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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
VOCÊ CONHECE ESSA TURMA?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Marcadores:
Collor,
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sábado, 15 de maio de 2010
ELEIÇÕES 2010: O DESESPERO DO PT E SEUS ALIADOS.
Lula tem uma popularidade invejável, construída através de milhões de acordos no curso de uma gestão populista. Lula aliou-se a José Sarney, que tanto criticou, tantas vezes, apenas para citar um exemplo dos "valores" usados como parâmteros nas construções desses alinhamentos.
Lula aparelhou o Estado, milhares de cargos comissionados foram distribuídos aos parceiros, o que transformou o Estado em uma grande máquina, teoricamente capaz de eleger qualquer um apresentado como sucessor, continuador do Lulismo.
Apesar de toda essa força, os Lulistas vivem dias de terror diante da possibilidade da construção de uma chapa puro sangue para concorrer com a máquina, uma chapa José Serra-Aécio Neves. Tal chapa garintiria uma vitória esmagadora em São Paulo e em Minas Gerais, de nada adiantaria a vitória do populismo no Norte e no Nordeste.
Os jornais começam a comentar essa possibilidade, a chapa Serra-Aécio.
Eleitor, você imagina alguém de bom senso, votando na chapa Dilma-Temer, apoiada por Sarney, Collor e Sérgio Cabral?
Isso seria o cúmulo do descompromisso com o futuro do Brasil e dos nossos filhos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Lula aparelhou o Estado, milhares de cargos comissionados foram distribuídos aos parceiros, o que transformou o Estado em uma grande máquina, teoricamente capaz de eleger qualquer um apresentado como sucessor, continuador do Lulismo.
Apesar de toda essa força, os Lulistas vivem dias de terror diante da possibilidade da construção de uma chapa puro sangue para concorrer com a máquina, uma chapa José Serra-Aécio Neves. Tal chapa garintiria uma vitória esmagadora em São Paulo e em Minas Gerais, de nada adiantaria a vitória do populismo no Norte e no Nordeste.
Os jornais começam a comentar essa possibilidade, a chapa Serra-Aécio.
Eleitor, você imagina alguém de bom senso, votando na chapa Dilma-Temer, apoiada por Sarney, Collor e Sérgio Cabral?
Isso seria o cúmulo do descompromisso com o futuro do Brasil e dos nossos filhos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
BLOGUEIROS DA BLOGOSFERA DA SEGURANÇA PÚBLICA PODERÃO SER ELEITOS PARA A ACADEMIA DE LETRAS DOS SEUS ESTADOS.
Isso mesmo!
Parece incrível mas é possível, afinal ninguém escreve tantos artigos quanto os blogueiros.
Leiam:
Sem ter um livro publicado, Collor é o novo 'imortal' da Academia Alagoana de Letras
Agência Estado
"O ex-presidente e atual senador por Alagoas, Fernando Collor de Mello (PTB), foi eleito nesta quarta-feira o mais novo integrante da Academia Alagoana de Letras. Apesar de não ter livros publicados, ele ocupará a cadeira de número 20, que pertencia ao médico Ib Gatto Falcão, ex-presidente da Academia, falecido em dezembro de 2008, aos 93 anos.
A eleição do senador foi feita com base nos artigos publicados em jornais na imprensa local e nacional. Collor foi representado pelo presidente do Instituto Arnon de Mello, Carlos Mendonça. Segundo Mendonça, o senador disse que se sentiu honrado com a eleição. A posse ainda não foi marcada.Collor era candidato único e obteve 22 votos dos 30 membros da Academia que compareceram à votação. Foram computados ainda 8 votos em branco e nenhum nulo. O presidente da Academia, bispo D. Fernando Iório, disse que nunca tinha visto uma votação tão expressiva quanto essa. O presidente da entidade disse ainda que diferente de outras eleições, como não havia disputa, não houve pedido de voto. "O ex-presidente foi eleito pela sua produção jornalística impecável, por seus artigos e discursos", afirmou o bispo, que também é jornalista e escritor.Ao se candidatar, em dezembro do ano passado, Collor apresentou à Academia uma coletânea dos discursos e artigos sobre os mais variados temas. Também mostrou esboço do livro que escreve há anos sobre sua versão do impeachment. Segundo seus assessores, o livro intitulado "A crônica de um golpe" está em fase de produção".
Agência Estado
"O ex-presidente e atual senador por Alagoas, Fernando Collor de Mello (PTB), foi eleito nesta quarta-feira o mais novo integrante da Academia Alagoana de Letras. Apesar de não ter livros publicados, ele ocupará a cadeira de número 20, que pertencia ao médico Ib Gatto Falcão, ex-presidente da Academia, falecido em dezembro de 2008, aos 93 anos.
