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domingo, 6 de março de 2011
2008: AS VIATURAS FANTASMAS DE BELTRAME.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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Polícia Militar
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
GOVERNO SÉRGIO CABRAL: A GRAVE CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - PARECE PIADA, MAS NÃO É.
Quem ouviu as declarações do secretário Beltrame e da delegada Martha Rocha sobre o delegado Allan Turnowski, chefe exonerado da Polícia Civil, chegou a uma estranha conclusão:
- Foi uma enorme injustiça a exoneração de Turnowski.
Ele é um grande policial civil, foi um grande chefe da Polícia Civil e deixou um legado positivo.
O inusitado da situação lembrou a exoneração de Pitta do Comando Geral da PMERJ, isso em 2009, para dar lugar a Mário Sérgio, o próprio Sérgio Cabral não poupou elogios para Pitta.
Parece piada, mas não é.
No Rio exoneram os "ÓTIMOS".
Coisa de maluco.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
- Foi uma enorme injustiça a exoneração de Turnowski.
Ele é um grande policial civil, foi um grande chefe da Polícia Civil e deixou um legado positivo.
O inusitado da situação lembrou a exoneração de Pitta do Comando Geral da PMERJ, isso em 2009, para dar lugar a Mário Sérgio, o próprio Sérgio Cabral não poupou elogios para Pitta.
Parece piada, mas não é.
No Rio exoneram os "ÓTIMOS".
Coisa de maluco.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 12 de fevereiro de 2011
BELTRAME É HONESTO, MAS PARECE CEGO.
A capa do jornal O Globo desse sábado merece uma análise, considerando que a crise do Egito ocupa mais de 80% do espaço e a crise na segurança pública do Rio ocupa 5%.
Na página 18, O Globo tenta manter Beltrame fora do problema, embora seja o responsável pelas polícias há mais de QUATRO ANOS.
Governar com tamanha parceria deve ser ótimo.
Bem...
Eu sou um crítico ácido do secretário de segurança pública, delegado de Polícia Federal José Mariano Benicá Beltrame, mas o reconheço como um homem honesto, incapaz de se envolver com as facilidades das bandas podres das polícias.
Aliás, penso que eu seja um dos raríssimos críticos do secretário que goza de uma aceitação muito grande, devo também reconhecer.
Escrito isso não posso deixar de destacar que não adianta ser apenas honesto para combater as bandas podres é preciso buscar o enfrentamento e assumir todos os riscos dessa postura. Hoje todos no mundo policial sabem que o principal inimigo dos policiais não são os bandidos declarados, mas os bandidos que estão infiltrados nas polícias (bandas podres), uma quadrilha que só cresce no Rio de Janeiro.
A omissão de Beltrame na área do controle interno é assustadora, o que nos leva a pensar para que serve um honesto se ele é cego para o que está diante dos seus olhos.
Beltrame está há mais de QUATRO ANOS dirigindo as Polícias Militar e Civil, além disso é oriundo da inteligência da Polícia Federal e se isso não bastasse, conviveu por muito tempo com o coronel Pitta, seu amigo pessoal, ex-Chefe da Inteligência e ex-Comandante Geral, que conhece muito bem quem é quem na Polícia Militar, pelo menos.
Como explicar que nem na Polícia Militar o enfrentamento foi desencadeado?
Beltrame conhece, mas não age.
Nem quando Pitta era comandante geral e tinha nas mãos uma relação de comandantes de batalhões que deveriam ser exonerados, Beltrame agiu. Os comandantes permaneceram na função e alguns ainda foram promovidos.
Isso sem falar que a primeira ação de Mário Sérgio, outro amigo pessoal, ao assumir a cadeira 01 foi enfraquecer a Corregedoria Interna da PMERJ, outro fato inexplicável diante do avanço da banda podre.
Em mais de QUATRO ANOS, não existe um único investimento da dupla Cabral-Beltrame que possa ser destacado nas Corregedorias Internas da PMERJ e da PCERJ.
Nem as gratificações que Cabral distribui tal qual Silvio Santos no auditório para algumas pessoas, enquanto o todo do auditório passa fome, chegaram até a área correcional.
As corregedorias estão abandonadas, apesar do valor inquestionável dos seus integrantes.
Diante do exposto, não tenho dúvidas em afirmar que Beltrame é honesto, parece estar cego e não enfrenta as bandas podres das polícias.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Na página 18, O Globo tenta manter Beltrame fora do problema, embora seja o responsável pelas polícias há mais de QUATRO ANOS.
Governar com tamanha parceria deve ser ótimo.
Bem...
Eu sou um crítico ácido do secretário de segurança pública, delegado de Polícia Federal José Mariano Benicá Beltrame, mas o reconheço como um homem honesto, incapaz de se envolver com as facilidades das bandas podres das polícias.
Aliás, penso que eu seja um dos raríssimos críticos do secretário que goza de uma aceitação muito grande, devo também reconhecer.
Escrito isso não posso deixar de destacar que não adianta ser apenas honesto para combater as bandas podres é preciso buscar o enfrentamento e assumir todos os riscos dessa postura. Hoje todos no mundo policial sabem que o principal inimigo dos policiais não são os bandidos declarados, mas os bandidos que estão infiltrados nas polícias (bandas podres), uma quadrilha que só cresce no Rio de Janeiro.
A omissão de Beltrame na área do controle interno é assustadora, o que nos leva a pensar para que serve um honesto se ele é cego para o que está diante dos seus olhos.
Beltrame está há mais de QUATRO ANOS dirigindo as Polícias Militar e Civil, além disso é oriundo da inteligência da Polícia Federal e se isso não bastasse, conviveu por muito tempo com o coronel Pitta, seu amigo pessoal, ex-Chefe da Inteligência e ex-Comandante Geral, que conhece muito bem quem é quem na Polícia Militar, pelo menos.
Como explicar que nem na Polícia Militar o enfrentamento foi desencadeado?
Beltrame conhece, mas não age.
Nem quando Pitta era comandante geral e tinha nas mãos uma relação de comandantes de batalhões que deveriam ser exonerados, Beltrame agiu. Os comandantes permaneceram na função e alguns ainda foram promovidos.
Isso sem falar que a primeira ação de Mário Sérgio, outro amigo pessoal, ao assumir a cadeira 01 foi enfraquecer a Corregedoria Interna da PMERJ, outro fato inexplicável diante do avanço da banda podre.
Em mais de QUATRO ANOS, não existe um único investimento da dupla Cabral-Beltrame que possa ser destacado nas Corregedorias Internas da PMERJ e da PCERJ.
Nem as gratificações que Cabral distribui tal qual Silvio Santos no auditório para algumas pessoas, enquanto o todo do auditório passa fome, chegaram até a área correcional.
As corregedorias estão abandonadas, apesar do valor inquestionável dos seus integrantes.
Diante do exposto, não tenho dúvidas em afirmar que Beltrame é honesto, parece estar cego e não enfrenta as bandas podres das polícias.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 21 de novembro de 2010
RIO DE JANEIRO: POR QUE A POLÍCIA MILITAR ESTÁ EXCLUINDO MUITO MENOS NA GESTÃO MÁRIO SÉRGIO?

O ideal seria que não existissem policiais envolvidos com a criminalidade, afinal a missão do policial é combater o crime e não praticá-lo. Todavia, as instituições policiais brasileiras estão muito distantes deste ideal, que não deve ser alcançado em nenhum outro país, diante da fragilidade moral do ser humano.
No Brasil, a doença do levar vantagem está inserida na própria população, o que faz com que as polícias importem estes criminosos, na maioria das vezes bem camuflados no período do recrutamento e da seleção.
Nas polícias fluminenses, a situação é grave , a banda podre das instituições policiais é forte, o que faz com que o envolvimento de policiais com atividades criminosas seja intensa, como no exemplo citado na reportagem do jornal O Globo.
Na PMERJ, especificamente, temos um grave problema a ser superado na atividade do controle interno, além da necessidade de ampliar os recursos humanos e materiais, um desequilíbrio na verdade. Enquanto é muito fácil excluir (expulsar) Praças, no caso dos Oficiais a expulsão é muito difícil, uma dificuldade que torna as expulsões raras.
A solução é uma mudança na legislação, inclusive para preservar melhor os direitos dos Praças. Eu tentei, mas não consegui iniciar este processo interna corporis, quando exerci a função de Corregedor Interno.
A leitura da reportagem revela o número de exclusões de Praças na PMERJ diminuíram significativamente:
2008 - 219 expulsos (Cmt Geral - Cel Pitta, a partir de fevereiro).
2009 - 300 expulsos (Cmt Geral - Cel Pitta, até julho e Mário Sérgio, a seguir).
2010 - 100 expulsos (Cmt Geral Mário Sérgio).
Considerando uma média de 10 expulsos por mês em 2010, a PMERJ deverá fechar o ano com 110 expulsões.
O número é enorme, mas muito inferior a média dos últimos anos.
Comparando com 2008, a diminuição foi da ordem de 50% e se compararmos com 2009, a diminuição foi da ordem de 70%.
Diante dos números temos duas reações:
- Festejar, o número de desvios de conduta está diminuindo significativamente.
- Lamentar, a banda podre está vencendo.
Eu torço para que os motivos sejam para uma grande festa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
No Brasil, a doença do levar vantagem está inserida na própria população, o que faz com que as polícias importem estes criminosos, na maioria das vezes bem camuflados no período do recrutamento e da seleção.
Nas polícias fluminenses, a situação é grave , a banda podre das instituições policiais é forte, o que faz com que o envolvimento de policiais com atividades criminosas seja intensa, como no exemplo citado na reportagem do jornal O Globo.
Na PMERJ, especificamente, temos um grave problema a ser superado na atividade do controle interno, além da necessidade de ampliar os recursos humanos e materiais, um desequilíbrio na verdade. Enquanto é muito fácil excluir (expulsar) Praças, no caso dos Oficiais a expulsão é muito difícil, uma dificuldade que torna as expulsões raras.
A solução é uma mudança na legislação, inclusive para preservar melhor os direitos dos Praças. Eu tentei, mas não consegui iniciar este processo interna corporis, quando exerci a função de Corregedor Interno.
A leitura da reportagem revela o número de exclusões de Praças na PMERJ diminuíram significativamente:
2008 - 219 expulsos (Cmt Geral - Cel Pitta, a partir de fevereiro).
2009 - 300 expulsos (Cmt Geral - Cel Pitta, até julho e Mário Sérgio, a seguir).
2010 - 100 expulsos (Cmt Geral Mário Sérgio).
Considerando uma média de 10 expulsos por mês em 2010, a PMERJ deverá fechar o ano com 110 expulsões.
O número é enorme, mas muito inferior a média dos últimos anos.
