A crueldade humana não tem limites e o oportunismo político é uma de suas facetas.
Por favor, chega! Vamos deixar as famílias em paz!
Perder um filho é a dor suprema, não existe qualquer similar.
Várias famílias estão sofrendo esse dilaceramento da alma, basta de tanta badalação para aparecer na mídia, dando uma de solidário.
Eduardo Paes nunca visitou tantos hospitais no Rio de Janeiro, nem no tempo da campanha eleitoral. Ele e seu sorrisso amarelo parecem brotar expontâneamente nos corredores com um exercito de repórteres a entrevistá-lo.
O secretário Sérgio Côrtes, outro exemplo, que sumiu em momentos recentes tão importantes, nos quais devia explicações sobre fatos graves, agora aparece todo dia nos hospitais, como se a sua presença fosse importante para a a recuperação das vítimas.
Sérgio Côrtes tente providenciar que existam leitos nos CTIs dos hospitais, evitando assim que diariamente pessoas percam a vida pela inexistência deles. Além disso, faça um esforço para que existam neurocirurgiões nas equipes de emergências dos hospitais públicos, essas providências fazem parte dos seus deveres e não ficar dando uma de papagaio de pirata, pendurado no sofrimento alheio.
Ontem, um hospital foi invadido pela presidente do Flamengo, levando Ronaldinho. Patrícia Amorim vive em eterna campanha política, quer aparecer em todos os lugares onde a mídia possa divulgá-la.
Presidente, quer ajudar?
Promova um jogo do Flamengo e doe toda a arrecadação para as famílias das vítimas, isso teria algum efeito produtivo para melhorar a vida das pessoas. Levar Ronaldinho para tumultuar um hospital, já tumultuado normalmente, para falar por dez segundos com algumas crianças, isso é usar a dor alheia em proveito próprio.
E por falar em oportunismo, coitado do Sargento que interrompeu o massacre, ele está sendo levado como "garoto propaganda" pela Polícia Militar até em batizado de cachorro, mas aumentar o seu salário, isso nem pensar.
Se eu listasse todos os oportunistas da tragédia de Realengo, passaria o resto da vida em frente ao monitor.
Por favor, chega! Vamos deixar as famílias em paz!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Por favor, chega! Vamos deixar as famílias em paz!
Perder um filho é a dor suprema, não existe qualquer similar.
Várias famílias estão sofrendo esse dilaceramento da alma, basta de tanta badalação para aparecer na mídia, dando uma de solidário.
Eduardo Paes nunca visitou tantos hospitais no Rio de Janeiro, nem no tempo da campanha eleitoral. Ele e seu sorrisso amarelo parecem brotar expontâneamente nos corredores com um exercito de repórteres a entrevistá-lo.
O secretário Sérgio Côrtes, outro exemplo, que sumiu em momentos recentes tão importantes, nos quais devia explicações sobre fatos graves, agora aparece todo dia nos hospitais, como se a sua presença fosse importante para a a recuperação das vítimas.
Sérgio Côrtes tente providenciar que existam leitos nos CTIs dos hospitais, evitando assim que diariamente pessoas percam a vida pela inexistência deles. Além disso, faça um esforço para que existam neurocirurgiões nas equipes de emergências dos hospitais públicos, essas providências fazem parte dos seus deveres e não ficar dando uma de papagaio de pirata, pendurado no sofrimento alheio.
Ontem, um hospital foi invadido pela presidente do Flamengo, levando Ronaldinho. Patrícia Amorim vive em eterna campanha política, quer aparecer em todos os lugares onde a mídia possa divulgá-la.
Presidente, quer ajudar?
Promova um jogo do Flamengo e doe toda a arrecadação para as famílias das vítimas, isso teria algum efeito produtivo para melhorar a vida das pessoas. Levar Ronaldinho para tumultuar um hospital, já tumultuado normalmente, para falar por dez segundos com algumas crianças, isso é usar a dor alheia em proveito próprio.
E por falar em oportunismo, coitado do Sargento que interrompeu o massacre, ele está sendo levado como "garoto propaganda" pela Polícia Militar até em batizado de cachorro, mas aumentar o seu salário, isso nem pensar.
Se eu listasse todos os oportunistas da tragédia de Realengo, passaria o resto da vida em frente ao monitor.
Por favor, chega! Vamos deixar as famílias em paz!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO


