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domingo, 10 de abril de 2011

O TEMPO DOS CORONÉIS DE VERDADE E OS CORONÉIS MUDOS DA GESTÃO DA MODERNIDADE.

O tempo dos Coronéis de verdade.
Entrevista do Coronel de Polícia Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira, na época Diretor Gerfal de Finanças ( Coronel Barbono).

Perdão, volto ao tema da mudez dourada, neste breve artigo escrito no final de mais um domingo.
Vez por outra, recebo um boletim ostensivo da Polícia Militar através de email, única maneira de lê-los, pois sempre tive o acesso negado a essa peça informativa, nunca conseguindo obter uma senha que permitisse a leitura pela internet.
Lendo o Bol PM encontro nomes de inúmeros Coronéis de Polícia citados em suas páginas, a maioria jovens Oficiais que foram promovidos ao último posto no governo Sérgio Cabral.
Uma coisa é certa: nunca antes na história bicentenária da PMERJ a corporação teve tantos Coronéis.
Um significativo número deles nunca trabalhou comigo, portanto, não os conheço de perto, não posso avaliar os seus comportamentos no cotidiano da corporação, mas conheço muitos deles e, sinceramente, penso que esses sofreram um processo de perda da fala progressivo.
Lembro dos que quando Majores e Tenentes Coronéis sempre foram críticos ácidos da inércia dos Coronéis de Polícia com relação ao poder político. Criticavam duramente, elevavam a voz e batiam no peito, afirmando que se fossem Coronéis isso ou aquilo não estaria ocorrendo contra a Polícia Militar.
Pois é...
O tempo passou e eles ficaram mudos.
O governo Sérgio Cabral faz o que quer com a PMERJ, destrói os nossos principais valores e nenhum deles abre a boca em defesa da instituição.
Talvez tenha ocorrido algum problema alérgico com a proximidade das estrelas douradas da garganta, um efeito que inibiu as cordas vocais.
Antes tão falantes, valentes e audaciosos, agora nulos por completo.
Obviamente, temos exceções, graças aos céus.
Penso que tenha chegado o momento de separarmos o joio do trigo e estratificarmos o último posto da Polícia Militar em alguns níveis.
Coronéis mudos e Coronéis falantes.
Coronéis 1, 2, 3, etc.
Coronel inteiro e meio Coronel.
Coronéis de verdade e pseudo Coronéis.
Enquanto isso não ocorre, eu faço a minha estratificação:
CORONÉIS e coronéis.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARFDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

BLOG DO CORONEL DE POLÍCIA ESTEVES - IMPERDÍVEL.

28/03/2011
ATENTADO

Com pesar que constato em nosso estado o recrudescimento de um crime que, nas últimas décadas, estamos acostumados a assistir nos filmes e noticiários internacionais, ou mesmo de outros Estados da federação.
Estou me referindo ao crime político.
Todos os indícios nos levam a conjecturar que o atentado que sofreu o Sr Ricardo Gama, a quem não conheço pessoalmente, trata-se de um crime dessa natureza. É a pseudo-democracia instaurada.
Se tal for confirmado, além de ser um retrocesso na civilidade de nosso povo, o tiro saiu pela culatra.
Por que digo isto? Simples, primeiro acredito que tão logo se recupere o Sr Ricardo voltará a escrever em seu blog e com mais veemência ainda. Segundo, muitos daqueles que não concordam com o que acontece em nosso estado, mas que por comodismo ou por não desejarem se envolver, permanecem alienados do cotidiano, com o acontecimento deste atentado, ao invés de se amedrontarem, irão de maneira progressiva e homeopática, sair de cima do muro ou do marasmo que se encontram e começar a “cerrar fileiras” junto aos obstinados e ferrenhos críticos desta situação.
Acredito que este fato já tenha se iniciado e que os véus que encobrem e dissimulam algumas imagens já começam a cair e descortinar as verdadeiras imagens empanadas pelas bazófias verborrágicas.
ESTEVES – CEL RR
27/03/2011
POLICIA COMUNITÁRIA?