Comparando com 2008, a diminuição foi da ordem de 50% e se compararmos com 2009, a diminuição foi da ordem de 70%.
Diante dos números temos duas reações:
- Festejar, o número de desvios de conduta está diminuindo significativamente.
- Lamentar, a banda podre está vencendo.
Eu torço para que os motivos sejam para uma grande festa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 25 de julho de 2010
GOVERNO SÉRGIO CABRAL INVESTIGADO, MAIS UMA VEZ, SURGE O ESCÂNDALO DA TERCEIRIZAÇÃO DAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR, FINALMENTE.
JORNAL EXTRA:

Finalmente, um órgão da mídia noticia o escândalo dos valores da terceirização das viaturas da Polícia Militar, assunto que temos abordado insistentemente no nosso espaço democrático há muito tempo. Parabéns à jornalista Berenice Seara e aos editores do Jornal Extra que permitiram a publicação da matéria.
Eu comuniquei esse fato ao Ministério Público no dia 24 AGO 2009 e no dia 11 NOV 2009 fui informado sobre a instauração do Inquérito Civil Público número 13662/2009, na Sétima Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, conforme ofício a seguir:
Penso que seja a hora da mídia dedicar um tempo a esse fato, não esquecendo de associar esse ao fato envolvento a secretaria de saúde de Sérgio Cabral e a TOESA, com relação à manutenção das viaturas usadas no combate à dengue, fartamente noticiado.
Penso que seja a hora da mídia dedicar um tempo a esse fato, não esquecendo de associar esse ao fato envolvento a secretaria de saúde de Sérgio Cabral e a TOESA, com relação à manutenção das viaturas usadas no combate à dengue, fartamente noticiado.Cumpre destacar que o contrato com a Empresa Júlio Simões não foi celebrado pela Polícia Militar, mas pelo secretário de segurança pública Beltrame, o comandante geral da PMERJ na época, Coronel de Polícia Ubiratan, bem assessorado pelo Chefe do EMG, Coronel de Polícia Samuel, se recusou a fazer a licitação, considerando que o valor pago em poucos meses para a empresa, seria suficiente para renovar toda a frota da PMERJ.
É hora de abrir as cortinas e apresentar o espetáculo com TODOS os seus atores.
Por derradeiro, ratifico por ser oportuno, que a minha segurança pessoal é responsabilidade do governo do Estado do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
É hora de abrir as cortinas e apresentar o espetáculo com TODOS os seus atores.
Por derradeiro, ratifico por ser oportuno, que a minha segurança pessoal é responsabilidade do governo do Estado do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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domingo, 10 de janeiro de 2010
12o BPM - O BATALHÃO DO COMANDO ROTATIVO.
O GLOBO
Cidadão fluminense, imagine a situação da tropa, que a cada quatrimestre (média) ouve uma preleção diferente e tem que se adaptar ao modo de trabalho de um novo comandante. PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 3 de janeiro de 2010
O PRINCIPAL DESAFIO DO NOVO COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR.
A dor dos heróis
A agonia de uma Instituição

A tarefa não será fácil, o novo Comandante Geral da PMERJ terá pela frente uma série de desafios nunca antes experimentada por qualquer mandatário da nossa amada Polícia Militar.
A Instituição desmancha a cada dia, a sua identidade foi arrancada.
Em dois anos (2008 – 2009) a Corporação perdeu por completo a sua autonomia, hoje é uma mera ferramenta manipulada pelo poder político, sem vontade própria, sem lideranças naturais, sem referências positivas, sem objetivos institucionais e sem força.
A Instituição desmancha a cada dia, a sua identidade foi arrancada.
Em dois anos (2008 – 2009) a Corporação perdeu por completo a sua autonomia, hoje é uma mera ferramenta manipulada pelo poder político, sem vontade própria, sem lideranças naturais, sem referências positivas, sem objetivos institucionais e sem força.
O Coronel de Polícia Ubiratan foi o último comandante geral a dizer não para o poder político, como nos casos dos aumentos de Policiais Militares cedidos para o DETRO e da escolta de motociclistas de Sérgio Cabral, o que acabou resultando na sua exoneração. No intuito de fazer justiça, alguns comentam que os Coronéis de Polícia Pitta e David também teriam resistido de alguma forma, mas isso nunca ficou publicamente evidenciado, o fato é que caíram sem uma razão aparente, um mistério.
A nossa mobilização na luta por salários dignos e por adequadas condições de trabalho iniciada em 2007, trazia também no seu conteúdo uma verdadeira luta de resistência contra essa dominação política, uma batalha que eu e o Coronel de Polícia Esteves começamos em 2006, entrando com uma ação contra promoções políticas da época.
A nossa mobilização na luta por salários dignos e por adequadas condições de trabalho iniciada em 2007, trazia também no seu conteúdo uma verdadeira luta de resistência contra essa dominação política, uma batalha que eu e o Coronel de Polícia Esteves começamos em 2006, entrando com uma ação contra promoções políticas da época.
Romper os grilhões políticos que nos sufocam será a principal missão do novo comandante geral da Polícia Militar, um desafio gigantesco em face de uma Oficialidade que só pensa no próprio umbigo e que absolutamente nada faz, enquanto a corrupção se alastra, os Soldados continuam morrendo por R$ 30,00 por dia, assim como, os inativos e as pensionistas são prejudicados duramente pela tática dos aumentos diferenciados, fantasiados de gratificações.
Será muito difícil reverter a crise atual, quase impossível, considerando que ainda temos pela frente mais um ano de governo Cabral, o nosso maior algoz em 200 anos de existência.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
OS TRÊS ANOS DE SÉRGIO CABRAL PARA A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

A minha camisa do Movimento Fora Cabral contém a frase Fora Cabral e ainda, O Pior Governador do Rio, uma avaliação que pode não ser a sua, caro leitor, porém é a que percebo nas ruas e na minha Polícia Militar.
Três anos após a sua posse, Cabral só fez mal a bicentenária instituição organizada militarmente, apesar do esforço, não lembro um único aspecto positivo em nosso favor e peço a sua ajuda para que possa retificar essa minha interpretação dos fatos, Policial Militar informe qualquer fato positivo.
Em uma rápida retrospectiva podemos citar os seguintes fatos deletérios:
1) Humilhou a Polícia Militar ao nomear três comandantes gerais em 30 meses de governo, desrespeito que se agravou com a realização de duas passagens de comando da corporação entre quatro paredes, sem a presença da tropa (representações de todas as Organizações Policiais Militares), algo que nunca tinha ocorrido em qualquer instituição militar do Brasil.
2) Não cumpriu a promessa de repor as nossas perdas salariais, conforme promessa gravada e feita na AME/RJ, quando era candidato. Perdas que em 2006 eram superiores a 50%. Nos três anos, descontada a inflação do período, Cabral concedeu 2,5% de reajuste os Policiais Militares. O Policial Militar continua ganhando cerca de R$ 30,00 por dia, metade do que recebe uma diarista (faxineira) que trabalhe na Zona Norte.
3) Acelerou a concessão de gratificações para alguns em detrimento da maioria, criando uma série de “salários” diferentes na Polícia Militar e sempre penalizando os inativos e as pensionistas que nunca recebem tais valores.
4) Concedeu o RioCard apenas para a minoria dos Policiais Militares.
5) Desrespeitou a isonomia salarial entre iguais e a paridade dos inativos.
6) Violentou a hierarquia, concedendo gratificações para alguns, o que faz com que inferiores hierárquicos ganhem mais que seus superiores, subvertendo a escala hierárquica.
7) Agravou a crise no sistema de saúde da PMERJ não realizando o repasse governamental para o Fundo de Saúde da Polícia Militar, prejudicando o atendimento médico dos Policiais Militares e de seus dependentes.
8) Descumpriu a promessa de acabar com a interferência política nas promoções, considerando que na gestão Mário Sérgio não obedeceu ao ordenamento do quadro de acesso por merecimento, o que só o governador pode fazer, conforme a legislação.
9) Permitiu o enfraquecimento do controle interno da PMERJ, com o esvaziamento da Corregedoria Interna, invertendo um processo de expansão da área, algo inimaginável diante dos desvios de conduta de Oficiais e de Praças.
10) Alterou legislações (Estatuto do Policial Militar e Decreto 41140/2008), maculando direitos, com apoio da ALERJ, apenas para prejudicar os Coronéis Barbonos.
11)Não ombreou com os Coronéis Barbonos para a promoção das mudanças urgentes que a corporação necessita. Ao contrário, perseguiu Coronéis de Polícia reconhecidamente honestos, algo que os homens e mulheres de bem que integram a corporação nunca conseguiram entender: Por que Cabral reprimiu Policiais Militares honestos?
Creio que todo Policial Militar honesto tenha o mesmo pensamento que eu, Sérgio Cabral é o pior governador que o Rio já teve, em contrapartida tenho certeza que os que se locupletam no exercício da função não reclamam de nada, não se mobilizam, não participam da nossa luta, querem apenas manter o status quo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Três anos após a sua posse, Cabral só fez mal a bicentenária instituição organizada militarmente, apesar do esforço, não lembro um único aspecto positivo em nosso favor e peço a sua ajuda para que possa retificar essa minha interpretação dos fatos, Policial Militar informe qualquer fato positivo.
Em uma rápida retrospectiva podemos citar os seguintes fatos deletérios:
1) Humilhou a Polícia Militar ao nomear três comandantes gerais em 30 meses de governo, desrespeito que se agravou com a realização de duas passagens de comando da corporação entre quatro paredes, sem a presença da tropa (representações de todas as Organizações Policiais Militares), algo que nunca tinha ocorrido em qualquer instituição militar do Brasil.
2) Não cumpriu a promessa de repor as nossas perdas salariais, conforme promessa gravada e feita na AME/RJ, quando era candidato. Perdas que em 2006 eram superiores a 50%. Nos três anos, descontada a inflação do período, Cabral concedeu 2,5% de reajuste os Policiais Militares. O Policial Militar continua ganhando cerca de R$ 30,00 por dia, metade do que recebe uma diarista (faxineira) que trabalhe na Zona Norte.
3) Acelerou a concessão de gratificações para alguns em detrimento da maioria, criando uma série de “salários” diferentes na Polícia Militar e sempre penalizando os inativos e as pensionistas que nunca recebem tais valores.
4) Concedeu o RioCard apenas para a minoria dos Policiais Militares.
5) Desrespeitou a isonomia salarial entre iguais e a paridade dos inativos.
6) Violentou a hierarquia, concedendo gratificações para alguns, o que faz com que inferiores hierárquicos ganhem mais que seus superiores, subvertendo a escala hierárquica.