A eleição do senador foi feita com base nos artigos publicados em jornais na imprensa local e nacional. Collor foi representado pelo presidente do Instituto Arnon de Mello, Carlos Mendonça. Segundo Mendonça, o senador disse que se sentiu honrado com a eleição. A posse ainda não foi marcada.Collor era candidato único e obteve 22 votos dos 30 membros da Academia que compareceram à votação. Foram computados ainda 8 votos em branco e nenhum nulo. O presidente da Academia, bispo D. Fernando Iório, disse que nunca tinha visto uma votação tão expressiva quanto essa. O presidente da entidade disse ainda que diferente de outras eleições, como não havia disputa, não houve pedido de voto. "O ex-presidente foi eleito pela sua produção jornalística impecável, por seus artigos e discursos", afirmou o bispo, que também é jornalista e escritor.Ao se candidatar, em dezembro do ano passado, Collor apresentou à Academia uma coletânea dos discursos e artigos sobre os mais variados temas. Também mostrou esboço do livro que escreve há anos sobre sua versão do impeachment. Segundo seus assessores, o livro intitulado "A crônica de um golpe" está em fase de produção".
Já vejo alguns de nós de fardão!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
BRASIL COVARDE - EMAILS RECEBIDOS.
BRASIL COVARDE ( 1 ).
"Não é possível legislar em prol da liberdade dos pobres, legislando de forma a cortar a liberdade dos ricos. Tudo que uma pessoa recebe, sem que tenha trabalhado, virá necessariamente do trabalho de alguém que não receberá por isso. Um governo não pode dar algo a quem quer que seja, que este mesmo governo não tenha tirado antes de outra pessoa. Quando metade da população de um país entende que não precisa trabalhar, porque a outra metade da população cuidará e proverá por ela, a metade que se vê obrigada a prover a outra entenderá que não adianta trabalhar, porque o fruto de seu labor não será seu. E ESSE, MEU AMIGO, É O FIM DE QUALQUER NAÇÃO. NÃO HÁ COMO MULTIPLICAR A RIQUEZA PELA SUBTRAÇÃO".
"Não é possível legislar em prol da liberdade dos pobres, legislando de forma a cortar a liberdade dos ricos. Tudo que uma pessoa recebe, sem que tenha trabalhado, virá necessariamente do trabalho de alguém que não receberá por isso. Um governo não pode dar algo a quem quer que seja, que este mesmo governo não tenha tirado antes de outra pessoa. Quando metade da população de um país entende que não precisa trabalhar, porque a outra metade da população cuidará e proverá por ela, a metade que se vê obrigada a prover a outra entenderá que não adianta trabalhar, porque o fruto de seu labor não será seu. E ESSE, MEU AMIGO, É O FIM DE QUALQUER NAÇÃO. NÃO HÁ COMO MULTIPLICAR A RIQUEZA PELA SUBTRAÇÃO".
(Adrian Rogers, 1931/2005)
BRASIL COVARDE ( 2 ):
Artigo de Guilherme Fiuza
Em defesa de José Sarney, Collor mandou Pedro Simon engolir suas palavras. Simon voltou a falar, mas engoliu. Em seco. Depois relatou que teve medo.
O olhar vidrado de Collor lembrou ao senador gaúcho o crime cometido pelo pai dele, Arnon de Mello, que matou um colega no plenário. Simon achou que podia ter o mesmo fim trágico.
Trágico mesmo nessa história é o medo do valente Pedro Simon. Acabaram-se os homens públicos, acabou-se o espírito público. Se um Collor babando de ódio é suficiente para calar um democrata, a democracia será regida pelos psicopatas.
Collor disse a Simon que não se atrevesse a repetir o seu nome, nunca mais. A intimidação fez efeito, e Simon não mais pronunciou o nome do colega.
Se ainda existissem homens públicos, Pedro Simon, ou qualquer outro senador, deveria ter respondido imediatamente a Fernando Collor de Mello (este é o nome dele): o Senado é uma alta representação do povo, os que lá estão têm nomes, e no dia em que algum deles não puder ser pronunciado a democracia terá morrido.
Vamos repetir o nome do senador que não quer ser mencionado, e que foi obedecido por Pedro Simon: Fernando Collor de Mello. É muito importante pronunciar este nome, para que ele não seja esquecido jamais.
Fernando Collor de Mello é o ex-presidente da República que acreditou poder governar na marra, com medidas truculentas como o confisco da poupança dos brasileiros, e que julgou poder usar o mandato popular como instrumento privado em benefício próprio. Ao lado de seu famoso tesoureiro, Paulo César Farias, condenado por corrupção, Fernando Collor de Mello foi acusado em vários processos de lesar a administração pública, teve que renunciar, e foi condenado no Senado à perda de seus direitos políticos por oito anos.
