões na obra da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e acusam o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, de sonegar documentos. Segundo o Estadão, a obra da refinaria foi financiada pela Petrobras em parceria com a estatal Petróleos de Venezuela S.A. O TCU investigou uma série de contratos da refinaria e pelo menos quatro deles, que somam mais de R$ 2 bilhões, estão sob suspeita de sobrepreço. Também há indícios de existência de funcionários fantasmas para justificar gastos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

UM CONTO DE DUAS SUBSERVISAS - DEMÉTRIO MAGNOLI - SOCIÓLOGO.

Dilma Rousseff e Lina Vieira são subversivas, mas em tempos diferentes. Dilma rebelou-se contra a ordem no passado, usando a mentira factual para combater a verdade de um poder ilegítimo. Lina insurge-se contra a ordem no presente, usando a verdade factual para desmascarar a mentira de um poder legítimo, mas abusado.
Ano passado, o senador Agripino Maia sugeriu que as mentiras contadas pela jovem Dilma nos porões indicariam uma propensão da ministra a mentir ao Senado sobre o dossiê elaborado na Casa Civil contra Ruth Cardoso. A resposta da ministra cortou o ar como a espada de um samurai: "Diante da tortura, quem tem dignidade fala mentira. Aguentar tortura é dificílimo. Me orgulho de ter mentido porque salvei companheiros da mesma tortura e da morte."
Agripino Maia iniciou sua carreira política na Arena, o partido situacionista na ditadura militar. A sua pergunta infeliz à ministra evidenciou a persistência de um desvio de princípio. Nas democracias, diante das autoridades policiais e judiciárias, um acusado tem o direito de calar para não se incriminar. Desse direito decorre o direito sagrado à mentira diante dos torturadores. Ele devia saber disso.
A resposta da ministra não foi submetida ao crivo da crítica, em virtude de sua carga emotiva. Mas ela estava errada ao justificar a mentira por meio da sua finalidade útil. A jovem Dilma pertenceu à VAR-Palmares, uma organização que se enxergava como vanguarda do proletariado e ferramenta de uma história em rota rumo ao porto do socialismo. A mentira nos porões servia não só para salvar companheiros, mas sobretudo para preservar a organização revolucionária. Mas essa justificativa política e moral da mentira só funciona no universo lógico do militante que pensa possuir a chave mágica de um futuro redentor.
A lógica da militante está presente na resposta da ministra. Ela podia ter dito que mentiu porque os que a interrogavam não tinham nenhum direito de fazê-lo. Mas preferiu dizer o que disse - e sua escolha tem significado. Justificar a mentira pela sua utilidade política é abrir uma senda perigosa, que desconhece a fronteira entre a ditadura e a democracia. Sob a lógica utilitária, Lula poderá um dia dizer que alegou nada saber a respeito do mensalão a fim de preservar um governo devotado a salvar o povo da "elite que manda no Brasil há 500 anos". No mesmo diapasão, Antonio Palocci pode confessar, no futuro, que determinou a quebra do sigilo bancário de uma testemunha com a finalidade de conservar a racionalidade de uma política econômica contestada no núcleo do PT. E, como cada um elege valores segundo critérios de consciência individual, José Sarney fica moralmente autorizado a esclarecer, amanhã, que mentiu sem parar sobre os atos secretos do Senado para proteger os interesses de seus filhos, primos, sobrinhos, afilhados e netos...
Lina converteu-se em perigosa subversiva ao assumir o cargo de secretária da Receita Federal. O seu gesto de insurgência consistiu em cumprir a lei - ou seja, conferir tratamento igual a todos os contribuintes. A adesão à lei representa uma corajosa ruptura com a norma, num tempo em que o princípio da impessoalidade na administração pública experimenta uma baixa sem precedentes.
No Brasil de Lula, elaboram-se teorias sobre as virtudes da distinção. As universidades, em nome da justiça social, selecionam candidatos segundo a cor da pele (na prática, muitas vezes segundo o alinhamento ideológico a ONGs do movimento negro). O governo, em nome da projeção externa de uma empresa nacional, muda a lei de telecomunicações de modo a favorecer os empresários que financiaram a fundo perdido os negócios do filho do presidente. O próprio Lula declara que o ex-presidente no comando do Senado, hoje seu aliado político, não deve ser escrutinado como uma pessoa comum. Sobre essa tela de fundo, o gesto de Lina equivale a uma conclamação revolucionária.
Conheço uma professora universitária que se esqueceu de lançar no imposto de renda uma receita simbólica, de umas centenas de reais, pela participação eventual numa banca de doutorado. Anos depois, a falha valeu-lhe uma cobrança da Receita que, acrescida de multa e juros, importava em milhares de reais. Quando Lina resolveu que grandes empresas privadas (leia-se: generosos financiadores de campanhas eleitorais) mereciam abordagem similar, chegaram à imprensa rumores de que a secretária havia se cercado de "sindicalistas", aparelhando o órgão.
No passo seguinte, Lina impugnou uma manobra contábil da Petrobras que "economiza" o pagamento de bilhões em impostos. A ousadia de mexer com a estatal intocável, um ícone da pátria no panteão do nacionalismo de araque, selou-lhe a sorte. A máquina de difamação disseminou um diagnóstico de incompetência da secretária, que seria a responsável pela inevitável queda na arrecadação no curso do ciclo recessivo. Por ordem do Planalto, a subversiva foi demitida.
A imprensa apurou que, na trajetória da insurreição, os caminhos de Dilma e de Lina se cruzaram. A ministra teria solicitado uma reunião sigilosa com a secretária, na qual pediu o célere encerramento de uma investigação fiscal da família Sarney. Lina confirmou a história, oferecendo sua palavra como garantia. Dilma negou a existência da própria reunião.
Mais uma vez, tudo gira em torno da verdade factual. A ministra podia ter dito que sim, se reuniu a sós com Lina, porém não pediu que tratasse Sarney como um homem incomum. Mas escolheu um caminho que faz da existência da reunião uma comprovação lógica de que existiu também o pedido. Agora, surgiu uma testemunha ocular do agendamento da reunião: chama-se Iraneth Weiler e (ainda) ocupa a chefia de gabinete do secretário da Receita. É uma prova de crime e caberia a Dilma refutá-la factualmente. A não ser que ela pense mesmo que o valor da verdade se mede pela sua utilidade.
DEMÉTRIO MAGNOLI é sociólogo e doutor em geografia humana pela USP.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 17 de junho de 2009