7) Agravou a crise no sistema de saúde da PMERJ não realizando o repasse governamental para o Fundo de Saúde da Polícia Militar, prejudicando o atendimento médico dos Policiais Militares e de seus dependentes.
8) Descumpriu a promessa de acabar com a interferência política nas promoções, considerando que na gestão Mário Sérgio não obedeceu ao ordenamento do quadro de acesso por merecimento, o que só o governador pode fazer, conforme a legislação.
9) Permitiu o enfraquecimento do controle interno da PMERJ, com o esvaziamento da Corregedoria Interna, invertendo um processo de expansão da área, algo inimaginável diante dos desvios de conduta de Oficiais e de Praças.
10) Alterou legislações (Estatuto do Policial Militar e Decreto 41140/2008), maculando direitos, com apoio da ALERJ, apenas para prejudicar os Coronéis Barbonos.
11)Não ombreou com os Coronéis Barbonos para a promoção das mudanças urgentes que a corporação necessita. Ao contrário, perseguiu Coronéis de Polícia reconhecidamente honestos, algo que os homens e mulheres de bem que integram a corporação nunca conseguiram entender: Por que Cabral reprimiu Policiais Militares honestos?
Creio que todo Policial Militar honesto tenha o mesmo pensamento que eu, Sérgio Cabral é o pior governador que o Rio já teve, em contrapartida tenho certeza que os que se locupletam no exercício da função não reclamam de nada, não se mobilizam, não participam da nossa luta, querem apenas manter o status quo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 29 de setembro de 2009
UBIRATAN, PITTA E MÁRIO SÉRGIO: OS MISTÉRIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA NO RIO DE JANEIRO.
Vocês se lembram do motivo alegado para a exoneração do Coronel de Polícia Ubiratan?
O ano foi 2008, o mês foi janeiro, o motivo alegado foi que Ubiratan não conseguiu controlar a nossa mobilização e foi exonerado logo após a nossa marcha democrática pela orla Ipanema-Leblon.
Na época escrevemos que essa não era a real motivação, inclusive realizamos uma nova marcha no mês de fevereiro no mesmo percurso, foram centenas de participantes mesmo com forte repressão nos quartéis, mas Pitta não foi exonerado.
Então, qual foi o motivo da exoneração de Ubiratan?
E qual foi a razão que levou Pitta e David a traírem os Coronéis Barbonos e outros Coronéis?
Mistérios.
Pitta foi exonerado em julho de 2009, mesmo com o governador Sérgio Cabral (PMDB) declarando na troca de cadeira que ele tinha sido um excelente comandante. Ora, ninguém substitui alguém que é excelente no desempenho de sua função, pelo menos em condições de normalidade.
Surge um novo mistério.
Mário Sérgio assume.
A nossa mobilização realiza duas marchas democráticas, no dia 30 de agosto e no dia 27de setembro de 2009, mas Mário Sérgio não é exonerado?
Isso ratifica que Ubiratan não foi exonerado em razão da marcha, tendo em vista que nem Pitta e nem Mário Sérgio foram exonerados apesar das marchas realizadas por nós.
Na época da exoneração de Ubiratan circulou um boato que um dos motivos seria o fato de Ubiratan ter se recusado a ceder mais Policiais Militares para o DETRO/RJ utilizar nas operações de repressão ao transporte alternativo.
Outro comentário foi o desgaste em razão do comando não ter aceitado realizar a licitação da terceirização das viaturas da PMERJ, que acabou realizado pela Secretária de Segurança chefiada por Beltrame e que foi ganha pelo Grupo Júlio Simões.
Recentemente, ouvimos um comentário novo a respeito da possível razão de Pitta e David terem aceitado o comando, algo que nos parece fantasioso, mas como nesse governo tudo é possível, não podemos desprezar apesar do absurdo.
Teriam ameaçado nomear Mário Sérgio como comandante geral, apesar dele ser ainda Tenente Coronel, o que teria provocado a renúncia aos compromissos firmados diante dos Coronéis por Pitta e David.
Verdade ou mentira, Pitta sempre falou que se eles não assumissem seria pior para a Polícia Militar e como a versão de que o Exército assumiria a Polícia Militar era um factóide sem sentido, não podemos ignorar essa maluquice, além da possibilidade deles terem aceito o convite para atender interesses pessoais.
Cidadão fluminense seria excelente que Beltrame explicasse o que realmente provocou a exoneração de Ubiratan e de Pitta, pois enquanto esses motivos forem ignorados por todos nós, poderemos sempre pensar que existe algo de podre no reino da segurança pública no Rio de Janeiro.
Uma gestão sem transparência é uma gestão que não merece a confiança do povo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
O ano foi 2008, o mês foi janeiro, o motivo alegado foi que Ubiratan não conseguiu controlar a nossa mobilização e foi exonerado logo após a nossa marcha democrática pela orla Ipanema-Leblon.
Na época escrevemos que essa não era a real motivação, inclusive realizamos uma nova marcha no mês de fevereiro no mesmo percurso, foram centenas de participantes mesmo com forte repressão nos quartéis, mas Pitta não foi exonerado.
Então, qual foi o motivo da exoneração de Ubiratan?
E qual foi a razão que levou Pitta e David a traírem os Coronéis Barbonos e outros Coronéis?
Mistérios.
Pitta foi exonerado em julho de 2009, mesmo com o governador Sérgio Cabral (PMDB) declarando na troca de cadeira que ele tinha sido um excelente comandante. Ora, ninguém substitui alguém que é excelente no desempenho de sua função, pelo menos em condições de normalidade.
Surge um novo mistério.
Mário Sérgio assume.
A nossa mobilização realiza duas marchas democráticas, no dia 30 de agosto e no dia 27de setembro de 2009, mas Mário Sérgio não é exonerado?
Isso ratifica que Ubiratan não foi exonerado em razão da marcha, tendo em vista que nem Pitta e nem Mário Sérgio foram exonerados apesar das marchas realizadas por nós.
Na época da exoneração de Ubiratan circulou um boato que um dos motivos seria o fato de Ubiratan ter se recusado a ceder mais Policiais Militares para o DETRO/RJ utilizar nas operações de repressão ao transporte alternativo.
Outro comentário foi o desgaste em razão do comando não ter aceitado realizar a licitação da terceirização das viaturas da PMERJ, que acabou realizado pela Secretária de Segurança chefiada por Beltrame e que foi ganha pelo Grupo Júlio Simões.
Recentemente, ouvimos um comentário novo a respeito da possível razão de Pitta e David terem aceitado o comando, algo que nos parece fantasioso, mas como nesse governo tudo é possível, não podemos desprezar apesar do absurdo.
Teriam ameaçado nomear Mário Sérgio como comandante geral, apesar dele ser ainda Tenente Coronel, o que teria provocado a renúncia aos compromissos firmados diante dos Coronéis por Pitta e David.
Verdade ou mentira, Pitta sempre falou que se eles não assumissem seria pior para a Polícia Militar e como a versão de que o Exército assumiria a Polícia Militar era um factóide sem sentido, não podemos ignorar essa maluquice, além da possibilidade deles terem aceito o convite para atender interesses pessoais.
Cidadão fluminense seria excelente que Beltrame explicasse o que realmente provocou a exoneração de Ubiratan e de Pitta, pois enquanto esses motivos forem ignorados por todos nós, poderemos sempre pensar que existe algo de podre no reino da segurança pública no Rio de Janeiro.
Uma gestão sem transparência é uma gestão que não merece a confiança do povo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 20 de setembro de 2009
A ÚLTIMA VEZ QUE A POLÍCIA MILITAR FOI A POLÍCIA MILITAR.
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
PASSAGEM DO COMANDO GERAL
JANEIRO DE 2007
Sérgio Cabral (PMDB) é eleito governador do Rio de Janeiro e cumpre a rotina de presidir a posse do seu primeiro escalão e um desses compromissos foi presidir a passagem do comando geral da bicentenária e gloriosa Polícia Militar, realizada no Quartel dos Barbonos, atual Quartel General (QG) da Instituição.O pátio estava cheio, a sociedade civil estava presente, a mídia estava presente, assim como representações de várias Organizações Policiais Militares.
Sim, a tropa estava lá presenciando a assunção do Coronel Ubiratan, ouvindo a sua fala e a a fala do Coronel Hudson que passava uma das funções mais importantes do Rio de Janeiro.
Foi uma grande festa cívica.
Cabral foi apenas um convidado, os mais importantes foram o povo e a tropa.
Infelizmente, quando Cabral passou a fazer parte do processo, o povo e a tropa passaram a não fazer mais parte desse ato cívico.
Ubiratan saiu e Pitta entrou.
Pitta saiu e Mário Sérgio entrou.
Tudo às escondidas, longe do povo e da tropa.
Tudo às escondidas, longe do povo e da tropa.
Meros atos administrativos cobertos de VERGONHA.
Atos nos quais os participantes temiam o povo e a tropa.
Temiam as vaias do povo e temiam um posicionamento de desagrado por parte dos Policiais Militares.
Entram e saem pela porta dos fundos, por baixo dos tapetes.
Enquanto Pitta saía e Mário Sérgio entrava por essa porta dos fundos, o Excluído Fardado representava a tropa e o povo fluminense na calçada em frente ao QG, embaixo do Salão Nobre onde ocorria o ato administrativo.
Envergonhados afirmaram que o organizador desse blog era a reencarnação do Profeta Gentileza, logo eu que não sou nem um pouco gentil com eles que contribuem para o fracasso da Polícia Militar.
Tolos não sabem como parar o Excluído Fardado que representa o povo e a tropa, mas simboliza também o descompromisso deles com a Polícia Militar, tentam opções inócuas como a aceleração da minha passagem para a inatividade, como se isso pudesse impedir que eu frequentasse o Quartel dos Barbonos, o café da manhã e o almoço no rancho dos Coronéis.
Mário Sérgio sairá em breve ou ficará até janeiro de 2011 escudado apenas na teimosia de Cabral?
Essa resposta nós não possuímos, todavia temos uma certeza: Mário Sérgio deve sair no Gabinete do Comando Geral, onde entrou, usando a mesma porta. Enquanto, o Comandante Geral deve assumir no pátio do QG, com a presença do povo, da tropa e da mídia.
Será uma grande festa cívica.
Um renascimento da Polícia Militar.
Ato contínuo, deverão ser desenvolvidas todas as medidas administrativas cabíveis para apagar esse hiato da história da PMERJ, esse período deve desaparecer e ser citado apenas nos cursos de formação para que as novas gerações não permitam que momentos de tanta tristeza se repitam na Polícia Militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 22 de julho de 2009
COMENTANDO UM "GENTIL" COMENTÁRIO...
Prezados leitores, recebemos esse comentário "gentil", o qual nos permitirá esclarecer alguns pontos, inclusive para dar mais munição aos nossos detratores, que evidenciam claros sinais de desespero.