Nos últimos dias, freqüentando algumas OPM de saúde, tive oportunidade de ouvir Oficiais falando sobre Policia Comunitária. Reconheço que fiquei curioso e nas ocasiões que surgiram chances, anonimamente, me aproximei para escutar.
Minha estupefação foi ainda maior que minha curiosidade, pois alguns Oficiais, ao defender o Policiamento Comunitário, demonstravam completo desconhecimento do que seja realmente.
Admito que definir policiamento comunitário não é simples, pois é dinâmico de acordo com uma série de fatores intervenientes. Isto é, a estrutura, os objetivos e as técnicas a serem utilizadas variam em cada comunidade onde atue.
Para aqueles que se interessarem, há fatores comuns a todos os programas de Policia Comunitária. São eles:
• PARCERIA;
• PODER;
• RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS;
• RESPONSABILIDADE;
• ORIENTAÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS;
• ADAPTABILIDADE.
Quem realmente quiser entender e aplicar sugiro que, antes de qualquer coisa, busque ler “Cadernos de Polícia número 8”, editado pela Corporação na gestão do Coronel Carlos Magno Nazareth Cerqueira, então Secretário de Estado de Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Leitura indispensável.
ESTEVES – CEL RR
Conheçam o blog desse verdadeiro CORONEL DE POLÍCIA (link).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 9 de novembro de 2010

PARADIGMA - CORONEL DE POLÍCIA ESTEVES - CORONEL BARBONO.

PARADIGMA
Os BARBONOS tentaram romper paradigmas defendendo as praças e lutando por melhores condições de trabalho e dignidade para o Policial Militar.
O êxito significaria o rompimento com os grilhões que aprisionavam e ainda aprisionam, os Oficiais idealistas que amam a Corporação. Buscavam acabar com o axioma de que os Coronéis só pensam em si, que suas ações visam, em primeiro plano, a perenidade em algum cargo ou função.
Pois bem, os Barbonos ocupavam funções nobres e invejáveis dentro da PMERJ, ainda assim, lutaram pela Policia Militar e pelo tão decantado (e infelizmente constado, só bazófia) maior patrimônio da Corporação, o PM.
Sabiam de antemão os riscos que corriam de perder suas funções e gratificações, mesmo assim seguiram, pois para eles o objetivo era bem maior, era conseguir alguma melhoria para as praças e provar que, nos novos tempos, Coronéis realmente se preocupavam com seus subordinados.
Partindo do principio que “a única pessoa que você pode mudar é você mesmo”, tentaram influenciar outros Coronéis para que mudassem e adotassem uma posição mais coerente com os discursos e com o juramento feito à Bandeira Nacional.
Acreditavam que uma vez unidos, sem uma liderança única, mas guiados pelo objetivo de ver a tropa tratada com dignidade e respeitada pela sociedade, obteriam êxito. Estavam dispostos a abrir mão de seus cargos e da própria carreira, como de fato ocorreu.
Infelizmente os Coronéis não eram equânimes. E o poder político tinha conhecimento desta fraqueza. Deu no que deu.
Os dias seguem e hoje descortinamos diariamente um quadro caótico dentro da Segurança Pública de nosso Estado. E o pior é que não se vislumbra, com as atitudes da atual gestão, um naco de esperança de melhoria.
Rogo ao criador que ilumine nossos caminhos e conceda a dádiva de que alguém encontre uma solução que minimize o presente caos e, a médio e longo prazo, nos conduza a níveis suportáveis de segurança.
Sempre cônscio de que não existe uma panacéia que resolva tudo rapidamente, tampouco grande parte em curto prazo.
ESTEVES – CEL RR
COMENTO:
Esteves é um irmão que a vida me ofertou.
Sei que posso contar com ele em qualquer situação e espero que ele tenha a mesma certeza com relação a mim.
Não foi por outra razão que comecei a conversar com o Esteves sobre a necessidade de construirmos um grupo de Coronéis que pudesse SALVAR A POLÍCIA MILITAR.
A expressão pode parecer forte para quem não é Policial Militar, veste a nossa farda há pouco tempo ou a usa apenas para praticar crimes, a maldita banda podre que prospera em todos os lados neste Brasil cleptocrático.
Sim, SALVAR A POLÍCIA MILITAR, esta era e continua sendo a missão dos que amam a heróica, bicentenária e gloriosa PMERJ, a gênese de todas as Polícias Militares do Brasil.
A PMERJ atravessa a sua pior fase nas últimas décadas, sem identidade, sem valores e sem futuro.
Esteves, um idealista, possui uma rara qualidade, escrever com enorme profundidade, usando poucas palavras. O seu texto sobre os Coronéis Barbonos é uma obra prima, um ensaio sobre a verdade, a verdade mais cristalina.
Meu irmão Esteves, aceite o meu abraço fraterno e o meu aplauso de pé.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 12 de outubro de 2010