CONSELHEIROS DA PETROBRAS - SERÁ VERDADE?

Recebemos uma informação através de email, que nos fez buscar a melhor posição na cadeira várias vezes.
O Circo Brasil é capaz de produzir os espetáculos mais absurdos, quase inimagináveis, porém, sempre nos assombramos.
Enquanto rola uma luta contra o início da CPI da Petrobras, coisas estranhas parecem brotar das bombas de combustíveis.
No email consta que segundo o jornal Valor, de 11 de maio de 2009, os Conselheiros da Petrobras recebem salários fantásticos, considerando o valor do salário mínimo nacional.
"Ata da Assembléia Geral Ordinária da Petrobras", de 8 de abril de 2009:
Valor de reserva para pagamento para os 9 Conselheiros: R$ 8.266.600,00.
Valor anual para cada Conselheiro: R$ 918.511,11.
Valor mensal: R$ 76.542,59.
Imaginamos quantas pessoas no Brasil recebem salários tão elevados...
Pior, segundo consta, seriam conselheiros da Petrobras:
- Ministra da Casa Civil: Dilma Vana Rousseff.
- Ministro da Fazenda: Guido Mantega.
- Secretário de comunicaçoes: Franklin Martins.
- Gen Ex R1 Albuquerque- Ex Cmt do Exército Brasileiro.
Realmente, a Petrobras merece uma CPI, melhor, várias CPIs.
Imaginamos que CONSELHOS dão esses CONSELHEIROS...
Por favor, caso algum leitor possa desmentir essa catástrofe, nos avise, teremos prazer em publicar uma outra versão.
A população alfabetizada deve começar imediatamente a se mobilizar para que um dia possamos sonhar em mudar esse quadro que nos ofende, mais ainda, nos humilha.
Cidadão fluminense, comece a sua mobilização no dia 20, às 10:00 horas, na Praia de Copacabana.
Venha juntar o seu grito ao nosso grito:
RIO DE JANEIRO: UM GRITO PEDINDO SOCORRO!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 27 de maio de 2009