Usaremos um modelo já conhecido dos nossos leitores, ou seja, comentaremos cada parte do texto (azul), fazendo inserções (preto).
Vamos em frente:
"É coronel, mais um tiro no pé.
O senhor vivia reclamando do Pitta, ele caiu, assumiu um novo comando e o senhor não ficou satisfeito. O coronel Ubiratan esteve no cargo a mais de um ano e nada mudou aos olhos dos praças, será que a sua luta é pessoal?
O senhor queria a volta do cel Ubiratan?
- Primeiro, deixo claro que desejo todo sucesso possível ao Coronel de Polícia Mário Sérgio, pois não sou burro de desejar o seu fracasso e a derrocada ainda maior da já totalmente desacreditada, Polícia Militar.
Todavia, criticarei cada erro, como aplaudirei cada sucesso, no exercício da minha liberdade de expressão (garantia constitucional).
Caro anônimo, o que Pitta mudou aos olhos dos Praças (na sua opinião, já que você não fala pelos Praças)?
E, o Mário Sérgio, nesses 15 dias?
Obviamente, o retorno do Ubiratan é impossível, a não ser como Secretário de Segurança.
Se juntos somos fortes, o porque de dividir?- Caro anônimo, você trabalha fora da PMERJ?
Como eu posso querer dividir algo que já é completamente fracionado?
Dividir, mais ainda, a Polícia Militar é impossível.
E, deixo claro, que o JUNTOS SOMOS FORTES! é direcionado aos que amam à Polícia Militar, à Políca Civil e ao Corpo de Bombeiros Militar, exclusivamente.
Os carreitistas, os omissos e os corruptos, eles tem o SEU PRÓPRIO JUNTOS SOMOS FORTES e há muito tempo...
Eles são MUITO FORTES exatamente porque ESTÃO JUNTOS na busca dos seus interesses pessoais.
Eles CONSPIRAM JUNTOS e fazem isso com relativa competência.
Essas mulheres nunca foram sub justamente por causa dos ex-comandantes que só nomeaça seus amigos, muitos comandantes de batalhão eram movimentados para outros, simples troca, mesmo sendo incapaz de melhorar a insegurança. se os antigos nunca conseguiram mudar nada, o porque da revolta?
Deixe os novos tentarem e depois faça a sua critica.- Prezado e gentil anônimo, o que o atual Comandante Geral fez não foi uma NOVA DANÇA DAS CADEIRAS?
As pessoas apenas trocaram de lugar ou não?
Claro, existem exceções, como o Oficial nomeado para comandar o BOPE, ele sim é uma novidade neste cenário, afinal estava fora da Polícia Militar há mais de 10 anos.
Você reparou que alguns que comandavam e que você considera INACAPES DE MELHORAR A SEGURANÇA, foram PROMOVIDOS FUNCIONALMENTE.
Ou seja, eram incapazes (na sua opinião) comandando batalhões e agora serão capazes nos Comandos Intermediários...
E, não esqueça, eu não só faço críticas nesse espaço, eu participo ao Comando Geral e represento junto ao Ministério Público, afinal, sou um cidadão pleno.
Mateus 16,24-28, disse JESUS: se alguém quer ser meu seguidor, esqueça os seus próprios interesses, esteja pronto para morrer como eu vou morrer e me acompanhe.
- Grato. Certamente, nós desse espaço democrático, nos enquadramos perfeitamente. Obrigado pela lembrança do texto bíblico, isso nos dará mais força para lutar!
Coronel, pare e pense, o senhor está magoado, com ressentimentos, esta vivendo dia e noite na revolta, pergunte a sua família se o senhor esta fazendo bem a eles com essa vida que esta levando?
- Como você disse que eu dei um tiro no pé, agora você deu um tiro na água (batalha naval).
Viva a sua vida com amor em família, o senhor esta abrindo as portas para os praças reinvindicarem os seus direitos, agradeço em nosso nome, mas vale a pena? - Grato!
Converse em casa, dê um tempo, deixe acontecer, o Pitta o traiu e ficou lá mais de 1 ano, atacar quem esta mudando, não leva a nada.
A PM precisa de mudanças urgente, o senhor acha que pior do que estava pode ficar?
- Bem... Os primeiros 15 dias do atual Comandante Geral foram muito piores que os primeiros 15 dias da gestão Pitta!
E, olha que não é fácil conseguir esse resultado.
Garanto ao senhor que nós praças precisamos muito mais de aumento do que o senhor, ganhamos infinitamente menos e trabalhamos infinitamente mais.
Queremos a união.
- Prezado anônimo, faço um convite, reúna 20 Praças (ativos ou inativos) do seu círculo de amigos, gostaríamos de ouvir os conselhos e as idéias desse grupo.
Leia mais o novo testamento, deixe JESUS CRISTO entrar em seu coração. Olhe para a cruz, foi por nós. Viva em paz. Sua família precisa do senhor, assim como nós praças precisamos.
O senhor diz: juntos somos fortes, mas o senhor não procura as ovelhas perdidas. Lembre-se que para os praças o senhor foi lobo, as ovelhas reconhecerão o seu pastor pela voz, enquanto o senhor uivar, suas ovelhas vão continuar fugindo.
Fique na paz do senhor JESUS.
DEUS te abençoe.
Com carinho.
22 de Julho de 2009 13:19
22 de Julho de 2009 13:19
- Realmente, você conhece pouco sobre mim, quase nada. Procure um Praça que tenha servido sobre as minhas ordens e pergunte se eu fui um LOBO com alguém?
Pesquise na Corregedoria Interna (números) e constate se eu fui um LOBO para os Praças?
Você sabe o que é um Documento de Razões de Defesa?
Sabe o que isso mudou na vida dos Oficiais e dos Praças?
Você sabe qual Corregedor Interno cancelou e anulou mais punições de Oficiais e de Praças?
Pesquise, busque um amigo pessoal que trabalhe na Corregedoria Interna, peça a ele para revirar os números, você terá grandes surpresas...
Aguardo seu contato para a reunião com seus amigos, afinal, JUNTOS SOMOS FORTES!
JUNTOS SOMOS FORTES!PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
quarta-feira, 15 de julho de 2009
A VERDADE: QUEM NÃO LUTOU (LUTA) POR MELHORES SALÁRIOS PARA A TROPA DA PMERJ E DO CBMERJ.
No nossos espaço democrático professamos que só a verdade pode promover mudanças produtivas na atividade humana, as mentiras só contribuem para o agravamento dos problemas.
Neste sentido, resolvemos postar esse artigo para esclarecer ao povo fluminense e à tropa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, quem NÃO LUTOU E NÃO LUTA por melhores salários para Policiais Militares e para Bombeiros Militares.
Resolvemos não relacionar quem lutou, ou seja, as centenas de Oficiais e de Praças de ambas as Instituições Militares que acreditam nos ideais dos 40 da Evaristos e dos Coronéis Barbonos, a relação seria muito grande.
Assim sendo, citamos quem não lutou:
- Corpo de Bombeiros Militar:
Os Coronéis da ativa do Corpo de Bombeiros Militar NÃO LUTARAM E NÃO LUTAM. Nenhum deles participou de qualquer atividade relacionada com a nossa luta. Eles são coesos e centrados nos seus interesses, o que é uma opção de cada um e que devemos respeitar, embora não consigamos entender, como alguém que pretenda ser considerado um líder possa agir de tal forma com seus subordinados.
- Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro:
Todos os Coronéis da ativa que ocuparam as principais funções durante a gestão Pitta, NÃO LUTARAM E NÃO LUTAM.
E, agora, analisemos a gestão Mário Sérgio.
Comandante Geral - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Chefe do Estado Maior Operacional - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Chefe do Estado Maior Administrativo - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 1o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 2o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 3o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 4o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 5o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 6o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante das Unidades Operacionais Especias - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Chefe do Gabinete do Comando Geral - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Diretor Geral de Pessoal - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Diretor Geral de Apoio Logístico - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Diretor Geral de Finanças - Reclamou que não foi escolhido para integrar os Coronéis Barbonos, mas logo desistiu da luta.
Chefe do Estado Maior Operacional - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Chefe do Estado Maior Administrativo - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 1o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 2o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 3o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 4o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 5o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante do 6o CPA - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Comandante das Unidades Operacionais Especias - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Chefe do Gabinete do Comando Geral - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Diretor Geral de Pessoal - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Diretor Geral de Apoio Logístico - NÃO LUTOU E NÃO LUTA.
Diretor Geral de Finanças - Reclamou que não foi escolhido para integrar os Coronéis Barbonos, mas logo desistiu da luta.
Portanto, a atual cúpula da PMERJ, assim como a anterior, NÃO LUTOU E NÃO LUTA POR MELHORES SALÁRIOS PARA A TROPA.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
segunda-feira, 13 de julho de 2009
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, ANTES UM EXEMPLO, HOJE UMA VERGONHA NO CENÁRIO NACIONAL.
TABLÓIDE DO MMAI
No nosso espaço democrático temos insistido em usar a verdade como a principal ferramenta para a implementação de mudanças na área da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro.Os 29.000 cidadãos fluminenses que já foram assassinados ou que desapareceram na gestão Sérgio Cabral (PMDB), conforme dados exibidos na página do Instituto de Segurança Pública (ISP), merecem um mínimo de respeito.
O povo precisa exigir os seus direitos e as autoridades públicas precisam cumprir as suas promessas e os seus deveres, sob pena dos números da morte ainda serem maiores no futuro próximo.
A PMERJ já foi uma referência nacional, uma Polícia de vanguarda, inovadora, porém tudo ficou no passado em razão dos seus Coronéis terem permitido a total submissão ao poder político transitório.
O que o governo Sérgio Cabral (PMDB) tem feito com a PMERJ, nesses 30 meses de gestão, é pura humilhação.
Três comandantes gerais ocuparam a função até a presente data e tudo indica que ainda teremos pelo menos mais um, antes da gestão terminar.
Duas passagens de comando foram feitas entre quatro paredes, sem a presença da tropa e da sociedade civil.
Em 200 anos de uma história gloriosa, isso nunca tinha ocorrido, os Coronéis do passado nunca permitiriam que algo semelhante acontecesse.
Além de destruir os valores básicos da instituição militar, o governador Sérgio Cabral (PMDB) causa graves prejuízos para a população fluminense.
Há pouco tempo, o Coronel de Polícia Pitta promoveu mais uma “dança das cadeiras”, trocando de lugar vários comandantes da PMERJ.
Fato que foi “vendido” como uma grande modificação em nome de melhores resultados.
Poucos dias depois, Pitta é exonerado, Mário Sérgio assume e promove nova “dança das cadeiras”...