CARTA A DOIS COMPANHEIROS - CORONEL ESTEVES.

Coronel Esteves

CARTA A DOIS COMPANHEIROS

Maricá, em 04 de outubro de 2010.
Meus amigos,
Quem sou eu para lhes dizer alguma coisa que já não saibam, mas atrevo-me a escrever-lhes mesmo assim para hipotecar minha solidariedade e externar o que penso.
Não se abatam com o resultado do pleito, pois nada representa a não ser a confirmação de que não estamos preparados para este jogo, um tanto quanto escuso, da política eletivo-partidária.
Não basta ao candidato o caráter, integridade, honestidade, ficha limpa, idealismo e vontade de fazer, é necessário comprometimento, não do mesmo com as propostas de trabalho ou com empenho no cumprimento de metas, mas do eleitor alvo para com o candidato. Quando digo comprometimento, o faço em “lato sensu”. Infelizmente é preciso que o eleitor tenha alguma dívida com o postulante ao Legislativo, seja um cargo comissionado, emprego, favor ou mesmo dinheiro, só assim, sic “com o rabo preso”, vota. Um neófito dificilmente é eleito só com propostas de trabalho e com seu passado de idealismo, honra e dignidade, claro que existem exceções, mas estas são raras.
Existem também os casos de transferência de votos por parentes ou afins, ou ainda os casos de candidato com uma popularidade expressiva em campos diversos (Rádio, TV, Futebol, etc.) que nada tenha haver com as características já elencadas e que dão denodo à labuta.
Amigos ergam-se e elevem suas frontes com a dignidade que lhes é devida, pois, ambos são homens livres e dignos, razão de orgulho de seus amigos, o qual com a devida vênia me incluo.
Um forte e fraterno abraço,
ESTEVES – CEL RR
Meu irmão, muito obrigado!
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL

Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 24 de janeiro de 2010

CORONEL ESTEVES - UM EXEMPLO, UM RARÍSSIMO EXEMPLO.

BLOG DO CORONEL ESTEVES
11/01/2010
RELEMBRANDO
Eu não estava tão equivocado assim.
Contrataram o Ex-prefeito de New York para que ele dissesse parte do que eu havia dito (assim como tantos outros bem intencionados e conhecedores da matéria, todos de graça).
Sem contar que naquela época já falava da querência de certa autoridade por nós Policiais Militares.
Relembrem:
2007

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

TUDO COMEÇOU EM 2006...