NA POLÍTICA DO CIRCO BRASIL, A FESTA CONTINUA...

REVISTA ÉPOCA:
O FILTRO - JULIANO MACHADO.
- PMDB quer PT fora da disputa eleitoral em ao menos 10 Estados.
O tão cobiçado apoio do PMDB à candidatura de Dilma Rousseff vai custar bem caro para o PT, pelo menos politicamente. Uma reportagem do Globo (íntegra para assinantes) diz que os peemedebistas vão entregar a Lula uma lista de reivindicações que inclui “limpar” o caminho do partido em Estados onde há conflitos entre as duas legendas, uma situação que se observa em pelo menos 10 corridas eleitorais estaduais. O pedido do PMDB é claro: o PT deve sacrificar suas candidaturas, caso sejam inconvenientes para o principal aliado – caso de Minas Gerais, em que o ministro peemedebista Helio Costa é favorito para ser o próximo governador, e o PT hesita entre Fernando Pimentel e Patrus Ananias. “No Planalto, a pressão do PMDB não foi bem recebida, mas a ordem é não enfrentar o aliado e tentar empurrar as definições com a barriga até 2010”, diz o jornal. Pode ser que o PT, enfraquecido pela CPI da Petrobras, não tenha tanta margem de manobra diante do parceiro gigante.
- Lula, futuro presidente da Petrobras?
Por uma falha técnica, os jornalistas que aguardavam a entrevista coletiva que seria dada pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez, em Salvador, puderam escutar o áudio do encontro reservado entre os dois e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Chávez se queixou do fracasso no acordo estratégico entre a Petrobras e a PDVSA (estatal petrolífera venezuelana), que ainda não investiu um centavo na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, mas ainda assim quer ter o direito de vender o óleo importado no Brasil – exclusividade da companhia brasileira. “Lamentável não sermos capazes de fazer um acordo. Confesso que estou frustrado. A culpa é dos dois governos”, disse Chávez. Mas a frase mais curiosa coube a Lula, tentando descontrair o ambiente depois de Gabrielli pedir mais 90 dias para resolver as pendências da refinaria binacional, como relata o Correio Braziliense (para cadastrados). “Se eu conseguir eleger a Dilma (Rousseff, ministra da Casa Civil), eu já disse para o Gabrielli, eu vou ser o presidente da Petrobras e você, Gabrielli, vai ser meu assessor, e o acordo (com a Venezuela) vai sair”. Seria só uma brincadeira mesmo? Dada a veneração de Lula pela Petrobras, fica aquela indagação no ar.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 24 de maio de 2009

O PRESIDENTE LULA E A CPI DA PETROBRAS.

JORNAL EXTRA - AROEIRA
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

BRASILEIRO ENQUANTO VOCÊ DORME, "ELES" TRABALHAM...