Imaginem a confusão que isso provocou, provoca e provocará.
Pior, a ordem teria sido no sentido de trocar todos os comandos até sexta-feira, mesmo sem a presença da tropa.
Por que eles não querem mais que a tropa participe das passagens de comando?
O que eles temem?
Vida que segue...
O que isso significa: uma intervenção?
Não, tenho certeza que não.
Isso é o retrato de uma Instituição Militar sem líderes e inteiramente submissa ao poder político transitório.
Vagando pelo tempo, sendo destruída por gestores completamente perdidos, incompetentes e com a cumplicidade dos “Coronéis” de Polícia.
Os Coronéis Barbonos estão fazendo muita falta!
O que isso significa: uma intervenção?
Não, tenho certeza que não.
Isso é o retrato de uma Instituição Militar sem líderes e inteiramente submissa ao poder político transitório.
Vagando pelo tempo, sendo destruída por gestores completamente perdidos, incompetentes e com a cumplicidade dos “Coronéis” de Polícia.
Os Coronéis Barbonos estão fazendo muita falta!
Eram tempos de honra, de idealismo, de destemor, de luta pelo bem estar da tropa e de amor corporativo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 12 de julho de 2009
SERÁ QUE A POLÍCIA MILITAR AINDA PODE SER SALVA?
CORONÉIS BARBONOS
HONESTIDADE, COMPETÊNCIA E AMOR CORPORATIVO
Não somos fomentadores de "teorias da conspiração", porém, nós que frequentamos esse espaço democrático, temos a capacidade de unir pedaços (fatos) e construir um todo (projeto), formando a nossa opinião.
O que tem acontecido com a Polícia Militar nos dois últimos governos do PMDB (Rosinha Garotinho - Sérgio Cabral), não pode mais ser considerado obra do acaso, pois as evidências são muitas e expressivas de que algo maior está escondido atrás das cortinas.
No governo Rosinha Garotinho (PMDB), a governadora ridicularizou às promoções ao posto de Coronel de Polícia, com algumas ações inimagináveis:
- Promoveu um assessor pessoal, que ultrapassou mais de 100 Tenentes Coronéis, sendo que todos os Tenentes Coronéis Comandantes de Unidades Operacionais foram preteridos. O seu "escolhido" passou Oficiais que já eram Capitães, quando ele ingressou no Curso de Formação de Oficiais.
- Além disso, promoveu seus auxiliares diretos, Tenentes Coronéis que já estavam há anos afastados da Polícia Militar, servindo em gabinetes.
Lamentavelmente, apenas dois Coronéis de Polícia se insurgiram contra essas arbitrariedades e ingressaram com ação no judiciário, que não acolheu as provas relativas aos vícios existentes em tais promoções.
Na questão salarial, as dificuldades já eram imensas, naquela época e as condições de trabalho totalmente precárias.
Sérgio Cabral promete na campanha que irá recuperar as nossas perdas salariais, que já eram superiores a 50% em 2006 e que iria trabalhar conosco.
Não cumpre a promessa, os 40 da Evaristos e os Coronéis Barbonos, saem em defesa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
Apesar de existirem vários Coronéis de Polícia à frente da mobilização, estranhamente, os Tenentes Coronéis (que sempre cobraram essa postura dos Coronéis de Polícia) que comandavam Unidades Operacionais, não aderem, ficam do lado do governador. Os Tenentes Coronéis Príncipe, Roberto e Havani são as únicas exceções, escolhem o lado da tropa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
O governador exonera o Comandante Geral, os Coronéis Barbonos e os três Tenentes Coronéis; além disso, pune e transfere Oficiais integrantes do 40 da Evaristo. Vai mais além, altera leis para prejudicar os Coronéis Barbonos, contando com o vergonhoso apoio da ALERJ.
Por mais absurdo que possa parecer, Sérgio Cabral (PMDB) passa a perseguir Coronéis de Polícia, reconhecidamente honestos e competentes.
Aumenta as gratificações dos Coronéis de Polícia que ficaram ao seu lado de R$ 2.200,00 para R$ 7.500,00, premiando aliados.
Promove uma intervenção na Polícia Militar e realiza uma passagem de comando geral entre quatro paredes, sem a presença da tropa, humilhando a corporação.
Passa a promover ao posto de Coronel de Polícia, os Tenentes Coronéis que ombrearam como ele.
Persite pagando os piores salários do país para os Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
R$ 30,00 por dia, o salário da morte!
Insatisfeito, desde o começo com o Coronel de Polícia Pitta, suporta o seu comando até que ele ultrapasse o tempo do comando anterior, para não deixar claro que alguém tinha escolhido errado.Impõe agora no comando geral um aliado direto do secretário de segurança, delegado Beltrame, que se mostra um dos homens mais fortes do Estado do Rio de Janeiro. O que só sai da cadeira quando ele mesmo quiser.
Promove nova passagem de comando geral ente quatro paredes, sem a presença da tropa, mais uma vez, colocando a Instituição Militar de joelhos.
O novo comandante geral, Coronel de Polícia Mário Sérgio, assume como um autêntico político, muito longe do "caveira" que sempre foi.
Isso é ou não é um projeto de destruição institucional, diante da flagrante violação dos princípios da hierarquia, da disciplina, da honra pessoal, do amor corporativo, do idealismo, do destemor, da honestidade, da competência, etc.
Princípios que regem toda Instituição Militar.Cidadão Fluminense, a Polícia Militar precisa de você, antes que seja tarde demais.
Una-se a nós, agora!
Por derradeiro, um texto de Mario Quintana, enviado por um amigo, simbolizando que a hora é agora:
"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais."
Mário Quintana
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
quinta-feira, 9 de julho de 2009
TROCA DE COMANDO NA PMERJ - FOTO REVELADORA.
A fotografia publicada pelo jornal O Globo (página 12) revela alguns aspectos interessantes da troca de comando da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, destacamos alguns nesse primeiro momento:1. Pela segunda vez na história da PMERJ, a passagem do Comando Geral da instituição Militar, ocorreu entre quatro paredes, sem a presença da tropa, sem a presença do patrimônio da Polícia Militar, o Policial Militar.
2. Esses dois momentos lamentáveis, que significam claramente a submissão de uma instituição militar bicentenária a um governante temporário, já em fase final de gestão, ocorreram com o mesmo governante, Sérgio Cabral Filho (PMDB).
3. A troca foi feita de uma hora para outra, como comprova a fotografia, considerando que não houve tempo de confeccionar a túnica de Comandante Geral, para o Coronel de Polícia Mário Sérgio, que utiliza a túnica de Coronel de Polícia.
4. A presença do governador sinaliza uma tentativa de demonstrar que Sérgio Cabral Filho referenda a substituição, embora as suas palavras continuem sinalizando que a troca não teve uma justificativa plausível, considerando que ele tem se referido ao Coronel de Polícia Pitta como um excelente comandante, esquecendo que ninguém substitui alguém que tenha um desempenho “excelente”. A não ser que ele seja alçado a uma função superior, o que não parece ser o caso do Coronel de Polícia Pitta. Será uma grande surpresa se Pitta for anunciado como o novo Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro.
5. Pitta assumiu sem a presença da tropa e saiu sem a presença da tropa, algo inconcebível em uma instituição militar. O governador disse que ele assumiu a Polícia Militar em um “momento de crise”, se isso for verdade, ele transmitiu o cargo também em um momento de crise, ao que tudo indica. A ausência da tropa pode ser interpretada como um receio do governo em expor o antigo e o novo Comandante Geral ao crivo dos Policiais Militares, o patrimônio da Polícia Militar. O resultado dessa avaliação é imprevisível, tendo em vista que ambos os comandantes gerais não representam um anseio da tropa, sendo apenas decisões unilaterais do secretário de segurança, delegado de Polícia Federal, Beltrame. Inclusive, o secretário colocou seguidamente dois “amigos” para comandar a Polícia Militar, o primeiro não deu certo, temos que torcer pelo segundo ser mais eficaz na gestão da instituição.
Publicaremos ainda nessa semana, o artigo o que a sociedade fluminense espera do novo Comandante Geral da PMERJ, como fizemos na assunção do delegado Allan Turnowsky, como Chefe da Polícia Civil.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
quarta-feira, 8 de julho de 2009
MUDANÇA NA POLÍCIA MILITAR - O SAMBA DO "CRIOLO DOIDO".
Lendo as declarações do secretário de segurança pública, delegado de Polícia Federal Beltrame, na mídia fluminense, ficamos com uma grande dúvida:
- Por que o Coronel de Polícia Pitta foi substituído no Comando Geral da PMERJ?
Por favor, se alguém conseguiu entender, nos explique através de email ou de comentário para que possamos informar aos nossos milhares de leitores diários.
Por sua vez, a declaração do governador Sérgio Cabral (PMDB), transcrita no jornal O Globo, também não ajuda nada:
- A Polícia Militar é uma instituição que tem que pensar cada vez mais no conceito de logística, de presença ostensiva nas ruas, e racionalizar os serviços. Esse é o trabalho que já vinha sendo feito pelo Coronel Pitta e que sem dúvida nenhuma o Mário Sérgio vai continuar.
Alguém entendeu a mudança, considerando que o Coronel de Polícia Pitta já estava fazendo o trabalho pretendido pelo governador.
Por outro lado, o jornal O Globo destaca que o Coronel de Polícia Mário Sérgio fará uma "dupla operacional" com o delegado de Polícia Civil Allan Turnowsky.
Nós não duvidamos que o "tiro, porrada e bomba" vai continuar, bem como, o "desvio funcional" dos Policiais Militares e dos Policiais Civis, que continuarão realizando as missões da Polícia Federal no Rio de Janeiro, ou seja, a repressão ao tráfico de drogas e ao contrabando de armas. Porém, mais uma vez, ficamos sem entender as palavras do governador, considerando o publicado pelo jornal O Globo:
- A Polícia Militar é uma instituição que tem que pensar cada vez mais no conceito de logística, de presença ostensiva nas ruas, em racionalizar os serviços (...).
O perfil operacional do Coronel de Polícia Mário Sérgio, destacado pelo jornal O Globo, não se adapta às palavras do governador, que certamente preferia um Oficial voltado para a parte administrativa da Polícia Militar, de acordo com as suas palavras.
Talvez, nós estejamos pretendendo muito, querendo entender a gestão da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro, considerando que em 30 (trinta) meses:
- Já alcançamos 3 (três) Comandantes Gerais na PMERJ, 1 (um) a cada 10 (dez) meses; e
- Alcançamos ainda, 2 (dois) Chefes de Polícia Civil, 1 (um) a cada 15 (quinze) meses.
Um recorde na história da segurança pública fluminense.