Collor foi absolvido na Justiça, cumpriu a pena política e conseguiu voltar a se eleger. Estava no seu pleno direito. Era hora dos incomodados se calarem.
Ao entrar no plenário do Senado bufando, tentando intimidar, ameaçando com chantagens e perseguições, este homem está dizendo o seguinte ao país: não quer ser tratado como um democrata, quer ser tratado como bandido.
Entre o medo de Pedro Simon e a apatia da opinião pública, Fernando Collor de Mello (este é o seu nome) saiu de cabeça erguida do Senado. O terror venceu. E no dia seguinte, foi recebido discretamente por ninguém menos que sua santidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O velho, o desclassificado, o inacreditável Collor canta de galo no Senado Federal, e o Brasil assiste. O Brasil é covarde.
É por isso que José Sarney sobe à tribuna e mente à vontade. Não tem problema ele dizer que não tem nada a ver com Agaciel e a farra do tráfico de influência. O Brasil sabe de tudo. Mas a covardia abençoa os cínicos.
Se Collor pode fazer discurso de bandido no Senado e ser recebido em seguida por Lula, por que implicar com as molecagens da família Sarney?
O melhor é ligar a TV e assistir à marmelada no Conselho de Ética com pipoca e Coca-Cola.
PS: O nome do senador impronunciável é Fernando Collor de Mello.
JUNTOS SOMOS FORTES!Artigo de Guilherme Fiuza
Em defesa de José Sarney, Collor mandou Pedro Simon engolir suas palavras. Simon voltou a falar, mas engoliu. Em seco. Depois relatou que teve medo.
O olhar vidrado de Collor lembrou ao senador gaúcho o crime cometido pelo pai dele, Arnon de Mello, que matou um colega no plenário. Simon achou que podia ter o mesmo fim trágico.
Trágico mesmo nessa história é o medo do valente Pedro Simon. Acabaram-se os homens públicos, acabou-se o espírito público. Se um Collor babando de ódio é suficiente para calar um democrata, a democracia será regida pelos psicopatas.
Collor disse a Simon que não se atrevesse a repetir o seu nome, nunca mais. A intimidação fez efeito, e Simon não mais pronunciou o nome do colega.
Se ainda existissem homens públicos, Pedro Simon, ou qualquer outro senador, deveria ter respondido imediatamente a Fernando Collor de Mello (este é o nome dele): o Senado é uma alta representação do povo, os que lá estão têm nomes, e no dia em que algum deles não puder ser pronunciado a democracia terá morrido.
Vamos repetir o nome do senador que não quer ser mencionado, e que foi obedecido por Pedro Simon: Fernando Collor de Mello. É muito importante pronunciar este nome, para que ele não seja esquecido jamais.
Fernando Collor de Mello é o ex-presidente da República que acreditou poder governar na marra, com medidas truculentas como o confisco da poupança dos brasileiros, e que julgou poder usar o mandato popular como instrumento privado em benefício próprio. Ao lado de seu famoso tesoureiro, Paulo César Farias, condenado por corrupção, Fernando Collor de Mello foi acusado em vários processos de lesar a administração pública, teve que renunciar, e foi condenado no Senado à perda de seus direitos políticos por oito anos.
Collor foi absolvido na Justiça, cumpriu a pena política e conseguiu voltar a se eleger. Estava no seu pleno direito. Era hora dos incomodados se calarem.
Ao entrar no plenário do Senado bufando, tentando intimidar, ameaçando com chantagens e perseguições, este homem está dizendo o seguinte ao país: não quer ser tratado como um democrata, quer ser tratado como bandido.
Entre o medo de Pedro Simon e a apatia da opinião pública, Fernando Collor de Mello (este é o seu nome) saiu de cabeça erguida do Senado. O terror venceu. E no dia seguinte, foi recebido discretamente por ninguém menos que sua santidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O velho, o desclassificado, o inacreditável Collor canta de galo no Senado Federal, e o Brasil assiste. O Brasil é covarde.
É por isso que José Sarney sobe à tribuna e mente à vontade. Não tem problema ele dizer que não tem nada a ver com Agaciel e a farra do tráfico de influência. O Brasil sabe de tudo. Mas a covardia abençoa os cínicos.
Se Collor pode fazer discurso de bandido no Senado e ser recebido em seguida por Lula, por que implicar com as molecagens da família Sarney?
O melhor é ligar a TV e assistir à marmelada no Conselho de Ética com pipoca e Coca-Cola.
PS: O nome do senador impronunciável é Fernando Collor de Mello.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
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Pedro Simon,
Sarney
BEM ME QUER, MAL ME QUER, COLLOR AMA SARNEY, COLLOR ODEIA SARNEY, ETC.
Cidadão brasileiro, assista a esse vídeo do Estadão (SP) e entenda o Brasil que vivemos (clique e leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
JORNAL EXTRA - LEONARDO.
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