O GLOBO - CAPA
As Organizações Não Governamentais nasceram para a promoção do voluntariado, um exercício de cidadania, porém, alguns políticos dessa terra abençoada por Deus, destruíram inúmeras dessas organizações, que utilizam para a consecução dos seus objetivos mais perservos.
Acorde, povo brasileiro!
Abandone o seu "BERÇO ESPLÊNDIDO"!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 18 de maio de 2009

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

- CPI da Petrobras vira ringue antes de começar:
Depois de a base aliada não conseguir impedir a criação da CPI da Petrobras, começou a guerra de declarações sobre o assunto. No sábado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou a oposição de “irresponsável” por forçar a assinatura do requerimento, ao que foi respondido em seguida por uma nota do PSDB: “irresponsável é quem não fiscaliza a Petrobras”. O Estadão informa que os líderes tucanos não vão aceitar o depoimento do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, como “moeda de troca” para impedir a instalação da CPI. “Não tapo meus ouvidos para ninguém, mas uma coisa não invalida a outra”, afirmou o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM). De Riad, na Arábia Saudita, Lula retrucou e realimentou o que ele mesmo chamou de “briga de adolescentes”.
Qual será o próximo round dessa “saudável” disputa?
- Maioria dos sindicatos patronais é de fachada:
Está na manchete da Folha (para assinantes): assim como a maioria das entidades sindicais no Brasil, os patronais passam por uma séria crise de representatividade. Apenas 20% das 500 mil indústrias estão associadas a alguma entidade, um porcentual bem abaixo da média de 35% verificada em países desenvolvidos. Estima-se que 80% dos quase 4 mil sindicatos patronais com registro no Ministério do Trabalho têm pouca ou nenhuma representatividade. E o que lhes dá sobrevida, então? O imposto sindical, recolhido de forma obrigatória. Em 2008, diz o jornal, o setor patronal arrecadou R$ 363 milhões, dos quais 60% foram para os sindicatos.
- Ex-ministra, Marina Silva diz que MP chancela grilagem:
Um dia de vidraça, outro de pedra. Em artigo na Folha (para assinantes), a ex-ministra do Meio Ambiente e hoje senadora Marina Silva (PT-AC) diz que a Medida Provisória 458, aprovada recentemente pela Câmara, “chancela o festival de grilagem na região e abre portas para mais concentração agrária”. A MP em questão permite a regularização de posses de terras públicas com até 1,5 mil hectares na Amazônia. “Segundo dados do Incra, as mini e as pequenas propriedades, de até quatro módulos fiscais (400 hectares), representam 80% do total, mas ocupam apenas 11,5% da área a ser regularizada. As médias e as grandes, que são apenas 20% do total, ocupam 88,5% da área”, escreve Marina. Ela também critica, no texto da MP, a possibilidade de vender a terra legalizada após três anos, o que comprometeria a ideia de funação social da terra. Como a proposta segue agora para o Senado, Marina diz que a escolha do relator é fundamental para “reposicionar o rumo inaceitável que as coisas tomaram”.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

CPI DA PETROBRAS: PATRIÓTICA E PLURIPARTIDÁRIA - BLOG COTURNO NOTURNO.

Segunda-feira, Maio 18, 2009.
CPI da Petrobras: patriótica e pluripartidária.
A CPI da Petrobras é a última oportunidade para que a classe política saia do pré-sal onde se colocou, graças aos inúmeros escândalos que vem protagonizando com a venda de votos, a representação de poderosos e não do eleitor, a corrupção desenfreada que atinge a todos, aos culpados, aos cúmplices e aos omissos.
A CPI da Petrobras não deve interessar apenas demos e tucanos, maiores responsáveis por tudo o que aí está, pois foram governo durante tantos anos, acovardando-se na oposição, permitindo o completo aparelhamento da estatal. O próprio PMDB só tem a ganhar com as investigações, demonstrando que é mais do que o fisiologismo dos seus caciques, que ainda pode resgatar Ulisses, Teotônio e Montoro.
O PDT, por dever histórico, herdeiro de Getúlio Vargas, ao ir ao fundo do poço nas investigações, poderá ajudar a resgatar a idéia-força do"petróleo é nosso", que lhe está sendo roubada pelo petismo.
É inadmissível que a ANP, Agência Nacional do Petróleo, continue comandada por comunistas, cuja rapinagem já últrapassou há muito tempoos seus princípios ideológicos. É vergonhoso que a Petrobras continue dirigida pelo sindicalismo mais corrupto e pelo petismo do caixa dois e das falcatruas inomináveis, comentadas em altos brados por funcionários da estatal, seja nas plataformas em alto mar, seja nos escritórios refrigerados das capitais.
A CPI da Petrobras é patriótica e, por isso mesmo, deve ser pluripartidária.
Que a base aliada das conveniências separe este pedaço do país e avise ao Lula: aqui nós vamos investigar e vai ser até o fim.É um belo teste para saber de que lado esta base aliada deve estar em 2010. É uma prova necessária para Dilma Rousseff, presidente do Conselho de Administração da empresa, última palavra em todas as decisões.
Que a lama jorre sem dó e nem piedade.
(http:coturnonoturno.blogspot.com)