Diante de tantas mudanças, uma verdade é incontestável:
- ALGUÉM ANDA ESCOLHENDO MUITO MAL, tanto Comandantes Gerais, quanto Chefes da Polícia Civil.
Alguém discorda?
Por derradeiro, a manchete principal do jornal O Globo nos enche de esperança:
- "MAIS PMs PARA PATRULHAR AS RUAS".
Finalmente, o governador Sérgio Cabral (PMDB) conseguirá após 30 (trinta) meses que a sua ordem dada no começo do governo seja cumprida, ou seja, o retorno dos milhares de Policiais Militares que estão fora da Polícia Militar.
Desejamos sucesso ao Coronel de Polícia Mário Sérgio e que ele consiga um aumento salarial para a nossa sofrida tropa (R$ 30,00 por dia), na certeza que terá o apoio nesse sentido de todos os jovens Coronéis de Polícia que estão assumindo as principais funções da Polícia Militar, pois sem nenhuma exceção, eles sempre reclamaram que os velhos Coronéis não brigavam pela tropa, eles não apoiaram os CORONÉIS BARBONOS e nem os 40 DA EVARISTO, portanto, certamente sabem como conseguir um aumento excelente.
Soldado da Polícia Militar encha o seu coração de esperança, os jovens Coronéis de Polícia conseguirão com o governador Sérgio Cabral que a PMERJ ganhe o mesmo que a Polícia Militar do Distrito Federal, eles têm a fórmula.
Mário Sérgio, que Deus o ilumine e que o seu comando signifique, no mínimo, que a Polícia Militar fique de pé, pois há muito tempo estamos de joelhos, submissos aos mandatários temporários.
Conte com o apoio de todos nós que amamos a Polícia Militar, afinal, juntos somos fortes!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
terça-feira, 7 de julho de 2009
UM NOVO COMANDANTE E A CONTINUIDADE DE UMA VELHA E ULTRAPASSADA "TÁTICA".
A escolha do novo Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel de Polícia Mário Sérgio, demonstra de forma inequívoca a força do secretário de segurança, delegado de Polícia Federal José Mariano Beltrame.
E, não é uma força para baixo, mas uma força para cima, considerando que pela primeira vez na história do Estado do Rio de Janeiro, em um mesmo governo, a Polícia Militar teve 3 (três) Comandantes Gerais e a Polícia Civil teve 2 (dois) chefes, sem que o secretário de segurança fosse substituído.
Portanto, não se pode desprezar essa poderosa força, capaz de produzir fatos inéditos na história da segurança pública fluminense, como o citado, além dos quase 70 Policiais Militares assassinados em serviço e dos milhares de cidadãos fluminenses assassinados ou desaparecidos por ano, que em 2009 deverá atingir 15.000 cidadãos.
São os 15.000 do 15 (PMDB)!
Mário Sérgio assume com vários e difíceis desafios, mas todos nós devemos torcer para o sucesso da Polícia Militar e que isso possa representar o seu sucesso pessoal.
Alguns meses atrás já tínhamos noticiado nesse espaço democrático que ele era o preferido do secretário Beltrame, tendo sido seu assessor direto na SESEG, onde ombreava com o delegado de Polícia Federal Roberto Sá, outro ex-bopeano.
A escolha de Mário Sérgio indica que os Coronéis mais antigos da Polícia Militar deverão sair dos seus cargos blindados e ato contínuo, transferidos para a inatividade compulsoriamente, em face da alteração no Estatuto do Policial Militar na gestão Sérgio Cabral (PMDB).
Isso será noticiado pela mídia como uma renovação, outra inverdade, pois Comandantes que há anos estão na função continuarão exercendo funções de comando, apenas trocarão de cadeiras.
Pode-se esperar também um anúncio de mudança na estrutura da Polícia Militar, como já ocorreu na troca da chefia da Polícia Civil. A nova estrutura deverá retroceder à década de oitenta, quando a PMERJ acabou com o Estado Maior Geral e criou uma Coordenadoria Operacional e outra Coordenadoria Administrativa.
No concernente a novos nomes, o Tenente-Coronel Pinheiro Neto e o Tenente-Coronel Robson ganham força para as próximas promoções ao posto de Coronel. Pinheiro Neto pode ser promovido no próximo dia 25 de agosto.
A geração dos Aspirantes 82-84 exercerá as principais funções do novo comando, sendo que alguns já comandam há muito tempo.
E, não é uma força para baixo, mas uma força para cima, considerando que pela primeira vez na história do Estado do Rio de Janeiro, em um mesmo governo, a Polícia Militar teve 3 (três) Comandantes Gerais e a Polícia Civil teve 2 (dois) chefes, sem que o secretário de segurança fosse substituído.
Portanto, não se pode desprezar essa poderosa força, capaz de produzir fatos inéditos na história da segurança pública fluminense, como o citado, além dos quase 70 Policiais Militares assassinados em serviço e dos milhares de cidadãos fluminenses assassinados ou desaparecidos por ano, que em 2009 deverá atingir 15.000 cidadãos.
São os 15.000 do 15 (PMDB)!
Mário Sérgio assume com vários e difíceis desafios, mas todos nós devemos torcer para o sucesso da Polícia Militar e que isso possa representar o seu sucesso pessoal.
Alguns meses atrás já tínhamos noticiado nesse espaço democrático que ele era o preferido do secretário Beltrame, tendo sido seu assessor direto na SESEG, onde ombreava com o delegado de Polícia Federal Roberto Sá, outro ex-bopeano.
A escolha de Mário Sérgio indica que os Coronéis mais antigos da Polícia Militar deverão sair dos seus cargos blindados e ato contínuo, transferidos para a inatividade compulsoriamente, em face da alteração no Estatuto do Policial Militar na gestão Sérgio Cabral (PMDB).
Isso será noticiado pela mídia como uma renovação, outra inverdade, pois Comandantes que há anos estão na função continuarão exercendo funções de comando, apenas trocarão de cadeiras.
Pode-se esperar também um anúncio de mudança na estrutura da Polícia Militar, como já ocorreu na troca da chefia da Polícia Civil. A nova estrutura deverá retroceder à década de oitenta, quando a PMERJ acabou com o Estado Maior Geral e criou uma Coordenadoria Operacional e outra Coordenadoria Administrativa.
No concernente a novos nomes, o Tenente-Coronel Pinheiro Neto e o Tenente-Coronel Robson ganham força para as próximas promoções ao posto de Coronel. Pinheiro Neto pode ser promovido no próximo dia 25 de agosto.
A geração dos Aspirantes 82-84 exercerá as principais funções do novo comando, sendo que alguns já comandam há muito tempo.
Não devemos esperar qualquer mudança operacional, a Polícia Militar continuará desviada de função, cumprindo as funções da Polícia Federal.
O "tiro, porrada e bomba" continuará na pauta do dia.
Em suma, tudo como dantes, as pessoas seguem trocando de cadeiras e o Estado do Rio de Janeiro não consegue construir uma Política de Estado para a segurança pública, aliás, não consegue em nenhuma área sensível, continuamos navegando segundo a direção dada pelo governador, na tática do “tiro, porrada e bomba”.
Por derradeiro, quem sabe o PMDB não anuncia o aumento que seria anunciado no segundo semestre, não deixaria de ser uma força para o novo comando.
E, no que diz respeito a nossa luta, ela continua cada vez com mais força.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
Em suma, tudo como dantes, as pessoas seguem trocando de cadeiras e o Estado do Rio de Janeiro não consegue construir uma Política de Estado para a segurança pública, aliás, não consegue em nenhuma área sensível, continuamos navegando segundo a direção dada pelo governador, na tática do “tiro, porrada e bomba”.
Por derradeiro, quem sabe o PMDB não anuncia o aumento que seria anunciado no segundo semestre, não deixaria de ser uma força para o novo comando.
E, no que diz respeito a nossa luta, ela continua cada vez com mais força.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
VERDADE OU BOATO?
O organizador desse espaço democrático continua à disposição da justiça para prestar depoimento na condição de testemunha de defesa, assim sendo, como a previsão para liberação é no final da tarde de hoje, o ato cívico da ALERJ será transferido para outra data e a entrega dos documentos relacionados à violação dos direitos constitucionais do Cabo de Polícia Bruno será realizada na 4a feira, após o ato cívico em frente ao Quartel General do CBMERJ.
O que já vinha sendo esperado há muito tempo, parece que finalmente acontecerá, conforme sinalizamos no artigo de ONTEM quando citamos a expressão latina:
- ITE, MISSA EST!
Pitta foi ou será exonerado.
O Globo online indica dois provavéis sucessores: o Coronel de Polícia Mário Sérgio (ISP) e o Coronel de Polícia Lopes (3o CPA).
Pelo que sabemos ambos desejam a função, aspiração natural e legítima para um Coronel de Polícia, sendo que representam idéias que se misturam e se afastam.
O trato amigável e filosófico do Coronel de Polícia Mário Sérgio e a face rústica do Coronel de Polícia Lopes, os colocam em lados opostos no trato com a tropa, porém, a afinidade com a tática do "tiro, porrada e bomba" os aproxima muito.
Assim sendo, com qualquer um deles, a tática da Secretaria de Segurança Pública deverá continuar a mesma e mais Policiais Militares serão transformados em bandeiras nacionais, entregues às suas viúvas e a seus órfãos.
No governo Sérgio Cabral (PMDB) estamos nos aproximado de 70 metamorfoses, homem-bandeira.
O Coronel de Polícia Mário Sérgio deverá significar a saída de todos os Coronéis de Polícia com mais de 4 anos no posto, como o próprio Lopes, o David, o Assad e o Penteado. Isso poderia passar uma idéia de renovação nos quadros, uma grande falácia, pois a maioria dos comandantes dos batalhões exerce função de comando antes da gestão Sérgio Cabral (PMDB), são veteranos em comando.
Caso o escolhido seja o Coronel de Polícia Lopes, a matéria do jornal Extra de sábado ganhará uma maior relevância, marcando de vez a relação cada vez mais sólida Organizações Globo-Governo Sérgio Cabral (PMDB).
Um Coronel com chances e não citado pela reportagem é o Chefe do Gabinete do Comandante Geral, Coronel de Polícia Fogaça, que juntamente com o Coronel de Polícia Soares, reclamou bastante por não ter sido convidado para o grupo dos Coronéis Barbonos e que assinou o documento de adesão ao grupo.
A escolha de Fogaça poderia ser interpretada como o segundo """barbono""" no Comando Geral, do governo Sérgio Cabral (PMDB).
Ouve-se aqui e ali, que um Coronel de Polícia da Reserva Remunerada estaria tentando ocupar esse espaço, o que não é de hoje, parece uma obcessão, e se a escolha recair sobre ele, significará a desmoralização de todos os Coronéis da Ativa, que deveriam solicitar a inatividade de imediato.