A reportagem foi veiculada em fevereiro de 2008, quase dois anos se passaram e a nossa luta continua na busca de cidadania através da concessão de salários dignos e de adequadas condições de trabalho.
Eu assisto aos vídeos daquela época e acabo voltando um pouco mais no tempo, ao ano de 2006, quando ao lado do Coronel de Polícia Esteves começamos a lutar contra a dominação política da instituição, objetivando construir uma Polícia Militar honrada, valorizada e forte.
Um sonho impossível pensarão muitos e tenho uma tendência a quase concordar, diante do estágio de submissão e de desonra que a Polícia Militar atingiu atualmente.
O quadro parece irreversível.
Todavia, quando um jovem Policial Militar ou Bombeiro Militar comparece aos nossos atos cívicos, bota a cara, como costumamos dizer, toda a esperança que eu vivenciei ao lado de um dos irmãos que a vida me presenteou, o bravo Esteves, retorna e com mais força ainda.
Um sentimento idêntico percorre as minhas veias quando um reformado me pergunta:
- Coronel Paúl, a PEC vai ser aprovada?
Na pergunta eu percebo a esperança, esse sentimento que nos empurra para frente e permite a superação de inúmeras dificuldades.
Temos que acreditar.
A nossa cidadania só será alcançada e mantida, o que é mais difícil, quando a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar forem Instituições Militares politicamente fortes!
A nossa força, além da própria de uma corporação militar, nasce na nossa capacidade de mobilizar os nossos efetivos na direção da busca dos nossos objetivos.
Por favor, assistam novamente a reportagem e percebam que a repórter cita que nós planejávamos lutar contra a eleição dos aliados de Cabral, porém não levamos essa tarefa adiante.
Será que Eduardo Paes seria eleito com todos os Bombeiros Militares e Policiais Militares fazendo campanha contra ostensivamente?
Isso ostensivamente.
Tenho certeza que não.
O Movimento Fora Cabral! trouxe de volta essa possibilidade e agora não podemos desperdiçá-la, diante do descaso como somos tratados por Cabral.
Todos nós precisamos ostensivamente fazer campanha contra a reeleição de Cabral, falando as verdades desse governo para o máximo de eleitores que tivermos contato até as eleições de 2010, a todo momento.
A derrota de Cabral será a vitória da nossa mobilização e servirá como lição para todos os políticos fluminenses, que passarão a nos respeitar, caso contrário, faremos o mesmo com eles.
É hora de despertar e entender que podemos ser fortes politicamente, basta que nos mobilizemos.
Una-se ao Movimento Fora Cabral!
No dia 19 DEZ 2009, vista uma camisa com a frase Fora Cabral!
Reúna familiares e amigos usando essas camisas e visitem locais de grande concentração popular (shopping , por exemplo), o resultado será extraordinário.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O CORONEL DE POLÍCIA ESTEVES E O CAOS NO RIO DE JANEIRO.

O Coronel de Polícia Esteves está voltando a escrever no seu blog pessoal, o que é uma excelente notícia para todos nós. O seu artigo atual é muito oportuno e trata da falta de sintonia entre Cabral e Beltrame (leia).
Um diz uma coisa, o outro diz o contrário.
Aliás, alguém sabe explicar o que impede que Cabral exonere Beltrame?
Esse é o maior mistério da segurança pública fluminense das últimas décadas.
Um mistério que quase ninguém conhece, ao contrário do que poderíamos esperar como reação da secretaria de segurança para a queda do helicóptero, pois todos nós sabíamos que seriam desencadeadas operações alucinadas, as quais acabariam provocando incontáveis tiroteios acabando por vitimizar inocentes (leia).
A SESEG é previsível diante da repetição das mesmas táticas.
Os resultados também são previsíveis: mortes (leia) e pânico (leia).
O Rio caiu no abismo da incompetência e da corrupção.
Só a união dos servidores públicos e da sociedade civil poderá reverter esse caos que coloca em risco a vida de cada um de nós que vivemos nessa cidade feliz.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