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 11 de abril de 2009

REVIST ÉPOCA - CORRUPÇÃO - AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO SOBR SUSPEITA.

A ANP sob suspeita.
Criada para fiscalizar o setor, a Agência Nacional do Petróleo virou caso de polícia por dois escândalos: liberar subsídios suspeitos para usineiros e royalties de exploração de petróleo para empresa ligada a um de seus diretores.
Isabel Clemente e Andrei Meireles.
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista ÉPOCA de 10/abril/2009.
O GESTOR.
Haroldo Lima, diretor-geral da ANP e membro do PCdoB. Em sua gestão, o partido ganhou cargos e os escândalos se multiplicaram.
Nos últimos anos, quando a crise global não aparecia nos pesadelos de ninguém, o petróleo do pré-sal e a exportação de etanol eram celebrados como promessas de ganhos fabulosos e imensa prosperidade para o Brasil. Em 2009, em plena recessão global, o pré-sal foi para os arquivos à espera de uma melhor oportunidade e nossas principais matrizes de energia ocupam um universo de escândalos, suspeitas e operações obscuras ocorridas no interior da Agência Nacional do Petróleo (ANP), agência nascida para regular o funcionamento de empresas ligadas ao petróleo e a outros combustíveis, como o etanol.
Num país onde a aparelhagem política é um expediente frequente para entregar fatias inteiras do Estado à exploração dos amigos, não chega a ser surpresa que a ANP tenha se transformado numa reserva do PCdoB, legenda que nasceu como braço nacional da versão albanesa do comunismo e hoje é uma aliada disciplinadíssima do governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Em torno de Haroldo Lima, ex-deputado e membro do Comitê Central do PCdoB que ocupa o cargo de diretor-geral na ANP – o posto máximo na estrutura da agência –, gravitam nove dirigentes em posições estratégicas de comando, participação tão destacada que determinados observadores fazem justiça ao lendário bom humor do Rio de Janeiro, onde fica a sede da ANP, dizendo que o governo Lula criou a ANP do B. Membro da Comissão Estadual do PCdoB do Maranhão, Allan Kardec Duailibe Barros Filho comanda uma diretoria. Outros três dirigentes do partido são chefes de escritório, em São Paulo, no Distrito Federal e na Região Nordeste. Outros dois são superintendentes. Os demais ocupam lugares em diversas assessorias (confira quadro na próxima página).
Saiba mais
»Um presente de R$ 178 milhões da ANP para os usineiros
Clássica barreira destinada a impedir a transparência de órgãos públicos, o aparelhamento da ANP conseguiu manter na sombra, por anos, duas situações escandalosas e preocupantes. Na área do etanol, a agência transformou-se numa usina de subsídios envoltos em mistério. Além de um pacote de R$ 178 milhões, revelado por ÉPOCA na semana passada, dirigido a usineiros que afirmam não ter recebido o dinheiro, sabe-se agora de novos acertos. Eles totalizam R$ 50 milhões, saídos dos cofres do governo em condições parecidas. Na liderança das operações, distribuindo pagamentos e fazendo contatos em Brasília, aparece um empresário conhecido nos gabinetes políticos: o lobista Paulo Afonso Ricardo Braga, de São Paulo.