Na verdade, o governador tem ainda um outro problema para resolver, além de escolher o novo Comandante Geral, decidir como será a solenidade de passagem do cargo.
Será no pátio do Quartel dos Barbonos e com a presença da tropa da Polícia Militar, da mídia e da sociedade civil; ou será entre quatro paredes, no Gabinete do Comandante Geral, com efetivos do BOPE guarnecendo o pátio sagrado.
Seja como for, o governador terá inserido seu nome na história da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em uma breve nota de rodapé, como o pior mandatário a quem a instituição foi submetida nos tempos do autoritarismo político, por culpa exclussiva dos seus Coronéis.
JUNTOS SOMOS FORTES!
JUNTOS CONSTRUIREMOS UMA POLÍCIA CIDADÃ, FORMADA POR POLICIAIS CIDADÃOS, COM DEVERES A CUMPRIR, MAS PLENOS EM DIREITOS CONSTITUCIONAIS.
PAULO RICARDO PAÚLCORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
POLÍCIA MILITAR E POLÍCIA CIVIL: INDEPENDÊNCIA OU MORTE!
O Jornal Nacional exibiu uma reportagem sobre a solicitação de prisão preventiva feita pelo Ministério Público de 30 (trinta) Policiais Militares, pertencentes ao efetivo de dois Batalhões de Polícia Militar.
Segundo o noticiado, os Policiais Militares teriam praticado execuções, no curso de operações policiais, conforme o contido em laudos periciais (necropsias), que indicam tiros a curta distância e pelas costas.
O pedido de prisão preventiva dos Policiais Militares seria o resultado da análise de vários desses laudos e ainda, em razão do fato da maioria dos mortos em confronto com os policiais, não possuir qualquer antecedente criminal.
O poder judiciário decidirá sobre a decretação ou não da prisão preventiva, mas certamente os Policiais Militares serão processados e será desenvolvido o devido processo legal, onde terão oportunidade de exercerem o contraditório e a ampla defesa.
A nós resta torcer para que a justiça prevaleça.
Acusações dessa natureza não são novidade no Estado do Rio de Janeiro, já tendo recaído sobre Policiais Militares e sobre Policiais Civis, porém, neste caso específico devemos destacar alguns aspectos desse caso.
Primeiro, parabenizar o Ministério Público pela “investigação” realizada, que deveria ter sido feita no curso do Inquérito Policial pela Delegacia da Polícia Civil da circunscrição.
Assim sendo, caso o interesse do Ministério Público seja mudar essa prática criminosa, o que nós acreditamos, deve buscar os responsáveis pelas investigações mal feitas em sede distrital, agindo de forma repressiva e, ao mesmo tempo, prevenindo a repetição dos erros.
Além disso, em razão da sua função constitucional – fiscal da lei -, o Ministério Público precisa adotar essa mesma conduta como um todo, uma postura institucional, pois assim, através do controle efetivo de cada auto de resistência lavrado nas delegacias, contribuirá efetivamente para a diminuição de extermínios no Rio de Janeiro.
Outro aspecto que merece considerações, já foi abordado nesse espaço democrático, quando escrevemos que o Estado acaba ensinando a matar, em face do estímulo aos confrontos armados, quando deveria evitá-los ao máximo, diante a evidente possibiliade da ocorrência de vítimas inocentes.
No Rio de Janeiro, nos últimos anos, os governantes insistem em não implementar uma Política de Estado para a área da segurança pública, insistindo na tática do “tiro, porrada e bomba”.
Uma tática que provoca o confronto sistemático e coloca o policial constantemente diante da opção de matar ou correr o risco de morrer.
Matar, acaba sendo a opção mais fácil de ser escolhida.
Tal política governamental se transformou em uma “política” de governo, capenga, ineficaz e assassina, que promove o extermínio de excluídos e a morte de dezenas de Policiais Militares, que são empregados em claro desvio funcional, pois a responsabilidade de prevenção e pela repressão ao tráfico de drogas e ao contrabando (de armas) é da Polícia Federal.
Segundo o noticiado, os Policiais Militares teriam praticado execuções, no curso de operações policiais, conforme o contido em laudos periciais (necropsias), que indicam tiros a curta distância e pelas costas.
O pedido de prisão preventiva dos Policiais Militares seria o resultado da análise de vários desses laudos e ainda, em razão do fato da maioria dos mortos em confronto com os policiais, não possuir qualquer antecedente criminal.
O poder judiciário decidirá sobre a decretação ou não da prisão preventiva, mas certamente os Policiais Militares serão processados e será desenvolvido o devido processo legal, onde terão oportunidade de exercerem o contraditório e a ampla defesa.
A nós resta torcer para que a justiça prevaleça.
Acusações dessa natureza não são novidade no Estado do Rio de Janeiro, já tendo recaído sobre Policiais Militares e sobre Policiais Civis, porém, neste caso específico devemos destacar alguns aspectos desse caso.
Primeiro, parabenizar o Ministério Público pela “investigação” realizada, que deveria ter sido feita no curso do Inquérito Policial pela Delegacia da Polícia Civil da circunscrição.
Assim sendo, caso o interesse do Ministério Público seja mudar essa prática criminosa, o que nós acreditamos, deve buscar os responsáveis pelas investigações mal feitas em sede distrital, agindo de forma repressiva e, ao mesmo tempo, prevenindo a repetição dos erros.
Além disso, em razão da sua função constitucional – fiscal da lei -, o Ministério Público precisa adotar essa mesma conduta como um todo, uma postura institucional, pois assim, através do controle efetivo de cada auto de resistência lavrado nas delegacias, contribuirá efetivamente para a diminuição de extermínios no Rio de Janeiro.
Outro aspecto que merece considerações, já foi abordado nesse espaço democrático, quando escrevemos que o Estado acaba ensinando a matar, em face do estímulo aos confrontos armados, quando deveria evitá-los ao máximo, diante a evidente possibiliade da ocorrência de vítimas inocentes.
No Rio de Janeiro, nos últimos anos, os governantes insistem em não implementar uma Política de Estado para a área da segurança pública, insistindo na tática do “tiro, porrada e bomba”.
Uma tática que provoca o confronto sistemático e coloca o policial constantemente diante da opção de matar ou correr o risco de morrer.
Matar, acaba sendo a opção mais fácil de ser escolhida.
Tal política governamental se transformou em uma “política” de governo, capenga, ineficaz e assassina, que promove o extermínio de excluídos e a morte de dezenas de Policiais Militares, que são empregados em claro desvio funcional, pois a responsabilidade de prevenção e pela repressão ao tráfico de drogas e ao contrabando (de armas) é da Polícia Federal.
No governo Sérgio Cabral (PMDB) 66 Policiais Militares foram assassinados em serviço, no período de janeiro/2007 a março/2009.
As mortes aconteceram, os Policiais Militares podem ser presos, e agora?
A resposta governamental será o lugar comum de sempre, no sentido que determinará uma apuração rigorosa dos fatos e responsabilizará todos os envolvidos.
E coisa e tal.
Ficam para trás famílias e vidas destruídas, enquanto isso, os governantes seguem viajando pelo mundo, felizes e ricos.
Irresponsáveis e ineficazes no cumprimento de suas missões.
Por favor, leiam o artigo “o (verdadeiro) dedo que aperta o gatilho dos milhares de fuzis”, no qual ampliamos os responsáveis por essa matança.
O Movimento Cívico Juntos Somos Fortes! - tem comparecido às ruas do Rio de Janeiro, quase que diariamente, para sensibilizar o cidadão fluminense da sua responsabilidade constitucional na segurança pública estadual.
Cabe à população exigir que o governo execute uma Política de Estado, política essa construída com a participação das instituições policiais e da sociedade civil, no curso de uma discussão multidisciplinar.
Só assim teremos uma Política de Estado, que se repetirá governo após governo, sendo avaliada constantemente e redirecionada sempre que necessário.
O desenvolvimento dessa Política de Estado retirará das costas da polícia o estigma de ser a única responsável pelo controle da criminalidade, que será responsabilidade de todos, passando prioritariamente pela educação, pela saúde e pela geração de empregos.
Urge que as instituições policiais do Estado do Rio de Janeiro bradem a sua independência do poder político, pois possuem os seus parâmetros de ação, a legislação e a técnica policial, que serão empregados no cumprimento da Política de Estado e não no cumprimento da vontade de governantes transitórios.
Cidadão fluminense, você precisa interiorizar que os governantes são passageiros e não são donos da verdade, eles são nossos representantes para realizarem a vontade popular, por isso temos que construir Políticas de Estado, em todas as áreas sociais.
Apenas para citar um exemplo fora da área da segurança pública, qual seria a nossa realidade atual caso o projeto dos CIEPs fosse o implemento de uma Política de Estado e as crianças estivessem estudando o dia todo, desde a década de oitenta?
Alguém duvida que a realidade seria outra?
Infelizmente, o projeto dos CIEPs não passou de uma Política de Governo e o projeto se perdeu graças a incapacidade de governantes transitórios, todos donos da verdade e a educação pública mergulhou no caos do analfabetismo funcional.
E, voltando a área da segurança pública, constatamos que as instituições policiais estaduais estão sendo destruídas pela ação deletéria de governantes que não apresentam qualquer projeto positivo como uma real política de segurança.
Governantes que insistem em aplicar a Polícia Militar e a Polícia Civil para cumprirem missões da Polícia Federal, missões especificadas claramente na constituição federal.
Será que a Polícia Federal não quer sujar os sapatos (as botas) nas comunidades carentes do Rio de Janeiro; não quer enfrentar o “zumbido” dos projéteis que saem dos fuzis e não querem arrastar corpos pelas vielas?
Será que a Polícia Federal do secretário de segurança pública não quer cumprir as suas missões constitucionais, só quer realizar operações do colarinho branco, ao vivo e a cores nas telinhas do Brasil dos milhões de excluídos.
Não creio, a Polícia Federal também é constituída por heróis, está sendo é também desviada de função.
Independência ou morte!
O brado do Ipiranga nunca foi tão atual.
Cabe ao Coronel de Polícia Pitta e ao delegado Allan Turnowski a tarefa de gritar e de salvar a Polícia Militar e a Polícia Civil, antes que governantes transitórios as destruam completamente.
O tempo está contra nós, pois eles estão se esforçando para concretizar essa destruição.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
As mortes aconteceram, os Policiais Militares podem ser presos, e agora?
A resposta governamental será o lugar comum de sempre, no sentido que determinará uma apuração rigorosa dos fatos e responsabilizará todos os envolvidos.
E coisa e tal.
Ficam para trás famílias e vidas destruídas, enquanto isso, os governantes seguem viajando pelo mundo, felizes e ricos.
