A MANCHETE QUE O JORNAL EXTRA
DEVERIA EXIBIR NA TERÇA-FEIRA
07 DE JULHO DE 2009
As imagens que aparecem nas fotografias e nos vídeos não deixam qualquer dúvida, o Oficial, ultrapassando completamente os limites da legalidade, impôs ao Praça da Polícia Militar humilhações que foram exibidas como troféu pelo jornal Extra. Uma repetição da exibição cruel que o jornal Extra fez das dezenas de fotos dos Policiais Militares que eram investigados na Operação Duas Caras da Polícia Civil (Delegado André Drumond - 59a DP), todos inocentados em juízo.
Sem dúvida, alguém vai sentir no bolso essa arbitrariedade, principalmente, o jornal Extra, que foi quem deu publicidade nacional ao fato.
Certamente, acreditava o Oficial, que agora sim alcançaria o seu objetivo, justo por sinal, no sentido de comandar a Instituição, o que nunca escondeu de ninguém.
Infelizmente, escolheu a via transversa e deixou evidenciar novamente um temperamento que já produziu algumas denúncias contra ele, feitas por Policiais Militares e por Civis.
Paradoxalmente, o que parecia o céu, poderá virar o inferno.
O Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!, integrado por Policiais Militares, Bombeiros Militares e por integrantes da sociedade civil, fará desse caso um marco na luta pela cidadania do Policial Militar e do Bombeiro Militar.
Inclusive, providenciaremos a indispensável assistência jurídica para o Cabo de Polícia Bruno, para garantir que a apuração dos fatos a respeito da agressão que teria sido cometida por ele, seja feita dentro da legalidade e, ainda, para que ele possa exigir o seu direito e as indenizações cabíveis relacionadas à humilhação que sofreu e a execração pública.
O organizador desse espaço democrático, caso as autoridades públicas não se manifestem amanhã sobre essa violação, na terça-feira, encaminhará a todos os órgãos uma representação pela apuração do fato de tamanha gravidade.
Um “ditado castrense” ensina que o pior inimigo do Policial Militar é um outro Policial Militar.
Uma verdade, principalmente, em razão da existência ainda nas fileiras da corporação de Policiais Militares (Oficiais e Praças), que pregam a segregação entre os círculos hierárquicos e cultuam um militarismo atávico, improdutivo por excelência.
Apenas para citar um exemplo, afastando o Coronel do centro desse artigo, quem ainda não ouviu referências a subordinados como “inimigos”?
Inimigo é quem pensa assim.
Depurar as polícias é fundamental, sendo que a Polícia Militar é que faz isso com mais competência e menos corporativismo, entre as instituições policiais do Rio de Janeiro, todavia, depurar não significa desrespeitar, humilhar, execrar ou violar os direitos constitucionais do cidadão Policial Militar.
Interessante destacar que esses arautos da legalidade, não vieram a público cobrar a instauração de um IPM com relação ao recebimento ilegal do auxílio-moradia pelo Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, o que acontecia há cinco anos pelo menos.
Não elevaram a voz, ficaram calados, nem mesmo deram entrevistas para o jornal Extra, que tão bem os acolhe e que noticiou o fato, como toda a mídia.
Não cobraram ao Comandante Geral a sua imediata exoneração.
Cabo de Polícia Bruno, conte conosco, não para ajudá-lo a fugir das suas responsabilidades penais e administrativas, caso fique comprovada a agressão alegada, porém, conte com cada um de nós para exigir que os seus direitos sejam respeitados.
Por derradeiro, temos a convicção que o Comandante Geral da PMERJ, Coronel de Polícia Gilson Pitta Lopes, na primeira hora dessa segunda-feira, adotará todas as medidas administrativas que o caso exige.
Aproveitamos para propor, no intuito de evitar que graves violações como essa se repitam, que o fato seja transformado em um “estudo de caso”, com o objetivo de orientar os comandantes, chefes e diretores, bem como, aos demais Oficiais, para que possamos construir uma Policia Cidadã, formada por Cidadãos.
Se a Polícia Militar não respeita o cidadão Policial Militar, como pode esperar que ele respeite o cidadão fluminense!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
Certamente, acreditava o Oficial, que agora sim alcançaria o seu objetivo, justo por sinal, no sentido de comandar a Instituição, o que nunca escondeu de ninguém.
Infelizmente, escolheu a via transversa e deixou evidenciar novamente um temperamento que já produziu algumas denúncias contra ele, feitas por Policiais Militares e por Civis.
Paradoxalmente, o que parecia o céu, poderá virar o inferno.
O Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!, integrado por Policiais Militares, Bombeiros Militares e por integrantes da sociedade civil, fará desse caso um marco na luta pela cidadania do Policial Militar e do Bombeiro Militar.
Inclusive, providenciaremos a indispensável assistência jurídica para o Cabo de Polícia Bruno, para garantir que a apuração dos fatos a respeito da agressão que teria sido cometida por ele, seja feita dentro da legalidade e, ainda, para que ele possa exigir o seu direito e as indenizações cabíveis relacionadas à humilhação que sofreu e a execração pública.
O organizador desse espaço democrático, caso as autoridades públicas não se manifestem amanhã sobre essa violação, na terça-feira, encaminhará a todos os órgãos uma representação pela apuração do fato de tamanha gravidade.
Um “ditado castrense” ensina que o pior inimigo do Policial Militar é um outro Policial Militar.
Uma verdade, principalmente, em razão da existência ainda nas fileiras da corporação de Policiais Militares (Oficiais e Praças), que pregam a segregação entre os círculos hierárquicos e cultuam um militarismo atávico, improdutivo por excelência.
Apenas para citar um exemplo, afastando o Coronel do centro desse artigo, quem ainda não ouviu referências a subordinados como “inimigos”?
Inimigo é quem pensa assim.
Depurar as polícias é fundamental, sendo que a Polícia Militar é que faz isso com mais competência e menos corporativismo, entre as instituições policiais do Rio de Janeiro, todavia, depurar não significa desrespeitar, humilhar, execrar ou violar os direitos constitucionais do cidadão Policial Militar.
Interessante destacar que esses arautos da legalidade, não vieram a público cobrar a instauração de um IPM com relação ao recebimento ilegal do auxílio-moradia pelo Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, o que acontecia há cinco anos pelo menos.
Não elevaram a voz, ficaram calados, nem mesmo deram entrevistas para o jornal Extra, que tão bem os acolhe e que noticiou o fato, como toda a mídia.
Não cobraram ao Comandante Geral a sua imediata exoneração.
Cabo de Polícia Bruno, conte conosco, não para ajudá-lo a fugir das suas responsabilidades penais e administrativas, caso fique comprovada a agressão alegada, porém, conte com cada um de nós para exigir que os seus direitos sejam respeitados.
Por derradeiro, temos a convicção que o Comandante Geral da PMERJ, Coronel de Polícia Gilson Pitta Lopes, na primeira hora dessa segunda-feira, adotará todas as medidas administrativas que o caso exige.
Aproveitamos para propor, no intuito de evitar que graves violações como essa se repitam, que o fato seja transformado em um “estudo de caso”, com o objetivo de orientar os comandantes, chefes e diretores, bem como, aos demais Oficiais, para que possamos construir uma Policia Cidadã, formada por Cidadãos.
Se a Polícia Militar não respeita o cidadão Policial Militar, como pode esperar que ele respeite o cidadão fluminense!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
