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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

CHEFE DO ESTADO MAIOR DA BRIGADA MILITAR DÁ EXEMPLO PARA TODOS OS CORONÉIS DE POLÍCIA.

Eu não vi, apenas ouvi, a reportagem do Jornal da Record sobre os baixos salários da Brigada Militar, a Polícia Militar do Rio Grande do Sul. No final da matéria foi entrevistado o Chefe do Estado Maior da corporação sobre o paradoxo entre a força econômica do Rio Grande do Sul e os baixos salários pagos pelo governo gaúcho aos Brigadianos, tendo o Oficial afirmado que isso era um grande mistério, inclusive deu a entender que a Brigada só era valorizada nos discursos.
Penso ter sido isso que eu ouvi. Se não foi isso, foi parecido, porém mais que suficiente para despertar em mim o orgulho de ser Coronel de Polícia, algo difícil de sentir no Rio de Janeiro, por exemplo, onde ser mudo parece ser um parâmetro indispensável para ser promovido ao último posto da PMERJ.
Historicamente, a Brigada Militar ombreia com a Polícia Militar de Minas Gerais no que diz respeito ao amor corporativo que os Oficiais e os Praças nutrem pela corporação, que juraram honrar e defender.
Senti orgulho e renovei minhas esperanças, pois enquanto existirem Coronéis de Polícia de verdade, as Polícias Militares ainda podem ser salvas.
Tentarei conseguir o vídeo da matéria para postar no vídeo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A MINHA SOLIDARIEDADE AO CORONEL DE POLÍCIA PRÍNCIPE, UM COMANDANTE, UM CORONEL DE POLÍCIA.


É lamentável que na PMERJ alguns Oficiais pensem que o simples fato de terem os ombros ornados com estrelas douradas os torna CORONÉIS.
Eles nunca conhecerão a verdadeira dimensão do posto e de suas responsabilidades institucionais, perdidos em seus gabinetes, em suas viaturas com motoristas e falando ao celular.
Príncipe é um CORONEL.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 16 de janeiro de 2010

CORONÉIS e coronéis...

O GLOBO
A culpa é do Coronel!
Eu escutei essa frase incontáveis vezes na minha carreira, inclusive no meu tempo de Aluno Oficial PM, ao longo do Curso de Formação de Oficiais, realizado nos anos de 1976-1978.
Jogar a culpa para cima é uma prática comum nas Instituições Militares Estaduais (Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar) e que serve muitas vezes apenas para esconder a própria responsabilidade do acusador pelo estado das coisas. Nas Forças Armadas, essa culpa sobe até os Oficiais Generais, o topo das carreiras.
Os Oficiais são os que usam esse expediente com mais frequência, rotineiramente, podemos afirmar.
Os Tenentes culpam os Capitães, que culpam os Majores, que culpam os Tenentes Coronéis e todos culpam os Coronéis, essa é a regra.
Infelizmente, essa prática pouco saudável para as Instituições Militares, onde cada posto tem suas atribuições e responsabilidades definidas, acaba vitimando seus próprios agentes, especificamente os que alcançam o posto de Coronel.
Esses queixosos de toda hora ao atingirem o último posto, muitas vezes graças a articulações políticas, encarando a própria incapacidade, percebem que agora são eles os CULPADOS e não podem mais sair culpando ninguém.
Alguns ainda insistem e passam a culpar seus iguais, outros Coronéis, que ocupam as funções mais relevantes na Instituição.
Escondem as próprias culpas sob o velho tapete da omissão.
Eis a verdade.
E por que eles continuam agindo assim quando promovidos ao último posto?
Simples, subiram (devidamente amparados) um degrau na escala hierárquica, nada além disso, como fizeram a vida toda.
Trocaram de insígnias, apenas isso.
Passaram a ganhar uma gratificação maior...
Eles na verdade não são CORONÉIS, são coronéis...
Não chegar a ser nem medíocres (medianos).
O CORONEL representa a Instituição, tem responsabilidade com o seu presente e com o seu futuro, devendo defender a todo custo os valores institucionais.
O Coronel não pode se calar quando a Instituição é atingida e deve defender os interesses da tropa, nãob esquecendo dos inativos e das pensionistas.
O Coronel não fica de joelhos diante de um político temporário, aceitando todas as suas vontades, pois assim ele coloca a Instituição de joelhos, escrava do poder político.
Os que ocupam esse posto e não agem nessa direção estão enganando milhares de subordinados, desonrando os nossos mortos, nossas viúvas e órfãos.
Na história das corporações militares esses coronéis não ocuparão nem uma nota de rodapé, são douradas nulidades.
Hoje ao ombrear nas ruas do Rio de Janeiro nas nossas mobilizações com Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, percebo que o militarismo precisa sofrer uma grande transformação, amarras atávicas devem ser rompidas, sobretudo as que não permitem um melhor fluxo nas carreiras e as que mantém duas portas de entrada nas Instituições.
Penso como o Coronel Jorge BENGOCHEA da gloriosa Brigada Militar, temos que manter a organização militar para as nossas Instituições, ela é excelente, porém precisamos nos afastar dos rigores do direito penal militar, dos regulamentos arcaicos e rumarmos na direção de garantirmos para nós, Policiais Militares e Bombeiros Militares, todos os direitos dos trabalhadores brasileiros, inclusive a nossa possibilidade de sindicalização e o direito de greve.
A cada dia, ao meu lado nas ruas percebo homens e mulheres da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar que agem como CORONÉISs, na defesa dos interesses da Corporação, embora sejam SOLDADOS.
Elas e eles não conhecem o medo, pois defendem valores gigantescos, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar.
Em uma das edições do Jornal da Segurança Pública, em pouco mais de dois minutos, tentei mostar as diferenças básicas entre um CORONEL e um coronel (vídeo). Porém, tendo convicção que é muito mais fácil entender essas diferenças convivendo com Coronéis e coronéis.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