Irresponsáveis e ineficazes no cumprimento de suas missões.
Por favor, leiam o artigo “o (verdadeiro) dedo que aperta o gatilho dos milhares de fuzis”, no qual ampliamos os responsáveis por essa matança.
O Movimento Cívico Juntos Somos Fortes! - tem comparecido às ruas do Rio de Janeiro, quase que diariamente, para sensibilizar o cidadão fluminense da sua responsabilidade constitucional na segurança pública estadual.
Cabe à população exigir que o governo execute uma Política de Estado, política essa construída com a participação das instituições policiais e da sociedade civil, no curso de uma discussão multidisciplinar.
Só assim teremos uma Política de Estado, que se repetirá governo após governo, sendo avaliada constantemente e redirecionada sempre que necessário.
O desenvolvimento dessa Política de Estado retirará das costas da polícia o estigma de ser a única responsável pelo controle da criminalidade, que será responsabilidade de todos, passando prioritariamente pela educação, pela saúde e pela geração de empregos.
Urge que as instituições policiais do Estado do Rio de Janeiro bradem a sua independência do poder político, pois possuem os seus parâmetros de ação, a legislação e a técnica policial, que serão empregados no cumprimento da Política de Estado e não no cumprimento da vontade de governantes transitórios.
Cidadão fluminense, você precisa interiorizar que os governantes são passageiros e não são donos da verdade, eles são nossos representantes para realizarem a vontade popular, por isso temos que construir Políticas de Estado, em todas as áreas sociais.
Apenas para citar um exemplo fora da área da segurança pública, qual seria a nossa realidade atual caso o projeto dos CIEPs fosse o implemento de uma Política de Estado e as crianças estivessem estudando o dia todo, desde a década de oitenta?
Alguém duvida que a realidade seria outra?
Infelizmente, o projeto dos CIEPs não passou de uma Política de Governo e o projeto se perdeu graças a incapacidade de governantes transitórios, todos donos da verdade e a educação pública mergulhou no caos do analfabetismo funcional.
E, voltando a área da segurança pública, constatamos que as instituições policiais estaduais estão sendo destruídas pela ação deletéria de governantes que não apresentam qualquer projeto positivo como uma real política de segurança.
Governantes que insistem em aplicar a Polícia Militar e a Polícia Civil para cumprirem missões da Polícia Federal, missões especificadas claramente na constituição federal.
Será que a Polícia Federal não quer sujar os sapatos (as botas) nas comunidades carentes do Rio de Janeiro; não quer enfrentar o “zumbido” dos projéteis que saem dos fuzis e não querem arrastar corpos pelas vielas?
Será que a Polícia Federal do secretário de segurança pública não quer cumprir as suas missões constitucionais, só quer realizar operações do colarinho branco, ao vivo e a cores nas telinhas do Brasil dos milhões de excluídos.
Não creio, a Polícia Federal também é constituída por heróis, está sendo é também desviada de função.
Independência ou morte!
O brado do Ipiranga nunca foi tão atual.
Cabe ao Coronel de Polícia Pitta e ao delegado Allan Turnowski a tarefa de gritar e de salvar a Polícia Militar e a Polícia Civil, antes que governantes transitórios as destruam completamente.
O tempo está contra nós, pois eles estão se esforçando para concretizar essa destruição.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 5 de julho de 2009
CABO DE POLÍCIA BRUNO - O SÍMBOLO DA LUTA PELA CIDADANIA DO POLICIAL MILITAR.
A MANCHETE QUE O JORNAL EXTRA
DEVERIA EXIBIR NA TERÇA-FEIRA
07 DE JULHO DE 2009
As imagens que aparecem nas fotografias e nos vídeos não deixam qualquer dúvida, o Oficial, ultrapassando completamente os limites da legalidade, impôs ao Praça da Polícia Militar humilhações que foram exibidas como troféu pelo jornal Extra. Uma repetição da exibição cruel que o jornal Extra fez das dezenas de fotos dos Policiais Militares que eram investigados na Operação Duas Caras da Polícia Civil (Delegado André Drumond - 59a DP), todos inocentados em juízo.
Sem dúvida, alguém vai sentir no bolso essa arbitrariedade, principalmente, o jornal Extra, que foi quem deu publicidade nacional ao fato.
Certamente, acreditava o Oficial, que agora sim alcançaria o seu objetivo, justo por sinal, no sentido de comandar a Instituição, o que nunca escondeu de ninguém.
Infelizmente, escolheu a via transversa e deixou evidenciar novamente um temperamento que já produziu algumas denúncias contra ele, feitas por Policiais Militares e por Civis.
Paradoxalmente, o que parecia o céu, poderá virar o inferno.
O Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!, integrado por Policiais Militares, Bombeiros Militares e por integrantes da sociedade civil, fará desse caso um marco na luta pela cidadania do Policial Militar e do Bombeiro Militar.
Inclusive, providenciaremos a indispensável assistência jurídica para o Cabo de Polícia Bruno, para garantir que a apuração dos fatos a respeito da agressão que teria sido cometida por ele, seja feita dentro da legalidade e, ainda, para que ele possa exigir o seu direito e as indenizações cabíveis relacionadas à humilhação que sofreu e a execração pública.
O organizador desse espaço democrático, caso as autoridades públicas não se manifestem amanhã sobre essa violação, na terça-feira, encaminhará a todos os órgãos uma representação pela apuração do fato de tamanha gravidade.
Um “ditado castrense” ensina que o pior inimigo do Policial Militar é um outro Policial Militar.
Uma verdade, principalmente, em razão da existência ainda nas fileiras da corporação de Policiais Militares (Oficiais e Praças), que pregam a segregação entre os círculos hierárquicos e cultuam um militarismo atávico, improdutivo por excelência.
Apenas para citar um exemplo, afastando o Coronel do centro desse artigo, quem ainda não ouviu referências a subordinados como “inimigos”?
Inimigo é quem pensa assim.
Depurar as polícias é fundamental, sendo que a Polícia Militar é que faz isso com mais competência e menos corporativismo, entre as instituições policiais do Rio de Janeiro, todavia, depurar não significa desrespeitar, humilhar, execrar ou violar os direitos constitucionais do cidadão Policial Militar.
Interessante destacar que esses arautos da legalidade, não vieram a público cobrar a instauração de um IPM com relação ao recebimento ilegal do auxílio-moradia pelo Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, o que acontecia há cinco anos pelo menos.
Não elevaram a voz, ficaram calados, nem mesmo deram entrevistas para o jornal Extra, que tão bem os acolhe e que noticiou o fato, como toda a mídia.
Não cobraram ao Comandante Geral a sua imediata exoneração.
Cabo de Polícia Bruno, conte conosco, não para ajudá-lo a fugir das suas responsabilidades penais e administrativas, caso fique comprovada a agressão alegada, porém, conte com cada um de nós para exigir que os seus direitos sejam respeitados.
Por derradeiro, temos a convicção que o Comandante Geral da PMERJ, Coronel de Polícia Gilson Pitta Lopes, na primeira hora dessa segunda-feira, adotará todas as medidas administrativas que o caso exige.
Aproveitamos para propor, no intuito de evitar que graves violações como essa se repitam, que o fato seja transformado em um “estudo de caso”, com o objetivo de orientar os comandantes, chefes e diretores, bem como, aos demais Oficiais, para que possamos construir uma Policia Cidadã, formada por Cidadãos.
Se a Polícia Militar não respeita o cidadão Policial Militar, como pode esperar que ele respeite o cidadão fluminense!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
Certamente, acreditava o Oficial, que agora sim alcançaria o seu objetivo, justo por sinal, no sentido de comandar a Instituição, o que nunca escondeu de ninguém.
Infelizmente, escolheu a via transversa e deixou evidenciar novamente um temperamento que já produziu algumas denúncias contra ele, feitas por Policiais Militares e por Civis.
Paradoxalmente, o que parecia o céu, poderá virar o inferno.
O Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!, integrado por Policiais Militares, Bombeiros Militares e por integrantes da sociedade civil, fará desse caso um marco na luta pela cidadania do Policial Militar e do Bombeiro Militar.
Inclusive, providenciaremos a indispensável assistência jurídica para o Cabo de Polícia Bruno, para garantir que a apuração dos fatos a respeito da agressão que teria sido cometida por ele, seja feita dentro da legalidade e, ainda, para que ele possa exigir o seu direito e as indenizações cabíveis relacionadas à humilhação que sofreu e a execração pública.
O organizador desse espaço democrático, caso as autoridades públicas não se manifestem amanhã sobre essa violação, na terça-feira, encaminhará a todos os órgãos uma representação pela apuração do fato de tamanha gravidade.
Um “ditado castrense” ensina que o pior inimigo do Policial Militar é um outro Policial Militar.
Uma verdade, principalmente, em razão da existência ainda nas fileiras da corporação de Policiais Militares (Oficiais e Praças), que pregam a segregação entre os círculos hierárquicos e cultuam um militarismo atávico, improdutivo por excelência.
Apenas para citar um exemplo, afastando o Coronel do centro desse artigo, quem ainda não ouviu referências a subordinados como “inimigos”?
Inimigo é quem pensa assim.
Depurar as polícias é fundamental, sendo que a Polícia Militar é que faz isso com mais competência e menos corporativismo, entre as instituições policiais do Rio de Janeiro, todavia, depurar não significa desrespeitar, humilhar, execrar ou violar os direitos constitucionais do cidadão Policial Militar.
Interessante destacar que esses arautos da legalidade, não vieram a público cobrar a instauração de um IPM com relação ao recebimento ilegal do auxílio-moradia pelo Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, o que acontecia há cinco anos pelo menos.
Não elevaram a voz, ficaram calados, nem mesmo deram entrevistas para o jornal Extra, que tão bem os acolhe e que noticiou o fato, como toda a mídia.
Não cobraram ao Comandante Geral a sua imediata exoneração.
Cabo de Polícia Bruno, conte conosco, não para ajudá-lo a fugir das suas responsabilidades penais e administrativas, caso fique comprovada a agressão alegada, porém, conte com cada um de nós para exigir que os seus direitos sejam respeitados.
Por derradeiro, temos a convicção que o Comandante Geral da PMERJ, Coronel de Polícia Gilson Pitta Lopes, na primeira hora dessa segunda-feira, adotará todas as medidas administrativas que o caso exige.
Aproveitamos para propor, no intuito de evitar que graves violações como essa se repitam, que o fato seja transformado em um “estudo de caso”, com o objetivo de orientar os comandantes, chefes e diretores, bem como, aos demais Oficiais, para que possamos construir uma Policia Cidadã, formada por Cidadãos.
Se a Polícia Militar não respeita o cidadão Policial Militar, como pode esperar que ele respeite o cidadão fluminense!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
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