EXTRA ONLINE - CORONEL ESTEVES




PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

AVALIAÇÃO

Durante a nossa vida precisamos avaliar e reavaliar as conseqüências de nossos atos. Precisamos a todo instante verificar se o que fizemos ou deixamos de fazer, falamos ou deixamos de falar trouxe as conseqüências desejadas, ou seja, se a razão falou mais alto ou foi a emoção e se resultado foi o esperado ou não.
Somos animais racionais, em tese, logo temos de buscar acertar e quando erramos o dever de admitirmos e tentar corrigir, voltar atrás se necessário para se alcançar o objetivo traçado.
Para seres humanos normais, por mais simples que pareça, é difícil pedir desculpas, retroceder ou admitir que a estratégia foi equivocada ou que não houve uma, que as coisas aconteceram sem um prévio controle.
De qualquer forma é digno este exame, é necessário e sábio fazer esta avaliação, pois só evoluímos como seres humanos quando aprendemos com nossos o erros e com os dos nossos semelhantes. Mas para isso é mister que reconheçamos a existência destas falhas para buscarmos o que é certo.
A dignidade não está em não errar, mas sim reconhecer o erro, admitir a autoria e retroceder na busca da equalização do problema, seja em que campo for.
Na passagem bíblica de Madalena, Jesus Cristo disse “quem nunca pecou (cometeu um erro) que atire a primeira pedra” e eles recuaram.
Reflitamos, reavaliemos nossas falas, atos e silêncios e talvez venhamos a descobrir o quanto temos nos equivocado.
Eu admito, erro e muito, mas retrocedo quando percebo e adoto as medidas que estiverem ao meu alcance para reparar.
E eu sou apenas mais um.
CORONEL ESTEVES

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

A SIMPLICIDADE

Comumente nos ocupamos tanto com coisas que superestimamos o valor que não notamos as idas e vindas que o mundo dá.
Complicamos demais a vida e isto nos leva um dos maiores bens que Deus nos deu, a saúde.
Como “Dom Quixote” encaramos moinhos de vento como se fossem monstros a vencer para salvarmos uma donzela.
Quando em verdade o monstro está dentro do homem. Ele fabrica os medos que lhe impedem de viver a vida, de aproveitar as oportunidades de momentos inesquecíveis de felicidade por medo de algo que não existe, monstros que ele mesmo criou.
Às vezes conseguimos perceber o ilusionismo que amedronta os outros, sem conseguir perceber que também temos os nossos fictícios assombros.
Procuramos alertar e não somos ouvidos, pois também não conseguimos ouvir quando nos avisam.
E a vida vai e vem num ir e vir infinito, não para nós, pois chegará inevitavelmente o nosso fim, já que somos efêmeros diante da grandeza do Universo. E então lastimaremos a perda de algumas oportunidades por medo de algo que inexiste, ou que pode ser contornado.
É preciso ouvir, vencer nossos medos, falar deles para que possamos abrir os olhos e ver que são apenas “moinhos de vento”.
CORONEL ESTEVES

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO


sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

REUNIÃO ADIADA - ORGANIZAÇÃO DE UMA NOVA VIGÍLIA

A reunião do Comando Geral da Polícia Militar com os representantes da equipe ecônomica do governo estadual foi adiada para o próximo dia 16 de janeiro de 2.008.
Uma nova vigília está sendo organizada para o início da próxima semana, após o horário do expediente, provavelmente na Associação de Oficiais Militares Estaduais do Rio de Janeiro - AME/RJ (Antigo Clube de Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros), situada à rua Camerindo, nº 114 - Rio de Janeiro - RJ (www.assofrj.org.br).
O comparecimento será em trajes civis e desarmados.
Maiores detalhes serão divulgados oportunamente.
Enquanto isso, não custa lembrar momentos da nossa luta pela busca da cidadania para os Militares de Polícia e para os Militares do Corpo de Bombeiros.

HILDEBRANDO QUINTAS ESTEVES FERREIRA
CORONEL DE POLÍCIA
CHEFE DO GABINETE DO COMANDO GERAL


40 DA EVARISTO
OFICIAIS E PRAÇAS
MILITARES DE POLÍCIA e MILITARES DO CORPO DE BOMBEIROS




PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORREGEDOR INTERNO

PAULO RAMOS
MAJOR DE POLÍCIA
DEPUTADO ESTADUAL DO RJ




PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CORREGEDOR INTERNO