POLÍCIA MILITAR: OS POSSÍVEIS CLONES E OS TESTES GENÉTICOS.

Ao longo dos nossos mais de 33 anos de serviço convivendo com várias máximas castrenses, uma delas diz respeito à responsabilidade pelas desgraças da Polícia Militar:
- A culpa é dos Coronéis de Polícia.
Assim sendo, todas as mazelas da Corporação podiam ser atribuídas aos Oficiais do último posto que eram acusados de incompetentes ou de omissos.
Tal "verdade" foi derrubada em 2.007, quando os Coronéis Barbonos enfrentaram o poder político estadual.
Curiosamente, os Tenentes Coronéis e os Majores que só viviam culpando os Coronéis de Polícia, se esconderam e não ombrearam com os que quebraram aquela regra terrível: omissão ou incompetência.
Nos nossos tristes dias, vários desses Tenentes Coronéis foram promovidos à Coronéis de Polícia, nas vagas resultantes da "expulsão" dos Coronéis de Polícia que não aceitaram a subserviência ao pode político, fazendo voltar a regra.
Hoje os Tenentes Coronéis é os Majores podem voltar a culpar os Coronéis de Polícia de omissão ou de incompetência, pois nada fazem em defesa da Instituição diante da priorização da demanda política.
Sem dúvida, no momento:
- A culpa é dos Coronéis de Polícia.
Quem sabe esses Coronéis não sejam aqueles Tenentes Coronéis e Majores de pouco tempo atrás, podem ter sido substituídos por clones.
A saída é a realização de testes genéticos.
Esses testes não são baratos, porém vale a pena realizá-los, pois o Estado está pagando SÓ DE GRATIFICAÇÃO a alguns Coronéis de Polícia, o salário mensal de mais de SETE SOLDADOS.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 23 de dezembro de 2007

FELIZ NATAL!

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ONTEM e outro AMANHÃ. Portanto, HOJE é o dia CERTO para AMAR, ACREDITAR, FAZER e principalmente VIVER

DALAI LAMA


Cidadão Fluminense.
Policial Militar.
Soldado e Coronel.

Abra a porta, saia da segurança de sua omissão, una-se a nós e vamos mudar a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, trazendo à cidadania ao Policial Militar, sobretudo através do recebimento de salários dignos.
Só assim, mudaremos a insegurança nossa de cada dia.
Só assim, um dia poderemos controlar a criminalidade violenta.
Enquanto os salários recebidos não permitirem a cidadania ao Policial Militar, nada mudará, tenham certeza.
Sem salários dignos, sem segurança pública.
Todo o resto são como as luzes que brilham nas árvores de natal, podem emprestar beleza, mas nunca mudarão os corações.

Não esqueça o ensinamento, o DIA É HOJE!

JUNTOS SOMOS FORTES!





E lembre-se do culto ao IDEALISMO e ao DESTEMOR contidos na canção que nos ensinaram, para que juntos conjugássemos o verbo AMAR:


Ser Policial

é, sobretudo, uma razão de ser


É, enfrentar a morte,


mostrar-se um forte


no que acontecer.


UM FELIZ NATAL!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL
CORREGEDOR INTERNO