Há muitas interrogações sobre os negócios do lobista Paulo Afonso. De acordo com um documento registrado em cartório por Paulo Afonso e pelos usineiros – ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade –, a comissão cobrada por ele na operação ficou entre 28% e 31% do total que fosse obtido – uma margem altíssima, sob qualquer aspecto. Ela lhe daria uma remuneração em torno de R$ 50 milhões pelo negócio. Uma soma tão grande reforça o mistério sobre o verdadeiro destino de parte do dinheiro, num ambiente em que a troca de favores com políticos e personalidades influentes no governo muitas vezes é indispensável para fechar um acordo financeiro como o obtido pelos usineiros.
Paulo Afonso é procurador da Binfield Overseas Co., uma empresa offshore com sede no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. De acordo com a documentação, Paulo Afonso tem poderes absolutos sobre a Binfield Overseas, embora não seja seu proprietário. Oficialmente, a offshore é sócia da brasileira Binfield Participações. A outra sócia é Cilene de Oliveira, ex-empregada doméstica da família de Paulo Afonso. Cilene reside numa casa simples de alvenaria num bairro pobre da Zona Sul de São Paulo. A suspeita é que Cilene ocupe o papel de laranja de Paulo Afonso – o que só contribui para tornar seus negócios ainda mais estranhos.
No capítulo petróleo, a situação também é suspeita. Acumulam-se episódios, em várias áreas da ANP. Muitos deles começaram a ser investigados pela PF, mas, em seguida, o caso foi se arrastando, se arrastando, até parar sem conclusão clara. Um deles envolve um episódio de extorsão. A história é chocante pelo início, pelo meio e pelo fim. Interessada em registrar uma empresa, uma advogada denuncia que lhe pediram uma propina de R$ 50 mil para conseguir o que queria. Ela chegou a gravar conversas com um alto funcionário que lhe dizia estar fazendo o pedido em nome do braço direito de Haroldo Lima, o superintendente de abastecimento Edson Menezes Silva, ex-deputado federal pelo PCdoB. Mas o assunto não andou. O registro não saiu e a denúncia ainda não levou a lugar nenhum. A ANP diz que colabora com as autoridades e aguarda o desfecho das investigações.
Outro caso, mais grave, está registrado num relatório atribuído à área de inteligência da Polícia Federal. O suspeito é o engenheiro Victor de Souza Martins, diretor da ANP, acusado de usar o cargo em benefício de uma empresa de consultoria, chamada Análise, de que detém 80% de participação acionária – a fatia restante pertence a sua mulher, Josënia Bourguignon Seabra. Como Victor é irmão do jornalista Franklin Martins, atual ministro da Comunicação Social do governo Lula e um dos mais influentes auxiliares do presidente, o caso ganhou uma dimensão política especial – de acordo com especialistas em petróleo, uma injustiça, pois Victor Martins teria méritos próprios para chegar a diretor da agência.
Clique e leia mais.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 8 de abril de 2009

POLÍCIA FEDERAL INVESTIGA IRMÃO DE MINISTRO DO GOVERNO LULA.


POLÍCIA FEDERAL INVESTIGA SUPOSTO DESVIO DE ROYALTIES DA PETROBRAS; ANP NÃO VÊ INDÍCIO DE IRREGULARIDADE.
Cirilo Júnior.
A Polícia Federal confirmou que abriu inquérito para apurar supostos desvios no pagamento de royalties de petróleo da Petrobras para prefeituras do Rio. (...) Segundo artigo publicado na revista Veja desta semana um dos investigados seria Victor Martins, diretor da Agência Nacional de Petróleo e irmão do ministro das Comunicações, Franklin Martins. (clique e leia).


GOVERNO DO PT, UM GOVERNO SOB CONSTANTE INVESTIGAÇÃO.
NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS SE DEMOROU TANTO PARA FALAR SOBRE A POSSIBILIDADE DE UM "IMPEACHMENT"


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO